Entenda mais sobre a questão dos refugiados da Síria e ISIS


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

16 respostas em “Entenda mais sobre a questão dos refugiados da Síria e ISIS

  1. Sobre os refugiados da Síria o primeiro ponto que vem a mente é aquele grande debate público sobre a foto do corpo de uma criança, o Aylan afogado foi capa de vários veículos de comunicação por todo o mundo. Mas a verdadeira atrocidade não é a foto, mas a morte em si, e o atual fracasso moral das grandes potências mundiais em salvar a vida de crianças como Aylan. Ainda nesse ponto, a morte de Aylan refletiu um fracasso sistemático da liderança mundial, desde as capitais árabes às europeias, de Moscou a Washington. A guerra civil na Síria se arrasta a mais de quatro anos, tirando milhares de vidas, sem esforços sérios das grandes potências para deter os bombardeios. A criação de uma zona de segurança através de forças armadas oficiais, pelo menos permitiria que os sírios continuassem em seu país, mesmo diante dos apelos da ONU em apoio aos refugiados, cerca de metade das crianças sírias não podem sequer ir à escola, um dos motivos que levam os pais partirem rumo a Europa. Ainda assim alguns países europeus fizeram o possível para estigmatizar os refugiados e impedir suas viagens. Enfim penso que esta crise poderia sim já apresentar sinais de um desfecho mais humanitário, mas infelizmente o grupo de líderes mundiais envolvidos priorizam outros interesses em vez da Síria.

  2. A Síria está vivendo numa tensa guerra civil desde 2011. Ataques, bombardeios, fome e violência faz com que milhares de pessoas deixem o país todos os dias. O grupo terrorista Estado Islâmico – Isis- numa processo constante de invasão nas cidades no país acentua os índices trágicos de perseguições e mortes, como evidencia a mídia. Segundo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados “4 milhões de refugiados sírios vivem atualmente em países vizinhos, mas nos últimos meses de 2015 houve um aumento acentuado no número de pessoas que procuram refúgio ainda mais longe, principalmente na Europa”..
    A análise desta triste realidade é muito importante para a abordagem das Relações Internacionais, como refere Edward Hallett Carr (1892 – 1982 ) em sua obra – Vinte Anos de Crise – que a ciência das Relações Internacionais é uma arena onde a política do poder se dá num jogo de forças , pelo qual a guerra se torna o principal instrumento político, obtendo como principal consequência a segregação daqueles milhões que formam uma sociedade, deixados como espectadores e vislumbradores de uma única solução: A Fuga.

  3. É muito triste ver toda essa situação demasiadamente brutal que o povo do Oriente Médio tem tido de enfrentar. Apesar de sempre ter sido uma região conturbada, hoje em dia, a situação está mais caótica impossível em razão do Estado Islâmico — ISIS. Nesse contexto, um fato importante que deve ser apontado é: devemos lembrar que não são todos os seguidores do Islamismo que são radicais e fundamentalistas; em verdade, os radicais compreendem uma minoria (que, sim, é um número bastante considerável, mas, ainda assim, é minoria). E, por isso, quando essas pessoas — os não radicais — recorrem a esse último recurso para sobreviver, que é fugirem de seus caóticos países e buscar refúgio internacional, é de suma importância que toda a comunidade internacional esteja preparada para recebê-los de braços abertos, pois, afinal, eles não têm culpa alguma de serem conterrâneos de assassinos malucos que tocam o caos em seus países. É óbvio que a aceitação de imigrantes, dependendo da medida, é algo bem custoso para qualquer governo, no entanto devemos sempre colocar o humano, a vida em primeiro lugar e depois pensarmos economicamente. Essa coisa de construir “um muro” aos imigrantes da Síria é tão violento quanto as ações do Estado Islâmico. Por óbvio, não estou dizendo que deve haver uma aceitação em massa e sem controle de imigrantes por um único país. Não. Não é isso. Meu ponto é: se todos os países em condições para oferecerem auxílio abrirem suas portas, será possível, sim, aparar essas infortunadas pessoas.

