Negociar en la emergencia: los recientes acuerdos de Argentina y Brasil con China


GPPM: Analises da Conjuntura econômica e política internacional

Por Esteban Actis * y Nicolás Creus **

La creciente importancia de la República Popular China para la economía global y la consecuente consolidación de su presencia en América latina constituyen un dato saliente de la política internacional. En los últimos meses, muchos de los países de la región profundizaron sus relaciones con la potencia asiática a través de la firma de distintos convenios que eventualmente vehiculizarían el arribo futuro de millonarias inversiones. La nueva estrategia internacional desarrollada por Beijing, además de reforzar el tradicional canal comercial, tiene como trasfondo su condición de gran acreedor internacional. China logró captar gran parte del ahorro mundial generado en la primera década del siglo XXI y ahora –en un contexto de menor crecimiento relativo de su economía– comienza a identificar a su “periferia” como un lugar fértil para expandir sus inversiones, tanto en el plano productivo –orientándose principalmente al desarrollo de infraestructura– como financiero…

Ver o post original 702 mais palavras

Publicado em Relações Internacionais por Luiz Albuquerque. Marque Link Permanente.

Sobre Luiz Albuquerque

O Núcleo de Estudos sobre Cooperação e Conflitos Internacionais (NECCINT) da Universidade Federal de Ouro Preto em parceria com as Faculdades Milton Campos, sob a coordenação do professor Luiz Albuquerque, criou o Observatório de Relações Internacionais para servir como banco de dados e plataforma de pesquisas sobre relações internacionais e direito internacional . O site alimenta nosso trabalho de análise de conjunturas, instrumentaliza nossas pesquisas acadêmicas e disponibiliza material para capacitação profissional. Mas, além de nos servir como ferramenta de trabalho, este site também contribui para a democratização da informação e a promoção do debate acadêmico via internet.

6 respostas em “Negociar en la emergencia: los recientes acuerdos de Argentina y Brasil con China

  1. A china a cada dia que passa se reafirma como um grande parceiro comercial, hoje com um PIB de US$ 10,40 trilhões ou 63,35 trilhões de iuanes (2014) crescimento de 7,4% em 2014 – incluíndo Hong Kong e Macau.
    A China passou a investir em comercios exteriores dando enfase as Exportações, que chegou no ano de (2013), a cigra de aproximadamente US$ 2,2 trilhões e Importações (2013): de US$ 1,91 trilhão.
    Com vistas a estas circunstancias ha por parte da america latina grande intersse comercial nesta naçao.
    Para o Brasil, penso ser biavel umvestir nesta relaçao.

    Liriani Borges Chagas Neves

  2. Vivemos num mundo globalizado, tal realidade tem interferido diretamente em nossas vidas, mesmo que não percebamos, diversas mudanças acontecem. Sem dúvida, as tecnologias com as quais contamos hoje geram muitos benefícios para cotidiano das pessoas, uma vez que a sociedade atual tem acesso a uma série de produtos e serviços que facilitam sua vida, além disso, a todo instante novos produtos são criados para satisfazer as necessidades que vão surgindo.
    Para suprir esta busca frenetica pelo “novo” ha necessidade de conquistar novos espaços e, neste sentido, o Brasil vem buscando novos mercados e como grande parceiro disponta a China.
    Vom a maior populaçao do mundo e em pleno crescimento, a China é assediada por toda america latina e o Brasil para manter os empregos e o crescimento do se PIB vem investindo pesado nesta parceria.

    Neylon Jose Neves

  3. O Brasil e a Argentina se encontram em um período de crise econômica que pode ser minimizado pela participação da China como credora para sanar as dívidas de suas maiores empresas, como no caso do Brasil, a Petrobrás. A principal industria petrolífera brasileira se encontra em um momento crítico gerado pela má administração pública e corrupção, no escândalo conhecido como Operação Lava Jato. Esta operação consistia em lavagem de dinheiro e na utilização dessa verba para o pagamento de propina para partidos políticos como PT,PMDB e PP, como constou no depoimento do ex-diretor da Petrobrás.
    Essa parceria com a China pode ser muito útil no primeiro momento, já que impulsionará a economia, garantirá empregos e não afetará de forma abusiva o PIB, entretanto, a longo prazo pode oferecer riscos, já que a China terá o controle e concessões sobre industrias brasileiras e argentinas aumentando seu poder nos países de maior força econômica da América Latina no cenário atual.
    Tainá Dias Couto

  4. Concordo com os colegas acima, no sentido da China ser o parceiro comercial viável em tempo de crise. No entanto, ressalto que é preciso equilíbrio e cautela, não sendo prudente acolher a ânsia chinesa de imediato, principalmente pelas possíveis implicações desses acordos no âmbito do mercado interno, a exemplo dos acordos do ano passado quanto à exportação de carne bovina que, ao final, diminuiu a oferta no mercado interno, provocando aumentando de preços e, por conseguinte, contribuindo com a inflação.

  5. A transformação da China nos últimos anos em potência emergente a tornou um canal de negociações com os países latino-americanos. Vários desses acordos resultam em projetos a serem executados num longo prazo. A nova estratégia usada pela China é de tonar-se uma grande credora mundial. A China começa agora, num momento de retração econômica, a identificar os problemas estruturais dos países em dificuldade e vêm tentando ajuda-los. Alguns analistas enxergam esse quadro de forma positiva, pois além de contribuir para o crescimento dos países latinos, o capital chinês estaria estreitando os vínculos entre estes países. Outros, entretanto, desconfiam dessas boas intenções e veem uma tentativa de gerar dependência econômica. Exemplos de países que estão sendo beneficiados com investimentos chineses são a Argentina e o Brasil. Na Argentina, os empréstimos chineses são a causa de uma aparente tranquilidade cambial, além de executarem grandes obras de infraestrutura. Já no Brasil, um exemplo é o financiamento chinês na Petrobrás num momento de perda de credibilidade da empresa. Os investimentos chineses aparentam ser menos perigosos que os do FMI ou os do mercado internacional de capital, mas não são gratuitos. A China busca, logicamente, vantagens através de suas ajudas. No contexto atual de crise, estas ajudas podem ser sedutoras, mas futuramente podem causar problemas. Por isso, tanto a Argentina quanto o Brasil devem buscar se recompor economicamente e repensar vínculos tão fortes e de longo prazo com a China, a qual se encontra numa situação menos desfavorável.

  6. O dinheiro chinês chega num momento em que o Brasil implementa diversos cortes no orçamento e no investimento em infraestrutura. Segundo Márcio Sette Fortes, professor de relações internacionais do Ibmec/RJ e ex-diretor da Câmara de Comércio Brasil-China, esse dinheiro é essencial para contribuir com o reaquecimento da economia.

    Ainda não está claro como o investimento “estratosférico” varios economistas alertam para a forma como o gigantismo comercial da China, que há dois anos se converteu na maior exportadora e importadora do mundo, não se fez acompanhar do papel do país como grande fonte de investimentos estrangeiros diretos.

    ”Quando se chega na beira do abismo, é bom conferir para qual lado daremos o proximo passo”.

Comente esta notícia!

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s