Relatório da FAO destaca avanços do Brasil na luta contra fome e pobreza


27/05/2015 11:00

Ações de transferência de renda e de segurança alimentar são citadas como exemplo de que a proteção social gera um círculo virtuoso de crescimento inclusivo


Brasília, 27 –
O relatório O Estado da Insegurança Alimentar no Mundo 2015, divulgado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) nesta quarta-feira (27), destaca os avanços brasileiros na redução do número de pessoas em situação de fome conquistado nos últimos anos. O Brasil é o país, entre os mais populosos, que teve a maior queda de subalimentados entre 2002 e 2014, que foi de 82,1%. No mesmo período, a América Latina reduziu em 43,1% esta quantidade.

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Entre os mais populosos, o país também é aquele que apresenta a menor quantidade de pessoas subalimentadas. São 3,4 milhões no Brasil, pouco menos de 10% da quantidade total da América Latina, que é de 34,3 milhões. “O relatório confirma o esforço e reconhece a trajetória do Brasil na ação de redução da pobreza e do combate à fome”, ressaltou a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello.

“O Brasil, ao contrário de outros países do mundo, sempre foi um grande produtor de alimentos. E, mesmo assim, a população passava fome. O nosso problema não era a disponibilidade de alimentos, o nosso problema era acesso aos alimentos e à renda. E isso conseguimos alcançar com políticas públicas”, explicou.

A publicação aponta também que o país alcançou todas as metas das Nações Unidas em relação à fome. O Objetivo de Desenvolvimento do Milênio (ODM) era de reduzir pela metade a fome e o da Cúpula Mundial de Alimentação era de reduzir pela metade os números absolutos de subalimentados. O Brasil é um dos 29 países que conseguiram alcançar essas duas metas. “O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que está em processo de formatação, tem o objetivo de reduzir até menos de 5% até 2030. Desde o ano passado, nós já conseguimos alcançar esta meta”, contou a ministra.

As ações de segurança alimentar desenvolvidas e o Programa Bolsa Família foram citados como cruciais para o crescimento inclusivo que o Brasil alcançou. “A proteção social pode estabelecer um círculo virtuoso de progresso à população pobre com melhores salários, empregos e rendas”, destaca o relatório. “Estes programas reduziram significativamente a desigualdade de renda – entre 2000 e 2012, a renda média do quintil [20%] mais pobre da população cresceu três vezes mais rápido que a dos 20% mais ricos.”

A ministra Tereza Campello explica que o país agora enfrenta um novo desafio. “O Brasil saiu do Mapa da Fome. Temos a primeira geração de crianças alimentadas, que estão na escola e não vão repetir a trajetória de seus pais. E nos deparamos com o Brasil vivendo problemas de saúde típicos de países desenvolvidos, como a obesidade. E, principalmente, a obesidade infantil”, destacando que é um dos principais temas que serão tratados pelos governos e sociedade durante a 5ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, no segundo semestre deste ano.

Fonte: MDS
Sugestão da Natalia Carolina Silva Leonardo
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Sobre Luiz Albuquerque

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81 respostas em “Relatório da FAO destaca avanços do Brasil na luta contra fome e pobreza

  1. As cenas de pessoas revirando lixos e pedindo comida na rua, viraram parte do nosso cotidiano. A pobreza e a miséria que muitos brasileiros encaram diariamente, estão diante dos nosso olhos. Estamos tão acostumados que imagino que não seja mais um choque para as pessoas se depararem com crianças pedindo um pedaço de pão ou um copo de leite. Porém por trás de tudo isso existem números que comprovam o avanço do Brasil no quesito luta contra a fome e a pobreza. É maravilhoso saber que por mais que essas cenas façam parte do nosso cotidiano, as coisas então mudando, de pouco em pouco estamos em busca de zerar a luta contra a fome. O maior problema, todos nós sabemos, não está na quantidade ou produção de alimentos, mas sim na distribuição deles. É preciso primeiramente, criar fontes de renda para as pessoas que vivem na pobreza, para que então elas possam buscar seus próprios alimentos. A redução da fome está diretamente ligada ao aumento da renda das famílias brasileiras. Medidas como bolsa família, são bem vindas, mas apenas por um momento, nossa maior luta deve ser no investimento de empregos para que a própria população possa comprar seus alimentos. A luta contra a fome não pode parar, o pais precisa continuar avançando dessa maneira, e é gratificante saber que o Brasil alcançou todas as metas das Nações Unidas em relação à fome.

  2. Só quem sente ou já sentiu fome pode entender e falar sobre esse grande impasse social vivenciado em nosso país há décadas, principalmente na região nordeste. Ficar sem comer por algumas longas horas não se pode considerar “passar fome” é muito diferente do que aqueles que realmente não têm acesso ao alimento enfrentam em seus desafios diários.
    Creio que o problema da fome no Brasil não se baseia em escassez de alimentos, mas sim na forma pela a riqueza tem sido distribuída. Não só no Brasil, mas em todo mundo, a entrave encontra-se na distribuição adequada e igualitária de renda. Digo isso, pois vivemos em um país rico, em que terras, condições de plantio, tecnologias avançadas, e transporte das mercadorias não somam problemas para o setor agrícola. Por estes e outros motivos ressalta-se que a fome é mais um problema político que natural, faltam investimentos e programas eficazes neste quesito. Infelizmente é uma mazela que poucos percebem que fica escondida das periferias, às margens da sociedade, de tal forma que aqueles que têm o que comer em casa nem se lembram de quem passa fome, também por este motivo a fome deixa de ser um problema e se torna estatística, somos reduzidos a números, apenas.
    Os programas sociais implantados nos últimos governos visam amenizar esta problemática, todavia amenizar não é o suficiente, é preciso urgentemente de mudanças estruturais e profundas na organização social e na mentalidade da política brasileira. Como já dizia o velho ditado popular “Quem tem fome tem pressa”. Tem pressa não apenas de comida, mas também de cidadania, de justiça e de direitos. Resolver o problema da fome exige mais que dinheiro e que políticas sociais. Exige uma ruptura com a estrutura econômica aplicada. E a pior das estruturas é nossa vergonhosa e humilhante concentração de riqueza. Sem combatê-la, o fim da fome é impossível.

  3. O Brasil deu um grande salto na luta contra a fome e a pobreza, o relatório da FAO, evidencia alguns dados muito relevantes que comprovam esse avanço do Brasil, como o fato de o país ter maior queda, dentre os países mais populosos, de subalimentados entre 2002 e 2014. Esse resultado é fruto de um trabalho que possibilitou um maior acesso, por parte da população aos alimentos e, uma política que visou uma melhor distribuição de renda. Outro ponto que contribuiu para esse avanço foi o cumprimento, por parte do Brasil as metas das Nações Unidas, em relação ao combate à fome, além de alguns programas como o Bolsa Família que proporcionaram uma diminuição na desigualdade de rendas. Agora, segundo a Ministra Tereza Campello, os esforços do Brasil, além de continuar avançando e mantendo essa conquista, é melhor e combater os problemas resultantes da má qualidade da saúde no país.

  4. Muito bom saber que o país conseguiu atingir as metas das Nações Unidas em relação à( fome e como destaca a reportagem o problema da fome no Brasil não era a disponibilidade de alimentos e sim o acesso a estes alimentos e à renda. Nosso país é um grande produtor de grãos e como já diriam os nossos colonizadores, em se plantando tudo dá! O problema é saber como ficará diante de estimativas tão pessimistas de Organismos internacionais com relação ao crescimento econômico para os próximos anos. O que lemos diariamente nos noticiários são notícias de instabilidade política, corrupção , crescimento da inflação, desemprego em alta, falta de crédito e queda de renda dos trabalhadores. O Brasil está muito dividido politicamente, e este mix de notícias ruins repele investimentos pois os empresários não querem investir diante de tanta instabilidade econômica e politica. Já sabemos que um menor crescimento obriga a revisão de programas de investimentos e politicas sociais públicas. O que se vê em jogo é a manutenção ou não de empregos, que gera efetivamente dignidade , autonomia e liberdade que é muito melhor que uma transferência pública de subsistência. Uma política de assistência social deve gerar mecanismos que possibilitem a diminuição da desigualdade social, com investimentos em formação do capital humano (EDUCAÇÃO) e em infra estrutura, redução de tributos como forma de ampliar o número de contribuintes que se encontram na ilegalidade ( uma parcela significativa da população economicamente ativa), financiando com estes recursos serviços de qualidade em educação, saúde, segurança pública, transporte publico, etc. Caso contrário, os avanços percebidos correm perigo.

  5. A fome ainda está longe de ser uma utopia brasileira. Ela ainda é reflexo de uma grande desigualdade e desmazelo social, de pessoas que vivem subordinados a uma baixa renda. O avanço tratado na referente reportagem sobre a conquista do Brasil na redução da fome e da insegurança alimentar é sim de se aplaudir e uma aspiração que vem se tornando aos poucos realidade. O Brasil nos últimos anos foi o país entre os mais populosos que teve a maior queda de subalimentados, de 82 ,1%, maior até que os números da América Latina e do Mundo.Além disso foi o país mais populoso que possui o menor número de pessoas subalimentados. Esses dados confirmam o esforço e reconhece a trajetória do Brasil na redução significativa do quadro da fome no mundo. O nosso país sempre foi um grande produtor de alimentos, graças a autoridade e a ambição dos ricos em detrimento dos interesses dos pequenos e menos favorecidos. O problema do Brasil não é questão de produção e sim de distribuição. A extrema concentração de terra em nosso território e a má distribuição contribui para às desigualdades e a perpetuação da fome. Vivemos em um país em que grande parte da produção vai para poucas pessoas, no caso, os grandes produtores ou são enviadas ao exterior, e uma pequena parte se reverte a população. Por essa razão vivemos nessa contradição entre grande produção e a perpetuação da fome. O grande problema não é a disponibilidade de alimentos, isto não falta, o problema sempre foi o acesso aos alimentos e a renda. A questão da distribuição é preocupação do poder público, e deve ser concretizada a partir de políticas públicas que visem o aperfeiçoamento da nutrição da população. E esses programas sociais vem sendo gradativamente implementados, como o Bolsa Família, que é um programa de transferência direta de renda, direcionado a famílias em situação de extrema pobreza para que possam sair da situação de vulnerabilidade social. Esta política pública foi essencial para o bom resultado que o Brasil alcançou na redução da fome. Contudo, estes projetos devem ser apenas uma medida paliativa para a mudança desse quadro e não uma forma de mascarar a realidade e esconder o real problema, que não é tratado em sua raiz. Esses projetos devem ter prazos e serem conciliados com um real programa de investimento na educação,saúde e outras áreas básicas para a melhoria da real situação de pobreza. O Brasil alcançou todas as metas da ONU em relação à redução da fome, tanto o objetivo do desenvolvimento do milênio (ODM) de reduzir pela metade a fome e da cúpula mundial de alimentação de reduzir pela metade os números absolutos de subalimentados. E também já alcançou pela metade desde o ano passado o objetivo de desenvolvimento sustentável que tinha por objetivo a redução de 5% até 2030. O Brasil agora enfrenta um novo desafio , o da obesidade, típica de países desenvolvidos que também é preocupante. Porém, não creio que saímos do mapa da fome,o país realmente a diminui de forma significativa, mas ainda temos muito o que melhorar.

  6. É muito bom ter acesso à esses dados. Saber que o Brasil conseguiu obter grandes avanços na luta contra a fome e a pobreza é, no mínimo, maravilhoso. Sempre se soube que o problema da fome no Brasil não estava relacionado com a falta de alimentos, e sim, com a falta de acesso à eles, por grande parte da população. A má distribuição de renda entre a população sempre foi, e acredito, sempre será um problema. Acredito que essa conquista, possa ser em parte, atribuída as políticas sociais implementadas no país nos últimos anos. Apesar de ter várias críticas as mesmas, entendo que foram fundamentais para que o número de subalimentados tenha diminuído entre os anos de 2002 à 2014. A torcida agora é para que o Brasil consiga sair da lista dos países onde ainda existem pessoas passando fome, pois apesar dos dados fornecidos pela reportagem, é evidente que ainda estamos longe de conseguir erradicar a fome no Brasil, vemos todos os dias pessoas pedindo comida e revirando lixos atrás de alimento.

  7. “Têm fome aqueles cuja alimentação diária não aporta a energia requerida para a manutenção do organismo e para o exercício das atividades ordinárias do ser humano.” O Brasil sempre foi um país da geografia da fome, mas fez um avanço extraordinário nos últimos anos,, segundo o relatório “O Estado da Insegurança Alimentar no Mundo 2015”, divulgado pelo Organização das Nações Unidas. A ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello,, comemora o feito, mas ressalta a necessidade de criar novas estratégias para que o avanço seja cada vez maior. Os fatores que mais contribuíram para esse resultado foram as políticas públicas adotadas ao longo dos últimos anos, como o tão criticado Programa Bolsa Família, que aumentou a renda familiar e reduziu a desigualdade social. O mais importante é garantir acesso aos alimentos. Os mais pobres precisam de dinheiro para comprá-los, e as políticas públicas alcançaram maior mérito nesse aspecto. O Brasil nunca teve problemas para produzir alimentos, mas os mais necessitados não possuíam poder de compra. Todos podem e devem comer, trabalhar e obter uma renda digna, ter escola, saúde, saneamento básico, acesso à cultura. Ninguém deve viver na miséria. Todos têm direito à vida digna, à cidadania. A sociedade existe para isso. O Estado se sustenta na medida em que é instrumento dessas garantias.

