RT: Washington will do whatever it can to stop BRICS, maintain power – economist


Publicado em 27 de jan de 2015

China is warning India that an economic partnership with the US is a “zero-sum trap,” and the nation should be wary about Washington’s increasing efforts to court the increasingly influential nation. The message comes as world leaders, including President Barack Obama, gather in India to celebrate its “R-Day” holiday and woo top officials to their side in an expanding effort to gain the most influence in the region. Though the US has for decades maintained the top spot in the world in terms of economic power, the increasingly popular BRICS bloc—of which India and China are members—has American officials worried about their ability to exert power, as former Reagan administration official Paul Craig Roberts explains.

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Sobre Luiz Albuquerque

O Núcleo de Estudos sobre Cooperação e Conflitos Internacionais (NECCINT) da Universidade Federal de Ouro Preto em parceria com as Faculdades Milton Campos, sob a coordenação do professor Luiz Albuquerque, criou o Observatório de Relações Internacionais para servir como banco de dados e plataforma de pesquisas sobre relações internacionais e direito internacional . O site alimenta nosso trabalho de análise de conjunturas, instrumentaliza nossas pesquisas acadêmicas e disponibiliza material para capacitação profissional. Mas, além de nos servir como ferramenta de trabalho, este site também contribui para a democratização da informação e a promoção do debate acadêmico via internet.

Uma resposta em “RT: Washington will do whatever it can to stop BRICS, maintain power – economist

  1. Embora curta, a notícia explicita o tema central discutido na teoria de ganhos relativos. Essa corrente defende que a forma de um Estado se tornar mais rico é “tomar” a riqueza de outro. Ou seja, essa política é como um jogo em que não importa se ambos os países estão crescendo no plano econômico internacional, mas sim se um dos países cresce mais que o outro. Isso pode ser aplicado na atitude dos Estados-Unidos, que por anos foram a maior potência econômica mundial e hoje buscam justamente o que é descrito pela teoria dos ganhos relativos: “não importa o quanto os BRICS crescam, o importante é que eu cresca mais e mantenha o meu poder”.
    O surgimento dos BRIS abolou a hegemonia americana e colocou países emergentes, como Índia e Brasil, como iguais no campo de influência e poder econômico. A criação do Banco dos Brics e políticas que vão além do campo econômico, provam o crescimento desse bloco no cenário internacional.

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