Brasil é um dos dez maiores investidores em energia renovável do mundo, aponta relatório do PNUMA


Investimentos em energia eólica crescem no Brasil, principalmente, no Nordeste. Foto: SEI / FotosPúblicas / Aluísio Moreira

Postado Originalmente: 30/03/2016

Investimentos em energias renováveis atingiram o valor de 286 bilhões de dólares em 2015. O montante é um dos mais altos já registrados e foi, pela primeira vez, maior que o dobro do registrado para os recursos gastos com carvão e gás.

Além de quebrar este recorde, 2015 também foi o primeiro ano em que países em desenvolvimento investiram mais em energias limpas do que as nações desenvolvidas. O Brasil esteve entre os dez maiores investidores do mundo.

As informações são de um novo relatório publicado na sexta-feira (25) e elaborado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) em parceria com o organismo de Finanças de Nova Energia da Bloomberg (BNEF) e o Centro de Colaboração para o Clima e o Financiamento de Energia Sustentável da Escola de Frankfurt e da agência da ONU.

A pesquisa revela que fontes renováveis geraram 134 gigawatts adicionais em 2015, em comparação com os 106 GW produzidos em 2014. O valor equivale a 54% de toda a potência energética adicional produzida no ano passado. Essa quantidade de energia limpa impediu que 1,5 gigatonelada de gás carbônico fosse liberada na atmosfera. Desde 2004, países teriam investido 2,3 trilhões em energias renováveis.

Somados, os investimentos da China, Índia e Brasil – os “três gigantes” – registraram um aumento de 16% em 2015, alcançando 120,2 bilhões de dólares. A China responde pela maior fatia deste volumoso orçamento – quase 100 bilhões.

Recursos do Brasil foram calculados em cerca de 7 bilhões. A maior parte dos investimentos foi destinada à produção de energia eólica (5,7 bilhões). Estimativas indicam que esse tipo de energia produziu dois gigawatts a mais em 2015 para o país.

Também no ano passado, pela primeira vez, os projetos brasileiros em energia solar alcançaram a casa das centenas de milhões, chegando a 657 milhões de dólares. Segundo o relatório, isso poderia indicar o início de um novo grande mercado para o uso de placas fotovoltaicas.

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) foi citado pela pesquisa como o quarto banco de desenvolvimento mais ativo do mundo no setor de financiamento de projetos de energia limpa.

O organismo brasileiro informou ao PNUMA e às outras instituições responsáveis pela pesquisa que emprestou o equivalente a 1,8 bilhão de dólares para iniciativas envolvendo energia eólica.

Quando considerados os investimentos globais, o documento mostra que as energias solar e eólica dominaram a produção limpa em 2015, gerando 118 gigawatts do total. Esse cálculo do PNUMA excluiu os valores associados a grandes hidrelétricas.

O uso de biomassa, de energia geotermal, de resíduos e de pequenas hidrelétricas produziu quantidades mais modestas de potência de acordo com a pesquisa.

“O acesso à energia limpa e moderna é de enorme valor para todas as sociedades, mas especialmente em regiões onde a energia confiável pode oferecer profundas melhorias para a qualidade de vida, o desenvolvimento econômico e a sustentabilidade ambiental”, afirmou o diretor-executivo do PNUMA, Achim Steiner.

FONTE: ONU

24 respostas em “Brasil é um dos dez maiores investidores em energia renovável do mundo, aponta relatório do PNUMA

  1. É louvável uma notícia como essa, na qual, o Brasil enfrentando tantos problemas sociais e econômicos atualmente, torna-se um exemplo para os demais países, frente a ONU- inclusive aqueles mais desenvolvidos – em uma questão tão importante, que é a busca e investimento em novas energias limpas. O país que conta com vários recursos naturais, viu-se necessitado de diversificar suas fontes após uma crise de energia elétrica e uma seca muito forte no âmbito da maior matriz brasileira de gerar energia, a hidroelétrica. Desde então, os investimentos em energias renováveis foram crescendo, principalmente na eólica e de biomassa – não apenas no Brasil, mas por outros países também, como China e Índia, de acordo com a notícia – chegando ao seu ápice no ano passado, em 2015. Por mais que, seja uma energia relativamente cara e que precise de muitos subsídios (um dos motivos que levam os países a não investirem o que realmente deveriam, afinal, ainda existe uma política forte de um desenvolvimento lucrativo e imediato) é necessário analisar os benefícios trazidos por ela, essencialmente em relação ao meio ambiente, que hoje é uma preocupação mundial. Ela reduz, por exemplo, a dependência dos combustíveis fósseis, os efeitos da mudança climática e não produz gases poluentes ou resíduos. De acordo com o relatório divulgado na notícia, foram impedidos que 1,5 gigatonelada de gás carbônico fosse liberada na atmosfera, em 2015. É fato que é um número considerável, mas que comparado com o total de emissão de poluentes a cada ano é notável que esse valor deve atingir cada vez mais um patamar maior e que ainda estamos em no início de uma mudança. Baseando-se na notícia, não há dúvidas que o Brasil está caminhando para um desenvolvimento sustentável, o que nos deixa um passo a frente de muitos países, mas esse processo ainda precisa ser lapidado. Espero que o Brasil não retroaja quanto a isso e que possa influenciar muitas outras nações a fazerem o mesmo.