  4. A Síria é um país localizado no Oriente Médio que está em guerra civil desde 2011. Mais de 240 mil pessoas morreram desde então e, dentro desse número, estão 12 mil crianças. Mais de três milhões de sírios são refugiados e esta é a maior emergência humanitária da nossa era. As principais causas dos pedidos de refúgio são violação de direitos humanos, perseguições políticas, reencontro de famílias e perseguição religiosa. Desde o início do conflito na Síria, mais da metade de toda a população do país foi forçada a deixar suas casas e fugir para sobreviver. A crise financeira pode provocar a suspensão do auxílio alimentar, o que terá um impacto devastador para milhões de famílias sírias que estão fazendo de tudo para sobreviver em condições extremamente difíceis. Muitas estão morando em abrigos improvisados e prédios danificados ou inacabados, sem roupas para sobreviver. Em virtude do que foi mencionado, os obstáculos enfrentados pelos refugiados não tendem a acabar, resta-se buscar soluções rápidas e de longo prazo. Faz-se necessário melhores acomodações e vistos mais flexíveis, além de programas de investimentos privados, que ajudam a combater a pobreza e a oferecer oportunidade de um recomeço.

  5. Como sabemos e não é novidade para ninguém, “violência só gera violência”. E é dessa forma que defino o vídeo acima, que explica a questão de refugiados da Síria e ISIS: um lugar de muita violência!!! Um jogo de poder, em que quem tem mais armas, mais tecnologia, mais crueldade e menos sangue frio vence. O chamado ao final do vídeo “temos que quebrar esse ciclo de qualquer maneira” é um convite para não só refletirmos sobre o que está se passando em nosso mundo, mas também e mais importante: um convite para agirmos. A Síria está em guerra civil desde 2011. Não é à toa que milhares de pessoas têm deixado o país todos os dias. Por causa da violência, elas têm fugido para longe e têm tentado a sorte em outros países (quando muito esses países as acolhem). Como se não bastasse a guerra civil, o grupo terrorista Estado Islâmico (também conhecido como ISIS) está invadindo cidades no país. Ele afirma autoridade religiosa sobre todos os muçulmanos do mundo e aspira tomar o controle de muitas outras regiões de maioria islâmica. O Estado Islâmico cresceu significativamente devido à sua participação na guerra civil da Síria. Ele obriga as pessoas a se converterem ao islamismo, além de viverem de acordo com a interpretação sunita da religião e sob o código de leis islâmicas. Aqueles que se recusam podem sofrer torturas e mutilações ou serem condenados à pena de morte. O grupo é particularmente violento e, com medo de serem mortas e presas por esse grupo, o que essas pessoas mais querem é distância da Síria, de sua terra natal e, assim, vão para todas as partes do mundo, principalmente Europa. Como pudemos observar no vídeo, os próprios sírios estão em guerra entre si. Nesse conflito, já morreram mais de 70000 pessoas e um milhão já saíram do país. Quanto sofrimento mais devemos esperar desse povo para tomarmos alguma atitude mais branda quanto ao Estado Islâmico e quanto à preocupação de ver essas pessoas terem que largar suas casas, suas vidas por causa de ditadores, de líderes autoritários, de pessoas que pregam suas ideias como verdadeiros ideais a serem seguidos sem pensar num mínimo de dignidade humana? O vídeo é um convite à diplomacia!!

  6. A Síria está em guerra civil desde 2011. Devido à violência, milhares de pessoas têm deixado o país todos os dias. O grupo terrorista Estado Islâmico (Isis) está invadindo cidades no país. Com medo de serem presas e mortas pelo EI, as pessoas têm fugido. Muitos desses tem fugido para Europa, alguns países, como Grécia, Áustria e Hungria, não têm sido muito receptivos. Já a Alemanha disse receberia alguns desses refugiados. A presidenta Dilma disse que nosso país poderia abrigar mais refugiados. Já existem cerca de 2.077 vivendo aqui desde o início da Guerra Civil. Chocou o mundo a morte do garoto Aylan Kurdi, de 3 anos, ele estava em uma embarcação precária, quando aconteceu um acidente em que dezenas de pessoas morreram, algo que chamou a atenção do mundo por meio de uma foto do garoto morto. Já morreram mais de 70 mil pessoas e um milhão saíram do país, fugindo da guerra. É uma guerra que pede a saída por parte da população do ditador Bashar Al-Assad. Algo que foi incentivado pela Primavera Árabe, com a queda de um ditador na Tunísia, incentivando outros países a fazer o mesmo. Confrontos entre o governo e organizações armadas tem ocorrido, algo que atinge a população diretamente, deve-se criar forças especiais e que seja oferecida toda a ajuda humanitária aos que necessitam neste momento delicado.

