Armando Monteiro participa de audiência no Senado para debater ações do MDIC em 2015


Brasília (16 de junho)O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, participou na manhã desta terça-feira de uma audiência conjunta das comissões de Assuntos Econômicos (CAE) e de Ciência e Tecnologia (CCT) do Senado para discutir as ações do ministério para o ano de 2015, bem como a agenda e prioridades associadas às políticas de ciência, tecnologia, inovação e competitividade. 
Durante o discurso de abertura, Monteiro reafirmou que o Brasil passa por um momento de ajuste, mas que não pode ficar preso a seu efeito paralisante. “Temos que debater uma agenda pró competitividade para sair deste processo fortalecidos. No atual cenário, o governo pode oferecer iniciativas que não venham a ferir a lógica do ajuste”, afirmou.
Um dos pontos destacados pelo ministro para estímulos foi o plano de concessões, lançado na semana passada pela presidenta Dilma Rousseff. Outro canal para dinamizar a economia é o plano de apoio à exportação. “Quando a demanda interna cai, é preciso contratar demanda externa. Exportação não é válvula de escape conjuntural. É preciso uma estratégia de longo prazo”, disse. 
 
Monteiro informou que o ministério está fechando os últimos detalhes para lançar ainda este mês o Plano Nacional de Exportações. “Estamos ultimando uma proposta de plano para fomento da exportação. O documento terá alguns pilares específicos e importantes, como uma política comercial mais efetiva de inserção das empresas brasileiras nos fluxos de comércio mundial, e um pilar de financiamento e garantia, itens essenciais para o setor exportador”, acrescentou.
Durante a audiência o debate com os senadores, o ministro destacou também a luta para manter o Reintegra, um mecanismo importante no processo de exportação. “Alguns setores achavam que devíamos abrir mão do reintegra. Eu lutei para que ele fosse preservado, mesmo caindo de 3% para 1%. Há a promessa de voltar para 2% em 2017 e 3% em 2018. É importante destacar que o mundo consagra mecanismos como esse, sendo que na China ele é quatro vezes maior que o nosso”.
Outro ponto bastante debatido foi a construção de uma nova política industrial, que deve ser reposicionada com foco na competitividade e na produtividade. “Temos que criar um programa que modernize o parque industrial brasileiro, com foco especial na pequena e média indústria”.
Por fim, os parlamentares presentes questionaram o ministro acerca da posição do ministério quanto ao Mercosul, em especial com a Argentina, e novos acordos comerciais com Estados Unidos e União Europeia. De acordo com o ministro, a relação do Brasil com a Argentina e o Mercosul é um ativo muito valioso. “É como um casamento indissolúvel, mas mesmo em um casamento indissolúvel temos que discutir a relação”, brincou. Monteiro afirmou ainda que vem trabalhando para obter algum grau de liberdade, sem desmontar o bloco, e que hoje já há uma harmonização intrabloco que possibilita a apresentação de propostas a União Europeia. “Tenho a convicção de que depois de 16 anos poderemos fechar o acordo do Mercosul com a União.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior

11 respostas em “Armando Monteiro participa de audiência no Senado para debater ações do MDIC em 2015

  1. Os apontamentos apresentados pelo ministro parecem razoáveis para esse momento de dificuldade econômica em que se encontra o Brasil. Sem dúvidas, dentro processo de estabilização da economia, a retomada do controle inflacionário e a readaptação das estruturas financeiras devem ser objetivos centrais das políticas econômicas atuais.

    Contudo, num momento em que se tem ressaltado bastante as políticas de revisão de benefícios e incremento das receitas públicas, pertinente destacar a necessidade de se equilibrar a balança econômica com a implementação de políticas de diversificação e fortalecimento do setor de exportação, bem como das relações externas.

    Nesse sentido, o fortalecimento das relações com o Mercosul merece destaque uma vez ser uma via relevante de diversificação das exportações brasileiras. Assim sendo, a abertura e expansão das relações extra-bloco dependem do grau de estreitamento e confiança das relações intrabloco, de forma que é de se esperar que o Brasil exerça toda sua representatividade em função disso.

    Não obstante, deve-se atentar para esse “grau de liberdade” a ser alcançado, ainda mais nesse momento de necessidade de expandir, uma vez que, embora a representatividade exercida pelo Brasil, o desvio ou supressão dos interesses do Mercosul como um todo pode significar a retração das relações já estabelecidas.

