Imperdível: “Thomas Piketty, Paul Krugman and Joseph Stiglitz: The Genius of Economics”


Publicado em 6 de mar de 2015

Piketty, arguably the world’s leading expert on income and wealth inequality, does more than document the growing concentration of income in the hands of a small economic elite. He also makes a powerful case that we’re on the way back to ‘patrimonial capitalism,’ in which the commanding heights of the economy are dominated not just by wealth, but also by inherited wealth, in which birth matters more than effort and talent,” wrote Paul Krugman in The New York Times. Krugman and his fellow Nobel laureate Joseph Stiglitz (author of The Great Divide) join Piketty to discuss the genius of economics.

Esse post foi publicado em Relações Internacionais e marcado , , , , , , por Luiz Albuquerque. Guardar link permanente.

Sobre Luiz Albuquerque

O Núcleo de Estudos sobre Cooperação e Conflitos Internacionais (NECCINT) da Universidade Federal de Ouro Preto em parceria com as Faculdades Milton Campos, sob a coordenação do professor Luiz Albuquerque, criou o Observatório de Relações Internacionais para servir como banco de dados e plataforma de pesquisas sobre relações internacionais e direito internacional . O site alimenta nosso trabalho de análise de conjunturas, instrumentaliza nossas pesquisas acadêmicas e disponibiliza material para capacitação profissional. Mas, além de nos servir como ferramenta de trabalho, este site também contribui para a democratização da informação e a promoção do debate acadêmico via internet.

Uma resposta em “Imperdível: “Thomas Piketty, Paul Krugman and Joseph Stiglitz: The Genius of Economics”

  1. A partir da reflexões de Thomas Piketty, Paul Krugman e Joseph Stiglitz a respeito da situação do capitalismo atualmente, e de como este sistema pode retroceder para o capitalismo patrimonial, podemos fazer um adendo em como o autor neo-realista Kenneth Waltz percebeu a questão da anarquia internacional como um fator propulsor para as desigualdades econômicas mundiais. Waltz, em sua teoria, reafirma a existência de uma anarquia internacional, teses presente na teoria das relações internacionais, anarquia esta em que os vários Estados soberanos se assemelham em alguns pontos e divergem muito em outros. Os Estados independentes tem de preocupar-se com a defesa nacional, com a cobrança de impostos e com a regulamentação econômica. O autor afirma que a anarquia tende a perdurar, posto que os países não querem perder sua autonomia e submeter-se a um governo mundial. É possível depreender-se que enquanto perdurar a anarquia, a desigualdade se perpetua, pois o que difere uma nação de outra é sua capacidade de acesso ao poder. A competição comercial liderada pelos EUA confirmavam a hipótese egocêntrica de defesa de interesses dos neo-realistas.

Comente esta notícia!

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s