Una historia de los derechos LGBT en la ONU


Publicado em 9 de dez de 2013

Este Día de los Derechos Humanos se conmemora el 65º aniversario de la adopción de la Declaración Universal de los Derechos Humanos por la Asamblea General de la ONU en 1948. Vea este vídeo infografíco para ver cómo todo llegó a ser y lo que ha sucedido en los derechos LGBT desde entonces.

Esse post foi publicado em Relações Internacionais e marcado , , , , por Luiz Albuquerque. Guardar link permanente.

Sobre Luiz Albuquerque

O Núcleo de Estudos sobre Cooperação e Conflitos Internacionais (NECCINT) da Universidade Federal de Ouro Preto em parceria com as Faculdades Milton Campos, sob a coordenação do professor Luiz Albuquerque, criou o Observatório de Relações Internacionais para servir como banco de dados e plataforma de pesquisas sobre relações internacionais e direito internacional . O site alimenta nosso trabalho de análise de conjunturas, instrumentaliza nossas pesquisas acadêmicas e disponibiliza material para capacitação profissional. Mas, além de nos servir como ferramenta de trabalho, este site também contribui para a democratização da informação e a promoção do debate acadêmico via internet.

22 respostas em “Una historia de los derechos LGBT en la ONU

  1. A campanha “Livres e Iguais” criada pela ONU em 2013 é extremamente importante e continua atual dois anos após sua criação. Os direitos da comunidade LGBT precisam ser respeitados, e a população mundial necessita tomar consciência sobre as atrocidades cometidas todos os dias contra estes homens e mulheres, precisam saber que o preconceito e a discriminação chegam a pontos extremos como por exemplo, só no Brasil a cada hora pelo menos um homossexual sofre alguma forma de violência em razão de discriminação segundo a Secretaria de Direitos Humanos Da Presidência da Republica (SDHPR). Essa contagem foi feita só a respeito de homossexuais e só no Brasil, imagine o quanto aumenta se considerarmos todos os grupos da comunidade LGBT e em vários países?
    Há quase sessenta e sete anos atrás foi criada a Declaração de Direitos Humanos, a qual garantia liberdade, dignidade e igualdade a todos os seres humanos. Quando alguém é discriminado por sua opção sexual ou identidade de gênero, é uma afronta a esses princípios básicos que na atualidade já deveriam ser inerentes a todos os seres humanos. Não deveria ser aceitável que 46 países considerem crime a relação entre pessoas do mesmo sexo, uma vez que a liberdade em seu sentido mais amplo e abrangente é um direito natural e está expresso na Declaração, os governos não deveriam poder interferir nem diminuir tal liberdade uma vez que a ilicitude criada por norma local não chega a prejudicar ou denegrir direitos de terceiros.
    Mas, como o próprio vídeo já demonstrou, estamos caminhando para um futuro de mais aceitação e consciência da igualdade de direitos, com os Estados Unidos considerando em 2015 legal em todos os Estados o casamento homossexual, o que no Brasil já é aceito desde 2011 quando o STF reconheceu a equiparação da união homoafetiva à heterossexual. Também no Brasil, existe um projeto de lei que visa equiparar a homofobia ao preconceito racial criminalizando-a assim, o que já é uma corrente seguida por vários países que já criminalizaram a discriminação.

    • Em 2014 o secretário geral das nações unidas (ONU), Ban Ki-moon pediu maior ação dos países membros em relação a violência e violação dos direitos das pessoas LGBT. O Brasil nas ultimas décadas tem avançado bastante na questão de direitos de pessoas LGBT, o homossexualismo deixou de ser crime em 1830 e em 2013 o STF julgou que o casamento entre pessoas do mesmo sexo deve ser concedido pelos notários de todo país, porém nosso país ainda deixa muito a desejar em relação a violência contra pessoas LGBT, o Brasil hoje é o país onde mais ocorrem assassinatos de pessoas trans por motivo de descriminação e a questão da identidade de gênero e da homossexualidade ainda é pouco discutida nas escolas, além disso o projeto de lei n5003 de 2001 da deputada federal Iara Bernardi, que equipara a punição de crime de descriminação por orientação sexual a de descriminação racial ainda está em tramitação no senado.

