A cada dois segundos, um bebê nasce em zonas de conflito, alerta UNICEF


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Publicado originalmente em: 18/12/2015

Mais de 16 milhões de bebês nasceram em zonas de conflito, em 2015 – um a cada oito de todos os nascimentos em todo o mundo neste ano –, afirmou nesta quinta-feira (17) o Fundo da ONU para a Infância (UNICEF). Uma cifra que ressalta a vulnerabilidade enfrentada por um número crescente de crianças.

“A cada dois segundos, no meio de um conflito, um recém-nascido respira pela primeira vez; muitas vezes em circunstâncias terríveis e sem acesso a cuidados médicos”, disse o diretor executivo do UNICEF, Anthony Lake.
Muitas crianças estão agora começando sua vida em circunstâncias extremas – de conflitos a desastres naturais, pobreza, doença ou desnutrição. Pode haver um pior começo na vida?”

Em países afetados por conflitos, como Afeganistão, República Centro-Africana, Iraque, Sudão do Sul, Síria e Iêmen, ou em viagens arriscadas para fugir dos combates, recém-nascidos e suas mães enfrentam enormes riscos. Mulheres grávidas correm o risco de dar à luz sem ajuda médica e em condições insalubres. Seus filhos têm mais probabilidade de morrer antes de seu quinto aniversário e sofrer estresse extremo – ou “tóxico” –, que pode inibir o seu desenvolvimento emocional e cognitivo a longo prazo.

Além dos conflitos, a pobreza, os efeitos das mudanças climáticas e a falta de oportunidades estão tornando as crianças cada vez mais vulneráveis e têm empurrado milhões em viagens perigosas longe de suas casas.

Segundo dados do UNICEF, mais de 200 mil crianças pediram asilo nos países da União Europeia nos primeiros nove meses de 2015, somando-se aos 30 milhões de crianças em todo o mundo forçadas a deixar suas casas em 2014 devido à guerra, à violência e à perseguição. Mais pessoas estão deslocadas agora do que em qualquer momento desde a Segunda Guerra Mundial. Outras 250 milhões vivem em países ou áreas em conflito, enfrentando enormes obstáculos à sua saúde, educação ou bem-estar.

“Os últimos meses de 2015 viram o mundo se reunir em torno do combate às mudanças climáticas e de uma nova agenda de desenvolvimento global. Esses acordos ambiciosos apresentam uma grande oportunidade se pudermos transformar as nossas promessas em ação para as crianças mais vulneráveis”, disse Lake. “Se abordarmos as razões pelas quais tantas famílias sentem a necessidade de arrancar elas mesmas e seus filhos de suas casas – resolvendo os conflitos, combatendo as mudanças climáticas, expandindo oportunidades –, poderemos fazer de 2016 um ano de esperança para milhões de pessoas – e não um ano de desespero.”

Fonte: ONU Brasil

16 respostas em “A cada dois segundos, um bebê nasce em zonas de conflito, alerta UNICEF

  1. Todos sabemos que o lugar em que nascemos, as condições sociais e econômicas em que nascemos, a realidade a que somos expostos as influências e a cultura que adquirimos durante a nossa formação como pessoa, especialmente na infância, e subsequentemente na adolescência, são pontos fundamentais na formação da nossa personalidade, na nossa visão do mundo e no nosso caráter.
    Acontece que nem todo mundo tem o privilégio de nascer em um local em paz. Enquanto alguns nascem no “american way of life” outros nascem cercados de bombardeios, rodeados de fuzis, miséria, morte e destruição.
    Que perspectiva de vida possui uma pessoa que cresceu vendo sua família ser morta, sem ter o que comer, sem ter condições higiênicas, sem entender por que têm bombas caindo do céu?
    Enquanto pessoas que perderam na “loteria da vida” ao nascer em meio ao caos fazem um último esforço para tentar fugir dessa realidade, por meio da imigração, a última e extrema opção possível para escapar do terror, Donald Trump já ganhou as prévias republicanas em 9 dos 12 estados que já votaram esse ano. Ele mesmo, o bilionário empresário que promete criar muros para impedir a “praga” que são os imigrantes ilegais, para, assim “fazer a América grande de novo”.
    Mas não seria melhor se ao invés de cada um pensar no seu próprio país, todos pensassem no mundo? Enquanto nós estamos sentados na frente da TV comendo o nosso McDonald’s quantos não estão morrendo graças ao ciclo vicioso sustentado pelo capitalismo selvagem, que vende armas e explora bens naturais de países subdesenvolvidos, ataca cidades e mata pessoas para gerar mais lucro pessoal? Enquanto eu escrevia esse texto, já nasceram 300 crianças em zonas de conflito. Eu podia ter sido uma delas, e você também.

