How Millions Of Migrants Are Entering Europe


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Sobre Luiz Albuquerque

O Núcleo de Estudos sobre Cooperação e Conflitos Internacionais (NECCINT) da Universidade Federal de Ouro Preto em parceria com as Faculdades Milton Campos, sob a coordenação do professor Luiz Albuquerque, criou o Observatório de Relações Internacionais para servir como banco de dados e plataforma de pesquisas sobre relações internacionais e direito internacional . O site alimenta nosso trabalho de análise de conjunturas, instrumentaliza nossas pesquisas acadêmicas e disponibiliza material para capacitação profissional. Mas, além de nos servir como ferramenta de trabalho, este site também contribui para a democratização da informação e a promoção do debate acadêmico via internet.

30 respostas em “How Millions Of Migrants Are Entering Europe

  1. Os emigrantes que tentam se refugiar na Europa têm encontrado inúmeras situações de risco. Além dos maus tratos sofridos nos países de origem- zonas de conflitos intensos- , fome, perseguições e medo de não conseguirem sobreviver, na travessia para o continente Europeu estão sujeitos a afogamento, inanição e sede.
    Muitos não conseguem chegar ao destino e, os que chegam, estão fracos demais para lutar contra qualquer coisa que os impeça de concluir sua fuga de uma situação desumana e de risco de vida.
    Desconsiderando tamanha injustiça e enorme sofrimento dos emigrantes, países Europeus têm fechado suas fronteiras e prendido essas pessoas, tratando-as como inferiores e até criminosos. Seria não menos que desumano, a meu ver, recusar-se a acolher esses povos ou, ao menos, dar-lhes auxílio para que possam sobreviver.
    Na Europa também são perseguidos. Fugiram de seus países para encontrar apoio e se depararam com rejeição.
    A comunidade internacional deve movimentar-se de forma a tentar encontrar nações que enxerguem a necessidade desse povo e sua situação de perigo. São crianças, idosos, pais e jovens que procuram por paz e por uma oportunidade de continuar suas vidas junto a um povo que as acolha e respeite. Nada mais. Devemos nos unir em um único povo- sem fronteiras, línguas e culturas que sirvam de barreira- a humanidade.

  2. Milhares de imigrantes Sírios vêm saindo de seu país, na busca de se refugiar da guerra, e tem como destino principalmente países europeus, levando em conta a esperança de uma vida melhor que estes países podem lhes oferecer . Para conseguir este refugio para o continente europeu, eles possuem três opções: entrar pela parte central do Mediterrâneo, onde sairiam mais ou menos ao sul da Itália, ir pela parte leste do citado mar e sair perto da região da Grécia e da Turquia, partindo dali para o centro do Europa, ou usando a rota pelos Bálcãs
    Porém, a travessia é seriamente perigosa, e nem todos conseguem chegar com vida aos destinos, muitas vezes morrendo por afogamento, sede ou inanição. O cansaço também se faz presente, e ajuda aumentar essa situação terrível,a tal ponto de torná-la desumana, visto que existem aqueles que percorrem seus trajetos apé, o que so faz aumentar o cansaço, a sede e a fome, e os recursos para saciá-los são muito limitados, e as distancias se fazem longas demais.. São seres humanos, que em sua terra natal vivenciam uma terrível situação de guerra, e que precisam de ajuda.
    Mas o que pra mim é o mais incrível, e que mais me chateia, é o fato de alguns países com boas condições de receptá-los fecham suas portas para os acontecimentos, e agem com enorme tranqüilidade frente aos fatos, dizendo que eles não tem a obrigação de refugiar ninguém, e contratualmente não tem mesmo, mas penso eu que a consciência humana deveria falar mais alto. Eles não estariam ajudando um regime político do qual discordam das normas, ou um governo extremamente autoritário, estariam ajudando seres humanos, que vão para um lugar desconhecido com suas mulheres, maridos, filhos em busca de uma vida digna, e de um lugar que possa ajuda-los como seres humanos que são.
    Portanto, os países do mundo inteiro, e principalmente os europeus deveriam ajudar quem esta necessitando, pois a Europa mesmo, em diversas oportunidades da historia, teve que ser ajudada por outros países. Isto não tem nada a ver com política ou algo parecido, seriam apenas pessoas ajudando seres humanos a sobreviver

  3. Segundo relatório da ONU, somente nesse ano mais de 300 mil imigrantes chegaram à Europa pelo Mediterrâneo, atraídos por melhores condições de vida. A crise migratória é resultado de diversos conflitos de natureza política e religiosa, que vem gerando pobreza e insegurança em países como Síria, Iraque, Líbia e Afeganistão.
    A resposta europeia tem sido incisiva, fechando fronteiras e limitando o ingresso de imigrantes. Entretanto, esta restrição excessiva não tem impedido a criação de novas rotas clandestinas, que muitas vezes resultam em tragédias. Os imigrantes colocam suas vidas e de suas famílias em risco, enfrentando situações de extremo perigo em uma desesperada tentativa de sobreviver.
    Atualmente uma crise econômica de proporções alarmantes assola o continente europeu, aumentando drasticamente a taxa de desemprego. Este é o principal argumento daqueles que advogam a favor de uma agressiva política anti-migratória e incentivam a crescente onde xenofóbica. Organizações internacionais e até mesmo o Papa tem se posicionado em relação à questão, intercedendo pelos refugiados. Infelizmente, muitos países parecem não se importar com os horrores que essa gente tem passado, ou com o espetáculo de cadáveres em suas praias. Não percebem que neste momento não deveriam existir turcos, alemães ou sírios. Mas sim seres humanos que precisam de ajuda.