  2. Fala-se muito na atualidade sobre a comunidade LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transsexuais). Esses vêm ganhando espaço e lutando por seus direitos a cada dia, mas a realidade é que a igualdade entre as diferentes orientações sexuais está distante, apesar de a própria Declaração Universal de Direitos Humanos assegurar que todos os seres humanos nascem livres iguais em dignidade e direitos. O fato é que, em todo o mundo, homossexuais sofrem diversas formas de discriminação, violências física e moral.
    O vídeo em questão, devido à urgência em acabar com essas barbaridades, mostra o empenho da ONU em assegurar que os absurdos cometidos contra eles sejam combatidos e que prevaleça acima de tudo o respeito para com a orientação sexual de cada indivíduo. A campanha mundial criada em 2013 (“Livres e Iguais”), visando a conscientização quanto a necessidade de se extinguir a discriminação e maus tratos direcionados a essa comunidade, representa um avanço em direção ao caminho da tão almejada igualdade.
    Com atitudes como essa, do Conselho de Direitos Humanos da ONU, é que será possível reverter essa situação e criar dentro dos países um sentimento de respeito e tolerância entre heterossexuais, homossexuais, transsexuais e qualquer que seja o gênero ou orientação sexual da pessoa.

  3. É muito positivo que a ONU se manifeste de forma cada vez mais incisiva em relação aos direitos de liberdade e igualdade da comunidade LGBT em todos os países do mundo. Vejo com preocupação e horror as atrocidade cometidas por grupos como o Estado Islâmico que matam as pessoas que não comungam de suas crenças religiosas e com especial requinte de crueldade os homossexuais, atirando-os do alto dos prédios.

    Aqui no Brasil há inegáveis avanços em relação a esses direitos, mas ainda estamos longe de ser considerados um país livre de preconceitos e onde a igualdade e fraternidade seja um atributo das lésbicas, gays, bissexuais e transexuais. De qualquer forma isso só será obtido com mais educação, conscientização e campanhas como esta da ONU.,

  4. Mesmo após passados anos de criação da campanha “Livres e Iguais”feita pela ONU, a mesma está em constante ascensão. O tema que envolve toda a população gay do mundo, vê seus direitos sendo aos poucos concedidos. Os temas mais polêmicos que são o casamento homossexual e a adoção de crianças por casais homossexuais , estão, aos poucos, sendo debatidos. A mídia, ao retratar através de suas novelas o presente tema, acaba por abrir a cabeça das pessoas em relação a homo afetividade e aos poucos vai erradicando este preconceito. Por mais que o assunto ainda seja polemico e muitas pessoas ainda tenham preconceito em relação a homossexualidade, podemos considerar que nosso pais está bem encaminhado. E mesmo que ainda exista violência física e verbal com os optantes pelo LGBT, as campanhas, a mídia feita através de novelas e filmes,tem buscado constantemente conscientizar as pessoas e passar informações acerca do homossexualismo a caminho da evolução e da quebra desse tabu,

  5. Os Direitos Humanos são os direitos básicos de qualquer ser humano. Temos como exemplos vários direitos, como: direito à vida, à liberdade, de pensamento, de expressão, à propriedade, de crença, à igualdade, etc. A ONU, em 1948, delimitou na Declaração Universal dos Direitos Humanos tais garantias, formulando-as como obrigação de todo e qualquer país vinculado á organização, reconhecer e efetivar o cumprimento destes direitos para todos os seus cidadãos.
    Assim está redigido na DUDH: “todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos”. Isto nos remete à realidade atual que o mundo está inserido. O crescimento dos atos violentos e de discriminação cometidos por razão da orientação sexual trouxe bastante preocupação às organizações mundiais. Ainda existem 76 países que consideravam delito a relação de pessoas do mesmo sexo. Entretanto, a realidade se modifica a cada dia. Além de legalizar a relação entre iguais, muitos países tomaram a atitude de proibir a descriminação destas pessoas.
    A importância da discussão do assunto é muito grande. A liberdade de relacionamento deve ser garantida como cláusula pétrea das Constituições. Seria obvio dizer que a modificação normativa é um passo muito grande para a segurança jurídica desta minoria. Vale reconhecer, entretanto, que a mudança deve ser ainda maior: é necessária uma mudança interna no conceito de cada indivíduo. A intolerância existente nos cidadãos quando o assunto é relação homossexual é ignorante como qualquer outro preconceito (à raça, credo, etnia). Além de pensar de maneira mais solidária e respeitosa, é válido ressaltar que, a coragem de se pronunciar a respeito desses prejudicados é uma atitude que poderia trazer grande avanço.