  7. A Síria vem passando por um período conturbado, vivenciado por uma guerra civil que já dura há mais de quatro anos e que parece não ter um desfecho. É uma violenta realidade marcada por duzentos mil mortos e outros onze milhões de desabrigados. Os habitantes se veem diante de uma única alternativa, que é tentar sair desta imensa zona de conflito, buscando se estabelecer em outros lugares, mas tendo que vencer as barreiras dos preconceitos, das críticas e da xenofobia frente algumas nações que se mostram pouco solidárias. O conflito, embora mais localizado, repercute o medo em todo o mundo e aumenta a responsabilidade para aqueles países que irão receber um expressivo número de refugiados, além de que muitos grupos terroristas se apropriam de argumentos religiosos para justificarem suas ações violentas. A Síria é o exemplo da necessidade urgente de se pensar a melhor medida a ser tomada para que um dia ela possa ser reerguida. Não é uma solução única, nem uma solução fácil. Ela é o apelo moral feito ao mundo para que outras nações lhe estendam as mãos, onde cada uma delas é possível cooperar e se juntar para combater tudo aquilo que jamais deixou este povo em paz.

  8. As manifestações contra o governo sírio iniciaram em março de 2011, durante a Primavera Árabe. Os protestos pacíficos logo se transformaram em uma violenta repressão do governo e os rebeldes começaram a lutar contra o regime. Desde o início do conflito na Síria mais da metade de toda a população do país foi forçada a deixar suas casas, devido a violência que se instalou no país e o medo do Estado Islâmico, também conhecido como Isis, e fugir para sobreviver. Diante disso, percebe-se a necessidade em ajudar a Síria e seus refugiados. Independente da nacionalidade, somos todos seres humanos com as mesmas necessidades. Ter empatia pelo próximo é um bom começo.

  9. Em março de 2011, cidadãos sírios iniciaram protestos pacíficos. Em pouco tempo estes tomaram grande proporção transformando-se em uma verdadeira guerra civil entre o governo e os rebeldes que lutam contra o regime. Cruelmente, mais de duzentas pessoas foram mortas e em média onze milhões estão desabrigados. Há quatro anos a Síria vem enfrentando tal situação e, lamentavelmente, as pessoas que ali habitam se desesperam por tamanho conflito e buscam a qualquer custo desfrutar de liberdade, paz, dignidade e humanidade em outros países. Porém, ao sair da zona de conflito, os imigrantes ainda tem que enfrentar a represália, o preconceito (xenofobia) de alguns indivíduos de diferentes nacionalidades que tendem a não aceitá-los, nem tão pouco ajudarem-los. Diante disso, nota-se o desamor pelo próximo cada vez mais constante no mundo. O conflito vivenciado pela Síria é um alerta para o mundo no que tange a intolerância cultural e religiosa. É necessário, portanto, que haja políticas, adoção de medidas que promovam e disseminem o espírito de solidariedade, cooperação e respeito em todas as nações. É preciso dar um basta nas agressões morais e físicas direcionadas a pessoas inocentes que buscam pela paz e um lugar melhor para viver.

  10. Não é mais novidade pra ninguém o assunto guerra civil no Oriente Médio. A massificação de notícias referentes a esse tema proporcionadas pela mídia fez com que as pessoas, depois de certo ponto, parassem de dar a devida atenção a um tema de tamanha relevância social e mundial. O senso comum se moldou de uma forma, que a maioria das pessoas tem a impressão de que essa é uma guerra, um problema, que já está tão uniformizado, massificado, que o sentimento que elas sentem ao ouvir “oriente médio” é o da preguiça. Infelizmente essa é uma verdade dos dias de hoje. Podemos citar por exemplo, o caso da Síria, que é um dos mais graves atualmente. O país já chega ao seu sexto ano de guerra civil, promovida pelo próprio governo do ditador Bashir Al-Asad, que se recusa a renunciar do seu cargo, contando ainda com a presença oportunista de diversas facções religiosas terroristas no território sírio. A mais notória é o ISIS (Estado Islâmico no Iraque e na Síria), que veio com a intenção de instaurar um Estado Islâmico na Síria, participando da guerra de maneira tão cruel, devastadora e determinada, que eles combatem qualquer um que entrar no seu caminho, até mesmo outros grupos terroristas. Já controlam diversos territórios, todos com leis Islâmicas tão rígidas, que até mesmo outras facções como a Al-Qaeda renunciaram seu apoio a eles. Frente a esse cenário de destruição, de guerra civil, guerra religiosa, todas marcadas inteiramente por interesses políticos, e hegemônicos, o cidadão do oriente médio, principalmente o Sírio, se vê completamente abandonado, jogado à margem da sociedade e do mundo, vivendo à própria sorte. Mais indignante ainda é pensar que esses cidadãos que nada tem a ver com tal disputa política atravessam países seja clandestinamente, seja marchando, buscando ajuda e refúgio em outros países, continentes, e esses, por incrível que pareça, não demonstram o mínimo de interesse em ajudá-los. Demonstram clara xenofobia e repulsa aos “invasores”, tratando-os como qualquer coisa, menos como cidadãos, o que é um desrespeito à dignidade da pessoa humana, princípio que deve ser respeitado acima de qualquer outro.

