ONU diz estar sem dinheiro para organizar Conferência do Clima de Paris


charge-reunic3a3o-clima-2040

  • 31/08/2015 11h27
Da Agência Brasil*

Na penúltima sessão de negociações para um futuro acordo global sobre o clima, aberta hoje (31), em Bonn, na Alemanha, a secretária executiva da convenção quadro da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre mudanças climáticas, Christiana Figueres, declarou que não há dinheiro em caixa para a próxima reunião de outubro, nem para a 21ª Conferência do Clima (COP 21).

A COP 21, que reunirá 195 países de 30 de novembro a 11 de dezembro, tem o objetivo de concluir um acordo histórico contra o aquecimento global.

No encontro de Bonn, os países tentam afinar posições para combater os efeitos das mudanças climáticas e chegar à capital francesa com um documento bastante adiantado sobre o assunto. Com a falta de recursos em caixa, a questão financeira também entrou nos debates.

“Lamento informá-los que temos um déficit de US$ 1,3 milhão apenas para cobrir as sessões previstas no calendário”, disse Figueres, que pediu a todos “os países que possam contribuir, que o façam”.

A meta da ONU na COP 21 é estabelecer que o aumento da temperatura no planeta não supere 2°C em comparação com a era pré-industrial.

Os representantes dos signatários da convenção da ONU sobre o clima permanecerão reunidos em Bonn até 4 de setembro para estudar um novo texto elaborado pelos copresidentes dos debates. Este documento, base das negociações para um anteprojeto de acordo, deve ser mais claro que o anterior, apesar de manter as opções abertas para que tudo possa ser debatido.

Segundo a ONU, os compromissos nacionais de redução de gases do efeito estufa anunciados até agora – por quase 60 países responsáveis por aproximadamente 70% das emissões – não permitirão cumprir com o objetivo de limitar a mudança climática a uma alta de 2°C.

*Com informações da Rádio França Internacional

Edição: José Romildo

Fonte: Agência Brasil

Esse post foi publicado em Relações Internacionais e marcado , , , , por Luiz Albuquerque. Guardar link permanente.

Sobre Luiz Albuquerque

O Núcleo de Estudos sobre Cooperação e Conflitos Internacionais (NECCINT) da Universidade Federal de Ouro Preto em parceria com as Faculdades Milton Campos, sob a coordenação do professor Luiz Albuquerque, criou o Observatório de Relações Internacionais para servir como banco de dados e plataforma de pesquisas sobre relações internacionais e direito internacional . O site alimenta nosso trabalho de análise de conjunturas, instrumentaliza nossas pesquisas acadêmicas e disponibiliza material para capacitação profissional. Mas, além de nos servir como ferramenta de trabalho, este site também contribui para a democratização da informação e a promoção do debate acadêmico via internet.

75 respostas em “ONU diz estar sem dinheiro para organizar Conferência do Clima de Paris

  1. A COP 21, que reunirá 195 países de 30 de novembro a 11 de dezembro, tem o objetivo de concluir um acordo histórico contra o aquecimento global. As modificações no clima decorrentes do aquecimento global são assuntos de relevância ímpar para toda a humanidade.
    Entretanto, alguns países não parecem estar tão preocupados com o futuro do planeta, como por exemplo os EUA que além de não ser signatário do protocolo que Kyoto, é o 2º país que mais emite gases CFC e GEE no mundo. A China é um país emergente e portanto não seria obrigada pelo protocolo de Kyoto a cumprir as metas para a redução de emissão de poluentes na atmosfera, porem o país não é signatário do tratado sob a alegação de entrave para o seu crescimento econômico .
    Segundo a ONU, os compromissos nacionais de redução de gases do efeito estufa anunciados até agora – por quase 60 países responsáveis por aproximadamente 70% das emissões – não permitirão cumprir com o objetivo de limitar a mudança climática a uma alta de 2°C.
    A ganancia dos governos é o maior obstáculo para a consecução da proteção efetiva ao meio ambiente, e será sem sombra de dúvida o covil da humanidade como a conhecemos hoje, pois em um ambiente inóspito, as pessoa praticamente não irão consumir e não haverá funcionários para produzir, o capitalismo derrocado e a população sem água, sem comida e suportando um calor carioca durante 365 dias. O número de mortos passará da casa bilionária, a economia não irá significar nada em um mundo nessas condições.

  2. Assunto de extrema importancia, mas infelizmente pouco discutido, o meio ambiente entrou em voga essa semana. Isto pois em uma sessão de negociações para um futuro acordo global sobre o clima realizada no dia 31/08 a ONU anunciou que nao possui recursos para a realizar a próxima reunião (prevista para outubro) bem como a COP 21.
    No atual cenário mundial o aquecimento global é uma realidade, e acordos que visam uma diminuição da emissão de gases poluentes bem como estabelecer metas a fim de nao deixar que o atual quadro se agrave e combater os efeitos das mudanças climáticas sao, portanto, uma necessidade.
    A COP 21, que reunirá 195 países, é um evento anual que ocorre desde 2007 e que, em parceria com a UNEP (United Nation Enviroment Program) constrói parcerias entre empresas, governos e organizações internacionais a fim de que seja promovido o desenvolvimento de maneira sustentável. A meta de tal conferencia é estabelecer que a temperatura média do planeta nao aumente mais que em 2°C, sendo a adesão e o comprometimento dos países presentes em tal reunião imprescindíveis para que isso ocorra.
    Entretanto, tal meta parece que nao será concretizada, já que os compromissos nacionais de redução de gases do efeito estufa anunciados até agora se mostram insuficientes para que tal fim seja alcançado. Isso demonstra mais uma vez a importancia de conferencias como a COP 21, sendo esta uma maneira de os países discutirem programas ambientais e quem sabe firmar compromissos que permitirão uma mudança no paradigma vigente.
    De tal forma, a falta de recursos para o acontecimento da COP 21 é lamentável e inaceitável. Sua realização nao poderia ser impedida por uma falta de recursos, e cabe aos países participantes perceber a importancia de tal evento e da discussão de planos para melhorar a questão ambiental e de tal forma doar recursos para que a COP 21 possa acontecer.

  3. A crise financeira que atinge o mundo inteiro está tendo seus efeitos refletidos em uma das organizações mais poderosas do mundo. A notícia mostra a Organização das Nações Unidas possui um déficit superior a um milhão de dólares. Pois bem, o dinheiro gasto com uma organização de um evento mundial que envolve tantos países têm custos elevadíssimos. A questão que intriga e leva a uma reflexão é a seguinte: são 195 países que poderão participar da vigésima primeira conferência do clima. Será que não é possível a união desses países participantes para recolher recursos para que fique viável a realização do evento? Ou talvez prefiram pagar a conta de catástrofes e mais catástrofes mundiais em decorrência do aumento da temperatura mundial. Os países participantes e realmente preocupados com o clima mundial vão sim reunir esforços para a feitura desse evento de grande importância mundial.
    Crises financeiras têm-se várias na história mundial, a grande depressão em 1929, a crise do petróleo e recentemente a bolha imobiliária nos Estados Unidos em 2008 que gerou a grande recessão. Mas e quantas crises climáticas o planeta já passou? Quando partimos desse pressuposto vemos que a conta para realizar uma conferência do clima torna-se acessível e de irrelevante valor para a sociedade. Não podemos deixar que uma crise econômica afete o bem-estar do planeta, não podemos deixar que um possível aquecimento que gere derretimento das calotas polares e um possível “segundo” dilúvio ocorra. O preço de vidas humanas é que está em questão nesse debate se irá ou não ocorrer a COP 21.

  4. A 21ª Conferência do Clima (COP 21), que ocorreria em outubro de 2015, está ameaçada de não ocorrer. Isso, devido a um déficit no orçamento da organização.
    A Conferência que tem por objetivo estabelecer que o aumento da temperatura no planeta não ultrapasse 2ºC em comparação com a era pré-industrial, agora depende da contribuição dos países para que possa ocorrer. De acordo com as Nações Unidas, não será possível cumprir este objetivo devido aos compromissos nacionais de redução de gases de efeito estufa anunciados até o momento, mostrando que não parece haver uma mobilização e um grande interesse por parte dos países.
    A falta de recursos para a ONU é tão alta que também já afeta a ajuda a refugiados palestinos. No caso do auxilio aos refugiados, o déficit decorre pelo aumento dos gastos de operação e ao crescimento de refugiados palestinos que moravam na Síria e se deslocaram para o Líbano. A UNRWA, que é a agencia da ONU responsável pelos refugiados, tenta escapar da crise atraindo países emergentes, como o Brasil, que já enviou R$28 milhões.
    Com relação ao déficit no orçamento da ONU, ressalta-se que o próprio Brasil acumulava, no inicio de agosto, uma dívida superior a US$ 245 milhões com as Nações Unidas.
    Assim, é possível perceber que a crise afeta também as organizações, afinal, estas são compostas por países que atualmente estão com dívidas e enfrentando uma crise econômica séria.
    No entanto, é necessária uma comoção dos países para que a Conferência do Clima, que possui um objetivo tão relevante nos dias atuais, possa ocorrer. A COP 21 trata de assuntos extremamente importantes e que não devem ser adiados.

  5. Esta noticia apresenta diversos aspectos interessantes ligados ao estudo do D.I.P.Primeiramente ela se foca na ONU,entidade internacional criada pelos agentes internacionais:os estados soberanos.Sua natureza jurídica consiste em uma pessoa jurídica criada pelo tratado por meio do qual os estados,exercendo sua soberania e vontade,estipulam as competências e consequentemente o poder que essa organização terá.Logo uma organização como a ONU tem personalidade e existência DERIVADA do poder soberano dos diversos agentes internacionais que a criaram.O objetivo das O.I. s consiste sempre em cumprir uma competência pela qual ela foi criada.Essa competência consiste em um realizar um objetivo comum entre os seus membros criadores,e aqueles que se filiaram,caso seja permitido,de maneira mais eficiente e cooperativa. Poderíamos fazer uma analogia com uma associação de direito privado,criada por diversos esportistas,por exemplo, para gerir um complexo esportivo.Essa associação visaria garantir à todos os seus membros um objetivo comum de pratica esportiva com a manutenção de quadras,pagamento de funcionários,etc e notamos que essa administração seria muito mais difícil e problemática caso não houvesse uma administração conjunta centralizada.A ONU vem com o mesmo objetivo de facilitar essa cooperação e cumprimento de um objetivo comum,entretanto no âmbito internacional,é claro.
    Outro aspecto interessante à ser analisado neste momento consiste na natureza do tratado a ser debatido no encontro de Bonn.Vemos que o encontro não tem como objetivo um acordo final,especifico,e sim uma preparação para uma negociação futura.Esse tipo de negociação poderia ser classificada como algo análogo à um memorando de entendimento que fixaria princípios e clausulas gerais que regerão o futuro tratado à ser convencionado.

  6. Foi aberta no dia 31/08/2015 na Alemanha, a penúltima sessão sobre um futuro acordo global a respeito do clima. O que mais causou repercussão foi o fato de que, pela primeira vez foi declarado que não há dinheiro em caixa para a próxima reunião de outubro, nem para a 21ª Conferência do Clima (COP 21). A COP 21, que reúne 195 países, tem o objetivo de concluir um acordo histórico contra o aquecimento global, programada para adotar um novo protocolo ou tratado abrangente, incluindo todos os países.
    Estados Unidos e China, juntos, representam mais de 50% das emissões de gases de efeito estufa e a eles se junta a União Europeia, onde a França pretende desempenhar papel de liderança, que vai reforçar a ideia de reduzir as emissões em 20%. Diante desse quadro, os países em desenvolvimento (entre os quais o Brasil) que até agora não assumiram obrigações de redução de emissões vão ser submetidos a fortes pressões para participarem do esforço global.
    Durante o encontro os países tentam progredir ao máximo par achar soluções afim de combater os efeitos das mudanças climáticas e chegar até Paris com algum documento concreto sobre o assunto. Com a falta de recursos em caixa, a questão financeira também entrou nos debates.
    Mais do que nunca, o que antes era um encontro para debater sobre questões futuras, hoje se tornou prioridade entre as sessões que além de enfrentarem o problema do avanço do aquecimento global, terão que achar novas soluções para suprir os gastos e melhorar os estoques.

