Lançamento do relatório anual “O Estado dos Direitos Humanos no Mundo 2015/2016”


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A Anistia Internacional convida para lançamento do relatório anual “O Estado dos Direitos Humanos no Mundo 2015/2016” e debate com Atila Roque, diretor executivo da Anistia Internacional Brasil, Leonardo Sakamoto, jornalista e doutor em ciência política pela USP, e a cineasta Yasmin Thayná (KBELA, 2015), com mediação da jornalista Flávia Oliveira, na próxima quarta-feira (24), às 18h30, no Casarão Ameno Resedá, no Catete, Rio de Janeiro.

O relatório faz um balanço das principais violações e ameaças a direitos em 160 países e territórios. O Brasil é um deles.

Transmissão ao vivo no site www.anistia.org.br

Fonte: Anistia Internacional.

 

2 respostas em “Lançamento do relatório anual “O Estado dos Direitos Humanos no Mundo 2015/2016”

  1. A ideia de direitos humanos tem relação intrínseca com a ideia de dignidade humana, direito inato ao homem. O relatório anual proposto visa apresentar um histórico contemporâneo abrangente sobre as condições de direitos humanos no mundo. São ferramentas essenciais a ativistas, jornalistas, estudiosos e governantes que necessitam de visão aprimorada e detalhada para seus fins específicos. São bases de fatos que contribuirão para políticas econômicas, diplomáticas e estratégicas. Os princípios são guiados pela Declaração Universal dos Direitos Humanos. Esses são universais, porém com experiência local, logo é preciso avaliar a situação global e específica local para a checagem do cumprimento com o que é exigido e denunciar qualquer malgrado. O Brasil é politicamente um expoente no assunto na política, porém a realidade denuncia as discrepâncias e o relatório é fundamental para essa análise.

  2. A Anistia Internacional é um movimento global com mais de 7 milhões de apoiadores, que realiza ações e campanhas para que os direitos humanos internacionalmente reconhecidos sejam respeitados e protegidos. No documento divulgado em fevereiro de 2016, mostra que o ano de 2015 foi marcado por um sério risco de retrocesso quando se trata de direitos humanos. Foi um documento cercado de menções a “sofrimento” e “calamidade”. Os direitos humanos formam uma base para a perpetuação dos outros direitos e é muito grave como as diversas instituições que nos cercam vem deixando essa base se abalar. Um exemplo é a situação de refugiados que tem direitos fundamentais feridos todos os dias e instituições e principalmente os governos dos países de onde saem e para onde vão tem uma grande parte de culpa nesta situação calamitosa. Portanto, o relatório serve como um alarme e um sinal de que atitudes tem que ser tomadas, denuncias tem que ser feitas e tem que se tomar atitudes perante tais.

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