EUA surpreendem FMI com reforma que favorece emergentes


Publicado originalmente em 29 de dezembro de 2015.

Logo do Fundo Monetário Internacional (FMI)

Washington – O Congresso dos Estados Unidos aprovou no fim do ano, inesperadamente, uma das principais reivindicações do Fundo Monetário Internacional (FMI): a reforma do sistema de cotas para conceder mais peso político às economias emergentes na instituição financeira internacional. 

Desde 2012, a diretoria-gerente do FMI, Christine Lagarde, não tinha perdido nenhuma oportunidade de primeiro pedir, e depois criticar, os EUA pela demora em avaliar a proposta de reforma interna do órgão, projetada para refletir a ascensão de potências emergentes como Brasil, China, Índia na economia global. 

Ao mesmo tempo, esses países, reunidos no grupo dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), elevaram o tom das queixas aos EUA por sua incapacidade de aprovar uma reforma que o próprio governo americano tinha inicialmente defendido.

Diante da paralisia dos últimos dois anos, os emergentes decidiram criar instituições alternativas ao FMI e ao Banco Mundial, como o Banco Asiático de Investimento em Infraestruturas (BAAI), impulsionado pela China; o Novo Banco de Desenvolvimento e o Fundo de Reservas dos Brics.

Na reunião do G20 na Turquia em novembro, os líderes dos Brics expressaram mais uma vez sua “profunda decepção” pela falta de progressos na reforma dos órgãos financeiros internacionais, dominados pelas potências ocidentais.

Por isso foi uma surpresa quando, no mesmo dia do início do recesso parlamentar, os congressistas americanos aprovaram um pacote de US$ 1,5 trilhão (cerca de R$ 6 trilhões) para o ano fiscal de 2016. Entre as medidas que ganharam o sinal verde estava a reforma do FMI.

Lagarde, que fez várias visitas ao Congresso para tentar desbloquear a reestruturação da instituição criada junto com o Banco Mundial nos acordos de Bretton Woods, em 1944, comemorou a aprovação. A diretora-gerente afirmou que a mudança deixará o FMI “mais moderno e representativo”.

“Ela melhorará a governança do FMI ao oferecer um reflexo melhor do crescente papel dos dinâmicos países emergentes e em desenvolvimento na economia global”, afirmou Lagarde, que deve continuar no cargo para um segundo mandato após o fim de seu primeiro, de cinco anos, em 2016.

Há apenas alguns meses, as perspectivas sobre a reforma eram muito mais sombrias.

Na última Assembleia Anual do FMI, realizada em Lima em outubro, poucos dos presentes se mostraram otimistas de que a mudança do sistema de cotas, estrutura base do órgão e que decide o poder de voto de cada um dos 188 países-membros, seria aprovada.

E então eles se propuseram a buscar alternativas.

Muitos lamentaram o tempo perdido em consequência de um Congresso americano de maioria republicana, excessivamente contrário a qualquer medida proposta pelo presidente Barack Obama, que tentou incluir a reforma do FMI em uma dezena de projetos.

“O mundo estava esperando a aprovação dos EUA desde 2012. Esse atraso custo muito em credibilidade e liderança global aos americanos”, explicou Edwin Truman, pesquisador do Peterson Instituto e subsecretário de Assuntos Internacionais do Tesouro na administração do ex-presidente Bill Clinton.

“Washington já não é visto como um negociador confiável nas questões do FMI”, disse Truman sobre as consequências do atraso.

A reforma, além disso, ajudará a dobrar os recursos da instituição de empréstimo para países em crise. Agora estão disponíveis US$ 755 bilhões (cerca de R$ 3 trilhões).

No entanto, a concessão republicana no Congresso não foi completa, e estabeleceu algumas condições. O Legislativo deverá aprovar qualquer participação dos EUA em empréstimos extraordinários do FMI depois de 2022. Além disso, o representante americano no órgão deverá informar os congressistas quando for votar a favor de crédito de grande volume. 