  2. Em face da crise mundial da qual o Brasil esta inserido penso ser viável a conservaçao dos antigos e fieis parceiros economicos e ir além, buscar novos aliados para minimizar os impactos da resseçao.
    Depois do desastre economico brasileiro, anunciado pela oposiçao e por aqueles de “pes no chao” os brasileiros ja estao sentindo literalmente os cortes e investimentos publicos.
    Ja era hora de esforços concentrados na busca de soluçoes para diminuir a fome e sua consequencias e dar aos brasileiros a minima dignidade, que no meu entendimento, para o pobre, é o trabalho.

  3. Tendo em vista a situação econômica de crise na qual o Brasil se encontra, torna-se compreensível o fortalecimento notado nas relações que envolvem o Mercosul e países aliados, visando minimizar o impacto de tal crise. Uma política de controle inflacionário em conjunto com adaptação das estruturas da economia nacional são colocados em foco visando o mesmo objetivo.

    Uma maior liberdade, confiança e expansão dentro do bloco no qual o Brasil se insere é de vital importância para as relações além da comunidade do Mercosul, sendo elas intrinsecamente ligadas e necessárias para o fortalecimento e sobrevivência do país a este período de dificuldades financeiras.

  4. A notícia acima traz debates interessantes sobre as sobre as ações do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior para o ano de 2015.
    Uma ação mencionada que merece destaque é o Plano Nacional de Exportações, um conjunto de medidas que pretende estimular e desburocratizar as exportações do país que deve ser lançado ainda essa semana, pela presidenta Dilma Rousseff. Os “pilares” do programa de exportação são acesso amplo a mercados novos; créditos para exportação com seguros e garantias; adoção de medidas de facilitação de comércio e de inteligência de exportação; e melhoria de instrumentos para exportação.
    O Ministro do Desenvolvimento adiantou que o plano foi elaborado com foco em 30 países considerados “estratégicos” para as exportações brasileiras. Ainda de acordo com Monteiro, 80% do setor privado foi consultado pelo governo durante a elaboração do pacote.
    Dessa forma, o objetivo principal do plano é fomentar a cultura exportadora no país, com diversificação da pauta, foco nos produtos de maior densidade tecnológica e aumento da base de empresas exportadoras, com destaque para ações que promovam uma maior regionalização das vendas ao exterior.

  5. Diante de tal crise instaurada mundialmente, onde o Brasil esta inserido, esta noticia traz uma nova expectativa. O plano Nacional de Exportação, somando ás medidas que pretendem tomar, dando acesso a novos mercados , creditos para exportação, melhoras e a fomentação do mercado de exportação. Com a lupa voltada nos produtos de maior densidade tecnologica.

  6. O Brasil está em um momento de instabilidade e crise econômica. Diante desta situação, o Plano Nacional de Exportações vai ser uma grande oportunidade para o Brasil poder desenvolver e sair dessa crise, pois com isso ele vai poder diversificar e expandir mais o seu mercado. O resultado da busca e acordo com novas parcerias é um crescimento econômico e social, pois vai estimular a economia nacional. De acordo com o site http://www.desenvolvimento.gov.br : ” Em um contexto mais amplo, o Plano se insere em um conjunto de políticas estruturais de desenvolvimento produtivo, coordenadas pelo Governo Federal, que objetivam alavancar o crescimento econômico. A ênfase na expansão do comércio exterior se soma às iniciativas governamentais de ampliação de investimentos em infraestrutura, focada no modelo de concessões, de melhorias dos ambientes tributário e regulatório, e de desburocratização e simplificação.” Com a exportação, o país vai aumentar a sua produtividade, o que vai acarretar uma maior oferta de emprego, ou seja, todos vão se beneficiar com isso. A relação econômica entre Brasil e Argentina é bastante importante, visando que gera benefícios para ambos. A aproximação dos dois países estão apresentando resultados favoráveis, uma vez que está havendo um aumento significativo no comércio. O Mercosul tem o objetivo de promover a integração econômica e diminuir os custos nas transações comerciais. Sabendo disso, percebe-se a importância do Mercosul para os seus integrantes. Portanto, o Plano Nacional de Exportações vai fortalecer o Brasil economicamente, podendo tirar ele da crise.