  8. O Brasil é um país que possui diversos desafios a serem percorridos, mas felizmente a luta contra a fome foi mais uma de sua conquista. Temos a péssima postura em ver apenas os pontos negativos internos e exaltar países de primeiro mundo. Com toda certeza, o cenário político e econômico atual brasileiro não nos permite olhar para outras questões com mais entusiasmo, mas é importante pesquisar e ter acesso à informações como essa para ver que temos muito ainda o que alcançar. O programa Bolsa Família, apesar de estar sendo utilizado de forma desorganizada e inconsequente nos últimos anos, o que contribui para duras críticas, foi um dos principais responsáveis por essa porcentagem excepcional adquirida pelo Brasil. Ainda que do país seja um dos maiores produtores de alimento no mundo, o poder de compra da população baixíssimo atrelado à desigualdade social não possibilitava o acesso à uma alimentação de qualidade. Entretanto, a palavra ”qualidade” pode ser colocada entre aspas, pois como referido na notícia o problema atual é a obesidade infantil que tem crescido de forma significativa nos últimos anos, não só aqui, mas em vários lugares do mundo como nos Estados Unidos. Fico muito satisfeita em saber que ainda há esperanças para o nosso país e espero que ainda mais seja feito, principalmente na educação e na saúde.

  9. Nós brasileiros temos o péssimo hábito de nos ocupar procurando os defeitos do que é nosso e distraidamente achar qualidades no estrangeiro. Quando não é o governo que é ruim, é a educação, ou a saúde, as estradas, as pessoas, os trabalhos e por aí vai. Porque? Não sei, talvez por uma herança de colonizado, de saber que tem sempre alguém melhor, alguém por cima. Enquanto isso, não reparamos quantos primeiros passos o Brasil já deu em questões tão problemáticas, que em alguns países, como na Etiópia, costumam matar. Apesar de sermos constitucionalmente, um país capitalista, nos últimos anos fomos governados por diretrizes mais esquerdistas que de direita. Programas como o : Bolsa Família, Minha Casa Minha Vida, Fome 0 entre outros, foram importantes para as alavancadas sociais que o Brasil deu. De toda e qualquer forma, apesar dos seus defeitos práticos e administrativos, o Bolsa Família tirou uma enorme porcentagem de pessoas da subnutrição, o Minha Casa Minha Vida ajudou a melhorar as condições básico-sanitárias, tirou igualmente muita gente da pobreza. O que quero ressaltar é somente o que perdemos do nosso próprio país olhando lá pra fora. Parabéns ao Brasil por se destacar nesses quesitos tão básicos e preocupantes em todo o mundo.

  10. Escrevo este sem fazer qualquer juízo de mérito a respeito dos governos do PT, e comentando apenas a priorização dada por Lula e Dilma para as ações afirmativas em seus mandatos.
    A importância que o investimento em políticas de desenvolvimento econômico social dada nos últimos três governos brasileiros do Partido dos Trabalhadores é extremamente benéfica para o cenário socioeconômico do país. Na tentativa de diminuir a disparidade entre as classes sociais, o governo realizou programas de incentivo social que buscavam melhorar as condições de vida da população carente e elevar a capacidade econômica dos brasileiros.

    Como esses programas eram, no geral, de eficácia imediata os resultados já aparecem, como é o caso da diminuição da fome no país, noticiado acima. É indiscutível o quão benéfico estes foram para a sociedade, como é o caso do Fome Zero, Bolsa Família, Bolsa Escola, Bolsa Presidiário, porém eles também sofrem diversas críticas (válidas por sinal). Por serem programas bastante onerosos e imediatistas, a principal reivindicação dos críticos é que se comece a priorizar programas duradouros, que ocasionarão, junto ao desenvolvimento das classes, o desenvolvimento do país (político e econômico , principalmente). O FIES, as COTAS RACIAIS em faculdades públicas, o PROUNI, e o ciências sem fronteiras são programas educacionais cujos objetivos são o de especializar a mão de obra brasileira e com isso impulsionar o mercado nacional, gerando um avanço econômico geral (em todos os setores sociais).

    Acredito na funcionalidade das ações afirmativas implementadas pelo governo até então, levando a resultados extremamente vantajosos e claros, porém concordo que paralelamente deva-se haver uma preocupação maior com políticas de longa duração, a fim de impulsionar todo o Brasil para uma condição social e econômica melhor, afinal, “quem planta, colhe”.

    Com a crise recente, infelizmente resta a dúvida de como o governo procederá, uma vez que já foram vistos os cortes no sistema FIES, e agora as paralisações de certas universidades públicas (UfMG por exemplo). O pessimismo toma completamente os ares da sociedade, porém é certo que programas como esses (tanto os imediatos quanto os de longa duração) jamais deverão ser cortados sob pena de faltar prosperidade no futuro da nação.

  11. A fome, sem dúvidas, é o maior dos problemas que assola o mundo, principalmente os em fase de desenvolvimento, como é o caso do Brasil. Alcançar a meta estabelecida pela ONU, é o primeiro de um longo caminho que não é curto, afinal as desigualdades no país ainda imperam, pois o ideal de igualdade, tão bem elencados na constituição de 1988, como, talvez, a principal meta de uma sociedade democrática, não está perto de ser alcançada de forma uniforme.
    As políticas sociais, desenvolvidas incialmente pelo governo Lula, e atualmente pelo comando da presidente Dilma Rousseff, contribuíram muito para evolução da perspectiva de vida da população, mas, entretanto, medidas paliativas são inúteis, o problema deve ser encarado de forma sistemática, principalmente aplicando meios de fiscalização nos programas federais que são oferecidos pelo governo, fazendo com que estes, somente sejam oportunizados à pessoas que realmente façam jus. O caminho é longo, mas não impossível. É fundamental que os governantes trabalhem em função e para a população, e os cidadãos, além do dever de solidariedade exerçam sua cidadania de modo a alcançar os ideais desejados.

  12. Baseado no relatório “O Estado da Insegurança Alimentar no Mundo 2015”, divulgado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), é maravilhoso saber que nosso país está conseguindo reduzir com o problema lamentável do combate à fome e da pobreza. A pesquisa mostra que lentamente, um número de pessoas tem acesso a uma alimentação digna. O Brasil é um grande produtor de alimentos, onde temos terras férteis, avançadas tecnologias e desenvolvido transporte dos alimentos para todo o território nacional, mas nada disso adianta se nem todos têm acesso a esses alimentos para saciarem a fome. Estamos vivendo uma época de crise política e econômica, o Governo perdendo cada dia mais credibilidade tanto no âmbito nacional quanto no internacional, mas de forma bem silenciosa e tímida, vemos através de números, que existem alguns problemas sendo reduzidos. Mas isso não basta, pois o brasileiro quer renda, emprego e educação, para que ele próprio consiga com o resultado de seu trabalho ter acesso a uma alimentação digna e necessária à sua sobrevivência, e não ficar na “dependência” eterna de programas governamentais (como o Bolsa Familia).

  13. A Organização das Nações Unidas para Alimentação e agricultura (FAO) criada em 194 é responsável por liderar os esforços internacionais de erradicação da fome e da insegurança alimentar. Os dados apresentados representam um grande avanço, mas isso não significa que o Brasil tem que ficar estagnado a essa situação, tendo muito ainda o que melhor. Basta andar na rua de qualquer cidade brasileira para perceber inúmeras pessoas passando fome, vivendo a baixo da linha da pobreza. Um programa criado para minimizar os índices de pobreza é o Bolsa-familia, considerado uma ótima medida. Ademais vale observar que esta deve ser uma medida paliativa e não definitiva, pois pode resolver o problema momentaneamente, mas não é capaz de resolver o núcleo do problema. O programa consiste em dar assistência para famílias que estão em condições de pobreza ou miséria acentuada, oferecendo para estes subsídios. O critério que é utilizado para definir se uma pessoa se encontra em extrema pobreza também são questionáveis, tendo em vista que uma pessoa que vive com uma renda R$75,00 reais mensais, com os preços de tudo que consumimos hoje, altos impostos, não as torna capazes do ter um consumo e qualidade de vida satisfatória. Tendo que, ter como norte, aumentar essa faixa e ao invés de incluir programas, diminuir a desigualdade social, na qual o país vive, com grande desequilíbrio no padrão de vida, quem possui grande poder aquisitivo desperdiça demasiadamente e não existe uma preocupação com aqueles que necessitam. A desigualdade social é o centro do problema da pobreza, para que esse problema cesse teria que haver uma redistribuição das riquezas com uma ação em conjunto com o Estado, de inicio. Diminuir a fome se entende por garantir uma segurança alimentar e nutricional, dando acesso, sem diferenciação dos indivíduos a uma alimentação digna, regular, com qualidade e quantidade suficiente. O que causa a fome no Brasil é a pobreza e é inadmissível que ainda existam pessoas que morram de fome por falta de alimentos, ou até mesmo, pela falta de nutrientes alimentares, como ficam mais vulneráveis a doenças desencadeando na morte. Um primeiro passo significa muito para o país, mas nos encontramos ainda no inicio da caminhada e muito ainda deve ser feito.

  14. A fome é a escassez de alimentos que, em geral, afeta uma ampla extensão de território e um grande número de pessoas. Tema esse que aflige muitos países e reflete não somente no âmbito social, como no político e econômico.
    No entanto, pode-se considerar que nos últimos anos o Brasil apresentou uma grande melhora: queda de 82,1% no número de subalimentados e já não faz mais parte do Mapa da Fome. O pais foi destaque internacional, e de acordo com a ONU e a FAO, se tornou referência no combate à desnutrição e à pobreza.
    Programas sociais inclusivos de Segurança Alimentar propiciaram uma mudança no que antes era um grave problema para o Brasil, a distribuição dos alimentos. O fato de o país ser um grande produtor de alimentos é característica diferencial. Contudo, mesmo assim, a população passava fome devido á falta de acesso à renda. Programas atuais como “Bolsa Família” e ”Brasil Sem Miséria” são responsáveis pela redução da pobreza e fome no país, além de estímulos à agricultura familiar.
    Além disso, as políticas de proteção social podem criar um ciclo de desenvolvimento e proporcionar melhores salários à população pobre, criando empregos e distribuindo renda. Com indivíduos alimentados, melhoram as condições físicas e psicológicas para aprendizado e realização do trabalho. A melhora na face social reflete melhorias na esfera econômica.
    O Brasil é um dos poucos países que conseguiram alcançar duas propostas para a erradicação da fome pelas Nações Unidas:o Objetivo de Desenvolvimento do Milênio (ODM), cuja meta era de reduzir o número absoluto de subalimentados pela metade, e o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que propunha diminuir 5% desse número ate 2030. Apesar de serem objetivos simbólicos, representam muito bem o significativo progresso brasileiro. Há ainda que se destacar que a importância da redução da pobreza reflete na queda na mortalidade infantil-58%.
    Apesar da grande evolução do país, há muito ainda o que melhorar. A distribuição de renda e os fatores agrícolas ainda podem evoluir mais, pois o país é capaz de produzir grandes quantidades de alimentos. Outra forma de aumentar a produção de alimentos começa por uma redistribuição de terras. Uma reforma agrária permitiria que as terras fossem melhor utilizadas. Como informa o texto, é importante ressaltar que é necessária qualidade na implantação de medidas contra a fome, para assim, evitar a obesidade – que já é fator preocupante.

  15. A fome no Brasil é uma coisa que vem diminuindo constantemente ao decorrer do século XXI, percebemos ao passar do tempo, que o governo vem tentando formas para amenizar e diminuir a pobreza, a falta de alimentação e educação na sociedade de classe baixa. O Brasil teve grande avanço com os novos métodos utilizados pelo governo nas ultimas décadas com criação de bolsas em busca de ajudar os mais carentes e necessitados, tem buscado também diminuir o analfabetismo e a falta de emprego, pois são fatos que ajudam a diminuir a pobreza e a falta de alimentação na população mais baixa, assim aumentando o grupo de pessoas com mão de obra especializada gerando mais oportunidades no mercado de trabalho. Devemos ressaltar também que de acordo com o relatório da FAO sobre a fome e a pobreza no Brasil que vem diminuindo ao decorrer do desses últimos anos, luta contra a fome não acabou, ainda tem muitas pessoas que sofrem com a desigualdade social e a falta de oportunidade no mercado de trabalho, pois só as bolsas criadas pelo governo não é o suficiente para a diminuição desse índice que é um dos mais graves ocorridos na sociedade brasileira.

  16. Foi divulgado em 8/2015, que o Brasil se destaca pelo avanço na redução do número de pessoas em situação de fome conquistado nos últimos anos, é o país, entre os mais populosos, que teve a maior queda de subalimentados nos últimos três anos.
    Porém, mesmo com esses dados o Brasil, está longe de ser um pais em que a fome não seja um grande obstáculo a ser enfrentado. Os programas sociais como o Bolsa Família, são de fato essenciais para que brasileiros deixem de ter uma situação de vida cruel e desesperadora em busca de qualidade de vida, contudo, é notável que essa luta é um reflexo da desigualdade social, ainda presente nos dias de hoje.
    Embora seja um pais com uma grande extensão territorial e um território fértil, o acesso aos produtos produzidos no Brasil é muito limitado e, devido a péssima distribuição de renda. Isso sempre foi uma preocupação a ser enfrentada pelos brasileiros, sendo assim, é importante que os governantes saibam que esses programas sociais, são um passo para resolver parte do problema, mas lembrando de que devem ser solucionados desde a raiz, e para que isso aconteça não pode ser deixado de lado, e sim encarado de frente.

  17. Cenas lamentáveis como crianças revirando lixões na busca de alimentos tornaram-se comuns no dia a dia do brasileiro, algo que deveria ser motivo de repudio e indignação torna-se cotidiano, e isso é inaceitável. Com a alta carga tributária imposta sobre a população, o mínimo que se pode esperar é que todos tenham acesso as necessidades básicas para a sobrevivência, como a uma alimentação digna no mínimo.
    É importante que todos saibam que ao menos uma parte da receita federal é bem aplicada em programas sociais que não são meramente populistas é preciso ter tal consciência, mas sim uma necessidade real do país, como por exemplo o Bolsa Família. Porque, foi através de medidas como essa que o Brasil foi destaque no relatório da FAO, e é muito importante, para nós brasileiros, ver o país obtendo um reconhecimento internacional na fronte da luta contra a fome.
    Alcançar os objetivos de reduzir pela metade a fome e os números absolutos de subalimentados é uma grande conquista para o país. É importante sabermos que nos doze anos de um governo que tem como base ideológica a proteção social, a fome foi reduzida em 82%, independentemente de escândalos sobre a corrupção ou sobre os gastos excessivos do Estado. É necessário lembramos da ideia básica iluminista e democrática de que um governo é feito pelo povo para o povo, e ao retirarmos a população da miséria é ao menos um início de concretização desse ideal.

