Embaixador brasileiro na Palestina visita hospital em Gaza que recebeu doações do Brasil


​O Brasil doou 35 caixas de suprimentos médicos, contribuindo com a assistência médica básica para os refugiados da Palestina em Gaza. Na imagem, o Centro de Saúde Rukn Eddin, em Damasco, na Síria. Foto: UNRWA/Taghrid Mohammad

Nesta quarta-feira (25), durante sua visita anual à Gaza, o embaixador do Brasil na Palestina, Paulo França, visitou o Centro de Saúde de Rimal, administrado pela Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA), para observar o impacto do apoio médico brasileiro sobre os refugiados da Palestina.

A visita contou com um evento que homenageou a parceria entre a UNRWA e o Governo brasileiro, que com seu apoio humanitário ajudou a agência da ONU a repor seus estoques de suprimentos médicos, que foram esgotados durante o conflito de junho de 2014.

O Brasil doou 35 caixas de suprimentos médicos, contendo antibióticos, remédios para diabetes e hipertensão arterial e materiais descartáveis, contribuindo com a assistência médica básica para os refugiados da Palestina em Gaza. O Centro de Saúde de Rimal, para onde foram destinadas as doações, atendeu 130 mil pessoas no ano passado.

O vice-diretor de Operações da Agência na região, Scott Anderson, disse que “o Brasil é um amigo importante para a UNRWA e para os refugiados da Palestina. O forte apoio às pessoas de Gaza expressas pelo embaixador Paulo França durante as hostilidades e no atual suporte, principalmente com os suprimentos médicos, está contribuindo para dar aos mais vulneráveis em Gaza uma chance de sobreviver em um ambiente constantemente desafiador”.

O apoio brasileiro ajudou a UNRWA a manter os serviços sociais em Gaza confiáveis e ágeis, contribuindo com os cuidados de saúde, educação e assistência alimentar. Além do apoio financeiro de quase 9 milhões de dólares desde 2011, o Brasil doou 11.500 toneladas de arroz, que teve uma parte destinada ao programa alimentar de emergência em 2014.

Este ano o Brasil prometeu uma doação adicional de 6 mil toneladas métricas de arroz para a assistência alimentar de emergência em Gaza.

Fonte: ONU no Brasil

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Sobre Luiz Albuquerque

O Núcleo de Estudos sobre Cooperação e Conflitos Internacionais (NECCINT) da Universidade Federal de Ouro Preto em parceria com as Faculdades Milton Campos, sob a coordenação do professor Luiz Albuquerque, criou o Observatório de Relações Internacionais para servir como banco de dados e plataforma de pesquisas sobre relações internacionais e direito internacional . O site alimenta nosso trabalho de análise de conjunturas, instrumentaliza nossas pesquisas acadêmicas e disponibiliza material para capacitação profissional. Mas, além de nos servir como ferramenta de trabalho, este site também contribui para a democratização da informação e a promoção do debate acadêmico via internet.

61 respostas em “Embaixador brasileiro na Palestina visita hospital em Gaza que recebeu doações do Brasil

  1. Inicialmente, vale esclarecer os propósitos das Nações Unidas, da qual foi criada no contexto de pós-guerra. Com receio de maiores vinganças entre as potências, busca-se a efetiva preservação dos direitos fundamentais do homem (dignidade), na igualde entre homem e mulher mas também entre as nações grandes e pequenas, estabelecendo condições para que a justiça e o respeito às obrigações no plano internacional possam ser respeitados. Os povos unidos devem praticar tolerância e viver em paz, garantindo por princípios e métodos que o uso da força armada não será usada, somente em situação de interesse comum.
    Dessa forma, as Nações Unidas têm como propósitos manter a paz e a segurança internacionais, de modo preventivo (evitar ameaças à paz) e repressivo (reprimir atos de agressão), desenvolver relações amistosas entre nações, conseguir uma cooperação internacional para resolver problemas internacionais de caráter econômico, social, cultural ou humanitário, no objetivo de se tornar o centro de harmonia entre as nações para realização de objetivos comuns.
    Portanto, percebe-se a enorme cooperação do Brasil aos refugiados da Palestina, que é um dos maiores objetivos da ONU ao dar assistências em qualquer lugar do mundo, onde a sobrevivência se tornar algo desafiador.