  4. Atualmente a Europa passa por uma grande crise migratória . Imigrantes , principalmente refugiados da guerra que ocorre na Síria , procuram rotas arriscadas e desumanas na luta para fugir da situação de risco do pais de origem e na busca por um lugar que lhes ofereça dignidade.
    Os imigrantes para refugiar em algum pais europeu possuem três opções extremamente arriscadas . Na primeira rota eles passam pelo oeste dos Bálcãs , na segunda pelo leste do mediterrâneo e na terceira pelo centro do mediterrâneo . Fazem esses trajetos pelo mar ou pelo solo , em ambos passam por situações extremamente perigosas , muitos não conseguem chegar ao destino com vida e outros tantos chegam feridos . A submissão a essas rotas mostra o desespero para fugir do pais de origem , onde os indivíduos se encontram em situação de risco e intensa vulnerabilidade , sem garantia de direitos básicos . Alem disso , para piorar o quadro da luta desses seres humanos , os países europeus se recusam a receber grande parte dos imigrantes que chegam ate suas fronteiras , sendo que muitos desses Estados possuem plenas condições de receber um grande contingente de pessoas .
    Tendo em vista o exposto , os sujeitos de direito internacional precisam urgentemente tomar medidas para garantir a esses seres humanos o firmado na declaração universal de direitos humanos : uma vida digna e todos os direitos individuais inerentes da pessoa humana . Para isso , os países precisam ser solidários e flexíveis refugiando esses imigrantes , de modo a honrar com o compromisso de promover os direitos humanos . Alem disso , os órgãos e sujeitos internacionais precisam trabalhar em conjunto de modo a tentar procurar soluções de transportar esses imigrantes sem que eles precisem buscar essas rotas extremamente arriscadas .

  5. Desde o início do conflito na síria muitas pessoas foram obrigadas a deixar seus lares para poderem sobreviver. Esta pode ser considerada uma das maiores emergências humanitárias de toda a história.
    Segundo a ONU mais de um milhão de pessoas precisam de assistência e muitas delas não conseguem. A maioria das pessoas que estão fugindo da Síria e indo em direção a Europa estão fugindo da guerra civil que está ocorrendo. Com isto o continente Europeu se mostra dividido perante essa situação. Alguns países como Alemanha e Suécia tem se mostrado mais receptícios ao povo Sírio enquanto Reino Unido e Hungria nem tanto. Segundo dados da ONU “A maioria dos candidatos de asilados que chegaram à Europa nos últimos meses tem buscado países que pouco sofreram com a crise econômica, como Alemanha, Áustria e Suécia. Em 2014, os Estados-membros da União Europeia aceitaram 184 mil pedidos de asilo, segundo a Eurostat. O país líder na aprovação deste pedido é a Alemanha, com 47 mil pedidos aprovados, seguida por Suécia (33 mil), França (20 mil), Itália (20 mil), Suíça (15 mil) e Grã-Bretanha (14 mil).”
    O povo sírio está passando por uma situação muito delicada. O Brasil por outro lado tem recebido os refugiados e isso deveria ser feito por todos os outros países. São pessoas que saíram de casa apenas com a roupa do corpo e muitos perderam familiares. A maioria se submete a caminhos terríveis e perigosos por desespero para conseguir simplesmente sobreviver. É necessário que os sujeitos de direito internacional enxerguem isso e procurem ajudar de forma eficaz.

  6. O número de refugiados sírios já ultrapassou a casa dos milhões e tende a crescer. Países próximos à Síria, como Turquia, Líbano, Jordânia, Iraque e Egito, têm recebido refugiados, apesar nem todos conseguirem oferecer boas condições ou fornecer abrigo. Outros destinos aos quais os sírios apelaram, mais comentados pela mídia do que os no Oriente Médio, são Estados europeus, que diante de tal situação aceitaram o desafio de solidariedade pelo povo que busca, antes de tudo, paz, e abriram suas fronteiras. Esse ato demonstra, sem sombra de dúvida, uma mudança de paradigma para a comunidade internacional. Não é assim tão surpreendente ver alguns países aumentando as barreiras para a entrada de imigrantes, uma vez que receber tamanho número de pessoas exige uma estrutura que seja capaz de abrigá-las e de evitar que elas venham a viver nas ruas ou causar transtornos para a população local. Alemanha, França, Suécia, entre outros países, que se dispuseram a abrir as portas para os refugiados, terão que estabelecer novas prioridades e criar políticas que garantam, no mínimo, emprego e abrigo a um número significativo de sírios, de outra forma, a taxa de criminalidade poderia aumentar e a qualidade de vida, diminuir. Levando em conta que o país tenha condições de oferecer dignidade a essas pessoas, ele deve buscar formas de facilitar o deslocamento evitando, consequentenmente, tantos acidentes e mortes como tem ocorrido.

  7. De acordo com pesquisas feitas para adentrar e melhorar meu aprofundamento nesse problema que agrava cada dia mais a situação dos imigrantes e da Europa, dados da ONU demonstram que o número de imigrantes (refugiados) desse ano em relação a mesma época do ano passado já é muito superior, situação preocupante que agrava e demonstra a preocupante guerra na síria e a importância do asilo para refugiados.
    De acordo com dados da ONU (Organização das Nações Unidas), cerca de 2,5 mil imigrantes se afogaram no mar Mediterrâneo neste ano vítimas dos muitos barcos superlotados que tentam chegar à costa da Itália e da Grécia, os sobreviventes em grande parte ainda são vítimas de roubo entre outros crimes, agravando ainda mais a situação da crise imigratória.
    Os principais refugiados fogem da guerra civil da Síria, logo após vem afegãos dentre outros, o asilo vem sendo concedido mas porém de forma maneirada e selecionada, a Alemanha e um dos maiores focos da UE e conta com um número de quase 800.000 imigrantes tentando entrar em seu território.
    Os países da união européia estão tentando instalar planos de cotas para ajudar no número de refugiados, porém até quando essa solução é justa?
    Uma imagem que chocou o mundo ha umas duas semanas atrás sobre o garoto sírio afogado, demonstra exatamente o ponto chave da discussão, negar asilo por falta de condição ou deixar refugiados morrerem e o caos ser ainda maior.
    A ONU deve se reunir com os países soberanos para tentarem organizar uma maneira de ajudar os países que precisam de asilo e não se prejudicarem, talvez uma divisão justa dos refugiados pelos países dispostos a se solidarizar.