  2. Lucas Campos de Carvalho

    Energia renovável é aquela originária de fontes naturais que possuem a capacidade de regeneração (renovação), ou seja, não se esgotam.São exemplos a energia solar, a eólica (dos ventos), energia hidráulica (dos rios), ou biomassa (energia orgânica).
    Ao contrário dos combustíveis não renováveis (como os de origem fóssil por exemplo), as fontes de energia renovável causam pequeno impacto no meio ambiente, seja em relação à poluição ou ao desmatamento.
    Em 2013 , o Brasil se tornou o décimo país do mundo com maior capacidade eólica instalada bem como aumentou significamente os investimentos em torno da projeção solar. Tal feito ,não somente pode resultar em diversidade sobre matriz energética, mas – o que é mais importante –
    o país expande sua capacidade de geração aumentando consideravelmente a segurança energética (especialmente pela crise agravada pela seca que hodiernamente afeta o país, fato que se aplica diretamente às hidrelétricas, que ainda correspondem mais da metade da geração de energia elétrica no Brasil).
    Vale ressaltar que, no caso da energia eólica, o investimento justifica-se pelo fato do Brasil possuir vento durante todo o ano, em todas as regiões, assim o custo de energia é menor e uma mesma instalação no Brasil possui mais energia que nos países europeus, por exemplo. Tal crescimento de investimento não somente garante um desenvolvimento cultural sobre o meio ambiente, bem como ainda, segundo a ABEEólica (Associação Brasileira de Energia Eólica), o setor foi responsável pela criação de mais de 40 postos de trabalho em suas 270 instalações.

  3. A posição do Brasil no relatório elaborado pelo Programa das Nações Unidas para Meio Ambiente (PNUMA) representa um avanço para o país no que diz respeito à sustentabilidade (visto a importância das fontes alternativas para a redução de impactos ambientais – como exposto no relatório, no ano de 2015, 1,5 gigatoneladas de ás carbônico deixou de ser liberado na atmosfera) e também no que diz respeito à preocupação do país em garantir segurança energética e se tornar cada vez mais autossuficiente quanto às fontes utilizadas – visto que permite produção de energia continuada e ilimitada.
    O crescente investimento do Brasil em energia renovável também contribui para solucionar o problema de geração de energia em regiões reféns da variabilidade climática e constantemente acometidas por secas.
    O Brasil, por sua riqueza e diversidade de recursos naturais, encontra-se em posição vantajosa para que continue crescendo em investimentos e utilização de energia renovável. Portanto, com política governamental continuada de investimentos em energias alternativas, o Brasil se tornará, a cada relatório lançado pela ONU, exemplo a ser seguido por todos os países, além de incentivo aos demais países subdesenvolvidos.

  4. Diante do relatório feito pelo PNUMA, expõe o quanto o Brasil mostra-se avançado em relação a ser rico em recursos renováveis e estar utilizando dos mesmos como fonte de sustentabilidade, visando o investimento alto em energias limpas como meio de fazer bem a população brasileira e ao meio-ambiente, para redução de impactos ambientais trazendo muitos benefícios para o país, mesmo estando em um momento de grave crise social e econômica mostrou-se a países desenvolvidos como um país em desenvolvimento pode crescer em nível sustentável utilizando-se de formas alternativas.
    Em 2013, se tornou o décimo país do mundo com maior capacidade eólica instalada, o que fez com que aumentasse sua capacidade de desenvolvimento de energia eólica, no qual é um recurso que deve ser cada vez mais utilizado pelo país por conter uma gama imensa de recurso eólico (o país é um dos maiores em produção de vento, assim sendo um artifício de bons resultados), sendo uma fonte renovável de baixo gasto econômico trazendo além dos pontos positivos em relação ao meio-ambiente, como redução da emissão do CO2 na atmosfera causando pouco impacto ambiental e desmatamento, trouxe também maior lucro do que gasto com o recurso. Em 2015 o Brasil teve o maior montante registrado em investimento em energia renovável, sendo também o ano em que teve maior atuação nessas energias alternativas, maior que países desenvolvidos.
    Diante do que foi exposto, o país mostra-se interessado em investir nesses tipos de recurso, percebendo-se o quanto traz resultados positivos bem como lucros econômicos para o Brasil, apesar de precisar de alto investimento para desenvolvê-los, mas encontrando-se em alta vantagem por conter uma diversidade abundante de recursos naturais. Assim, se continuar a investir passará a trazer apenas aspectos positivos para o país além de ser um exemplo a ser seguido por países subdesenvolvidos.

