The European Refugee Crisis and Syria Explained (Legendas em português)


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Sobre Luiz Albuquerque

O Núcleo de Estudos sobre Cooperação e Conflitos Internacionais (NECCINT) da Universidade Federal de Ouro Preto em parceria com as Faculdades Milton Campos, sob a coordenação do professor Luiz Albuquerque, criou o Observatório de Relações Internacionais para servir como banco de dados e plataforma de pesquisas sobre relações internacionais e direito internacional . O site alimenta nosso trabalho de análise de conjunturas, instrumentaliza nossas pesquisas acadêmicas e disponibiliza material para capacitação profissional. Mas, além de nos servir como ferramenta de trabalho, este site também contribui para a democratização da informação e a promoção do debate acadêmico via internet.

2 respostas em “The European Refugee Crisis and Syria Explained (Legendas em português)

  1. O documentário retrata a situação de calamidade que enfrentam os sírios que se dirigem à Europa para escapar da guerra civil em seu país, iniciada em 2011, com a repressão imposta pelo ditador Bashar al-Assad às manifestações da chamada Primavera Árabe e que perdura atualmente com a divisão do país entre grupos pró-Assad, rebeldes anti-governo, forças curdas, o Estado Islâmico e outras facções jihadistas, entre elas a Frente al-Nusra, ligada à Al-Qaeda. Fato importante de ser ressaltado é que segundo a Anistia Internacional 95% dos refugiados sírios estão em apenas cinco países: Turquia, Líbano, Jordânia, Iraque e Egito, enquanto apenas um número reduzido de refugiados está sendo aceita na Europa como um todo, o que caracteriza claramente um contrassenso ante as disparidades econômicas, sociais e de desenvolvimento humano. A UE tem responsabilidades, como um dos blocos de países mais abastados e desenvolvidos do mundo, e deve buscar a qualquer custo evitar a xenofobia, buscar uma flexibilização das fronteiras e da burocracia de entrada de refugiados nos seus países, e tem o dever, como parte da comunidade internacional, de cooperar com outros países e evitar o aumento da crise e possibilitar a garantia dos direitos humanos aos refugiados sírios. A situação atual, como exposta, viola claramente os direitos humanos e as normas de cooperação internacional, uma vez que em 1951 no preâmbulo da Convenção Relativa ao Estatuto dos Refugiados fixou-se que: “Considerando que da concessão do direito de asilo podem resultar encargos indevidamente pesados para certos países e que a solução satisfatória dos problemas cujo alcance e natureza internacionais a Organização da Nações Unidas reconheceu, não pode, portanto, ser obtida sem cooperação internacional. Exprimindo o desejo de que todos os Estados, reconhecendo o caráter social e humanitário do problema dos refugiados, façam tudo o que esteja ao seu alcance para evitar que esse problema se torne causa de tensão entre os Estados.”. Assim, diante desse quadro, nada mais justo e razoável, de que a UE dê o total suporte aos refugiados, garantindo os seus direitos e fomentando a cooperação internacional.

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