  8. Diante o cenário mundial que vivemos , dezenas de milhares de pessoas mudam de seus paises de origem em buscar de outras oportunidades, melhores condições de vida que quase sempre não são atendidas. A Europa tem sido um grande ninho para “acolher “esses imigrantes, o problemas são os dados estatísticos, como citado no vídeo , estima-se 800.000 pedidos de asilo dos imigrantes no território alemão , porem só 500.000 terão seu asilo concedido , e estes 300.000 , para onde vão ? como vão ? É um problema grave, o vídeo nos mostra rotas, e mais rotas utilizadas para se acessar a Europa citando inclusive seus valores aproximados (continente o qual recentemente tem feito programa de estudantes, ja que é considerado o continente velho , devido a idade se sua população e a clara necessidade de mais jovens em seus territórios). Mas seria mesmo esta a solução ? a imigração esta cada vez maior e mais descontrolada , pessoas morrem antes mesmo de chegar ao seu destino final. Inteligente seria criar politicas econômicas e sociais que despertassem o interesse da população de se manter em seu pais, ou caso realmente haja o desejo de imigrar que seja de forma licita, segura, e controlada.

  9. A Europa recebe milhões de imigrantes todos os anos. O continente europeu, esta territorialmente próximo de áreas que passam por sérios conflitos. Guerras civis, instabilidade politica e terror fazem parte do cotidiano de países do Oriente Médio, como é o caso da Síria e Afeganistão, que estão em guerra civil, e outros tantos da África. O histórico de imigração já existe a vários anos, mas se intensificou no ultimo ano. Cidadãos descontentes com a situação extremamente precária de seus países de origem, arriscam tudo, deixam o pouco que tem para trás além de família, cultura e pátria em busca da promessa de uma vida digna.
    Promessa que pode muito bem nunca chegar a ser realizada. Os meios de imigração são extremamente perigosos e arriscados. O caminho mais rápido e pelo mar, mas as embarcações não são seguras e muitos imigrantes afogam durante o trajeto. Alguns escolhem fazer o trajeto por terra, seja a pé, de carro, trem ou ônibus, apesar dos riscos serem maiores. Mesmo que refugiados consigam chegar ao seu destino, não é garantido que receberão asilo politico. Afinal vários outras centenas de milhares de refugiados também terão que ser acomodados, acomodação essa que implica muitos encargos para os países recebedores.
    Obviamente, é dever dos países de acordo com a concepção dos direitos humanos, fazer esforço para acomodar aqueles que estão em extrema necessidade. Os Países que temais recursos estão fazendo esse esforço humanitário, porem existem limites. É previsto que 800.000 refugiados cheguem a Alemanha nesse ano, o pais, no entanto, poderá receber apenas 500.000. É muito triste que um numero tão grande de pessoas fiquem desamparadas, mas os países recebedores estão fazendo o melhor que podem para acomodar esses cidadãos “expulsos” de sua pátria.

  10. É lamentável o tamanho risco que os imigrantes devem se expor por meramente buscarem uma vida pacífica. Se quisesse, a União Europeia poderia mudar tremendamente essa situação, porém países como a Áustria e Hungria resolveram fechar suas fronteiras.
    A maior razão de atitudes como essa são os medos infundados que possui o mundo ocidental com relação aos imigrantes, como o aumento da criminalidade e o drástico aumento do islamismo na União Europeia.
    Como já dito anteriormente, esses medos são infundados, pois aceitar mesmo se fossem aceitos TODOS os quatro milhões de refugiados , o aumento do islamismo na Uniao Europeia aumentaria apenas em 1%. O medo do aumento da criminalidade também é incorreto, pois os refugiados que viram imigrantes tem muito menos chance de cometer crimes do que a população nativa.
    (fonte : https://www.youtube.com/watch?v=RvOnXh3NN9w)

  11. Os cidadãos que se abrigam em vários países fugindo da guerra civil principalmente síria, vem tendo inúmeros problemas para permanecer nestas nações onde a esperança de melhoria de vida e segurança são mais reais. Os refugiados que tem procurado principalmente a Europa e sua economia aquecida, tem gerado críticas sobre sua permanência nesses países pois milhares de cidadãos pátrios são contra a entrada de tantos estrangeiros.
    Números recentes mostram que milhares de pessoas estão usando uma rota perigosa através dos Bálcãs para chegar à Alemanha e a outros países do norte da União Europeia, muitos destes que se arriscam morrem junto com sua família inteira que tentava uma vida mais digna fora da Síria.
    Neste momento todos os países deveriam se compadecer da tragédia em que estão vivendo estes sírios e os abrigarem, os que possuem mais recursos, economia mais estável, poderiam se atentar ainda mais ao princípio da dignidade da pessoa humana e fazer com que inúmeras famílias consigam sobreviver de maneira digna e segura em uma pátria em paz.

