Política externa e crise política


GPPM: Analises da Conjuntura econômica e política internacional

por Gabriel Pimenta*

O debate da Assembleia Geral da ONU é um momento de destaque da política internacional na imprensa, levando chefes de Estado a aproveitar a ocasião para exibir grandes projetos e fazer anúncios para diferentes plateias, como outros líderes políticos e o público interno. O discurso da presidenta Dilma Rousseff no dia 28/09 não fugiu à regra e apresentou tanto iniciativas de política externa quanto comentou questões relativas à agenda interna.

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Sobre Luiz Albuquerque

O Núcleo de Estudos sobre Cooperação e Conflitos Internacionais (NECCINT) da Universidade Federal de Ouro Preto em parceria com as Faculdades Milton Campos, sob a coordenação do professor Luiz Albuquerque, criou o Observatório de Relações Internacionais para servir como banco de dados e plataforma de pesquisas sobre relações internacionais e direito internacional . O site alimenta nosso trabalho de análise de conjunturas, instrumentaliza nossas pesquisas acadêmicas e disponibiliza material para capacitação profissional. Mas, além de nos servir como ferramenta de trabalho, este site também contribui para a democratização da informação e a promoção do debate acadêmico via internet.

2 respostas em “Política externa e crise política

  1. Nessa notícia, é válido destacar as questões acerca da economia nacional e da corrupção no Brasil. Verifica-se que o discurso da presidenta Dilma na Assembleia Geral da ONU indica possibilidades da retração econômica brasileira se recuperar em curto prazo e que a investigação na corrupção de políticos terá prosseguimento.
    Nessa perspectiva, ressalta-se que o nosso país tem sido fortemente abalado pela crise política e econômica, implicando em um cenário instável. Isso ocorre porque ambas as crises parecem estar relacionadas, já que ultimamente o apoio ao governo liderado pela presidenta Dilma parece estar cada vez mais fraco e isso afasta certos investidores do país, pois estes não gostam de tal instabilidade. Recentemente, o processo de impeachment contra a presidenta foi deflagrado pela Câmara e as disputas políticas têm se tornado cada vez mais acirradas, implicando em mais incertezas e medo para a população.

  2. A sessão de debates da Assembléia Geral da ONU é um evento que atrai holofotes do mundo inteiro, em razão do número de países que se fazem presentes neste evento. Tais debates contribuem, direta e indiretamente, para traçar tendências dos atores mundiais envolvidos, além disso nestes debates os chefes de Estados defendem seus interesses, mitigam eventuais conflitos e instabilidades políticas e econômicas.
    Como já é uma tradição o discurso do Presidente do Brasil abre os debates, tal discurso como foi observado não fugiu da tendência retromencionada. A presidenta asseverou sobre o combate ao terrorismo, a preocupação com os refugiados da Europa. Com relação aos assuntos internos, Dilma fez questão de salientar que a estagnada economia brasileira vem dando sinais de recuperação, tentando, por conseguinte, transmitir segurança aos parceiros internacionais e investidores.
    Resta saber se as medidas e as promessas apontadas pela presidenta não passaram de um “discurso”.

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