    • Bruna Caroline Lima - Noturno - Faculdade de Direito Milton Campos. em disse:

      A Organização das Nações Unidas tem como objetivo principal garantir a paz no mundo através do bom relacionamento entre os países. E, embora não tenha atingido seus objetivos em alguns casos, apresenta fundamental importância na tentativa de amenizar as desigualdades sociais no mundo, criada em um contexto pós-guerra. Sendo assim, o embaixador brasileiro, ao visitar o hospital na Palestina, está contribuindo com o acesso a saúde, a entrega de caixas de remédios, ajudará muitos indivíduos que se encontram em estados de extrema necessidade, já que a Palestina possui dificuldades extremas em vários campos, como o da saúde, segurança, alimentação. Contando com a ajuda da Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina no Próximo Oriente, também conhecida pela sigla UNRWA, é uma agência de desenvolvimento e de assistência humanitária que proporciona cuidados de saúde, serviços sociais. O Brasil mesmo considerado um país subdesenvolvido busca participar, e estar envolvido em atividades que ajudam países com dificuldades a superar tais desafios.

      • O Brasil se mostra uma nação solidária e preocupada com situaçoes difíceis com que outros países passam. A questão da guerra na Palestina sempre foi um assunto muito delicado e que deve ser tratado com o máximo de cuidado, uma vez que muitas vidas estão em jogo.O Brasil que é membro da ONU, por meio da parceria com a Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA), tem prestado assistência a essas áreas de conflito, as quais constantemente vêm precisando de mais auxílio internacional.O Brasil atua muito bem nestas questões de apoio social, apoio não apenas financeiro mas também oferecendo alimentos e remédios a estas pessoas que vivem neste ambiente hostil.

    • É triste a situação de conflitos na qual não se faz distinção entre civis e combatentes, onde por disputa política, milhares de pessoas morrem todos os dias. Ideais fundamentalistas causam essa situação desastrosa em que se encontra a faixa de Gaza, cabendo à ONU e seus países membros o auxílio aos refugiados que infelizmente vivem essa situação. Assim, as Nações Unidas têm como propósitos manter a paz e a segurança internacionais, de modo preventivo (evitar ameaças à paz) e repressivo (reprimir atos de agressão), desenvolver relações amistosas entre nações, conseguir uma cooperação internacional para resolver problemas internacionais de caráter econômico, social, cultural ou humanitário, no objetivo de se tornar o centro de harmonia entre as nações para realização de objetivos comuns.

  2. Segundo o relatório anual do Escritório de Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA), da ONU, nos confrontos do ano de 2014 entre Israelenses e Palestinos “mais de 1.500 civis foram mortos, 11.000 ficaram feridos e 100.000 deslocados”. Na média de que 1,8 milhões de pessoas sofreram e foram afetadas em Gaza no ano de 2014, houve um total de 2.200 palestinos mortos, sendo 550 crianças.
    Dessa forma, a ONU criada em 1945 logo após a Segunda Guerra Mundial, que entre os seus objetivos consta o de defesa dos direitos fundamentais do ser humano, está presente nessa área atuando inclusive na ajuda aos refugiados palestinos. O Brasil que é membro da ONU, por meio da parceria com a Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA), tem prestado assistência a essas áreas de conflito, as quais constantemente vêm precisando de mais auxílio internacional.
    É lamentável essa situação de conflitos na qual não se faz distinção entre civis, crianças e combatentes, onde por disputa política milhares de pessoas morrem. Ideais fundamentalistas causam essa situação desastrosa em que se encontra a faixa de Gaza, cabendo à ONU e seus países membros o auxílio aos refugiados que infelizmente vivem essa situação.

  3. A ONU (Organização das nações unidas) foi fundada em 1945 após a Segunda Guerra Mundial cujo objetivo declarado é facilitar a cooperação em matéria de direito internacional, segurança internacional, desenvolvimento econômico, progresso social, direitos humanos e a realização da paz mundial que em conjunto com a Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA), que é uma agência de desenvolvimento e de assistência humanitária que proporciona cuidados de saúde, serviços sociais, de educação e ajuda de emergência aos mais de 4 milhões de refugiados palestinos, prestam estes serviços com a ajuda de certos países, tais como Brasil, que foi admitido no dia 1° de janeiro ao Comitê Consultivo da (UNRWA) um grupo com até então 25 países-membros.
    Para o Itamaraty isto mostra a preocupação do Brasil em relação aos afetados pela guerra, mas a várias críticas feitas a esta agencia, que pode levar as doações ao grupo terrorista Hammas ou vende-las no mercado negro.
    Devemos tem olhos atentos para tais ações feita pelo Brasil em ajuda dessa organização.

