Thomas Piketty: New thoughts on capital in the twenty-first century


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Sobre Luiz Albuquerque

O Núcleo de Estudos sobre Cooperação e Conflitos Internacionais (NECCINT) da Universidade Federal de Ouro Preto em parceria com as Faculdades Milton Campos, sob a coordenação do professor Luiz Albuquerque, criou o Observatório de Relações Internacionais para servir como banco de dados e plataforma de pesquisas sobre relações internacionais e direito internacional . O site alimenta nosso trabalho de análise de conjunturas, instrumentaliza nossas pesquisas acadêmicas e disponibiliza material para capacitação profissional. Mas, além de nos servir como ferramenta de trabalho, este site também contribui para a democratização da informação e a promoção do debate acadêmico via internet.

Uma resposta em “Thomas Piketty: New thoughts on capital in the twenty-first century

  1. Thomas Piketty, economista francês internacionalmente conhecido e respeitado, discorre no referido vídeo, de 2014, sobre o estudo que outrora fizera acerca da concentração de renda e riqueza nos então últimos 15 anos.

    Para ele, a longo prazo, analisa-se que a taxa de retorno de capital tende a exceder o crescimento econômico, aumentando cada vez mais a concentração de renda. Cita ele, posteriormente, o fato curioso de que, há um século, a desigualdade era maior na Europa do que nos Estados Unidos, situação que se inverte na contemporaneidade.

    Constatou Piketty, ademais, com este estudo, que concentração de riqueza é bem maior que concentração de renda. Se as pessoas só se preocupassem em ter aquilo que efetivamente precisam para, tranquilamente, viverem seu ciclo de vida, não haveria tanta concentração de riqueza, de tal modo que a concentração de riqueza e de renda, especula Thomas, seriam, nesta situação, equivalentes. A questão é que, na prática, querem as pessoas acumular tanta riqueza de modo a poderem transmiti-la para seus filhos e por várias gerações ou mesmo por causa do suposto prestígio disso oriundo.

    Por isso, sobretudo em tempos de crise internacional, diante de uma realidade em que há uma minoria controladora de grande maioria do capital financeiro internacional, é importante que os Estados passem a adotar – tendo em vista a diminuição da desigualdade – uma taxação gradual de fortuna. Só assim, aliado a uma transparência financeira, é que se poderá viver com mais igualdade, de tal modo que o crescimento econômico compense a concentração de renda.

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