  5. O Brasil é hoje o pais que mais se destaca quando se trata de fontes de energia renováveis, devido a alta capacidade de transformar energia limpa através de fontes alternativas. Podemos dizer que as Fontes de Energia renováveis no Brasil representam aproximadamente quase 90% de toda energia produzida internamente, de acordo com o Balanço Energético Nacional, realizado pela Empresa de Pesquisa Energética, divulgado no ano de 2009. No ano de 2009, foi realizado o Primeiro Leilão de Energia Eólica, com a intenção de diversificar a captação deste tipo de energia e no mesmo ano, aconteceu uma enorme crise no segmento de Energia no país, pois após um grande período de seca, os níveis de rios ficaram baixos e o volume de água era insuficiente para abastecer as Barragens Hidroelétricas, por este motivo, o governo incentivou ainda mais a pesquisa em fontes de energia renováveis.. A Associação Brasileira de Energia Eólica considera que o potencial de geração para energia eólica do país é de 143 Gigawatts.

  6. No mundo existem poucos países que apresentam tamanha diversidade e riquezas naturais como o Brasil, o vasto território nos remete diversas possibilidades de aproveitamento dessas riquezas. A crise no setor energético nos últimos meses, agravada pela seca, destacaram a necessidade do país diversificar sua matriz energética E o grande potencial de diversificação está nas fontes renováveis, não necessariamente em termelétricas a óleo combustível, mas pode estar em cima do seu telhado.
    A república tupiniquim é um país privilegiado para a geração de energia fotovoltaica, e a maioria dos brasileiros não tem nem ideia disso. Além de ter altos índices de iluminação, é rico em silício. O painel solar é formado por células fotovoltaicas de silício, que é um material semicondutor. Ele é capaz de captar a luz do sol e transformá-la em energia, gerando uma corrente elétrica através do efeito fotovoltaico. Essa corrente passa por um equipamento elétrico chamado inversor e a partir daí pode ser utilizada para alimentar qualquer aparelho doméstico ou até mesmo industrial. À medida que o país expande a capacidade e a geração a partir de fontes alternativas, ele aumenta sua segurança energética e a resiliência frente a fenômenos extremos.
    Minas Gerais foi um estado pioneiro nesse aspecto. Os governos de 2011 a 2014 lançou, em 2013, o Programa Mineiro de Energias Renováveis – Energias de Minas. O grande avanço foi a eliminação de impsotos na cadeia produtiva dos produtos necessários reduzindo o custo do investimento e abertura de linha de crédito para quem deseja implementar o sistema. Uma questão chave para a continuidade do sucesso das energias renováveis é a adesão de Minas Gerais ao Convênio ICMS 16/15. Apesar de o Estado ter sido pioneiro e hoje ter o maior número de instalações fotovoltaicas, a isenção do ICMS publicada pela Lei nº 20.824, de 31 de julho de 2013 é de apenas 05 anos. Se houver cobrança do ICMS, toda a energia consumida da rede será tributada em 30%, para sistemas residenciais, e 18% para sistemas comerciais. A Lei nº 21.527, de 16 de dezembro de 2014, e a Lei nº 21.713, de 7 de julho de 2015, também constituiram um avanço para quem deseja consumir esse tipo de energia.
    No Brasil, a questão é tratada muito lentamente. Tramita na Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei 2117/11, que institui o Plano de Desenvolvimento Energético Integrado e o Fundo de Energias Alternativas. O fundo servirá para financiar parte das ações do plano. Dentre os objetivos da medida consta a integração da União, dos estados e dos municípios, com a participação da iniciativa privada, para promover o aumento da produção de biogás, biodiesel e de energia elétrica proveniente de fontes renováveis. Nenhum avanço no sentido de aprová-lo. O Projeto de Lei do Senado Nº 167 de 2013 reduz alíquotas de tributos incidentes em painéis fotovoltaicos e similares. Não foi votado… O Projeto de Lei 8322/14 do Senado que isenta do imposto sobre importação os equipamentos e componentes de geração elétrica de fonte solar também está parado. O Projeto de Lei do Senado Nº 317 de 2015, dispõe sobre a obrigatoriedade de instalação de sistema de captação de energia solar e de sistema de captação, armazenamento e utilização de águas pluviais na construção de novos prédios públicos para a utilização em atividades que não necessitem de água potável. Por fim, o Projeto de Lei da Câmara Nº21 de 2015, consagra a redução de tributos à importação de insumos da energia solar. Em resumo, por algum motivo ou interesse diverso, nada anda nesse sentido.
    São notáveis o quão atrasados estão Estado e a União se comparados com o mundo quando o assunto é geração fotovoltaicas de energia. O que o governo federal mais gosta de propagar é o pré-sal. Ou seja, enquanto todas as nações civilizadas pretendem mudar suas matrizes energéticas para fontes mais baratas e sustentáveis, o Brasil aposta no seu maior golpe de sorte, o pré sal.
    Nosso país sempre caminha na contramão do mundo na área de energia. Quando a energia estava subindo no mundo inteiro, no Brasil, por populismo, baixamos o preço da energia. Agora que o mundo todo está baixando o preço da energia em função da queda do barril de petróleo, estamos subindo o preço da energia. O governo tenta ressarcir a Petrobras das perdas dos últimos quatro anos. Quem paga a conta somos nós consumidores. No Brasil é assim. Quando o barril está caro, a Petrobras subsidia o consumidor. Quando o barril está barato, é o consumidor quem subsidia a Petrobras. A presidente Dilma quebrou dois mitos: o de que era uma boa gerente e entendia de energia. Ao mesmo tempo, ela derrubou dois ícones do setor de energia brasileiro: a Petrobras e o etanol.
    Na crise, surgem oportunidades… A Alemanha não precisou viver um apagão para utilziar o sol como fonte de energia. Se esse é nosso caso, paciência.