  4. UNRWA é uma agência das Nações Unidas, criado pela Assembléia Geral em 1949, para prestar assistência e proteção a uma população de cerca de 5 milhões de refugiados palestinos registrados. Sua missão é ajudar os refugiados palestinos na Jordânia, Líbano, Síria, Cisjordânia e da Faixa de Gaza para atingir todo o seu potencial no desenvolvimento humano, na pendência de uma solução justa para a sua situação. Serviços da UNRWA contemplam a educação, cuidados de saúde, assistência e serviços sociais, infra-estrutura de acampamento e melhoria, e microfinanças. O apoio do Brasil a UNRWA é muito bem visto no cenário internacional, além de ser de suma importância para a agencia. Os serviços sociais prestados são essenciais para as pessoas que vivem nesta zona de intenso e constante conflito, onde toda ajuda econômico-social é bem-vinda. O Brasil atua muito bem nestas questões de apoio social, apoio não apenas financeiro mas também oferecendo alimentos e remédios a estas pessoas que vivem neste ambiente hostil.

  5. Diante do visível problema que perdura na região de gaza, o qual vem se arrastando por séculos, faz-se necessário que os países se mobilizem para que seja possível viabilizar uma ajuda humanitária. Muitos inocentes sofrem com a situação vivida na região, e ficam a mercê da violência que assola a todos ali. Ajudas como a prestada pelo Brasil, proporcionam um conforto e levam dignidade às pessoas que necessitam de cuidados. Qualquer montante financeiro despendido para essa finalidade, é bem gasto, uma vez que para ser uma nação que preza pela igualdade e dignidade da pessoa humana, não deve se limitar apenas as fronteiras nacionais.

  6. O Brasil, membro da ONU e com parceria da Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA), tem prestado assistência a essas áreas de conflito, as quais constantemente vêm precisando de mais e mais auxílio internacional.
    Nosso país, com essa demonstração de solidariedade, explicita um dos principais objetivos da ONU, qual seja o respeito aos Direitos Humanos. A faixa de Gaza se encontra em situação de calamidade, devido a constante guerra por território e religião dos povos ali presentes.
    Infelizmente, nesse conflito, não parece haver a distinção entre militares e civis, pois todos matam sem nem saber quem é seu verdadeiro inimigo. Devido a tal situação, não há mais o que fazer a não ser ajudar, mantendo os serviços sociais em Gaza confiáveis e ágeis.
    Em relação a esse conflito, o Brasil é um exemplo de solidariedade internacional a ser seguidos pelos demais Estados soberanos.
    “O apoio brasileiro ajudou a UNRWA a manter os serviços sociais em Gaza confiáveis e ágeis, contribuindo com os cuidados de saúde, educação e assistência alimentar. Além do apoio financeiro de quase 9 milhões de dólares desde 2011, o Brasil doou 11.500 toneladas de arroz, que teve uma parte destinada ao programa alimentar de emergência em 2014.”
    São contribuições como essas que aumentam o respeito e a credibilidade dos países em âmbito internacional.

  7. A Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina no Próximo Oriente, UNWRA, é uma agência que presta assistência humanitária para refugiados palestinos na região da Síria, Líbano, Jordânia, Cisjordânia, Faixa de Gaza e Jordânia. O apoio do Brasil a UNWRA é muito louvável, sendo exemplar no cenário internacional pois auxiliam pessoas que vivem em situacões lamentáveis necessitando de alimentos básicos, educacão e infra estrutura. A ONU como sempre visa essa meta de cooperacão internacional buscando auxiliar de todos os modos possíveis as áreas que necessitam, putando nos direitos humanos, tentando prover como pode e com a ajuda que conseguem pessoas que vivem em situacões conflitantes e é muito bom ver o Brasil auxiliando com alimentos, medicamentos e fazendo parte dessas tentativas de manter a paz e levar um mínimo de dignidade para todos os indivíduos do planeta. Como disse o director de Operacão de Agências na região, o Brasil é um aliado muito importante nessa batalha.

  8. O Brasil, como membro da Organização das Nações Unidas, exerceu na Palestina um dos propósitos da mesma, a aplicação dos princípios consagrados na Declaração Univerdal dos Direitos Humanos, pela assistência humaritária e exercício dos direitos humanos, contribuindo com os cuidados de saúde, educação e assistência alimentar.

    A região da Faixa de Gaza, no território palestino, encontra-se em constante conflito entre Palestina e Israel. A ONU, na tentativa se exercer sua função, manter a paz, já fez vários apelos, mas não conseguiu que o território fosse devolvido aos palestinos. Então o que resta a fazer é ajudar mantendo os serviços sociais em Gaza confiáveis e ágeis. E nesse ponto Brasil nao falhou em nenhum aspecto:
    “O vice-diretor de Operações da Agência na região, Scott Anderson, disse que “o Brasil é um amigo importante para a UNRWA e para os refugiados da Palestina. O forte apoio às pessoas de Gaza expressas pelo embaixador Paulo França durante as hostilidades e no atual suporte, principalmente com os suprimentos médicos, está contribuindo para dar aos mais vulneráveis em Gaza uma chance de sobreviver em um ambiente constantemente desafiador”.”

