Ratificação do acordo de facilitação de comércio é passo importante para competitividade do país, segundo CNI


Publicado originalmente em: 04/03/2016

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Congresso Nacional aprovou a adesão do Brasil ao tratado negociado na Organização Mundial do Comércio, que vai reduzir burocracia no comércio exterior. Documento segue para sanção presidencial e notificação à OMC.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) considera importantíssima a ratificação do Acordo de Facilitação de Comércio (AFC), pois o instrumento deve expandir o comércio internacional, reduzir o custo das exportações e importações, além de elevar o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. O tratado, aprovado em dezembro de 2013 na Rodada de Bali, na Indonésia, já foi ratificado por 70 países, entre eles os 28 integrantes da União Europeia, os Estados Unidos, a China, o Japão e a Austrália. Na América do Sul, Paraguai e Guiana já concluíram o processo.

Para entrar em vigor, o acordo precisa ser sancionado por 108 países-membros da Organização Mundial do Comércio (OMC). O AFC tem regras sobre o tempo de despacho e trânsito de mercadorias, encargos e taxas incidentes no comércio exterior e transparência na publicação de normas. As medidas reduzem a burocracia tanto na aduana do Brasil quanto nas aduanas de parceiros comerciais do país.

“O acordo traz ganhos evidentes ao país. O Brasil já iniciou as reformas para a facilitação e a ratificação é um passo nessa direção. Agora, as prioridades do governo devem ser os compromissos incluídos no acordo que ainda precisam de avanços. Nós, do setor privado, temos muita expectativa quanto à criação do Comitê Nacional de Facilitação de Comércio”, afirma o diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Carlos Abijaodi.

Um dos dispositivos mais importantes do acordo é o Portal Único, que vai simplificar e agilizar os processos relacionados à exportação, importação e trânsito aduaneiro. Um estudo da CNI com a Fundação Getúlio Vargas estima que, com o portal, o prazo médio de exportação deve cair de 13 para oito dias, resultando em uma redução de 38,5% nos custos. Além disso, o instrumento poderá resultar em um acréscimo de até 2,03% no PIB, elevar a corrente de comércio do Brasil de US$ 561 bilhões para US$ 611 bilhões e aumentar em US$ 9 bilhões a balança comercial. Os ganhos serão observados cinco anos após a conclusão do Portal Único.

Em 2014, o Brasil avançou em outra frente prevista nas negociações internacionais conduzidas pela OMC ao lançar o primeiro módulo do programa de Operador Econômico Autorizado (OEA), ferramenta que facilita o despacho de mercadorias na aduana. O OEA acelera a liberação de mercadorias de empresas previamente certificadas pela Receita Federal, diminuindo o tempo de permanência dos bens nos portos brasileiros.

Por Ariadne Sakkis

Fonte: Agência CNI de Notícias

36 respostas em “Ratificação do acordo de facilitação de comércio é passo importante para competitividade do país, segundo CNI

  1. O Brasil apresenta uma infraestrutura logística defasada, legislação trabalhista pouco flexível e um sistema tributário burocrático que atrapalham o desempenho de nossas empresas no mercado mundial. Faltam incentivos para aquisição de novas tecnologias, linhas de créditos vantajosas para pequenos empresários, etc. Nossos pais tem dificuldade em celebrar acordos pela dicotomia de ser forte em agronegócios e frágil na indústria. Faz-se necessário investimentos em tecnologias sustentáveis assim como novas tecnologias. Falta uma integração nas várias regiões para expansão de ofertas e distribuição dos produtos.
    Embora a intenção de expansão internacional seja real, o chamado “protecionismo verde” não deve criar barreiras para os alimentos exportados pelo País. Acredito que com relação ao Mercosul, o Brasil tem dificuldades para avançar em negociações de acordos comerciais bilaterais com países fora do bloco. Muita coisa precisa ser revista para que Acordo de Facilitação de Comércio (AFC) consiga reduzir o custo das exportações e importações e assim elevar o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.

  2. O acordo de facilitação do comércio será de grande valia para o Brasil tendo em vista que o acesso a documentos será realizado de maneira mais fácil e transparente ,as pequenas empresas terão mais facilidade para participarem do comércio exterior, haja vista a forma mais simples de encontrar informações que estarão disponíveis na internet. Com a crise econômica e política que o Brasil enfrenta este acordo será muito importante pois irá aproximar os empresários e principalmente os de pequenas empresas ao comércio mundial, o que possibilita um ganho na economia brasileira e também aumentaá a oferta de emprego no mercado de trabalho.