  18. Todos nós já nos deparamos com alguém mais carente e que passava fome. Esse tipo de situação sempre foi muito incômoda para mim, pois é de cortar o coração ver que muitas pessoas passam por fome durante todo a vida e que, principalmente, não conseguem sair desta situação miserável. Mesmo nos deparando com essas dificuldades, em que pessoas carentes te pedem ajuda para se alimentar, temos uma boa notícia de que o nosso país reduziu em %82,1 o número de pessoas subalimentadas. Pessoas estas que sentem fome constantemente, e não possuem recursos necessários para a sua alimentação. Ainda segundo o relatório da FAO, entre os principais motivos que levaram o Brasil a conquistar as metas estabelecidas pela ONU estão: prioridade política da agenda de erradicação da fome e da desnutrição; compromisso com a proteção social consolidado por meio de programas de transferência de renda; crescimento econômico; e fomento à produção agrícola via compras governamentais. Além disso, a Nova Agenda de Desenvolvimento Sustentável (ODS) indicou a necessidade dos países reduzirem para menos de 5% o número de pessoas subalimentadas até 2030. De acordo com a FAQ, o índice foi alcançado pelo Brasil em 2014, ano em que o país deixou o mapa da fome.

  19. É de se orgulhar que o Brasil tenha avançado tanto na redução da fome e da pobreza principalmente com relação ao cenário internacional. Um importante projeto que deu inicio foi o programa fome zero, e que de fato veio a ser efetivado com o programa Bolsa família, com a forma de transferência de dinheiro para o combate a fome. Essa iniciativa foi fundamental para que o Brasil viesse a ser lider entre os países em desenvolvimento no combate a fome.
    A FAO e as demais agências da ONU que atuam na questão, como o Programa Mundial de Alimentos (PMA), alertam constantemente para a insegurança alimentar em países afetados por conflitos como Síria e Iraque, assim como o Mali, Iêmen, República Centro-Africana, República Democrática do Congo ou Sudão do Sul.
    Já no Brasil o que leva a fome são outro problemas como: Desigualdade social, má administração dos recursos naturais e principalmente políticas publicas de forma desorganizada. Um exemplo que o Brasil poderia adotar, mas que até o hoje um projeto de lei não saiu as câmara dos deputados é o projeto conhecido como Lei do Bom Samaritano, o projeto 4.747, de 1998, que isenta a indústria de alimentos da responsabilidade civil ou penal. Hoje em dia os supermercados , padarias e industrias no Brasil não doam seus alimentos para os mais necessitados, porque eles podem sofrer responsabilizações civis e criminais se determinado alimento veio fazer mal a pessoa, mas é claro que deve ter um parâmetro para isso como a validade dos alimentos.
    Um exemplo a ser seguido foi do governo francês que tomou medidas recentemente, meados de maio de 2015, para diminuir o desperdício de alimentos no país. Segundo o site O GLOBO os supermercados serão forçados a dar qualquer alimento que não foi vendido e que será tirado das prateleiras, mas que ainda esteja bom para consumo, para instituições de caridade ou fazendas.
    Então para nosso país continuar com os avanços na luta contra a fome e a pobreza primeiro passo é aprovar logo as mudanças da legislação. Cabe ao Congresso, às empresas e às ONGs colocá-la em prática.

  20. A fome pode ser considerada como uma das piores coisas do mundo, não só afetando países considerados pobres, mas também países apontados como grandes potencias mundiais. Esse fator, antigamente, era visivelmente apontado no Brasil, como um dos seus piores problemas, tendo em vista, sua grande territorialidade, e sua grande desproporcionalidade financeira entre suas regiões. Claro que hoje, essa questão mudou devido aos diversos programas implementados pelo governo, a fim exclusivo de sanar ao máximo possível esse determinado problema. Devemos notar também, que o Brasil é apontado como um dos principais países na produção de alimentos do mundo, e se, antes a distribuição interna não afetava a toda a população, hoje podemos verificar uma melhora considerável nesse requisito, apontando como um dos fatores essenciais o acesso a uma melhor renda, possibilitando o acesso aos alimentos. Dentre tantos erros que o governo (PT) promoveu ao longo de sua gestão, podemos colocar essa mudança de parâmetro em relação a fome, como um dos pontos positivos a sua governança.

  21. É um grande fator motivador saber que o Brasil vem alcançando posição de destaque mundial na luta contra a fome e a pobreza. São problemas graves, que faziam parte da vida de grande parcela de brasileiros e de boa parcela da população mundial.
    Atualmente, em meio a tanto descontentamento com nosso país, um dado positivo reergue os ânimos e a motivação para mudanças em prol de melhorias continuadas, reacendendo a esperança para uma população descrente neste momento tão conturbado da nossa História política e econômica. O esboço deste modelo de distribuição de renda vinha sendo implementado já no governo FHC, mas foi na 1ª gestão do PT que atingiu seu apogeu, através do programa bolsa família. Estas políticas sociais inegavelmente se mostraram eficazes na diminuição da pobreza e da miséria, e foram um dos pilares para superação de crises econômicas anteriores a esta atual, através do fortalecimento do mercado interno e consequente mudanças importantes em nossa estratificação social. Entretanto o uso indiscriminado e imprudente deste programa trouxe críticas e dividiu opiniões a respeito da sua real eficácia.
    Há opiniões de que o país não reunia condições econômicas para promover estas políticas no tempo e da forma que foi feito, este é o ponto negativo. Este programa, aliado a outras falhas de gestão do governo trouxe um grande aumento dos gastos públicos com consequente desequilíbrio das contas públicas, aumentando enormemente o déficit orçamentário que culmina com o caos atual.
    O ponto positivo é que, superado problema tão aflitivo o país pode, agora, investir na manutenção destas conquistas e dedicar à sua sustentabilidade através de maiores investimentos em educação e saúde.
    Mas entretanto, terá que buscar soluções para debelar a brutal crise atual, o que não parece fácil, dada a sua grande complexidade que envolve problemas políticos, econômicos e conjuntura internacional desfavorável, devido à grande perda de credibilidade.

  22. A notícia da saída do Brasil do Mapa da Fome das Nações Unidas, além de ser um fato histórico para o país, representa uma grande vitória para o atual governo, tendo em vista que este investiu fortemente em políticas sociais durante os últimos 12 anos. Segundo a ONU, a população brasileira considerada em subalimentação reduziu em 82%, o que nos coloca no rol dos países que superaram o problema da fome. Cabe destacar a importância de programas governamentais como o Fome Zero e o Bolsa Família, além de programas de fortalecimento da alimentação escolar e de incentivo à agricultura familiar, iniciados no governo Lula e mantidos e aprimorados pela atual presidenta Dilma Rousseff. Entretanto, apesar do comprovado avanço na área social, ainda são muitos os problemas socais que afligem a sociedade brasileira, como a falta de acesso ao saneamento básico, a enorme desigualdade social, o déficit habitacional e a alta taxa de criminalidade. Sendo assim, é vital para o desenvolvimento do nosso país que o combate à esses problemas seja uma prioridade para nossos governantes.

  23. A fome pode ser considerada como uma das piores coisas do mundo, não só afetando países considerados pobres, mas também países apontados como grandes potencias mundiais. Esse fator, antigamente, era visivelmente apontado no Brasil, como um dos seus piores problemas, tendo em vista, sua grande territorialidade, e sua grande desproporcionalidade financeira entre suas regiões. Claro que hoje, essa questão mudou devido aos diversos programas implementados pelo governo, a fim exclusivo de sanar ao máximo possível esse determinado problema. Devemos notar também, que o Brasil é apontado como um dos principais países na produção de alimentos do mundo, e se, antes a distribuição interna não afetava a toda a população, hoje podemos verificar uma melhora considerável nesse requisito, apontando como um dos fatores essenciais o acesso a uma melhor renda, possibilitando o acesso aos alimentos. Dentre tantos erros que o governo (PT) promoveu ao longo de sua gestão, podemos colocar essa mudança de parâmetro em relação a fome, como um dos pontos positivos a sua governança. .

  24. Uma das cenas mais triste de se ver em jornais é pessoas que ainda precisam revirar lixos em busca de resto de alimentos para si e o pior para poderem alimentar suas famílias. Não podem ser essas imagens aceitáveis num país que é um dos maiores produtores de alimento do mundo que possui grande exporta de alimento para outros países deixar que os seus passem fome. A maior desigualdade que se encontra hoje em terras brasileiras está na população de baixa renda que não possui nenhum acesso a uma alimentação digna, quanto navios e mais navios são exportados para para o mundo todo, para alimentar diversas pessoas. Há aqueles que vão criticar o atual governo no poder, eu mesmo inclusive a varias pontos para se melhorar. Mas devemos levar em consideração também pequenos programas sociais que também ajudaram pessoas que viviam em extrema pobreza a conseguirem ter uma alimentação digna e humana. Pessoas que nunca tiveram acesso a um simples pedaço de carne fazem isso como a coisa mais normal do mundo que é o que se espera em um país tao grande quanto o nosso. A distribuição interna de alimentos no país hoje esta um pouco melhor, mas sabemos que sempre a pontos a melhorar.

  25. A fome no Brasil está mais relacionada com a má distribuição de renda, gerado pela desigualdade do que pela falta de alimentos em si. Não faltam alimentos, mas sim uma divisão igualitária desses, de forma a diminuir os níveis exagerados de desigualdade que enfrentamos. É nítido com esses resultados, a evolução do nosso país nesse aspecto de distribuição de alimentos.
    Porém, para manter esses resultados sendo cada vez mais favoráveis e gratificantes, é necessário uma implementação de um projeto de melhor distribuição de renda, conscientização da população sobre o desperdício, que é uma das grandes causas da fome no país. Os que tem demais, tendem a desperdiçar muito mais, de forma a não se importar com aqueles que tem de menos, ou até não tem para a sua sobrevivência.
    Deve haver uma melhor organização das políticas públicas, visando atender as necessidades básicas do indivíduo, o que deveria acontecer de forma igualitária para todos. Para mim, são questões essenciais a sobrevivência do ser humano, e que merecem uma atenção especial por parte do Estado. Também é necessário uma fiscalização do governo em seus programas sociais, de modo a beneficiar aqueles que realmente necessitam daquela oportunidade, conscientizar os indivíduos sobre o desperdício e o consumo excessivo, que tem diversas consequências.
    Deveria haver um disponibilidade por parte do governo, e um maior interesse em implementar formas sociais de modo a cada vez buscar mais avanços no quesito da luta contra a fome. É claro que depende de cada um fazer um pouco, fazer a sua parte, mas aos poucos essa realidade de fome mundial pode ir mudando, e a mudança deve partir de cada um.

  26. É louvável que o Brasil, sendo mais populosos entre outros, apresenta a menor quantidade de pessoas subalimentadas. O Brasil sendo um grande produtor de alimentos enfrentava um grande problema, este é sua população passando fome. A questão não era a falta de alimentos, mas sim o acesso aos alimentos e à renda.
    Como mencionado no artigo, foi relatado o esforço do Brasil para combater a fome através das ações de segurança alimentar desenvolvidas por ele e o Programa de Bolsa Família, estes imprescindíveis para as metas que foram atingidas pelo país.
    Entretanto, com a redução da fome no Brasil veio novos problemas de saúde. Esses obstáculos são inclusive caracterizados como aqueles de países desenvolvidos, por exemplo, a obesidade e principalmente a obesidade infantil.
    Dessa forma, é sim importante reconhecer que, através de políticas públicas, o Brasil conseguiu reduzir os números de subalimentados, porém não podemos que esquecer que reduzir não é eliminar o problema. Ademais, o surgimento dos novos obstáculos que o país está enfrentando, agora precisam ser solucionados em conjunto.

  27. O Brasil mereceu destaque pela ONU pela significativa redução da fome, no período entre 2002 e 2014, que atingiu patamares de 82,1%. No mesmo período a América Latina reduziu 43,1%. As medidas adotadas pelo Brasil para essa significativa redução iniciaram com o programa Fome Zero e foram intensificadas pelo Bolsa Família, adotado pelo governo Lula em 2004 e que beneficiou em 10 anos, 14 milhões de famílias e mais de 50 milhões de pessoas. O Bolsa Família (BF) é reconhecido mundialmente como sendo um dos responsáveis pela redução da miséria no Brasil e o modelo tem sido recomendado para adoção em diversos países pela ONU, que o considera um dos principais programas de combate à pobreza do mundo.
    Segundo o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), 63 países já enviaram equipes a Brasília para conhecer mais profundamente o programa. Deste total, 25 países são africanos. Outros 20 são da América Latina e do Caribe. Mas o BF também tem chamado atenção de países do grupo dos desenvolvidos. Nos Estados Unidos, Nova York foi a primeira cidade a adotar o programa chamado Opportunity NYC inspirado no programa brasileiro e que atende hoje, cerca de 5.000 famílias nas regiões de baixa renda como o Harlem e o Bronx, vinculando seu fornecimento à permanência dos filhos na escola e acompanhamento médico. O governo da Suíça, implantou o modelo BF em uma pequena região do pais. Canadá, França, Itália, Reino Unido, Alemanha e até a Noruega, estão entre as nações socialmente mais avançadas do mundo e que mostram interesse em adotar programas similares. Além dos EUA, Honduras, El Salvador, Gana, Quênia e África do Sul criaram programas baseados no BF e pelo menos outras duas dezenas de países estudam a implantação de modelos similares ao programa brasileiro e mantêm contato direto com o MDS.
    O Bolsa Família foi responsável por 28% da queda da extrema pobreza na última década, atingindo uma parcela significativa da sociedade brasileira que nunca tinha sido beneficiada por programas sociais. Ele está entre os programas mais bem direcionados do mundo, chegando a quem realmente precisa dele seus resultados mostram que é possível enfrentar a pobreza e a desigualdade de forma sustentada, integrando milhões de pessoas à economia e à cidadania, sem abrir mão do desenvolvimento econômico.