  7. Formas de energia limpa estão sendo um dos grande investimentos brasileiros para conter a questão de desperdício de meios hídricos para produção de energia. Falando sobre esses investimentos uma coisa que devemos lembrar e que o Brasil é um dos países mais ricos em recursos naturais do mundo, valendo a pena ressaltar, pois o investimento além de ser uma alternativa para a preservação ambiental e também um investimento de longo prazo que viabiliza esse investimento e assegura um retorno considerável de energia e economia em manutenção de novos investimentos para a produção do mesmo.
    E necessário vislumbrar e termos pensamentos visionários sobre novas formas de produção de energia já que somos beneficiados naturalmente falando, podendo futuramente ter um retorno econômico satisfatório e proteger a permanência dos seres vivos por milênios aqui meste “Espaço Terrestre” (Terra).

  8. É de suma importância, ler uma noticia como essa, em que os estados emergentes como China, Brasil e Índia, são um dos maiores investidores em energia renovável. A nação brasileira, tem uma vasta capacidade de cada vez mais investir em energias altamente renováveis. No programa de casas populares, realizado pelo governo, já estão sendo encontradas casas com energia solar, um grande trunfo para a economia da população e para o nosso ambiente. Os estados do nordeste, principalmente Rio Grande do Norte e Ceará, lideram no quesito produção de energia renovável. Eles investiram milhões, na produção de usinas eólicas, para a geração de energia. Os estados nordestinos, estão de parabéns pela forma em que estão investindo em recursos renováveis, para a produção de energia, além dos países China e Índia. Sendo assim, ainda nos resta esperanças que iremos alcançar investimentos cada vez mais significantes na produção de recursos energéticos renováveis.