  6. A campanha global das nações unidas, Livres e Iguais já deixa claro em seu nome uma coisa que muitas pessoas em todas as partes do mundo não conseguem entender, quando entidades como essa lançam uma campanha global sobre o tema,não se tem a pretensão de criar um direito novo para os membros do movimento LGBT, muito pelo contrário, o objetivo é conscientizar que eles, assim como nós héteros, já conquistamos a muito tempo e com muita luta esses dois direitos essenciais a todo cidadão, os direitos à liberdade e à igualdade. O direito de escolher a melhor forma de viver, de amar e de construir uma família e apesar disso ser tratado como qualquer outro cidadão.
    Esse tipo de campanha é essencial, pois muitos países ainda não promovem esse tipo de ideia, e quando fazem isso, na minha opinião, não estão garantindo que direitos fundamentais sejam garantidos a seus nacionais. É muito importante no momento em que vivemos que os países atendam o pedido da ONU de se esforçarem para que a discriminação e a violência contra lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e intersexuais seja combatida,e mais que isso, um crime, já que fere os direitos a todos nós já concedidos.

  7. Uma das maiores responsabilidades que a cooperação internacional possui, é erradicar qualquer que seja a discriminação e abuso de Direitos Humanos. E é esse o escopo da ONU ao dar publicidade à sua mais nova campanha de combate a atitudes homofóbicas e transfóbicas, chamada “Livres e Iguais”. A homoafetividade sempre existiu e, apesar da rejeição de muitos Estados e de seus nacionais, é uma realidade que não pode mais ser tratada como invisível. Campanha essa inédita e de alcance global, visa promover a igualdade de tratamento de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, a comunidade LGBT em geral. Por meio da conscientização acerca da real violência, da discriminação e das ainda infelizes represálias feitas por inúmeros países do globo às pessoas que por exercerem sua liberdade de escolha e por exercerem o direito de se tornarem plenas ao escolherem, quem quer que seja, como parceiro na vida (o exercício pleno do direito à afetividade e da liberdade sexual), a campanha, através das agências e programas suplementares das Nações Unidas no Brasil, a título exemplificativo, visa desenvolver uma série de ações no país. Todas as condutas adotadas pelas Nações Unidas nos mais diversos Estados, como a publicação de cartilhas educativas e outros programas de esclarecimento que visam dar ciência à população e, principalmente aos próprios Estados, têm como objetivo precípuo a mitigação de qualquer tipo de estigma e preconceito que impedem os indivíduos de usufruírem do exercício a uma vida digna, plena e produtiva. O acolhimento dessa companha pelas próprias nações é de fundamental importância, na medida em que, a falta de inclusão no sistema jurídico impede o reconhecimento de direitos e favorece a homofobia e a transfobia. Afinal, a justiça de cada país deve assegurar à sua população, o pleno exercício de à cidadania. É mister que se respeite a máxima de que todos os seres humanos nascem iguais e, por esse fato, independentemente das escolhas que venham a realizar ao longo de sua vida, devem ser respeitados e garantidos a eles a plena dignidade de viverem sem quaisquer problemas advindos de suas preferências.

  8. A luta dos gays, lésbicas e transexuais por igualdade e contra a discriminação é antiga, e ganha cada vez mais forca e destaque no cenário mundial. A ONU, organização internacional de importancia ímpar, se envolveu nessa batalha e lançou, em 2013, a campanha “Livres e Iguais”, o que representou para toda a comunidade LGBT um grande apoio a sua causa.
    O envolvimento da Organização das Nacoes Unidas com a causa LGBT começou em 1948 de maneira indireta, quando aprovou a Declaração Universal dos Direitos Humanos, que diz que todos os seres humanos sao iguais em dignidade e direitos. Em 2011, entretanto, a Organização voltou sua atenção de maneira mais incisiva para a situação dos gays, lésbicas e transexuais, expressando grave preocupação perante os atos de violencia e discriminação cometidos por motivo de discriminação sexual e identidade de genero.
    Mesmo com o apoio da ONU a causa, a situação ainda está longe de ser resolvida, mas está melhorando inegavelmente. Desde 1990 quase 40 países legalizaram relações entre pessoas do mesmo sexo, sendo ainda que muitos proibiram a discriminação contra lésbicas, gays, transexuais e bissexuais. A ONU nao ficou para trás, e em 2011 aprovou a primeira resolução sobre esse assunto e promoveu o primeiro debate intergovernamental sobre a questão dos LGBT.
    Entretanto, ate hoje a ação que mais impulsionou a causa contra a discriminação aos LGBT foi tomada pela Organização das Nacoes Unidas em 2013, que foi a criação da campanha mundial Livres e Iguais.
    A campanha Livres e Iguais, promovida pela ONU, objetiva conscientizar sobre a violencia e discriminação contra as pessoas homossexuais, bissexuais e trans, protegendo os direitos humanos básicos dessa parcela da população. Entretanto, essa nao é uma questão que será resolvida apenas com mudanças legislativas, mas sim com mudancas na maneira de pensar das pessoas, que devem enxergar que gays, lésbicas, bissexuais e transexuais sao iguais a quaisquer outras pessoas e devem passar a defender os direitos dos outros. A mudança é necessária e ocorre de maneira gradual, sendo difícil mudar o modo de pensar preconceituoso das pessoas, mas imperativo que isto ocorra.