  7. Essa conferência surge em um momento crucial, já que deve resultar em um acordo internacional sobre o clima que irá conter o aquecimento global abaixo de 2 ° C.
    Antes de tudo, face ao desafio das alterações climáticas, um acordo ambicioso e vinculativo que se aplicaria a todos os países.
    Em seguida, contribuições nacionais, que representam o esforço que cada país espera poder realizar. O financiamento da luta contra as mudanças climáticas será também um componente crucial, do qual uma das etapas foi concluída com a primeira capitalização do fundo verde com uma quantia que chega a 9,3 bilhões de dólares dos quais aproximadamente 1 bilhão foi concedido pela França.

  8. Infelizmente um assunto de extrema relevância não recebe a importância que de fato merece , noticias como essa que demonstram que a ONU ( Organização da Nações Unidas ) esta com problemas financeiros e precisa de ajuda dos países que por ventura possam colaborar .
    A conferência do clima de Paris seriam importante para o meio ambiente mundial , não apenas de um ou outro país , assuntos como emissão de gases e os problemas que podem ser causados pela falta de consciência de industrias , que e forma desgovernada despejam seu lixo industrial no planeta sem se preocupar com a saúde das pessoas e visando apenas o lucro e o seu próprio bem estar nessa sociedade deploravelmente capitalista .
    Durante o encontro que aconteceria em paris para discutir apenas as mudanças climáticas que já são problemas suficientes ocorreu também uma discussão sobre a questão financeira .
    Teriam então , de ser encontradas novas soluções para os problemas relacionados a falta de verba para realização de reuniões e convenções , já que estas se tornam cada vez mais necessárias , para que países possam se unir e juntos combater problemas não só relacionados ao meio ambiente , mais também relacionados a políticas internacionais , tratados e alianças politicas entre países . Com a falta de verba para organização de tais reuniões todo o desenvolvimento mundial se veria afetado , e em breve o planeta se veria em um caos desgovernado provocado pela falta de organização e colaboração entre países !
    Não podemos permitir que uma crise econômica afete a progressão e bem estar de todo o planeta , os gastos para realizar convenções e reuniões entre países se tornam irrelevantes quando comparados aos gastos dilacerados feito por políticos com viagens internacionais , e aviões particulares , e muito mais … Sem que o direito internacional seja exercido de que vale um país existir ? de que vale um país existir sem reconhecimento ? é como uma existência sem propósitos , estariam os países então reduzidos a mero território !
    Um futuro acordo global sobre o clima é um assuno de interesse mundial e existe a certeza de que os países possuem verba para que assuntos primordiais e prioritários como estes sejam levados em conta e tenham de fato resultados efetivos !

  9. No dia 30 de novembro de 2015 será o inicio da 21ª Conferência do Clima (COP 21), que irá perdurar ate o dia 11 de dezembro, porém, a conferência esta correndo grande risco de não ocorrer uma vez que a ONU, através de sua secretaria executiva Christiana Figueres, informou que não há dinheiro em caixa. A conferência tem como objetivo afinar posições para combater os efeitos das mudanças climáticas que estão cada vez piores. A meta da reunião era de conseguir estabelecer que o aumento da temperatura no planeta não supere 2º graus em comparação à era pré-industrial. Porem, o que chamou mais atenção não foi o assunto da reunião, mas a declaração, pela primeira vez, de que a ONU tem um considerável déficit no orçamento. Isso demonstra que a crise afeta também as organizações e não apenas os países. Por esse motivo tem grandes chances de não comparecer à reunião que engloba um assunto tão delicado e de extremo interesse a todos os países. Isso porque os problemas climáticos que vem ocorrendo afetam a todos os países. Por isso, é necessário que os países sejam solidários e contribuam para que o déficit possa ser coberto para que a Conferência do Clima, que possui um objetivo tão relevante nos dias atuais, possa ocorrer. Afinal, um futuro acordo sobre o clima é um assunto de interesse de todos que não deve ser adiado.

  10. Indesejavelmente, um assunto com esse grau de relevância mundial não recebe o “crédito” que merece. Seja qual foi o tipo do crédito. A COP 21, a ser realizada em 30 de novembro do ano em curso está em risco de não ser realizada por falta de recursos. Não é de se assustar, pois a crise econômica que o mundo passa hoje está em um estágio no qual devemos começar a nos preocupar. Notícias todo dia nos jornais dizem que a bolsa da China está em constante declínio, países Europeus atacados pela crise de 2009 não conseguiram retomar seus padrões financeiros ainda e muitos outros casos. No entanto, postergar uma Conferência desse calão, com essa relevância para o mundo no qual todos nós vivemos, na minha humilde opinião, não deve acontecer. Aqueles países que prezam por seus territórios e até mesmo pelas pessoas que vivam neles, devem possui uma atitude mais solidária e, pelo meio que for, proporcionar essa conferência. Afinal, num planeta onde a temperatura está em forte ascensão, postergar essa reunião não será de nada proveitoso, afinal, virar as costas para um problema não faz o mesmo desaparecer. Indignante é o fato de como uma crise econômica pode fazer com que assuntos extremamente relevantes como esse sejam tratados de modo periférico, fazendo com que aqueles que realmente se importam com o mundo de hoje, saiam prejudicados. Os nossos governantes devem pensar mais na população mundial que, em sua esfera particular, não possuem como se movimentarem para que essa conferência ocorra. Infelizmente, estamos atrelados e controlados por queles que só pensam no próprio umbigo e, assim, problemas mundiais estão sendo deixados de lado.

  11. A COP 21, infelizmente está correndo o risco de não se realizar devido a um déficit de US$ 1,3 milhão, e para tentar resolver tal situação, a ONU está pedindo para aqueles países que puderem contribuir economicamente para que o evento ocorra que o faça. O tema a ser debatido na COP é muito importante, tentar limitar que o aquecimento do planeta não supere 2ºC. Isso, de modo geral, irá melhorar a qualidade de vida das pessoas, pois a intenção é não deixar que o planeta vire um “inferno”. Segundo a ONU, quase 60 países são responsáveis por aproximadamente 70% das emissões dos gases do efeito estufa.
    O que ocorre, muitas vezes, é que o interesse de expandir a economia desses países e de gerar riquezas, impede que eles sigam a meta estabelecida pela ONU. Eles pensam em produzir mais e mais, e pouco se importam para as consequências que o aquecimento global possa trazer. Vale lembrar que, na COP 16, na tentativa de diminuir as emissões dos gases causadores do aquecimento global, foi feito o protocolo de Kyoto, em 1997. Lembrando que à época, Estados Unidos recusou a ratificá-lo. Se até hoje há encontros da COP e ainda assim eles tentam combater o mesmo problema, verifica-se que os países participantes não estão cumprindo o que deveriam.
    Penso, que para aqueles que não cumprirem o estabelecido na COP 21, a aplicação se sanções, pois se não se cumpre um acordo / tratado, etc, por vontade própria, é necessário um poder coercitivo para fazer que aquilo seja cumprido. De nada adianta fazer inúmeras COP’s se elas não terão o resultado esperado, que é a redução do aumento de temperatura no planeta.

  12. Sendo a ONU uma organização constituída por governos da maioria dos países do mundo, a maior organização internacional, cujo objetivo principal é criar e colocar em prática mecanismos que possibilitem a segurança internacional, desenvolvimento econômico, definição de leis internacionais, respeito aos direitos humanos, meio ambiente, dentre outros assuntos, se faz difícil acreditar que um tema de tamanha importância e que poderia impactar tanto a vida de todos nós, todos os países, não tenha recursos financeiros suficientes para organizar uma conferência sobre o tema em questão. Se faz incômodo ler uma notícia desta e perceber que o meio ambiente, aparentemente, não tem sido de grande relevância e urgência, por assim dizer, para muitos países. A meta da ONU na COP 21 é estabelecer que o aumento da temperatura no planeta não supere 2°C em comparação com a era pré-industrial. Infelizmente, há uma enorme chance de esta meta não ser alcançada. Principalmente pelo fato de que mesmo a conferência ocorrendo, os compromissos nacionais de redução de gases do efeito estufa anunciados até agora – por quase 60 países responsáveis por aproximadamente 70% das emissões – não permitirão cumprir com o objetivo de limitar a mudança climática a uma alta de 2°C. O que nos demonstra que os países participantes da ONU, que teoricamente deveriam tomar medidas que não prejudicassem os outros países, não agem desta forma, deixando que seus interesses privados se sobreponham ao interesse internacional.

  13. É uma pena a situação que a ONU se encontra, de já não ter condições financeiras, muito antes do fim do ano chegar. Um órgão mundial cuja função é de apaziguar conflitos e promover o diálogo entre países não pode, nunca, sofrer qualquer tipo de desequilíbrio que afete suas atividades, visto sua grande importância no cenário mundial. sendo sua principal fonte de recursos a doação, os países devem então tomar providências para que esse importante órgão continue em plena ação.
    A COP 21 seria mais um dos grandes projetos da Organização das Nações Unidas; visando gerar uma nova meta para diminuir o aquecimento global, seria um complemento às reuniões anteriores, como o Protocolo de Kyoto e a Rio + 20. Essa preocupação mundial com as condições da natureza no futuro é um dos novos temas repercutidos de grande importância, já que mexe também com o futuro do planeta. A economia sustentável, as cotas de CO², dentre outras idéias, foram criação dessa nova demanda, visando sempre proteger o meio ambiente para que, assim, a humanidade. também seja igualmente protegida.
    É de suma importância que esta reunião seja realizada, devendo então aos países, a responsabilidade de criar meios para que isso ocorra.

  14. A penúltima sessão de negociações para um futuro acordo global sobre o clima, aberta em 31/08/2015, em Bonn, na Alemanha, iniciou com a declaração da secretária executiva da convenção quadro da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre mudanças climáticas de que não havia dinheiro em caixa para a próxima reunião de outubro, nem para a 21ª Conferência do Clima (COP 21), que reunirá 195 países, a qual tem o objetivo de concluir um acordo histórico contra o aquecimento global.
    Será uma grande perda a não conclusão desse acordo que afeta ao mundo todo. A limitação na emissão de gases que acarretam o efeito estufa já é, de muito, necessária.
    Chama a atenção a ONU não ter dinheiro para realizar esse importante encontro, já que é uma das organizações internacionais mais respeitadas do mundo. Isso demonstra a crise econômica por que passa o mundo.

  15. A declaração de Christiana Figueres se mostra um tanto quanto cômica, pois demonstra o claro desinteresse da ONU, leia-se “países ricos, industrializados e influentes perante a ONU” em relação à situação ambiental global e do futuro de toda humanidade. Nota-se, por meio de situações como estas, que os interesses econômicos, capitalistas e egoístas de uma dúzia são infinitamente mais importantes que o bem da população mundial como um todo.
    Uma coisa é certa: não se pode ficar espantado com capítulos bizarros como estes, pois, historicamente, a ONU se mostra como local de relações político-econômicas dos grandes em detrimento de seu “real” objetivo: a união das nações. Exemplos são abundantes, como o histórico apoio a Israel e a negligência perante os ataques americanos ao Iraque
    Para finalizar, deve-se analisar a importância de um consenso no que diz respeito às praticas industriais e a preservação do meio ambiente: de fato é notória a devastação ambiental que o homem realiza e suas consequências naturais/climáticas já são percebidas por todos, seja por derretimento de geleiras ou pelo clima instável que assola o Brasil. Continuando com esta mesma frequência degradante, o que será de nós?

  16. A declaração da secretária executiva da Organização das Nações Unidas, Christiana Figueres, acerca da falta de recursos da entidade para promover reuniões entre países a respeito da crise climática acentua o quão profunda está a crise econômica nos países a ponto de não corresponderem com os investimentos pactuados à ONU.
    Quando a ONU foi fundada, em 24 de outubro de 1945. Ficou definido, na Carta da ONU que para o seu melhor funcionamento e de seus membros, o orçamento regular seria financiado por todos os estados membros da Organização – dependendo da riqueza e do desenvolvimento de cada país.
    Assim, em se tratando de mais de 180 países membros contribuintes à ONU, é de se espantar o déficit de R$ 1,3 milhões de dólares para cumprir a agenda de convenções. De um lado, isto demonstra que em matéria de corte de gastos os países consideram o valor enviado à ONU à título de cooperação, um dinheiro que poderá muito bem ser realocado para outras despesas.
    Logo, para os países membros todas as convenções e discussões em torno de medidas protetivas do meio ambiente e contrárias à poluição e ao aquecimento global são irrelevantes face ao retrocesso que a economia e a desvalorização da moeda de cada país está sofrendo.
    Contundo, não percebem que sem um ambiente propício para a vida, nenhuma economia poderá subsistir. Esta visão turva de que investimentos na melhoria do clima e do ambiente não trarão melhorias poderá ocasionar consequências irreversíveis, a ponto de que, quando perceberem a importância de tais questões não haver mais tempo para reação.
    O desenvolvimento desenfreado da economia e a busca por cada vez mais progresso e tecnologia é que ocasionaram a situação ambiental tal qual vivenciamos. E, se cada país não entender que representa uma parcela do mundo e, que sua contribuição poderá auxiliar numa melhoria de vida para todos, não será possível nem mesmo insistir em realizar convenções climáticas.
    Portanto, a crise econômica tem atingido diversos países do mundo a ponto de cancelarem os investimentos direcionados à ONU, porém, isto não representa que o dinheiro que deixou de ser gasto proporcionará a solução da crise, muito pelo contrário, ocasionará progressiva piora na crise ambiental, a qual poderá levar a um colapso do planeta, tornando inútil tanta importância dada à economia.