  3. O acordo para facilitar o comercio deve trazer consequências muito benéficas ao Brasil. A redução da burocracia na receita federal, possibilita que haja dinamização nos processos de importação e exportação. Quando vamos em cidades portuárias podemos ver diversas vezes navios parados no mar, causando um trafego marítimo que consequentemente proporciona gastos desnecessários. Logicamente esse gastos são incluídos no valor do produto final, o que encarece produtos importados no Brasil. Por isso dinamizar esse processo burocrático da receita federal pode ter consequências benéficas não apenas para comerciantes como também para os consumidores. Esse é apenas um exemplo de como o acordo pode ser benéfico ao Brasil, mas é possível ainda enumerar outros benefícios que o Brasil pode ter, como a redução de custos para exportar produtos nacionais possibilitando que os preços dos mesmo consigam concorrer com produtos de outros países, fortalecendo as empresas nacionais.

  4. A ratificação do acordo que visa a facilitação do comércio será de grande importância para o Brasil, principalmente no contexto de crise econômica o qual o país está vivenciando. O comércio externo é umas das únicas fontes de crescimento do Brasil atualmente, mas a burocracia alfandegária e aduaneira é um dos principais entraves às exportações brasileiras, comprometendo a competitividade da indústria e consequentemente o desenvolvimento do país. Desta forma, a implementação do acordo contribuirá para eliminar custos desnecessários nas
    operações de comércio e promoverá o aperfeiçoamento dos procedimentos aduaneiros, o que vai garantir mais competitividade à economia, melhorando o ambiente de negócios e contribuindo para a geração de empregos.

  5. A exportação de produtos é uma grande fonte de renda para o país e a simplificação desse processo permitirá o crescimento da economia, tão almejado nesse momento de crise econômica. Ao diminuir a burocracia e dinamizar o processo de importação e exportação, o acordo trará melhorias não apenas para as empresas que estão diretamente ligadas a esse processo internacional, mas também para o plano interno. Ao proporcionar fomentação no comercio, haverá aumento no ganho dos empresários, gerando, como conseqüência, mais oferta de empregos e aumento do PIB. Portanto, como o próprio diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Carlos Abijaodi, afirmou, o acordo de facilitação do comércio trará ganhos evidentes para o Brasil.

  6. O Brasil aderiu ao Acordo de Facilitação de Comércio (AFC), que tem o intuito de expandir o comércio internacional, reduzir o custo de importações e importações e elevar o produto interno bruto brasileiro. O documento, que foi negociado na Organização Mundial do Comércio (OMC), segue para sanção da Presidente da República e posterior notificação à OMC.
    Para que o acordo entre em vigor é preciso que seja sancionado por, no mínimo, 108 países membros da OMC. Até o momento 70 já concluíram o processo.
    As medidas de facilitação do comércio são relevantes não só para o Brasil como para todos os demais países que aderirem ao acordo em questão. No caso específico brasileiro, o acordo, além dos benefícios já citados, diminuirá a burocracia existente nas transações realizadas pelo país, de modo que tanto os consumidores como as partes se beneficiarão.

  7. A reportagem chama a atenção para importância da assinatura do Acordo de Facilitação do Comércio (AFC) para a competitividade internacional.
    A tendência normal do comércio é a transposição de fronteiras, a transnacionalização. O protecionismo se baseia numa setor nacional fraco que o governo sofre pressões para proteger da competitividade estrangeira. Governo então aumenta as taxas de importação para proteger o produto nacional.
    A liberalização se baseia em setor forte e competitivo com potencial de ganhar mercados em outros países. O governo sofre pressões, então, para que ele negocie com outros países a redução das barreiras alfandegárias.
    O problema dessa dicotomia liberalização/protecionismo é que para obter a liberalização em outros países, também tem que liberalizar internamente. Assim, produtos fortes serão alçados a uma melhor posição, mas os fracos serão deixados de lado.
    É muito importante esclarecer que o protecionismo exagerado é pernicioso e se da mediante abuso generalizado de tarifas, subsídios, desvalorização predatória, monopólios e quotas.
    Em contrapartida, ao liberalizar, um governo expõe as empresas nacionais à concorrência das empresas estrangeiras, muitas vezes mais competitivas, que podem reduzir a margem de lucro ou mesmo levar à falência as empresas mais fracas. Isso acarreta desemprego, redução de receitas, menor circulação de riquezas, menor desenvolvimento tecnológico, etc.Por isso a liberalização não acontece de forma generalizada.
    Por tudo que aqui foi dito, aliado ao debate apresentado pela reportagem, conclui-se que a melhor saída para questão que gira entorno do dilema da liberação x protecionismo, são as concessões internacionais por meio de acordos e tratados levando em conta qual o produto mais forte de cada nação. Assim, a economia nacional fica protegida sem que seja necessário interromper as transações internacionais.