  9. A campanha “Livres e Iguais” criada pela ONU em 2013 visa promover a igualdade de lésbicas, gays , bissexuais, travestis e transexuais (LGBT’S) , a Declaração Universal de Direitos Humanos garante que todos os seres humanos nasçam livres e iguais em dignidade e direitos. Ocorre que, mesmo sendo garantido a toda e qualquer pessoa a liberdade, e a igualdade de direitos pessoas sofrem todos os dias com o preconceito , agressões e descriminações por razoes de orientações sexuais. É inaceitável que na modernidade em que vivemos hoje, ainda existam países que caracterizam relações entre pessoas do mesmo sexo como delito, passando por cima e sem respeito algum pelos direitos básicos que são inerentes a todas as pessoas. Pessoas vivem com medo , escondendo quem realmente são por medo de serem repreendidas. A campanha lançada pela ONU é de grande importância no que diz respeito a conscientização das pessoas , para que diminua os índices de agressões , discriminação e desrespeito com os gays, lésbicas, travestis, bissexuais e transexuais, e para que a sociedade entenda que amor é amor sem nenhuma distinção e que todas as pessoas são livres pra agirem e se relacionarem com quem desejarem.
    De acordo com os dados do 2º Relatório Sobre Violência Homofóbica de 2012, publicado pela Secretaria dos Direitos Humanos, no Brasil somente em 2012 foram quase 10 mil (9.982) denúncias de violações de direitos humanos relacionadas à população LGBT registradas pelo governo federal. Em 2011 esse número não chegou a sete mil (6.809), o que demonstra um aumento preocupante da violência homofóbica no país.
    Para que essa mudança realmente se efetive são necessárias não apenas mudanças legislativas, mas sim a conscientização de todas as pessoas para que elas aprendam a lidar com a situação de outra maneira , e é esse o objetivo da campanha “Livres e Iguais”, conscientizar sobre a violência contra as pessoas homossexuais e proteger os direitos humanos básicos dessa parcela da população.

  10. A declaração universal de direitos humanos define que todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos, entretanto, muitas vezes, quando se trata do ser diferente, sob várias óticas, essa dignidade e esses direitos não são respeitados. Deparando-se com inúmeros casos de atitudes homofóbicas e transfóbicas em todos os cantos do mundo, a Organização das Nações Unidas lançou a campanha “Livres e Iguais”, com o intuito de conscientizar globalmente a população sobre a prática de atos violentos e discriminatórios envolvendo lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, para que seja entendido que todos, independente de orientação sexual, tem os mesmo direitos, promovendo os direitos humanos de pessoas LGBT. A criação da campanha já evidencia um avanço em relação ao assunto, que já ganhou destaque e preocupa autoridades que devem zelar pela igualdade de todos, porém, cabe também a cada País desenvolver políticas e programas de combate ao preconceito e à discriminação e, principalmente, buscar modificar o pensamento de cada individuo que se recusa a aceitar o que considera diferente. Com a entrada da ONU em defesa desses direitos, essa triste situação ganha maior destaque e os países se sentem mais pressionados a tomar atitudes mais firmes e que realmente surtam efeitos nessa atuação em defesa dos direitos dos outros, respeitando e garantindo ao máximo o direito de todos exercerem livremente a cidadania.

