Encontro da CEPAL propõe ações para reduzir impacto do comércio internacional na mudança climática


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A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) deu início, nesta segunda-feira (14), ao VII Seminário Internacional anual da agência sobre “pegadas ecológicas”, em Santiago, no Chile. O evento reuniu 15 especialistas da região de atuação da CEPAL e também da Europa com o objetivo de debater as consequências do comércio internacional para as mudanças climáticas.

De acordo com o secretário executivo adjunto da CEPAL, Antonio Prado, os debates ao longo do encontro são “especialmente relevantes para a América Latina e o Caribe, uma vez que alguns de seus principais mercados de exportação se encontram a uma grande distância e, portanto, as emissões associadas ao transporte desses produtos podem ser consideráveis”. Para o dirigente, são necessários mecanismos precisos para quantificar as emissões de gases do efeito estufa vinculadas ao comércio internacional.

Prado destacou que a região não está alheia às mudanças climáticas provocadas por atividades poluentes. Nações caribenhas e centro-americanas já têm sofrido as consequências da crise ambiental com particular intensidade, segundo o secretário.

“Estes impactos são sentidos com maior intensidade nos países em desenvolvimento, que estão menos preparados para se adaptarem a este fenômeno e que experimentam situações como secas persistentes, eventos meteorológicos extremos, o degelo de seus glaciares, a erosão costeira e a acidificação dos oceanos. Tudo isso ameaça sua segurança alimentar e os esforços para erradicar a pobreza e alcançar o desenvolvimento sustentável”, disse.

De acordo com o dirigente, o seminário deverá contribuir para a busca por instrumentos eficazes, que podem reduzir as emissões associadas ao comércio de mercadorias sem, no entanto, recair no “protecionismo verde”.

Fonte: ONU BR

15 respostas em “Encontro da CEPAL propõe ações para reduzir impacto do comércio internacional na mudança climática

  1. A comissão econômica para a América Latina e o Caribe foi criada com o objetivo de incentivar a cooperação econômica entre o seus membros. Como a relação entre o desenvolvimento e o meio ambiente é bastante importante , foi necessário uma reunião para debater apenas esse assunto.
    A maioria dos países que integram essa comissão estão em plena fase de desenvolvimento e com isso seus índices de degradação do ambiente são maiores que os demais. Esses países subdesenvolvidos normalmente lucram com o setor primário ou seja as matérias primas e produtos da natureza.
    Já começamos sentir os efeitos desse desenvolvimento desenfreado, e mais do que nunca precisamos debater como desenvolver sustentávelmente. Principalmente o Brasil que é responsável por 52% dos gases do efeito estufa na América Latina.
    Em 50 anos a América Latina dobrou emissão agrícola de gás do efeito estufa. É preciso que essa comissão faça uma reunião para debater esse assunto mais vezes.

  2. O aquecimento global deriva do fenômeno que chamamos de efeito estufa. Sabe-se que este fenômeno é capaz de afetar preços, ações dos seres humanos, além da atividade econômica dos países. O aquecimento global tem gerado grandes mudanças climáticas na Terra. Segundo o dirigente da agência regional da ONU, Antonio Prado, o transporte de bens de consumo para mercados de exportação muito distantes pode gerar emissões consideráveis de gases do efeito estufa. Em um mundo casa vez mais globalizado, era de se esperar que esses fenômenos interagissem, gerando consequências para nós e para as atividades que realizamos.

  3. O comércio internacional movimenta interesses das grandes nações do planeta, e é importante que as organizações, como a CEPAL, se reúnam afim de movimentar esforços no sentido de minimizar os impactos ambientais advindos deste mercado. O Brasil, em particular, tem sofrido nos últimos tempos, com secas profundas e a consequente escassez de água, o que prejudica em muito o desempenho econômico do país.
    Neste viés, é imprescindível que os esforços sejam coordenados por organizações supranacionais, visto que o comércio internacional de um país não impacta somente este, mas sim todo o globo.

  4. O CEPAL é uma organização da ONU que visa monitorar as políticas direcionadas a promoção do desenvolvimento econômico da região latino-americana, tendo como objetivo promover o desenvolvimento econômico e social e a cooperação entre os países mediante vários trabalhos.
    A CEPAL realiza diversas pesquisas a respeito dos danos ambientais causados pela poluição, e as consequências das intervenções humanas no cenário mundial, com enfoque na america latina. Em determinado estudo, percebeu-se a prejudicialidade da emissão de gases como dióxido de carbono, enxofre, e outros que prejudicam a fotossíntese das plantas. Essa redução da emissão envolve na realidade a variação líquida de emissões, que é resultado da diferença entre a emissão e a absorção ou remoções como a absorção de CO2 pelas plantas na fotossíntese. Esse fator tem gerado problemas aos países, que sofrem com as consequências climaticas do ‘sufocamento’ das plantas. Obviamente, não há do que se falar em regresso comercial, mas apenas de uma atitude mais consciente para o bem estar coletivo.