  12. Os conflitos no Oriente Médio existem ha milenios e perduram desde o tempo bíblico. Mas, atualmente, podemos citar os conflitos que tiverem sede nos países do Oriente Médio e do norte da Africa, que sofrem com disputas de cunho religioso e político originados na primavera árabe. Esse fenomeno, ficou mundialmente conhecido como uma onda revolucionaria de manifestaçoes e protestos, oriundas das redes sociais, que resultou em guerras civis, como na Líbia e na Síria e na derrubada de 3 chefes de Estado: Zine El Abidine Ben Ali da Tunísia, Hosni Mubarak do Egito e Muammar al-Gaddafi da Líbia. Assim, nao se pode afirmar que a migraçao para a Europa teve inicio na primavera árabe, uma vez que ela sempre existiu, principalmente em países como França, Inglaterra e Grécia, mas pode-se afirmar que tem aumentado desde da sua ocorrencia. Aumentado tanto, que eclodiu na crise dos refugiados de 2015, provocada por uma qualidade de vida tao sórdida em determinados países, que pessoas se tornaram dispostas a largar suas casas, pagar quase 2500 dólares para arriscar sua vida e de sua família e só talvez conseguir chegar em outra terra.
    Vários países se destacam pelos altos números de imigrantes, mas entre eles, podemos citar😮 Afeganistao, a Líbia, o Iraque e a Síria. Assim, desde 2001 o Afeganistao sofre instabilidades com os conflitos entre Estados Unidos e o Taliba causando as migracoes; a Líbia, por sua vez, sofre com dois Parlamentos e dois governos rivais desde que seu líder, Muammar al-Gaddafi foi deposto; no Iraque, o grupo terrorista conhecido como ISIS aterroriza a populaçao, com atos crueis e desumanos, que também é o problema da Síria, que desde de 2011 enfrenta uma sangrenta guerra civil onde brigam tropas leais ao regime de Bashar al Assad, vários grupos rebeldes, forças curdas e organizações jihadistas. Assim, pergunta-se como é possível viver em um cenário tao infame que nem Hollywood é capaz de reproduzir.
    A Uniao Europeria, por sua vez, destino dos refugiados recebeu só esse ano, mais de 220 mil imigrantes, que entram pela Italia, Grécia e Croácia para seguir viagem com destino aos países mais ricos, como Alemanha, Noruega, Dinamarca e Suécia. Assim, se por um lado a populaçao se mostra solidaria, como na Alemanha, que vários motoristas se dispuseram a ir na Austria de carro buscar alguns imigrantes, por outro, observamos o primeiro ministro húngaro fazendo comentários como: “Se não defendermos nossas fronteiras, de novo e de novo, virão dezenas de milhões à Europa”, e tomando medidas drásticas para conter suas fronteiras.
    Por fim, a Europa se encontra perdida sem saber como alocar tantos refugiados ou como cuidar para que os Direitos Humanos nao sejam violados, enquanto cada vez mais e mais refugiados emergem das violentas guerras em busca de uma vida. E, ainda, a grande potencia, Estados Unidos, discute com a Rússia como intervir na Síria.

  13. O mundo está passando hoje por uma intensa fase de imigração. Os conflitos sírios têm feito com que cada vez mais famílias deixem tudo em busca de um pouco de paz. O fato é que, com isso, milhares de pessoas nessa situação têm imigrado para outros lugares, principalmente para a Europa.
    O vídeo mostra, as diversas maneiras pelas quais esses refugiados têm tentado chegar ao território europeu. O desespero é tão grande, que essa imigração ocorre de um modo perigoso, arrisca-se a própria vida na tentativa de fugir dos conflitos. Além disso, é preciso enfatizar que, no entanto, o continente não está preparado, nem possui suporte para receber essa quantidade de pessoas, que quando conseguem chegar ao destino em questão, muitas vezes, possuem apenas a roupa do corpo. Sendo assim, a quantidade que será devidamente recebida é extremamente inferior à expectativa real imigrantes.
    Tal situação mostra a necessidade que essas pessoas estão tendo de receber asilo político e como a situação no país de origem dessas está calamitosa.

  14. A guerra sempre foi motivo para que as pessoas abandonassem suas raízes e procurassem lugares mais seguros nos quais elas poderiam seguir com suas vidas. Infelizmente em pleno século XXI, essa realidade ainda persiste para diversas famílias do mundo, principalmente as que vivem em alguns países situados no Oriente Médio. Os conflitos civis estão ocorrendo em países como Síria, Egito e Afeganistão, e estão forçando essas pessoas a se deslocarem para a Europa, que desde muito tempo, atrai milhares de pessoas, já que o velho continente sempre foi conhecido por sua riqueza e boas oportunidades.
    A entrada se dá principalmente pelo Mar Mediterrâneo, pois além do trajeto ser mais curto o preço cobrado pelos aliciadores para a travessia é mais baixo. Porém, o risco de morte é extremamente alto, devido às correntes marinhas intensas, mas principalmente pelos barcos que carregam pessoas muito além de sua capacidade normal. Quem consegue efetuar essa travessia, segue por terra a procura pela acolhida por um país europeu.
    É iniciado então, um processo de asilo político por parte desses imigrantes o que é uma tarefa extremamente árdua, já que as nações européias não são conhecidos pela sua boa receptividade com estrangeiros que decidem se estabelecer em suas áreas. Então, o que deverá ser feito com essas pessoas? Devolvê-las a seus países de origem, para que elas corram o risco de morrer?
    A solução imediata, é que através da diplomacia os países europeus se organizem e distribuam essas pessoas em seus territórios. O que não pode acontecer, é elas continuarem a serem tratadas como coisas e não como seres humanos. Afinal, todos nós merecemos ter uma vida digna independente do lugar em que nos encontramos.