  2. Devido aos conflitos como o que vem ocorrendo na Síria, milhares de pessoas são obrigadas a deixar seus países de origem em busca de paz e condições minimamente dignas de vida. Fogem dos combates em busca de refúgio e alimento. Dentre os que fogem de todo esse confronto, encontram-se as peças mais frágeis do jogo. As mulheres e principalmente, as mulheres grávidas. Essas sofrem abusos nos países por onde passam,até conseguir encontrar abrigo. Mais do que salvar a própria pele, elas estão lutando para sobreviver e salvar a vida de uma criança que ainda vai nascer. Ser gestante que já algo delicado em condições normais, se torna um estado de risco, posto que essas mulheres vão sofrer violência, muitas vezes abuso durante a gestação, se instalar em condições precárias e sem o mínimo de saneamento e provavelmente, com sorte, dar à luz nessas condições.
    Como se já não bastasse todo o sofrimento , essas crianças sofrerão também as consequências de não ter sequer a autoestima de quem conhece suas origens. Essas crianças então recém nascidas, nascem sem cidadania o que impossibilita o acesso às necessidades básicas para se viver, como saúde e sem se falar na educação.A falta de registro impossibilita ainda que seja contabilizada a quantidade de crianças nascidas nas fronteiras, contribuindo para uma crise humanitária.

  3. Conflitos na Síria e em outras regiões agravaram problema de bebês que nascem sem cidadania. Crianças estão a começar as suas vidas em condições extremas como conflitos, desastres naturais, pobreza, doença ou desnutrição. Assim, fica evidenciado a difícil situação das mães, que enfrentam o risco de dar à luz sem cuidados médicos, em condições insalubres e também em meio a esses conflitos, muitas pessoas encontram na fuga, uma saída, e em consequência disso, crianças são muitas vezes separadas de seus familiares. Numa idade de brincar e de ir pra escola, as crianças que vivem em zonas de conflitos armados veem sua infância interrompida para conviver com situações inomináveis. Consideradas as maiores vítimas das guerras, seus corpos pequenos e frágeis, quando sobrevivem a tais horrores, levam dentro de si marcas indeléveis, que se prologam pela vida adulta. Condição esta que futuramente dificulta acesso a educação, saúde e emprego, efeitos muito prejudiciais às crianças, porque causa discriminação, frustração e falta de esperança. O fundamental é que aqueles que sobreviveram a um trauma, separação ou violência, recebam o apoio de que necessitam, tanto quanto possível.

  4. Mais de 16 milhões de bebês que nasceram em zona de conflito, em 2015. São crianças destinadas a enfrentarem perigos e vulnerabilidade, ainda que indefesos. A cada dois segundos, no meio de um conflito, um recém-nascido respira pela primeira vez; muitas vezes em circunstâncias terríveis e sem acesso a cuidados médicos. Não tendo, muitas vezes a chance, de sobreviver, quando sobrevivem enfrentam muitas dificuldades. São conflitos, desastres naturais, pobreza, doença ou desnutrição, ou seja, um começo de vida terrível. Muitas mães fogem das zonas de conflitos ainda gravidas, enfrentando perigos e tendo partos sem nenhum apoio médico. Crianças que podem sofrer ataques, bem como estresse e tóxicos, podendo não se desenvolver fisicamente e psicologicamente. É uma situação delicada, em que devesse resolver a base que é a política interna de cada país, investimentos, não só na educação, como também no aspecto médico são necessários e, se possível, a ajuda de organizações internacionais.