  11. A Carta da Declaração dos Direitos Humanos, aprovada pela ONU, em 1948, preceitua que todos os seres humanos nascem iguais em dignidade e direitos. À época de sua promulgação, as questões envolvendo os LGBT não eram discutidas abertamente pela sociedade, visto que o assunto era considerado um tabu.
    Mais de 50 anos depois, o que assistimos são atos de violência contra aqueles que, seres humanos como nós, e portanto, possuidores dos mesmos direitos e deveres, se relacionam com pessoas do mesmo sexo. Nesse sentido, é muito positiva a campanha “Livres e Iguais”, realizada pela ONU, para dar visibilidade às atitudes homofóbicas, que ainda hoje, são alvo milhares de gays, lésbicas, bissexuais e trans. Estes, travam uma luta diária contra o preconceito e a favor da descriminalização de qualquer forma de relacionamento.
    É necessário que as pessoas parem de tratar como invisível a homoafetividade. Nesse sentido, a campanha inédita realizada pela ONU, que busca conscientizar todas as pessoas a respeito da discriminação sofrida por homossexuais, bissexuais e trans, é um importante passo rumo a erradicação do preconceito.

  12. A violência originada do preconceito quanto à sexualidade possui teor alarmante e vem ganhando espaço nas discussões no mundo todo. Os ataques dirigidos à comunidade LGBT envolvem desde insinuações e agressões verbais a agressões físicas que sobretudo atingem a honra e a dignidade das vítimas. A Declaração Universal dos Direitos Humanos em seu artigo 1º declara que todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos, desse modo, a violência que tem origem nas diferentes orientações sexuais se torna um desrespeito à sociedade como um todo.
    Atualmente, gays, lésbicas, bissexuais e transexuais tem garantido tratamentos mais igualitários, adquirindo direitos e maior inclusão, porém a descriminação e preconceito permanecem arraigados na população.
    A ONU lançou então a campanha “Livres e Iguais” que tem por objetivo aumentar a conscientização sobre e violência e descriminação homofóbica e transofóbica, trabalhando com ações de inclusão, combate ao tratamento desigual e visibilidade direcionada à comunidade LGBT. Se mostra portanto uma campanha de suma importância no cenário nacional e internacional para promover o respeito e a igualdade entre os cidadãos tendo como consequência a convivência em sociedade mais harmônica e pacífica.

  13. Cediço que desde a Declaração dos Direitos Humanos, aprovada pela ONU, em 1948, a isonomia foi colocada em evidência. No texto da Carta diz-se que todos os seres humanos nascem iguais em direitos e dignidade. Todavia, alguns assuntos, tais quais as questões envolvendo os LGBTS, não eram tão debatidos como hoje, de modo que, na prática, existiam nítidas diferenciações entre os indivíduos.
    Apesar da igualdade formal e de concretos avanços no que tange a paridade de direitos e dignidade, ainda existem, na realidade, certas distinções entre seres humanos. Trata-se de um tema subjetivo, intimamente arraigado à cultura e à contextualização histórica na qual cada sujeito está inserido. A desconstrução desses paradigmas é uma tarefa árdua e, consequentemente, a erradicação das desproporcionalidades de tratamento também.
    A partir disso, a campanha “Livres e iguais”, promovida pela ONU, representa um grande passo rumo à homogeneização de garantias e à heterogeneização cultural, na medida em que consiste em um modo de divulgar as diferentes orientações sexuais e identidades de gênero como uma realidade mundial. E, com isso, cria-se, implicitamente, nos telespectadores a sensação de que estão, agora, inseridos em uma conjuntura de justiça e equivalência substanciais. Consequentemente, contribui com o rompimento dos dogmas até então defendidos.
    Insta pontuar, a título de curiosidade, a tendência brasileira em ampliar cada vez mais o conceito de “família”, de modo a abarcar novos arranjos. Atualmente, têm-se no país família natural, monoparental, substituta, alternativa, moderna, sócio-afetiva, etc. Outra evidência dessa propensão é a recente atualização das regras impostas à reprodução assistida no país pelo Conselho Federal de Medicina que, dentre outras alterações aclarou a possibilidade de gestação compartilhada aos casais de mulheres. Isto significa que, agora, a regra nitidamente permite que o óvulo de uma receba o espermatozoide do doador e seja inserido no útero da outra.

