EUA retira Irã e Hezbollah de lista de grupos terroristas


ISAPE

Um relatório anual apresentado ao Senado dos Estados Unidos omitiu o Irã e o Hezbollah da lista de grupos terroristas pela primeira vez em anos. O relatório, elaborado por um grupo de agências federais estadunidenses denominado U.S. Intelligence Communities, gerou preocupação em Israel. O Irã teria sido removido pela sua contribuição na luta contra o “Estado Islâmico”, maior preocupação da “guerra ao terror” desde meados de 2014.

Militantes do grupo libanês Hezbollah. Foto: Sharif Karim / Reuters Militantes do grupo libanês Hezbollah.
Foto: Sharif Karim / Reuters

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Sobre Luiz Albuquerque

O Núcleo de Estudos sobre Cooperação e Conflitos Internacionais (NECCINT) da Universidade Federal de Ouro Preto em parceria com as Faculdades Milton Campos, sob a coordenação do professor Luiz Albuquerque, criou o Observatório de Relações Internacionais para servir como banco de dados e plataforma de pesquisas sobre relações internacionais e direito internacional . O site alimenta nosso trabalho de análise de conjunturas, instrumentaliza nossas pesquisas acadêmicas e disponibiliza material para capacitação profissional. Mas, além de nos servir como ferramenta de trabalho, este site também contribui para a democratização da informação e a promoção do debate acadêmico via internet.

Uma resposta em “EUA retira Irã e Hezbollah de lista de grupos terroristas

  1. O grupo terrorista xiita Hezbollah é atuante em alguns países do oriente médio e tem como principal base o sul do Líbano. Ele surgiu nos anos 80 em resposta à operação “Paz na Galileia” e tem como maior fundamento a destruição do estado de Israel. É uma fatalidade os Estados Unidos da América terem removido essa facção terrorista e criminosa da lista de grupos terroristas pelo fato de estarem contribuindo na luta contra o Estado Islâmico. O que de fato ocorre é que o Estado Islâmico é um grupo sunita, pertencente a uma vertente muçulmana diferente da xiita. Este grupo terrorista é bastante extremista e tem como principal fundamento a “Jihad”, traduzindo para o português, a “Guerra Santa”. O maior objetivo é que todas as pessoas aceitem o deus Allah como sendo seu próprio e deus e Maomé seu maior profeta. Além disso, também pregam pela reconstrução do Império Árabe e que para que isso ocorra, a Jihad justifica qualquer atrocidade. É visível que o Hezbollah tem o intuito de lutar contra o Estado Islâmico, já que pertencem a diferentes califatos e fazem parte a diferentes vertentes. O que não se pode confundir é que o Hezbollah não deixa de ser um grupo terrorista por isso. As suas posturas no sul do Líbano miliciantes continuam a disseminar vidas e colocar outras em risco, além de querer a destruição de um país vizinho, o estado de Israel. Deve-se atentar para que em um momento como o qual estamos vivendo atualmente, onde diversos conflitos estão em erupção na Europa, Oriente Médio, África, etc., não nos deixemos fazer alianças ou suportar países ou facções que aparentam ser “menos ofensivas”, uma vez que um sossego não quer dizer o fim de uma ideologia.

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