  11. A Síria está assolada em uma guerra civil há mais de 5 anos. Totalizando inúmeras vitimas, entre elas muitas crianças e mulheres inocentes, e milhões de refugiados. Para completar, não há previsão de tal panorama sírio melhorar. Toda esse conflito está intimamente ligado à Primavera Árabe que reverberou e mexeu com os ânimos das populações árabes contra governos ditatoriais como o do ditatorial Bashar al-Assad.
    Esse caos todo abriu a possibilidade do perigosíssimo autoproclamado Estado Islâmico -ISIS- reivindicar territórios no país, assim como atuam no Iraque. Com isso, a violência aumentou e chegou a índices chocantes. Há intervenção da OTAN, com os EUA, apoiados por inúmeros países europeus como a França. Derramando mais e mais sangue.
    O povo sírio busca a saída lógica de se refugiar, muitos tentam a Europa, que é até mais viável pela proximidade, mas chegando lá há uma forte repulsa – xenofobia – inerente ao europeu. Há tentativas de integralizar esses sírios, como feitas por Ângela Merkel, a chanceler alemã que demonstrou apoio ao povo sírio. Mas isso desagradou muitos alemães.
    Portanto, é desolador a situação do povo sírio, com o seu país praticamente destruído, ainda sofrem maus-tratos de povos europeus. Pelo menos, sírios que tiveram condições de se refugiar no Brasil foram bem recebidos.

  12. A Síria tem enfrentado problemas sociais, civis e economicos, uma das causas é a violência, milhares de pessoas têm deixado o país todos os dias. Como se não bastasse isso, o grupo terrorista Estado Islâmico (também conhecido como Isis) está invadindo cidades no país. Com medo de serem presas e mortas pelo EI, as pessoas têm fugido. Várias partes do mundo, principalmente à Europa. O ACNUR é a única organização com o mandato de agir como uma rede de proteção para mais de 51 milhões de pessoas vulneráveis do mundo .
    A Agência da ONU para Refugiados cuida dos refugiados fornecendo-lhes abrigo, água potável, saneamento e assistência médica vital. Sem o ACNUR, muitos refugiados não sobreviveriam. A população do mundo todo precisa de conscientizar a respeito dessa grande causa humanitária. E é muito importante a divulgação desse tipo de reportagem para que não fechemos nossos olhos para tamanha crueldade.

  13. O Estado Islâmico tem as suas ações inspiradas no jihad, livro do Alcorão em que é descrito a guerra santa, e é o livro seguido pelo muçulmanos. Com isso, seus intergrantes visam dominar terras na região da fronteira do Iraque com a Síria. No entanto, frentes de combate nestas regiões contra-atacam a todo momento, ocasionando vários conflitos.
    A divulgação de vídeos de degolamento, decaptação e outras práticas cruéis aterrorizam o mundo, e são uma ameaça que demonstra a intenção de domínio sobre as suas pretensões e como estão dispostos a fazer qualquer coisa para obrigarem aqueles que encontram pelo caminho a se enquando aos princípios islâmicos. Inclusive, cristãos são mortos em massa por não aceitarem seguir os regimes da religião muçulmana. Por outro lado, centenas de estrangeiros têm deixado suas casas para se aliar à esse grupo terrorista. Percebe-se que a raiz de todo este mal é mais profunda que os canhões possam destruir, e há o risco de que sejam usadas bombas nucleares num ataque final. Na literatura as guerras trazem paz, mas na realidade perpetuam a destruição até que se extinga a humanidade. Pessoas inocentes sofrem sem que possamos agir para evitar isto. A mudança deve começar pela mudança do futuro da geração atual. Para isso, um professor, um livro, um caderno e um lápis, são as armas mais poderosas.

  14. As organizações internacionais são peças fundamentais para equilibrar e solucionar os conflitos internacionais, como o da síria, pois elas fazem o que muitas vezes os estados estão limitados. Quando ocorrem conflitos entre países concorrentes e contam com o apoio de outros países aliados, as organizações entram de forma literal, através de uma intervenção pacífica, com o objetivo de delimitar e tentar evitar com que os estados envolvidos possuam expandir suas intenções, gerando assim uma guerra de maior proporção.

