Pepe EScobar na RT: “‘China V-Day parade sending multiple messages to Asia and West’ “


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Sobre Luiz Albuquerque

O Núcleo de Estudos sobre Cooperação e Conflitos Internacionais (NECCINT) da Universidade Federal de Ouro Preto em parceria com as Faculdades Milton Campos, sob a coordenação do professor Luiz Albuquerque, criou o Observatório de Relações Internacionais para servir como banco de dados e plataforma de pesquisas sobre relações internacionais e direito internacional . O site alimenta nosso trabalho de análise de conjunturas, instrumentaliza nossas pesquisas acadêmicas e disponibiliza material para capacitação profissional. Mas, além de nos servir como ferramenta de trabalho, este site também contribui para a democratização da informação e a promoção do debate acadêmico via internet.

Uma resposta em “Pepe EScobar na RT: “‘China V-Day parade sending multiple messages to Asia and West’ “

  1. Em momentos como esse, temos a oportunidade de nos ater aos conflitos internacionais e sua repercussão no âmbito do Direito Internacional Público. O surgimento de tensões entre países ao redor do mundo sempre chama a atenção da humanidade, especialmente quando se trata de países que se tornaram verdadeiras potências mundiais. Conforme explorado em comentário anterior, os conflitos entre nações podem trazer altos custos para a sociedade, não só dos países envolvidos per si, mas para a humanidade de forma geral.
    Não precisamos ir muito longe na história, a Segunda Grande Guerra, que se encerrou em 1945 repercute ainda nos dias de hoje, o período de guerra fria modificou o cenário político ao redor do mundo e trouxe novamente o medo. São esses fatos que nos mostram a importância de um Direito das Gentes. O cenário internacional é uma grande comunidade, em que, dela participam diversos sujeitos, dentre eles temos os países. Como se verifica por importante brocardo jurídico, ubi societas ibi jus, não existe sociedade sem direito, a comunidade internacional não sobreviveria sem um conjunto de preceitos regulando essa convivência. A lei do mais forte, o exercício arbitrário das próprias razões, as demonstrações de poder, não são o melhor caminho para a prosperidade no seio de uma comunidade de vizinhos, quanto menos no âmbito internacional onde os conflitos podem tomar proporções extremas.
    Ao que se percebe a criação de tratados, o estabelecimento de organizações internacionais incumbidas de estabelecer a convivência pacífica entre países é um grande avanço na história da humanidade, más ainda precisamos dar um passo maior, muitos conflitos internacionais hoje se sustentam com base em diferenças culturais, sociais, étnicas e religiosas. A política internacional deve ser dirigida ao sentimento de igualdade, de unicidade da raça humana.

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