Brasil e Equador estão empenhados em aumentar comércio e investimentos


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27-01-2016

Brasília (27 de janeiro) – O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, acompanha a presidenta Dilma Rousseff em visita ao Equador, onde participa da IV Cúpula de Chefes de Estado e de Governo da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos.

Durante a cúpula, Dilma Rousseff afirmou que Brasil e Equador estão empenhados em adotar medidas para incrementar a corrente de comércio bilateral e promover novos investimentos nos dois países. Dilma marcou uma reunião com o presidente do Equador, Rafael Correa, nas primeiras semanas de março para tratar de questões relacionadas ao comércio e investimentos.

“Manifestamos nossa disposição de negociar um Acordo de Cooperação e Facilitação de Investimentos (ACFI), capaz de oferecer um marco sólido para estimular iniciativas de empresas equatorianas e brasileiras. Estou segura que, assim, estaremos fortalecendo nosso relacionamento econômico”, disse a presidenta.

Dilma afirmou ainda que o Equador é um parceiro importante em áreas estratégicas de infraestrutura, como a hidrelétrica de Manduriacu e o projeto de irrigação Daule Vinces. Ela acrescentou que os dois países vão trabalhar intensamente para impulsionar o Eixo Multimodal Manta-Manaus, rota que ligará o Norte do Brasil ao porto equatoriano de Manta.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

7 respostas em “Brasil e Equador estão empenhados em aumentar comércio e investimentos

  1. A aproximação entre Brasil e Equador traz benefícios para ambos os lados, pois há um crescimento das relações comerciais dos dois países. Um dos pontos positivos é a geração de empregos para o Equador e o Brasil, já que estudam uma intraestrutura compartilhada e integração produtiva. Os países também se relacionam no comércio de forma bilateral, de modo que o intercâmbio de valores representa movimentações significativas.
    Além disso, é um grande investimento e vantagem para o Brasil manter relações comerciais com o Equador, pois as exportações brasileiras ganham destaque na venda de vários produtos, tais como combustível, frutas, carnes e cacau. O Equador também não sai prejudicado, já que também fornece para o Brasil uma série de produtos.
    Portanto, devido a isso e outros motivos, a relação cada vez mais próxima entre Brasil e Equador só traz vantagens para os dois lados, devendo, assim, serem mantidas.

  2. A relação de entre o Brasil e Equador começou aproximadamente no ano de 1840 e desde então é marcada pela proximidade e solidariedade, o que gera benéficos para os dois lados em relação ao comércio e as transações econômicas. Ao manifestar vontade em estabelecer um acordo de Cooperação e Facilitação de Investimentos, o Brasil fortalece ainda mais seu laço com o Equador, tornando mais promissoras as relações econômicas futuras. O interesse em manter tais relações advém da importante parceria mútua e estratégica para os dois países, tendo como um projeto o Eixo Multimodal Manta-Manaus, que seria uma rota ligada entre o norte do Brasil e o Porto equatoriano. Com a realização desse projeto as transações comerciais serão mais fáceis e acessíveis tanto para o Brasil quanto para o Equador.

  3. A Cúpula de Chefes de Estado e de Governo da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos foi criado em 2010 e visa estimular a integração e desenvolvimento da região. Durante o último encontro da IV Cúpula da CELAC, o Brasil e Equador estiverem empenhados em promover investimentos e o comércio entre os dois países, estando abertos para possível negociação de um acordo com o objetivo de cooperar e facilitar o estimulo às empresas. O Brasil, graças às suas proporções continentais, faz fronteira com quase todos os países da América do Sul à exceção do Chile e Equador. No entanto, a distância em relação a esse último pode vir a ser encurtada devido aos esforços brasileiros e equatorianos em impulsionar o Eixo Manta-Manaus. Tal rota visa ligar o norte do Brasil ao porto do Equador, o que facilitaria em muito a comunicação e comércio entre os dois países.