  8. O Acordo de Facilitação do Comércio (AFC) é de extrema importância para o Brasil, proporcionando diversas vantagens para o País. O Brasil passa por forte crise econômica, enfrentando alta desvalorização de sua moeda e aumento dos preços nacionais, e, por isso, a ratificação do Acordo de Facilitação do Comércio seria tão proveitosa nesta ocasião. O acordo proporcionará redução de burocracia no comércio exterior, com a simplificação dos processos de exportação, importação e trânsito aduaneiro, trazendo agilidade aos processos e diminuição de custos, podendo ocasionar aumento significativo do PIB, geração de empregos, aquecimento da economia e diversas outras melhoras, tão necessitadas na atual situação econômica do Brasil.

  9. A ratificação por parte do Brasil desse Acordo de Facilitação de Comércio (AFC ) é um passo muito importante para a economia brasileira, sobretudo para o setor industrial, uma vez que tem o intuito de facilitar o comércio internacional, com a redução do custo de exportações e importações e consequente elevação do PIB nacional. A criação do Portal Único, que facilita o trânsito aduanteiro, e do primeiro módulo do programa de Operador Econômico Autorizado (facilitador do despacho de mercadorias nos portos brasileiros) são conquistas importantes para o comércio nacional e estrangeiro, visando a maior coperação possível entre os agentes econômicos internacionais. No entanto, para que esse acordo cumpra seus objetivos, é necessária, primeiramente a realização de uma análise crítica do cenário brasileiro atual, que conta com infraestrutura industrial precária e pouco modernizada, a qual deve ser priorizada para esses moldes. Desse modo, ganha-se triplamente neste acordo: no setor industrial, com um maior desenvolvimento das indústrias nacionais, no setor empregatício com um aumento da oferta de emprego para as mesmas e, por fim, para os consumidores finais, que tanto sofrem com a burocracia e tarifas dos produtos internacionais.

  10. A ratificação do Acordo de Facilitação de Comércio (AFC) será um importante passo para o Brasil, diante do cenário de crise econômica no qual se encontra. Com a intenção de simplificar o comércio internacional, a partir da redução do custo de exportações e importações e, consequentemente, elevar o PIB nacinal, o acordo traz ganhos evidentes ao país. Vale ressaltar que o comércio externo é uma fonte significativa de crescimento do Brasil atualmente e, a ratificação do acordo irá oportunizar a redução de burocracia alfandegária e aduaneira, trazendo celeridade aos procedimentos e garantindo competitividade à economia, o que contribuirá para geração de empregos.

  11. O Brasil tem procurado avançar nos últimos anos nas frentes que dizem respeito às negociações e tratados internacionais. Nesse passo, se inclui a ratificação no Acordo de Facilitação de Comércio (AFC) que objetiva, em suma, reduzir as burocracias ocorridas no cenário das negociações internacionais, trazendo, com isso a fluidez e celeridade das importações e exportações e com isso, reduzindo seus custos. Tais medidas ao serem implementadas ocasionarão no aumento do PIB do país, fator extremamente benéfico para seu desenvolvimento.