  5. As mudanças climáticas que vem ocorrendo nos últimos tempos no planeta são um tema de grande relevância mundial e quem vem sendo tratado com maior frequência na atualidade. É de grande importância que hajam debates e discussões sobre o tema principalmente devido as consequências que tais mudanças podem trazer para a humanidade, pois ela só sobrevive se houveres determinadas condições climáticas e ambientais. Porém, não se pode apenas acabar com tudo o que causa essas mudanças como a emissão de gases que destroem a camada de ozônio, pois precisamos dos equipamentos que causam esses problemas, como retratado no texto, os países mais distantes precisam emitir esses gases, pois precisam enviar seus produtos para continuar movimentando a economia internal e a internacional. Sendo assim, é preciso analisar a necessidade de cada Estado e estabelecer limites para que não haja extrapolação de modo que se tente manter um controle sobre essas mudanças climáticas para não afetar a humanidade de forma trágica.

  6. Atualmente tal discussão se faz necessária. Em meio a crise econômica que abala os mercados internos e externos acaba tornando-se difícil para os lideres exigir das empresas ainda mais investimento. Em momentos de economia aquecida falar-se em maiores investimentos que resultariam em queda do lucro não é tarefa fácil, porém necessária. A crise ambiental também existe e esta ai presente no nosso dia a dia a cada vez nos provando mais que é real e não podemos ignora-la em virtude de empresas que visam o lucro a qualquer custo, é necessário observar princípios do próprio direito econômico que não permitem que a lucratividade supere os demais, é sempre necessário verificar o impacto social, o custo social da atividade em questão. É preciso buscar um equilíbrio entre atividade econômica industrial e natureza para que possamos viver de forma harmônica. Como mencionado no texto, os países em desenvolvimento são os que mais sofrem com os problemas ambientais, pois possuem menos recursos e tecnologias para lidar com eles, assim, precisamos que o mundo se una para que possamos respeitar a natureza e diminuir o índice de poluição, devemos fazer da natureza nossa amiga, pois estamos lado a lado e ela nos trás recursos maravilhosos que não poderíamos viver sem.

  7. A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) deu início ao VII Seminário Internacional anual da agência sobre “pegadas ecológicas”, em Santiago, no Chile. O evento reuniu 15 especialistas com o objetivo de debater as consequências do comércio internacional para as mudanças climáticas. Em anos recentes, a intervenção humana em habitats que eram estáveis aumentou significativamente, gerando perdas maiores de biodiversidade. Biomas estão sendo ocupados em diferentes escalas e velocidades e extensas áreas de vegetação nativa foram devastadas no Brasil, e no mundo como um todo.
    A América Latina e o Caribe são particularmente vulneráveis aos impactos da mudança do clima. Aumentos no nível do mar, aumentos de temperatura e mudanças nos padrões de chuvas irão resultar em um custo anual, até o ano 2050, estimado de cerca de 2-4% do PIB da região. A mudança do clima está transformando a maneira em que conduzimos negócios, o que significa uma mudança de prioridades políticas e sociais. Mas a mudança nos negócios também é uma boa oportunidade de fazer as coisas de forma diferente, e uma oportunidade para inovação.

  8. A CEPAL (Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe) é uma comissão da ONU criada com o intuito de contribuir com o desenvolvimento econômico da América Latina. O Seminário Internacional ocorrido no Chile abordou sobre as consequências do comércio internacional para as mudanças climáticas, assunto de extrema importância para o cenário da economia mundial.
    Uma situação muito comum é a exploração dos países desenvolvidos em relação aos recursos naturais dos países em desenvolvimento, o que acarreta uma série de consequências no clima, relevo, eventos meteorológicos, na fauna e flora. Estes países que possuem menos recursos e preparo para esses tipos de consequências, tem sofrido muito com toda essa crise ambiental que estamos vivendo.
    A economia transnacional é de extrema importância para o comércio internacional, portanto, deve ser feito com cautela e sempre visando as formas menos agressivas ao meio ambiente para que a sua exploração não seja fatal.