  5. Segundo a UNICEF, uma em cada nove crianças do mundo vive em zonas de conflito, principalmente no Sudão do Sul, Síria e Afeganistão. O risco de vida dessas crianças e das mães começa desde o início da gestação e se agrava no momento do parto, sem assistência médica e em condições sanitárias precárias. Seus filhos estão propensos a morrer na hora do parto ou antes que cheguem aos cinco anos de idade. Deve ser um dos piores modos de começar uma vida, vivendo em meio a tantos conflitos, sem sequer entender o que acontece a seu redor e, não só pelo fato do ambiente em si, mas pela própria condição de vida, tal como fome, miséria, desastres, doenças e desnutrição. Essa condição de sobrevivência leva a criança a estresse extremo por causa de produtos tóxicos e tudo isso pode inibir o desenvolvimento emocional e físico da criança. Numa idade de brincar e ir à escola, as crianças que vivem em zonas de conflitos veem sua infância interrompida e deixam de lado sua fragilidade para conseguir sobreviver em difíceis situações, como mortes, tráfico, trabalho escravo, recrutamento por grupos armados, doenças, mutilações, violência sexual, perda da família, amigos, aconchego. Sendo, então, refugiados. O mais difícil deve ser deixar sua família para tentar encontrar um lugar seguro para viver e acabar como refugiadas. As crianças são as maiores vitimas das guerras e, quando sobrevivem a esse horror, levam dentro de si marcas indesejadas e que prolongam pela vida adulta. Essa é a maior e mais urgente crise humanitária existente.

  6. A situação de calamidade a qual se insere o planeta atualmente, incluindo conflitos diretos e políticos, gera uma situação de desconforto, inclusiva aos mais frágeis: idosos e crianças. Estando no locus conflituoso é ainda mais grave. Tanto pelo uso de armas químicas que trazem danos diretos à população, tanto pelo fato de as mulheres, principalmente, estarem mais vulneráveis. É histórico e se repete até hoje os casos de abuso por parte dos combatentes, principalmente invasores, sobre invadidos. Casos de estupros e chacinas de famílias não são novidades e os que vivenciam diretamente estão suscetíveis a tais calamidades. Sem contar no desenvolvimento das crianças, seja emocional ou acadêmico, por estarem diante de cenas violentas e de desespero geral. Logo, ainda há o risco de ficarem órfãos devido ao risco de vida de qualquer um, inclusive de seus familiares. O contexto influenciará no futuro delas, deixando-as pessoas frias e traumatizadas, corroborando com uma crise que atinge a sociedade como um todo.

  7. “Muitas crianças estão agora começando sua vida em circunstâncias extremas – de conflitos a desastres naturais, pobreza, doença ou desnutrição. Pode haver um pior começo na vida?” É triste pensar na situação calamitosa em que vive o mundo hoje. Conflitos políticos, econômicos e territoriais que acabam por colocar grande parte da população mundial em situações de risco.

    O local onde a pessoa nasce, sua criação, seu contato com outras crianças, escola, comida, em síntese, uma vida digna, é o que marca de forma intensa como a pessoa vê o mundo e se relaciona com os seus próximos. É triste pensar que esse número crescente de bebês que nascem em meio a zonas de conflito sejam obrigados a viver uma infância traumática do ponto de vista emocional e insegura, sem saúde, tendo em vista que tais zonas tem muitos gases tóxicos, comida de má qualidade e outras condições. E o mais traumático de tudo isso, ter que deixar sua família em busca de melhores condições.

    Crianças e adolescentes merecem ser criados com meios para se desenvolverem e se capacitarem e crianças que nascem em meio a todo este caos tem tal direito roubado, pois o trauma emocional que passam torna difícil que as ensinem a ver o mundo de qualquer outra forma.

  8. Muito triste está realidade. Já é Difícil criar nossos filhos em situação normal, imagine em meio a um conflito. Os pais estão vivendo um alto estresse, lutando para sua própria sobrevivência. Não há situação mais triste. Como menciona o texto: “Muitas crianças estão agora começando sua vida em circunstâncias extremas – de conflitos a desastres naturais, pobreza, doença ou desnutrição. Pode haver um pior começo na vida?” não pode. O que será do seu futuro, aliás se chegarem a sobreviver.