  14. Em 1948, foi aprovada pela ONU a Declaração Universal de Direitos Humanos, a qual declara que todas as pessoas nascem iguais quanto dignidade e direitos. Ainda que, desde essa época, tenha ocorrido um grande avanço quanto à igualdade de direitos de lésbicas, gays, bissexuais e transsexuais , esta causa está longe de atingir seu objetivo. Muitos países já adotam uma legislação igualitária como, por exemplo, quanto ao casamento de pessoas de mesmo gênero, e a tendência é que outros países façam o mesmo. Porém, a violência e o preconceito ainda são muito presentes na vida dessas pessoas e, infelizmente, a mudança das leis não é suficiente para que a igualdade seja totalmente alcançada. A maior necessidade de mudança está no pensamento das pessoas e esse é um dos motivos pelo qual a ONU lançou a campanha “Livres e Iguais”, para que cada vez mais o mundo se conscientize e entenda que todos possuem os mesmos direitos e que estes não podem ser afetados pelo simples fatos desses seres humanos terem sexualidades diferentes. O tema dessa campanha é urgente e não pode ser esquecido, de modo que a igualdade de direitos se torne rapidamente uma realidade.

  15. A Organização das Nações Unidas (ONU) é uma organização internacional cujo objetivo declarado é facilitar a cooperação em matéria de direito internacional, segurança internacional, desenvolvimento econômico, progresso social, direitos humanos e a realização da paz mundial.
    Apesar de ter sido fundada há 70 anos, tal organização sempre conseguiu se impor positivamente diante da conjuntura externa, com a apresentação de temas atuais e pertinentes a cada momento, e com os direitos LGBT não poderia ser diferente. Apesar de muitos países e religiões ainda rejeitarem a existência da homoafetividade, a atitude da ONU vem sendo de suma importância, pois ao tratar do assunto, consegue trazer credibilidade e publicidade. Com certeza ainda há um longo caminho pela frente até se conseguir erradicar o preconceito e a violência contra os LGBT. Entretanto, a campanha ”Livres e Iguais” já é um grande passo e demonstra, que, em pleno século XXI, não há mais espaço para radicalismos na vida em sociedade.

  16. A discussão em torno do desrespeito e do tratamento desigual em relação as lésbicas, gays, bissexuais e transsexuais está cada vez mais presente na nossa sociedade. Nos últimos anos, muitos países tiveram avanços relacionados a essa questão, como a Suprema Corte dos Estados Unidos que aprovou em Junho de 2015 o casamento gay.
    Segundo a Declaração Universal de Direitos Humanos, deve ser garantido a todos as pessoas a liberdade e igualdade em dignidade e direitos. Sendo assim, essa é uma questão que deve ser discutida e que possui grande relevância para meio social a nível internacional. A Organização das Nações Unidas (ONU) possui como um dos principais objetivos assegurar esses direitos.
    Cada país possui suas particularidades em relação a política, economia e principalmente quanto à cultura, religião e costumes. É importante nessas discussões levar em consideração essas particularidades, mas ter como preocupação os direitos básicos. A campanha “Livres e Iguais”, criada pela ONU em 2013, é fundamental no papel de conscientização sobre a discriminação e violência homofóbica e transofóbica. Além de contribuir na luta pela igualdade, incentiva países que ainda não estão abertos para as políticas de inclusão a combater os abusos em relação aos direitos fundamentais da pessoa humana.

  17. Homossexuais e transexuais enfrentam discriminação e violência por causa da sua orientação sexual em todas as regiões do mundo, o que inclui assassinatos, estupros e torturas – além do risco de pena de morte em pelo menos cinco países O primeiro relatório oficial da entidade sobre o tema pede aos governos que protejam gays, lésbicas, bissexuais e transexuais (LGBTs), que punam as violações graves e revoguem leis discriminatórias. Existe ainda 76 países com leis usadas para criminalizar comportamentos com base na orientação sexual e identidade de gênero.Alguns ainda com a pena de morte são eles: Irã, Mauritânia, Arábia Saudita, Sudão e Iêmen, além de algumas regiões da Nigéria e Somália.

  18. Esta campanha da ONU tem grande importância principalmente no Brasil e países super conservadores e religiosos. Um trabalho bonito que deveria ter sido feito há mais tempo, mostrando ao contrário que pastores/padres sempre disseram, que devemos respeitar as diferenças e tratar eles como devem ser tratados, como humanos, pois sofrem para conseguir emprego, sofrem com familiares, e ainda são alvos de xingamentos por onde demonstram o seu amor com seu parceiro. Já vimos e vemos todos os dias problemas no Brasil por causa deste assunto, Bolsonaro, bancada evangélica e companhia são extremamente preconceituosos e definitivamente atrasam o país neste assunto, até porque, pessoas que estão no Congresso para nos representar, deveriam ser as últimas a compactuar com preconceitos baixos e desumanos. Parabéns a ONU pela sua belíssima campanha “Livres e Iguais”, até porque, ninguém quer benefícios e sim direitos iguais.