  15. A Europa é, historicamente, um continente muito procurado por emigrantes de todas as partes do mundo. Isso é explicado pelas boas condições e oportunidades que este continente tem a oferecer. Atualmente, estamos passando por uma crise migratória, reflexo dos diversos conflitos , instabilidades políticas e guerras civis que vêm assolando o Oriente Médio, bem como alguns países do continente Africano. Milhares de pessoas, especialmente os Sírios, têm tomado como destino o continente europeu, em busca de uma vida digna, deixando para trás a família, amigos cultura e pátria. Porém, com a intensificação deste problema, tal sonho da vida digna, não tem se concretizado em muitos casos, já que várias destas pessoas optam por trajetos extremamente perigosos, mesmo conhecendo os riscos, para ter acesso ao continente europeu. A entrada vem se intensificando bastante pelo Mar Mediterrâneo, uma vez que o trajeto é mais curto e menos oneroso. Sendo assim, as embarcações, muitas vezes sem segurança alguma, ficam abarrotadas de pessoas de todas as idades e sexo e viajam quilômetros por trechos, conhecidos por serem extremamente perigosos e instáveis. Por isso, milhares de pessoas morrem durante o trajeto, por afogamento e até mesmo fome e desidratação, uma vez que passam inúmeros dias em embarcações totalmente sem estrutura. Ainda, mesmo os que conseguem alcançar o território europeu, após caminhar muitos quilômetros ainda por terra, têm a incerteza do asilo político. Além da fama de ser o continente de riquezas e oportunidades, a Europa é muito conhecia pela sua péssima recepção aos estrangeiros. A xenofobia é algo muito recorrente e comum, portanto muitos emigrantes são mal-tratados, sofrendo diversos tipos de preconceito e rejeições, mesmo após passar pelo enorme sofrimento de ter que deixar suas respectivas pátrias e vidas para trás e pelos riscos que passaram no decorrer do percurso. A violência em relação a essas pessoas vem aumentando, uma vez que a procura pelo continente é muito alta – estima-se mais de 800.000 pedidos de asilo político – . Ainda, muitos países europeus não possuem espaço para receber tamanho número de refugiados. Alguns países, como a Alemanha, vem se solidarizando com a situação e abrindo suas fronteiras para recepção dos refugiados, entretanto, ainda não é suficiente devido a alta procura. Espera-se portando, que essa busca por uma solução deste problema continue, e que a compreensão e ajuda de outros países europeus só se intensifique, pois se trata de um problema que envolve um ser humano, famílias, que merecem uma vida digna e amparo.

  16. “Mais de 300 mil imigrantes já arriscaram suas vidas tentando atravessar o Mediterrâneo neste ano, segundo as Nações Unidas. Em todo o ano passado, foram 219 mil pessoas.
    Cerca de 200 mil pessoas desembarcaram na Grécia desde janeiro, enquanto outras 110 mil chegaram à Itália. A maioria dos que chegam às terras gregas optam pela viagem relativamente curta entre a Turquia e as ilhas de Kos, Chios, Lesvos e Samos – em frágeis botes de borracha ou em pequenos barcos de madeira. A viagem entre a Líbia e a Itália é mais longa e arriscada.”

    É evidente que os imigrantes correm riscos enormes ao tentarem atravessar clandestinamente o Mediterrâneo, como comprova a triste noticia dos dois barcos com cerca de 500 imigrantes afundaram após deixar Zuwara, na Líbia, em 27 de agosto. Mas é evidente que eles optam por esse tipo de transporte devido a falta de opções mais seguras, levando em consideração que muitos deles saíram as pressas de seus países originários.

    Os imigrantes que conseguem chegar, após muitas dificuldades enfrentadas, à Europa muitas vezes são recebidos com tiros de borracha e bombas de efeito moral, o que é lamentável. Os países da União Europeia estão tentando acordar uma politica de asilo, a fim de conseguir melhor administrar esse grande fluxo de imigrantes, que chegam em busca de trabalho e melhores condições de vida, através do estabelecimento de ‘quotas de imigrantes’.

    Site utilizado para consulta: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/08/o-que-ha-por-tras-da-crise-de-imigrantes-na-europa.html

  17. Essa movimentação em massa de pessoas para a Europa, é claramente uma questão de Direitos Humanos, as pessoas estão saindo de seus países para buscar um lugar mais seguro para viver, é notório que a guerra civil na Síria necessita urgentemente de uma intervenção, primeiramente diplomática e se não resolver até mesmo o uso da força. Pois o que a Europa está fazendo ao receber os refugiados nada mais é do que uma solução paliativa, muitos sírios deixam suas raízes, seu trabalho sua família e sua dignidade, por exemplo no Brasil ouvi uma reportagem de um Engenheiro Sírio que trabalha como atendente em uma padaria, não que a profissão seja indigna, mas o profissional em seu país estudou para exercer uma profissão. Com essa migração forçada muito em breve veremos os reflexos culturais e populacionais nas nações Europeias e o pior milhares de pessoas já morreram e muitas ainda vão morrer, enquanto na ONU ou as nações não intervirem.