  9. De acordo com o relatório os investimentos em energias limpas no Brasil aumentaram 93% em relação ao ano anterior, chegando a US$ 7,6 bilhões. Desse total, US$ 6,2 bilhões (84%) foram investidos em energia eólica. Com isso, o Brasil ocupa, agora, o sétimo lugar, em números absolutos, da lista de maiores investidores mundiais em energias renováveis. O País é precedido por China, Estados Unidos, Japão, Reino Unido, Alemanha e Canadá. Completam o ranking Índia, Holanda e África do Sul.
    O relatório não considerou investimentos em projetos de usinas hidrelétricas com capacidade maior que 50 megawatts.
    Crescimento. Os investimentos globais no setor, segundo o relatório, subiram 17% em 2014. A China, que direcionou US$ 83,3 bilhões para energias renováveis – principalmente solar e eólica, responde por 31% do total investido no mundo. Já o Brasil aumentou sua participação de 2% para 3% do total de investimentos globais.
    Depois da energia eólica, que concentrou a maior parte dos recursos, o setor renovável que recebeu mais verba no Brasil foi o de biocombustíveis, com US$ 574 milhões. Há sete anos, porém, os investimentos neste setor chegavam a US$ 8,3 bilhões.

  10. Não é novidade para ninguém o assunto aquecimento global, poluição em massa, problemas ambientais decorrentes de indústrias etc. Já é mais do que sabido que não só o Brasil, mas todo o mundo necessita urgentemente de reavaliar suas políticas de crescimento, para que elas se adequem ao modelo de desenvolvimento mais limpo em menos nocivo possível ao meio ambiente. Por incrível que pareça, é isso que vem ocorrendo recentemente ao redor do mundo, e mais surpreendente ainda, no Brasil, que ganhou posição de destaque no cenário internacional ao se tornar um dos países que mais investe em tecnologia limpa/renovável do mundo. Os dados são do PNUMA (programa das nações unidas para o meio ambiente), que revelou que dos 7 bilhões de reais do produto interno bruto do Brasil, 5,7 bilhões foram direcionados ao investimento na energia eólica. Além do Brasil, a China e a Índia compõem o ranking dos três países que mais investem e acreditam em um desenvolvimento sustentável para o mundo, de modo ainda que, China e Índia, por serem os dois países mais populosos do mundo, ao aderirem a essa maneira de investimentos em energia limpa, contribuem de maneira imensurável para o meio ambiente. Pela primeira vez os países em desenvolvimento investiram mais nesse tipo de energia do que os países desenvolvidos. Essa é uma notícia de fato, para alegrar todos os brasileiros, que vivem momentos de tensão, principalmente no cenário político e econômico do país.

  11. O investimento em fontes alternativas de energia será a única solução para responder ao desafio de abastecer uma população cada vez maior, com demandas também cada vez maiores por energia, e, ao mesmo tempo, reduzir as emissões de CO2. Por anos, investimentos em energias renováveis foram feitos especialmente por países ricos, contudo, esse mapa vem mudando. O Brasil agora ocupa a sétima posição, pois investe duas vezes mais em energias renováveis do que todos os 53 países africanos juntos!
    É obvio que as condições climáticas do nosso país são totalmente favoráveis, se pensarmos que, na energia eólica, por exemplo, em algumas regiões há vento todo o ano. Já estava na hora de utilizar tal condição.
    Dito isso, o país se interessa cada vez mais em investir nessa áera, percebendo o quão positivos estão rendo os resultados, bem como lucros econômicos. Assim, se continuar este trabalho, passará a trazer apenas aspectos positivos, gerando notícias tão satifatórias em tempos tão conturbados internamente.

  12. É com imensa alegria que leio esta notícia, em meio a tantas outras negativas que estão acontecendo em nosso país. Infelizmente acontecimentos como este não são tao divulgados em nossas mídias, já que não existe um interesse politico ou econômico por trás dele. Energia renovável é o termo usado para as fontes naturais de energia que conseguem se renovar, ou seja, não se esgotam, pois estão em constante regeneração. Essas fontes são de tamanha importância já que, poluem pouco e não chegam a agredir o meio ambiente, são consideradas energias limpas, isto é, que são fornecidas pela natureza e sua utilização não contribui para a emissão de gases ou outros materiais tóxicos e nocivos para o ambiente natural. Este ato do Brasil deveria servir de exemplo para todos os países, dado que, as energias renováveis possuem mais uma vantagem, podem ser implantadas em todo o mundo.

  13. Não é de hoje que as fontes renováveis de energia ocupam o primeiro plano de investimentos do setor elétrico quando se trata de eficiência energética e cuidado com o meio ambiente mundial. As fontes de energia renovável são aquelas em que os recursos naturais utilizados são capazes de se regenerar, ou seja, são inesgotáveis, diferente de fontes não renováveis, como o petróleo. É importante que o Brasil também esteja investindo nessa área de enorme valor para toda a sociedade. A iniciativa privada aliada a incentivos promovidos pelo governo refletem na maturidade e consolidação que o nosso país vem adquirindo no mercado de renováveis.

