Exodus Song (This land is ine) Legendada


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Sobre Luiz Albuquerque

O Núcleo de Estudos sobre Cooperação e Conflitos Internacionais (NECCINT) da Universidade Federal de Ouro Preto em parceria com as Faculdades Milton Campos, sob a coordenação do professor Luiz Albuquerque, criou o Observatório de Relações Internacionais para servir como banco de dados e plataforma de pesquisas sobre relações internacionais e direito internacional . O site alimenta nosso trabalho de análise de conjunturas, instrumentaliza nossas pesquisas acadêmicas e disponibiliza material para capacitação profissional. Mas, além de nos servir como ferramenta de trabalho, este site também contribui para a democratização da informação e a promoção do debate acadêmico via internet.

21 respostas em “Exodus Song (This land is ine) Legendada

  1. O vídeo retrata brevemente, mas com exatidão, o interminável conflito na região chamada Palestina, a qual diversos povos, no decorrer da história, se enfrentaram para conquistar. Egípcios, assírios, babilônicos, gregos, ptolomaicos, selêucidas, cristãos em meio a cruzadas, otomanos, ingleses, palestinos e israelenses, entre tantos outros retratados no curta, guerrearam, ao longo dos séculos, visando ocupar aquela terra, que se situa entre o rio Jordão e o Mar Mediterrâneo.
    Atualmente a região é disputada por palestinos e israelenses.O confronto originou-se ainda no século 20, com a forte migração judaica para a Região da Palestina, incentivada pelo movimento sionista. Após numerosos conflitos, que foram reduzindo o território árabe consideravelmente e forçando sua população à condição de refugiados, atualmente a Palestina se resume à região da Cisjordânia e Faixa de Gaza. A ocupação ilegal já dura mais de 48 anos. Um muro cerca todo o território da Faixa de Gaza, impedindo a entrada de qualquer ajuda humanitária e restringindo até mesmo o acesso à água e recursos naturais. Apenas em 2014, 2.200 palestinos foram mortos nesta região. Entre estes, 550 crianças. E ainda assim, as grandes potências fecham os olhos. O Estado de Israel segue protegido, seguro atrás da fortaleza bélica que seu maior aliado, os Estados Unidos da América, fornece. E o genocídio continua.

  2. O vídeo descreve de maneira bastante agradável e melodiosa o conflito interminável na região da palestina, demostra como foram varias as civilizações que já dominaram a região, e a velocidade do vídeo também exalta a brevidade desse domínio sobre a região,pois império após império, rei apos rei, dominavam e em pouco tempo era rechaçados da região.
    O vídeo também pela vestimenta dos personagens retrata com exatidão alguns dos conquistadores, como a Macedônia com Alexandre O Grande, A Pérsia com o Rei Dario, Egito, Roma entre outros, e alem disso ele da uma enfase maior na situação atual de conflito, vivido entre Israel e o atual estado da Palestina com apoio de alguns países árabes, que não da muitas esperança aos que anseiam a tão tardia e necessária paz na região,uma das regiões mais sangrentas e disputadas da história.

  3. O vídeo consegue descrever de maneira agradável todos os conflitos existentes na região da sangrenta da “Terra santa”, apontando cada povo com sua respectiva vestimenta, como gregos, hebreus, babilônios, britânicos , israelitas , judeus , palestinos e até homens primitivos.
    Além disso, o vídeo coloca em evidência a velocidade com que os povos que expulsavam logo em seguida recebiam o mesmo destino.
    Independente de quem controla a região,o vídeo demonstra o “Anjo da Morte” (retratado no final do vídeo) sempre estará presente nestas lutas, cujo fim não parece estar próximo.

  4. O vídeo é extremamente bem humorado, bem como um tanto alarmante e (por quê não?) melancólico. Conduzido pela bela canção ‘Exodus Song’, de autoria de Ernest Gold (A música foi tema do filme estado-unidense “Exodus”, de 1960), a animação, de forma interativa e breve, nos narra de forma quase cômica as inúmeras disputas violentas que se deram em torno da posse da região da Palestina.

    Assistindo às inúmeras mortes em uma sequência sem aparente fim, podemos chegar a algumas conclusões e, principalmente, a algumas antigas perguntas, que provavelmente já foram feitas por filósofos, gênios, pensadores, ignorantes, pacifistas, religiosos, estadistas, e até mesmo fanáticos (veja que estas características não são necessariamente excludentes): Até onde vai a ignorância do ser humano? Quando iremos dar o devido valor a nossas vidas e às vidas de nossos semelhantes? A violência está em nosso DNA?

