UN endorses Iran nuclear deal unanimously, paving way for sanctions relief


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Sobre Luiz Albuquerque

O Núcleo de Estudos sobre Cooperação e Conflitos Internacionais (NECCINT) da Universidade Federal de Ouro Preto em parceria com as Faculdades Milton Campos, sob a coordenação do professor Luiz Albuquerque, criou o Observatório de Relações Internacionais para servir como banco de dados e plataforma de pesquisas sobre relações internacionais e direito internacional . O site alimenta nosso trabalho de análise de conjunturas, instrumentaliza nossas pesquisas acadêmicas e disponibiliza material para capacitação profissional. Mas, além de nos servir como ferramenta de trabalho, este site também contribui para a democratização da informação e a promoção do debate acadêmico via internet.

4 respostas em “UN endorses Iran nuclear deal unanimously, paving way for sanctions relief

  1. A Nuclear Deal foi primeiramente discutida pelos EUA, Iran e membros do P5+1 (China, França. Rússia, UK, EUA, Alemanha). Ela limita o estoque de urânio enriquecido do Iran de forma bastante expressiva, atingindo o percentual de 98% de redução, ou seja, no máximo 300kg nos próximos 15 anos. Além disso, reduz-se o número de centrífugas para aproximadamente 5000, menos da metade atualmente presente. Esses percentuais foram colocados por serem reduzidos demais para apresentarem riscos no que diz respeito ao uso de armas nucleares. O tratado foi colocado em troca da possibilidade de, caso seja respeitado, retirar as sanções e bloqueios econômicos contra o Iran. A maior crítica feita pelos americanos sobre a Nuclear Deal seria que reconstruir o aparato nuclear levaria pouquíssimo tempo, e acabar com os embargos fortaleceria um país extremamente imprevisível.

  2. Os Estados Unidos mudaram, sob a administração democrata de Barack Obama, o seu modo de se relacionar e se portar no Oriente Médio. A retirada das tropas americanas no Iraque (deixando um governo frágil impotente frente ao Estado Islâmico), e o acordo com o antigo inimigo, a República Islâmica do Irã. Desde o fim do reinado do Xá Mohammad Reza Pahlevi (enviado ao exílio, primeiro ao Egito, depois México e Estados Unidos juntamente com a Família Imperial, que hoje reside como convidados do governo francês), aliado dos Estados Unidos, e que tinha um ambicioso plano de ocidentalização e modernização da sociedade iraniana, e a ascensão dos aiatolás, os dois regimes se enfrentam constantemente. O Acordo foi duramente criticado pela oposição republicana, com uma bancada expressiva nas duas Casas do Congresso Americano, e por lideranças internacionais, em especial o Primeiro-Ministro de Israel, Benjamin Netanyahu do partido Likud, inclusive perante o Congresso Americano, em visita recente a esse país, pelo o qual foi chamado por certos setores da imprensa como “o verdadeiro líder do mundo livre”, título geralmente atribuído ao Chefe de Estado Americano, em direta crítica ao presidente democrata.
    Matheus Cheib Baeta, aluno da Milton Campos, 4º período, 401, diurno.

  3. Os Estados Unidos mudaram, sob a administração democrata de Barack Obama, o seu modo de se relacionar e se portar no Oriente Médio. A retirada das tropas americanas no Iraque (deixando um governo frágil impotente frente ao Estado Islâmico), e o acordo com o antigo inimigo, a República Islâmica do Irã. Desde o fim do reinado do Xá Mohammad Reza Pahlevi (enviado ao exílio, primeiro ao Egito, depois México e Estados Unidos juntamente com a Família Imperial, que hoje reside como convidados do governo francês), aliado dos Estados Unidos, e que tinha um ambicioso plano de ocidentalização e modernização da sociedade iraniana, e a ascensão dos aiatolás, os dois regimes se enfrentam constantemente. O Acordo foi duramente criticado pela oposição republicana, com uma bancada expressiva nas duas Casas do Congresso Americano, e por lideranças internacionais, em especial o Primeiro-Ministro de Israel, Benjamin Netanyahu do partido Likud, inclusive perante o Congresso Americano, em visita recente a esse país, pelo o qual foi chamado por certos setores da imprensa como “o verdadeiro líder do mundo livre”, título geralmente atribuído ao Chefe de Estado Americano, em direta crítica ao presidente democrata.
    Outro fator de preocupação é uma possível reação dos países sunitas, como a Arábia Saudita, que a família real Al Saud tem amizade histórica com os Estados Unidos, pode ter sob o prospecto de uma arma nuclear do país protetor dos xiitas, preocupando alguns analistas sobre uma possível e terrível corrida nuclear no Oriente Médio.
    Matheus Cheib Baeta, aluno da Milton Campos, 4º período, 401, diurno.

  4. O acordo firmado pela República Islâmica do Irã, foi um passo importante para melhorar o relacionamento desse país com o resto da comunidade internacional, a partir de então ficou combinado que o Irã irá reduzir consideravelmente o enriquecimento de urânio em seu território.
    Esse fato é uma vitória importante para países como a França e a Inglaterra que temem um potencial ataque nuclear desse país.
    A falta de compreensão das diferenças culturais e políticas gera insegurança para todas as partes, o Irã que até algumas décadas era um expoente do liberalismo econômico no Oriente Médio, após a revolução iraniana ((1974) a postura do páis mudou completamente após a queda da monarquia.
    O Estado Teocrático controlado por Aiatolás tem uma organização diferente da conhecida no mundo ocidental, além das leis vinculadas à religião islâmica, os atentados terroristas de autoria de grupos radicais islâmicos dificulta a relação entre os países no âmbito internacional.
    O cerceamento as pesquisas e aos possíveis testes nucleares são um passos importantes para que a “paz mundial” se mantenha, e o fato do Irã ter concordado com o acordo melhora a imagem do país no cenário internacional.

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