The 2008 Financial Crisis: Crash Course Economics #12


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Sobre Luiz Albuquerque

O Núcleo de Estudos sobre Cooperação e Conflitos Internacionais (NECCINT) da Universidade Federal de Ouro Preto em parceria com as Faculdades Milton Campos, sob a coordenação do professor Luiz Albuquerque, criou o Observatório de Relações Internacionais para servir como banco de dados e plataforma de pesquisas sobre relações internacionais e direito internacional . O site alimenta nosso trabalho de análise de conjunturas, instrumentaliza nossas pesquisas acadêmicas e disponibiliza material para capacitação profissional. Mas, além de nos servir como ferramenta de trabalho, este site também contribui para a democratização da informação e a promoção do debate acadêmico via internet.

2 respostas em “The 2008 Financial Crisis: Crash Course Economics #12

  1. A crise econômica de de 2008 foi equiparada a crise de 1929 no que tange aos efeitos desastrosos produzidos na economia mundial. Interessante o estabelecimento de um marco temporal pelos autores, os quais dataram o início da “formação da bolha” de investimentos no setor imobiliário como sendo do ano de 2000. Nesse sentido, alargar a responsabilidade pelo ocorrido foi o entendimento razoável.
    O governo dos EUA ao tentar socializar os prejuízos e, manter certos bancos fora da falência, produziu novo efeito prejudicial a uma economia que já vinha de uma derrocada exponencial. A escolha mais acertada e mais democrática foi a tomada pela Islândia, país no qual a população, em sua maioria, votou contra medidas de austeridade que tinham como intuito “economizar dinheiro” de modo que este fosse aplicado para salvar alguns bancos da falência. Como resultado o país foi um dos primeiros a estabilizar sua economia.
    Vale ressaltar que, anteriormente a crise de 2008 os EUA eram referência no campo acadêmico da Economia e, no entanto, o inchaço especulatório do setor imobiliário do país foi o que veio a gerar uma crise econômica de proporções mundiais. E, por fim, suas medidas de austeridade para salvar os bancos continuaram a afundar o país.

  2. A crise do crédito envolveu basicamente alguns fatores: as hipotecas, os empréstimos com garantia, o não pagamentos dos créditos e o padrão de capitalismo neoliberal adotado por grande parte dos países desenvolvidos.
    Popularmente conhecida como a crise financeira de 2008, apesar de ter se iniciado alguns anos antes, produziu efeitos que só começaram a repercutir após a falência do banco de investimento Lehman Brothers e a recusa do Banco Central Americano em socorrê-lo. Tal medida gerou receio entre as instituições financeiras, que passaram a preferir a liquidez e os governos tiveram de utilizar políticas fiscais expansionistas. Seu auge foi nos Estados Unidos após o colapso da bolha especulativa no mercado imobiliário, mas se alastrou pela economia mundial em um curto período de tempo, sendo que suas consequências ainda são observadas no cenário atual, mesmo que de forma mais amena. Houve uma queda na produção e um aumento nos déficits fiscais.
    O vídeo demonstrou de forma didática e detalhada o processo que levou à formação dessa crise que trouxe a todos os países efeitos colaterais. Tudo isso demonstra que vivemos em uma sociedade globalizada, com fronteiras flexíveis e um complexo de consequências, fato pelo qual é importante ficarmos atentos não apenas ao que acontece no país em que vivemos, mas a todos os acontecimentos globais de repercussão internacional.

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