África – uma história rejeitada


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Sobre Luiz Albuquerque

O Núcleo de Estudos sobre Cooperação e Conflitos Internacionais (NECCINT) da Universidade Federal de Ouro Preto em parceria com as Faculdades Milton Campos, sob a coordenação do professor Luiz Albuquerque, criou o Observatório de Relações Internacionais para servir como banco de dados e plataforma de pesquisas sobre relações internacionais e direito internacional . O site alimenta nosso trabalho de análise de conjunturas, instrumentaliza nossas pesquisas acadêmicas e disponibiliza material para capacitação profissional. Mas, além de nos servir como ferramenta de trabalho, este site também contribui para a democratização da informação e a promoção do debate acadêmico via internet.

2 respostas em “África – uma história rejeitada

  1. queremos que as pessoas, tomem consciência o quanto ela é rica, e sem ela o passado esta morta á sete chaves, falamos das suas culturas, seu passado histórico,se pensarmos nos, países como França, reinos unidos, Portugal, Espanha e Bélgica, não conseguiram matar, ou seja fizeram das America reféns duma sua língua,áfrica é um lugar do mundo, onde seus filhos amam suas aldeias, seus dialetos, apesar das viagens muitas vezes longas, ainda assim dizem ter sangue africano.Forte que os faz pensar na áfrica eles, continua ter traços lingüísticos, mesmo estando mais de 50 anos fora dela.África, precisa dizer ao mundo, basta destas coisas que deixam seus filhos com dor, sem terra para poder cultivar. Sem esperança para outro dia,
    Queremos nós dizer que áfrica precisa de homens fortes que amam as suas instituições, áfrica precisa acabar com o nepotismo tão, presente nos seus lideres, áfrica precisa dum mercado forte, cidadãos, empreendedores África não precisa só petróleo, precisa a cima de tudo dos seus filhos. Sabemos que mundo nega, dar entrada sem visto, estamos falar de visto de turista ao africano que ajudou a construir as suas economias, nos seus territórios, mas ainda assim da entrada ao braseiro e outras nações.

  2. A Africa só é lembrada em dois momentos, quando se é para extrair riquezas ou para barrar imigrantes ilegais.
    Infelizmente o continente foi divido e “rateado” entre os países europeus que sem se importa com o povo, a cultura a religião, tomaram para sim as “suas respectivas partes” e as utilizaram somente para fins econômicos, que se resume a exploração pura dos recursos naturais, principalmente pedras preciosas.
    Fizeram um conluio para desmoronar e destruir os povos existentes afim de facilitar seu enriquecimento.
    Diversas culturas foram praticamente destruídas e e as que restaram sofrem perigo de extinção.
    Ainda sim, persiste uma belíssima, rica e maravilhosa cultura que com todos os intemperes continua lutando e sobrevivendo, um povo guerreiro e corajoso que continua firme a enfrentar seus problemas.

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