  9. Dentre todas as consequências horrendas que uma guerra trás, pode-se dizer, com certeza, que a pior delas é de como atinge de maneira profunda os inocentes, destrói vidas, famílias, comunidades inteiras. É devastador pensar que o primeiro contato, de 1 a cada 8 crianças nascidas no ano de 2015, com o mundo foi a violência pura e presente. Os dados apontam 16 milhões de recém-nascidos em zonas tensas de conflito ao redor do mundo, quantos desses não foram concebidos através de estupros de guerra? Quantos desses já nasceram órfãos? E quantos vão se quer sobreviver à primeira noite? Sem pensar, também, na mãe que após um processo traumático para o corpo, como é o parto, terá que fazer o impossível para buscar condições miseráveis de cuidar dos filhos.
    Esse interminável período de guerras ao redor do mundo, tem submetido milhões de pessoas a condições mínimas e desumanas, como bem lembrado na reportagem desde a segunda guerra mundial não se via tamanha quantidade de refugiados devido a confrontos armados. Não há muito bem uma solução clara para resolver esse problema, nem se quer uma visão otimista. Os países em conjunto devem trabalhar na irradiação da pobreza, combate as desigualdades, desencorajamento a campanhas de guerra e propagandas de paz. Porém, em quanto isso : resta às nações serem o mais solidário possível com as vítimas, as forças de paz da ONU interferirem o quanto podem e torcermos por dias melhores.

  10. O local de nascimento está intimamente ligado as condições que se seguiram na vida. Existem tantas crianças nessa situação, uma relação de um a cada oito nascimentos no mundo está situado em meio a conflitos.
    Com o aumento das guerras e em consequência disso, o aumento de crises e fome em diversos países, a sobrevivência das crianças (com somatório da também falta de condições das mães em relação a alimentos e estrutura na gravidez), é reduzido em muito.
    Sem auxílio na hora e após o parto, as mães e crianças seguem um caminho tortuoso. Tantas cenas de crianças famintas e esqueléticas na África, que nos suscitam dúvidas quanto ao poder de cooperação dos Estados, que não ajudam a melhorar tal situação. Que ao menos estão concedendo asilo para milhoes de crianças.

  11. Esta é uma era de violência no Oriente Médio e no norte da África, com nove guerras civis em curso em países islâmicos entre o Paquistão e a Nigéria. É por isso que tantas pessoas estão fugindo para salvar suas vidas e em meio a estas fugas as crianças são as principais prejudicadas por esse deslocamento forçado, estas se encontram vivendo em condições sub-humanas por toda a Europa. O “Estado Islâmico” é o grande responsável por este êxodo humano em massa dos países do oriente médio, visto que na busca de delimitar um território para se estabelecer como nação, vem atacando e invadindo territórios alheios em prol de uma ideologia distorcida do Islã, religião quem professam.
    As grandes potências Europeias, juntamente com os Estados Unidos, vem combatendo o crescimento do “Estado Islâmico” com intensas intervenções militares, afim de suprimir este. O que todas estas nações se esquecem de observar, é a questão dos refugiados, aqueles que não possuem ligação com os conflitos do oriente e que para sobreviver se deslocaram para países da Europa.
    Os recentes atentados a França e a Bélgica aumentaram ainda mais os problemas em relação aos dissidentes do oriente médio por gerarem, principalmente na Bélgica, um sentimento de repúdio ao povo árabe que seguem o islã.
    Contudo os Estados europeus e demais, ao invés de buscar retribuir por meio de retaliação armada as investidas deste “estado” radical, deveriam se preocupar com a questão daqueles que sofrem devido migração forçada de suas localidades e que hoje, se encontram a margem da sociedade sofrendo com o preconceito e condições sub humanas para a sua existência.

  12. Segundo o texto foram mais de 16 milhões de bebês que nasceram em zona de conflito, em 2015, causadas muitas vezes pela política e também pela intolerância religiosa. São as crianças que são consideradas as mais vulneráveis pois nascem em condições precárias e sem auxílio médico ficando vulnerável a contrair alguma doença durante o parto ou até mesmo contraída pelo convívio com armas químicas. A cada dois segundos, durante um conflito, uma criança muitas vezes em locais e condições inadequadas na qual não tem o acesso a cuidados médicos. Não tendo, muitas vezes a chance, de sobreviver, quando sobrevivem enfrentam muitas dificuldades. Normalmente nos países em que acontecem esses conflitos, as condições de vida e desenvolvimento já não são favoráveis ao desenvolvimento de sua população sendo eles a fome, educação inapropriada, saúde básica os quais são agravados pelos conflitos armados e prejudicando mais ainda esses recém-nascidos. É necessário a interferência do país para melhorar a política interna, com políticas capazes de melhorar o desenvolvimento social propiciando melhores condições de vida e também desenvolver políticas para acabar com os conflitos, podendo até mesmo ter o auxílio de órgãos externos que ajudem na educação, saúde entre outros princípios necessários para se ter uma vida digna.