    A região à qual o vídeo se refere é disputada desde meados do século XV a.C., e segue sendo berço e caixão de intolerantes, conquistadores, e, em número exponencialmente superior, INOCENTES.

    Enfim, é desolador quase chegar à conclusão de que, apesar de todos os avanços tecnológicos que conquistamos, a maioria esmagadora dos integrantes da espécie Homo Sapiens pareça ser completamente imune a evoluções em âmbitos éticos, políticos e filosóficos.

  5. Após assistir o vídeo, tive dúvidas sobre os personagens ilustrados. Pesquisando na internet, pude chegar ao blog da autora, que explicou algumas questões curiosas: a música utilizada por ela era uma espécie de trilha sonora do sionismo americano na década de 1960 e 1970 e que colocou a música na boca de todos os partidos em guerra tendo a intenção de criticar a canção original; explicou cada personagem utilizado por ela, determinando os motivos de suas características individuais (roupa, expressão facial e etc); se esforçou à respeitar a cronologia dos fatos, organizando cada personagem no momento certo em que ele atuou. A respeito dos personagens, pela ordem que foi apresentada seguindo a realidade fática, são eles: Homem primitivo, Cananeu, Egípcio, Assírio, Israelita, Babilônio, Macedônio/Grego, Grego/Macedônio, Ptolomaico, Selêucida, Sacerdote Hebreu, Macabeu, Romano, Bizantino, Califa Árabe, Cruzado, Mameluco do Egito, Turco Otomano, Árabe, Britânico, Palestino, Judeu Europeu/Sionista, OLP/Hamas/Hezbollah, Estado de Israel, Guerrilheiro/Combatente da Liberdade/Terrorista e, por último, o Anjo da Morte: o verdadeiro herói do Antigo Testamento e, também, de agora.
    O conflito em tela, por mais que tenha sido tratado pela autora de maneira irônica e por meio de animações, é uma realidade triste e preocupante. Vale utilizar o termo “maldita terra santa” para definir aquele território. Essa expressão se justifica pela teoria que, para mim, parece ser a mais coerente: aquele lugar está amaldiçoado por um banho de sangue sem prazo para terminar.

  6. Desde os tempos mais antigos, as disputas por terras derramou sangue, matando milhares de pessoas.
    Ainda no tempo das cavernas o homem demarcava território e guerreava para defender o que “era seu”.
    Sempre com o intuito religioso, as guerras entre judeus e muçulmanos, israelitas, o talibã no Afeganistão, a criação do Estado Palestino, utilizaram da “proteção divina” para justificar as mortes cometidas, onde, por trás do caráter religioso, estão a buscar pelo poder e a conquista de terras.
    Quando na verdade, todo homem está aqui só de passagem, e após a sua morte não levará um só grão de “sua terra”, o que me faz crer que toda esta luta e todo sangue derramado foi em vão, no final, a terra é de ninguém, quando deveria ser de todos.