Os principais beneficiados por essa reforma interna são China, que passará a ser o terceiro país em representação – atualmente é o sexto, ultrapassando França, Alemanha e Reino Unido; o Brasil, que ganhará quatro “posições”, passando a ser o décimo; e a Índia, atual 11º representante, que se tornará o oitavo. 

Por outro lado, a cota dos Estados Unidos no FMI continuará a ser majoritária, apesar de uma leve redução: 17,69% para 17,4%. E os americanos mantêm o direito a veto.

Os menos favorecidos nessa reforma foram as economias europeias avançadas, que terão o peso de sua participação no órgão reduzida.

Fonte: Exame.com

15 respostas em “EUA surpreendem FMI com reforma que favorece emergentes

  1. “As decisões tomadas no Conselho de Segurança das Nações Unidas ou no Fundo Monetário Internacional refletem os interesses do Ocidente, apresentados ao mundo como refletindo os interesses da comunidade internacional.” (HUNTINGTON, Samuel. 1993. Pág:13″)
    O excerto acima foi extraído do controverso e, mui corretamente, criticado artigo “O Choque de Civilizações”, do cientista político estadunidense Samuel Huntington.
    Inegavelmente, nesse particular, a descrição geopolítica concebida por Huntington é razoável. A Civilização Ocidental (composta por Estados Unidos da América, França, Alemanha, Grã-Bretanha, dentre outros) detém, de fato, primazia nos procedimentos deliberativos concernentes à economia.
    Entretanto, a ascensão de novas forças civilizacionais, como a China (pertencente, segundo Huntington, à Civilização Confucionista) pode trazer equilíbrio ao palco das relações internacionais.
    Lembremo-nos de que, segundo a tradição Realista, tributária da realpolitk, o estabelecimento de relativa paridade entre as nações é imprescindível. Apenas com o desenvolvimento de um sistema multipolar equilibrado, arbitrariedades serão expurgadas/minimizadas e os procedimentos decisórios tonar-se-ão efetivamente democráticos .
    Nesse diapasão, ilustrativamente, aponta-se a criação do Banco dos BRICS, Novo Banco de Desenvolvimento, como espécime do surgimento de novos atores na geopolítica global.

  2. Amanda Barroca Dayrell – 7° período – FDMC
    O Fundo Monetário Internacional foi criado com o objetivo de reconstruir o sistema monetário internacional no momento pós Segunda Guerra Mundial.
    A influencia decisória, política e votante dos países que o integram é de acordo com sua cota, representada pela influencia econômica, tal como o PIB. Por esse motivo os EUA adquirem a maior porcentagem participativa do FMI.
    Desde 2012 os demais países esperam por uma decisão dos EUA em relação as medidas adotadas para conceder mais peso político aos países emergentes. Tal consentimento é muito importante, pois um incentivo aos países em desenvolvimento é essencial para a criação e perpetuação de um vínculo monetário internacional mais consolidado.
    Por ser uma organização, nada mais justo que haja direitos e deveres equivalentes a todos os países integrantes.

  3. Nicole Meireles Sacco – 7º período – FDMC

    O FMI, Fundo Monetário Internacional, é uma organização financeira que se presta a oferecer ajudas financeiras temporárias a seus países membros. Fundada em 1944 buscava, inicialmente, financiar projetos que levassem à reconstrução de países destruídos pela guerra, bem como proporcionar o desenvolvimento de países que saíssem de uma dominação colonial/imperial estrangeira.
    Atualmente, o FMI tem o papel de controlar as finanças e a economia internacional, de forma a evitar problemas econômicos e qualquer outro tipo de instabilidade financeira. Apesar de ser um importante órgão financeiro internacional, o FMI sofre grandes críticas, principalmente no que tange ao seu funcionamento e sistema de tomada de decisões. Través de um sistema de cotas, a instituição confere maior poder aos países que possuem maiores condições financeiras, no caso, os países desenvolvidos. Os Estados Unidos possuem, atualmente, a maior cota, sendo responsáveis por mais de 25% dos votos totais da organização.
    Dessa forma, apesar de ser uma organização de extrema relevância econômica e geopolítica internacional, o FMI deveria propiciar uma condição de maior igualdade e valorização aos demais países membros, garantindo decisões mais igualitárias, úteis e justas à conjuntura global.