  9. O Brasil se mostra uma nação solidária e preocupada com situaçoes difíceis com que outros países passam. A questão da guerra na Palestina sempre foi um assunto muito delicado e que deve ser tratado com o máximo de cuidado, uma vez que muitas vidas estão em jogo. O fato do Brasil ser membro da ONU e se juntar com a Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina, UNWRA, que é uma instituição humanitária que se propõe a prestar serviços de enorme importância, em situacoes de calamidades públicas de forma a tentar suprir a carência social que inevitavelmente a população se encontra em um cenário tão desastroso como um de uma guerra. As vítimas, muitas vezes, precisam de alimentos, tratamentos médicos, moradia entre outras necessidades básicas. O fato de o Brasil ter se interessado e se disposto á ajudar é com certeza um ato admirável, que terá uma ótima repercussão internacional além de servir de exemplo para outras nações que ainda parece nao ter percebido a grandiosidade e quão apreciável é um lugar que esteja repleto de paz.

  10. A ONU (Organização das Nações Unidas) tem como principais objetivos, manter a paz internacional, garantir os Direitos Humanos, promover o desenvolvimento socioeconômico das nações, incentivar a autonomia das etnias dependentes e tornar mais fortes os laços entre os países soberanos. O fato é que isso nem sempre acontece devido a vários fatores, sendo fatores políticos, de guerra, etc. Neste caso vemos a solidariedade do Brasil com relação à Palestina, que vive desde muito tempo um constante período de guerra e tensões, os quais impedem um crescimento e desenvolvimento de tecnologias para a sua população. Sendo assim o Brasil doou 35 caixas de suprimentos médicos, contendo antibióticos, remédios para diabetes e hipertensão arterial e materiais descartáveis, contribuindo com a assistência medica básica para os refugiados da Palestina em Gaza, o que mostra que mesmo em situações difíceis, ainda existem países e nações dispostos a ajudar à quem precisa.

  11. Desde sua criação em 1945, a ONU é vista como a maior organização internacional efetiva e legítima. Integrada por diversos Estados soberanos que, conjuntamente, visam cumprir com seus escopos fundamentais, como por exemplo a observância e respeito dos direitos humanos e a definição de normas internacionais, tem como objetivo a paz mundial.
    O Brasil é um dos países que integram essa organização, eleito diversas vezes como membro do Conselho de Segurança, atualmente desenvolve papel fundamental no cenário internacional, estando presente em diversas ações humanitárias. No que tange ao exercício de suas ações diplomáticas, a nação tem demonstrado caráter prestativo e solidário.
    Além de reconhecer a Palestina como um Estado dotado de soberania, o Brasil corrobora com sua posição ao colaborar com a prestação de serviços de saúde ao povo palestino, reforçando assim a preservação da dignidade humana. Por apresentar governo e território fragilizados, o povo palestino, como elemento subjetivo do Estado, é sujeito passível de auxílio e nesse sentido devem convergir as ações da ONU.

  12. ““O apoio do Brasil está contribuindo para dar às pessoas uma chance de sobreviver em um ambiente desafiador”, disse o representante da agência da ONU para os refugiados palestinos.”

    Logo no início da matéria podemos notar a importância das relações internacionais entre os Estados e as organizações internacionais. A Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA) recebeu ajuda do Brasil para socorrer os atingidos pela guerra da palestina com envio de suprimentos médicos para a agência da ONU.

    A ONU tem papel humanitário importante em regiões de conflitos e guerras, sendo um dos “carros-chefes” na ajuda com medicamentos, prestação de primeiros socorros, e socorro de vítimas desabrigadas em combates. O Brasil, integrante da ONU, visa com essa ajuda, além do lado humano, de ajudar aos próximos que vivem em uma situação de calamidade, tem como objetivo paralelo o aumento da credibilidade com a ONU, já que se trata da maior Organização Internacional do globo. Assim, em casos que o Brasil necessite de uma posição favorável da ONU, poderá utilizar ajudas simbólicas como esta, como moeda de “troca”, já que no mundo das relações internacionais, o contexto global e poder de barganha são fatores fundamentais na criação de acordos e resolução de impasses entre os Estados.