  19. É triste ainda termos que nos reportar à questões advindas da inobservâncias dos direitos do chamado grupo LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros). É triste em pleno século 21 precisarmos que a ONU (Organização das Nações Unidas) intervenha para que os direitos das pessoas, que por sinal são livres para fazerem suas escolhas sexuais, sejam respeitadas; algo que já devia ser inerente ao ser humano pelo simples fato de que todos merecem igual respeito. Porém, se lamentavelmente o que temos é uma cultura preconceituosa, é de suma importância exemplos de campanhas de conscientização como essa, intitulada “Livres e Iguais” a fim de que, cada vez mais os direitos dos LGBT’s sejam respeitados; que eles tenham toda sua dignidade preservada nos mais diversos âmbitos os quais possam sofrer preconceitos quais sejam, em casa, na rua ou até mesmo no ambiente de trabalho. A ONU, em seu papel de defensora dos direitos humanos, deve zelar pela consecução do direito à liberdade e igualdade daqueles que têm a livre opção de se relacionarem com pessoas do mesmo sexo, ou aquelas as quais não se identificam com seu gênero. A difusão pelo mundo de uma nova cultura de respeito aos LGBT’s é um dos principais objetivos dessa campanha da ONU.

  20. A Organização das Nações Unidas (ONU) é uma organização internacional cujo objetivo declarado é facilitar a cooperação em matéria de direito internacional, segurança internacional, desenvolvimento econômico, progresso social, direitos humanos e a realização da paz mundial.
    Porém ainda existem no mundo locais onde os homossexuais e transexuais enfrentam discriminação e violência por causa da sua orientação sexual , o que inclui assassinatos, estupros e torturas – além do risco de pena de morte em pelo menos cinco países O primeiro relatório oficial da entidade sobre o tema pede aos governos que protejam gays, lésbicas, bissexuais e transexuais (LGBTs), que punam as violações graves e revoguem leis discriminatórias. Existe ainda 76 países com leis usadas para criminalizar comportamentos com base na orientação sexual e identidade de gênero.Alguns ainda com a pena de morte são eles: Irã, Mauritânia, Arábia Saudita, Sudão e Iêmen, além de algumas regiões da Nigéria e Somália.
    Fato Preocupante , porém a criação da campanha já evidencia um avanço em relação ao assunto, que já ganhou destaque e preocupa autoridades que devem zelar pela igualdade de todos, porém, cabe também a cada País desenvolver políticas e programas de combate ao preconceito e à discriminação e, principalmente, buscar modificar o pensamento de cada individuo que se recusa a aceitar o que considera diferente. Com a entrada da ONU em defesa desses direitos, essa triste situação ganha maior destaque e os países se sentem mais pressionados a tomar atitudes mais firmes e que realmente surtam efeitos nessa atuação em defesa dos direitos dos outros, respeitando e garantindo ao máximo o direito de todos exercerem livremente a cidadania.

  21. Apesar da igualdade formal e dos avanços no que diz respeito à paridade dos direitos e dignidade humana, ainda existem, em pleno século XXI, algumas distinções entre os indivíduos. Os direitos LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transsexuais) é um tema que gera bastantes discussões, uma vez que é um tema subjetivo, intimamente arraigado à cultura e a contextualização histórica na qual cada sujeito está inserido. A desconstrução desses paradigmas é uma tarefa árdua. Com isso, a campanha, promovida pela ONU “Livres e Iguais”, representa um grande passo rumo á homogeneização de garantias e à heterogeinazação cultural, na medida em que consiste em um modo de divulgar as diferentes orientações sexuais e identidades de gênero como uma realidade mundial. Contudo, como o próprio vídeo mostrou, estamos caminhando para um futuro de mais aceitação e consciência da igualdade de direitos. A campanha mundial criada em 2013 (“Livres e Iguais”), visando a conscientização quanto a necessidade de se extinguir a discriminação e maus tratos direcionados à comunidade LGBT representa um avanço em direção ao caminho da tão almejada igualdade, espero que não estejamos tão longe dessa realidade e que esta aceitação ocorra o mais rápido possível.

Comente esta notícia!

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s