Dilma quer transformar a Bolívia em “coração energético”


Publicado originalmente: 02/02/2016

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Brasília – O Presidente da Bolivia, Evo Morales e a Presidente Dilma Rousseff durante almoço no Itamaraty (Antonio Cruz/Agência Brasil)

Após se encontrar com o presidente da Bolívia, Evo Morales, a presidente Dilma Rousseff disse que o Brasil concorda com a meta de transformar o país vizinho em “coração energético da América do Sul”. Segundo a presidente, o governo tem acompanhado com “muito interesse os esforços” que a Bolívia vem fazendo para ampliar sua “bem-sucedida exploração de gás natural”.

Durante almoço no Itamaraty, ao oferecer um brinde a Evo Morales, a presidente destacou que ele tem sido um “símbolo” na América Latina da “capacidade dos povos de se representarem de forma independente”. O Brasil deseja que a Bolívia desenvolva seu potencial de produção e exportação de energia elétrica, afirmou Dilma.

Depois de se reunirem no Palácio do Planalto, Dilma e Morales dirigiram-se ao Palácio do Itamaraty, onde ocorreria o almoço. Enquanto aguardavam a chegada de Evo, o vice-presidente Michel Temer acompanhou e conversou com Dilma, junto com o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira.

Quando o presidente da Bolívia desceu do carro, em frente à Esplanada dos Ministérios, e se encaminhou para o tapete vermelho do Itamaraty, um pequeno grupo fez um protesto contra ele. Em um tom de voz que dava para ser ouvido de dentro do prédio, um dos quatro manifestantes gritava palavras de ordem como “Sai do Brasil, traficante”.

Ao retribuir o brinde à presidente, Morales não mencionou o ocorrido. Ele agradeceu o apoio de Dilma, e disse que conta com o apoio brasileiro na redução da pobreza por meio de políticas sociais e de transferência de tecnologia. “Nesses momentos, nunca me senti abandonado nem por [ex-presidente Luiz Inácio] Lula [da Silva], nem por Dilma, nem pelo povo brasileiro“, afirmou.

Na opinião de Dilma, o presidente Evo trouxe para os bolivianos desenvolvimento social, estabilidade política e desenvolvimento econômico. Mais cedo, ambos concordaram em somar esforços para combater o mosquito Aedes aegypti , que transmite a dengue, a febre chikungunya e o zika vírus, que pode causar microcefalia em bebês.

Fonte: Agência Brasil

Uma resposta em “Dilma quer transformar a Bolívia em “coração energético”

  1. O apoio que a presidente Dilma Rousseff esta dando para a Bolívia em ampliar a exploração de gás natural em seu pais é super válido, pois os países podem estar firmando uma aliança política no qual, podem-se encontrar componentes ideológicos, assim como meros interesses, como o fator econômico que é preponderante.
    O aumento da ampliação de gás natural na Bolívia é fundamental para o desenvolvimento econômico e social do pais. Isto é, pode-se abrir um leque de oportunidades, como o incentivo para desenvolvimento da industria nacional, geração de novos empregos, exportação do gás natural para outros paises, fazendo que a renda per capita do pais se eleve, arrecadação do governo, ou seja, mais exploração e consumo de gás em terra significa mais arrecadação para o governo, entre outros. Não esquecendo que o gás natural tem um baixo impacto ambiental, pois é um combustível ecológico. E em prol disso, há vantagens para o meio ambiente, na redução nas emissões de co2, e portanto, redução do efeito estuda, maior eficiência, portanto, economia de energia, além de menor emissão de contaminantes, melhorando a qualidade de vida.

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