ISLAMIC State is recruiting highly-trained technicians and scientists to make chemical weapons and has used chlorine in an attack in Iraq, Australian Foreign Minister Julie Bishop said.

Speaking at the 30th anniversary of the Australia Group, Ms Bishop said Australia had no doubt that the Syrian regime had used toxic chemicals including sarin and chlorine over the past four years.

But she said apart from some crude and small scale endeavours, the conventional wisdom had been that the Islamic State group’s intention to acquire and weaponise chemical agents was largely aspirational.

“The use of chlorine by Daesh, and its recruitment of highly technically trained professionals, including from the West, have revealed far more serious efforts in chemical weapons development,” Ms Bishop said in Perth, using the Arabic acronym for IS, on Friday.

“Daesh is likely to have among its tens of thousands of recruits the technical expertise necessary to further refine precursor materials and build chemical weapons.”

ISIS’s terrifying new weapons

The use of chlorine in homemade bombs has been reported in several parts of Iraq and Syria, with car and roadside bombs easy to rig with chlorine canisters.

And in March, Iraq’s autonomous Kurdistan government said that analysis of soil and clothing samples showed that IS used chlorine gas in a car-bomb attack in January.

Victims of chlorine attacks have reported symptoms of nausea, vomiting, dizziness or weakness.

Blast ... smoke rises at Tadmur prison after being blown up and destroyed by the Islamic

In a speech to the Australia Group, which works to deny licences for the export of chemical and biological-weapon related materials, Ms Bishop said a global effort was needed to prevent the proliferation and use of the toxic chemicals.

Speaking of the use of chemical weapons in Syria, she said: “The fact that atrocities such as this continue to occur shows that we must remain vigilant to the threat of chemical and biological weapons. Export controls and their effective implementation are as important as ever as threats to global security, continue to evolve.”

Ms Bishop said the rise of global terror groups such as IS was one of the gravest security threats faced by the world.

She has previously warned that the numbers of Australians seeking to go overseas to fight with IS was not declining, with more than 100 fighting alongside jihadist groups in Iraq and Syria.

Australia has introduced a series of national security measures over the past few months to combat the threat, including criminalising travel to terror hot spots.

Fonte: Australian News

4 respostas em “

  1. O uso de armas químicas, ou melhor, armas que perpetuam seu efeito nocivo por meio de reagentes químicos é certamente prática desumana com grau maior de reprovabilidade, haja vista a impossibilidade defesa da vítima.

    Contudo, o efetivo controle da exportação de produtos como o cloro, citado na reportagem, não coibi a crueldade explanada, posto que é apenas um dente vários outros métodos de extermínio.

    Considerando a impossibilidade do IS manifestar no âmbito diplomático, o triste diagnóstico é que o fim dessa barbárie dar-se-á quando um dos lados for completamente subjugado ou quando não restar mais nada para se indignar com…

  2. O Estado Islâmico tem uma longa historia de conflitos, principalmente pela divisão entre Sunitas e Xiitas, que foi agravado pela invasão americana em 2003 sob o dúbio pretexto de combater o terrorismo. A fraqueza e corruptibilidade dos chefes de Estado misturado com as fortes crenças religiosas difundidas são terreno fértil para o advento de falsos profetas com visões de mundo bastante perigosas.
    Esses falsos profetas muitas vezes ajudam a difundir uma doutrina de ódio e violência entre seus seguidores, o que ajuda faz perpetuar e agravar os conflitos ainda mais. No discurso desses lideres que surgem, fica evidente um discurso que separa o mundo em civilizações, uma divisão entre “nós” e “eles” que fomenta uma agressividade contra todos aqueles que não compartilham dos mesmos ideais.
    Como afirmado no livro “Clash of civilizations”, as novas grandes divisões que ocorrerão entra a humanidade se darão dentro do domínio cultural. A próxima guerra mundial, se tivermos, será entre civilizações.

  3. É interessante notar que ambos os países citados pela notícia – Austrália e Iraque – são signatários das Convenções de Genebra, importante marco do Direito Humanitário Internacional. A primeira das citadas convenções foi fruto de uma reunião datada de 1949, por meio da qual os Estados, preocupados com a devastação ocasionada pela Segunda Guerra Mundial, procuraram revisar as Convenções então existentes e acrescentar uma quarta convenção dedicada à proteção dos civis.
    Observe-se que, em seu art. 1º, a Convenção preceitua que “Os países em guerra não podem utilizar armas químicas uns contra os outros”. Embora o Estado Islâmico seja um grupo armado que ataca cidadãos do próprio país de que é originário (Iraque), numa espécie de “guerra civil”, tal disposição de direito internacional deve ser levada em conta, por seu caráter protetivo dos direitos humanos. Embora haja críticos que considerem o texto citado obsoleto em face dos novos tipos de guerras travadas ao redor do mundo, seus defensores sustentam que as regras são de fato relevantes e que as Convenções, junto com os Protocolos Adicionais, continuam sendo o melhor sistema para proteger civis e pessoas que não participam dos combates.
    Assim, parece legítima a preocupação da Austrália quanto a um possível desenvolvimento de armas químicas de guerra de alto nível de sofisticação pelo grupo armado em tela, na medida em que tal armamento representa um perigo não apenas aos cidadãos imediatamente subjugados pelo Estado Islâmico, como também aos cidadãos do mundo inteiro, que correm o risco de ver seus direitos de guerra esquecidos em combates que por ventura venham a ocorrer.

  4. O Estado Islâmico tem se firmado como um dos piores califados autocráticos da história do oriente médio no que diz respeito à atenção aos direitos humanos. Procurando difundir o terrorismo e fazer propaganda internacional de seu regime, consegue alcançar milhões de correligionários incentivando-os a uma luta “sagrada” contra as nações “infiéis”. Se isso é o que fazem no exterior, o que acontece dentro de suas fronteiras é inimaginavelmente pior. Além de genocídios religiosos e étnicos, têm impetrado execuções brutais e filmado-as para posterior divulgação. O pior é atraem muitos seguidores com esse tipo de propaganda. Com direito a edição bem acabada, com trilha sonora e feitos de luz dignos de trailers de Hollywood as execuções mostram detalhes sórdidos dos martírios que praticam. O único ponto positivo que talvez haja em sua formação é a estruturação estatal de diversos grupos radicais. Por se organizarem dessa forma se torna mais fácil combate-los do que em uma guerra assimétrica.

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