Ministros da América Latina e Caribe debatem questões ambientais e de desenvolvimento na Colômbia


Para o diretor-executivo do PNUMA, Achim Steiner, a América Latina e o Caribe estão na “vanguarda” da luta contra o efeito estufa, buscando fontes renováveis de energia para alcançar o desenvolvimento sustentável. Foto: PNUMA

Publicado Originalmente: 31/03/2016

Nesta semana, ministros do Meio Ambiente dos 33 países da América Latina e do Caribe se reúnem em Cartagena, na Colômbia, para debater estratégias e prioridades voltadas para as questões ambientais abordadas pela Agenda 2030. Em maio, a região vai presidir a 2ª Sessão da Assembleia Geral para o Meio Ambiente (UNEA), que acontece em Nairóbi.

Durante a abertura do XX Fórum de líderes da pasta, nesta quarta-feira (30), o ministro colombiano Gabriel Vallejo López destacou que “cerca de 86 das 169 metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável estão relacionadas à sustentabilidade ambiental”.

Embora a América Latina e o Caribe sejam responsáveis por menos de 10% do total de emissões globais de gases do efeito estufa, eles estão “na vanguarda dos esforços para enfrentá-las”, ressaltou o diretor-executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), Achim Steiner.

Em 2015, toda a eletricidade da Costa Rica veio de fontes renováveis. A Nicarágua deu início a um ambicioso programa de energias limpas e acaba de concluir um grande projeto de energia eólica. Desde 2013, no Brasil e no Uruguai, todas as novas licitações para a produção de energia elétrica foram concedidas a tecnologias de energia eólica e solar.

Steiner chamou atenção também para mecanismos fiscais que reforçam a gestão ambiental e enviam sinais ao mercado, promovendo a mudança de comportamentos. Em 2017, o Chile implementará um imposto sobre o gás carbônico gerado na produção de eletricidade. Medidas semelhantes estão sendo adotadas por outros países, como o México.

Os debates desta quarta-feira incluíram questões sobre mudanças climáticas, cooperação sul-sul, biodiversidade, saúde e meio ambiente. A Iniciativa de Desenvolvimento Sustentável da América Latina e Caribe também foi tema de conversas e foi atualizada.

Ministros discutiram ainda as contribuições que a região poderá levar para a 2ª Sessão da UNEA, evento considerado “crítico” pelo chefe do PNUMA, pois implicará decisões fundamentais sobre temas que vão desde o comércio ilegal de animais silvestres até o manejo do desperdício e a qualidade do ar.

“A experiência da região deve ser amplamente compartilhada a fim de contribuir com eficiência para a promoção do crescimento de baixo carbono, para reduzir a desigualdade e erradicar a pobreza”, afirmou Steiner.

FONTE: ONU

14 respostas em “Ministros da América Latina e Caribe debatem questões ambientais e de desenvolvimento na Colômbia

  1. A questão ambiental e sustentável é muito importante, pois afeta o mundo todo e precisa ser debatida com cuidado e dedicação, para que as decisões sejam eficazes e os objetivos efetivamente cumpridos.
    As organizações têm o objetivo de abordar estes assuntos multilateralmente, promovendo a comunicação, a diplomacia parlamentar e a cooperação entre os países, para que compartilhem experiências e medidas para a mudança de comportamento para reverter o paradigma atual.
    Os mecanismos para cuidar da sustentabilidade, como controle da emissão de gases do efeito estufa, tecnologias de geração de energia limpa, e outros, devem ser devidamente fiscalizados pelos outros países, para que tenha efetiva mudança. Porém, não basta que somente a minoria (que geralmente são os que menos prejudicam) cumpra as metas, é necessário que todos se preocupem com a situação.