  4. O Fundo Monetário Internacional, conhecido como FMI, é uma organização criada na Conferência de Bretton Woods, em 1944 tinha como objetivo inicial ajudar na reconstrução do sistema monetário internacional após a Segunda Grande Guerra.
    A organização, hoje, tem como principais objetivos promover a cooperação econômica internacional, o comércio internacional, o emprego e a estabilidade cambial. O FMI é responsável também pelo empréstimo de recursos financeiros para que os países membros possam equilibrar sua balança de pagamentos.

    Tem-se, então, uma das mais importantes organizações na governança econômica internacional junto com o Branco Mundial e a OMC. A governança econômica internacional é indispensável para que haja a cooperação, o equilibro, o respeito e a interação entre os países quando se trata de economia e comércio internacional.

  5. O Fundo Monetário Internacional é uma organização, composta por mais de187 países, com o objetivo básico de realizar empréstimos para os países endividados em troca de juros, atuando diretamente no sistema financeiro mundial. As cotas no FMI são definidas de acordo com indicadores econômicos (como, por exemplo, o PIB) e com o investimento que os países realizam ao Fundo, sendo que quanto mais o investimento, maior o peso do voto.
    Atualmente, os EUA detêm o voto com maior peso e a decisão de conferir mais poder aos países emergentes surpreende a todos. Porém, a participação mais igualitária de cada país é fundamental para que as decisões sejam tomadas de forma mais justa, a fim de alcançar uma economia mais equilibrada. Além disso, mesmo que tais países tenham ganhado mais peso em seus votos, os EUA continuam possuindo a cota majoritária e o poder de veto, permanecendo com seu poder sobre o FMI.

  6. O Fundo Monetário Internacional (FMI) é uma organização internacional que foi criada em 1945, inicialmente para auxiliar na reconstrução de países no pós-guerra. Tem como objetivo promover a cooperação econômica entre países, garantir estabilidade financeira, favorecer as relações comerciais internacionais, implantar medidas para geração de emprego e desenvolvimento sustentável e buscar formas de reduzir a pobreza, atuando oferecendo ajuda financeira pontual e temporária aos seus países-membros. Honrando os seus objetivos, o FMI reivindica legitimamente que ocorra uma reforma do sistema de cotas para possibilitar às economias emergentes que tenham maior peso político na instituição. A aprovação de tal medida, que ocorreu, é de extrema importância para a diminuição das assimetrias de poder entre os países membros, gerando maior justiça, equidade e segurança jurídica, o que permite que o órgão funcione de maneira mais eficiente.

  7. O FMI (Fundo Monetário Internacional) foi criado em 1945, com o objetivo de financiar projetos de reconstrução de países que foram destruídos pela guerra e o desenvolvimento daqueles que saíram da dominação colonial. A organização possui uma reserva financeira fomentada por depósitos que os países membros realizam por meio de suas cotas, as quais, por sua vez, determinam a influência de cada país dentro do FMI, ou seja, o peso do voto que cada país membro possui no momento de tomada de decisões pelo FMI. Por óbvio, o maior cotista é o Estados Unidos e, por isso, dependia dele a aprovação do projeto que visava a mudança neste sistema de cotas, a fim de que os países emergentes pudessem ter maior influência nas decisões a serem tomadas pela organização, tornando o órgão mais “moderno e representativo”.
    De fato, não há dúvidas de que os países em desenvolvimento representam uma significativa parcela do PIB mundial, de modo que é necessário um reajuste do sistema anteriormente pensado, concedendo maior representatividade aos emergentes e tornando mais democráticas as decisões do Fundo Monetário Internacional, ainda que isto signifique a perda de influência de outros países, principalmente os europeus.