  7. Precisamos entender alguns pontos sobre esta região e sobre os personagens dos vídeos. A Palestina está na crescente fértil, cercado de desertos (Sinal, Neguebe) e era demarcada pelo fim dos Estados Fenícios a seu norte (Biblos, Sídon e Tiro) e pelo Sinai egípcio ao sul. O Vale fértil do Jordão era/é atrativo em meio a regiões inóspitas. Todavia, não acredito que todos os povos do vídeo se relacionaram da mesma forma com a Terra Prometida. Egípcios, Assírios, Babilônicos, Macedônios, Gregos, Ptolomeus, Selêucidas, Romanos, Bizantinos, Califados, Mamelucos, Turcos Otomanos, Árabes e Britânicos fizeram da Palestina parte de seus império vastíssimos, que visavam propósitos maiores. Um dos (senão o mais) antigos Tratados históricos que temos preservados é entre Ramsés II do Egito com o Rei dos Hititas, resolvendo a questão levantada pelo técnico empate da Batalha de Kadesh, logo ao Norte da Palestina, mas que releva o conflito de ambos os impérios por este trecho espremido entre o Jordão e o Mediterrâneo. Seu filho e sucessor Faraó já reconhece em texto oficial preservado a presença dos hebreus na Terra de Canaã, na qual se estabelecerá o Reino de Israel, inicialmente sob Saul, Davi e Salomão e depois dividido entre Roboão/Judá e Jeroboão/Israel. O Reino de Israel foi o único estado mencionado no vídeo exclusivamente dedicado aquela terra, a fazer dela seu lar, a base de sua cultura, transformar a tecnologia e economia da região, tornando-se por vezes muito próximas.
    Também o vídeo não demonstra a contínua presença dos judeus na mesma região durante a dominação babilônica, macedônica, selêucida e ptolomaica, e até certo ponto romana, até a Destruição de Jerusalém no ano 70 pelo futuro Imperador Tito e a Diáspora. Reis vassalos e judeus líderes ocuparam a Palestina durante essas ocupações pagando tributos como Estados-Clientes, ou como Protetorados, ou mesmo províncias diretas. Após a Diáspora, surge a figura dos povos que ocuparam a Terra no intermédio até a criação do Estado de Israel pós-holocausto, que resulta na pretensão dos Palestinos. Dessa forma, creio que só há dois atores internacionais que tem uma relação cultural direta com a Terra Santa, nos termos do vídeo (ou de sua música, pelo menos). Dessa terra resultou as religiões abraamicas, constitutivas das civilizações ocidental, ortodoxa, árabe, latina, etíope, etc, sendo uma das mais primorosas fontes de Direito, Costumes, Moral, Ética, Filosofia, sem mencionar Religião e Teologia, e por tudo isso, para nós, seus filhos diretos, é uma terra santa por todo o seu papel cultural.

    Matheus Cheib Baeta, aluno da Milton Campos, 4º período, 401, diurno.

  8. Desde o século XIX até os dias atuais, judeus e palestinos disputam a antiga Palestina. A região que pertencia ao Império Otomano hoje é marcada por inúmeros conflitos quase que diários de disputa de terras onde cada lado acredita na sua versão e não tenta entender minimamente a do outro. Com isso acaba gerando para os dois lados um enorme prejuízo pela insegurança que sempre pairou sobre seus habitantes. Fato é que a guerra tem devastado israelenses e palestinos, porém, os palestinos são muito mais atingidos pelo fato do outro lado do combate deter mais força bélica. Dados afirmam que entre oito de julho de 2014 a 28 de julho de 2014 mil palestinos morreram, contra 42 israelenses. O vídeo quis mostrar de forma cômica a guerra, de uma maneira bem simples, um matando o outro e nunca se tendo um resultado definitivo que enfim traga paz à região. Contudo fica a reflexão sobre quanto um povo pode suportar sem um território para chamar de seu?!

  9. A animação retrata as disputas pelo controle da região localizada entre o Mar Mediterrâneo e o rio Jordão conhecida como Terra Santa. Esse termo é no mínimo questionável pois apesar de ser considerada santa essa terra foi palco de inúmeras guerras responsáveis por incontáveis mortes ao longo da história. Durante o vídeo as personagens representam os povos que já ocuparam essa terra na ordem cronológica como egípcios, assírios, macedônios, gregos, judeus, ingleses, árabes, dentro outros. No final a figura do anjo da morte representa bem o cenário da morte dessas guerras.
    Para alguns dos povos que disputam ou disputaram esse território o interesse vai muito além da questão econômica e política atingindo a suas religiões, como é o caso dos judeus e palestinos que configuram um dos maiores conflitos atuais. Esse fator dificulta a solução do conflito pois não há como negociar a fé e a crença da legitimidade desse local historicamente importante para os dois lados, afirmada pelos textos e costumes religiosos, impossibilitando a convivência pacífica entre eles.
    Desde a criação do Estado judeu de Israel na segunda metade do século XX, incentivada pelo forte movimento sionista, os palestinos que ocupavam a região são cada vez mais prejudicados em termos territoriais e, por não aceitarem o domínio de Israel, resistem até hoje com um poder bélico muito inferior, o que resulta em um massacre. Seu domínio hoje se restringe a região da Cisjordânia e a Faixa de gaza que é o foco de maior tensão. Essa guerra árabe-israelita ja dura mais de 65 anos e parece estar longe do fim, uma vez que ambos os lados não estão dispostos a ceder e se atacam constantemente.