  12. A ratificação do acordo de facilitação do comércio é importantíssimo para o Brasil atualmente, considerando a crise que nosso país vem passando. Tanto no sentido econômico, pois com o dispositivo Portal Único na qual simplifica e agiliza os processos relacionados a exportação, importação e transito aduaneiro estima-se que o tempo de exportação deve cair de treze para oito dias, resultando em uma redução de 38,5% nos custos e um ganho de 2,03% no PIB brasileiro em apenas cinco anos. Quanto no sentido político, na qual promoverá uma melhor interação entre os países envolvidos no acordo, devido as medidas que reduzem a burocracia tanto na aduana do Brasil , quanto nas aduanas de parceiros comerciais do país. O Congresso Nacional já aprovou a adesão do Brasil ao tratado negociado na Organização Mundial do Comércio, que vai reduzir a burocracia no comércio exterior, porém o documento ainda segue para sanção presidencial e notificação a OMC.

  13. A matéria em questão trata de um importante tema sobre comércio internacional. O tratado em discussão será de extrema relevância para os países envolvidos e apenas fica a expectativa para que seja sancionado pela Presidente e que posteriormente entre em vigor ao completar a anuência de 108 países-membros da OMC. A grande esperança advinda por esse tratado está na desburocratização aduaneira, facilitando e deixando ainda mais dinâmico o comércio internacional, que tanto necessita disto. Com uma busca cada vez mais intensa pela rotatividade de capital, esse tratado se apresenta de bom grado, já que a princípio traz grandes benefícios para os Estados-membros envolvidos, ao trazer maiores receitas com as transações e paralelamente melhores condições para os consumidores.
    Em âmbito interno, apenas se deve fiscalizar para que não ocorram concorrências desleais, assim como mercadorias importadas com preço inferior devido subsídios, assim como impedir as práticas de dumping, desde que tragam malefícios ao nosso País.

  14. A aprovação do Brasil ao tratado negociado na Organização Mundial de Comércio é um grande passo para a facilitação da comercialização internacional. Ao mesmo tempo, o tratado poderá auxiliar diretamente na redução dos impactos produzidos pela grave crise econômica passada pelo país.
    O acordo tem como objetivo reduzir as barreiras comerciais globais, com a redução de tarifas de importação e subsídios agrícolas, o que facilita para países em desenvolvimento a competição com mundo desenvolvido em mercados globais.
    Além de tais facilitações haverá drástica redução nos custos de exportação. Prestando diretamente no controle financeiro interno nacional.
    Contrário ao mencionado entendimento, alguns grupos criticaram o acordo por entenderem que ele apenas beneficiará grandes corporações. Segundo John Hilary, diretor executivo do “War on Want” “as negociações não conseguiram garantir proteção permanente para os países defenderem os direitos alimentares de seus povos, expondo centenas de milhões à perspectiva de fome e inanição simplesmente para satisfazer o dogma do livre comércio”.

  15. Para o Brasil, a exportação de produtos é uma das maiores fontes de renda e de crescimento para o país. Sendo assim, a ratificação de acordos que facilite o comercio e as transações econômicas, será de grande importância.
    A assinatura do Acordo de Facilitação de Comércio (AFC) que reduz a burocracia tanto na aduana do Brasil quanto nas aduanas de parceiros comerciais do país entorna o eterno dilema da liberação x protecionismo.
    Como estudado em sala de aula, a liberalização se baseia em um setor forte e competitivo, capaz de ganha mercado em outros países, pressiona o governo para que negocie com outros países a redução das barreiras alfandegárias. Já o protecionismo se baseia em um setor nacional fraco pressiona o governo para que seja protegido da competitividade estrangeira. A medida encontrada pelo governo é de aumento das taxas de importação para proteger o produto nacional. Quando esse protecionismo é exagerado, leva as medidas abusivas.
    Uma das soluções encontradas pela OMC é baseado no princípio do tratamento da nação mais favorecida.

  16. O acordo traz ganhos evidentes ao país. O Brasil já iniciou as reformas para a facilitação e a ratificação é um passo nessa direção. Agora, as prioridades do governo devem ser os compromissos incluídos no acordo que ainda precisam de avanços. Nós, do setor privado, tem-se muita expectativa quanto à criação do Comitê Nacional de Facilitação de Comércio.