  9. A CEPAL é uma comissão de desenvolvimento econômico do mercado latino-americano. A atual conjuntura econômica necessita mais do que nunca do comércio internacional, porém, não seria responsável desconsiderar o meio ambiente em preferência da economia. É necessário buscar formas efetivas de desenvolvimento sustentável e os países tropicais tem essa necessidade ainda mais evidente. As fontes de energia renováveis existentes poderiam ser muito melhor utilizadas nos países da América Latina, é uma pena que essas tecnologias sejam caras, o que restringe o investimento e aquisição dos equipamentos. É necessário incentivar não só o comércio entre esses países em desenvolvimento, mas também o intercâmbio de tecnologias e informações na busca por formas menos agressivas de produção, alavancando o mercado internacional.

  10. A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) deu início, nesta segunda-feira (14), ao VII Seminário Internacional anual da agência sobre “pegadas ecológicas”, em Santiago, no Chile. O evento reuniu 15 especialistas da região de atuação da CEPAL e também da Europa com o objetivo de debater as consequências do comércio internacional para as mudanças climáticas.
    Estes impactos são sentidos com maior intensidade nos países em desenvolvimento, que estão menos preparados para se adaptarem a este fenômeno e que experimentam situações como secas persistentes, eventos meteorológicos extremos, o degelo de seus glaciares, a erosão costeira e a acidificação dos oceanos. Tudo isso ameaça sua segurança alimentar e os esforços para erradicar a pobreza e alcançar o desenvolvimento sustentável. De acordo com o secretário executivo adjunto da CEPAL, Antonio Prado, os debates ao longo do encontro são “especialmente relevantes para a América Latina e o Caribe, uma vez que alguns de seus principais mercados de exportação se encontram a uma grande distância e, portanto, as emissões associadas ao transporte desses produtos podem ser consideráveis”. Para o dirigente, são necessários mecanismos precisos para quantificar as emissões de gases do efeito estufa vinculadas ao comércio internacional

  11. Nos tempos atuais, as questões ambientais tem sido centro de grandes discussões e debates. Em boa parte das discussões, o impacto negativo que o meio ambiente está sofrendo é em decorrência do capitalismo, que infelizmente tem passado por cima de qualquer questão. Como mencionado pela reportagem, o comercio internacional, tem contribuído para essa grande agressão ao meio ambiente, por meio dos poluentes emitidos no transporte de mercadorias,por exemplo.
    Em um mundo capitalista como o que estamos vivendo, é importante pararmos para refletir sobre os impactos que essa busca, a qualquer custo, pelo luro está causando. Além da questão ambiental, que é substancialmente grave, é de suma importância pensarmos na consequência para os seres humanos. Em decorrência de toda a poluição, que está cada vez mais crescente, a qualidade de vida das pessoas tem caído muito. A falta de chuva, tem criado ambientes muito secos causando vários problemas respiratórios, queimadas, os rios secando, provocando uma escassez de água em diversas regiões.
    Como brevemente apresentado, toda a questão de emissão de poluentes, tem gerado sérios impactos ambientais para todo o planeta, sendo dever de todos, contribuir e incentivar um menor impacto ambiental. A CEPAL, em sua última reunião, apresentou uma preocupação com a questão ambiental no âmbito do comercio internacional. É de suma importância que esta preocupação não fique apenas no âmbito das discussões, mas que sejam capazes de criar e aplicar medidas eficazes para a contribuição na redução dos impactos ambientais decorrentes do comercio internacional e que estas medidas sirvam de exemplo para outros países.

  12. O comércio internacional é de grande relevância para o setor da economia, contudo apesar da sua importância ele pode estar contribuindo de forma negativa em relação aos impactos ambientais que têm provocado. Informação essa, que pode ser fundamentada por meio do VII Seminário Internacional anual, sobre “pegadas ecológicas”, realizado em Santiago, no Chile pela CEPAL.
    A CEPAL que é uma comissão regional da ONU, visa estabelecer o bom funcionamento e o desenvolvimento da América Latina e do Caribe, reforçando assim, suas relações econômicas. Insta salientar que uma das questões essencialmente discutida pela comissão supracitada, foi sobre os impactos ambientais decorrentes da distância entre os principais mercados dos países aludidos. Logo, isso acarreta péssimas consequências para o meio ambiente.
    Diante do exposto e do atual contexto mundial, é sabido que é necessário a busca por medidas eficientes a fim de se preservar o meio ambiente. E o comércio internacional, apesar de na reportagem não serem citados dados numéricos que demonstrem o prejuízo gerado por esse, tem uma parcela de colaboração no que se refere às mudanças climáticas. Os gases emitidos pelo transporte das mercadorias, resultam em um enorme desgaste ambiental, conhecido como efeito estufa.
    Como referido na reportagem acima, pelo secretário adjunto da CEPAL, Antônio Padro, as nações caribenhas e centro-americanas já têm sofrido as consequências da crise ambiental com particular intensidade. E os países subdesenvolvidos são os que mais sofrem com tal crise, uma vez que esses não possuem as condições necessárias para melhorarem tal situação.
    Com base no exposto, é possível dizer que é fundamental a atividade exercida, pelo Seminário já referido. Tendo em vista que ele busca instrumentos eficazes, que podem reduzir as emissões associadas ao comércio de mercadorias sem, no entanto, recair no “protecionismo verde”, o qual seria extremamente prejudicial à economia dos países.