  28. Segundo os dados emitidos pela FAO, o Brasil atingiu todas as metas de combate à fome da ONU. Contraditória é, porém, a cena cotidiana nas vidas de todos os brasileiros. Crianças sob os semáforos pedindo esmola, moradores de rua implorando por comida e a pobreza extrema que, sim, ainda assola o país. Aparentemente a queda de subalimentados no país não foi o suficiente para promover uma existência digna para todos. A violência aumenta a cada dia e, com a crise econômica atual causada por elevadíssimos índices de corrupção e uma lamentável gestão do governo, o desemprego está nas alturas. Sem renda, como alimentaremos o povo?
    Não basta distribuir renda e deixar de investir em programas que melhorem a infraestrutura e garantam os direitos básicos de toda a população.
    Ainda há muito o que ser feito, e inúmeras pessoas em situação de pobreza extrema e fome precisam de ajuda.
    Considerado um dos maiores produtores de alimento do mundo, o Brasil passa por uma situação vexatória ao não ser capaz de distribuir renda o suficiente a fim de garantir minimamente a saciação da fome de seu povo. O projeto Fome Zero implantado pelo governo fez, sim, diferença. Mas o que deveria ser uma solução provisória que daria lugar a medidas como inserção no mercado de trabalho e acesso à educação de qualidade para que o país se tonasse mais produtivo e, portanto, as pessoas não dependessem tanto de ações sociais e tivessem oportunidade de construir suas vidas dignamente, tornou-se politicagem e manobra governamental para conquistar eleitorado.
    Não basta o projeto inicial. As coisas têm de ser terminadas e os objetivos inteiramente alcançados. O Brasil tem, sim, muito o que conquistar em termos de qualidade de vida.

  29. A questão da fome no Brasil não é um problema de produção, mas de distribuição. Infelizmente, a realidade mostrada pelo governo não é a mesma observada cotidianamente, nos sinais de trânsito, creches e em muitos outros ambientes, onde vemos crianças desnutridas, que não possuem condição de fazer nem mesmo duas refeições diárias, na linha da pobreza extrema. A ministra Tereza Campello afirma em entrevista acima disponibilizada que o Brasil saiu do “Mapa da Fome” com os programas sociais disponibilizados pelo governo. Apesar desses programas terem modificado, para melhor, a vida de muitas famílias, muitas ainda nem sabem da existência deste programa, e se sabem não sabem como fazer para adquirir o beneficio.
    A ideia do programa é excepcional, e com toda a certeza, se difundido, poderá de fato acabar com a miséria de muitas famílias. O Bolsa Família consiste em um programa de transferência de renda condicionada ao preenchimento de alguns requisitos:
    – Famílias com renda mensal por pessoa de até R$ 77, mesmo que não tenham gestantes, crianças ou adolescentes na família;

    – Famílias com renda familiar mensal por pessoa entre R$ 77,01 e R$ 154 e que tenham gestantes, crianças ou adolescentes em sua composição.

    A prioridade na seleção de beneficiárias é dada a partir das informações de renda mensal por pessoa e pela quantidade de crianças e jovens com idade de 0 a 17 anos na família.

    Site utilizado para consulta: http://mds.gov.br

  30. A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), atualmente conta com 191 países membros, mais a Comunidade Européia. Esta Organização tem como propósito a erradicação da fome e da insegurança alimentar. Todos os anos esta importante organização divulga um relatório pertinente ao combate à fome e os avanços de cada país. Vale ressaltar o último relatório em que se constata a evolução do Brasil, onde é notável e elogiável. O MDS (Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome) emitiu dados pertinentes à esse relatório da FAO, e o que se percebe é a extrema importância do programa Bolsa Família, instituído em 2004, pela Lei nº 10.836, no governo do então Presidente Lula, que tinha como meta a evolução social. A luta contra a fome é uma das mais importantes batalhas que deve-se assumir, pois tem relação intrínseca com a dignidade da pessoa humana; além do que, a fome fere princípio constitucional, uma vez que desrespeita o aclamado Art. 5º, no que pertine ao direito fundamental à vida.

  31. O programa fome zero- criado pelo governo Lula em 2003 e no ano seguinte, a criação do bolsa família, vieram para sanar a fome e a miséria no pais.
    As condições empregatícias, no período referido na matéria, estava em seu ápice, os brasileiros passaram a ter melhores condições de emprego, ocasionando consequentemente uma melhor condição de vida, aliado ao auxilio dado pelo Estado, houve significativamente a redução da pobreza e a redução da fome.
    Os dados apresentados são a comprovação de que, quando um pais se empenha em uma meta é possível que ela seja alcançada, a partir do momento em que passou a não somente se produzir, mas também auxiliar no acesso aos produtos, começamos a perceber a diminuição da fome e da desigualdade.
    Entretanto, a obesidade cresce significativamente no país, devido ao grau de informação das classes mais baixas, aliada ao crescimento urbano e industrial das cidades. O acesso aos produtos industrializados está mais fácil e os preços são mais baratos, porém, os produtos são prejudiciais a saúde das pessoas.
    Portanto, é necessário que o pais dê agora maior atenção a a redução da obesidade, pois esta está evidente principalmente na infância. E crianças obesas, são adultos doentes.

  32. É perceptível que o governo brasileiro tem implementado medidas socioeconômicas para diminuir e, ao final, erradicar a fome no Brasil. Com essas medidas, visando a diminuição da fome da população bem como a amenização da pobreza no país, o resultado foi positivo, o que demonstra um grande e valioso avanço do país no âmbito mundial. Vale ressaltar, portanto, que apesar do relatório publicado pela FAO sobre o a fome no Brasil e, apesar de termos sido um dos poucos países a alcançar a meta de reduzir pela metade a fome e o número de subalimentados, a luta contra a falta de saúde, educação e desigualdade social ainda não acabou. O Brasil ainda tem um grande caminho a percorrer para que possa ser considerado um exemplo a ser seguido por outros países subdesenvolvidos para seu crescimento.

  33. O relatório da FAO divulgado por essa notícia é crucial para que muitos brasileiros possam entender o real cenário que o país se encontra. Afinal, parece difícil crer que aquele “país da fome” de outrora agora pode importar dos Estados Unidos, além de produtos, também a obesidade. Esse cenário, contudo, não se instaurou instantaneamente. Desde que Lula foi eleito em 2002, o governo prioriza os setores sociais, com programas como o extinto “Fome Zero” e o atual “Bolsa Família”. Mesmo com as merecidas críticas que o governo petista vem recebendo atualmente, principalmente em meio à crise econômica, fato é que essas suas políticas assistencialistas, sejam elas meramente paliativas ou não, tiveram resultado. Os críticos de tais medidas afirmam que elas, assim como o Estado do Bem-Estar Social, são “políticas assistencialistas pobres para pobres”, afirmando ainda que apenas mascaram os índices sociais para alienar as massas e manter a desigualdade. No entanto, mesmo que tais programas não resolvam de fato as mazelas sociais brasileiras, pelo menos as ameniza. É melhor que um governo totalmente neoliberal, no qual os índices de fome, desnutrição e miséria apenas aumentam. Espero que as pessoas percebam que, apesar das atuais dificuldades enfrentadas pelo país, existe essa repercussão positiva do Brasil no cenário internacional.

  34. O brasil, assim como os demais países em desenvolvimento, a décadas luta pelo abolição da fome ou ao menos pela diminuição da fome e da pobreza. Estas que por serem, aos olhos dos brasileiros, tão cotidianas e comuns, passam-nos a impressão de não terem num país como o Brasil solução.
    Como bem salientado na reportagem, o Brasil é um país referência na produção de grãos e alimentos, não sendo a produção a causa do problema da pobreza e consequentemente da fome. Partindo deste pressuposto, o problema para a fome não está na produção, mas sim na distribuição de alimentos. Uma vez que o brasil é marcado pelo alto índice de concentração de riquezas concentração de riquezas é de alto índice.
    É de muito feitio o relatório da FAO ao relatar que os índices de fome e pobreza no Brasil tem melhorado, relatório este que desmistifica a concepção de que os problemas do Brasil, tais como a falta de escolaridade, dignidade mínima, fome e pobreza não tem solução.
    É preciso que o Brasil, através dos representantes do povo, continue canalizando recursos para problemas tão sérios, mas ao mesmo tempo, ainda, tão presentes.

  35. O Brasil, como demonstra a pesquisa da reportagem é um país que melhorou consideravelmente o seu índice no que diz respeito a pessoas que passam fome, e dos países mais populosos, foi o que apresentou uma crescente maior no ímpeto de reduzir tal índice. Historicamente, sempre fomos um grande produtor e exportador de alimentos, porém ainda possuíamos um grande numero de pessoas que passavam fome, demonstrando que o nosso problema nunca foi a produção em si , mas sim o meio de proporcionar a todos o acesso aos alimentos que eram produzidos. Alimentos que deveriam ficar centrados aqui, eram vendidos em grande numero para o exterior.
    Essa política de exportação não diminuiu, e nem acabou, muito pelo contrario, ela sempre foi uma grande forma de renda para o Brasil, no entanto ouve o desenvolvimento de políticas governamentais que conseguiram distribuir melhor os alimentos dentre os brasileiros
    Esse reduzimento se deu, em suma, à programas do governo que tiveram grande êxito, como o Bolsa Família e o Fome Zero, que ajudaram às pessoas a terem sua própria moradia, tirando inúmeras pessoas da miséria e das ruas, e deram a elas uma renda mensal destinada a compra de alimentos e demais coisas essenciais a sobrevivência.
    É difícil para um país tão populoso como o nosso, conseguir diminuir de forma magnífica o numero de pessoas que morrem ou sofrem de inanição no pais, e é um ponto a se parabenizar o nosso governo em meio a tantas polemicas e criticas. Há de se destacar também as iniciativas privadas e de ONGs, que por meio de projetos sociais saem as ruas distribuindo alimentos aos mais necessitados
    Que a população, e acima de tudo o governo possam continuar ajudando aqueles que ainda continuam a passar fome, para tentarmos colocar estes índices próximos do zero, o que infelizmente é difícil dada a dimensão territorial do país, a sua extensão, e as desigualdades que ainda pairam sobre nossa sociedade

  36. No cenário internacional , o Brasil está entre os cindo maiores produtores agrícolas do mundo , e de forma um tanto quanto contraditória estava ate 2014 no mapa da fome da ONU . Com esse quadro podemos constatar , que mesmo com abundancia de alimentos grande parte da população era , e , embora tenha melhorado , ainda é atingida cruelmente pela miséria e pela fome .
    Essa triste realidade é perpetuada pela imensa desigualdade social existente no país , em que o acesso a esses alimentos e a renda esta concentrada na mão de poucos . E também , pela falta de politicas públicas em prol da garantia do princípio fundamental da dignidade da pessoa humana , que é dever primordial e indispensável do Estado .
    Tendo em vista melhorar essa realidade Brasileira , o Estado vem buscando desde 2002 sair da omissão com programas de segurança alimentar e o bolsa família . O governo passou a ter um olhar diferenciado para a violação de direitos humanos que ocorreu durante toda a historia brasileira com a fome e a miséria , e isso , com louvor , vem produzindo resultados significativos . O pais saiu do mapa da fome , com a surpreendente queda de 82,1 por cento de subalimentados entre 2002 e 2014 e a desigualdade de renda também reduziu .
    Tendo em vista o exposto , o crítico quadro social de vulnerabilidade e marginalização de seres humanos vem melhorando no pais nos últimos anos e isso foi reconhecido pelo relatório internacional da FAO . Porem , faltam muitos passos para que o pais possa alcançar o grau de isonomia e garantia de direitos individuais que a constituição federal estabelece . Assim , o Estado deve continuar promovendo cada vez mais políticas públicas em prol dos direitos indispensáveis de todo seres humanos com prioridade .

  37. A direito a uma vida digna é um dos mais antigos que existem, além de estar previsto na nossa Constituição. Sendo que o direito da pessoa de se alimentar, estar diretamente ligado a sua dignidade.
    O Brasil se apresenta como um dos maiores produtores de alimento do mundo.Logo, é um dever nosso conseguir fazer com que esses produtos, tão vitais para a vida, não ficam apenas destinados a exportação, mas que sejam comprados e distribuídos entre os mais necessitados que aqui vivem.
    Os dados apresentados pela FAO são muito gratificantes, pois mostram que a política social adotado vem seguindo um caminho correto, servindo de exemplo para os próximos governos e para os demais países que passam por essa situação. Contudo, não devemos nos deixar levar pelo resultado positivo apresentado. A questão da fome sempre deve ser policiada de perto, devendo fazer com que esse índice fica cada vez mais reduzido.
    A alimentação é vital para o ser humano poder realizar todas as demais atividades. Logo, os governantes nunca poderão abandonar essa bandeira, pois só assim teremos um país verdadeiramente democrático e inclusivo.

  38. O Brasil foi um dos países mais populoso que mais avançou na luta contra a fome segundo o relatório da FAO. Como apontado na reportagem, o Brasil é um país referência na produção de grãos e alimentos, não sendo a produção a causa do problema da pobreza e fome brasileira. O problema é na distribuição de alimentos. A desigualdade social no Brasil é imensa e ainda a luta pelo fim da fome ainda não está perto do fim. Com terras tão produtivas e clima tão favorável e inadmissível nosso país sofrer com esse mal. O problema maior está com nossos gestores públicos. A corrupção e a incapacidade de gestão destes torna a luta difícil. Mas como demonstra o relatório da FAO, estamos avançando e a esperança aumenta de que a fome acabe para todos. é necessário também que façamos nossa parte evitando desperdício e ajudando os que necessitam. Alimentação é direito básico e deve ser conferido e assegurado a todos. É inaceitável um país rico como o Brasil ter pessoas passando fome, a situação melhora, porém não é suficiente.