  14. As informações publicadas em relatório elaborado pela PNUMA revelam a preocupação do país em encontrar alternativas de fontes de energia renováveis que gerem menor dano ao meio ambiente do que a adota, em maioria, pelo Brasil, que seriam as hidrelétricas. Nada mais natural do que um país tropical como o nosso adotar fontes de energia que se beneficiem da energia solar ou da força dos ventos, uma vez que esses “recursos” são abundantes no país. Além disso, tende, senão a resolver, pelo menos reduzir os problemas gerados pela escassez de água nos reservatórios de hidrelétricas como ocorrido no ano passado, que culminou numa crise hídrica e elétrica, em que se fez necessário certo racionamento de luz – até mais agravado em algumas localidades. Além disso, o acesso à energia limpa se faz necessário no plano atual, em que a preocupações com o meio ambiente e o futuro de nossos descentes se torna cada vez mais preocupante. O uso de energia renovável é excepcional, pois os recursos utilizados são abundantes – como já dito – e causam danos menores ao meio ambiente, além de não se esgotarem.

  15. De fato, esta seria uma notícia muito boa, colocando o Brasil numa posição de destaque no cenário mundial, como exemplo de como produzir energia de forma responsável. Porém, este é um contexto isolado, sob o qual não se leva em consideração como esses investimentos são feitos.
    Há de se fazer uma visualização global desta situação, apontando como exemplo principal a Usina Hidrelétrica de Belo Monte, cuja implantação requer um investimento bilionário, elevando o Brasil nesta lista de investidores. Mas, o ponto principal é o que se faz para que esta usina seja implantada. Haverá uma devastação gigantesca da natureza no local onde ela será instalada, o que destruirá um habitat gigantesco de espécies que nele vivem. Afetará também uma grande parte onde indígenas residem há seculos.
    Enfim, o contexto quanto ao investimento em energia renovável deve ser mais abrangente do que simplesmente o seu valor monetário, pois este tipo de investimento também requer destruições em alguns casos, afetando tanto animais, quanto seres humanos que venham a residir nessas áreas.

  16. Em tempos de crise política, econômica e social, é de extrema importância notícias em que o Brasil se destaca no cenário internacional por algo bom, que fez por excelência. Não é a primeira vez que se ouve falar dos altos investimentos em energias sustentáveis feitos pelo Brasil e não surpreende que um país dotado de recursos naturais se esforce para preservá-los e utilizá-los de forma consciente. Seja energia eólica, solar ou hidráulica, toda forma de energia renovável contribui para um menos impacto ambiental do que o provocado pelas fontes de energia com origem nos combustíveis fósseis, oferecem menos riscos do que a energia nuclear, permitem a criação de novos postos de emprego, reduzem as emissões de CO2, melhora a qualidade de vida e a dependência energética da nossa sociedade com combustíveis fósseis, dão autonomia energética a um país (uma vez que a sua utilização não depende da importação de combustíveis fósseis), entre outras vantagens que podem destacar o país mundialmente e atrair investidores para que a economia volte a seus parâmetros normais. O que assusta é o quanto notícias como essa são deixadas de lado por uma mídia que, ao invés de acreditar a população sobre o seu país, preferem causar o terror, espalhar discursos de ódio e ressaltar que o Brasil não tem melhorias. Diante de uma notícia dessa, no cenário mundial, é sim perceptível o crescimento social e sustentável do país e é isso que merece destaque.

  17. A determinação para buscar uma forma de alimentar o capitalismo vem destruindo as reservas naturais de nosso planeta, além da poluição causada por esses recursos que são em sua maioria combustíveis fósseis que não podem ser refeitos em tempo hábil á utilização,que é danosa ao meio ambiente terrestre.
    Uma alternativa para esse obstáculo esta na maior utilização dos recursos renováveis-sol, vento, chuva,biomassa, marés, etc-que são naturalmente abastecidos ao contrário dos não renováveis que uma vez utilizados demoram milhões de anos para se refazerem naturalmente.Como toda forma de energia, as energias renovéveis tem um lado “ruim” que apesar dos benefícios deve ser observado, que é o custo de implantação,mas temos que levar em conta que depois de instalada uma fonte geradora gasta apenas com os custos de manutenção e também deve ser observado que a matéria-prima dessas energias é ilimitada(dependendo das condições locais,é claro)ao contrário das energias não renováveis que irão acabar um dia.
    Os gastos que as energias renováveis podem trazer não se comparam em nada com os que a humanidade terá se não começar a cuidar do planeta e dos danos que vem causando com essa enrgia agressiva que nos trará danos irreversíveis.