  13. A ONU foi criada em 1945 em um período pós guerra com o objetivo de evitar futuros conflitos.A principais propostas das Nações Unidas são a de pacificação e segurança.
    O apoio brasileiro a UNRWA,ajudando os a manter os serviços sociais em Gaza é de suma importância e evidencia bem o objetivo e a forma de atuação da ONU que visa uma ajuda mutual entre os países para que situações como a de gaza sejam aliviadas diante de ajudas exteriores.
    A partir das doações e da visita de seu embaixador o Brasil exerceu de forma exemplar seu papel como membro da ONU, contribuindo,como bem disse o representante da organização, para dar às pessoas uma chance de sobreviver em um ambiente desafiador.
    A ajuda internacional e base de todo projeto e é de fato gratificante ver que o nosso pais mesmo com os problemas que vem enfrentando esta conseguindo dar sua contribuição no âmbito internacional,melhorando desta forma a vida dos que precisam e a visão diante dos outros países.
    TATIANA MACEDO
    MILTON CAMPOS
    20389
    MANHA

  14. Já em seu preâmbulo, a Carta das Nações Unidas traz a necessidade de reafirmação da fé nos direitos fundamentais do homem e, posteriormente, em seu artigo primeiro, coloca como propósito da organização “conseguir uma cooperação internacional para resolver os problemas internacionais de caráter econômico, social, cultural ou humanitário, e para promover e estimular o respeito aos direitos humanos e às liberdades fundamentais para todos, sem distinção de raça, sexo, língua ou religião;”. Justamente, a presença brasileira no Centro de Saúde de Rimal, na faixa de Gaza, onde encontram-se em recuperação diversos palestinos, traduz essa intenção e objetivo da Organização das Nações Unidas (ONU). Afinal, as péssimas condições no local demonstram de forma clara e, até óbvia, a precariedade da atenção aos direitos humanos na região.
    Desta forma, faz-se fundamental que a cooperação entre os povos, tal como exemplificada pela atitude brasileira com a doação de suprimentos médicos para o hospital na Faixa de Gaza, torne-se cada vez mais ampla, em especial em regiões fragilizadas e tumultuadas, seja devido à ocorrência de conflitos e guerras, seja pela ocorrência de catástrofes naturais ou por acidentes de cunho humano. Só a colaboração entre os povos, além e apesar de suas diferenças, sejam estas sociais, culturais ou econômicas, será capaz de minimizar os resultados de situações pesarosas, tal como a que ocorre em Gaza, para, assim, serem encontradas soluções definitivas na busca da tão almejada “paz mundial”.

  15. O Centro de Saúde de Rimal é administrado pela Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA). O Brasil oferece apoio médico aos refugiados da Palestina. Houve um evento para homenagear a UNRWA e o Governo brasileiro pelo seu apoio humanitário. Durante o conflito de junho de 2014, o Brasil ajudou a agência da ONU a repor seus estoques de suprimentos médicos. O Centro de Saúde para onde foram destinadas as doações, atendeu 130 mil pessoas no ano passado. O apoio oferecido pelo Brasil está contribuindo para dar uma chance aos mais vulneráveis de sobreviver; a manter os serviços sociais, contribuindo com os cuidados de saúde, educação e assistência alimentar. As Nações Unidas tem como propósitos manter a paz e a segurança internacionais, desenvolver relações entre nações, e conseguir uma cooperação internacional, ou seja, harmonia entre as nações para realização de objetivos comuns.

  16. O Brasil tem um envolvimento muito importante no cenário mundial no tocante à ajuda humanitária em conjunto com a ONU e especialmente neste caso, dada vulnerabilidade da Palestina frente ao combate com Israel.
    Atualmente a população palestina necessita de autorização de Israel até para circular dentro de seu próprio território, tendo em vista que Israel dividiu a Palestina e o que conhecemos hoje como faixa de Gaza, cerceando a liberdade de ir e vir da população, sem citar a disparidade de forças bélicas existentes entre os dois Estados.
    Dado o massacre ocorrido ao povo palestino é preponderante que a ajuda humanitária chegue, ao menos para servir como paliativo ao avanço territorial desenfreado de Israel “homologado” pela ONU, uma vez que qualquer tentativa de intermediação do conflito é vetada pelos EUA, que ocupam uma das cadeiras permanentes do conselho de segurança.

  17. O Brasil tem apoiado a Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina, dando uma chance á essas pessoas de sobreviver dentro de um ambiente tão hostil, as relações internacionais são de extrema importância, tal ajuda tem feito com que Palestinos possam voltar as suas vidas normais, sendo que grande maioria desses beneficiários são civis.
    A ONU tem cada um vez papel mais importante em nosso mundo, sendo com ajuda de medicamento, resolvendo conflitos entre Estados, socorro a vitimas de combates, dentre outros papeis, trazendo a paz mundial e principalmente garantindo os direitos humanos a todos, tal ajuda, tem feito com que Estados que vivem a muito tempo entre tensões possam ter um crescimento e desenvolvimento, coisa que lhes é restringida.