  13. O texto acima afirma que foram reunidos 15 especialistas da região de atuação da Comissão Econômica para América Latina e Caribe (CEPAL) e também da Europa em um seminário para discutir as consequências que o comércio internacional pode provocar no meio ambiente, em especial naquilo que diz respeito ao clima. Segundo Antônio Prado, secretário adjunto do CEPAL, essa discussão acaba sendo de extrema importância para a América Latina e para o Caribe. Isso, porque a distância entre esses dois locais faz com que a quantidade de gases poluentes liberados no ar, decorrentes do transporte de mercadorias, seja considerável. Consta ainda na reportagem que os países que mais sofrem com essas mudanças climáticas são aqueles que se encontram em desenvolvimento. Isso, porque essas economias não estão preparadas para lidar com situações de seca, degelo, erosões extremas, o que ameaça o alcance de um desenvolvimento sustentável. O texto ainda afirma que o objetivo dessa reunião foi o de buscar mecanismos que visassem a redução da emissão de gases estufa, sem, contudo, prejudicar o desenvolvimento do comércio.
    A partir da leitura da reportagem, é possível concluir que houve uma verdadeira mudança de pensamento por parte da sociedade. No século passado, por exemplo, as pessoas não tinham essa mesma conscientização. Buscávamos o tempo todo o enriquecimento, sem se importar com as consequências disso. Antes também não se falava em aquecimento global e em intensificação do efeito estufa. As pessoas mal sabiam os efeitos danosos que isso poderia acarretar, principalmente no clima, com a elevação da temperatura global. Hoje, com o avanço da ciência e com o desenvolvimento de pesquisas temos plena consciência de tudo isso. Sabemos que é importante respeitar a natureza, as árvores e os animais e, por isso, o que se busca almejar é um crescimento que seja sustentável, com verdadeiro equilíbrio entre comércio e meio ambiente. Isso, porque as trocas comerciais são importantes e devem ser estimuladas, mas sempre respeitando a natureza.

  14. É fato que há uma imensa necessidade da atuação da CEPAL nesse assunto, pois os efeitos danosos desses gases são exorbitantes para a terra e que, infelizmente, interfere em todo o mundo. A importância da CEPAL incidindo sobre o assunto é primordial principalmente em relação aos países em desenvolvimento, pois estes não são amparados economicamente para suportar e/ou evitar os efeitos dos acontecimentos em questão. Dessa forma, é a comissão internacional que irá equilibrar as desigualdades dos países a fim de se chegar às medidas necessárias evitar esse tipo de mal, de forma que esse combate seja abrangente a todos os países.

  15. A CEPAL é uma comissão da ONU que assessora a América Latina e o Caribe nos assuntos econômicos, o trabalho dessa comissão é importante, principalmente, para os países com uma economia menos estável.
    Atualmente, o mundo todo depende do comercio internacional, porém o deslocamento das mercadorias envolvem na maior parte das vezes a emissão de gases CFC e outros poluentes, porque o trafego de longa distancia e intercontinental é feito por aviões e navios e ambos utilizam combustíveis derivados do petróleo.
    O cenário ecológico mundial vem sendo deteriorado ao longo dos séculos pela poluição e pela exploração desmensurada, esses dois fatores interessam diretamente ao comercio internacional, pois o aumento da exploração predatória se deve a necessidade de exportação em escala global.
    O pensamento socioecológico vem ganhando cada vez mais peso dentro da sociedade mundial já que há à necessidade de equilíbrio entre o “modus vivendi” e a preservação do planeta, perfazendo a necessidade de rever as técnicas de plantio, pesca, descarte, deslocamento, para tanto é necessário o diálogo mundial visando encontrar alternativas sustentáveis para todos.

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