  10. A animação mostra as disputas pela ocupação da região da Palestina (terra sagrada para judeus, cristãos e muçulmanos) ao longo da história. Como retratado, muitos povos travaram batalhas pela conquista da “Terra Santa”: Egípcios, persas, macedônios, romanos, judeus, cruzados, turcos e até britânicos se envolveram em sangrentos conflitos e estrelaram a triste história de ocupação da região. Pode-se perceber o caráter religioso fortemente presente em várias dessas batalhas ultrapassando os motivos meramente territoriais.
    Atualmente, o conflito entre Israel e Palestina mostra que as disputas na região estão longe de chegar ao fim. Tendo sua origem na diáspora judaica e seu ápice na criação do Estado de Israel, a disputa evidencia a dificuldade de consenso entre os povos, o que resulta em uma interminável guerra de caráter extremamente violento, devido à disparidade que existe entre o poder bélico israelense e os palestinos e à desproporção nos ataques.

  11. O vídeo retrata com exatidão, clareza e riqueza de detalhes o interminável conflito na região localizada entre o Mar Mediterrâneo e o Rio Jordão, chamada de Palestina, a Terra Santa.
    Pode-se perceber, pela ordem cronológica presente no vídeo, que esta terra foi disputada por vários povos ao longo dos anos, entre eles: Egípcios, Romanos, Ptolomaicos, Turcos, Cruzados.
    No momento atual em que vivemos, esta terra continua sendo disputada por Israel e Palestina.
    O principal confronto entre palestinos e israelitas é em torno da soberania e do poder sobre essas terras que envolvem não só questões meramente territoriais, mas também questões culturais e religiosas, pois, a chamada Terra Santa, tem um importante significado não só para israelitas, mas também para os palestinos, de acordo com sua crença. Tanto árabes quanto os judeus reivindicam a posse de territórios nos quais se encontram seus monumentos mais sagrados. Porém, a Palestina encontra-se prejudicada nesta disputa em termos territoriais, pois detém apenas o território da Cisjordânia e Faixa de Gaza, e também em termos bélicos, pois Israel possui apoio dos Estados Unidos, sendo assim, com a força militar do exército de Israel, o número de mortos palestinos é bem maior do que o de israelenses. Esta disputa por terras, que já dura há mais de 25 anos, está longe de terminar, devido á falta de consenso entre esses dois povos, e as proporções tomadas por essa violenta guerra.

  12. O conflito para ter a posse da Terra Santa, entre palestinos e israelenses, é antigo, e não acabará tão cedo, entre acordos e tratados, nada põe fim a guerra, que tem sua origem não só por questões territoriais, mas também territoriais e econômicas.. Marcos importantes para o desenrolar deste conflito foram a autodeterminação do Estado de Israel e o relacionamento deste último Estado com seus vizinhos árabes, especialmente em relação ao povo palestino, por reivindicarem as mesmas terras.
    O conflito teve como resultado o começo de pelo menos cinco guerras de dimensões maiores e um número significante de conflitos armados de menores dimensões. Foi também fonte de duas Intifadas (levantamentos populares).

  13. O vídeo retrata o conflito na região chamada Palestina, a qual diversos povos se enfrentaram para conquistar.
    Atualmente a região é disputada por palestinos e israelenses.O confronto originou-se ainda no século 20, com a forte migração judaica para a Região da Palestina, incentivada pelo movimento sionista. Após numerosos conflitos, que foram reduzindo o território árabe consideravelmente e forçando sua população à condição de refugiados, atualmente a Palestina se resume à região da Cisjordânia e Faixa de Gaza.
    Tanto árabes quanto os judeus reivindicam a posse de territórios nos quais se encontram seus monumentos mais sagrados, de forma que não existe uma resolução fácil o conflito. A guerra não é somente pelo território, mas tem fundamento na demonstração de poder de ambas as partes.

  14. O video em questao trata da Guerra entre israelenses e palestinos pela chamada Terra Santa. Este conflito se iniciou quando os judeus fizeram seu primeiro exodo pelo mundo, dessa forma, sendo a regiao ocupada pelos palestinos. No final da Segunda Guerra Mundial, depois do massacre promovido contra os judeus, a ONU tirou uma parte da regiao pertencente naquele momento aos palestinos e quis devolver aos seus antigos donos. Desde entao, essa e uma regiao de palco de conflitos intensos e sem qualquer tratado para por fim a esta guerra.