  18. A Organização das Nações Unidas (ONU), criada em 1945, tem um papel essencial no cenário mundial, prezando sempre pela integração entre os países, a constituição de tratados internacionais e a defesa dos direitos humanos. Nesse caso, o Brasil como membro da ONU, tornou-se também apoiante da Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA) que dá assistência médica a cerca de 5 milhões de palestinos que vivem na em Gaza, permitindo que estas pessoas mais vulneráveis, tenham a oportunidade serem atendidas e devidamente hospitalizadas.
    O Brasil exerce cada vez mais, um papel importante na esfera internacional, se destacando pela sua política de boa convivência com os demais países integrantes da ONU, sendo este um dos motivos da sua inclusão no G4. A sua participação nos trabalhos assistências da UNRWA só comprova que o país pode fortalecer uma linha de integração com os países menos desenvolvidos.
    A participação e o apoio a organizações internacionais devem ser vigiados e fiscalizados, todavia, são considerados pontos muito positivos em uma visão global e, por isso, devem ser mantidos e ampliado de forma segura para o país.

  19. Esta matéria, revelam vários pontos importantes sobre o papel do Brasil e sua relevância no cenário Internacional. A ONU (Organizações das Nações Unidas), criada em 1945, a reafirma que os direitos fundamentais do homem devem receber uma atenção maior e, posteriormente, coloca como propósito da organização realizar uma cooperação internacional para dirimir os problemas internacionais de caráter econômico, social, cultural ou humanitário, a fim de promover e estimular o respeito aos direitos humanos e às liberdades fundamentais para todos, sem distinção de raça, sexo, língua ou religião.

    O Brasil decidiu apoiar a Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina e exercer um papel de suma importante na esfera internacional, tendo em vista a situação crítica em que a região da Palestina está vivenciando, pois sua população necessita até mesmo de autorização de Israel para circular dentro de seu próprio território, provocando uma série de ataques revoltosos.

    O Brasil apoiando a ONU, na realização desta ajuda humanitária, procura também se destacar politicamente mostra sua cordialidade, e ser prestativos com os demais países, gerando assim também a inclusão como uns dos integrantes no G4. Está partição do Brasil mostra positivos em uma visão global devendo assim permanecer e expandir a fim de assegurar a boa fama do país.

  20. Nesta quarta-feira (25), durante sua visita anual à Gaza, o embaixador do Brasil na Palestina, Paulo França, visitou o Centro de Saúde de Rimal, administrado pela Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA), para observar o impacto do apoio médico brasileiro sobre os refugiados da Palestina.

    Essa notícia deveria servir de um lenitivo para a política externa brasileira, especialmente por contribuir de forma extremamente positiva para a busca de uma conciliação naquela região tão degradada pelas guerras infindáveis, o que acaba, igualmente, penalizando toda a população que se submete aos terrores da violência.

    Todavia, a nossa situação interna é tão precária, vale dizer: somos um País que presta uma assistência médica a seu povo com tamanha omissão, que esse gesto que seria como dito, um consolo à nossa política externa, acaba soando como uma verdadeira contradição, para não dizer uma ironia, vale dizer: prestamos uma ajuda humanitária, de fato, a quem precisa, mas o nosso povo permanece aqui jogado ao Deus-dará.

    Tudo isso decorre da gestão equivocada da nossa política de saúde, ou seja, embora tenhamos um modelo de descentralização da assistência à saúde da população, por intermédio do SUS, a verdade é que os mecanismos de controle são frouxos, e permitem o desvio de recursos públicos e disseminação da corrupção que se alastra por todo o sistema, desaguando em cenário de desamparo ao cidadão necessitado, que acaba morrendo nas filas dos hospitais, revelando uma violência tão constrangedora quanto aquela que vemos na Palestina.

  21. No discorrer dos comentários fica claro a preocupação com a guerra seja ela étnica, religiosa e ou política.
    E sempre fica a mesma pergunta no ar. Até quando?
    A ajuda do Brasil e de outros países membros da ONU, são importantes e vital para nossos irmãos palestinos.
    Mas, será que não chegou a hora de colocar um ponto final no sofrimento daquele povo com medidas que, realmente, venha de encontro com a guerra?
    Parece-me que nos bastidores da ONU, há uma disputa velada por quem, ou qual país membro irá contribuir com maior valor para os “miseráveis” da palestina ou seja lá de onde for, como se fosse uma “jogatina” e busca por poder dentro da organização. Não será este o caso do Brasil?
    Não que esteja errado contribuir, acredito que de fato deva acontecer as contribuições, mas aliada às contribuições financeiras, penso que deveria ter uma saída para esta crise interminável. Quanto sofrimento a guerra de todo gênero já provocou e quantos ainda provocará. As Gerações passadas, contemporânea e vindoura que os digam. Ainda mais se nasceu na faixa de Gaza. Sem sorte?, destino? ou omissão?
    Na verdade, acredito que falta medidas concretas por parte dos membros da ONU. Não que seja fácil, não estou falando de facilidade como se num passo de mágica, pois temos acompanhado tentativas e mais tentativas de tratado de paz, sem efetividade
    Não seria a hora de uma convocação mundial de fato, em busca da construção da tão sonhada paz mundial?
    Os problemas somatizam de todas as gêneses, olhamos para o nosso país como retro descrito e vemos uma guerra silenciosa na nossa “cara” que está matando milhares de brasileiros e às vezes ficamos apáticos e aceitamos mensalões, clubes, pizzas….. e nada.
    Os palestinos assim como tantos outros será que não estão sendo vítimas de “mensaleiros, pizzaiolos e tantos adjetivos que possam estar rondando a ONU?