  8. O Fundo Monetário Internacional é uma organização de governança responsável pela economia internacional, que foi criado em 1949 como o objetivo de reconstruir países destruídos pela guerra e regular o financiamento de projetos para desenvolvimento de países que estavam saindo do sistema colonial/imperial característico da época. Atualmente, este órgão busca promover a cooperação monetária internacional; promover a estabilidade do câmbio; promover o desenvolvimento e expansão do comércio; e oferecer ajuda financeira aos países membros.
    Muito chocou a decisão dos EUA, que são conhecidos por sua política economia internacional bastante agressiva, que resolveu finalmente favorecer o crescimento dos países em desenvolvimento, um dos objetivos prezados pelo FMI. A media tomada pelos EUA é de bastante peso pois é o país que detém o maior poder de voto dentre os participantes, então sua decisão já está praticamente aprovada. Resta saber somente qual teria sido o real interesse dos EUA quando propôs o pacote de abono e 1,5 trilhão de dólares e vale a pena refletir sobre qual será o retorno que virá da Europa após ter sua participação reduzida com esse favorecimento do BRICS.

  9. O Fundo Monetário Internacional (FMI) foi instaurado em 1944, com o objetivo de reestruturar o sistema monetário internacional no cenário pós Segunda Guerra. Hoje, tem o intuito de oferecer ajuda financeira temporária a seus países membros, regulando e atuando diretamente no sistema financeiro mundial. Possui um sistema de cotas para apurar a participação, no qual os países mais desenvolvidos têm maior poder votante. Sendo assim, os EUA têm a maior capacidade participativa na tomada de decisões do FMI, logo, recaía sobre ele a aprovação do projeto sobre a mudança no sistema de cotas, para que os países emergentes pudessem ter mais peso nas decisões, visando uma condição mais igualitária entre os membros.

  10. O Fundo Monetário Internacional é uma organização que foi criada em 1944, pós Segunda Guerra Mundial, com o objetivo básico de realizar empréstimos para os países, fomentando o sistema financeiro mundial. O FMI é hoje um dos principais entes organizacionais que compõem a governança econômica internacional e, por isso, é essencial para a manutenção do equilíbrio das relações comércio internacional.
    Há tempos, espera-se uma decisão dos Estados Unidos, que detêm o maior poder de voto no FMI, quanto ao favorecimento aos países emergentes. A decisão dos EUA em favorecê-los, surpreendeu positivamente a todos, tendo em vista a necessidade de incentivo à economia dos países em desenvolvimento e a importância da criação de relações mais consolidadas no âmbito internacional.

  11. A influencia decisória, política e votante dos países que o integram é de acordo com sua cota, representada pela influencia econômica, tal como o PIB. Por esse motivo os EUA adquirem a maior porcentagem participativa do FMI.
    Desde 2012 os demais países esperam por uma decisão dos EUA em relação as medidas adotadas para conceder mais peso político aos países emergentes. Tal consentimento é muito importante, pois um incentivo aos países em desenvolvimento é essencial para a criação e perpetuação de um vínculo monetário internacional mais consolidado.
    Atualmente, os EUA detêm o voto com maior peso e a decisão de conferir mais poder aos países emergentes surpreende a todos. Porém, a participação mais igualitária de cada país é fundamental para que as decisões sejam tomadas de forma mais justa, a fim de alcançar uma economia mais equilibrada. Além disso, mesmo que tais países tenham ganhado mais peso em seus votos, os EUA continuam possuindo a cota majoritária e o poder de veto, permanecendo com seu poder sobre o FMI.
    Os Estados Unidos possuem, atualmente, a maior cota, sendo responsáveis por mais de 25% dos votos totais da organização.
    Dessa forma, apesar de ser uma organização de extrema relevância econômica e geopolítica internacional, o FMI deveria propiciar uma condição de maior igualdade e valorização aos demais países membros, garantindo decisões mais igualitárias, úteis e justas à conjuntura global.

