BRICS mutual trade up 70% in 6 yrs – South Africa president


Published time: 7 Aug, 2015 10:08Edited time: 7 Aug, 2015 14:18

South Africa's President Jacob Zuma © Mike Hutchings
Trade between BRICS countries has increased 70 percent since the group was established in 2009, according to South African President Jacob Zuma. The economies of the five BRICS nations account for almost 30 percent of global GDP.

“BRICS presents an aggregate GDP exceeding $32 trillion. This marks a 60-percent growth since the formation of the grouping,” Zuma told reporters on Thursday in Cape Town.

BRICS countries (Russia, Brazil, India, China and South Africa) produce a third of the world’s industrial products and half of all agricultural goods.

They attracted 20.5 percent of total global direct investment in 2014, an increase of 3.5 percent over 5 years.

“The share of BRICS capital investment on the global markets has also increased significantly from 9.7 percent to 14 percent since 2009,” Zuma said.

The group is ready to expand its economic cooperation with partners in key areas such as food production, power generation, the petro-chemical industry, mining, tourism, renewable and nuclear energy, trade, transportation, communications and training, according to the South African president.

The seventh BRICS summit, held last month in Russian city Ufa, reaffirmed the importance of BRICS in the global arena, Jacob Zuma said. He added that the summit’s key achievement was the “entry into force of the New Development Bank (NDB) and the Contingent Reserve Arrangement.”

The NDB opened for operations in Shanghai on July 21 with a view to deploying $50 billion in initial capital to fund infrastructure and sustainable development projects. The world’s major banks “see the BRICS bank as an important additional factor in global financial transactions,” said Zuma. The establishment of NDB’s African Regional Centre in Johannesburg is among the group’s plans for the near future, he added.

At the end of July, the BRICS members kick started a $100-billion currency reserve pool. It aims to protect their national currencies from volatility in global markets.

In 2010, South Africa became the latest and fifth member of the group, which was initially known as BRIC.

Fonte: RT

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3 respostas em “BRICS mutual trade up 70% in 6 yrs – South Africa president

  1. Note-se que o países que compõe o BRICS não fazem parte de um bloco econômico internacional por não ter um estatuto ou registro formal. Trata-se de um mecanismo político internacional de cooperação entre os países integrantes, que compartilham uma situação econômica com índices de desenvolvimento parecidos. Entre as características comum a estes países temos : mão de obra em abundância, níveis de importação e exportação em crescimento, índices sociais em processo de melhoria, reserva de recursos minerais e grande investimento de empresas estrangeiras nos setores econômicos. Os líderes dos países se reúnem uma vez por ano (cúpula) para formalizar acordos e medidas com o intuito de ganhar força no cenário político e econômico internacional. Entre os avanços já realizados pelo BRICS temos a cooperação realizada em diversas áreas e mais recentemente o NDB, citado por Jacob Zuma, que será um novo banco de desenvolvimento que financiará obras em países pobres e emergentes. Além disso temos o Arranjo de Contingente de Reservas (ACR) que é um espécie de fundo monetário para socorrer os países membros que tenham desequilíbrio em sua balança de pagamento ($100-billion currency reserve pool).

  2. BRICS, diferente do que muitos pensam, não é um bloco econômico, mas um anacrônio formado pelo nome dos seguintes países: Brasil, Rússia, Índia, China e Àfrica do Sul. Foi criado em 2001 pelo economista Jim O’Neill, do grupo financeiro Goldman Sachs que acreditava que a sigla seria mais fácil para identificar e vender investimentos a seus clientes. A entrada da África do Sul só se deu em 2011. Estes países não têm nenhuma semelhança cultural, mas foram agrupados por que tinham em comum um acelerado processo de crescimento econômico. O número do comércio destes países juntos é surpreendente: movimentam 30% do PIB global, apresenta 60% de crescimento de suas economias desde que foram criados, produzem juntos um terço da produção mundial de manufaturados e metade da produção global de alimentos, e em 2014 atraiu 20,5% do total global de IDE. São números que mostram a importância destes países e que o mundo desenvolvido tem prestado atenção neles. Na última reunião em Fortaleza, em 2014, criaram um banco de desenvolvimento – NBD – com o intuito de financiar projetos de desenvolvimento sustentável em países pobres. É o primeiro banco de fomento fora do eixo EUA-Europa e além de importância financeira, poderá exercer influência e mudanças nas grandes instituições financeiras mundiais, como por exemplo o BID, FMI e Banco Mundial. Estes países agem como bloco, e desde 2001 aumentaram muito o fluxo comercial entre eles, e politicamente, conseguem juntos negociar com as grandes potências, aumentando a sua legitimidade nos debates globais. Em meados de 2015 a crise econômica vem batendo à porta, principalmente da China, Brasil e Rússia. As inquietações à respeito da desaceleração da economia chinesa pode ter reflexos expressivos na economia dos outros BRICS, cujo comércio é intenso entre eles. São riscos que o mundo espera evitar, e o “bloco” BRICS não vivenciar, pois ainda têm muito para negociar.

  3. BRICS representa um acrônimo que designa cinco grandes economias emergentes, incluindo Brasil, Russia, China, India e Africa do Sul. Combinados representam 42% da população mundial e ao equivalente de 20% do PIB mundial. Em 2014 após proposta da India surgiu o Novo Banco de Desenvolvimento como uma alternativa ao World Bank e ao FMI com o intuito de mobilizar revursos para infraestrutura projetos de desenvolvimento. É muito importante que surja esta alternativa as forças americanas e europeias, mas só o futuro dirá se outros países irão ao NBD e não ao FMI para pedir auxílio, a competição irá dizer quem será vitorioso, mas vista a ampla dominancia dos EUA no FMI quem sabe seja a hora do surgimento de novos rumos no universo do comércio exterior.

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