  17. A ratificação do Acordo de Facilitação do Comércio (AFC) representa uma oportunidade para o país enviar um sinal forte do seu compromisso com a facilitação do comércio, e de responder às preocupações dos seus importadores, exportadores e operadores de trânsito. Há muitos potenciais benefícios para reformar os procedimentos. Melhorar a eficiência dos sistemas de importação, exportação e trânsito permitiria aumento do volume de carga manuseada, e estimularia o investimento em infra-estrutura e TICs relacionadas com o comércio. O resultado líquido seria de maiores oportunidades econômicas para todos os níveis. De igual modo, simplificando os procedimentos e aumentando a transparência sobre os mesmos pode dar um ímpeto à exportação de produtos nacionais, tornando-se mais fácil para empresas nacionais exportar os seus produtos. Ainda, a simplificação do processo de importação pode beneficiar as pequenas e medias empresas que não conhecem os processos mas que pretendem importar matérias-primas ou bens para venda.

  18. Em face da situação econômica brasileira esta ratificação se torna ainda mais importante. Uma vez que, se verifica a necessidade de adotar medidas para impulsionar a economia a brasileira. A ratificação do AFC irá trazer imensos ganhos ao Brasil, já que beneficiará os exportadores, reduzindo os custos e agilizando os processos aduaneiros. E, permitirá que o Brasil faça uma análise melhor de sua economia, abrindo meios para que possa aprimorar outros pontos de seu mercado.

  19. O acordo é um avanço no comércio internacional na medida que reduz os custos deste. Porém, o cenário da economia brasileira, não é favorável às exportações, e a medida pode, na verdade, inundar o país em produtos estrangeiros, e reduzir ainda mais os preços das commodities. A economia brasileira precisa resolver os problemas internos para que possa retomar o crescimento, problemas estes que têm mais um cunho político que de fato econômico.
    Num cenário hipotético de reaquecimento da economia brasileira, o acordo pode se tornar favorável ao país, principalmente no trato com os países latino-americanos, menos industrializados, e com economias mais frágeis que a nossa.

  20. O acordo de facilitação de comércio prevê medidas para modernização e simplificação dos procedimentos de comércio exterior, além de agilizar trocas comerciais.
    Com o implemento deste documento há grande potencial para o incremento e desenvolvimento do comércio internacional de produtos e mercadorias em valores economicamente expressivos.
    Além disso, tanto o procedimento de exportação, quanto de importação será simplificado e reduzido.
    Ademais, esse acordo beneficiará em grande parte aos exportadores, devido a redução de custos e agilização dos procedimentos aduaneiros dos países destinatários.
    Por fim, há que salientar, que este acordo contribuirá para a valorização do PIB brasileiro, ou seja, esta medida é de grande relevância para o Brasil, devido sua atual fase política e financeira, incluindo também os outros signatários de tal acordo.

  21. O Acordo de Facilitação de Comércio abre muitas portas não só para o Brasil, mas para o consumidor, o maior beneficiado. Com este acordo, uma maior quantidade e variedade de produtos estarão disponíveis no mercado e, de certo modo, a entrada de produtos estrangeiros fará com que as empresas nacionais se empenhem cada vez mais para equiparar seus produtos e atrair o interesse do consumidor. Além disso, o beneficiará aos exportadores, que terão cada vez mais mercado e menor tarifa, e, sem sombra de dúvidas, como mencionado anteriormente, o maior beneficiário do acordo será o consumidor, que se deparará com um mercado mais amplo, com preços mais acessíveis e uma competitividade saudável entre as empresas. Entretanto, insta alertar para o risco do AFC sufocar o mercado nacional com uma enxurrada de produtos estrangeiros. É um ponto a se observar, este acordo ampliará o estudo do cenário econômico atual.

  22. A Ratificação do Acordo de Facilitação de comércio (AFC) será muito importante para o Brasil. Isso porque, a ratificação trás benefícios e deve expandir o comercio internacional, e reduzir custos das exportações e importações e consequentemente gerar um aumento no PIB. Trata-se de um tratado negociado na Organização Mundial do Comércio (OMC), que visa desburocratizar o comércio exterior eliminando barreiras administrativas, tornando o comércio exterior mais dinâmico. É um passo muito importante para a competitividade do país, principalmente nesse momento de crise econômica, a notícia veio em boa hora, agora o governo precisa priorizar os compromissos incluídos no acordo. Além disso, é preciso aguardar que mais países- membros da Organização Mundial do Comercio ratifiquem o acordo, pois até agora foi ratificado por 70 países e para entrar em vigor é necessário que 108 países o sancionem. Mas, mesmo com esses passos que o acordo ainda precisa dar para ser efetivado já é um feito a ser comemorado pela iniciativa privada, que já comemora a conquista. Isso, pois, lutam pela desburocratização que necessita o Brasil em diversos setores para que a atividade empresária continue fomentando a economia.