  17. A Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC) vai realizar em dezembro mais uma Conferência do Clima (COP 21), onde os 196 países integrantes da ONU vão tentar chegar a um consenso sobre o rumo que Convenção do Clima irá tomar, esperançosamente assinando um novo acordo que substitua o Protocolo de Kyoto, único instrumento legal da Convenção até hoje, e que não mostrou muita efetividade, tendo como principal culpada a falta de vontade política dos países membros.
    Essa reunião encontra dificuldades de realização alegando a falta de verba para um evento de tal porte. Christiana Figueres, secretária executiva da Convenção afirmou haver um déficit de 1.3 milhões de dólares e “pediu a todos os países que possam contribuir, que o façam”. É inegável a crise econômica que assombra diversos países ao redor do mundo, bem como os que participarão da COP 21, inclusive o Brasil. Porém, chega a ser vergonhoso perceber a falta de vontade, o desleixo e o desrespeito dos países quanto ao futuro climático do planeta. É inconcebível pensar que a ONU tenha que “mendigar” contribuições, enquanto países como Estados Unidos e China (responsáveis por 50% das emissões de gases do efeito estufa) possuem PIBs de 16 trilhões de dólares e 9 trilhões de dólares, respectivamente. Não há como culpar a crise econômica pelo desleixo dos Estados, que estão tão preocupados com as despesas que as medidas sustentáveis trariam que preferem sequer discuti-las. É lamentável os limites que a mesquinhez e usura humanas conseguem ultrapassar.

  18. É engraçado ver que a ONU, composta por tantos países ricos, não tenha dinheiro para discutir um tema tão importante quanto os problemas ambientais e climáticos. Provavelmente, se fosse uma reunião com a finalidade de discutir ampliações comerciais e industriais, o dinheiro surgiria sabe-se lá de onde. A seriedade com que as autoridades internacionais tratam o tema beira o ridículo. Se esquecem de que um dia os recursos acabarão, e assim como será difícil a sobrevivência, também será difícil manter a economia no ritmo em que está.
    Pelo lado da economia, o planeta vive um delicado momento financeiro como um todo, realçando ainda mais a disparidade existente entre países desenvolvidos e subdesenvolvidos. Nesse exato momento centenas de milhares de imigrantes, principalmente de origem africana, tentam entrar na Europa pelas fronteiras marítimas, e muitos acabam encontrando a morte na tentativa de uma vida melhor.
    No Brasil o panorama também é preocupante, a confiança de investidores estrangeiros cai exponencialmente, e o país já começa a ganhar fama de caloteiro no cenário internacional. Os preços e o desemprego também aumentam cada vez mais e a grande maioria dos ramos de serviço sofreram grande queda na demanda.

  19. A crise econômica bate às portas da ONU colocando em risco a realização da COP 21 que reunirá 195 países de 30 de novembro a 11 de dezembro com o objetivo de concluir um acordo histórico contra o aquecimento global que continua em ascensão, como alertou o recente relatório do CAT (Climate Action Tracker), apresentado durante a última reunião da ONU, em Bonn, na Alemanha: “Se nada for feito, podemos ter um aquecimento de até 5ºC na temperatura média da Terra. Nos cenários mais otimistas, teremos um aumento de 2ºC se conseguirmos reduzir as emissões drasticamente”.
    A ONU é financiada a partir de contribuições voluntárias dos Estados-membros. A contribuição de governos é o que sustenta a ONU, que com o dinheiro, paga seus gastos operacionais, salários e sedes, mas principalmente organiza o resgate de pessoas, a distribuição de alimentos, construção de escolas, de hospitais e cria tribunais para julgar criminosos de guerra. Para chegar ao cálculo de quanto cada governo deve contribuir para a ONU, se leva em conta o PIB, a renda per capta e outros aspectos sociais. Por decisão da Assembleia a ONU não deve ser excessivamente dependente de qualquer membro para financiar suas operações e estabeleceu um limite (teto) que fixa o montante máximo de cada membro, que é de 22%. Os Estados Unidos é o único membro que participa com limite máximo. Além de uma taxa limite, o valor mínimo avaliado a qualquer membro nação (patamar mínimo da taxa) é fixado em 0,001% do orçamento da ONU. Também, para os países menos desenvolvidos, um limite máximo de taxa de 0,01% é aplicado. As maiores contribuições vêm dos EUA (22%), Japão (12,53%) Alemanha (8,018%), Reino Unido (6,604%) e França (6,123%).
    As informações sobre o déficit financeiro da ONU, divulgado sinteticamente pela imprensa, não detalham suas razões, porém alguns analistas atribuem ao prolongamento da necessidade dos trabalhos humanitários devido ao agravamento da guerra na Síria e a situação dos refugiados, como alguns dos principais motivos da atual situação financeira já comprometida pela existência de uma lacuna enorme nas contribuições com a entidade. A saúde financeira da organização depende de os Estados membros, inclusive os grandes contribuintes, cumprirem suas obrigações financeiras plena e pontualmente. Em 2009 apenas 22 dos 192 países membros da ONU estavam em dia com o pagamento de suas cotas à entidade. Todos os demais – inclusive os Estados Unidos, maior financiador da organização – ainda têm contas em atraso com a entidade. A dívida atual dos EUA para com a ONU é de US$ 221 milhões e o Brasil tem a 2a. maior dívida. Numa revisão realizada em 2011, a contribuição brasileira passou de 1,4% do total do orçamento da ONU para 2,9%, o décimo país maior aportador de dinheiro no sistema. Desde a elevação da contribuição, porém, os atrasos têm aumentado e atingiram um valor recorde: a dívida do Brasil com a entidade soma quase R$ 1 bilhão. O débito é inédito em sete décadas da participação da diplomacia nacional no organismo. Não apenas contas antigas não foram pagas como uma reformulação do orçamento das operações de Paz da ONU fez a contribuição crescer. A desvalorização do real também contribuiu para o salto no déficit. Para o orçamento regular da ONU, a dívida brasileira é de US$ 156,4 milhões ­ US$ 79 milhões são contas de anos anteriores, que deveriam ter sido regularizadas em janeiro.
    Fontes:
    http://folhapolitica.jusbrasil.com.br/noticias/155442791/brasil-nao-paga-contribuicao-a-onu-e-divida-de-milhoes-ameaca-diplomacia-do-pais
    http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,brasil-tem-divida-inedita-com-onu-que-chega-a-quase-r-1-bi,1740481

  20. A ONU, Organização das Nações Unidas, é uma organização internacional formada por países que se uniram com o objetivo de garantir a paz e o desenvolvimento mundial, por meio de tratados, acordos que visam cumprir metas definidas nesse sentido. No dia 31 de agosto de 2015, houve uma sessão de negociações da ONU que visava cumprir a meta de estabelecer que o aumento da temperatura no planeta não superasse 2°C em comparação com a era pré-industrial. Este objetivo foi definido com o intuito de se evitar possíveis catástrofes ambientais, que poderiam ocorrer com o aquecimento global excessivo que é causado pela emissão desenfreada de gases tóxicos que se dissipam pela atmosfera, como a elevação do nível do mar causada pelo derretimento das calotas polares. Além disso, foi constatado, também nessa sessão, que não haveria dinheiro para outras próximas reuniões da ONU, reforçando que a ajuda financeira de todos os países seriam bem vindas, esse fato já mostra uma relativa falta de atenção para/com a Organização. Junto ao artigo há uma charge criticando o fato de que apesar de existir uma organização internacional que define metas a serem cumpridas pelos países membros que são boa parte dos países existentes no mundo, estas não são levadas a risco pelos mesmos. O desenho ironiza um futuro previsto em 2040, no qual, um representante da ONU diz, finalmente, ter um acordo internacional vinculativo para controlar os gases do efeito estufa. No entanto, essa cúpula sobre mudança climática está sendo realizado no topo do monte Everest, o mais alto do mundo, que está cercado por água, e em cima do único resto de terra está a Arca de Noé, ridicularizando, assim, a ineficiência das metas definidas e o pouco caso dos países membros diante de uma situação de extrema importância mundial. A charge mostra que o descaso é contínuo e que a falta de mudanças e de comportamentos prejudicará o mundo como um todo e que se esperarmos mais para acreditar que é necessário o cumprimento dos objetivos definidos, pode ser tarde demais. Alguns países que compõe a ONU cumprem as metas, mas países como, por exemplo, os EUA, neste acordo de diminuição da emissão de gases poluentes, não as seguem, simplesmente por se importarem em manter apenas o desenvolvimento industrial, não se preocupando com a parte da sustentabilidade. A ONU é uma iniciativa admirável e gera efeitos muito produtivos e eficientes, porém alguns destes são ignorados. Por fim, podemos concluir que são, absolutamente, necessárias mudanças de posturas e uma atenção maior com os assuntos tratados pela ONU.

  21. Os países que contribuem com os recursos da Onu devem tomar providências para que não sejam interrompidas reuniões importantes para todo o mundo, por falta de recursos financeiros da entidade, como é o caso da reunião sobre o acordo global sobre o clima . É responsabilidade de todos e o assunto muito importante para deixar de ter continuidade por questões financeiras.

  22. Alterações dos movimentos orbitais da Terra e a radiação solar podem ser causas naturais das mudanças climáticas ou podem ser consequência destas as atividades humanas.
    Responsável por produzir informações científicas, O Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas, órgão das Nações Unidas, já afirmou no passado que tem 90% de certeza que o aumento de temperatura na Terra está sendo causado pela ação do homem.
    Portanto, a importância de uma convenção sobre mudanças climáticas é imprescindível para o combate dos efeitos das variações ambientais.
    Dessa forma a fixação de políticas para reduzir e estabilizar as emissões de gases de efeito estufa em um nível na qual as atividades humanas não interfiram seriamente nos processos climáticos é o que a Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima e seus países membros buscam.
    Entretanto, a falta de recursos em caixa para a próxima reunião, como também para a 21ª Conferencia do Clima, é extremamente decepcionante. Um tema importante como esse deveria ter mais prioridade e a esperança é que “os países que possam contribuir, que o façam.”

  23. A ONU é financiada a partir de contribuições dos Estados-membros. É com essa contribuição dos governos que a ONU sustenta o pagamento de seus gastos operacionais, salários e sedes, mas principalmente organiza o resgate de pessoas, distribui alimentos, constrói escolas, hospitais, presta ajuda humanitária, de saúde e cria tribunais para julgar os criminosos de guerra. Para chegar ao cálculo de quanto deve ser a contribuição de cada governo, se leva em conta o PIB, a renda per capita e outros aspectos sociais. Por decisão da Assembleia, a ONU não deve ser excessivamente dependente de qualquer membro para financiar suas operações e por isto, estabeleceu um teto que fixa o montante máximo de contribuição que é de 22%. Os Estados Unidos é o único membro que participa com o limite máximo. As maiores contribuições, depois dos EUA vem do Japão (12,53%), Alemanha (8,18%), Reino Unido (6,604%) e França (6,123%). A saúde financeira da organização depende, pois que os Estados membros cumpram suas obrigações financeiras plena e pontualmente.
    Em 2009 apenas 22 dos 192 países membros da ONU estavam em dia com o pagamento de suas cotas à entidade. Todos os demais – inclusive os EUA, maior financiador da organização, apresentavam e ainda têm contas em atraso com a entidade. A dívida atual dos EUA para com a ONU é de US$221 milhões e é a maior das dívidas. O Brasil vem em 2º lugar, com a 2ª. maior dívida, que soma quase R$1 bilhão. Em tem aumentado 2011, numa revisão realizada, a contribuição brasileira passou de 1,4% do total do orçamento da ONU, para 2,9%, passando a ser o 10º maior aportador de dinheiro no sistema. Desde a elevação da contribuição porém, os atrasos aumentaram e atingiram um patamar recorde, inédito em sete décadas de participação da diplomacia brasileira no organismo. Não apenas contas antigas não foram pagas como uma reformulação do orçamento das operações de Paz da ONU fez a contribuição, e por consequente a dívida não paga, crescer. A desvalorização do real também contribuiu para o salto no déficit. Do total da dívida, US$79 milhões são contas de anos anteriores, que deveriam ter sido regularizadas em janeiro.
    As sanções para o inadimplemento estão previstas no art. 112 do estatuto de Roma, que dispõe que o Estado em atraso no pagamento de sua contribuição não poderá votar, se o total de suas contribuições em atraso se igualar ou exceder a soma das contribuições correspondentes aos dois anos anteriores completos por ele devidos. Mas a sanção não fornece o recurso necessário para que a ONU continue com suas atividades, colocando em risco a não realização de importantes reuniões, colocando em risco decisões de interesse mundial, como é o caso do aquecimento global.