  18. A situação de deslocamento populacional para a Europa já é antiga, mas acentuou-se, sobremaneira, nas últimas décadas. Enormes contingentes de imigrantes ilegais arriscam-se na travessia do Mar Mediterrâneo em barcos precários na pretensão de conseguir emprego, melhores condições de vida e refúgio. A efetiva solução dessa questão, no entanto, ainda se apresenta distante. A complexidade e a gravidade do problema com a imigração exigem múltiplas ações e, claro, muito dinheiro.
    As consequências do maior fluxo migratório que o continente europeu já enfrentou são sentidas em diversas esferas: no âmbito político, partidos nacionalistas extremistas (alguns abertamente xenófobos) ganharam espaço em muitas nações; na economia, países como Grécia, Malta e Itália gastam milhões por ano para manter funcionando abrigos e operações de resgate no mar; na área social, Alemanha, Holanda e Suécia, mesmo enfrentando resistência de suas próprias sociedades, tentam integrar os imigrantes com custosos programas de inserção que envolvem aulas de línguas e cursos de formação profissional.
    Economicamente, a Europa, como um todo, tem condições de absorver os imigrantes que buscam emprego e melhoria de vida, assim como os que procuram fugir de áreas de conflito, considerando que, apesar das altas taxas de desemprego, há no continente muitos postos de trabalho que estão vagos, uma vez que existem empregos como os ‘DDD jobs’ [empregos sujos, perigosos ou pesados, tradução de dirty, dangerous and demanding jobs], que os cidadãos da UE simplesmente não querem mais e os refugiados poderiam preencher essas vagas.
    No âmbito político, todavia, os governos nacionais devem considerar um grande custo a ser enfrentado. Apesar de nem todas as pessoas contrárias à imigração serem xenófobas e “racistas”, elas, no geral, não confiam mais nos partidos convencionais e, por essa razão tendem a votar em plataformas mais nacionalistas. Os partidos de extrema-direita tem capitalizado essa frustração e hoje integram o jogo político em muitos países. Tem-se assim, um ciclo vicioso alimentado pelo paradigma do desejo de manter os imigrantes fora do continente. Quanto mais difundida e compartilhada for essa concepção mais combustível será dado aos partidos com plataformas mais nacionalistas. Esses empenhar-se-ão cada vez mais à manutenção do raciocínio anti-imigrantes na Europa, difundindo e compartilhando esse paradigma. É uma situação delicada e de difícil rompimento.
    Insta frisar que em função da soberania, a política está intimamente relacionada ao direito internacional, apesar desse não se resumir a meros arranjos políticos. O problema da imigração tornou-se tóxico ao discurso e às ações políticas. E, assim, a discussão do assunto, tanto em alguns países quanto na esfera continental como um todo, é cada vez mais difícil e, consequentemente a solução cada vez mais distante.
    Acredita-se que um dos caminhos possíveis à ruptura desse quadro seja a intervenção das Organizações Internacionais, como a ONU e a UE, já que possibilidade econômica da recepção dos imigrantes na Europa está atrelada à uma política continental de imigração – e não só a muitas peças de legislação em diferentes países sem acordo político sobre vários pontos. A Europa deve aceitar cotas de refugiados de zonas de guerra ou de países em crise e distribuir essas pessoas por toda sua extensão territorial. Vale ressaltar também o caráter humanitário envolvido na questão dadas as condições de baixa qualidade de vida dos países (de origem do fluxo migratório) e às situações às quais os imigrantes se submetem no percurso de imigração – evidenciadas pelo elevado número de mortes durante o trajeto.

  19. Os conflitos na Síria pais do Oriente Médio, deixou de ser uma simples “luta por poder” e passou também a abranger aspectos de natureza sectária e religiosa, com diversas facções que formam a oposição combatendo tanto o governo quanto umas às outras. O que faz com que cada vez mais famílias procure por asilo em outros países, principalmente na Europa, motivados pela busca de paz e melhores condições de vida, acreditando na mudança de vida, porem como e mostrado no vídeo as diferentes formas utilizadas pelos imigrantes para chegar a Europa, correndo risco de vida e em condições desumanas.
    Vale ressaltar que a Europa não esta preparada para receber esse grande numero de imigrantes, já que exige uma estrutura que seja capaz de proporcionar abrigo e condições básicas de sobrevivência, sendo assim alguns países aumentaram as barreiras para a entrada de imigrantes o que vem causando mais mortes.

  20. Milhares de imigrantes de origem Síria e Iraquiana tem deixado seus paisas devastados pelas guerras civis e buscado refugio na Europa. Os imigrantes acreditam que no continente europeu encontrarão as condições de vida que foram bruscamente lhes privada pelo início da guerra.A travessia é seriamente perigosa, e nem todos conseguem chegar com vida aos destinos, muitas vezes morrendo por afogamento, sede ou inanição. O cansaço também se faz presente, e ajuda aumentar essa situação terrível,a tal ponto de torná-la desumana, visto que existem aqueles que percorrem seus trajetos apé, o que so faz aumentar o cansaço, a sede e a fome, e os recursos para saciá-los são muito limitados, e as distancias se fazem longas demais.. São seres humanos, que em sua terra natal vivenciam uma terrível situação de guerra, e que precisam de ajuda.

  21. A Europa está passando por uma crise humanitária, diante do grande número de imigrantes que estão procurando asilo, em razão de estarem fugindo de guerras civis e da pobreza. Diante disso, o grande conflito que surgiu para a comunidade europeia é a questão de como realocar e dividir toda essa população de imigrantes, de maneira justa e igual entre os países do continente europeu. Os imigrantes chegam dos mais diversos países como Síria, Afeganistão, Nigéria, Kosovo, entre outros. A travessia para o continente europeu é perigosa tendo como consequência, dessa tentativa de fugir das zonas de conflito, a morte de inúmeros imigrantes ao longo do percurso. Em detrimento disso, é responsabilidade do Direito Internacional e das Nações Unidas lidar com esse fato, buscando soluções juntamente com os países europeus para minimizar todos os possíveis danos, tanto para os próprios imigrantes, quanto para a população europeia. Nesse sentido, os imigrantes devem ter seus direitos respeitados, para isso, além da concessão dos asilos é necessário conscientizar a população europeia da importância da proteção desses imigrantes, evitando, assim, a disseminação de preconceitos frente a chegada dessas pessoas no território europeu.

  22. Surge o desafio para a Europa de se adequar diante da atual situação de, primeiramente, identificar e obter soluções para a densidade de imigrantes que tem chegado à Europa e ponderar se há espaço para todos e o que fazer a partir daí como a importância de emprego, saúde e moradia para estes, ou então estabelecer medidas protetivas que impeçam a penetração dos mesmos no território europeu. Nenhum governo deveria ter o direito de impedir a tentativa de sobrevivência de um povo. Tem sido observado a falta de humanidade do povo em querer preservar o bem da Europa pelo simples fato de não querer “poluir” o espaço. Posto a isso, os governos deveriam se aliar para receberem esses imigrantes de forma passiva e organizada, porém sem deixar de lado uma fiscalização rigorosa; já que o número de pessoas só cresce há aqueles que tentam se aproveitar com a oportunidade, como aqueles que vendem as passagens ilegais seja pelo Mar, ou qualquer outro meio de transporte; além da possibilidade de o Estado Islâmico se aproveitar do caos que está para infiltrar terroristas no território europeu.
    Diante do exposto, conclui-se que urge a necessidade de políticas que visem o âmbito interno e externo, porque o problema toma proporções gigantescas e as consequências dele são vistas em todas as partes do mundo.