  39. Entre os mais populosos, o país também é aquele que apresenta a menor quantidade de pessoas subalimentadas. São 3,4 milhões no Brasil, pouco menos de 10% da quantidade total da América Latina, que é de 34,3 milhões. “O relatório confirma o esforço e reconhece a trajetória do Brasil na ação de redução da pobreza e do combate à fome”, ressaltou a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello.
    A publicação aponta também que o país alcançou todas as metas das Nações Unidas em relação à fome. O Objetivo de Desenvolvimento do Milênio era de reduzir pela metade a fome e o da Cúpula Mundial de Alimentação era de reduzir pela metade os números absolutos de subalimentados. O Brasil é um dos 29 países que conseguiram alcançar essas duas metas. “O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável , que está em processo de formatação, tem o objetivo de reduzir até menos de 5% até 2030.
    As ações de segurança alimentar desenvolvidas e o Programa Bolsa Família foram citados como cruciais para o crescimento inclusivo que o Brasil alcançou. A proteção social pode estabelecer um círculo virtuoso de progresso à população pobre com melhores salários, empregos e rendas. Estes programas reduziram significativamente a desigualdade de renda, a renda média do quintil mais pobre da população cresceu três vezes mais rápido que a dos 20% mais ricos.
    Para lembrar a importância do combate à pobreza, a organização ressaltou os esforços de sete países, que conseguiram deixar o mapa da fome em 2014, e entre eles, está o Brasil.
    Peça central no estudo realizado pela FAO, o Brasil aparece como modelo para promoção de experiências exitosas como transferência de renda, compras diretas para aquisição de alimentos e capacitação técnica de pequenos produtores. Com isso, o Brasil conseguiu diminuir em 50% o número de pessoas que passam fome. Uma maneira de definir a expressão “insegurança alimentar” é quando existe restrição do acesso aos alimentos. Isso porque as pessoas que estão na situação de insegurança alimentar consomem alimentos de forma difusa, sem saber quando será a próxima refeição.

  40. O relatório O Estado da Insegurança Alimentar no Mundo 2015, é um indicador importante da importância das medidas de distribuição de renda implementadas no Brasil. De acordo com o ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome, o número de pessoas subalimentadas no Brasil caiu 85% nos últimos 25 anos. Observado que entre 1990 e 2002 a queda foi de 16%, enquanto entre 2002 e 2014 foi de 82%. Percebe-se que o Estado liberal e o “Laissez faire” não são necessariamente sinônimo de igualdade. Enquanto os abismos sociais existirem e pessoas não tiverem as mínimas oportunidades de sobrevivência, não há que se falar que a ascensão social é fruto apenas do esforço individual. Enquanto isso se faz necessária a presença de um Estado “assistencialista” para igualar as oportunidades. Como aponta Axel Honnet em “A luta Por Reconhecimento” as ações afirmativas são passageiras, são uma etapa necessária que precede a equalização dos direitos. Significa tratar os iguais igualmente e os desiguais desigualmente na medida da sua desigualdade visando extinguir ou pelo menos suavizar essa disparidade. Neste ponto, apesar de diversos problemas em diversas esferas, o governo Brasileiro está de parabéns.

  41. Todos os anos a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) faz um estudo minucioso a respeito da segurança alimentar no mundo. A publicação do relatório O Estado da Insegurança Alimentar no Mundo permite que seja avaliado os progressos na busca pela erradicação da extrema pobreza e da fome. Segundo o relatório O Estado da Insegurança Alimentar no Mundo 2015, o Brasil apresentou avanços na redução do número de pessoas em situação de fome, sendo que entre os países mais populosos foi o que obteve a maior queda de subalimentados entre 2002 e 2014. Além disso, a publicação aponta que o país alcançou todas as metas das Nações Unidas em relação a fome. Ressalta-se ainda que muitos países têm adotado diretrizes com o intuito de mudar esse quadro, sendo que o Brasil é um deles. Os programas e medidas tomadas pelo Brasil nos últimos anos foram eficazes e contribuíram para que o número de pessoas na insegurança alimentar diminuísse consideravelmente no país. Conforme o disposto na presente notícia, o país agora enfrenta um novo desafio, nos deparamos agora com problemas de saúde típicos de países desenvolvidos, como a obesidade. Sendo assim, o país deve continuar investindo não apenas no quesito que se refere a diminuição da insegurança alimentar, como também deve aprimorar esforços a fim de que questões de saúde típicas de países desenvolvidos sejam reduzidas no país e não se tornam um problema como a princípio tem se tornado.

  42. A fome e a pobreza são problemas que permanecem na sociedade por séculos. Alimentos nunca faltaram, o problema é que uns tem acesso e comem muitos e outros não tem acessos e não comem nada. Desde a antiguidade o problema passa por todos os países e a situação tem se agrava em continentes, como a África, e em países emergentes, como o Brasil. O Direito Internacional tem que prezar e tratar do tema de forma a tentar mitigá-lo.
    Contudo, em regiões muito pobres o problema é facilmente percebido, apesar de muitas vezes não serem solucionados e ocorrerem ocasiões de descaso. Mas, em países como o Brasil, emergentes, a situação é, muitas vezes, escondida, pelo governo, ou ignorada pela população e pela comunidade internacional.
    Mas, o que a reportagem demonstra é que, justamente no Brasil, a questão tem entrado em debate. O povo tem se importado com a situação dos menos necessitados e o governo tem ajudado. Apesar do preconceito que reina em algumas pessoas, o Estado tem a função de arcar com esse tipo de problema. O Governo tem a função de zelar pelo desenvolvimento do Estado, e para que esse desenvolvimento ocorra é necessário que a pobreza e a fome não estejam no caminho. O povo tem que ter acesso aos seus direitos fundamentais, trazidos pela Constituição Cidadã.

  43. Diante do atual cenário de crise que estamos enfrentando, a notícia apresentada se torna animadora. A exclusão do Brasil do mapa da fome é extremamente significativa, pois motiva o nosso país á continuar avançando. Sabe-se que a legitimidade do Estado é conferida através da capacidade de fornecer prestações efetivas dos direitos fundamentais, ou seja, é avaliada a capacidade de governar através de políticas e não somente por leis. Essas políticas são necessárias para atingir o desenvolvimento, pois possibilitam que um maior número de indivíduos da sociedade participem do processo econômico e social, estabelecendo, nesse sentido, os avanços para o desenvolvimento do Brasil, país que, devido á politicas públicas como o programa Bolsa Família e à merenda escolar, mesmo sendo um dos mais populosos, conseguiu superar a fome. Entremente, apesar desse avanço, a política social do Brasil ainda está em construção. Ainda existe em nosso país um grave grau de desigualdade social, que é herança de séculos de um modelo de desenvolvimento social excludente, de forma que o maior desafio para o nosso país é estabelecer um patamar comum de oportunidades, eliminando a fome e a miséria de vez. Para isso deve-se reforçar a atuação do Estado democrático na proteção das classes mais necessitadas e sua contribuição na criação de oportunidades de sua ascensão e sua participação na herança social.
    Apesar disso, o Brasil se tornou um exemplo mundial no combate á fome e apresenta essa experiencia, essa luta a Rússia.

  44. A FAO trabalha no combate à fome e à pobreza, promove o desenvolvimento agrícola, a melhoria da nutrição, a busca da segurança alimentar e o acesso de todas as pessoas, em todos os momentos, aos alimentos necessários para uma vida saudável. Reforça a agricultura e o desenvolvimento sustentável, como estratégia a longo prazo, para aumentar a produção e o acesso de todos aos alimentos, ao mesmo tempo em que preserva os recursos naturais. Além disso, apóia os países em desenvolvimento com a formulação e execução de políticas e projetos de assistência técnica em apoio de programas nas áreas agrícola, alimentar, de desenvolvimento rural, florestal e pesqueira e para a cooperação Sul-Sul. Sendo assim, vê-se que a “parceria” e o trabalho conjunto do Governo Brasileiro com a FAO se faz efetivo, de modo que, ainda com todos os problemas sociais e econômicos enfrentados pelo país, é possível notar a sua evolução em alguns pontos, e aos poucos. Isso dá credibilidade e confiança ao trabalho realizado, de forma que poderá servir de exemplo às grandes potencias, e dar aos brasileiros um grande motivo de se orgulhar do seu país de origem. Juntamente com a FAO, a presença da PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) acrescenta objetivos a serem conquistados aos países vinculados, através da ODM (Objetivos de Desenvolvimento do Milênio), ambas pertencentes à ONU. Tais objetivos são, por exemplo, redução da pobreza, atingir o ensino básico universal, igualdade entre sexos e a autonomia das mulheres, reduzir a mortalidade infantil, melhorar a saúde materna, combater o HIV, a malária e outras doenças, garantir a sustentabilidade ambiental e estabelecer uma parceria mundial para o desenvolvimento. Com esses objetivos, o que se visa é a evolução da população mundial como um todo, o que trará benefícios gerais para todas as nações. As políticas públicas do Brasil, nota-se, se fazem efetivas e acabam por alcançar os objetivos, ou alguns deles, determinados pela ODM. Dessa forma, observa-se a evolução do país, de forma positiva, combatendo os problemas sociais e a desigualdade.

  45. O Brasil, em função de seu histórico de colonização, desenvolvimento tardio e dependência econômica, além dos problemas internos antigos e recentes, possui uma grande quantidade de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza. Assim, por representar um país subdesenvolvido emergente, a pobreza no Brasil tem diminuído cada vez mais.
    A fome, também é um grande problema enfrentado pelos brasileiros, pode ser considereda como consequencia da pobreza instaurada no país, visto que milhares de pessoas não possuem o mínimo para conseguirem alimentos.
    Apesar dos grandes avanços econômicos, sociais, tecnológicos, a falta de comida para milhares de pessoas no Brasil continua. Os programas sociais implantados nos últimos governos visam amenizar esta problemática, todavia amenizar não é o suficiente, é preciso urgentemente de mudanças estruturais e profundas na organização social e na mentalidade da política brasileira. A torcida agora é para que o Brasil consiga sair da lista dos países onde ainda existem pessoas passando fome, pois apesar dos dados fornecidos pela reportagem, é evidente que ainda estamos longe de conseguir erradicar a fome no Brasil. Está na hora de mudar Brasil, e mudar para melhor.

  46. O Brasil, desde os tempos remotos já tinha um passado relacionado com a fome e como já era de se esperar esse problema não foi sanado totalmente. Aliás este é um inconveniente que está longe de acabar. Por ser um país considerado subdesenvolvido e dependente de outros a população brasileira enfrenta todos os dias essa questão. Acontece que para erradicar é fome é necessário que as pessoas possam ter acesso aos alimentos aqui produzidos, o que muitas vezes não ocorre. Alguns indivíduos vivem em situações muito precárias, estando abaixo da linha da pobreza. Mesmo isso ainda ser presente nos dias atuais é promissor perceber que o Brasil saiu do mapa da pobreza. Além disso, a Comissão de Cidadania e Justiça relatou que a fome caiu 82% no Brasil. Ainda segundo o respectivo relatório é pautado que: “O Estado da Insegurança Alimentar no Mundo 2015″, divulgado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), nesta quarta-feira (27), destaca os avanços brasileiros na redução do número de pessoas em situação de fome conquistado nos últimos anos. O Brasil é o país, entre os mais populosos, que teve a maior queda de subalimentados entre 2002 e 2014, 82,1%. No mesmo período, a América Latina reduziu em 43,1% esta quantidade.”
    Ainda que esses dados sejam animadores há muito o que ser feito ainda, e é preciso procurar progredir mesmo em meio a uma crise tão impetuosa como a que estamos vivendo.

  47. Teoricamente é contraditório pensar que logo o Brasil, uma potência agrícola, que lidera rankings mundiais como maior produtor de : açucar, café, laranja, soja e milho, tem uma parcela tão grande de sua população passando fome. Nesse contexto, observa-se que o país tem capacidade de produzir e fornecer alimentos para todos, o problema está em alocar esses recursos para os necessitados. Assim, podem ser citados alguns fatores que influenciam nesse problema, como: a falta de infraestrutura, o que dificulta o acesso das populações carentes, que vivem em regiões mais afastadas, à alimentos básicos e ainda acaba encarecendo seus custos; a desigualdade de renda, o que resulta em altos números de pessoas que não são capazes de sustentar a própria famíilia; a falta de interesse da população em auxiliar os mais necessitados; a corrupção, que age como um parasita, sugando os impostos e desfalcando toda a renda que podia ser investida na causa, e a falta de planejamento social, que uma vez que conta com medidas como o bolsa família e o fome zero, que são medidas que “maqueiam” as consequencias, não erradicando a causa, cria resultados irreais em pesquisas.
    Assim, a crítica que faço é justamente em relação a essa política de um governo que: ” dá o peixe, más não ensina a população a pescar” , uma vez que a fome vai ser eliminada quando os cidadãos forem capazes de se autosustentar sem depender de progamas do governo. Dessa forma, é preciso fornecer educação, que resultará em maiores oportunidades de emprego e consequentemente o autosustento. É claro que essas são medidas válidas a curto prazo, mas o país deve pensar na logística do futuro.
    Assim, apesar desses obstáculos, o Brasil vem se saindo bem nas pesquisas mundiais, até mesmo conseguindo sair do mapa da fome. Mas, muito ainda precisa ser feito para erradicar a fome no país e esses resultados positivos devem ser vistos como estímulo para a constante melhora ao invés de levar ao comodismo.