  24. Um assunto bastante discutido e importante no mundo como a situação do Clima Global e infelizmente temos a notícia de que a ONU não tem se quer dinheiro para fazer uma conferencia de tamanha importância.
    Com previsão de efeito a partir de 2020, o acordo de Paris determinará todos os esforços para contenção das emissões de gases do efeito estufa que têm prejudicado o desequilíbrio climático do planeta, que faz com que secas, inundações e tempestades sejam cada vez mais comuns, além do preocupante aumento do nível dos mares.
    O objetivo da ONU, para os próximos anos, é limitar a elevação do aquecimento global em até 2ºC, isto é, níveis pré-indústria. Cientistas dizem que, a continuar pelos níveis de crescimento atuais, o clima terrestre pode entrar em colapso
    Com tantas expectativas de que ocorra a conferencia e de que os países contribuam para a redução da temperatura é inadmissível que uma ”reunião” desse porte não se realize por falta de dinheiro. Os países integrantes deveriam ter um olhar mais rigoroso e se preocupar mais com o nosso clima do que com ”besteiras”.
    Uma das consequências do aumento do clima e do aquecimento global é a falta de água ,sera que é maios fácil esperar a água acabar e guerrear por ela ou ter um pouco mais de participação e resolver esse problema logo, pois o Planeta Terra tem ”prazo de validade”.

  25. A 21ª Conferencia do Clima que reuniria 195 países, e seria realizada entre os dias 30 de novembro de 2015 a 11 de dezembro de 2015, corre o risco de ser adiada ou mesmo cancelada. Isso porque a ONU (Organização das Nações Unidas), uma das maiores organizações mundiais, também foi atingida pela crise que tem se alastrado por todo o mundo. Ocorre que, devido ao déficit de US$1,3 milhão de dólares dessa instituição, um dos assuntos de maior importância no mundo contemporâneo não poderá ser discutido pelos países que compareceriam à COP 21, e muito menos pelos principais, e não poucos, 60 países mais responsáveis pelas emissões dos gases estufas, que contribuem para o agravamento do aquecimento global. Dessa forma, indispensável se faz a realização de conferências como esta pois, os tratados visam não só à diminuição da emissão dos gases poluentes mas, também, ao estabelecimento de regras e normas para o combate às mudanças climáticas mundiais. Assim sendo, de acordo com a reportagem, a falta de recursos para a realização de uma conferência desse nível e tamanho, que ocorre desde o ano de 2007, é inaceitável. Cada país deveria se atentar para a importância do assunto a ser discutido e tomar providências cabíveis ao caso para que a conferência se realize e que medidas sejam tomadas para a melhoria das condições climáticas em todo o mundo.

  26. Uma das maiores organizações do mundo, a ONU, também está sofrendo os efeitos da atual crise econômica pela a qual estamos passando. Devido a escassez recursos presentes nessa instituição, um dos assuntos mais relevantes no mundo contemporâneo não poderá ser debatido pelos países que compareceriam à COP 21. A reunião visa apresentar todos os esforços e medidas criadas para conter as emissões de gases de efeito estufa que vem prejudicando o desequilíbrio planeta, alterando o clima, a fauna e a flora. Um tema de extrema importância não pode ser deixado de lado por motivo de falta de verba. A ONU deveria procurar medidas alternativas para prosseguir com o tema ao invés de esperar que os países que possam ajudar ajudem. A crise econômica está mais uma vez atingindo a todos,e se ao invés de contar com a ajuda financeira de outros países a ONU tirasse o dinheiro de causas que não sejam de extrema importância para resolver a priori esse assunto em pauta, talvez a solução para a diminuição dos gases já tivesse sido apresentada. Falta iniciativa tanto da ONU quanto dos demais países para o tema.

  27. A 21ª Conferência do Clima (COP 21) a ser realizada de 30 de Novembro a 11 de Dezembro entre 195 países, objetiva concluir um acordo histórico contra o aquecimento global. As alterações no clima em função do aquecimento global são assuntos de imensa relevância para toda a humanidade, mas ainda infelizmente, pouco discutido. Alguns países, como os EUA, por exemplo, não se atentaram a tal importância, uma vez que não é signatário do protocolo de Kyoto e é o país que mais emite gases no mundo.
    O aquecimento global, no cenário mundial atual, é uma triste realidade, e acordos visando uma redução imediata da emissão de gases poluentes assim como metas que objetivam que o atual quadro não se agrave mais, passaram a ser uma necessidade de todos os países. A COP 21 quer estabelecer que a temperatura média do planeta não ultrapassasse em 2 graus, tendo que ter então, o comprometimento dos países. Mas os compromissos nacionais de redução de gases que já foram anunciadas até o presente momento, não são suficientes para que o objetivo seja alcançado.
    A falta de recursos, anunciada pela secretária executiva da convenção da ONU, é lamentável. Os países participantes têm que perceber a importância de tal evento e das discussões de planos de melhorias no que diz respeito ao aquecimento global e cada um deles se comprometer a fazerem suas doações. A COP 21 não poderá deixar de ser realizada, é o futuro da humanidade que está em debate e não deve ser adiada.

  28. O Protocolo de Kyoto, bastante conhecido e aprovado pela população em geral, expirava em 2012, no entanto teve sua vigência prolongada para até que se chegasse a novo acordo. Dessa forma, a Conferência do Clima de Paris que será realizada em Dezembro desse ano tem papel fundamental na comunidade internacional: a COP-21 visa substituir o Protocolo de Kyoto, a partir de novo acordo sobre a tentativa de reduzir o aquecimento global. Assim, com o intuito de atingir o escopo da conferência, seus países membros já estão apresentando propostas de diminuição dos gases do efeito estufa e selando acordos. No entanto, a recente notícia aqui veiculada sobre a ONU estar sem dinheiro para organizar a Conferência é, no mínimo, preocupante. Preocupante, visto que se constata que a ONU dá prioridade aquém da necessária para um tema cujas consequências são insanáveis. Preocupante, visto que buscar contribuições dos países pode ser contar com recursos insuficientes. Afinal, se nem mesmo houve até agora, três meses antes da conferência, compromissos de redução de gases do efeito estufa suficientes para que a meta de limitar a mudança climática a 2° C seja cumprida, o que se esperar de algo que atinge diretamente os interesses financeiros dos países? Todavia, apesar de tal falta de verba da ONU ser inquietante, ainda há a expectativa de que prevaleça o interesse coletivo dos países em buscar amenizar um desastre ambiental, mesmo que à custa de suas próprias contribuições.

  29. Foi com certa tristeza que li esta notícia.

    Até quando iremos negligenciar e subestimar os efeitos devastadores do ser humano sobre o planeta Terra?

    A sociedade em geral tem de perceber que a nossa única habitação no universo vem dando diversos sinais e pedidos de socorro. Não nos atentarmos aos problemas ambientais é como darmos um tiro em nossas próprias testas. O planeta nunca apresentou temperaturas tão altas em toda a sua existência, e alguns tolos insistem em acreditar (Será?) que tudo não passa de uma transição recorrente e inofensiva, causada pelo ciclo natural terrestre.

    Torço para que tais indivíduos estejam certos, mas minha torcida não basta. Temos de dar prioridade total aos problemas climáticos, antes que seja muito tarde!

  30. Bem como diz reiteradamente o ilustre professor Luiz de Albuquerque, quando ministra suas aulas na Faculdade de Direito Milton Campos: A relação dos países em solo terrestre é de uma eterna vizinhança. Melhor dizendo, os países coexistem na Terra, não existindo nenhuma possibilidade de algum país se desmembrar. Imagina quão absurdo seria se um país reivindicasse uma transferência para outro planeta, outra galáxia? Portanto, segundo o professor, é preciso estabelecer bons modos de convivência, porque quem é seu vizinho hoje, será seu vizinho para sempre.
    A Organização das Nações Unidas, criado no cenário de pós-Guerra na metade do século XX, tem como missão, sobretudo, a melhoria dessa coexistência terrestre. A ONU busca, incessantemente, soluções para os tantos problemas que assolam as relações de países entre si, e de países com a Terra, propriamente dita.
    Temos que reconhecer que nosso meio-ambiente está fragilizado, e com perspectivas nada boas para o futuro. Não cabe aqui ficar citando dados climáticos que batem recordes negativos, uma vez que acredito já ser sabido, por todos, que temos motivo suficiente para insistir que reuniões como a COP 21 sejam realizadas.
    É um tanto absurdo que a reunião venha a ser cancelada por falta de verba. Isso é algo impensável. A ONU, pelo tamanho e importância que representa para o mundo, tem que reagir a esta situação financeira adversa a qual chegou.
    O problema climático gera efeitos para todos. Talvez estejamos num dos momentos mais críticos da história, no que diz respeito ao meio-ambiente.
    Não se cancela reuniões sobre temas importantíssimos, promovidas pela ONU, com a facilidade que se cancela eventos festivos ordinários. Se falta dinheiro, é hora de se planejar, para que se arrecade mais, ou para que se faça mais, com menos.
    Como bem dito na notícia, um dos temas previstos para a palestra, seria o da estipulação de quantos graus seria o limite de aquecimento nos próximos anos. Ora, todos nós queremos que as melhores cabeças e intelectos do mundo se encontrem para decidir sobre isso!

  31. A COP 21, que reunirá 195 países de 30 de novembro a 11 de dezembro, tem o tema a discussão diante um problema global, o superaquecimento da terra. A questão tratada nesse noticia, chega a ser assustadora, a Organização das Nações Unidas, afirma que possivelmente não poderá haver esse encontro devido a falta de capital, ou seja falta de dinheiro em seus caixas para realização da mesma. A ONU é uma organização internacional cujo objetivo declarado é facilitar a cooperação em matéria de direito internacional, segurança internacional, desenvolvimento econômico, progresso social, direitos humanos e a realização da paz mundial, composta por 193 países, dentre eles as maiores potencias do mundo , com PIBs batendo a casa dos trilhões, e não se pode haver se quiser um divisão de gastos, doações , para que um reunião de tal importância aconteça? Afinal 1,3 milhoes não seria la nenhuma fortuna para tais países supracitados.

  32. A notícia apresentada é extremamente amedrontadora e preocupante, pois demonstra a falta de preocupação de uma organização internacional que representa o principal meio de viabilizar um acordo entre as nações para diminuir a emissão de gases de efeito estufa, diminuindo o aquecimento global, assunto que deveria ser tão importante e urgente como questões de guerra. O sistema econômico disseminado por todo o planeta é completamente autodestrutivo, existindo a carência de um novo acordo climático que substituirá o Protocolo de Kyoto, expirado em 2012 e que foi estendido até um novo acordo. O assunto é tão urgente que tanto os países ricos, membros do G-7, quanto o Brasil já estão divulgando intenções e selando acordos para reduzir as emissões de gases de efeito estufa antes da conferência, embora a posição brasileira seja considerada bastante tímida. Em 2005, foi apresentado pelo economista britânico Nicholas Stern um relatório que gerou grande impacto mundial, pois informava que se não fossem tomadas medidas para a redução das emissões, a concentração dos gases geradores de efeito estufa na atmosfera poderia, em 2035, atingir o dobro registrado em nível pré-industrial, o que representaria um aumento da temperatura média global de mais de 2ºC. O relatório apontou também que, em longo prazo, havia mais de 50% de possibilidades de que o aumento da temperatura excedesse os 5ºC. Mesmo com a Rio+20 e a aprovação do documento O futuro que queremos, pouco se abordou a questão climática, deixando a questão indiscutida e vaga, o que é um ABSURDO.