  23. São diversos os problemas enfrentados na entrada do país hoje por quem tenta importar produtos. A começar dos impostos e das taxar portuárias, o que implica no aumento do valor do produto em até 4 vezes maior em comparação ao produto no país de origem. O que prejudica a competitividade desses produtos no mercado. Os importadores sabem bem quais são os maiores problemas enfrentados, que não se limitam às taxas e à burocracia, refletindo também na problemática logística brasileira, causada pela falta de estrutura do país, estradas ruins, demora no recebimento, a falta de segurança nas estradas. Além disso, por várias vezes as mercadorias tem que retornar ao país de origem por imprevistos portuários, o que leva ao perecimento de mercadorias do setor alimentício. Portanto, a ratificação do acordo, caso seja sancionada, não será suficiente se a facilitação no processo de importação não for efetiva. É necessário investir em infraestrutura, para acompanhar o crescimento que teve o país na última década, o que melhora a aceitação e chama investidores para o país, ou seja, melhorando a infraestrutura, atrai-se o interesse para importar e exportar, gerando crescimento.

  24. O Acordo de Facilitação do Comércio da OMC trata-se de questões de importância individual para países que buscam se beneficiar da economia de cadeias de valor. Ele cria arranjos voltados para a rápida movimentação de bens para dentro e fora de um país de modo de facilita o comércio internacional entre os países que aderirem ao acordo. Trata também de questões processuais para que os comerciantes possuam um controle sobre como serão efetuadas as transações contribuindo para uma maior transparência e para o devido processo legal e auxilia os governos a controlarem a corrupção. Desse modo, a ratificação desse acordo pelo governo brasileiro trará grandes avanços para o países, pois como o mesmo se encontra diante de uma crise econômica, a facilitação do comercio com outros países importaria em suavizar efeitos dessa crise e dar um ponta pé inicial para que seja iniciada a recuperação do país diante dessa crise que vem abalando tanto a estrutura econômica como política do País.

  25. A ratificação do acordo de facilitação do comércio é de suma importância para o nosso país, tendo em vista o momento delicado que estamos vivendo. Hoje em dia, o produto importado é acrescido de altíssimas tarifas de importação, e não consegue competir com o nacional em termos de preço, sofrendo graves desvantagens, e a maior vítima disso é o consumidor, que acaba perdendo sua liberdade de escolha. Com a entrada facilitada de produtos estrangeiros no Brasil, o consumidor é beneficiado e tem-se um estímulo à economia. O comércio gera riqueza, e a implementação de medidas que busquem minimizar e reverter as consequências da grave crise econômica que se instala no país tem muito a agregar ao nosso desenvolvimento. Ainda há um longo caminho a ser traçado para que o Brasil se recupere, mas a ratificação desse acordo mostra que estamos no caminho certo.

  26. Apesar de ser a 5a maior economia mundial, o Brasil não exporta produtos de alto valor. Preso as commodities, o comércio internacional brasileiro necessitará de muitos incentivos para crescer nos ramos da tecnologia e indústria de ponta. Reduzir a burocracia de importação e exportação é uma importante medida de liberalização de mercado, porém, até que ponto é vantajoso liberalizar um mercado tão fraco no terceiro e quarto setor, quando comparado com as outras 4 maiores economias mundiais? Falta muito para que essa posição no ranking mundial reflita a realidade cotidiana do povo brasileiro, a extensão do nosso país é uma benção e uma maldição para nossa economia.

  27. A reportagem acima trata da aprovação do Congresso Nacional, ou seja, a ratificação, ao tratado do Brasil negociado na Organização Mundial do Comércio, que vai reduzir a burocracia no comércio exterior.
    Na reportagem foi apontado os ganhos que o Brasil poderá ter com esse tratado, pois o instrumento deve expandir o comércio internacional, reduzir o custo das exportações e importações, além de elevar o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.
    Com a crise econômica e política brasileira esse tratado será de grande valor.