  48. A fome no Brasil, é uma temática de grande alarde, pois existem brasileiros que ainda a enfrentam e vive-se portanto, até o atual momento, um cenário de disparidade social.
    Indubitavelmente, essa situação está tomando novos rumos, tendo em vista que o número de pessoas subalimentadas no Brasil já reduziu significativamente e isto pode ser comprovado pelo relatório da ONU que explicitou que a fome diminuiu em 82%. Diante dessa afirmativa, é válido ressaltar que o país, por meio de políticas públicas, cada vez mais otimiza essa estimativa. O Bolsa Família ajuda muitas famílias que vivem em extrema pobreza a terem acesso à alimentação, à educação e à saúde e, por isso, é pertinente que se colabore com programas assim.
    O Brasil atingiu todas as metas das Nações Unidas em relação à fome e isso é um grande mérito para toda a sociedade, posto que, cada vez mais se busca minimizar a quantidade de subalimentados no país.
    O enfoque agora, que é indispensável de se referir, é o fato de o Brasil está vivendo uma situação de países desenvolvidos, que apresentam alto índice de obesidade, principalmente de obesidade infantil. É necessário que a sociedade já comece a tomar atitudes quanto a esse obstáculo, a fim de deter esse problema o mais rápido possível.
    Diante do supracitado é considerável expressar a excelência com que o Brasil está resolvendo a questão da fome, mas por outro lado, é necessário que o país tome medidas para evitar que doenças como a obesidade se alastrem na sociedade.

  49. A FAO também conhecida como A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, foi criada em 16 de outubro de 1945.Atualmente a FAO tem 191 países-membros que se reúnem em igualdade para negociar acordos, debater políticas e impulsionar iniciativas estratégicas. Desde sua fundação, a FAO tem dado atenção especial ao desenvolvimento das áreas rurais, onde vivem 70% das populações de baixa renda, e que ainda passam fome.
    Percebe-se que essa assistência que vem sendo dada, já gerou grandes efeitos um deles é a diminuição de maneira significativa da fome. Estudos apontam também que o país alcançou todas as metas das Nações Unidas em relação à fome. O Brasil é um dos 29 países que conseguiram alcançar essa meta.
    Faz-se necessário ressaltar que as ações afirmativas desempenharam relevante papel no resultado alcançado, pelo fato de como mencionado no texto, o Brasil sempre foi um grande produtor de alimentos, e mesmo nessa condição uma parcela significativa da sociedade passava fome, isso pelo fato de o problema não estar na disponibilidade de alimentos mas sim no acesso a eles e a renda que era escassa, com a implementação de algumas politicas públicas ,o Bolsa Família, por exemplo, as pessoas tiveram maior acesso a esses alimentos ,consequentemente diminuindo de forma visível o índice de pessoas que sofriam coma falta da alimentação básica.

  50. O Brasil sempre foi um grande produtor de alimentos, ocorre que nem sempre toda a população teve acesso a esses alimentos, por mais que produzisse muito, o Brasil enfrentava problemas com o acesso a esses alimentos e à renda. E deste modo parte da população passava fome. Cenas de crianças e famílias pedindo comida e esmola para conseguir algo para comum se tornaram comum no cenário de fome em que o Brasil vivenciava.
    Diante dessa realidade o Brasil deu inicio a uma série de medidas que visava acabar com o problema da fome no País, e em relatório divulgado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), foi possível visualizar que essas políticas adotadas pelo Brasil trouxeram resultados satisfatórios. O Objetivo de Desenvolvimento do Milênio (ODM) era de reduzir pela metade a fome e reduzir pela metade os números de subalimentados. O Brasil é um dos países que conseguiram alcançar essas metas.
    O problema da fome no Brasil nunca residiu na quantidade de produção de alimentos e sim na distribuição desses, então para que toda a população tenha acesso a alimentação e necessário que possibilite as pessoas a criação de fontes de renda, para que elas consigam arcar com seus próprios alimentos e isso esta sendo possível por meio dos programas sociais implantados nos últimos governos. Saber que o Brasil alcançou todas as metas estabelecidas pela ONU em relação ao combate a fome é muito importante , para que continue o incentivo a produção de renda paras as pessoas e assim continuar a combatendo o problema no Pais.

  51. O Brasil, em vista de seu extenso território, possui grande potencial agrícola. Mas este fator não é suficiente para erradicar a fome no país. Assim, é possível perceber um quadro contraditório no país: enquanto as produções agrícolas batem recordes a cada ano, e os índices de exportação de produtos como soja, milho e laranja aumentem cada vez mais; a fome ainda insiste em faz parte do cotidiano de um número alarmante de pessoas. Este último fato se deve, sobretudo, à concentração fundiária e de renda: grande parte do dinheiro do país encontra-se concentrado nas mãos de 10% da população brasileira.
    Nesse sentido, diversos programas governamentais foram desenvolvidos na tentativa de erradicar a fome no Brasil. Os avanços são notáveis, como o desaparecimento do Brasil do Mapa da Fome no mundo. No entanto, problemas estruturais do país ainda são obstáculos para que este mister seja alcançado. Logo, é necessário oferecer condições para que o cidadão possa se auto sustentar, por meio de um trabalho e uma remuneração dignas.

  52. O relatório que destaca os avanços do Brasil em relação a redução do número de pessoas em situação de fome, divulgado pela Organização da Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) e um reflexo das políticas públicas que estão sendo adotadas nos últimos anos do governo. O programa Bolsa Família que em 2010 se consolidou como o maior programa de transferência de renda no mundo tem uma importância fundamental na redução do número de pessoas subalimentadas no Brasil.
    Entretanto, para o país atingir a meta das Nações Unidas e o objetivo de Desenvolvimento do Milênio foi necessário aprofundar mais nas políticas sócias de redução da pobreza e desigualdades, desse modo, o governo federal em 2011 lançou o Plano Brasil sem Miséria que colocou no centro da agenda a inclusão daqueles que ainda continuavam vivendo em situação de miséria. Com esse novo plano 22 milhões de pessoas superaram a condição de extrema pobreza, e no final de 2014 o Brasil saiu do Mapa Mundial da Fome, segundo a Organização da Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO).
    Todavia, os desafios do Brasil não acabam por ai, pois não basta alcançar a meta estipulada pela ONU, e preciso reduzir ao mínimo a quantidade de pessoas miseráveis em prol da coletividade, dessa maneira, o governo tem que de fato demostrar uma vontade real na busca pela melhoria da qualidade de vida dos brasileiros. Em detrimento disso, são muitos os desafios do Brasil e o primeiro deles, ainda na busca por uma maior redução dos subalimentados, e localizar os brasileiros extremamente pobres que continuam invisíveis as políticas públicas. Além disso, colocar em pauta, de maneira efetiva, um projeto real e consistente de reforma agrária que representa uma das políticas públicas com maior potencial de inclusão social e combate a desigualdade. Na tentativa de desconcentrar a posse da terra nas mãos de um pequeno grupo, e proporcionar uma vida digna para a população brasileira em que haja de fato igualdade de direitos.

  53. Carolina Silva Assis Rocha- Faculdade de Direito Milton Campos- Manhã sala 402 em disse:

    Graciliano ramos em sua obra “vidas Secas”, conseguiu reproduzir a realidade de grande parte da populacao brasileira da década de 30. A passagem ” os infelizes tinham caminhado o dia inteiro estavam cansados e famintos” é capaz de ilustrar esse cenario demarcado pela seca, pela miseria e pela fome. Muitos sao os criticos que propõem a atualidade desse romance, ao afirmarem que existem até hoje pessoas que vivem nas mesmas condicoes das personagens trabalhadas pelo autor. Na esteira desse pensamento, apesar de os dados apresentados pela notícia revelarem um avanco significativo no combate a fome pelo Brasil, é preciso, ainda sim, analisar esse resultado sob um vies crítico e também como um primeiro passo dentro desse processo de desenvolvimento.
    Primeiramente, é importante destacar o fato de que um dos dados apresentados refere-se ao termo “subalimentação”, o que segundo definição seria: ” alimentação insuficiente em quantidade e deficiente em certos elementos imprescindíveis (vitaminas, sais minerais, proteínas, etc). Isso significa que embora o país tenha mais pessoas se nutrindo, essa alimentação está longe de ser a ideal, seja pela quantidade ou pela qualidade das refeições. Essa é, portanto, uma das mudanças que ainda devem ser aperfeiçoadas pelo Governo. Afinal, ter pessoas se alimentando da maneira adequada é algo que traz reflexos positivos, como: melhoria na saúde, menor incidência de doenças, melhoria na educação, uma vez que o processo de ensino precisa de nutrientes como fonte de energia e estímulo para as atividades cerebrais, maior desempenho profissional de um modo geral.
    Em segundo plano, é inegável destacar os recentes projetos arquitetados pelo poder público como o “Bolsa Família”, que propiciam maior inclusão social, possibilidades de ascensão e redução da fome no país. Apesar dessa medida ter produzido bons efeitos, é preciso, mesmo assim, inspirar-se em países que possuem uma estrutura e um grau de progresso de se aplaudir, como a Noruega. Nesse Estado, o investimento se canaliza para setores importantes como a educação e a saúde, o que está diretamente relacionado a questão da fome . Isso se justifica pelo seguinte: uma vez que a verba tem como destino o ensino, a criança tem maiores chances de ser uma profissional competente, colhendo os frutos disso, a exemplo de bons salários que já fariam com que mais uma família pudesse se alimentar melhor. No que tange a saúde, sabe-se que as vacinas e os procedimentos adequados durante a gestação e os primeiros anos de vida, evitam a chamada desnutrição (reduzindo também a fome), o que acarreta em um crescimento ideal tanto físico quanto cerebral.
    Diante do exposto, adotando essas medidas, o Brasil poderia avançar ainda mais nessa sua trajetória. Isso porque, mesmo com as informações apresentadas pelo relatório da ONU, ainda sim estamos longe de ser uma Noruega, país no qual “vidas secas” é muito mais uma ficção do que realidade.

  54. O Brasil é um país enorme e com uma capacidade gigante de produção de alimentos, sendo um grande exportador de produtos como soja, milho, carne bovina, entre outros. Contraditoriamente, a fome e a miséria atingiam uma porcentagem bem significante da população. Porém, a reportagem nos mostra que no período de 2002 até 2014, o país atingiu todas a metas das Nações Unidas em relação a fome. Não coincidentemente, a partir do ano de 2002, o Brasil deu início a implantação de inúmeras políticas públicas que tinham como finalidade reduzir os níveis de pobreza, contribuindo um pouco na renda mensal de famílias que não tinham nenhuma perspectiva de melhoria de vida, facilitando o acesso a educação e garantindo outros tipos de benefícios na tentativa de, não da maneira que muitos consideram correta, equilibrar as ferramentas que a população possui para atingir uma mínima qualidade de vida. Apesar do apoio a essas políticas sociais não ser unânime, os resultados vieram e, através dessas atuações mais pontuais, a desigualdade de renda sofreu uma queda importante, reconhecida mundialmente, e o país obteve uma queda de 82,1% na porcentagem de subalimentados. A partir do exposto no relatório da FAO, pode-se confirmar que o problema brasileiro não é a falta de riquezas e sim a sua má distribuição.

  55. Deve-se assumir que no Brasil, o número de pessoas que passam por situação de crise pela fome diminuiu muito, ainda me lembro da campanha “Fome Zero” feita pelo presidente Lula no início de seu mandato, isso notoriamente favoreceu para que o crescimento e desenvolvimento humano do país. Houve também um crescimento da renda dos mais pobres em 20%, o que contribuiu para uma melhor qualidade de vida. Podemos citar como outro projeto também que gerou uma grande inclusão social, a ” Bolsa Família”,com a economia brasileira crescendo 3% ao ano desde 2000 – e fornecendo, assim, as receitas públicas necessárias –, estes programas reduziram significativamente a desigualdade de renda. Sabemos que ainda há muito a melhorar, principalmente com relação as desigualdades presentes no ramo educacional, mas não podemos negligenciar tais avanços importantes e que destacam o país no cenário internacional.

  56. Um dos maiores problemas da população mundial é a fome. Não é de hoje que ouvimos falar sobre essa luta, com o intuito de cada vez mais diminuir o índice de pessoas que sofrem desse mal até erradicá-lo. Nesse sentido, existem diversos projetos e campanhas de incentivo (como a “Fome Zero”, por exemplo) dentro de cada país e o Brasil é um dos que tem conseguido evoluir. Apesar de a quantidade exorbitante de pessoas passando fome, principalmente nas ruas, nas favelas, nas creches, etc. (o que nos faz pensar que o país não está de fato caminhando para o início de um resultado positivo), hoje em dia vive-se um contexto de evolução, e a sociedade em geral deveria tomar isso como base para se unir e incentivar o combate.

    Um problema interno que contribui bastante para a fome no Brasil é a desigualdade de renda dos habitantes. Apesar de ser um país com grande produção de alimentos (e, por isso, até exportador), não é qualquer parcela da sociedade que tem alcance a eles. Isso ocorre porque as classes baixas não têm condições de alcançá-los e, então, ficam sem. Por isso, além das políticas de incentivo ao combate à fome, como já foi citado, é preciso criar políticas que se baseiem em uma maior distribuição de renda.

    O Brasil pode buscar ajuda com a ONU (Organização das Nações Unidas) e com outros países que possuem o índice de fome tendente a zero.

  57. A luta do Brasil contra a fome e a pobreza já dura muitos anos, durante muito tempo no país, a notícia que tínhamos a respeito da fome e da pobreza era a pior possível, víamos diariamente famílias revirando lixos, pedindo dinheiro nas ruas á procura de comida, dando relatos de miséria. Sabe-se que o Brasil sempre foi um grande produtor de alimentos, o nosso maior problema então, não era a disponibilidade dos mesmos, e sim o acesso aos alimentos e á renda, que era cada vez mais desigual. Porém, este quadro mudou e o Brasil avançou na redução do número de pessoas que sofrem com a fome, alcançando as metas propostas pelas Nações Unidas. Acredito que chegar a esse quadro foi possível graças à políticas públicas lançadas pelo governo, como ações de segurança alimentar e o mais conhecido deles, o Bolsa Família. Programas como este, possibilitaram uma maior inserção social dos menos favorecidos, possibilitando que eles tenham uma renda mínima para poder sobreviver, comprar seus alimentos e aquilo que necessitam, criando as condições para que a próxima geração tenha mais capital humano que a de seus pais, seja mais produtiva e consiga melhores empregos com melhores salários, saindo definitivamente desta condição de pobreza que o Brasil tanto combate.