  33. Há falta de recursos em caixa, tornou a questão financeira também um tema a ser debatido, além da conclusão do acordo contra o aquecimento global. pela COP 21 – acordo este, já considerado histórico. A meta das Nações Unidas é limitar o aumento da temperatura da Terra. A recente estimulação que gira em torno da crise climática, agora, abrange novos segmentos no âmbito internacional. Os líderes religiosos do catolicismo, judaísmo e islamismo alertaram os seus seguidores sobre a necessidade de impedir o aumento da temperatura no planeta.
    A notícia dada pela ONU gerou um verdadeiro caos, com repercussão mundial. Diversas pessoas alegam ser um absurdo, com comentários do tipo: “para investir dinheiro em guerras, enviando tropas e equipamentos, sempre há. Mas à disponibilização para evitar danos a todo o planeta, falta.”
    Os movimentos socioambientais que há muito tempo estão em busca deste debate e sua efetiva conclusão, estão indignados com a posição displicente, sem mostrar o devido interesse para o caso em questão que terá repercussão nas próximas gerações. A organização internacional está mais preocupada com seus cofres, a fim de se manterem consideravelmente “protegidos”, do que investir em um dos seus objetivos como organizações internacional: resolver de forma pacífica conflitos internacionais.
    A falta de preocupação da ONU demonstra o fato alarmante: a infeliz realidade frente a tal problema, uma vez que a mesma, ao negar os investimentos, representa o descaso dos próprios países que são membros da organização. É preocupante, certamente. O futuro do planeta depende disto.

  34. Não há dúvidas de que o aquecimento global é um assunto de extrema importância e deve ser discutido de, tal forma, a tentar controlá-lo e evitar o seu crescimento gradativo. O meio ambiente é e sempre será tema primordial, pois, fato é que sempre dependeremos dele para sobreviver. No dia 31 de agosto, ocorreu a penúltima sessão da ONU (Organização das Nações Unidas) em que se discutia as negociações para um futuro acordo global sobre o clima, no qual acarretaria, mais tarde, no encontro de 195 países (COP 21) com o tema voltado para o combate do aquecimento global; em tal circunstância, a secretária da ONU afirmou que não há dinheiro em caixa para as próximas reuniões.
    A crise vivenciada atualmente gira em torno do âmbito econômico, mas devemos considerar que o meio ambiente esteve e está em crise há algum tempo e esse fato sempre foi tratado secundariamente. Como tudo que é desconsiderando tende, naturalmente, a piorar o que aconteceu foi justamente isso. Agora se tem não só um caos na economia, mas também nas medidas que podiam ser tomadas para garantir o bem estar e a sobrevivência de todos.
    É inaceitável e revoltante a ONU não ter condições para arcar com uma reunião que carrega consigo o futuro da nação. Os países devem, no entanto, notar a verdadeira importância da realização da COP 21 e apresentar um auxílio de recursos para que o encontro aconteça e tenha enfim uma efetividade garantida.

  35. A matéria trás uma notícia assombrosa no que concerne aos objetivos da ONU. Uma vez que a ONU é uma organização internacional que deve determinar diretrizes, fechando acordos entre os Estados Membros para uma melhor qualidade de vida da população mundial, é impensável e inadmissível que esta não tenha recursos para promover uma conferência deste calibre, ainda mais por se tratar de questão ambiental, afeta a qualquer nação existente no planeta. Portanto é de suma importância que a ONU mantenha sempre o seu calendário, realizando as conferências como marcado ou sempre que necessário.
    Tal conferência é de suma importância, ainda, pois o atraso nos trabalhos referentes ao compromisso de redução dos gases do efeito estufa pode culminar em grandes consequências, uma vez que a cada dia que se passa sem uma solução ou amenização o ecossistema sofre de maneira exacerbada.
    Sendo assim, uma solução rápida e eficiente deve ser tomada ou então, se as questões ambientais continuarem a ser mantidas em segundo plano, no futuro veremos a conferência como na charge acima, no topo do monte Everest e rodeada por mar.

  36. A crise econômica é um problema, antigo e atual ao mesmo tempo, que atinge a todo o mundo, mudando inúmeros comportamentos e realidades. O dólar cotado a R$ 4,00, a Alemanha reduzindo impostos para estimular a demanda dos consumidores, o PIB da Grã-Bretanha encolhendo, a Grécia “falida” e fazendo acordos financeiros com a União Europeia, dentre outros fatores, apenas evidenciam que a crise chegou e “veio para ficar”.

    Diante desse cenário de déficit mundial, onde a maioria dos países tem de “contar as moedas” para pagar suas contas e se manter, aparece a Organização das Nações Unidas, que é supostamente rica e bem financiada, afirmando que não possui dinheiro em caixa para realizar uma próxima reunião entre seus membros.

    Tal afirmação é altamente preocupante pois, se a Organização das Nações Unidas, que é financiada por diversos países com diversas realidades econômicas, não tem dinheiro nem mesmo para realizar uma reunião, então a média geral de renda e fluxo de dinheiro nos países está abaixo do normal.

    Se nem mesmo as alterações climáticas, que devem ser prioridade nas discussões dos países, tem dinheiro aplicado em seus estudos, quem diria para assuntos “secundários”, como a paz mundial.

  37. A notícia trás um assunto extremamente preocupante no que se refere aos objetivos da ONU. Sendo a mesma uma Organização Internacional onde se tem a determinância dos caminhos a serem observados, fazendo acordos entre seus estados-membros para que a qualidade na vida do cidadão terráqueo evolua. É assustador quando se vê uma notícia comi está dizendo que a organização referida não tenha recursos para promover está tal conferência de extrema relevância quanto mais por se tratar de questão ambiental que atinge qualquer Estado-naçao. Então podemos entender que é de importância gigantesca que a ONU continue a cumprir o seu calendário, realizando suas conferências como pré-acordado ou sempre que solicitado.
    Falar sobre assuntos de interesse global é louvável e necessário, tendo está organização o papel de pedir e tentar que os países diminuam a emissão de gases de efeito estufa por exemplo, tão nocivos a saúde não só humana, mas também da fauna e da flora.
    Portanto, uma solução rápida precisa ser tomada ou então o futuro não será tão feliz e fato quando o presente vivenciado pelo habitante da terra.

  38. “Uma mentira contada mil vezes torna-se realidade”, essa é a melhor frase que ilustra o problema do aquecimento global. A teoria carece de provas científicas e ignora fatos já comprovados pela ciência, como os que aqui serão listados: O ciclo de Gleisberg, que comprova a existência de períodos de atividade máxima e mínima de radiação solar que se alterna a cada 50 anos, influenciando diretamente no aquecimento ou resfriamento da Terra. Entre 1925 e 1946, a emissão de C02 representava menos de 10% do que atualmente é emitido, e houve um aquecimento de 0,4 °C no planeta, enquanto entre 1947 e 1976, época de aceleração da produção industrial devido ao fim da 2ª Guerra Mundial, houve um resfriamento global de 0,2°. Na última decada, a concentração de gás carbônico na atmosfera aumentou, mas a temperatura global se estabilizou, comprovanto a naturalidade da variabilidade climática (http://planetasustentavel.abril.com.br/pops/variacao-temp-mediaglobal.shtml – infográfico comprovando a naturalidade da variação climática). Há 7 mil e 3 mil anos atrás e entre os anos 800 e 1200 d.C., o clima teria estado até 10 °C mais quente. Nessa época, os vikings colonizaram áreas do Canadá e da Groenlândia que hoje são cobertas de gelo – a concentração de CO2 , porém, era pelo menos 50% menor que a atual. Os céticos alegam que, se há mais CO2 na atmosfera hoje, é porque o volume desse gás sempre reage com 800 anos de atraso em relação às variações de temperatura. É o tempo que leva para o oceano esquentar ou esfriar, liberando ou retendo CO2. O derretimento de icebergs não eleva o nível de mar, pois o gelo flutuante ocupa o mesmo volume depois de derretido. Dados de satélites mostram que o nível do mar subiu cerca de 5 cm entre 1992 e 2006 e está estabilizado desde então. E já houve oscilações muito maiores (de 12 a 50 cm, em certas regiões) por motivos que nada teriam a ver com o aquecimento global, como a influência da órbita da Lua nas marés e os fenômenos oceânicos conhecidos como El Niño e La Niña. A variação no volume de gelo flutuante do polo Norte seria causada por ciclos de aquecimento e resfriamento, que duram de 20 a 40 anos no oceano Atlântico Norte. Quando a água mais aquecida passa por baixo dos icebergs, derrete parte do gelo submerso. Com isso, a parte aérea – correspondente a 10% do volume do bloco – não derrete, mas desmorona. O gelo da superfície não derrete porque a temperatura do ar é inferior a -20 °C, mesmo no verão. Dito tudo isso, ainda cabe salientar as fraudes nos relatórios sobre mudanças climáticas onde se conclui sobre impactos do aquecimento global como fatos inquestionáveis, mesmo faltando comprovação científica. Não bastando, o IPCC creditou como autores dos relatórios cientistas respeitáveis que se opõem a falsa teoria. E por fim, de acordo com o Documentário THE GREAT GLOBAL WARMING SWINDLE (2007), oceanos, vegetação e solo emitem 30 v

    ezes mais CO2
    que os humanos.

  39. Ofuscado pelo lado econômico, o mundo vive um momento conturbado financeiramente de um modo geral, o que leva a uma disparidade ainda maior entre países subdesenvolvidos e desenvolvidos. Diariamente milhares de imigrantes, se arriscam em travessias perigosas tentando chegar a Europa em busca de uma nova vida, de renovação, esperança, mas muitos acabam não resistindo ao trajeto.
    A situação não é diferente no Brasil, o país a cada dia perde mais sua credibilidade e confiança no cenário internacional, os investidores não estão sendo mais atraídos a investir no Brasil.
    Quanta à falta de recursos de uma entidade como a ONU, composta de diversos países ricos, para a organização de uma conferência para discutir um tema tão importante, é um tanto quanto curioso a falta de recursos necessários, os quais muitas vezes nos esquecemos mas carecem de muita atenção e cuidado. Assuntos como este de natureza climática e global afetam o planeta como um todo e muitas vezes podem ser irreversíveis em estados mais críticos de derretimento de calotas polares e invernos rigorosos, verões escaldantes, não estando as estações climáticas em estabilidade.

  40. A ONU sem sombra de dúvidas foi uma grande conquista para a humanidade. A criação dela que estaria (embora em tese) “acima” da soberania de cada uma das nações, é algo que, antes do adventos da Segunda Guerra Mundial, seria inimaginável.

    Criada logo após a segunda grande guerra mundial, a ONU tem como objetivo principal a mediação, prevenção e erradicação dos conflitos internacionais, especialmente os conflitos bélicos.

    Destarte, tal organização traçou seu alicerces nos seguintes objetivos: Erradicar a extrema pobreza e a fome; Atingir o ensino básico universal; Promover a igualdade de gênero e a autonomia das mulheres; Reduzir a mortalidade infantil; Melhorar a saúde materna; Combater o HIV/AIDS, a malária e outras doenças; Garantir a sustentabilidade ambiental; Estabelecer uma parceria mundial para o desenvolvimento.

    Fato é que, embora muitas vezes seja ineficaz e subordinada aos interesses das grandes potências, principalmente dos EUA, a ONU é de suma importância para o progresso da humanidade.

    João Pedro Tameirão Pedroso Gregório de Souza

  41. A crise econômica mundial é uma realidade que afeta vários setores da economia, de diversos Países. Além deles, as Organizações Mundiais, a exemplo da ONU – Organização das Nações Unidas, também já sentem os efeitos dessa crise.
    Conforme evidenciado na notícia, falta dinheiro até mesmo para promover a reunião de seus Países membros para tratar de um assunto tão importante, como as mudanças climáticas.
    Tal quadro é preocupante pois se não sobra dinheiro nem mesmo para reunir, quiçá para colocar em prática o que seria definido.
    A solução para o problema, apresentada pela ONU, é a arrecadação de recursos provenientes de seus Países membros que também passam por um momento de crise, não sendo, portanto, eficaz.

  42. Compreender que a crise que permeia o mundo globalizado vem a atingir até grandes entidades mundiais é de se preocupar. Um tema tão importante deveria ser projeto de um grande encontro, como o que viria a ser planejado caso os recursos fossem mais brandos. Deve-se também reputar a entidade responsabilidade quanto a forma que a mesma vem gastando suas fontes monetárias, tendo em vista que já tem divida expressiva.

