Putin explica como os Estados Unidos criaram o ISIS


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Sobre Luiz Albuquerque

O Núcleo de Estudos sobre Cooperação e Conflitos Internacionais (NECCINT) da Universidade Federal de Ouro Preto em parceria com as Faculdades Milton Campos, sob a coordenação do professor Luiz Albuquerque, criou o Observatório de Relações Internacionais para servir como banco de dados e plataforma de pesquisas sobre relações internacionais e direito internacional . O site alimenta nosso trabalho de análise de conjunturas, instrumentaliza nossas pesquisas acadêmicas e disponibiliza material para capacitação profissional. Mas, além de nos servir como ferramenta de trabalho, este site também contribui para a democratização da informação e a promoção do debate acadêmico via internet.

2 respostas em “Putin explica como os Estados Unidos criaram o ISIS

  1. Essa questão envolvendo a Síria e do Estado Islâmico, que tem neste país sua base mais forte, é muito delicada. É necessário fazer uma análise muito profunda, detalhada a respeito de tudo o que está envolvido, interesses políticos e econômicos. Interesses dos Estados Unidos, da Rússia, Turquia e, claro, os interesses do povo sírio. Essa suposta “guerra ao terror” é uma ótima desculpa para garantir a intervenção de outros países em questões muito delicadas de um determinado país. Muitas intervenções pautadas na suposta defesa de uma paz mundial, no fim do terrorismo. É aí que entra o interesse de países como Estados Unidos e Rússia, países que tradicionalmente sempre investiram muito na indústria bélica e vêm nessa área um grande potencial econômico. A produção aumenta, os empregos aumentam, o dinheiro circula mais fácil. E, no caso, a guerra não é no seu território, o que acaba estimulando ainda mais o “combate ao terror”. É claro que muitos grupos terroristas se armam por meio desses países, é interessante demais para eles. No caso do combate ao Estado Islâmico não foi diferente, os interesses são os mesmos. A história não mente, Estados Unidos sempre se coloca como o defensor da democracia e da paz, mas no fundo todos sabem que o interesse econômico sempre falou mais alto, um ótimo exemplo é do combate ao Saddan Hussein e suas supostas armas químicas. Rússia também tem seus interesses, procura exercer um domínio político daquela região. Enfim, é uma questão muito delicada, não existe um lado bom e um lado ruim, mas sim uma disputa de interesses, em que os interesses daqueles mais fracos, a população que sofre naquela região, é deixado de lado.

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