  58. De acordo com relatório feito pela FOA, o Brasil teve um grande salto na erradicação da fome. Pelo estudo realizado, esse resultado se deve às políticas publicas como o bolsa família, que é odiado por uns e defendidos por outros. O problema do Brasil está na má distribuição de renda e com isso, consequentemente, gera uma limitação do acesso aos alimentos. As medidas assistencialistas atuaram como meio de alcance dos recursos, mas no entanto, não pode servir como solução do problema. É preciso criar maior numero de empregos para que os brasileiros tenham de fato acesso aos alimentos, alem de promover o crescimento econômico. Essas medidas funcionam apenas de curto prazo, já que o problema se vê mais fundo do que podem alcançar, alem de gerar um ônus no orçamento do país, elas devem servir como um incentivo ou como complemento de renda fixa de cada um.
    Agora alem de continuar progredindo no setor de alimentos, é necessário que se tenha atenção com a saúde publica. Se antes o problema era a subnutrição, agora o número de obesos tem gerado preocupação. Para isso, é preciso que se de educação aos brasileiros, realizando campanhas de conscientização dos malefícios trazidos pela doença.

  59. A fome é um dos maiores problemas enfrentados no mundo e está longe de ser resolvido. Ver que o Brasil, um país com enorme dimensão, conseguiu avançar nesse assunto e tirar milhares de pessoas da miséria e da fome, é extremamente gratificante. Por ser um grande produtor de alimentos, o problema enfrentado pelo país nunca foi de quantidade, mas sim de acesso a tais alimentos. Graças a programas do governo (como a Bolsa Família e a Fome Zero), tal dificuldade foi superada, as metas propostas pela ONU quanto ao assunto foram todas cumpridas e pessoas que se encontravam em situações extremas conseguiram progredir, fazendo com que o país não esteja mais no Mapa Mundial da Fome. Um passo muito importante foi dado e as metas alcançadas são, sem dúvida alguma, uma conquista muito positiva. Contudo, a luta tem que continuar. O avanço não deve ser só quanto a fome, mas quanto a muitos outros problemas enfrentados pelo país (estrutura, saúde, educação, etc.) para que, no futuro, o Brasil também seja considerado um país com ótima qualidade de vida.

  60. Ao deparar com essa noticia qualquer brasileiro seria capaz de abrir um sorriso. Mas ao abrir o restante do noticiário o sentimento é inverso. Tal situação ilustra bem os paradigmas a serem quebrados pelo Brasil. É inegável o desenvolvimento social que vivemos nos últimos anos, principalmente a partir do governo Lula, no qual foram implementados programas sociais de grande sucesso e que são exemplos pro mundo. Porém nem tudo são flores. A crise que se desenha, o descaso com a máquina publica e a corrupção parecem remar mais forte que a corrente, sendo assim notícias boas são facilmente esquecidas ou taxadas de manipuladas. O importante é estabelecer um raciocínio sobre o funcionamento dos programas e o real objetivo deles. Indiscutível a sua necessidade e o seu mérito, mas está longe de ser algo perfeito. O viés eleitoral e os esforços economicos exacerbados para mantê-los são pontos a serem discutidos. Os pilares ainda precisam girar em torno da eduacaçao e geração de empregos, só assim se alcança os objetivos desejados. Formas paliativas são otimas, mas pergunta-se qual será a sua efetividade em 30 anos, uma vez que a economia e o desenvolvimento do país vai de mal a pior. Infelizmente essa notícia nao repercutirá no exterior, o país não será mais atrativo para o capital externo e nem mesmo a crise se encerrará. É importante alimentar, é humano fazê-lo e que continue assim, porém medidas definitivas precisam ser apresentadas ou o Brasil continuará distante das notícias boas. Cumpre ressaltar ainda, o papel do Brasil na América latina, é preciso se valer de ser o maior e mais rico país e dar o exemplo, de forma a alavancar e liderar o desenvolvimento de todo o bloco.

  61. O Brasil é referência, reconhecido até mesmo pelas nações unidas pois é militante internacional na erradicação da fome e da pobreza. Estamos, de fato longe de acabarmos com a desigualdade social que marca a história do nosso país, mas não podemos deixar de reconhecer o mérito de acabar com um problema social tão sério que afeta a sociedade no que toca a saúde,a expectativa de vida e a proteção de direitos fundamentais garantidos constitucionalmente a nós.
    No cenário político em que nos encontramos,recebendo diariamente notícias que nos fazem desacreditar sobre o futuro do Brasil, sabermos que estamos um passo mais próximos do desenvolvimento, é,indubitavelmente, algo que restaura,nem que seja o mínimo, a fé nesse desenvolvimento.Muitos podem não reconhecer o mérito dessa notícia, por acreditarem que ao fazê-lo estão sendo de acordo com o que muitos chamam de medidas populistas tomadas pelo nosso governo social. A verdade é que,para uma sociedade tão fragilizada,com tantos problemas sociais, as medidas populistas não são de todo prejudicial. O assistencialismo, na verdade, é tudo o que garante que muitas pessoas tenham acesso a direitos essenciais para qualquer cidadão. A crítica a nosso governo é, claro, válida, mas tão importante quanto, é reconhecer quando uma ação deste traz um resultado positivo para a nossa sociedade. Este é um grande passo para a luta contra a desigualdade social, e, sem dúvidas, um grande passo também para quem hoje saiu da miséria e pode lutar para chegar mais perto da condição de vida digna de um cidadão.

  62. O secretário de Estado norte-americano foi muito infeliz em suas declarações, uma vez que os Estados Unidos por medo de sofrer um novo ataque terrorista não possui o direito de interceptar comunicações – seja lá de qual maneira for -, e principalmente ofender a soberania de um Estado soberano.

    Porém, a iniciativa do Brasil de levar as denúncias para a Organização das Nações Unidas não irá refletir em medidas eficazes, já que os Estados Unidos é um membro permanente do Conselho de Segurança da ONU (cujo objetivo é zelar pela manutenção da paz e da segurança internacional), juntamente com a França, Reino Unido, Rússia e a República Popular da China, tendo poder de veto sobre qualquer resolução.

    O pioneirismo brasileiro em se revoltar contra tais ofensas a sua soberania é de suma importância para que outros Estados que também são violados sem uma justificativa plausível também exija explicações mais claras.

    Contudo, evidentemente a espionagem não é de hoje que acontece, portanto, o que se deve prosperar entre Brasil e Estados Unidos é o bom senso e as boas relações diplomáticas, uma vez que para que exista a confiança é necessário um respeito mútuo.

  63. Apesar das críticas atribuídas ao programa Bolsa Família, devemos considerar o sucesso da politica quanto à erradicação da fome e aumento do PIB brasileiro.
    Porém, todo esse arrimo traz consequências políticas que, ao fim da linha farão transparecer outras. A população brasileira beneficiada, com ênfase na região do nordeste, torna-se escrava de tal ação, e hoje é nítida a submissão dos eleitores ao partido que a criou. E, ainda, existe outro impasse ao programa – qual seja a falta de limites – que mantém milhares de brasileiros dependentes que não ingressam no mercado de trabalho, e assim, não contribuem para movimentação da economia.
    Todavia, devemos esperar que os resultados até hoje verificados permaneçam em crescimento, mesmo com os entraves dessa politicagem que pode gerar inúmeras consequências.
    Mas, caso fosse, por alguma hipótese, não fosse possível a criação do programa, estaria grande parte da população a mercê da fome? Acredito que, com o desenvolvimento alcançado pelo país, deveriam os políticos mover-se para impulsionar o mercado de trabalho, trazendo melhores condições ao trabalhador, assim como às empresas, para que a economia tenha respostas mais satisfatórias, e, consequentemente, as condições sócias também. Pois, pode algum dia o governo não conseguir satisfazer os auxílios, e logo, satisfatório número de beneficiários estarão fadados à miséria.
    Sendo assim, é importante que se faça mudanças efetivas no quadro social, para que tal dependência possa ser curada, e, em alguns casos, ser apenas um auxílio transitório para a construção de uma sociedade com melhores oportunidades de emprego e condições de vida. É preciso ‘curar o mal pela raiz’.

  64. O brasil sem duvida alguma tomou destaque ao reduzir grandiosamente a fome em seu território, e grande parte disso se deve ao programa bolsa família, onde milhares e milhares de famílias vem sendo alimentadas pelo governo.
    Falar que no governo petista, o brasil diminuiu oitenta e um por cento, do seu índice de fome, é extremamente gratificante, mas infelizmente não nos podemos deixar levar por essa noticia, o cenário atual do brasil nos impede de fazer isso. Com a crise atual afetando ate mesmo o assunto em pauta, como ficar feliz ?
    A simples noticia de que o brasil diminuiu sua fome, não faz o brasil ser uma pais mais atraente aos olhos do mundo, é preciso uma nova gestão, para melhorar não somente o índice de fome, mas também o de saúde, estrutura, educação.

  65. A política adotada pelos governantes nos últimos anos com a os programas sociais foram de suam importância para atingir esta meta. É notório que ocorreu significativa melhora, está política de programas sociais foi a base a única reserva, ressalva que faço é que nenhum governo consegue sustentar por muito tempo sua economia se não planejar o próximo passo, os programas sociais devem ser sucedidos por um programa de educação que vise cortar o cordão que une o indivíduo ao programa social, visando a independência, com essa salto abrira novas possibilidades de resgar mais pessoas da condição de miseráveis , criando assim um círculo completo que não onere demasiadamente o Estado.

  66. É inegável a importância da política social adotada nos últimos governos brasileiros, por mais que não isento de críticas em relação a outros núcleos, é importante ressaltar o legado deixado no combate a miséria e a pobreza.

    Desde o abandonado Fome Zero até hoje com o bolsa família, foram combatidos problemas graves que nos assombravam desde nossa origem. Ainda não é possível dizer que erradicamos a fome e a pobreza, muitas vezes vistos como uma forma de “comprar” votos não se pode menosprezar a importância de políticas que ajudam no sustento de famílias que convivem em condições lamentáveis.

    Muito fácil para quem possui boas condições falar que não se deve dar o peixe, e sim ensinar a pescar, mas estes por muitas vezes desconhecem a realidade de um Brasil não pobre, mas sim miserável, que sobrevive com uma renda familiar mensal inúmeras vezes menor do que um filho de classe média recebe de mesada.

    Está elencado no Art 3º da nossa Constituição como um dos objetivos da república a erradicação da pobreza, é muito gratificante ver que neste ponto estamos indo para o caminho certo no meio de muita turbulência.

  67. A conclusão a que se chega é que é necessário cada vez mais priorizar o combate à fome. Não basta um País apresentar uma enonomia pujante e uma Sociedade majoritamente marcada pela riqueza. A desigualdade social salta aos olhos em sociedades como a Americana. A realidade é dura e para mudar esse status há de se priorizar o fim das desigualdades, traduzidas por mais inclusão social, promoção de políticas de valoração da renda e combate sistemático à pobreza e principalmente fome. Um mal que campeia, ainda solto, pelos mais diferentes lugares do Planeta. Ela não é exclusiva da empobrecida e esquecida África. Não há desumanidade maior do que sentir fome.

  68. A atual situação econômica do Brasil vem causando muita preocupação à toda população. Estamos vivendo um momento de incerteza em relação à nossa economia. Consequentemente, vários empresários estão adiando seus investimentos em nosso país. estamos vivenciando também , uma crise política marcada por diversos movimentos sociai com pedidos de impeachment da presidente Dilma Roussef. Ao deparar com essa matéria, é possível ter um pouco mais de esperança com relação as políticas públicas adotadas pelo governo brasileiro em prol da população. O Brasil ao bater as metas da ONU em relação à fome , nos mostra que existem sim, ao contrário dos que muitos pensam, medidas sociais por parte dos governantes para ajudar os mais necessitados. O Programa Bolsa Família apesar de receber diversas críticas , têm se mostrado eficaz com relação a melhoria de vida das famílias pobres. O Programa já atende e complementa a renda de 13,9 milhões de famílias. O Programa também acompanha, as crianças e o adolescentes, nas áreas de saúde e educação. dessa maneira, o Bolsa Família apresenta-se como uma das soluções para se combater as desigualdades sociais do nosso país. De acordo com o art. 3 da Constituição Federal de 1988 é objetivo fundamental da república erradicar a pobreza, a marginalizacação e reduzir as desigualdades sociais e regionais.

  69. Essa triste realidade, ainda que reduzida, é bastante fácil de ser notada no Brasil. A fome emana da falta de alimentos que atinge um número elevado de pessoas no Brasil e no mundo. Apesar dos grandes avanços econômicos, sociais, tecnológicos, a falta de comida para milhares de pessoas no Brasil continua. O difícil é entender um país onde os recordes de produção agrícola se modificam de maneira crescente no decorrer dos anos, enquanto a fome faz parte do convívio de um número alarmante de pessoas. Apesar das críticas que dizem respeito ao programa social Bolsa Família, devemos considerar o engrandecimento da politica quanto à tentativa de extermínio da fome e aumento do PIB brasileiro.
    Contudo, todo esse auxílio traz consequências políticas que farão transparecer outras e por aí vai. A população brasileira beneficiada, com ênfase na região do nordeste, torna-se escrava de tal ação, e hoje é nítida a submissão dos eleitores ao partido que a criou, o que é um problema.