  43. Interessantíssimo assunto, além de muito importante, tem suma importância para o futuro da humanidade. Embora seja um tema pouco comentado nos dias de hoje, tendo em vista a importância dada a outros assuntos diante da economia global, o aquecimento global merece atenção. O Acordo de Paris, qual a matéria se refere, tem o objetivo de conter e regular as emissões de dióxido de carbono na atmosfera nos próximos anos. Importante salientar que, embora a ONU declare que não possui recursos financeiros e pede ajuda, pois possui um enorme déficit, não podemos esquecer que a mesma não deixou o assunto de lado por não possuir dinheiro. É de muito bom tom que no encontro de Bonn, os países terem tentado encontrar uma posição para combater os efeitos das mudanças climáticas para, já chegar a Paris com um documento já avançado sobre o assunto em voga. Mais importante ainda, é lembrar que embora se discuta muito sobre o assunto, sobre reduções de gases do efeito estufa, os países responsáveis pela grande maioria das emissões, não estão tomando atitudes de resultado para chegar ao objetivo de limitação da temperatura da Terra.

  44. A 21ª Conferência do Clima – COP 21 terá como principal objetivo estabelecer um novo acordo entre os países para diminuir a emissão de gases de efeito estufa, diminuindo o aquecimento global e em consequência limitar o aumento da temperatura global. Porém, após o alerta da ONU sobre os cofres vazios para cobrir as sessões previstas no calendário, a única alternativa é esperar uma reação positiva dos países membros, especialmente aqueles países mais ricos, ajudando as Nações Unidas a conseguirem debater mencionada conferência, e responder a esta crise de uma maneira urgente. Isto porque tal Conferência é de suma importância, eis que pretende buscar meios de proporcionar o bem-estar das gerações futuras, mas sem ignorar as necessidades da geração atual. A principal abordagem da ONU neste contexto é integrar e compatibilizar o desenvolvimento econômico e social e a qualidade ambiental.

  45. O aumento das emissões de gases de efeito estufa na atmosfera é um assunto cada vez mais polemico e preocupante. O processo de aquecimento está acontecendo muito mais rápido do que antes,e isso se deve do pelo aumento dos níveis de emissões de gases lançados na atmosfera, por carros, industrias, desmatamentos… A 21ª conferencia do clima- COP 21, é de fundamental importância, já que clima médio do mundo já subiu um por cento desde o período industrial. Sendo assim, seja ser impugnante que essa conferencia deixe se ser feita por causa recursos, sendo que isso deveria ser assunto de extrema importância para dezenas de países que tem condição de bancar essa conferencia.

  46. A notícia apresenta a dificuldade econômica para a realização da COP 21, que reunirá 195 países de 30 de novembro a 11 de dezembro, cujo objetivo de concluir um acordo histórico contra o aquecimento global. As modificações no clima decorrentes do aquecimento global são assuntos de muita relevância para todos os países. As mudanças climáticas podem acarretar em desastres naturais irreversíveis, causando prejuízo não só para um país, mas para todo o globo terrestre. O que muitas vezes não se leva em conta é que, um país que transgride norma internacional relativa ao clima, pode interferir no clima de outros países, causando um dano. Isso deveria ser levado em consideração ao assinar tratados internacionais dessa natureza.
    Hoje, o mundo passa por uma crise econômica, tendo alguns país como mais afetados, que é o caso do Brasil. Tantas despesas inúteis e sem prioridade vem sendo realizadas, e casos de suma importância, como a mudança climática, que será discutida no COP 21, estão ficando na margem. 21ª conferencia do clima- COP 21, é de fundamental importância, já que clima médio do mundo já subiu um por cento desde o período industrial, e deseja-se que não supere mais que dois por cento. Os países signatários dos tratados internacionais relativos ao clima deveriam se reunir e obter investimentos de diversas naturezas para que seja realizado tão logo a conferência.

  47. Ao que parece, a crise mundial exclui o Brasil da contenção de gastos, face ao enorme volume de dinheiro usado pelos políticos no usufruto das benesses do poder. Enquanto uma organização das mais importantes do mundo cancela uma reunião de extrema importância para os interesses da humanidade por conta da ausência de uma verba relativamente irrisória para custeá-la, o Brasil se faz imune a qualquer crise que se tenha notícia, ao conceder perenemente aos seus políticos privilégios que em muito superam os custos de manutenção da corte da Rainha Elizabeth do Reino Unido. Esse artigo é bastante inusitado por nos induzir a pensar de onde se originam os recursos para a manutenção da Organização das Nações Unidas, independentemente do evento que deixou de ser realizado por falta de verba, que no caso assume um caráter secundário, apesar da sua relevância. O artigo põe em cheque a própria credibilidade da ONU, que pede auxílio aos países que se predisponham a socorrer financeiramente a instituição. Ao tempo em que uma entidade que organiza e coordena temas e tratados de suma importância para os desígnios da humanidade é sensivelmente afetada pela falta de recursos mínimos para manter-se, outra organização, que trata apenas da organização de torneios de futebol, administra, sem qualquer fiscalização – o que lhe permite a falta de escrúpulos e critérios morais –, uma receita anual bilionária. Em suma: a paz no futebol hoje se faz mais importante que a paz entre as nações.

  48. A 21ª Conferência do Clima (COP 21) está prevista para realizar em dezembro de 2015, em Paris, visto que conforme exposto por Christiana Figueres (secretária executiva da convenção quadro da ONU) não tinha dinheiro em caixa para realizar reunião em outubro, nem para a COP 21.

    Com o principal objetivo de estabelecer acordo, entre os 195 países que se reunirão, para diminuir a emissão de gases de efeito estufa, diminuindo o aquecimento global e em consequência limitar o aumento da temperatura global em 2ºC até 2100, é preocupante saber que o acontecimento da referida conferência foi adiado haja vista a falta de recurso financeiro para ocorrência do evento.

    Diante da crise que nos assombra, fica um alerta aos países de estabelecer prioridades e investir cada vez mais em recursos com o intuito de coibir problemas drásticos de desenvolvimento sustentável. O desenvolvimento de políticas de preservação do meio ambiente é de suma importância, alcançar a meta que se busca na COP 21 é avançar, preservar o futuro.

  49. A crise econômica mundial que vem se arrastando desde 2008 parece agora ameaçar a 21ª Conferência do Clima (COP 21). Tal crise surgiu no setor imobiliário americano em que uma falta de fiscalização sobre limites especulativos no mercado imobiliário, geraram uma bolha especulativa que culminaram numa recessão econômica global. Recessão essa que repercute até os dias de hoje no senário financeiro global. Agora uma das convenções mais importantes sobre a mudança climática que reunirá 195 países de 30 de novembro a 11 de dezembro, com o objetivo de concluir um acordo para a manutenção da emissão dos gases do efeito estufa e pode ser comprometida pela falta de dinheiro.

  50. Vemos agora um grande reflexo da crise financeira que atinge o mundo inteiro, a ONU não possui verba para organizar uma grande conferência para tentar acabar com o aquecimento global. Assunto hoje pouco tratado e que se perde em meio a tanta notícia de corrupção, crise, lavagem de dinheiro, esquemas bilionários, etc, porém que, se não levado a sério, teremos um grave problema com o que lidar no próximo século. Um aumento de 2°C na temperatura terreste refletiria em uma série de problemas, podemos citar o aumento da temperatura dos oceanos, que refletiria na morte de centenas de espécies, a redução da flora e da fauna, a mudança na sensação térmica do ser humano, etc. Tal fato é explícito a falta de compromisso dos países, chegando ao ponto da ONU ter que solicitar ajuda dos 195 países participantes para arrecadar meros U$1,5 milhão de dólares, quantia extremamente insignificante para diversos países como EUA, União Européia e Brasil, país que recentemente teve um escândalo bilionário com sua maior estatal. O déficit da ONU é tão alto que não afeta apenas a conferência, mas também seu apoio a refugiados e a sua ajuda global para com os que necessitam. Países maiores precisam criar uma consciência mínima e ajudar a ONU, uma das maiores e mais importantes organizações atuais.

  51. Como visto, a ONU declarou não possuir dinheiro suficiente para organizar a próxima sessão de negociações, na Alemanha, e a COP21, conferência do clima em Paris.
    A expectativa do evento é fechar um acordo a fim de solucionar a crise climática internacional, com o objetivo de regular as emissões de dióxido de carbono na atmosfera nos próximos anos.
    Entretanto, o déficit orçamentário da ONU impossibilitaria a concretização do evento e, consequentemente, que se cumpra o objetivo de limitar a altura climática a 2° C, já que tal meta não seria atingida apenas por compromissos nacionais.
    No que diz respeito à conscientização social acerca do relevante problema ambiental, percebe-se que a população francesa já iniciou suas mobilizações. Isso porque, considerando que o grande número de carros nos centros urbanos é uma das maiores causas e emissão do citado gás, no dia 27 de setembro será realizado o movimento “Paris sem carro”.
    Resta questionar se o restante dos países, assim como a França, tem a preocupação de assegurar a efetiva proteção ao meio ambiente. Viável seria que os 195 países participantes da conferência do clima se movessem para arrecadar recursos, a fim de que seja viabilizada a concretização do evento.

  52. A ONU declarou que não possui condições financeiras para organizar a Conferência do Clima de Paris, bem como, para a 21ª Conferência do Clima, disse a secretaria executiva Christiana Figueres. A COP 21, que reuniria 195 países, tem o objetivo de concluir um acordo histórico contra o aquecimento global, estabelecendo como meta que o aumento da temperatura do planeta não supere 2° C em comparação com a era pré-industrial.

    No atual cenário internacional, é de suma importância para a humanidade que se discutam acerca das mudanças climáticas, ponderando limites de emissão de poluentes para que seja possível a coexistência de desenvolvimento econômico e proteção ao meio ambiente e a vida humana digna. Ocorre que nem todos os países parecem se importar com a ameaça do aquecimento global e não se comprometem a reduzir a emissão de gases do efeito estufa, entre eles estão os EUA, que além de não ratificar o Protocolo de Kyoto, se enquadram como uma das potências econômicas que mais emitem os gases poluentes, como o CFC e GEE.

    Posto isso, a declaração dada pela ONU traz a baila um grande problema e precisa que os signatários da convenção da ONU se empenhem para evitar o cancelamento da Conferencia do Clima. Não há como ignorar as mudanças climáticas, os países devem unir esforços para amenizar os seus efeitos. Quando não houver mais condições para a vida humana, não fará sentido o acumulo de tanta riqueza e a existência de tantas industrias. É mister que se pondere interesses, para que, no fim, possam coexistir.

  53. Ao que parece, a crise econômica que atinge diversos países acometeu também uma das maiores Organizações Internacionais, a ONU. Em 31/08, Christiana Figueres, secretária executiva da convenção quadro da ONU declarou que não há dinheiro em caixa para a próxima reunião acerca das negociações para um futuro acordo global sobre o clima, nem para a 21ª Conferência do Clima (COP 21). Christiana Figueres pediu ainda a todos os países que possam contribuir que o façam. Com as dificuldades financeiras que se instauram em diversos países, muitos deste reduziram as contribuições destinadas à ONU. Contudo, cumpre ressaltar que existe um teto de contribuição que cada país pode ofertar à ONU, com o intuito de evitar que a organização fique dependente de um único país. Desta forma, países com sua economia consolidada que teriam capacidade de contribuir mais do que já contribuem, como o EUA, estão impedidos pelo limite estabelecido.
    As COP’s são os encontros dos países que assinaram dois acordos na Rio 92; um sobre a biodiversidade e outro sobre as mudanças climáticas. Infelizmente, em tempos de crise um dos primeiros cortes que se faz é na área ambiental, em prol se conseguir manter suas articulações em torno da paz e segurança, são as mais dispendiosas financeiramente.

  54. É certo que o aquecimento global é um assunto de grande importância e deve ser discutido com o intuito, de tentar controlá-lo e evitar o seu crescimento. O meio ambiente sempre será assunto primordial, pois, dependeremos dele para nossa existência. No dia 31 de agosto, ocorreu a penúltima sessão da ONU (Organização das Nações Unidas) em que foi discutido as negociações para um eventual acordo global sobre o clima, no encontro de 195 países (COP 21) com o objetivo de combater a evolução do aquecimento global. A secretária da ONU diz que não há dinheiro em caixa para as próximas reuniões.
    O meio ambiente está em crise há algum tempo e esse fato sempre foi tratado com pouca importância. Agora se tem não só um caos na economia, mas também nas medidas que podiam ser tomadas para garantir o bem estar e a sobrevivência de todos.
    Vale ressaltar que existe um limite de contribuição que cada país pode oferecer à ONU, com o objetivo de evitar que a organização fique dependente de um único país. Desta modo, países com sua economia estabilizada que teriam como contribuir a mais, como o EUA, estão impedidos pelo limite estabelecido.