  23. O grande fluxo migratório de países do Oriente Médio para a Europa que ocorre na atualidade é decorrente de um desespero perante às guerras e situações de pobreza encontradas nesses países. Desespero esse que faz com que milhares de famílias deixem suas vidas para trás e arrisquem suas vidas na busca de um lugar com melhor perspectiva de vida. A Europa, por ser considerada um continente com qualidade de vida e de oportunidades, é o principal destino e tem muitas de suas fronteiras lotadas de pessoas, todos os dias, com esperança de conseguirem abrigo e uma nova chance de viver. Porém, ela não pode ser a única responsabilizada por garantir os direitos e segurança desses refugiados. Além do mais, os países que os estão recebendo podem não ter estrutura e condições suficientes para mantê-los (um exemplo disso é a Alemanha, que tem como expectativa a chegada de mais de 800 mil refugiados, mas pretende abrigar 500 mil). Portanto, o mundo inteiro deveria se solidarizar e se mobilizar para tentar, de alguma forma, ajudar tais pessoas, bem como cabe ao Direito Internacional e às Nações Unidas encontrar meios de auxiliar esses países de modo que o asilo político seja feito de forma justa, não os prejudicando e nem prejudicando os refugiados. Além disso, é necessário buscar medidas para amenizar os problemas enfrentados nos países de origem, como a pobreza e a desigualdade, e também tentar encontrar uma forma de solucionar os conflitos com grupos extremistas como o Estado Islâmico, para que situações como as vividas por essas pessoas diminuam e elas não tenham que abandonar tudo em busca de sobrevivência.

  24. A questão da migração dos refugiados Sírios tem se agravado nós últimos meses, causando discussões sobre como lidar com refugiados, países como Brasil, Alemanha e Islândia tem recebido muitos imigrantes, outros países como a Hungria fecharam suas fronteiras e alegam não poder receber os sírios por motivos econômicos. Muitos dos países que se posicionaram contra os refugiados pelos seus custos raramente reconhecem os diversos benefícios que estes imigrantes trazem, pois, com a implosão demográfica europeia os imigrantes aumentam número da população economicamente ativa e aumentam a taxa de natalidade que anteriormente estavam muito baixa, em certos países imigrantes representam 40% da natalidade do país. Apesar de calorosa recepção em países como a Suécia, a Islândia e a Alemanha os sírios ainda tem um longo caminho pela frente entre dificuldades de arrumar empregos, moradia e alimento eles teram que lidar com a xenofobia e a islamofobia.

  25. Do mesmo modo, a entrada de imigrantes vindos da África e da Ásia acentuou-se com a globalização e os impactos negativos que este processo tem produzido em todo o mundo pobre. Para muitos europeus a xenofobia está associada ao raciocínio simplista que relaciona o desemprego acentuado na Europa das últimas décadas à presença do estrangeiro. Alega-se, em alguns países da Europa, que muitos empregos foram tomados por grupos de origem imigrante em detrimento de verdadeiros europeus.
    A onda de violência detonada pelos jovens suburbanos na França, em outubro de 2005, pode ser atribuída ao colapso do Estado de Bem Estar Social que abandonou na última década, sistematicamente, a população mais pobre. Mas, é também fruto da intolerância e do racismo. Estes jovens são filhos ou netos de imigrantes, nascidos na França e, portanto, de nacionalidade francesa.
    Esta não é só uma realidade da França, mas de diversos países da União Européia, que temem que os distúrbios possam se espalhar por outros países do continente. O fato de terem nascidos na França, Alemanha, Inglaterra, Itália não os tornaram verdadeiros franceses, ingleses, alemães ou italianos. Na prática é assim que parte expressiva da sociedade destes países vê seus vizinhos suburbanos de ascendência argelina, marroquina, turca, senegalesa, paquistanesa, hindu.

  26. Há uma clara crise humanitária ocorrendo nesse momento, milhares de refugiados chegam ás fronteiras europeias fugindo das guerras.
    A pobreza, violência provindas principalmente das regiões do Oriente Médio e da Africa fazem com que esse quadro se agrave.
    O me choca é o fato da capacidade governamental desses Estados de conseguir uma abertura, quebra de barreiras, para um trânsito livre de capitais e de informação, enquanto para casos como os vistos acima simplesmente aparecem cada vez mais cercas e muros voltados ao impedimento desse abrigo.
    Parece uma inversão de valores, mas na verdade aos poucos podemos chegar a conclusão que esses são os nossos valores, os valores capitais interessam primeiramente.

    Alguns países acabam tendo que suportar a maior parte dos resultados de tal crise pela ineficiência, seja ela culposa ou dolosa, de alguns países que teriam condições para amenizar os prejuízos ás vidas dessas pessoas.
    Como é o caso da Itália e da Grécia.

