Wagner Moura apoia campanha mundial da OIT contra a escravidão moderna


Publicado originalmente em: 23/10/2015

O ator brasileiro Wagner Moura, junto a outros nomes do estrelato internacional como Robin Wright e David Oyelowo, participa de uma campanha mundial na luta contra o trabalho escravo, lançada em 20 de outubro de 2015, pela Organização Internacional do Trabalho (OIT). “Temos que colocar em evidência esse flagelo e expô-lo onde ele exista. Junte-se a nós e apoie a campanha “50 for Freedom” da OIT”, pediu Moura.

Em vídeo, os atores contam histórias reais vividas por pessoas presas em situações análogas à escravidão na Europa Oriental, África e Brasil, como parte da campanha “50 por Liberdade” (50 for Freedom, em inglês). A ação busca persuadir ao menos 50 países a ratificarem o Protocolo contra o Trabalho Forçado. Segundo dados da OIT, atualmente há no mundo 21 milhões de vítimas da escravidão moderna, a maioria delas, mulheres e meninas.

Elas são obrigadas a trabalhar em diferentes contextos, como em minas, no campo, em fábricas, lares ou na rua, gerando através desse trabalho forçado lucros anuais superiores a 150 bilhões de dólares para aqueles que as exploram. Para o ator brasileiro e embaixador da Boa Vontade da OIT, é inaceitável que “em nossas sociedades ainda existam pessoas escravizadas ou trabalhando em condições degradantes”.

Fonte: ONU Brasil

Uma resposta em “Wagner Moura apoia campanha mundial da OIT contra a escravidão moderna

  1. Muda-se o contexto, a época e os modos mas as práticas humanas, em especial as mais execráveis, sempre reaparecem (ou nunca deixaram de existir), expondo a crueldade que nos acompanha desde eras remotas. Conciliar os termos trabalho e escravidão soa estranho visto que o primeiro nos remete e pressupõe a remuneração digna e a segundo nos remete a uma das práticas mais vis da qual o ser humano é capaz . Na minha opinião essas duas palavras não deveriam formar uma locução pois que separadas pelas suas essências e carregadas de antagonismo. Também não me parece razoável a expressão “trabalho análogo à condição de escravo” pois que, como já explicado, em minha visão, as duas ideias não se coadunam. Mas certo é que essa conduta ainda existe por parte de pessoas extremamente inescrupulosas. No Brasil muito se tem combatido essa prática. Órgãos do Ministério do Trabalho, através de seus agentes fiscais e a própria Justiça do trabalho, em todos os Estados brasileiros, muito têm se empenhado em identificar e punir aqueles que incorrem em tais delitos. A ganância é voraz parece não se curvar perante a lei e o Estado. Resolver uma questão dessa estirpe não constitui tarefa fácil, porém, cruzar os braços ante crimes dessa natureza é tão crime quanto a própria prática.

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