  7. Diante a um cenário de crise, o Plano Nacional de Exportações pode ser o primeiro passo para o Brasil sair da crise, pois os pilares do programa de exportação são acessos amplos a mercados novos, crédito para exportação, melhorias dos instrumentos de exportação. Além disso haverá um aumento da produtividade, consequentemente diminuindo os índices de desemprego no país.
    O principal objetivo do Mercosul é diminuir os custos das transações comerciais, fazendo que todos os integrantes se aproximem. Assim como tem acontecido entre o Brasil e a Argentina, uma aproximação benéfica para ambos, pois está o fluxo comercial entre eles está cada vez maior. Sendo assim, o Plano Nacional de Exportações fortalecer a cultura exportadora do Brasil, levando o farlatecimento do mercado, portanto da economia do país.

  8. Em uma fase atual onde o Brasil vive uma drástica crise econômica, a notícia trata de uma nova expectativa no que tange as ações do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comercio Exterior para o ano de 2015.
    O Plano Nacional de Exportações, assim como mencionado, é um conjunto de medidas que visa estimular as exportações do país. Esse programa dará amplo acesso a novos mercados, garantindo com segurança as exportações, objetivando uma melhora significativa em todo o processo.
    Outro ponto muito debatido foi a construção de uma nova politica industrial que terá como foco a competitividade e a produtividade, criando assim um programa que vise modernizar o parque industrial com foco especial nas pequenas e medias indústrias.
    Com o programa, o país tende a aumentar a sua produtividade, gerando mais empregos, o que fortalece o Brasil economicamente, podendo ser então uma saída mais rápida dessa crise.

  9. Em fase atual onde o Brasil vive uma drástica crise econômica, a notícia trata de uma nova expectativa no que tange as ações do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior para o ano de 2015.
    O Plano Nacional de Exportações, assim como mencionado, é um conjunto de medidas que visa estimular as exportações do país. Esse programa dará amplo acesso a novos mercados, garantindo com segurança as exportações e objetivando uma melhora significativa em todo o processo.
    Outro ponto muito debatido foi a construção de uma nova política industrial que terá como foco a competitividade e a produtividade, criando assim um programa que vise modernizar o parque industrial com uma atenção em especial às pequenas e médias industrias.
    Com o programa, o país tende a aumentar a sua produtividade, gerando mais empregos, o que significa um fortalecimento econômico do Brasil, podendo garantir uma possível saída da crise.

  10. Frente a crise instalada, é imprescindível buscar e desenvolver mecanismos que minimizem impactos econômicos decorrentes desta conjuntura. O ministro do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, apresenta propostas que poderão mitigar a paralisação do Brasil neste momento. O Brasil encerrou 2014 com o pior saldo comercial em 16 anos, a despeito das principais economias mundiais estarem apresentando franca recuperação. Isto demonstra claramente que as causas da crise são inteiramente internas, basicamente decorrentes de má gestão e baixa competitividade de alguns produtos de sua pauta.
    A criação de programas que modernizem o parque industrial brasileiro é uma forma de proporcionar o início da transformação da atual conjuntura industrial brasileira. Desta forma o governo terá de adotar uma política industrial inovadora, que seja capaz de proporcionar um aumento da produtividade com consequente melhoria da competitividade de nossos produtos.
    Neste contexto é fundamental, também, o aprimoramento das parcerias comerciais existentes, como por exemplo maior flexibilização com o Mercosul, política esta que possibilitará maior intercâmbio com outros blocos econômicos, dinamizando ainda mais o comércio. Apesar de possível, não parece fácil no atual contexto político do país. Pois, para implementação de medidas de tal envergadura precisa-se de um governo mais forte e comprometido com o desenvolvimento sustentável da economia a médio e longo prazo.

  11. Entre as propostas apresentadas como pontos importantes para otimizar a economia está o plano de concessões da presidenta Dilma e o plano de apoio à exportação, priorizando a políticas de ciência, tecnologia, inovação e competitividade. Tais propostas revelam uma preocupação com a produtividade e eficiência com a produção nacional, uma vez que em virtude da crise que por ora estamos passando, houve uma recaída nestas atividades. Na medida em que se diminui a produção nacional, é preciso se voltar para figuras alternativas, neste caso a exportação, até que se estabilize o mercado, dando infraestrutura a produção nacional, para que esta se fortaleça e volte a crescer. Também foi exposto o objetivo de incentivar industrias de pequeno porte. Foi também salientado a necessidade de criação de uma nova política industrial, que se deve basear na competitividade e na produtividade. Ainda, se mostrou favorável as políticas econômicas e comercias pelo Mercosul, uma vez que as relações comercias entre os países se mostram muito valiosas para o crescimento do país.

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