  4. A cooperação entre Brasil e Equador é muito importante para ambos os povos por gerar empregos, ampliar o mercado e também por aquecer e fortalecer a economia regional e também, essa cooperação ajudará, ou melhor dizendo, amenizará os efeitos da crise que se instaurou pelo país. Além disso, a parceria entre Brasil e Equador não é uma parceria nova, pelo contrário, é uma parceria com grandes projetos tais como a hidrelétrica de Manduriacu. O Acordo de Cooperação e Facilitação de Investimentos estimulará tanto empresas brasileiras como equatorianas fortalecendo, ainda mais, a relação entre ambos os países. Tão importante quanto, é o projeto de integração de toda a região da Floresta Amazônica na América Latina tornando mais estreita a relação entre as regiões norte e centro-oeste do Brasil, bem como a relação do Brasil com os países os quais faz fronteira. As parcerias anteriormente mencionadas demonstram o quanto a relação de cooperação entre Brasil e Equador são prósperas e também estratégicas.

  5. Após a reunião, a presidente brasileira também anunciou que o Brasil estaria disposto a negociar um Acordo de Cooperação e Facilitação de Investimentos (ACFI) para estimular os investimentos nos dois países. Ela destacou a participação de empresas brasileiras em obras de infraestrutura no Equador, mencionando duas obras que contam com a participação da construtora Odebrecht. O comércio entre Brasil e Equador vem caindo em função do desaquecimento das duas economias.Recentemente, o governo equatoriano também adotou salvaguardas (tarifas mais altas, mas temporárias) alegando a necessidade de evitar que a alta do dólar provoque uma enxurrada de importações no país e desequilíbrios em sua balança comercial.Como o Equador não tem moeda própria, sendo assim, o dólar circula no país. A valorização da moeda americana tem feito com que as suas exportações percam competitividade. A imensa maioria dos países da região depreciou sua moeda, tendo que adotar medidas comerciais, como a salvaguarda. Segundo o presidente equatoriano, as salvaguardas só afetaram um terço das exportações brasileiras. Segundo o presidente equatoriano, o país estaria interessado em adquirir do Brasil bens de capital para sua indústria e redes de transporte.Nos últimos anos, o momento de maior tensão nas relações Quito-Brasília foi a expulsão da Odebrecht do Equador, em 2008. Na época, Correa acusou a empresa de responsabilidade pelas falhas estruturais da obra da hidrelétrica de São Francisco e também resolveu levar à arbitragem internacional termos do contrato do BNDES, que financiou o projeto. Hoje, sem recursos em função da queda do petróleo, o Equador tem grande interesse em obter mais financiamentos brasileiros.

  6. Brasil participou da IV Cúpula de Chefes de Estado e de Governo da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos. Durante a cúpula que ocorreu no Equador a presidenta Dilma afirmou que o Brasil tem interesse em potencializar o acordo de comércio bilateral com o Equador. Foi manifestado pelos dois países uma disposição a negociar um acordo de facilitação e cooperação de investimentos, visando estimular iniciativas de empresas brasileiras e equatorianas – fortalecendo, assim, a relação econômica entre os países. O Equador representa para o Brasil um importante parceiro comercial e essa manifestação de ambos os países ocorreu em janeiro de 2016. Nesse sentido, os acordos internacionais de comércio, demonstram uma tentativa de impulsionar novamente a economia brasileira, assim, seria uma possibilidade melhora na perspectiva do quadro tanto político como econômico do Brasil.

  7. A dinâmica econômica do mercado internacional traz dentre seus mecanismos a competitividade entre países de forma a fomentar o mercado econômico. No caso em questão, Brasil e Equador aproximam relações econômicas de forma a estreitar laços econômicos, o que também demonstra uma forma de competitividade e protecionismo de tais países, visto que atuam de forma direta no cenário economico do pais. Assim, os países de menos desenvolvimento, tem em suas politicas o intervencionismo economico, e e por meio desssas medidas intervencionistas dos Estados que a rede de empregos aumenta e ha um avanco significativo da economia nacional e internacional. A intervencao do Estado no contexto economico pode ser negativa, contudo, em paises como Brasil e Equador, em que a economia ainda esta em desenvolvimento e sao considerados subdesenvolvidos, a intervencao acarreta no impedimento de concentracao de poder economico de fortes empresas ( normalmente nesses paises empresas multinacionais) de forma a desvalorizar e desincentivar a economia local.

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