  18. Sujeitos de direito, como os Estados, são, primeiramente, aqueles que possuem direitos e deveres no âmbito internacional. Uma dessas obrigações, por sua vez, é o de cooperação nas relações entre países e instituições, devido à necessidade de respeito à soberania dos Estados e aos poderes das organizações. Com isso, uma relação de ajuda mútua, além de zelo à boa-fé, geram efeitos positivos na qualidade de vida dos indivíduos que formam tais Estados (pois, haverá desenvolvimento cultural, econômico, científico). Logo, uma comunidade que busque a preservação ambiental (em preocupação às futuras gerações) e a pesquisa de novos métodos científicos estará contribuindo para uma boa relação internacional.
    Portanto, é louvável tal conduta brasileira em ampliar as fontes de energia renovável. Isto não só atribuirá em exemplo às demais nações (que poderão utilizar tais recursos advindos de pesquisa brasileira), como também dará maior legitimidade ao país em futuras relações com empresas transacionais (que é inegável a sua participação como autores de direito internacional, não são sujeitos), uma vez que fontes renováveis de energia são suscetíveis à maior estabilidade e, com isso, são mais valorizadas; e com organizações internacionais, pois é função destas informar os atos de seus membros (darão publicidade positiva ao país) e zelar pela cooperação entre os Estados (conduta admita será por elas aprovadas, então).
    Conclui-se, então, que uma política que visa o desenvolvimento de sustentabilidade ambiental (tal como disposto na ECO-92, em que o Brasil é signatário), contribui para um processo de intensificação nas relações internacionais de países e organizações;

  19. Cada vez mais é falado em energias renováveis de seus benefícios a natureza e vem ganhando espaço na produção de energia mundial. O investimento em infraestrutura é sempre bom pro país principalmente tratando de geração e distribuição energia elétrica, aumentando a geração de energia barateia o custo de consumo isso impulsiona economia e diminuindo também o custo de produção. Dentre as fontes de energia renovável mais utilizado pelo Brasil é as hidrelétricas graças aos rios brasileiros que apresentam elevado potencial energético, mas a falta de água, como o Nordeste, e também em regiões como o Sudeste e o Sul. O investimento em outras fontes de geração de energia pode minimizar a vulnerabilidade da produção de energia em relação à variabilidade do clima,a exemplo as energia eólica e solar como Brasil vem investindo e com passos lentos vamos abandonando cada vez mais as fontes de energia não renováveis.

  20. Após a crise hídrica que assolou o Brasil nos anos de 2014 e 2015 se tornou de suma importância o investimento em outras energias renováveis. pelo fato do Brasil se tratar de um país tropical, a utilização da energia solar cresce a cada dia pela população brasileira, que consegue captar tal energia o ano inteiro. Cidades como o Rio de Janeiro e Belo Horizonte possuem um projeto de geração de energia elétrica através de um sistema feito de garrafa pet e caixa de leite, o que facilita pessoas com baixo poder aquisitivo a possuir energia elétrica em suas casas reduzindo suas cintas de eletricidade.Há também o investimento em energia eólica, sendo o nordeste o pólo de captação de energia eólica.
    A utilização de energias renováveis gera maior qualidade de vida da população, por serem inesgotáveis e por não degradar o meio ambiente com gases e materiais tóxicos como ocorre com a queima do petróleo.
    É lamentável porém que tal informação não seja repassada para a população em massa, o fato do nosso país estar entre os 10 maiores investidores em energias renováveis.

  21. É inegável a satisfação em ver o Brasil elencado entre os dez maiores investidores em energia renovável no mundo. Principalmente se levarmos em consideração que, para figurar entre os dez principais, o Brasil teve que superar países desenvolvidos, que teoricamente deveriam ser os maiores investidores. Porém, deve-se levar em consideração não tão somente os benefícios trazidos por esse investimento, mas também as consequências que eles acarretam para o país, ainda mais sendo este país o Brasil, que atualmente está atravessando uma forte crise econômica. As energias renováveis são de suma importância para o planeta e talvez, até mesmo por isso, exijam um dispêndio financeiro notável. Contudo, se levarmos em consideração as vantagens oferecidas por esse tipo de energia, veremos que o custo benefício é satisfatório para o país que opta por utilizá-la. Sendo este país o Brasil, pode-se dizer que é ainda melhor, visto que no nosso território existem imensos recursos naturais, que facilitam a utilização de energias renováveis, como a éolica por exemplo.

