Um olhar sobre as Regiões Metropolitanas no Brasil


Publicado originalmente em: 25/11/2015

O vídeo traz entrevistas com especialistas, acadêmicos e cidadãos de Norte a Sul do país e conta um pouco do histórico de criação das regiões metropolitanas brasileiras, passando por marcos como a constituição de 1988 e o Estatuto das Metrópoles.

“Um olhar sobre as Regiões Metropolitanas no Brasil” recupera o debate sobre as dificuldades e os desafios de gestão nos municípios e fomenta a necessidade do envolvimento da população com o tema, estimulando a descoberta e o uso de indicadores e dados socioeconômicos como uma ferramenta de cobrança ao poder público e transformação social.

Fonte: PNUD Brasil

Uma resposta em “Um olhar sobre as Regiões Metropolitanas no Brasil

  1. O vídeo traz a baila a problemática advinda da formação das regiões metropolitanas, sua demanda social, urbanística, econômica, uma vez que essas regiões surgiram em parte do desenvolvimento acelerado das grandes capitais. A população que buscava parte desse desenvolvimento mas não tinha condições de suprir o custo gerado pela mesma, se via na necessidade de morar em regiões razoavelmente acessíveis aos grandes centros mas que ao mesmo tempo não tivessem os custos dessas localidades. Ocorre aí a urbanização não planejada, desordenada. Com ela os problemas sociais muitas vezes negligenciados ganham força. Escolas, saneamento básico, estrutura física das moradias e demandas políticas se tornaram realidade eminente dessas localidades. O meio ambiente também se vê prejudicado, visto que muitas vezes os lugares tomados por moradias nem sempre são locais regulares muitas vezes agridem a fauna e flora local. É necessário que a gestão política das regiões metropolitanas consigam por em prática o que é estipulado em lei. Essa dificuldades muitas vezes advém de uma demanda superior aos recursos disponibilizados para esses municípios. Envolvem ainda a necessidade de uma maior tentativa de ajuste social, melhora da saúde, etc; frutos também de uma crise de alcance maior, estadual, federal e internacional inclusive. O vídeo levanta também a questão que de a solução surge quando a população se envolve e se torna mais crítica e cobradora de seus direitos. Concordo com a solução apontada mas ressalvo ainda que essa inércia da população é resultado de anos e anos em que a educação desde a base não é prioridade. O indivíduo nem sempre está incluído em um ambiente onde o pensamento é fomentado e portanto se vê tão inferiorizado que é incapaz até mesmo de cobrar direitos que lhe cabem.

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