BRICS to establish new multi-currency financial order – experts to RT


Publicado originalmente em 22 de maio de 2015

The new BRICS initiatives break the monopoly of existing western institutions over the financial order – a very important symbolic change, as it’s the first time a global financial institution is led by developing countries, said experts to RT.

“If the new development bank experiment succeeds, it will show the world that the emerging countries can do and manage a multilateral economic institution by themselves,” Akshay Mathur, geo-economic fellow head of research at the Indian Council on Global Relations, told RT at the BRICS academic forum.

While talking about the bank’s challenge to western-dominated financial system, he said that one of its goals is to stimulate lending to countries in local currencies for the new projects in that region.

“Right now the bank has clauses in its charter to encourage lending in local currencies. It can do it for lending in the new projects in the East, for Russian projects in the ruble,” he said.

BRICS has already employed tools to move away from US dollar dominance, believes H.H.S. Viswanathan, Distinguished Fellow at India’s Observer Research Foundation.

A lot of trade between China and Russia is already taking place in local currencies. As far as India is concerned, it’s not that advanced, but in some areas – yes, we are using local currencies,” he said adding that the main advantage of the banks’ moving away from the dollar is that trading in local currencies reduces the operational cost.

Risk of China’s domination

Akshay Mathur also pointed out the potential risks the bank may face, cautioning that China, the largest of the five BRICS economies, could end up dominating the new financial institution.

China has already shown notable success in internationalizing yuan. It is issuing foreign loans in its national currency and has currency swaps with 21 countries.

China is lending now more than the World Bank and the IMF combined in Africa and Latin America. So, what I mean about the risk of Chinese financial architecture is that we want to move to a more multilateral multi-currency equitable architecture, because now we have been moving from the risks of one currency [the US dollar – Ed.] to the risks of another,” he said.

The fact that the BRICS countries are setting up new institutions doesn’t mean that they are abandoning all of the existing ones, said Oliver Stuenkel, Professor of International Relations at Fundação Getúlio Vargas (FGV) in São Paulo.

“I don’t think the BRICS countries are fully betting on new institutions which may have dominance by China, but I think BRICS institutions will have more capacity to engage both institutions reducing the risk that one country dominates all of others,” he said.

Despite holding the pre-eminent position in the West’s economy, the World Bank is also in the process of adapting to the rise in influence of other less developed countries. BRICS group will actively encourage this trend by seeking to reform existing institutions, while at the same time creating new ones, he added.

Non-BRICS participants

Apart from the BRICS, there are other countries showing interest in entering the new development bank, said H.H.S. Viswanathan.

“Already some European countries, particularly Scandinavian countries, Finland, have shown interest, although it’s North. There will be countries who will be interested. Because they think that it’s going to be a success,” he said, adding that the bank itself is interested in inviting new members.

The subscribed capital of the New Development bank is $50 billion, which means the BRICS countries allocated $10 billion each. The authorized capital is $100 billion, which means another $50 billion is expected from other interested parties, which may be countries or even other banks.

Brazil, Russia, India, China and South Africa established the New Development Bank, along with a reserve currency pool worth over $100 billion, during the 6th BRICS summit in July 2014. The bank will finance infrastructure projects in the BRICS and other developing countries, and is expected to begin operations by the end of 2015, with its headquarters in Shanghai.

Fonte: RT

4 respostas em “BRICS to establish new multi-currency financial order – experts to RT

  1. Durante centenas e centenas de anos o mundo dependeu dos EUA, no que diz respeito a economia e, mesmo em pleno século XXI está dependência permanece sem nenhum precedente. Para tentar mudar este panorama, o mundo conheceu durante a VI Conferência de Cúpula dos Brics – grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, o acordo que oficializa a criação do chamado Novo Banco de Desenvolvimento (NBD).
    É sabido que sempre há dominação dos maiores e na formação de um Banco como o Novo Banco de Desenvolvimento criado, não é diferente. O medo que permeia é exatamente a dominação Chinesa em detrimento dos demais participantes, porém no meu ponto de vista, a criação se for para o bem destas nações é de grande valia e trará grandes benefícios para a comunidade participante.

    Liriani

  2. Penso que a criação do Banco de Desenvolvimento dos BRICS é forma de Balança do poder, frente a política e a moeda americana.
    Balança do poder é termo utilizado na linguagem das relações internacionais, enquanto balance of power policy, a atitude que tenta evitar que um qualquer Estado tenha demasiados poderes no contexto do sistema da política internacional, como no âmbito interno de cada Estado, balance of power, enquanto a distribuição doméstica do poder pelas várias instituições estaduais.
    Esta expressão, no tocante às relações internacionais foi consagrada para caracterizar a política do rei inglês Henrique VIII que perante os dois pratos das balança da política europeia de então, as potências da Espanha e da França, tentou assumir-se como um terceiro desequilibrados e, consequentemente, como o fiel da balança.
    Neste sentido, a criação do Banco para o desenvolvimento dos BRICS se torna importante ferramenta para melhoria da qualidade de vida dos seus associados. Servirá também, num momento oportuno,quem sabe, para a descentralização do poder mundial.
    Esta é nossa esperança, que os tempos melhorem não só para os participantes do BRICS mas, para a presente e futuras gerações.

    Neylon José Neves

  3. Está é mais uma notícia que evidencia a tentativa mundial de quebrar o monopólio de poder construído durante anos pelos Estados Unidos durante este momento em que esse país se encontra enfraquecido em razão da crise de 2008.
    Nessa notícia é destacado que os países emergentes, através de alianças em um bloco econômico, empregam ferramentas que visam se distanciarem da dominância do dólar americano e, assim, aproveitarem a crise interna americana para enfraquecer sua influencia global ainda mais. O grande perigo no uso de moeda local nas trocas entre os membros deste bloco econômico é a China se transformar no novo foco de poder. A economia chinesa, se não for tratada com cautela pelas outras partes, pode centralizar e dominar todos os outros países envolvidos.
    É um momento em que está surgindo uma nova ordem mundial e todos os países em desenvolvimento querem lutar pelo seu lugar ao Sol. Grandes mudanças estão por acontecer.

  4. Notável a tentativa de quebrar a hegemonia dos Estados Unidos através da criação do Banco de Desenvolvimento do BRICS. Os países do bloco utilizam de ferramentas como esta para se afastarem do dólar americano, tornando-se mais independente.

    Apesar do risco da China vir a transformar-se em um novo foco de poder através de tais ferramentas, continua sendo necessária a tomada de riscos em aproveitamento a uma possível instalação de uma nova ordem mundial.

    Com tal ferramenta, o Banco de Desenvolvimento toma figura de Balança de Poder do BRICS.

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