  28. O AFC ( Acordo de Facilitação do Comércio) é de grande importância para o comércio brasileiro. Visando reduzir as barreiras comerciais globais com a redução de tarifas de importação e subsídios agrícolas, facilitando as relações comerciais internacionais, será de grande relevância para o país diante das grandes crises econômicas atuais. É um grande passo para a economia brasileira, dessa maneira poderemos ter nosso PIB engrandecido e maior desenvolvimento econômico, além de expansão das relações comerciais exteriores. Numa oposição de transnacionalização e protecionismo, vê-se uma necessidade de liberalização interna e externa, fator porém que pode vir a gerar maior concorrência e consequentemente prejudicar ou beneficiar em demasiado algumas empresas.

  29. O Brasil ratificar um acordo como esse AFC ( Acordo de Facilitação do Comércio), é de suma importância nas relações comerciais do pais. Esse acordo garante a facilitação de importações e exportações. ” A Confederação Nacional da Indústria (CNI) considera importantíssima a ratificação do Acordo de Facilitação de Comércio (AFC), pois o instrumento deve expandir o comércio internacional, reduzir o custo das exportações e importações, além de elevar o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.” De fato, em momentos de crise econômica como a que vivemos atualmente, um mecanismo que aumente nosso PIB e eleve nossas exportações para o mercado internacional, impulsiona a economia interna e se recuperar aos poucos da crise.

  30. Com certeza é um avanço significativo para a competitividade no Brasil. É fundamental que para a economia do pais expandir simplifiquem e agilizem os processos relacionados a exportação, importação e transito aduaneiro. Assim, o produto interno bruto aumentar e a relação econômica internacional do pais se intensifica.
    O Acordo contém ferramentas relevantes para mitigar os riscos de investimento e para evitar conflitos mesmo entre as partes, com base no diálogo e na concertação bilateral, antes de procedimentos de arbitragem.
    Alem disso, Ao melhorar as condições de acesso a mercados externos, os acordos comerciais contribuem para o aumento da demanda global por produtos industriais brasileiros, propiciando economias de escala com redução de custos unitários de produção e aumento da competitividade. Ainda, Ao melhorar as condições de acesso a mercados externos, os acordos comerciais contribuem para o aumento da demanda global por produtos industriais brasileiros, propiciando economias de escala com redução de custos unitários de produção e aumento da competitividade.
    ´E evidente que o país precisa de reformas domésticas, mas tais reformas sem os acordos não são suficientes para promover a maior inserção da indústria brasileira na economia mundial.

  31. É um avanço significativo para a competitividade do Brasil, visto que esta está precária, precisando ter uma alavancada melhoria das condições de acesso aos mercados externos. Esse acordo garante a facilitação de importações e exportações. Um mecanismo que aumente a exportação e importação no Brasil, trará beneficios para nossa economia. Com este acordo, uma maior quantidade e variedade de produtos estarão disponíveis no mercado, fazendo com que os empresarios brasileiros se esforcem para crescer economicamente dentro de suas empresas, e melhorando a qualidade de seus produtos, para não terem prejuizos com a grande chegada de produtos exportados, sendo mais em conta em alguns casos e de melhor qualidade.

  32. O Brasil é um dos países fundadores da OMC. Essa organização tem como objetivo regular as relações comerciais entre os seus diversos membros, estabelecer mecanismos de solução pacífica de controvérsias comerciais, sempre levando em consideração os acordos vigentes. Além disso, a OMC também busca promover novas transações ligadas às questões comerciais. Essas finalidades conseguem ser constatadas e verificadas a partir da análise do texto acima. A notícia publicada no início do ano de 2016 informou que a ex Presidente Dilma Rousseff assinou uma carta de ratificação, pelo Brasil, do Acordo de Facilitação do Comércio da OMC. Essa composição teve como finalidade facilitar as transações comerciais, simplificando os trâmites para as trocas de bens entre as nações, com a respectiva cooperação das autoridades aduaneiras. Nesse sentido, acredito que, de fato, com esse acordo teremos um verdadeiro estímulo ao comércio internacional, que deve ser desenvolvimento sem muitas barreiras. Afinal, esses entraves são maléficos para os países que acabam por ter o seu crescimento muito limitado. E, como hoje vivemos um cenário de crise, uma das melhores soluções seria a de pensar em maneiras de desenvolver a economia. E, no caso, essa foi uma grande saída para contornar os efeitos desse cenário econômico, caracterizado por um pequeno desenvolvimento.

