Does the USA sponsor revolutions?


 

Enviado em 9 de jun de 2011

The Revolution Business, 2011 – Consultants are helping people countries like Ukraine and Egypt build a foundation of knowledge in order to start revolutions.

For downloads and more information visit:
http://journeyman.tv/62012/short-film…

Democratic change has been demanded across the Middle East. But was what seems like a spontaneous revolution actually a strategically planned event, fabricated by ‘revolution consultants’ long in advance?

Revolution consultants are the worst nightmare of every regime. Srdja Popovic was a founder of the organisation ‘Otpor’, a revolution training school. It was instrumental in the overthrow of Slobodan Milosevic in the 1990s and has now inspired a new generation of activists. Political commentators like William Engdahl are convinced Otpor is being financed by the USA. “The people from Otpor gave us a book in which they described all their strategies”, says Ezzedine Zaatour of the Tunisian uprising. That book was written by an American, Gene Sharp, and is now considered the “revolution guide book”, being used by opposition movements worldwide. As Optor release their latest gadget, a resistance training computer game sponsored by American organisations, world leaders are voicing their concerns. “This is called a gentle coup!”, insists Hugo Chavez.

Produced by ORF. Ref – 5171

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Publicado em Relações Internacionais por Luiz Albuquerque. Marque Link Permanente.

Sobre Luiz Albuquerque

O Núcleo de Estudos sobre Cooperação e Conflitos Internacionais (NECCINT) da Universidade Federal de Ouro Preto em parceria com as Faculdades Milton Campos, sob a coordenação do professor Luiz Albuquerque, criou o Observatório de Relações Internacionais para servir como banco de dados e plataforma de pesquisas sobre relações internacionais e direito internacional . O site alimenta nosso trabalho de análise de conjunturas, instrumentaliza nossas pesquisas acadêmicas e disponibiliza material para capacitação profissional. Mas, além de nos servir como ferramenta de trabalho, este site também contribui para a democratização da informação e a promoção do debate acadêmico via internet.

Uma resposta em “Does the USA sponsor revolutions?

  1. “If you don’t come to democracy, democracy will come to you.” – Tal frase faz parte de um “meme”, onde há um avião bombardeiro lança centenas de bombas, satirizando as “revoluções democráticas” realizadas pelos EUA ao longo das últimas décadas.
    Engraçado pensar que um país nascido de uma revolução contra a monarquia e o imperialismo, tenha se tornado o maior interventor do mundo moderno (Itália (1947), Congo (1960), Vietnã do Sul (1963), Iraque (1963 e 2003), Brasil (1964), Paquistão (1988), Afeganistão (1980 e 2001), Iugoslávia (2000), Ucrânia (2014) dentre tantas outras).
    Toda essa busca pela “democracia”, tem um viés econômico fomentado pela própria indústria bélica, que não para de crescer e apenas nos últimos 3 anos movimentou mais de US$1,7 trilhão, a qual se renova a cada ano, em cada novo conflito gerado, tendo como maior exportador, os EUA, sendo um grande incentivo para “democratizar”.

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