The Central African Republic: A Forgotten Crisis


Publicado originalmente em: 02/02/2016

The Central African Republic rarely makes headlines, yet remains one of the world’s worst humanitarian crises. Following more than three years of war, instability and outbreaks of violence continue. Even with a fragile peace taking hold after presidential elections, nearly 900,000 people remain displaced. About half are refugees, who’ve sought safety in neighbouring countries. Despite funding shortages, humanitarian agencies work hard to provide basic necessities such as food, water, shelter and medical care to hundreds of thousands of refugees affected by a crisis, largely forgotten by the world.

Fonte: United Nations High Commissioner for Refugees (UNHCR)

2 respostas em “The Central African Republic: A Forgotten Crisis

  1. Infelizmente mais um conflito africano totalmente fora dos holofotes da mídia internacional. A situação da republica centro africana chegou a um novo patamar com a realização de novas eleições e a esperança da população pelo fim de 3 anos de conflitos, entre forças governamentais e milicias armadas. Mesmo com o fim dos conflitos a violência ainda continua, mesmo assim mais de 900 mil refugiados desejam retornar para casa. A maioria dos refugiados se encontra em países vizinhos, esta mais que na hora de uma ajuda internacional pela ONU e pelas potencias mundiais.O trabalho esta nas mão de ongs, mas a ajuda é urgente. O mundo não pode esquecer o continente africano e focar apenas nos conflitos do oriente médio. Infelizmente parece que nessa parte do mundo a “vida” não tem valor, para pessoas do mundo ocidental

  2. É muito triste ver que somente interessam os conflitos em que estão as grandes potencias mundiais, deixando de lado esses países ‘esquecidos’ pela mídia internacional. O conflito na Africa vem de séculos atrás, desde a partilha realizada pelas grandes potencias na época do imperialismo. Infelizmente algo de tão grave, não é tido como algo de grande “importância”. Sendo o continente é o que mais recebe e necessita de ajuda humanitária com mais de 900 mil pessoas realocadas e metade delas são refugiados que estão sob cuidados de algumas agencias humanitárias, porém, esse trabalho deveria de ser mais incentivado, valorizado e apoiado pela comunidade internacional.

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