  55. É preocupante o fato que a Organização das Nações Unidas declarou não ter dinheiro para realizar a 21ª Conferência do Clima. O debate acerca do combate aos efeitos das mudanças climáticas e as metas a serem alcançadas para tentar limitar essa mudança é fundamental. No atual cenário, as soluções devem ser encontradas o mais rápido possível, já que toda a comunidade internacional vem sendo afetada pelas alterações do clima e a tendência, se não houver medidas para o controle, é, infelizmente, só aumentar. Uma conferência dessa importância deve ser colocada como prioridade na pauta da ONU, não podendo haver o seu cancelamento por “falta de recursos”.

  56. A ONU é uma organização constituída por governos da maioria dos países do mundo. É a maior organização internacional, cujo objetivo principal é criar e colocar em prática mecanismos que possibilitem a segurança internacional, desenvolvimento econômico, definição de leis internacionais, respeito aos direitos humanos e o progresso social. E hoje, sem duvidas é uma organização que também vem sofrendo com os efeitos da crise econômica mundial. As mudanças climáticas, assunto relatado na noticia, é um tema de muita importância e que precisa ser amplamente discutido, vez que pode e vem afetando toda a população mundial. A ONU declarou não possuir recursos financeiros para que a COP21, Conferencia do Clima em Paris acontecesse em outubro de 2015. O evento iria visar medidas para conter as emissões de gases de efeito estufa que vem desequilibrando o clima no planeta cada vez mais, buscando a ajuda dos países que são os maiores emissores. Evidencia-se que a crise vem afetando a todos e que a falta de dinheiro da Organização para promover a reunião dos seus países membros é bastante preocupante, uma vez que este tema é de extrema importância e necessário que medidas sejam tomadas o mais rápido possível. Mostra-se necessário, que a Organização receba ajudas financeiras para que não seja a reunião cancelada, uma vez tal tema deve ser priorizado.

  57. A ONU é uma organização internacional que tem por objetivo facilitar a cooperação entre os países no que diz respeito ao comércio internacional, desenvolvimento econômico, meio ambiente, direitos humanos e paz mundial.
    Um dos projetos da ONU é buscar um acordo global sobre o clima, no qual os países se unem em busca de medidas para tentar reduzir ou pelo menos retardar as mudanças climáticas no mundo, através de programas de redução de emissão de poluentes e de gases do efeito estufa através de um desenvolvimento sustentável.
    Nesse sentido, ocorrerá em dezembro deste ano a COP 21, em Paris, com o intuito de fechar um novo acordo global de redução da emissão de gases de efeito estufa, limitando o aumento da temperatura mundial em no máximo 2% até 2100.
    Porém, ao comunicar sobre o evento, a ONU informou que possui um déficit nas contas que torna o dinheiro insuficiente para pagar as despesas de realização da COP 21. Além disso, ao anunciar a falta do dinheiro, a organização pediu a ajuda e colaboração dos países para contribuírem com o que for possível para ajudá-la.
    Segundo o próprio órgão, as alterações e adaptações que estão sendo feitas pelos países para tentar controlar o aquecimento global não serão suficientes para impedir um crescimento máximo de 2% da temperatura mundial.
    O que ocorre é que a maioria dos países não se preocupa com tal fato e sequer coloca em prática os objetivos destas conferências. Deste modo, resta claro que, para uma efetiva mudança, é necessário que os países se empenhem para a concretização do evento, unindo forças para buscar a redução de emissão dos gases poluentes, pensando no futuro do nosso planeta, e consequentemente, da nossa existência.

  58. A questão ambiental está cada vez mais em voga na sociedade, havendo crescente conscientização acerca de sua importância. A expansão de limites inerentes à industrialização, agronegócio, expansão urbana, entre outros empreendimentos, é uma realidade. Todavia, ao mesmo tempo em que há um desejo de manter uma qualidade ambiental, todos almejam uma vida de confortos, seguranças, crescimento econômico e outras facilidades, decorrentes do uso dos recursos naturais. Vivenciamos um forte conflito. Nesse diapasão, por envolver embates ideológicos, legais e econômicos, é que se mostra ser de suma importância uma ampla discussão do tema por aqueles que têm o dever de fazê-lo e o poder de atuar, como os representantes de cada país. Destarte essa afirmação, o que se observa é uma movimentação contrária à necessidade constatada, tendo a ONU declarado não possuir recursos financeiros para a próxima reunião de negociações para um futuro acordo sobre o clima e nem para a 21ª Conferência do Clima. O que se espera agora é uma cooperação por parte dos países signatários da ONU para que as reuniões planejadas possam ocorrer, bem como uma pressão por parte da sociedade, responsável por eleger seus representantes. Não há como adiar a discussão e a tomada de decisões, se for do interesse das nações a manutenção do meio ambiente para as futuras gerações.

    Cinthia França Fonseca

  59. A 21ª Conferência do Clima (COP 21), que está marcada para acontecer em outubro de 2015, está ameaçada de não ocorrer. A secretária executiva da convenção da ONU sobre mudanças climáticas, declarou que não há dinheiro em caixa para a realização da COP 21. O objetivo da Conferência é estabelecer que o aumento da temperatura global não ultrapasse 2ºC comparado à era pré-industrial, mas isso só pode acontecer com a colaboração dos países.
    Pelo o que se tem visto, não aparenta ocorrer nenhuma mobilização e interesse por partes dos países, visto que as Nações Unidas comunicaram que esse objetivo não será cumprido, devido a outros compromissos.
    Um país que parece se importar com tal acontecimento, a França, já começou a se mobilizar. No dia 27 de setembro, irá acontecer o “Paris sem carro”, já que o carro é um dos emissores de dióxido de carbono, gás que compromete nossa Atmosfera. Por fim, é necessário saber se outros países vão colaborar com a causa, para a proteção do meio ambiente, que é o que nos mantém vivos.

  60. É preocupante que a crise financeira mundial esteja refletindo em uma das organizações mais poderosas do mundo, que abrange muitos dos países em questão. A notícia mostra a Organização das Nações Unidas possui um déficit superior a um milhão de dólares. Entretanto, vale ressaltar a importância da realização da 21ª Conferência do Clima, uma vez que a temperatura só aumenta, e vem trazendo danos irreparáveis, neste sentido é de suma importância que ocorra a conferencia em questão, para que algo possa ser feito sobre isso, enquanto ainda é tempo. O preço a ser pago por tal catástrofe vai muito além das dividas, são as vidas a serem perdidas, o bem estar do planeta, do lugar em que todos vivemos esta em jogo, e isto sim, é muito maior que um milhão de dólares. A questão que é mais intrigante nesta notícia como um todo é que são 195 países que poderão participar da conferência do clima, dentro destes, muitos países que possuem uma economia “estabilizada”, neste sentido, há de se pensar em uma possível a união destes participantes para arcar com os custos do evento de maneira proporcional. De tal maneira que caso não ocorra deverão pagar pelas catástrofes causadas por esta mudança de temperatura, ou para nosso infortúnio, muitas dessas nem podem ser pagas por dinheiro. Há de convir que devemos sim resolver este problema enquanto ainda DINHEIRO é um recurso.

  61. Eventuais empecilhos e contratempos na realização de reuniões e encontros sobre as mudanças climáticas globais devem ter mais relação com vontade política do que com problemas financeiros na ONU. A redução da emissão de gases, apesar de ser uma medida inevitavelmente necessária, teria um forte impacto na economia de muitos países.
    As grandes potências mundiais, como Estados Unidos e China, responsáveis por maior parte da emissão de gases poluidores, certamente não estão dispostas a comprometer setores de suas economias por causa de medidas ambientais. Um exemplo de peso é a China, que quadruplicou o seu volume de emissão de gás carbônico nas últimas duas décadas.
    Até mesmo o Brasil deve ser destacado quando se discute a emissão de gases de efeito estufa. Segundo o Sistema de Estimativa de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SEEG), o Brasil teve um aumento de 7,8% nas suas emissões em 2013, na comparação com 2012. O país tem como meta reduzir a emissão de gases em 43% até 2030.

  62. A COP 21 é um instituto socioambiental engajada em uma causa de controle das mudanças climáticas, de um desenvolvimento sustentável, e há muito que se lamentar ao ver que um assunto que é de suma importância para todos os países esteja sendo deixado de lado . Como nos sabemos e como falado na reportagem a COP 21 tem por objetivo de concluir um acordo histórico contra o aquecimento global. E nós sabemos o quanto é devastadoras as consequências do aquecimento global, sabemos que é um processo que vai ocorrer naturalmente a longo prazo, mas que o homem vem acelerando esse processo. Portanto, o aquecimento global tem consequências extremamente negativas para a vida de todas as espécies do planeta. Sendo assim, são necessárias medidas para amenizar o processo de alteração climática,como, por exemplo, a redução da emissão de gases responsáveis pela intensificação do efeito estufa, garantindo, assim, uma relação harmoniosa entre homem e natureza.

  63. A COP 21, que reunirá 195 países de 30 de novembro a 11 de dezembro, tem o objetivo de concluir um acordo histórico contra o aquecimento global. As modificações no clima decorrentes do aquecimento são assuntos de relevância ímpar para toda a humanidade.
    No atual cenário mundial o aumento da temperatura é uma realidade e acordos que visam a uma diminuição da emissão de gases poluentes por meio do estabelecimento de metas a fim de não deixar que o atual quadro se agrave e combater os efeitos das mudanças climáticas são, portanto, uma necessidade.
    Infelizmente, há uma enorme chance da meta da COP 21 não ser alcançada. Mesmo a conferência ocorrendo, os compromissos nacionais de redução de gases do efeito estufa anunciados até agora não permitirão cumprir com o objetivo de limitar a mudança climática a uma alta de 2ºC.
    É necessário, primeiramente, fazer com que os acordos já existentes sejam cumpridos severamente, não podendo a crise com relação ao aquecimento global ser vista como inferior à crise econômica. Os interesses particulares dos governantes não podem ultrapassar as necessidades globais.

  64. O Protocolo de Kyoto, bastante conhecido e aprovado pela população em geral, expirava em 2012, no entanto teve sua vigência prolongada para até que se chegasse a novo acordo. Dessa forma, a Conferência do Clima de Paris que será realizada em Dezembro desse ano tem papel fundamental na comunidade internacional: a COP-21 visa substituir o Protocolo de Kyoto, a partir de novo acordo sobre a tentativa de reduzir o aquecimento global. Assim, com o intuito de atingir o escopo da conferência, seus países membros já estão apresentando propostas de diminuição dos gases do efeito estufa e selando acordos. No entanto, a recente notícia aqui veiculada sobre a ONU estar sem dinheiro para organizar a Conferência é, no mínimo, preocupante. Preocupante, visto que se constata que a ONU dá prioridade aquém da necessária para um tema cujas consequências são insanáveis. Preocupante, visto que buscar contribuições dos países pode ser contar com recursos insuficientes. Afinal, se nem mesmo houve até agora, três meses antes da conferência, compromissos de redução de gases do efeito estufa suficientes para que a meta de limitar a mudança climática a 2° C seja cumprida, o que se esperar de algo que atinge diretamente os interesses financeiros dos países? Todavia, apesar de tal falta de verba da ONU ser inquietante, ainda há a expectativa de que prevaleça o interesse coletivo dos países em buscar amenizar um desastre ambiental, mesmo que à custa de suas próprias contribuições.

  65. O assunto em questão é de suma importância, considerando que o meio ambiente no atual cenário mundial é um caso preocupante, devido a alterações climáticas que vem causando problemas de escala global, gerando até mesmo catástrofes. Devido a escala e o nível de gravidade do problema em questão a postura da ONU, pois crise financeira mundial está trazendo seus resultados e afetando uma das organizações mais poderosas do mundo, que abrange descaso em relação ao meio ambiente, o que deveria ser prioridade, está sendo deixado de lado e a ganância vem ultrapassando os limites e colocando em rico o futuro do planeta.m longo prazo, as mudanças climáticas constituem uma ameaça a todos os habitantes do planeta, e em alguns lugares está minando os esforços da comunidade internacional para reduzir a extrema pobreza. Os conflitos violentos, a insuficiência de recursos, a falta de coordenação e as políticas ineficazes continuam desacelerando o progresso, principalmente na África.Sendo o desenvolvimento econômico vital para os países mais pobres – e porque tal progresso é difícil de ser alcançado, mesmo sem as dificuldades causadas pelas mudanças climáticas – a Convenção deve ser feita e o assunto deveria ser prioridade para todos os 195 países.