  15. O vídeo ilustra de maneira humorada e extremamente clara, o conflito em uma terra chamada Palestina. A disputa pelo domínio desta região perpassa por décadas e até hoje não teve resolução concreta.
    Sempre com a afirmativa de lutarem por seu Deus, os judeus e palestinos derramaram e ainda derramam sangue de inocentes que residenciam em um dos territórios mais violentos do mundo.
    Atualmente, a maior parte dos palestinos e israelenses concordam que a Cisjordânia e a faixa de Gaza devem constituir o Estado Palestino, o Hamas e o Fatah uniram-se para a instauração de um governo de coalizão, à custa de muito sangue palestino derramado, mas esse passo ainda não foi suficiente para instalar a Palestina de volta nas mesas de negociação.
    Na opinião de Alexandre Hecker “a guerra entre palestinos e judeus só terá um fim quando for criado um Estado palestino que ocupe, de forma equitativa com Israel, a totalidade do território tal qual ele se apresentava em 1917”.

  16. Localizada na passagem entre tres continentes, sendo eles: África, Ásia e Europa a regiao da Palestina é famosa por ter sediado inúmeros conflitos entre inúmeros povos. Atualmente, a Palestina é palco de alguns dos principais conflitos do pós Segunda Guerra Mundial, uma vez que a regiao era dominada pelos britânicos na Primeira Guerra, o conflito entre os palestinos e os israelitas. Dessa forma, Israel, sendo um país extremamente desenvolvido, desde sua formaçao no pós a Segunda Guerra, devido ao patrocínios dos Estados Unidos (vários judeus americanos se tornaram grandes empreendedores e foram decisivos no apoio de Israel), tem se imposto cada vez mais nesse território, mostrando superioridade militar em relaçao a seus adversarios. Assim, os palestinos ficaram conhecidos por seus protestos em que jovens atacavam soldados israelenses com pedras, revidando aos ataques armados (intifada). Mas, além disso, também há a forte presença de grupos terroristas no local, podendo citar os principais como sendo: Hezbollah, Hamas e Jihad Islamica.
    O Hezbollah foi criado em 1982 para combater as forças israelenses no Líbano, e receve apoio do Ira. O Hamas, por sua vez, foi fundado em 1987 e foi o primeiro grupo terrorista a usar homens-boma na regiao; é bastante popular entre os palestinos devido a seu trabalho social nos campos de refugiados. Já a Jihad Islamica, é o grupo terrorista mais independente que atua contra Israel, embora também seja financiado pelo Ira.
    Também é interessante ressaltar como fica a histórica cidade de Jerusalém no meio de tantos conflitos. Assim, Jerusalém reuni espaços sagrados para as tres religioes monoteístas: o Muro das Lamentaçoes, para os judeus; a Cúpula do Rochedo, para os muçulmanos; e o monte das Oliveiras, local em que Cristo teria vivido sua agonia antes da prisao e crucificaçao, para os cristaos. Dessa forma, a cidade de torna sagrada tanto para cristaos, como para judeus e mulçumanos, sobrevivendo no meio de tanto caos.

  17. Desde os tempos bíblicos existe conflito na região da Palestina, uma terra banhada por muito sangue ao longo da história, tomada por interesses políticos, religiosos, sociais. A dominação por meio da violência é claramente apresentada nesse vídeo, assim como a banalidade dos massacres e a inexistente valorização do sagrado. Uma guerra que não parece ter fim, marcada há gerações, alimentada pelo egoísmo, pelo ódio e sede de vingança. A Bíblia relata que os confrontos tiveram início com conhecida história de Abraão e seus filhos (Ismael e Isaque). Uma “terra santa” onde milhares de homens perderam suas vidas nos campos de batalha. O título “Exodus Song (This land is mine)” retrata bem o que ainda acontece nesse território tão disputado, a justificativa para tantos combates é a defesa da terra, que todos se dizem donos, todos sustentam a ideia de que possuem o direito de ocupar, dominar e fruir de tudo que nela há.
    Exôdo é o segundo livro da Bíblia e como a própria origem do nome significa a saída. Saída do povo israelita do Egito e sua peregrinação durante 40 anos no deserto. A animação publicada não relata de fato o contexto do livro, apenas faz uma crítica usando recursos gráficos e expressando de forma musical as diversas sociedades, etnias, religiões e governos que já tentaram (alguns com êxito durante um período) dominar tão cobiçada terra prometida por Deus.