  13. Existe alguma maneira pior de começar a vida? – Acredito que não. Afinal, como conclui o próprio relatório da UNICEF, “as crianças nascidas em contextos de conflito armado estão mais expostas a problemas de desenvolvimento emocional e cognitivo, correndo o risco acrescido de poderem morrer antes de atingirem os cinco anos de idade”. As mulheres grávidas correm o risco de dar à luz sem ajuda médica e em condições insalubres. Seus filhos têm mais probabilidade de morrer antes de seu quinto aniversário e sofrer estresse extremo inibindo o seu desenvolvimento emocional e cognitivo a longo prazo.Tem-se uma triste realidade: uma em cada nove crianças vive em países ou áreas em conflito, o que coloca em risco a sua saúde, educação e bem-estar, tornado-se vulneráveis ao abandono ou à rejeição por parte de membros da família. Essas crianças representam, em números, metade da população mundial que vive em condições de extrema pobreza. A humanidade parece não se importar e sem querer ser pessimista, mas não vejo uma solução próxima para esse problema.

  14. A questão de natalidade a muito tempo vem sendo deixada de lado por vários países, nações em conflitos se preocupam ainda menos com essa questão, por acreditarem que e importante ter muitos filhos para deixar uma herança alguns acontecimentos. muitos desses conflitos acontecem em países que são regidos por uma religião forte como por exemplo o islamismo, que travou uma guerra com os ocidentais na figura dos Estados Unidos que também massacrou alguns povos orientais. diante deste cenário as mulheres são submissas aos homens e foram criadas para terem filhos então por essa ótica é feliz os homens que tem várias mulheres e que tem vários filhos. Diante dessa realidade as crianças sofrem com a perda prematura de seus pais que foram surpreendidos com ataques de grupos radicais e muitas vezes não tem o que comer. Algumas dessas crianças são perdidas para a marginalidade e costumam se tornar bandidos, coisa pela qual não se qualquer ser humano que não vive em situação de guerra armada repudia, mas no Brasil por exemplo não se há um conflito armado declarado embora o que a criminalidade vem matando um numero razoável de pessoas e mesmo assim o controle de natalidade ainda é um tabu. Então estão nascendo pessoas em ambientes inóspitos por várias partes do mundo e não só em conflitos e importante salientar que a situação dessas crianças é bem grave, porém a religião controla a mente e a vida dessas pessoas fazendo com que elas tomem atitudes que acreditam ser a correta. Essa questão é problemática e necessita ser controlada.

  15. A fuga de refugiados e migrantes com destino à Europa continua em níveis sem precedentes. Entre os mais vulneráveis estão as crianças mais pequenas que precisam de atenção e cuidados especiais. Mais de 16 milhões de bebês nasceram em zonas de conflito em 2015–1 em cada 8 nascimentos ocorridos no mundo neste ano. Os recém-nascidos e as suas mães em países afetados por conflitos, como o Afeganistão ou a Síria, ou que embarcam em jornadas perigosas para escapar à guerra, enfrentam riscos enormes. As mães correm perigo de dar à luz sem assistência médica e em condições muito precárias. Além do conflito, a pobreza, as variações climáticas e a falta de oportunidades estão a tornar as crianças cada vez mais vulneráveis e obrigaram milhões de crianças a abandonar as suas casas. Essas crianças tem mais probabilidade de morrer de doenças que poderiam ser evitadas antes da idade de 5 anos do que as crianças do resto do mundo. Além de passarem os primeiros anos de suas vidas sem frequentar a escola, o que, segundo o diretor da Unicef, prova que uma geração está perdida.

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