  33. O Brasil é um dos países que fundou a OMC. Essa organização tem como finalidade regular as relações comerciais entre os seus diversos membros, estabelecer mecanismos de solução pacífica de controvérsias comerciais, sempre levando em consideração os acordos vigentes. Além disso, a OMC também busca promover novos acordos ligados às questões comerciais. Esses objetivos conseguem ser constatados e verificados a partir da análise do texto acima “Ratificação do acordo de facilitação do comércio da OMC”. A notícia publicada no início do ano de 2016 (em 29/03/2016) informou que a ex Presidente Dilma Rousseff assinou uma carta de ratificação, pelo Brasil, do Acordo de Facilitação do Comércio da OMC. Essa composição teve como finalidade facilitar as transações comerciais, simplificando os trâmites para as trocas de bens entre as nações, com a respectiva cooperação das autoridades aduaneiras. Nesse sentido, acredito que, de fato, com esse acordo teremos um verdadeiro estímulo ao comércio internacional, que deve ser desenvolvimento sem muitas barreiras, sem muitos entraves. Afinal, esses obstáculos são maléficos para os países, que acabam por ter o seu crescimento muito limitado e prejudicado. E, como hoje vivemos um cenário de crise, totalmente, caótico, uma das melhores soluções seria a de pensar em maneiras de desenvolver a economia. E, no caso, essa foi uma grande saída para contornar os efeitos desse cenário econômico, caracterizado por um pequeno desenvolvimento. Assim, quem sabe, não conseguiremos melhorar a economia?

  34. O Brasil tem procurado avançar nos últimos anos nas frentes que dizem respeito às negociações e tratados internacionais. Nesse passo, se inclui a ratificação no Acordo de Facilitação de Comércio (AFC) que objetiva, em suma, reduzir as burocracias ocorridas no cenário das negociações internacionais, trazendo, com isso a fluidez e celeridade das importações e exportações e com isso, reduzindo seus custos. Tais medidas ao serem implementadas ocasionarão no aumento do PIB do país, fator extremamente benéfico para seu desenvolvimento.Contudo, apesar de ser a 5a maior economia mundial, o Brasil não exporta produtos de alto valor. Preso as commodities, o comércio internacional brasileiro necessitará de muitos incentivos para crescer nos ramos da tecnologia e indústria de ponta. Assim,reduzir a burocracia de importação e exportação é uma importante medida de liberalização de mercado, porém, até que ponto é vantajoso liberalizar um mercado tão fraco no terceiro e quarto setor, quando comparado com as outras 4 maiores economias mundiais? Falta muito para que essa posição no ranking mundial reflita a realidade cotidiana do povo brasileiro, a extensão do nosso país é uma benção e uma maldição para nossa economia.

  35. Diante da baixa do PIB brasileiro e da atual recessão econômica, foi fundamental a ratificação do acordo de facilitação tratado em rodada na OMC.
    O acordo de facilitação com certeza aumentará a competitividade de produtos brasileiros no cenário internacional. Nesse sentido é a opinião do Diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, conforme citado na notícia.
    Além de ter como finalidade regulamentar as relações internacionais de comércio, a OMC tem também tem como escopo proporcionar encontros/ rodadas para que os países possam fazer acordos econômicos, observando sempre o disposto pela OMC.
    A negociação, bem como a ratificação do acordo demonstram a importância da OMC e de suas rodadas no atual cenário econômico brasileiro.

  36. A adesão do Brasil a um tratado de facilitação do comércio é de extrema importância, ainda mais no momento em que o Brasil se encontra, em relação a crise generalizada no pais. Uma vez que o acordo diminui o tempo de efetivação de uma exportação em quase 40%, fica claro que as transações se tornam mais eficientes, menos onerosas. Assim, quando se diminui os entraves para o comercio internacional, facilita-se a circulação de riquezas, que por sua vez é mais do que necessária para ajudar na superação da crise que enfrentamos atualmente. Resta agora esperar para que se atinja o quorum minimo de 108 países, para que este acordo entre em vigor.

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