  18. O vídeo não retrata somente uma região específica e seu conflito quase que eterno, pelo menos longe de terminar, em uma analise mais profunda e fazendo um paralelo com a história da humanidade, pode se ver que o homem em sua breve existência terrena sempre tomou como seu o planeta e cada indivíduo ou grupos de indivíduos torna o que acredita como verdade e se volta contra outros indivíduos ou grupos, sendo assim um siclo onde o que determina quem vai vencer é o mais forte, infelizmente o Mundo é dividido entre os dominadores e os dominados, o que existe é uma falsa ilusão de cooperação entre países, mas na prática o poderio econômico e militar é quem manda.

  19. O vídeo retrata claramente a disputa de terra na região da Palestina durante séculos. Atualmente, a região está sendo disputada entre os judeus e palestinos. Atualmente, Israel está construindo um muro, o Muro da Palestina separando as terras.
    Os Tribunais de Haia e Internacional de Justiça têm a decisão unânime, no que diz respeito, à construção do muro da Palestina por Israel. O Tribunal Internacional de Justiça (TIJ) determinou que o muro que Israel está construindo é ilegal, indo contra as leis do Direito Internacional. Entretanto, a decisão da corte tem caráter meramente consultivo e não é vinculativo, logo, o seu conteúdo não será uma ordem, mas apenas uma recomendação.
    Sendo assim, também foi determinado que nenhum país ajude Israel ou contribua para a construção do muro. O palestinos estão sendo expulsos de suas casas por causa dessa construção. Além de tudo, quem controla os portões do muro é Israel.
    Isso tudo mostra que por causa de uma disputa de terra por motivos religiosos não leva a cugar algum, pois ambos acreditam em um deus, mas por causa de ser de origem diferente, muitos estão perdendo seus lares por causa de uma disputa que não terá fim.

  20. O conflito em tela, por mais que tenha sido tratado pela autora de maneira irônica e por meio de animações, é uma realidade triste e preocupante. Vale utilizar o termo “maldita terra santa” para definir aquele território. Essa expressão se justifica pela teoria que, para mim, parece ser a mais coerente: aquele lugar está amaldiçoado por um banho de sangue sem prazo para terminar.Tanto árabes quanto os judeus reivindicam a posse de territórios nos quais se encontram seus monumentos mais sagrados, de forma que não existe uma resolução fácil o conflito. A guerra não é somente pelo território, mas tem fundamento na demonstração de poder de ambas as partes.Atualmente a região é disputada por palestinos e israelenses.O confronto originou-se ainda no século 20, com a forte migração judaica para a Região da Palestina, incentivada pelo movimento sionista. Após numerosos conflitos, que foram reduzindo o território árabe consideravelmente e forçando sua população à condição de refugiados, atualmente a Palestina se resume à região da Cisjordânia e Faixa de Gaza. A ocupação ilegal já dura mais de 48 anos. Um muro cerca todo o território da Faixa de Gaza, impedindo a entrada de qualquer ajuda humanitária e restringindo até mesmo o acesso à água e recursos naturais.

  21. De forma dramatúrgica e ilustrada o vídeo exemplifica o conflito de terras entre vários povos de maneira cronológica. Um espaço estratégico, físico econômico e politicamente, situado entre o Rio Jordão e Mar Mediterrâneo, no cenário contemporâneo é disputado entre palestino e Israelense. Entre esses dois povos a guerra, extremamente heterogêneo no tocante ao armamento, originou-se no século XX, com o movimento sionista dos Judeus para a Região geograficamente designada como Palestina. Tal expansão judaica ocasionou profunda redução populacional árabe em diversos locais, e hoje, a Palestina se reduz às regiões da Faixa de Gaza e da Cisjordânia. Nesse sentido, outra fonte importante para a compreensão do conflito também pode ser a leitura do livro em quadrinhos “Palestina – Na Faixa de Gaza” de Joe Sacco, que assim como o Curta, demonstra de maneira inteligente e envolvente uma situação de descaso e desrespeito aos Direitos Humanos. O ponto interessante do vídeo, é o pensar nos detalhes: a trilha sonora “Exodus Song” seria uma alusão ao movimento sionista norte-americano, e as roupas bem como as armas dos personagens são bem alusivos aos momentos históricos em reflexão. Dessa maneira, a didática empregada no vídeo requeria um conhecimento prévio, mas ao mesmo tempo é um excelente ponto de partida para a introdução ao estudo do conflito contemporâneo.

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