  2. A mudança climática já é uma realidade e seu impacto no curto e médio prazos já foram simulados por inúmeras entidades renomadas no assunto. A discussão passa a ser, então, política e econômica, pois a questão não é mais se mudanças no clima com impactos significativos sobre a humanidade estão ocorrendo, mas o quanto custa e a quem mais custa esse impacto climático.
    Mudanças no “status quo” da cadeia produtiva buscando-se uma significativa redução de poluentes,maior oferta de energias renováveis, eficiência do sistema produtivo industrial e alimentar, entre outras ações que possam contribuir para estabilizar, ou seja, não piorar as condições climáticas no planeta, possuem um custo. Elas passam necessariamente por uma análise de custo. Qual o impacto econômico que o país deverá suportar para implementar tais ações? E é este o ponto que leva vários países a não se engajarem efetivamente, com implantação de medidas imediatas nas ações que buscam tais objetivos.
    Em outra ótica deve-se avaliar a sustentabilidade do resultado, se tais ações forem executadas. No caso do Brasil, por exemplo, uma das vulnerabilidades se encontra na opção por energias renováveis, pois elas são diretamente dependentes do clima. Assim, alterações climáticas levam a alterações na disponibilidade deste tipo de energia que pode ter sua geração comprometida no caso de uma elevação de temperatura, o que levaria a menor disponibilidade de água nos reservatórios e na velocidade dos ventos, por exemplo, podendo levar o país a uma crise energética.
    Portanto, ações para reduzir impactos ambientais devem ser tomadas, estrategicamente, e rapidamente. Porém, só serão eficazes com a contribuição mútua entre os países, levando-se em conta as potencialidades e vulnerabilidades de cada um e objetivando-se o bem maior que é a preservação da vida e do planeta. Mas estão todos dispostos a pagar o preço pela mudança? Ou será cada um por si, isoladamente, desenvolvendo suas próprias condições de sobrevivência?

  3. Desde a corrida industrial , grandes mudanças climáticas ocorreram mundialmente. E a América Latina mesmo não sendo responsável pelas maiores emissões de poluentes, inova ao debater sobre alternativas sustentáveis de geração de energia e como diminuir as emissões que já se encontram no ar. Para tanto, é necessário um esforço mútuo planetário, tendo em vista a enorme descarga de poluentes efetuadas por países como EUA e CHINA. Para além, a criação de sanções em âmbito nacional torna as medidas palpáveis, na medida em que sejam aplicadas sem privilégios políticos ou econômicos. Contudo, para reais mudanças em escala global, têm-se que criar sanções vinculantes aos Estados, tanto quanto possível salientando a soberania de cada um. Ademais, espero o compartilhamento e continuidade das iniciativas para que sejam eficientes e ocorra mudanças no comportamento das populações.

  4. Embora, como dito a cima, a América Latina e o Caribe sejam responsáveis por menos de 10% do total de emissões globais de gases do efeito estufa, eles estão ,na liderança dos esforços para enfrentá-las. As atitudes de países como a Costa Rica, a Nicarágua, o Uruguai, o Brasil e o Chile devem servir de exemplo a todas as naçoēs, pois as questoēs ambientais são comuns a todos os países, e devem ser uma das principais preocupaçoēs. As mudanças climáticas já são realidade, e as emissões de gás carbônico precisam desacelerar. Atualmente o mundo está extremamente poluído e degradado. A poluição ocorre de diversas formas, tais como do ar, atmosfera, águas, solos, entre outras. Aquecimento global, efeito estufa, derretimento das geleiras, tempestades, mudanças climáticas são alguns dos resultados diretos do modelo de sociedade que optamos, vinculados ao consumo desenfreado. Na minha concepção, um dos primeiros procedimentos a serem colocados em prática para o controle dessa situação, já que não podemos reverter o que já foi perdido na natureza, é o maior controle da natalidade, especialmente em países em desenvolvimento, o controle de natalidade permite uma melhoria ambiental e social, uma vez que evita o aumento da extração de recursos. Outro fator que pode ser extremamente eficiente no processo de conservação é a educação, a partir da construção de um ensino ligado à qualidade, e não à quantidade. Formar pessoas conscientes ambientalmente. É importante também a implantação de medidas comuns a todos os países, com a finalidade de surtir efeitos na mesma escala, nesse caso seria necessária a participação efetiva das nações desenvolvidas. O desenvolvimento sustentável praticado de forma planejada produz resultados significativos, aliar crescimento econômico e ambiental é o principal foco. Além disso, a criação de novos materiais de maior vida útil para diminuir a rotatividade de produtos faz-se necessária. Outro fator extremamente poluidor é o lixo, nesse sentido a reciclagem e a coleta seletiva são indispensáveis, além de designar responsabilidade às empresas poluentes.

  5. A situação do meio ambiente é atualmente catastrófica, devido à poluição nos rios e mares, ao desmatamento e a emissão de gases poluentes. O ser humano, acostumado a ser o centro de tudo, utiliza- se dos recursos da natureza para satisfazer as suas necessidades. Essa retirada na natureza, na maioria das vezes, é feita sem o mínimo cuidado para manter o ambiente em boas condições, e acaba resultando em uma destruição.
    Ademais, é certo que o consumo humano não irá diminuir, ainda mais com crescimento populacional e o desenvolvimento do capitalismo. Diante disso, é preciso tomar medidas para minimizar os impactos causados pelo homem, e desenvolver técnicas sustentáveis para a retirada dos recursos naturais. Alguns países na América Latina já estão adotando medidas para evitar a contaminação e a degradação do ecossistema. Contudo, apesar da atitude desses países, o desafio de preservar o meio ambiente é imenso, e irá necessitar de uma contribuição muito maior do que essa e da conscientização de toda a sociedade.