  66. A crise chegou na ONU. Não tem dinheiro suficiente para organizar a próxima sessão de negociações, em outubro, sobre as mudanças climáticas, nem para a grande conferência de Paris no fim do ano.
    A crise econômica atual se trata de uma crise mundial, apesar de alguns países estarem sofrendo menos com os resultados, pois apresentam uma melhor preparação financeira e gerenciamento do desenvolvimento de seus governos, todos foram atacados por essa crise. E por isso a ONU declarou que não há dinheiro em caixa para a próxima reunião de outubro, nem para a 21ª Conferência do Clima. A COP 21 será realizada em dezembro de 2015, em Paris, e terá como principal objetivo costurar um novo acordo entre os países para diminuir a emissão de gases de efeito estufa, diminuindo o aquecimento global e em consequência limitar o aumento da temperatura global em 2ºC até 2100. A presidenta Dilma Rousseff disse que será “uma boa meta” a proposta nacional de redução de emissões de gases de efeito estufa que será levada à conferência. “O Brasil sempre dá sua contribuição. É uma meta numérica. É bom a gente lembrar que somos um país muito especial nessa área. Reduzimos em 82% o desmatamento. Temos uma matriz energética que tem hidrelétricas, [energias] solar, eólica e de biomassa. Nosso plano agrícola e pecuário prevê todo um financiamento para agricultura de baixo carbono”, afirmou Dilma a jornalistas. Acredito que o intuito da presidente apesar de ser bom, precisa ser direcionado ao presente e ao futuro, de forma que os próximos presidentes entendam e compartilhem da mesma idéia, assim, essas metas serão alcançadas e poderão ser estipuladas outras maiores ainda.

  67. A 21º Conferência do Clima, prevista para 30 de novembro a 11 de dezembro pode não mais ocorrer, se encontra ameaçada. Em tese, reunirá 195 países para discutir as questões referentes às mudanças climáticas. Isso por que a Organização das Nações Unidas não possui verba suficiente para organizar o próximo evento nem também para a Conferência que seria realizada em Paris. A crise atual se trata de uma crise global, alguns países estão se saindo melhor que os outros mas o mundo esta em crise e com uma situação financeira deficiente, assim, a ONU diz não possuir recursos para arcar com a reunião que é um assunto primordial na sociedade e preocupante devido aos danos ambientais que vem sendo causados no planeta e se tratar de interesse de todo o mundo. Resta saber como será tratada a questão da falta de verba pois esse assunto não pode ficar à margem, uma vez que cada dia que passa mais vemos a sociedade ser destruída com muitas emissões de gases causando efeito estufa, aumento de temperatura, derretimento das calotas, só para começar.

  68. É sabido que as crises econômicas têm influência em diversos setores da organização mundial. Assim, é evidente que o meio-ambiente, bem como a vertente que busca a colaboração dos países para a sua proteção, também seriam prejudicadas pelas dificuldades financeiras enfrentadas por inúmeros países ao redor da globo. Ora, isto nada mais é do que a comprovação de que a crise econômica vivenciada no presente momento não é exclusiva de nenhuma região, mas é, na verdade, uma situação fática vivenciada pelo cenário internacional em geral.
    Contudo, é fundamental que a atenção (ainda que devida) aos problemas financeiros existentes não desloque a atenção também necessária a outros problemas iminentes e enfrentados pelas nações e suas populações, tal como é a questão ambiental. Afinal, esta há muito é alvo de preocupação e sabe-se que, na realidade, poucos avanços foram alcançados no tocante ao respeito real àquilo que é convencionado entre os países: estes, diversas vezes, muito se comprometem, mas pouco cumprem. Afinal, em se tratando de comprometer recursos e ganhos econômicos com a finalidade de preservar o meio ambiente, torna-se mais fácil deslocar esta responsabilidade a outros países.

  69. No atual cenário mundial o aquecimento global é uma realidade, e acordos que visam uma diminuição da emissão de gases poluentes bem como estabelecer metas a fim de não deixar que o atual quadro se agrave e combater os efeitos das mudanças climáticas são, portanto, uma necessidade.Como nos sabemos e como falado na reportagem a COP 21 tem por objetivo de concluir um acordo histórico contra o aquecimento global. E nós sabemos o quanto é devastadoras as consequências do aquecimento global, sabemos que é um processo que vai ocorrer naturalmente a longo prazo, mas que o homem vem acelerando esse processo. Portanto, o aquecimento global tem consequências extremamente negativas para a vida de todas as espécies do planeta.Isso demonstra mais uma vez a importância de conferencias como a COP 21, sendo esta uma maneira de os países discutirem programas ambientais e quem sabe firmar compromissos que permitirão uma mudança no paradigma vigente.
    De tal forma, a falta de recursos para o acontecimento da COP 21 é lamentável e inaceitável. Sua realização não poderia ser impedida por uma falta de recursos, e cabe aos países participantes perceber a importância de tal evento e da discussão de planos para melhorar a questão ambiental e de tal forma doar recursos para que a COP 21 possa acontecer.Infelizmente, estamos atrelados e controlados por queles que só pensam no próprio umbigo e, assim, problemas mundiais estão sendo deixados de lado.

  70. A COP21 a qual chamamos também de Paris 2015, será uma das maiores conferências internacionais já organizada em território francês. São esperadas entre 40 e 50 mil pessoas, de mais de 95 nações.
    O objetivo será firmar um pacto, através da ONU, que visa combater as transformações pelas quais passa o clima mundial.
    A Conferência do Clima tem aval do UNFCCC – ou Convenção-quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas.
    Como alguns países parecem nao se importar com o futuro do planeta, a exemplo dos EUA, preocupando-se apenas com o ganho financeiro, sem se preocupar nem um pouco com o meio ambiente.
    Sendo assim, é de suma importancia guardar recursos para que se realize as conferências a respeito do meio ambiente, sendo que é uma questão polemica no cenario mundial e que tem muito a ser melhorada.

  71. A crise financeira que atinge o mundo inteiro está tendo seus efeitos refletidos em uma das organizações mais poderosas do mundo, a ONU. A notícia mostra a Organização das Nações Unidas possui um déficit superior a um milhão de dólares. O dinheiro gasto com uma organização de um evento mundial que envolve tantos países têm custos elevadíssimos.
    A conferência do clima de Paris seriam importante para o meio ambiente mundial , não apenas de um ou outro país , assuntos como emissão de gases e os problemas que podem ser causados pela falta de consciência de industrias.
    Além disso, ao anunciar a falta do dinheiro, a organização pediu a ajuda e colaboração dos países para contribuírem com o que for possível para ajudá-la.
    Segundo o órgão, as alterações e adaptações que estão sendo feitas pelos países para tentar controlar o aquecimento global não serão suficientes para impedir um crescimento máximo de 2% da temperatura mundial.
    O que acontece em meio de tudo isso, é que a maioria dos países não se preocupa com tal fato e sequer coloca em prática os objetivos destas conferências. Desta maneira, para que haja mudança, é necessário que os países se empenhem para a concretização do evento, unindo forças para buscar a redução de emissão dos gases poluentes, pensando no futuro do nosso planeta, e consequentemente, da nossa existência.
    O preço de vidas humanas é que está em questão nesse debate se irá ou não ocorrer a COP 21.

  72. Apesar da notícia de crise financeira na ONU, ocorreu no dia 12 de dezembro de 2015 a Conferência do Clima da ONU, que teve como objetivo a diminuição da emissão de gases poluentes que atenuam o efeito estufa, e tem grandes consequências no cenário climático mundial. Foi adotado, de modo consensual na França, um acordo, denominado Acordo de Paris, que foi ratificado por 195 partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) e pela União Europeia, durante a 21ª Conferência das Partes (COP21). A elevação da temperatura do planeta vem sendo motivo de grande preocupação para as autoridades mundiais, bem como para os cidadãos de todo o mundo. Essa elevação tem grandes reflexos negativos, como noticiado pela mídia mundial a todo momento. A redução do aquecimento global para menos de 2 ° C foi a meta estabelecida na Conferência, que foi motivo de comemoração para os ambientalistas e países menos desenvolvidos. Os países desenvolvidos irão arcar com as responsabilidades financeiras necessárias para combater a mudança de clima e adaptação em países em desenvolvimento, com previsão para o ano de 2025. O acordo de Paris foi um marco histórico para o início de uma grande transformação em prol das mudanças climáticas. Nele, os países firmaram compromissos, como o de reduzir a emissão gases prejudiciais e de se unirem para combater a grande alteração climática que o mundo vem sofrendo. Esses debates sobre as mudanças climáticas são de extrema importância face a devastação que estas podem causar no decorrer dos anos, décadas e séculos no cenário mundial.

  73. É certo que a crise econômica que assola grande parte do mundo ainda hoje, atinge até algumas das maiores organizações mundiais, que de certo modo podem acabar tendo de realizar cortes de gasto. O que ocorreu com a ONU é um exemplo.
    Porém, o assunto em questão, é urgente, e deve ser tratado como prioridade no âmbito internacional. O consumismo desenfreado, a sede pelo progresso sem pensar nos contras causados pelo mesmo ao nosso meio, vêm causando, não é de hoje, danos que podem ser irreparáveis no ecossistema e no meio ambiente.
    O cenário não vai mudar até que todos tenhamos a responsabilidade de admitir a urgência do tema em questão, e renunciar de alguns privilégios para que o problema possa ser encarado e combatido.
    O maior problema é que as maiores potenciais econômicas e industriais, com ênfase aos Estados Unidos, parecem dar pouca relevância aos problemas ambientais, preferindo investir no próprio desenvolvimento, ainda que insustentável.
    O sistema econômico e político que se vive hoje é extremamente insustentável, é inegável, mas a prioridade ainda é a manutenção de poder, e o avanço econômico e tecnológico. A charge do post ilustra bem essa realidade. Ironizando ao ilustrar que só serão tomadas providencias acerca dos problemas ambientais que nós causamos quando já for tarde demais, e não tivermos mais outras opções.

  74. A Conferência das Partes (COP) foi instituída aquando da adopção da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre as mudanças climáticas em 1992. Ela reúne todas as partes na Convenção, ou seja, os 195 países que a ratificaram e a União Europeia.
    Todos os anos, a conferência decorre rotativamente em um dos países dos cinco grupos regionais da Organização das Nações Unidas para fazer um balanço sobre a aplicação da Convenção, adoptar decisões que definam melhor as regras estabelecidas e negociar novos compromissos.
    A conferência foi preparada, de maneira inédita, com a presidência peruana da COP20 e em estreita associação com a sociedade civil.

  75. A Conferência das Partes (COP) foi instituída aquando da adopção da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre as mudanças climáticas em 1992. Ela reúne todas as partes na Convenção, ou seja, os 195 países que a ratificaram e a União Europeia.
    Sendo a ONU uma organização constituída por governos da maioria dos países do mundo, a maior organização internacional, cujo objetivo principal é criar e colocar em prática mecanismos que possibilitem a segurança internacional, desenvolvimento econômico, definição de leis internacionais, respeito aos direitos humanos, meio ambiente, dentre outros assuntos, se faz difícil acreditar que um tema de tamanha importância e que poderia impactar tanto a vida de todos nós, todos os países, não tenha recursos financeiros suficientes para organizar uma conferência sobre o tema em questão. Se faz incômodo ler uma notícia desta e perceber que o meio ambiente, aparentemente, não tem sido de grande relevância e urgência, por assim dizer, para muitos países. A meta da ONU na COP 21 é estabelecer que o aumento da temperatura no planeta não supere 2°C em comparação com a era pré-industrial. Infelizmente, há uma enorme chance de esta meta não ser alcançada. Principalmente pelo fato de que mesmo a conferência ocorrendo, os compromissos nacionais de redução de gases do efeito estufa anunciados até agora – por quase 60 países responsáveis por aproximadamente 70% das emissões – não permitirão cumprir com o objetivo de limitar a mudança climática a uma alta de 2°C. O que nos demonstra que os países participantes da ONU, que teoricamente deveriam tomar medidas que não prejudicassem os outros países, não agem desta forma, deixando que seus interesses privados se sobreponham ao interesse internacional.

Comente esta notícia!

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s