  12. Os EUA ratificaram as reformas para aumentar a representação de países emergentes no Fundo Monetário Internacional, como parte de um projeto de lei orçamentária, abrindo caminho para países como Brasil, China e Índia terem maior espaço no órgão mundial. Atualmente, os EUA detêm o voto com maior peso e a decisão de conferir mais poder aos países emergentes.endo assim, os EUA têm a maior capacidade participativa na tomada de decisões do FMI, logo, recaía sobre ele a aprovação do projeto sobre a mudança no sistema de cotas e assim fixar um sistema econômico mais igualitário. surpreende a todos. Com a reforma, todos os 188 membros do FMI vão ampliar sua cota de recursos no fundo para cerca de 477 bilhões de direitos especiais de saques, a moeda do FMI (US$ 659,67 bilhões ante cerca de US$ 238,5 bilhões.
    Portanto, tal atitude do governo americano surpreendeu á todos o entes internacionais, visto que são conhecidos por sua política economia internacional bastante agressiva, que resolveu finalmente favorecer o crescimento dos países em desenvolvimento, um dos objetivos prezados pelo FMI.

  13. Os Estados Unidos e a Europa constituíam os dois núcleos da economia mundial em meados do século 20. Nesse contexto, nasceu no ano de 1945 o Fundo Monetário Internacional (FMI), que refletiu fielmente em sua estrutura e em seu modo de operar essa realidade.
    A situação econômica do mundo evoluiu com o passar das décadas até o ponto em que, nos primeiros anos do século 21, o mapa da riqueza tomou uma forma jamais imaginada pelos criadores da instituição. O rápido crescimento de alguns países asiáticos e latino-americanos tornou obsoletas as normas de um jogo do qual a China, Índia, México ou Turquia desejam participar de forma mais ativa.
    A direção do Fundo Monetário Internacional (FMI) e os 184 países associados chegaram à conclusão que, depois de cinco anos sem crises econômicas para debelar e com os cofres da instituição cheios por falta de atividade, tem-se agora a oportunidade “única e sem paralelo” de se levar a cabo uma reforma em profundidade na instituição.

  14. O FMI, Fundo Monetário Internacional, é uma organização financeira criada em 1944 com o objetivo de ajudar seus países membros destruídos pela guerra, bem como para proporcionar o desenvolvimento dos países. Atualmente, este órgão busca promover a cooperação monetária internacional para atingir a estabilidade de câmbio, além de promover o desenvolvimento e expansão do comércio, oferecendo ajuda financeira aos países membros. Esses países fornecem por meio de suas cotas depósitos em uma reserva financeira da organização, as quais determinam a influência de cada país dentro do FMI, bem como determinando o peso do voto de cada pais. Sendo os Estados Unidos o maior cotista, era necessário sua aprovação do projeto que visava a mudança do sistema de cotas a fim de que os países emergentes pudessem possuir influência nas decisões tomadas pela organização. Apesar da FMI ser uma organização relevante, deve propiciar uma condição de igualdade entre os países membros, garantindo participação nas decisões e decisões mais igualitárias e justas diante do âmbito global.

    Isabella Diana Fernandes
    Faculdade de Direito Milton Campos
    7º período, sala 406

  15. Inicialmente, cumpre ressaltar que o Fundo Monetário Internacional foi criado com o objetivo de reconstruir o sistema monetário internacional no momento pós Segunda Guerra Mundial. Trata-se de uma organização financeira que se presta a oferecer ajudas financeiras temporárias a seus países membros. Atualmente, o FMI tem o papel de controlar as finanças e a economia internacional, de forma a evitar problemas econômicos e qualquer outro tipo de instabilidade financeira. Há 4 anos os demais países esperam por uma decisão dos EUA quanto àsmedidas adotadas para conceder mais poder político aos países que estão emergindo. Esse consentimento é de suma importância, uma vez que incentiva aos países em desenvolvimento é essencial para a criação e perpetuação de um vínculo monetário internacional mais consolidado. Nesse sentido, apesar de ser uma organização de extrema relevância econômica e geopolítica internacional, o FMI deveria propiciar uma condição de maior igualdade e valorização aos demais países membros, garantindo decisões mais igualitárias.

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