CrossTalk: Western-made Refugee Crisis


Esse post foi publicado em Relações Internacionais e marcado , , , , , , por Luiz Albuquerque. Guardar link permanente.

Sobre Luiz Albuquerque

O Núcleo de Estudos sobre Cooperação e Conflitos Internacionais (NECCINT) da Universidade Federal de Ouro Preto em parceria com as Faculdades Milton Campos, sob a coordenação do professor Luiz Albuquerque, criou o Observatório de Relações Internacionais para servir como banco de dados e plataforma de pesquisas sobre relações internacionais e direito internacional . O site alimenta nosso trabalho de análise de conjunturas, instrumentaliza nossas pesquisas acadêmicas e disponibiliza material para capacitação profissional. Mas, além de nos servir como ferramenta de trabalho, este site também contribui para a democratização da informação e a promoção do debate acadêmico via internet.

2 respostas em “CrossTalk: Western-made Refugee Crisis

  1. Algo que é realmente difícil de julgar é o fato de uma população aterrorizada por grupos terroristas que matam, violentam, escravizam e mutilam pessoas que não eles acreditam não estar de acordo com suas ideologias fugir do seu país de origem em tamanho pânico conforme o que vem acontecendo. Claro que deve haver a racionalização do ato pelos países vizinhos que receberão uma grande leva de imigrantes de todos os lugares possíveis, mas se exclui completamente o fator humano da questão. Não se imagina que os refugiados podem ser uma massa trabalhadora que aumentaria a produção, maior mão de obra, mas sim que haveria uma maior necessidade de produção de alimentos, compra e vendas de casas.
    O interessante deste vídeo é a demonstração clara de como alguns fatos não são demonstrados a claro, sobre como o ocidente tenta veementemente ser visto como um grande salvador, do criador da Primavera Árabe quando na verdade no momento os países que estão dando o maior suporte para a Síria são a Rússia e a China. Mais interessante ainda é notar como essa informação é constantemente varrida para debaixo do tapete pelo apresentador.

  2. Bastante interessante a liberdade de expressão exercida em tal programa, algo que teria uma cobertura bem diferente no Brasil. Esta é uma ponderação necessária, visto que no vídeo, apesar de o apresentador se mostrar tendente a endossar a fala do primeiro e último entrevistado, há duas visões sobre a avassaladora onda de imigração. Nesse ponto, creio que a defensiva do britânico ao tentar eximir a responsabilidade de seu país, ou ao menos diminuí-la, é difícil de ser aceita. O artifício de empurrar a outros países a “culpa” pela imigração faz o argumento ser ainda pior. Obviamente que, seria absurdo apenas atribuir a um país a responsabilidade pelo acontecido, ainda assim, eximi-lo desta apenas porque outros países também “contribuíram” pelo ocorrido é vergonhoso. Acredito na argumentação de que a “crise imigratória” de fato foi construída, isto é, foi fruto do imperialismo de países como a Inglaterra que, no decorrer da história colonizou terras e, posteriormente, com a descolonização destas ainda as mantiveram subordinadas a seus desmandos. Não obstante a isso, o país também colaborou para que ditadores se mantivessem em territórios como Síria, Egito e Tunísia, nos quais se iniciou o movimento que veio a ser chamado de Primavera Árabe. Vale ressaltar, mais uma vez, que essa “colaboração” não se deu apenas por parte da Inglaterra, mas também pelo EUA, Rússia, dentre outros. Portanto, nada mais razoável do que, países como a Inglaterra venham a abrigar estes povos, que tiveram que abandonar seus lares por conta de uma crise que fora, em boa parte, construída pelas ações dos tais países “desenvolvidos”

Comente esta notícia!

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s