  27. A guerra na Síria tem se intensificado exponencialmente com o advento do Estado Islâmico (ISIS) dentro do território sírio á partir da fronteira oriental com o Iraque. Os combates entre as forças do regime de Assad e os rebeldes (FSA) apoiados pelo ocidente e pela Arábia Saudita tiveram o seu auge de intensidade no ano de 2013 em que ocorreram as épicas batalhas de Daraya, Aleppo e Homs, tais batalhas vinham caindo em intensidade, e o exército Árabe Sírio (SAA) com o apoio da Rússia e mesmo com intervenção direta de Israel em seu desfavor começou a virar o jogo e ganhar terreno contra os rebeldes. Porém o advento da força conhecida como “ISIS” produto do vácuo de poder deixado pela queda do ditador Saddam Hussein graças as forças americanas em 2003, e até mesmo produto do financiamento de aliados dos EUA no oriente médio, tais como o regime Saudita e Israel, segundo alguns investigadores, está sendo causa de desestabilização completa da região. Até mesmo os curdos e sua milícia armada, o Peshmerga se levantaram contra tamanho extremismo e destruição do ISIS, e em 2014 travaram a épica batalha de Kobane com apoio aéreo da OTAN. Apesar da vitória ao norte o Estado Islâmico tem avançado profundamente sob o território sírio. Com a chegada dos Russos para apoiar Assad, temos pelo menos seis facções em guerra no país, o SAA, O FSA, o Peshmerga, o ISIS, o Hezbollah e agora os Russos, além de forças especiais Iranianas, Britânicas, Americanas e mercenários. Sob tamanha pressão é de se compreender que a população não tenha esperança no fim das hostilidades tão cedo e decidam abandonar suas terras afim de salvar suas famílias dos combates, bombardeios e das barbaridades do ISIS. Com essa situação, a Europa é visada como destino principal dos imigrantes e recentemente tem sofrido uma enorme onda de chegada de refugiados sírios. Eles tem feito a jornada por três rotas diferentes, a rota do leste do mediterrâneo, atravessando por terra através de Istanbul, a rota do oeste dos Balcãs, subindo pela Grécia em direção a Alemanha e a rota central do mediterrâneo, subindo da Líbia em balsas e jangadas em direção à Itália, se expondo ao risco de naufrágio e afogamento. Muitos dos países Europeus como a Hungria e a Áustria fecharam suas bordas para os imigrantes, temendo a falta de infraestrutura necessária para recebê-los, a entrada de grupos extremistas em seus países e até mesmo o fundamentalismo religioso que possa ser arraigado em suas culturas. O país que está sendo mais receptivo quanto aos imigrantes é a Alemanha, porém em sua posição altruística os alemães tem se deparado com demonstrações extremistas, até mesmo de apoio ao Estado Islâmico e confrontamentos com a polícia. Uma situação muito delicada que envolve a preservação da cultura e do modo de vida dos europeus de um lado e o sentimento altruístico humanitário de ajuda a essas populações sofridas de outro, cenário em que fica difícil de delimitar as bordas do preconceito e xenofobismo.

  28. Um dos assuntos mais atuais que vem sendo discutido no mundo e principalmente por toda a Europa são a situação dos refugiados que estão imigrando para o continente Europeu fugindo das Guerras Civis e Regionais e da pobreza e fome na África e no Oriente Médio. Já não é de hoje que muitos países europeus convivem com o a imigração para seus países, muito menos que as Guerras e miséria assolam sem solução o Oriente Médio e a África. Além disso, fatores importantes vividos neste contexto são a xenofobia e a negativa natalidade vivenciada nos países europeus. Porem este assunto ganhou destaque mundial este ano, houve um aumento considerável na imigração ilegal na Europa. Mais especificamente de refugiados que sofrem com a ebulição de severas Guerras nos continentes vizinhos. E como lidar com isso? Muitos governos têm se perguntado sobre isso, à medida que, o numero de imigrantes e estrangeiros começa a ser maior do que os nacionais e à medida que, a pressão popular agravada pela grande quantidade de xenofobia. Isso em contra senso com a imagem internacional a ser zelada pelos países e o apelo humanitário também muito difundido. O que tem se observado em todos os países europeus mescla estes dois cenários no que comina num combate velado e silencioso há entrada dos refugiados. Levando a uma intensa movimentação diplomática interna e externa. O que pode até impulsionar avanços no Direito Internacional.

  29. Um recente relatório da ONU diz que mais de 300mil imigrantes sírios já arriscaram suas vidas tentando atravessar o mediterrâneo, como já dito em vários jornais, as três rotas citadas no pequeno vídeo, são chamadas de “rotas da morte”, pois segundo a Organização Internacional de Migração (OIM), desde 1988, 20 mil pessoas morreram na travessia do mar entre a África e o sul da Europa, uma média de 800 mortes por ano. Esses acontecimentos trazem a tona um problema que a União Europeia está enfrentando desde a primavera árabe, onde africanos que não suportam a situação degradante em que seus países passam, pelo fato da pobreza e conflito civis, não conseguirem ter o mínimo de qualidade de vida e humanidade. Vários países da Europa barram estes imigrantes, mas qual seria a coisa certa a se fazer? Penso que o mais certo nesse momento é adotar o que a ONU disse, que é abrir os olhos diante desta situação e tentar dar soluções mais humanitárias ao problema.

  30. O histórico de imigração já existe a vários anos, mas se intensificou no ultimo ano. Cidadãos descontentes com a situação extremamente precária de seus países de origem, arriscam tudo, deixam o pouco que tem para trás além de família, cultura e pátria em busca da promessa de uma vida digna.
    Promessa que pode muito bem nunca chegar a ser realizada. Os meios de imigração são extremamente perigosos e arriscados. O caminho mais rápido e pelo mar, mas as embarcações não são seguras e muitos imigrantes afogam durante o trajeto. Alguns escolhem fazer o trajeto por terra, seja a pé, de carro, trem ou ônibus, apesar dos riscos serem maiores. Mesmo que refugiados consigam chegar ao seu destino, não é garantido que receberão asilo politico. Afinal vários outras centenas de milhares de refugiados também terão que ser acomodados, acomodação essa que implica muitos encargos para os países recebedores.

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