    Neylon J. Neves.

  22. A denominada Faixa de Gaza, localizada no Estado Palestino, é uma região que está em constante conflito, sendo ela ocupada militarmente e disputada por outros países. Região esta que possui um histórico de séculos em tal situação (conflituosa), o que faz com que a sua economia seja bastante debilitada. Isto posto, importante ressaltar, que devido as condições supra apresentadas, faz-se necessária a intervenção de alguns países na região, sob a forma de auxílio. O que foi oferecido pelo Estado Brasileiro, sob a forma de medicamentos, os quais chegaram ao fim após um conflito em junho de 2014. Com isso, durante a visita anual a tal território o embaixador brasileiro na Palestina, buscou ter conhecimento da importância deste auxílio em face ao Centro de Saúde do Rimal – administrado pela Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA) -. Consolidando com tal atitude a importância do nosso país no cenário analisado, e sendo o fato reconhecido pela ONU(Organização das Nações Unidas), proporcionando às pessoas mais vulneráveis a chance de sobreviver a fatos alheios. Garantindo portanto, uma dignidade no que tange à saúde, a qual é uma das formas de enaltecer e garantir o princípio da dignidade da pessoa humana. O Brasil fornece também assistência alimentar. Consolidando os princípios regentes da Organização supracitada e se mostrando solidários ao que tange os problemas internacionais, deixando então, a sua atuação clara em tal cenário.

  23. Ações humanitárias como essas realizadas pelo Brasil são de fundamental importância para o desenvolvimento internacional. Sinceramente, já passamos da época em que um governo deveria se preocupar única e exclusivamente com os problemas internos, fechando os olhos para as inúmeras catástrofes, carências e limitações de outros Estados.

    Penso que, se hoje buscamos uma maior consolidação do Direito Internacional, é de responsabilidade de todos os Estados, enquanto integrantes da comunidade internacional, cooperar, colaborar, e contribuir mutuamente, na medida de suas possibilidades. O Brasil, nesse caso em notícia, fez muito bem em doar medicamentos e alimentos para a Palestina, vez que essa se encontra em profunda crise geopolítica que já perdura há anos.

    A faixa de Gaza é uma região completamente hostil, violenta, e como bem dito, desafiadora no que tange à possibilitar garantias básicas a quem lá reside ou transita. Deve, portanto, ter o amparo da comunidade internacional, como bem vem fazendo o Brasil através dessa ação de doação de suprimentos médicos ao Centro de Saúde de Rimal, que é administrado pela Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA).

    Nosso embaixador, Paulo França, exerce um importante papel diplomático na região, que serve inclusive como exemplo para que outros Estados também se atentem para os problemas e para as necessidades da faixa de Gaza, e principalmente, dos refugiados da Palestina.

    • É triste a situação de conflitos na qual não se faz distinção entre civis e combatentes, onde por disputa política, milhares de pessoas morrem todos os dias. Ideais fundamentalistas causam essa situação desastrosa em que se encontra a faixa de Gaza, cabendo à ONU e seus países membros o auxílio aos refugiados que infelizmente vivem essa situação. Assim, as Nações Unidas têm como propósitos manter a paz e a segurança internacionais, de modo preventivo (evitar ameaças à paz) e repressivo (reprimir atos de agressão), desenvolver relações amistosas entre nações, conseguir uma cooperação internacional para resolver problemas internacionais de caráter econômico, social, cultural ou humanitário, no objetivo de se tornar o centro de harmonia entre as nações para realização de objetivos comuns.

  24. É admirável o trabalho realizado pelo Brasil em assistência aos refugiados da Palestina. Visto que a realidade do povo palestino é pautada por guerras, violência e falta constante de paz, o apoio de outras nações as pessoas necessitadas nessa área se torna essencial.
    É papel do Brasil, como país membro da ONU, buscar sempre diminuir as fronteiras para auxiliar aqueles que precisam, exercendo um papel solidário para com todos, e assim, honrar missão da ONU como instituição que busca aproximar, de maneira pacífica, a relação entre os países.
    Talvez o gesto brasileiro possa parecer pequeno, em termos quantitativos, porém representa a ajuda a milhares de vidas que quase foram destruídas pela guerra, e é um sinal de esperança para aqueles que se viam em um mundo de trevas.