    Quando se trata da atual crise na síria, pode-se classificá-la, como crise humanitária e crise imigratória, por ter seus cidadãos vivendo em estado degradante e por todos estarem nesta situação, existem um fluxo muito intenso das pessoas que habitam nessa região procurando refugiu em outros países. Sendo assim, necessita da união dos estados, que são legitimados com força de personalidade jurídica superior e as organizações internacionais que são titulares de personalidade jurídica, mas sua força sofre algumas limitações.

    A organização internacional mais conhecida e frequentemente mencionada em congressos para solucionar de forma pacífica, é a onu (organização das nações unidas), pois ela traz consigo no estatuto, um objetivo primordial, que define o motivo de sua criação, seria a manutenção e preservação da paz da maneira mais segura para a toda a sociedade.

    Neste caso concreto, a onu possui como grande parceiro, o acnur (alto comissariado das nações unidas para refugiados), uma agência da onu para refugiados. O acnur tem como objetivo assegurar aos refugiados, os seus direitos, como por exemplo, de voltar em segurança para o seu país de origem, ou garantir a prestação de assistência, àqueles que buscaram refúgio em outro país, em parceria com os governos, organizações regionais e internacionais e organizações não governamentais. O que podemos ver e acompanhar em noticiários são as inúmeras críticas realizadas a atuação dos estados e das organizações internacionais, pois o conflito dura aproximadamente 4 anos e ainda sim, não há previsão de suspensão do conflito ou cogitação de um possível fim.

    Constantemente são realizadas reuniões entre os estados, para tratar de possíveis intervenções na síria, porém se for de forma punitiva e repressiva, a onu provavelmente não se posicionará a favor. O problema está justamente em que irá apoiar a intervenção como forma punitiva ao estado e quem apoia uma intervenção pacífica como forma de reestabelecer à ordem e que perdure no estado mesmo em crise. Pois quando se refere à oposição, os estados unidos e a rússia são eternos “inimigos”. Então como tratar de uma crise num país tão violento, aonde não venha trazer males à sociedade, mas que traga uma solução rápida que perdure? Essa resposta é justamente o que a união entre, países e organizações quer nos apresentar.

    No brasil temos uma organização de grande influência, chamada cruz vermelha, que não possui vínculo direto com estados, e atua de forma independente, com objetivo de proteger a vida e preservar a saúde humana. Essa organização mantém um número significativo de membros voluntários e é um movimento reconhecido mundialmente e que tem respeito adquirido, quase como o de um estado.

    Atualmente os estados unidos anunciou por meio do presidente obama, que se não fossem tomadas as providências, eles iriam intervir da mesma forma que interviram no iraque. A ação seria uma forma de repreender o exército e “derrubar” o governo de bashar al-assad, pois para o presidente obama, o conflito já ultrapassou uma linha de possível solução independente. A questão que atualmente apavora os civis são as armas que estão chegando à síria, que podem ser até armas nucleares. A onu foi avisada da situação das possíveis causas da linha, que seria as armas nucleares e as armas químicas.

  15. A Síria está em guerra civil há mais de dois anos. Sua origem está no descontentamento do povo com o regime de Bashar al-Assad. Depois de décadas de repressão, as pessoas resolveram lutar por liberdade e democracia, mas o ditador não cedeu. Então, o movimento que iniciou durante a Primavera Árabe se transformou em um conflito sangrento que matou mais de 100 mil e afetou sete milhões (há dois milhões de refugiados), um terço da população do país.

  16. O Oriente Médio é constantemente assolado por guerras, sejam de caráter religioso, político ou econômico.
    Um dos exemplos em maior evidência é o da Síria, país este que já chega a 6 anos de guerra civil, promovida pelo próprio ditador Bashir Al-Asad, que se recusa a renunciar do seu cargo, contando ainda com a presença oportunista de diversas facções religiosas terroristas no território sírio.
    Dessas facções, destaca-se a ISIS (Estado Islâmico no Iraque e na Síria), que veio com a intenção de instaurar um Estado Islâmico na Síria, contribuindo para a guerra de maneira devastadora e cruel, se opondo inclusive a outros grupos terroristas.
    Com o aumento da violência no país, o número de imigrantes e refugiados aumentou exponencialmente, tendo essas pessoas como principal rota de fuga principalmente a Europa, onde se tornam um problema social, sem dinheiro, emprego, e muitas vezes nacionalidade.
    A Agência da ONU para Refugiados tenta cuidar dos refugiados fornecendo-lhes abrigo, água potável, saneamento e assistência médica vital.
    É de suma importância reportagens como esta, para que a população mundial se conscientize a respeito desse problema, mesmo que aparentemente distante.

    Daniel Oliveira de Almeida

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