  70. O relatório O Estado da Insegurança Alimentar no Mundo 2015, divulgado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) revela, sem dúvidas, uma grande conquista para o Brasil. Afinal, a fome é uma realidade triste e marcante que assola inúmeras populações ao redor do globo e sabe-se que a luta contra esta não é fácil. Pelo contrário, o esforço para a diminuição deste mal ocorre a passos lentos, ainda que notáveis. Neste sentido, ainda mais importante do que comemorar a referida vitória, é buscar continuar avançando. É preciso a análise sempre criteriosa de que o Brasil é um país de muitas realidades, de muitos povos. Por mais que, muitas vezes, a fome pareça cada vez mais distante da vida cotidiana, para outros, ela aparece cada dia mais real, mais iminente. É preciso não esquecer-se da atenção necessária ao enfrentamento do problema: ele não desapareceu, tampouco tornou-se aceitável.
    Além disso, é fundamental ter em mente que a fome é responsável por acarretar inúmeros outros problemas na realidade da população, especialmente os de saúde. Ora, assim, tem-se que a fome além de um problema social, é uma questão de saúde pública. Tratar desta questão é, desta forma, um avanço na qualidade de vida da população e na realidade da saúde do país.

  71. A fome é a escassez de alimentos que, em geral, afeta uma ampla extensão de território e um grande número de pessoas. Tema esse que aflige muitos países e reflete não somente no âmbito social, como no político e econômico. Estamos, de fato longe de acabarmos com a desigualdade social que marca a história do nosso país, mas não podemos deixar de reconhecer o mérito de acabar com um problema social tão sério que afeta a sociedade no que toca a saúde,a expectativa de vida e a proteção de direitos fundamentais garantidos constitucionalmente a nós.O brasil sem duvida alguma tomou destaque ao reduzir grandiosamente a fome em seu território, e grande parte disso se deve ao programa bolsa família, onde milhares e milhares de famílias vem sendo alimentadas pelo governo. notório que ocorreu significativa melhora, está política de programas sociais foi a base a única reserva, ressalva que faço é que nenhum governo consegue sustentar por muito tempo sua economia se não planejar o próximo passo, os programas sociais devem ser sucedidos por um programa de educação que vise cortar o cordão que une o indivíduo ao programa social, visando a independência. Mas isso não basta, pois o brasileiro quer renda, emprego e educação, para que ele próprio consiga com o resultado de seu trabalho ter acesso a uma alimentação digna e necessária à sua sobrevivência, e não ficar na “dependência” eterna de programas governamentais.

  72. A criação de políticas públicas voltadas especificamente para a diminuição das desigualdades sociais e a promoção de uma vida digna é um dos marcos do governo brasileiro, que realizou investimentos de grande monta para que os objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) fossem alcançados, como bem demonstra a reportagem. Um primeiro passo já foi dado, é necessário, mesmo em tempos de recessão econômica avaliarmos as prioridades e possibilitarmos à população de um modo geral, mas especialmente os de baixa renda, um crescimento e um desenvolvimento pessoal, uma vez que o regime de cotas, o bolsa família e demais programas governamentais são e foram essenciais para tal. Em um segundo momento, cumprir as metas estabelecidas no documento “Transformando Nosso Mundo: A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável” é vital, a fim de garantir às pessoas uma vida digna e as três dimensões do desenvolvimento sustentável: a econômica, a social e a ambiental. Pelo exposto é importante que continuemos a combater a desigualdade em seus diversos níveis e a expandir as relações internacionais e a cooperação entre os Estados, com fincas a garantir o desenvolvimento social, econômico e ambiental de nossa sociedade, nacional e internacional. É ainda fundamental apontar a necessidade da criação de uma rede de trabalhos e esforços no âmbito nacional, a fim de garantir a efetividade das medidas adotadas na Agenda 2030. Por fim, cabe ressaltar o papel de destaque do Brasil junto à ONU no combate à erradicação da fome, uma vez que o país passará a oferecer ajuda e acompanhamento a países que pretendem atingir este objetivo e que ainda não têm programas de segurança alimenta, segundo informações do oficial encarregado da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) no Brasil, Gustavo Chianca. Ele revela que o governo brasileiro e o órgão da ONU assinaram um acordo de cooperação para fortalecer a segurança alimentar no Brasil e no mundo. A ideia é usar os respectivos recursos técnicos e humanos para a realização de treinamentos, estudos e diagnósticos baseados no intercâmbio de experiências entre os países da Tríplice Fronteira e outros países da América Latina e do Caribe.

  73. A partir da leitura da notícia acima pode-se depreender que o Brasil avançou muito na luta contra a fome e a pobreza. Os resultados apresentados pelo relatoria da FAO são muito importantes para o desenvolvimento do país e evidenciam que as medidas sociais aplicadas pelo governo na última década têm sido efetivas no processo de erradicação da pobreza. Como brasileira percebo, através de experiências diárias, que ainda há um longo caminho a ser percorrido, entretanto parece-me evidente que a população, de uma maneira geral, tem tido mais oportunidades de acesso à educação e ao mercado de trabalho, o que acaba por contribuir para a confirmação dos dados apresentados no relatório. As políticas afirmativas aplicadas pelos últimos governos, muitas vezes criticadas, mostram-se extremamente benéficas para o desenvolvimento sócio econômico brasileiro, quebrando o ciclo vicioso formado pela pobreza, subemprego, salários baixos e fome.

  74. O program de transferência de renda criado pelo Brasil foi de fundamental importância nos índices de erradicação da fome alcançados. O bolsa família que foi muito criticado pela imprensa e elite brasileira chegou, inclusive, a promover o país internacionalmente. Resultando desta efetividade da política pública foi o recebimento do prêmio Nobel social em 2013.
    Sendo uma das metas da ONU a erradicação da pobreza, por óbvio que, a política pública brasileira deveria ser citada pelos índices alcançados. Mas este não foi o único efeito produzido por tal política, apesar de ser o mais falado seja pela importância ou magnitude. Um dos resultados pouco falados e de primordial importância foi o empoderamento de mulheres que, construíram sua autonomia por meio do programa de transferência de renda condicionada. Em fato, no livro “Bolsa Família: autonomia, dinheiro e cidadania” os autores discorrem justamente desse efeito produzido pelo programa. Por meio deste, mulheres que antes se sujeitavam aos seus companheiros pela dependência econômica deixaram de se subordinar àqueles, passando a fazer as despesas da casa e, por conseguinte, fazer suas próprias escolhas.
    Nesse sentido o programa conseguiu um duplo efeito, qual seja, a erradicação da pobreza e o empoderamento das mulheres de baixa ou sem nenhuma renda no país. Quanto a esta última conquista, o programa se alinha muito ao objetivo da frente da ONU mulheres, de modo que, o país se mostra a frente também nesse sentido.
    Por fim, cabe ao Brasil continuar as políticas sociais que, como o bolsa família, produzem grandes efeitos internos (sociais e econômicos) e geram boas impressões internacionalmente.

  75. O Brasil teve grande avanço com a implementação das bolsas para a população de baixa ou nenhuma renda nos últimos anos, busca a redução do número de pessoas abaixo da linha da miséria, da pobreza e junto com isso a redução do analfabetismo também, pois com as crianças na escola a taxa de escolaridade vem aumento e isso ajuda na diminuição do desemprego ou do subemprego, já que a exigência para se contratar hoje no Brasil está cada vez mais rígida, além disso, o governo aumentou também o fornecimento de cursos especializantes e, com isso aumenta-se a mão de obra especializada gerando mais oportunidades no mercado de trabalho. Outro fator importante que se deve ao programa bolsa família e que esse dinheiro faz com que a economia gire e não fiquei parado centralizado na mão apenas de algumas pessoas, o que acarreta um aumento da renda para todos. No entanto, muito ainda precisa ser feito, apesar de o Brasil ter alcançado as metas estabelecidas como cita a reportagem ainda é uma cena corriqueira no dia a dia do brasileiro pessoas, seres humanos revirando lixo, crianças, velhos e adultos pedindo esmolas ou vivendo de buscas pelos lixões das cidades, estamos avançando em questões sociais, mas ainda precisamos de muitas mudanças, principalmente de uma melhor distribuição de renda no pais.

  76. A noticia nos revela um grande avanço do Brasil com relação erradicação da fome e pobreza enfrentada pelo país. É muito importante saber que o país não está mais no mapa da fome e isso se deu pelos programas e politicas sociais adotados pelo governo nos últimos anos. Como aponta a noticia o Bolsa Família teve um grande papel para a redução de tais indices, o país alcançou suas metas propostas no ODM. Porém, o governo ainda tem muito trabalho pela frente no sentido de que a alimentação fornecida à população deva ser adequada e saudável. Cabe, nesse momento, adotar politicas de reeducação alimentar para a população brasileira, pois é muito preocupante que estamos saindo da marca dos subalimentados e caminhando para o aumento da obesidade no país. Em comparação com os países integrantes do Brics – países emergentes considerados subdesenvolvidos, o Brasil fica em terceiro lugar no ranking de obesidade – atrás da África do Sul (65,4%) e Rússia (59,8%). China tem um índice de 25% da população acima do peso e a Índia, 11%.Pesquisa divulgada pelo Ministério da Saúde revela que o índice de brasileiros acima do peso segue em crescimento no país – mais da metade de população está nesta categoria (52,5%) e destes, 17,9% são obesos.

  77. As causas naturais para justificar a fome se fazem pelo clima,seca, inundações, pragas de insetos e as enfermidades das plantas.
    Sendo possível ainda contar com as causas humanas como a instabilidade política, ineficácia e má administração dos recursos naturais,a guerra,os conflitos civis, a dificuldade no acesso aos meios de produção pelos trabalhadores rurais, pelos sem-terras ou pela população em geral, o deficiente planejamento agrícola,a injusta e antidemocrática estrutura fundiária, marcada pela concentração da propriedade das terras nas mãos de poucos,o contraste na concentração da renda e da terra num mundo subdesenvolvido, a influência das transnacionais de alimentos na produção agrícola e nos hábitos alimentares das populações de Terceiro Mundo,a utilização dos alimentos de maneira inadequada sendo uma arma nas relações entre os países.
    No contexto brasileiro, ocorreu uma grande evolução no que concerne a pobreza.Nota-se no relatório da FAO esse referido avanço, tendo como fato o de o nosso país ter tido a maior queda da fome dentre os países populosos em um período de doze anos.foi através da facilitação do acesso aos alimentos e das politicas de de distribuição de rendo que isso pode ocorrer., como também o cumprimento das metas das nações unidas.

  78. A fome, em minha opinião, é o problema social mais grave que a humanidade pode sofrer em um mundo que o avanço na tecnologia, na medicina, entre outras campos se intensificam a cada dia. Todo ser humano tem o direito de um vida digna, um lar, e de se alimentar, que é fato fundamental para a sobrevivência. A notícia destaca os avanços do Brasil na luta contra fome e pobreza. Foram realizadas ações de transferência de renda e de segurança alimentar, como exemplo de crescimento exclusivo. O Brasil, independente de sua grande produção de gêneros alimentícios, ainda conta com elevado número de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza, apesar da diminuição desses índices com o decorrer dos séculos. As políticas de assistência realizadas pelo governo são muito importantes na situação em que o país se encontra, porém, deve-se ressaltar que os benefícios nem sempre atingem quem realmente necessita deles. Há de se salientar que cidadãos que não estão nesta faixa de risco e extrema necessidade estão inseridos e sendo beneficiados com o programa social Bolsa Família. Apesar dos números, das notícias otimistas sobre o tema e do alcance das metas pelo Brasil, muito ainda tem de ser feito para o efetivo e verdadeiro desenvolvimento do país, pautado no respeito e na igualdade de todos os seus habitantes.

  79. Embora o Brasil seja um dos países que mais produz alimentos, haja vista a presença de um solo extremamente favorável à agricultura, o cenário da fome pelo qual a população passa é assustador. É assustador e ao mesmo tempo esperançoso, quando se vê no relatório “O Estado da Insegurança Alimentar no Mundo 2015”, que ainda assim é um dos países que mais avançou no combate à fome através das políticas públicas.
    Não obstante os próprios brasileiros apresentarem diversas críticas ao Programa intitulado “Bolsa Família”, pode-se afirmar com toda a certeza que esse foi um grande estímulo para a diminuição no número de brasileiros que passava fome. Atualmente, percebe-se uma imensa desigualdade social e econômica, o que traz, como consequência, o difícil acesso da população ao que o Brasil produz. Ademais, em grande maioria, o Brasil produz a matéria-prima, mas não é capaz de produzir o produto final, fazendo com que o produto chegue ao Brasil com um custo muito maior, e dificulte o acesso da população aos alimentos. Por isso é demasiadamente importante que o Brasil fomente através das políticas públicas a diminuição, e consequentemente a erradicação da fome. O Brasil ter saído do Mapa da Fome lhe confere um grande destaque no cenário internacional, tendo em vista que esse é um inquestionável avanço para um país subdesenvolvido.

  80. Sem dúvida alguma a notícia é alentadora. O reconhecimento internacional das ações e atitudes tomadas pelo Brasil contra a fome e a pobreza extrema, não só evidencia o real compromisso do nosso País em promover o mínimo de dignidade àqueles que vivem à margem de qualquer condição digna de vida, mas também traz e reforça a tese de que é possível combater a desigualdade brutal que assola várias populações em várias partes do planeta. Por consequência, ainda reforça o prestígio do Brasil junto à comunidade internacional. Hoje somos exemplo para várias outras nações e nossas políticas de combate à fome e redução da pobreza são adaptadas e implementadas em vários outros países. Alguns porém, questionam os programas e ações sociais. Muitos até protestam contra. A meu ver, as políticas são corretas e se esses projetos merecem uma crítica de minha parte, eu diria que as medidas estão na direção certa mas, ainda acho muito pouco os recursos que o governo destina a esses programas. Ao contrário do que muitos pensam, eu continuo acreditando que é melhor investir em programas sociais combinados com requisitos ancorados na educação e distribuição de renda do que gastar com presídios e manutenção de uma população carcerária cada vez mais crescente e sem perspectiva. Os resultados comprovam que os programas, além de amenizar a fome em si, cria uma cadeia de perspectivas e alternativas para os que deles se beneficiam. O mais importante dessas ações, na minha opinião, é que os programas quebram o círculo vicioso e quase invencível da pobreza. Mais do que alimentos, ele levam esperança, dignidade e razão de viver para muitos. Eis o que de fato interessa.

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