The Great Depression: Crash Course US History #33


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Sobre Luiz Albuquerque

O Núcleo de Estudos sobre Cooperação e Conflitos Internacionais (NECCINT) da Universidade Federal de Ouro Preto em parceria com as Faculdades Milton Campos, sob a coordenação do professor Luiz Albuquerque, criou o Observatório de Relações Internacionais para servir como banco de dados e plataforma de pesquisas sobre relações internacionais e direito internacional . O site alimenta nosso trabalho de análise de conjunturas, instrumentaliza nossas pesquisas acadêmicas e disponibiliza material para capacitação profissional. Mas, além de nos servir como ferramenta de trabalho, este site também contribui para a democratização da informação e a promoção do debate acadêmico via internet.

4 respostas em “The Great Depression: Crash Course US History #33

  1. Durante a Primeira Guerra Mundial, a economia norte-americana estava em pleno desenvolvimento. As indústrias dos EUA produziam e exportavam em grandes quantidades, principalmente, para os países europeus. Após a guerra o quadro não mudou, pois os países europeus estavam voltados para a reconstrução das indústrias e cidades, necessitando manter suas importações, principalmente dos EUA. A situação começou a mudar no final da década de 1920. Reconstruídas, as nações européias diminuíram drasticamente a importação de produtos industrializados e
    agrícolas dos Estados Unidos. Em consequencia disso, as empresas americanas começaram a aumentar os estoques de produtos, pois o número de vendas já havia diminuído bastante. A maioria dessas empresas possuíam ações na Bolsa de Valores de Nova York, assim como grande parte da população americana. Em outubro de 1929, percebendo a desvalorizando dessas ações de muitas empresas, houve uma correria de investidores que pretendiam vender suas ações. O efeito foi devastador, pois as ações se desvalorizaram fortemente em poucos dias. Pessoas muito ricas, passaram, da noite para o dia, para a classe pobre. O número de falências de empresas foi enorme e o índice de desemprego foi histórico no país. Como os Estados Unidos sempre foram uma forte economia, essa crise atingiu também o Brasil, mas de maneira bem menos drástica. Na época, os EUA eram o maior comprador de café brasileiro e, com a vinda da crise, as exportações de café do Brasil diminuíram bastante.

  2. A grande depressão teve início em função de um grande desequilíbrio na economia dos Estados Unidos. Durante a década de 1920, houve um rápido crescimento do mercado de ações no país, com os americanos investindo nas bolsas de valores, acreditando que elas se manteriam sempre em alta. Cidadãos comuns vendiam as próprias casas para comprar ações, atrás de um lucro fácil e, teoricamente, seguro. No entanto, em meados de 1929, a economia do país começou a dar sinais de que as coisas não iam tão bem assim. Os Estados Unidos entraram em recessão e muitas empresas se endividaram além da conta durante o período de euforia. Em outubro de 1929, diante desses sinais negativos, os preços das ações desabaram, provocando a quebra da Bolsa de Valores de Nova York. O colapso na economia americana logo se espalhou pelo mundo, pois os Estados Unidos haviam se tornado o principal financiador dos países da Europa após a Primeira Guerra Mundial (1914-1918), conflito que enfraqueceu o continente. A crise também atingiu o Brasil, fazendo as vendas de café para o exterior, nosso principal produto de exportação na época, despencarem.

  3. O Liberalismo Econômico foi quase hegemônico no hemifério ocidental, tendo seu auge

    entre os anos de 1870 e 1910. Contudo, a crise econômica que surgiu a partir da 1a.Guerra

    Mundial, passando pela crash de 1929, pela recessão dos anos 1930 (“Grande Depressão”

    nos EUA demonstrada no video acima), e se agravando ainda mais com a 2a. Guerra

    Mundial, abalou a confiança que tanto se depositava nesse sistema.

    Percebeu­se, desta forma, tanto no campo político, quanto acadêmico, uma “exaustão

    paradigmática do Liberalismo”.

    O Liberalismo, que tinha como maiores expoentes, Adam Smith e David Ricardo, não foi

    capaz de prever a crise, explicá­la, nem muito menos de propor soluções para se sair dela.

    Havia uma enorme necessidade de reação da sociedade contra esta crise.

    Assim, surgiu a teoria keynesiana que defendia a necessidade do Estado em buscar formas

    para se conter o desequilibrio da economia. Keynes legitimou a adoção de políticas

    intervencionistas/protecionistas pelos governos como resposta à crise, rompendo com a

    tradição liberal da não intervenção e conduzindo os países a uma recuperação economica

    juntamente com os programas de desenvolvimento e reconstrução pós 2

    a Guerra Mundial.

  4. O Liberalismo Econômico foi quase hegemônico no hemifério ocidental, tendo seu auge
    entre os anos de 1870 e 1910. Contudo, a crise econômica que surgiu a partir da 1a.Guerra
    Mundial, passando pela crash de 1929, pela recessão dos anos 1930 (“Grande Depressão”
    nos EUA demonstrada no video acima), e se agravando ainda mais com a 2a. Guerra
    Mundial, abalou a confiança que tanto se depositava nesse sistema.
    Percebeu-­se, desta forma, tanto no campo político, quanto acadêmico, uma “exaustão
    paradigmática do Liberalismo”.
    O Liberalismo, que tinha como maiores expoentes, Adam Smith e David Ricardo, não foi
    capaz de prever a crise, explicá-­la, nem muito menos de propor soluções para se sair dela.
    Havia uma enorme necessidade de reação da sociedade contra esta crise.
    Assim, surgiu a teoria keynesiana que defendia a necessidade do Estado em buscar formas
    para se conter o desequilibrio da economia. Keynes legitimou a adoção de políticas
    intervencionistas/protecionistas pelos governos como resposta à crise, rompendo com a
    tradição liberal da não intervenção e conduzindo os países a uma recuperação economica
    juntamente com os programas de desenvolvimento e reconstrução pós 2
    a Guerra Mundial.

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