  22. O Brasil é hoje o pais que mais se destaca quando se trata de fontes de energia renováveis, devido a alta capacidade de transformar energia limpa através de fontes alternativas. Podemos dizer que as Fontes de Energia renováveis no Brasil representam aproximadamente quase 90% de toda energia produzida internamente, de acordo com o Balanço Energético Nacional, realizado pela EPE (Empresa de Pesquisa Energética), divulgado no ano de 2009.

    Esta temática se tornou preponderante após a década de 70, quando o mercado do Petróleo teve um considerável aumento. A partir deste fato, o Brasil iniciou um projeto de pesquisa e desenvolvimento de fontes alternativas para a geração de energia. Pela vegetação nativa típica e em abundância ser principalmente a cana-de-açúcar, o Etanol foi uma das primeiras fontes a serem exploradas.

    No ano de 2009, foi realizado o Primeiro Leilão de Energia Eólica, com a intenção de diversificar a captação deste tipo de energia e no mesmo ano, aconteceu uma enorme crise no segmento de Energia no país, pois após um grande período de seca, os níveis de rios ficaram baixos e o volume de água era insuficiente para abastecer as Barragens Hidroelétricas, por este motivo, o governo incentivou ainda mais a pesquisa em fontes de energia renováveis.

  23. Acho gratificante estarmos entre os 10 maiores investidores de energia, pois sabemos das condições de energia que temos e isso se faz importante para o melhoramento de nossa situação no cenário mundial.
    sendo que foi o primeiro ano que os países investiram em energia limpas e o Brasil está entre eles.
    Lendo a matéria percebi que China, Índia e Brasil são chamado de os “três gigantes” e registraram um aumento de 16% em 2015, alcançando 120,2 bilhões de dólares.
    Sendo a China a maior responsável.
    O Brasil já está investindo bastante nisso tanto que no ano passado chegou a 657 milhões de dólares sendo um grande mercado para o uso de placas fotovoltaicas.
    O mercado está tão favoravel que as escolas técnicas estão investindo em cursos e esses investimentos globais mostram que as energias solar e eólica dominaram a produção limpa em 2015.
    Cito abaixo, a afirmação do diretor-executivo do PNUMA, Achim Steiner.
    “O acesso à energia limpa e moderna é de enorme valor para todas as sociedades, mas especialmente em regiões onde a energia confiável pode oferecer profundas melhorias para a qualidade de vida, o desenvolvimento econômico e a sustentabilidade ambiental”.

  24. O Brasil, assim como outros países, apareceu como os maiores produtores de energia Limpa, renovável, no mundo. O que nos chama atenção é o fato de serem tais países, países em desenvolvimento, como é o caso do Brasil. Isso de certa forma nos traz muita satisfação, considerando que nem mesmo os países desenvolvidos, detentores das melhores tecnologias e maiores incentivos, apareceram no ranking.
    A pesquisa elaborada pelo PNUMA e parceiros, revela o crescimento significativo em 2015, comparado ao ano de 2014. O Valor equivale a 54% de toda a potência energética adicional produzida no ano anterior.
    O Brasil aparece junto da China e da Índia, como um dos “03 gigantres” em energia renovável, com significante aumento de 16% em relação a 2014.
    O potencial de energia renovável no Brasil é imenso, e o estudo realizado nos mostra isso, temos como principais fontes de origem solar e eólica. A extensiva disponibilidade de resíduos de biomassa no Brasil coloca o país em uma posição favorável para expandir sua capacidade produtiva de bioenergia, mas conforme a pesquisa realizada O uso de biomassa, de energia geotermal, de resíduos e de pequenas hidrelétricas produziu quantidades mais modestas de potência.

    Além disso, o alto custo de energia da rede e incidência de impostos viabiliza a produção de energia mesmo em micro e pequena escalas.
    Mesmo tendo atingido esta proporção e estando lado a lado com a china e Índia, em termos de crescimento e produção, é válido lembrar que embora muitas tecnologias sejam financeiramente atraentes elas acabam não sendo implantadas em virtude da aversão a riscos e contexto econômico adversos.
    Qualquer perspectiva de melhora no cenário econômico, esperado por todos, implica também em novas possibilidades de implementações de tecnologias e consequentemente melhores resultados e melhor proveito de nossas energias, já significantemente reconhecidas.

    Angélica Santos Costa
    16/05/2016

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