  6. No ultimo século o assunto que esta sempre em pauta com certeza é sobre o meio ambiente, formas de preserva-lo, e mante-lo para garantirmos que as próximas gerações possam usufruir dos recursos que se tornam cada vez mais escasso graças ao uso desenfreado dos recursos naturais para consumo (meio econômico de circulação de riquezas) e pela não reposição desses recursos novamente.
    Parece um tanto apelativo as contantes discussões e propagandas prol meio ambiente,alem que alguns cientistas contabilizam tempos bem mais longos e duradouros deste essencial meio de sobrevivência, não só do homem, mas de todos que dependem dele para existir, mas o assunto predominante é: como nós, seres humanos, os mesmos que degradam o meio em que vivemo, podem agora compensar e criar uma consciência ecológica sobre uma regra indesviável que é p capitalismo e seu principio o consumo compulsivo?
    A resposta essa em todas essas ações praticadas pelos países que se propuseram a fazer algo que vá integralmente mudar a situação atual.
    Espero que a cada Agenda “2000…” consigamos formas de reduzirmos ainda mais o uso desnecessário, conscientizemos o maior numero de pessoas e procuremos novas tecnologias para preservar o meio em que vivemos, e do qual dependemos integralmente.

  7. Acompanhamos no dia-a-dia e temos conhecimento à respeito de o tanto que o ser humano destrói o meio ambiente para fins de exploração e obtenção de recursos. É inegável que para garantir o desenvolvimento é necessário a exploração, mas esta deve vir acompanhada de respeito ao meio ambiente, pois dependemos dele para a sobrevivência e também das gerações futuras. O desenvolvimento sustentável busca garantir a preservação do meio ambiente, através da adoção de recursos sustentáveis, econômicos e não prejudiciais ao ambiente. Ministros do Meio Ambiente dos 33 países da América Latina e do Caribe se reuniram, na Colômbia, para debater estratégias e prioridades voltadas para as questões ambientais e de desenvolvimento do país para a Agenda de 2030. Segundo o ministro colombiano Gabriel Vallejo López, “cerca de 86 das 169 metas dos objetivos de desenvolvimento sustentável estão relacionadas à sustentabilidade ambiental”. É necessário uma conscientização e apoio de toda a sociedade para atingir tal meta, pois os recursos sustentáveis são fundamentais para garantir o futuro de nosso Planeta.

  8. Atualmente não existe a possibilidade de se falar em desenvolvimento sem falar em sustentabilidade e em preservação do meio ambiente.
    Fica claro pela reportagem a prioridade dada ao tema por todos os países do mundo, nesse caso especificamente aqueles da América Latina e Caribe.
    As ações adotadas por esses países nas áreas de energia éolica, solar e de fontes renováveis merecem de fato destaque e compartilhamento internacional pois apesar de serem responsáveis por menos de 10% das emissões globais de gases do efeito estufa, saem na vanguarda em busca de soluções e mudanças de comportamento e criação de atrativos a partir de incentivos
    fiscais.
    São notícias como essas que nos fazem refletir sobre a importância do tema no mundo moderno.
    Os maiores poluentes, China e Estados Unidos precisam se espelhar nessas atitudes e comprometimento na busca de soluções, pois apesar de terem ações locais, elas se mostram ainda menores do que deveriam, se levarmos em conta o tamanho de seus territórios, populações e tamanho da indústria e economia locais.

  9. O meio-ambiente hoje em dia é um assunto bastante citado, por estar em situação alarmante se não observados e sem excessiva utilização dos recursos, entrará em escassez em pouco tempo. A partir disso, a América Latina e o Caribe se reuniram na Colômbia para discutirem esses assuntos, no qual a América Latina mesmo não tendo muita emissão de gás carbônico, se mostrou preocupado e utilizando-se de meios alternativos para evitar o comprometimento com o meio-ambiente. As organizações tem o objetivo de discutirem sobre assuntos de relevância mundial multilateralmente, ocorrendo a cooperação e comunicação entre países para utilizarem-se de medidas alternativas no combate à degradação ambiental, tentando ampliar a gestão destes de modo inteligente. O Chile esta apostando em sobrar imposto sobre alta emissão de CO2, para fazer com que a população se conscientize mais sobre os problemas causados pela alta taxa de emissão desse gás, acarretando muitos problemas ambientais e de saúde na população, podendo ter altas mudanças climáticas em consequência do abusivo uso. Assim, é necessário uma conscientização da maioria da população mundial para alcançar a meta prevista pelos países, para que não esgote estes recursos naturais que são essenciais para o futuro da população.

  10. O ser humano só quer saber de degradar o meio ambiente, uma vez que trás lucro, riquezas e essa questão do meio ambiente é um assunto que está em alta atualmente , e é de relevância procurar cada vez mais meios para que se preserve o meio ambiente. Essa reunião de ministros da América Latina e do Caribe foi relevante, mesmo que represente apenas os 10% das emissões globais ,já é um começo para diminuição da poluição mundial. Através do incentivo do uso de fontes renováveis, utilização de energias limpas como eólica e solar e que talvez essas atitudes portando seja, uma forma de correr atrás do prejuízo que nós ser humanos estamos causando ao meio ambiente.

  11. Com as atuais variações de clima facilmente percebidas e registradas por todo o mundo,fruto do aquecimento global,atualmente é assunto de urgência a busca por medidas que reduzam os efeitos gerados pelo mesmo.Em vista de tais políticas 33 países da América Latina e Caribe se reuniram para debater estratégias e prioridades voltadas para as questões ambientais abordadas pela Agenda 2030(Conjunto de programas, ações e diretrizes que orientarão os trabalhos das Nações Unidas e de seus países membros rumo ao desenvolvimento sustentável).Onde em vista do aumento das temperaturas e mudanças de clima que se agravam anualmente mais da metade das metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável estão relacionadas à sustentabilidade ambiental,para que tais alterações climáticas se reduzam e para que os recursos para as gerações futuras sejam garantidos,de forma que a qualidade de vida dessas gerações futuras não se deteriore em vista de atos cometidos no presente.

  12. Com as atuais variações de clima facilmente percebidas e registradas por todo o mundo,fruto do aquecimento global,atualmente é assunto de urgência a busca por medidas que reduzam os efeitos gerados pelo mesmo.Em vista de tais políticas 33 países da América Latina e Caribe se reuniram para debater estratégias e prioridades voltadas para as questões ambientais abordadas pela Agenda 2030(Conjunto de programas, ações e diretrizes que orientarão os trabalhos das Nações Unidas e de seus países membros rumo ao desenvolvimento sustentável).Onde em vista do aumento das temperaturas e mudanças de clima que se agravam anualmente mais da metade das metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável estão relacionadas à sustentabilidade ambiental,para que tais alterações climáticas se reduzam e para que os recursos para as gerações futuras sejam garantidos,de forma que a qualidade de vida dessas gerações futuras não se deteriore em vista de atos cometidos no presente.Além do fato de que os países da America Latina e Caribe tem representativo percentual e quantidade da fauna e da flora Mundial,tendo dessa forma o dever de preserva-las para as gerações futuras.

  13. As questões ambientas são de grande relevância atual, e mesmo Estados que não produzem grande quantidade de poluentes tem se esforçado para trazer soluções para enfrentar problemas ambientais, tais como a emissão de gases causadores do efeito estufa na atmosfera. É de suma importância a cooperação entre os Estados para que se consigam resultados eficazes na gestão ambiental. Fazendo com que inclusive grandes potências de mercado passem a aderir a causa promovendo mudanças de comportamento necessárias. As ações do caribe e estados da America latina deverão ser tidas como exemplo a fim de contribuir com eficiência para a promoção do crescimento de baixo carbono a fim de contribuir com eficiência para a promoção do crescimento de baixo carbono.

  14. Sustentabilidade e preservação do meio ambiente são assuntos hoje em dia prioritários ao se referir a qualquer tipo de assunto de abrangência mundial. Cada vez mais os países de menor expressão global e consequentemente menos poluidores estão procurando novas formas de otimizar o processo de geração energética e também de todos outros processos que geram maiores quantidades de resíduos nocivos. Os novos métodos que vêm sendo estudados e implementados visam não só a redução do impacto ambiental como também um ganho produtivo ao reduzir gastos e potencializar o processo em questão.

    O que falta agora, diante da predisposição dos países subdesenvolvidos em atacar os problemas ambientais, é que os país desenvolvidos e que representam a grande fatia da geração de poluição atmosférica e residual apoiem a causa e também entrem com força total na busca por soluções que reduzam o impacto ambiental.

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