    • A princípio temos uma louvável ação do Estado Brasileiro em relação ao reconhecimento de um Estado que clama por notoriedade e compaixão dos outros países do globo. Sofrido e marcado pelas constantes guerras e diversas atrocidades que tem acontecido. O Brasil reconhece a existência do Estado Palestino, com as fronteiras de 4 de junho de 1967, anteriores à Guerra dos Seis Dias entre árabes e israelenses. O Brasil se soma a uma lista de mais países que reconhecem o Estado Palestino, entre eles, todos os países árabes, a maioria dos africanos, boa parte dos asiáticos e da Europa Oriental. Reconhecendo também a Organização para a Libertação da Palestina (OLP), desde 1975 como “legítima representante do povo palestino”.

  25. O trabalho realizado pelo Estado Brasileiro junto aos Estados menorizados é louvável, no tangente à assistência prestada e no reconhecimento de que realmente há um Estado do outro lado. O Brasil reconhece a existência do Estado Palestino, com as fronteiras de 4 de junho de 1967, anteriores à Guerra dos Seis Dias entre árabes e israelenses. O Brasil se soma a uma lista de mais países que reconhecem o Estado Palestino, entre eles, todos os países árabes, a maioria dos africanos, boa parte dos asiáticos e da Europa Oriental. Reconhecendo também a Organização para a Libertação da Palestina (OLP), desde 1975 como “legítima representante do povo palestino”. Relações estreitas com países que buscam reconhecimento internacional auxiliam na maneira que o Brasil é visto, e isso tende a tornar o país cada vez mais bem quisto.

  26. O Brasil novamente se mostra um país extremamente articulado e representativo no plano das articulações internacionais, mostrando a absoluta infelicidade da frase do ex porta voz israelense, que alegou que o Brasil se tratava de um “anão diplomático”. Não podemos esquecer que a assembleia de países que ratificaram a criação do Estado de Israel foi presidida por um brasileiro, também não nos esqueçamos da atuação do exército brasileiro nas missões de paz lideradas pela ONU na África e no Haiti. Certamente significamos muito mais na política global que samba, futebol e carnaval, o Brasil é um país de peso na história e no cenário global, especialmente na América latina.
    Tudo isso nos conduz a acreditar e enxergar apenas um belo gesto do Estado brasileiro, ajuda humanitária em zona de conflito. Mas eu não consigo evitar de pensar no quanto esse dinheiro poderia ajudar o nosso país se fosse investido aqui mesmo. Temos hospitais precários, sem vagas, sem equipamentos, com excesso de pacientes precisando de ajuda urgente, mas nossos esforços estão destinados a Gaza e não ao povo brasileiro.
    Assim é o nosso governo, onde os portos funcionam em Cuba, hidroelétricas funcionam no Equador, as dívidas são perdoadas em países africanos, a saúde funciona em Gaza, mas nada disso funciona aqui dentro, para o bem da nossa população.
    Para poder ajudar, é preciso estar em uma posição de segurança, ou então a ajuda vai prejudicar o próprio país que ajuda. É como tentar salvar alguém que está se afogando sem saber nadar, não há outro destino que não o afogamento dos dois.

  27. Através dessas ações em Estados de menor representatividade, o Brasil demonstra ser uma nação articulada e representativa no plano internacional. O Estado Palestino possui sua legitimidade reconhecida pelo Brasil, somando o estado nacional a uma lista de diversos países que também assim o reconhecem, como todos os países árabes, grande parte dos africanos, asiáticos e a Europa Oriental.

    O gesto de reconhecimento e auxilio praticado pelo Estado brasileiro é importante, colocando em maior evidência no cenário internacional. Inclusive se dá no cumprimento de seu papel como membro da ONU, na prestação de auxilio que gera a possibilidade de sobrevivência para milhares de pessoas que vivem na zona de conflito.

  28. O Brasil, por meio de ações como esta, desempenha importante papel no cenário mundial, ao passo que reconhece o Estado da Palestina e lhe presta os devidos auxílios.
    No que pese a Palestina, é importante ressaltar a sua atual situação, fomentada pela descabida ocupação Israelense, que se dá, dentre outras ações, pelo muro da Palestina, marca deste processo de usurpação de território. No ano de 2004, foi emitido um Parecer Consultivo pela Corte Internacional de Justiça, a pedido da Assembleia Geral das Nações Unidas, tratando da construção do muro sobre o território palestino ocupado pelo Estado israelense. Em 9 de julho de 2004, A Corte Internacional de Justiça proferiu seu Parecer Consultivo, decidido por 14 votos contra 1, afirmando que a construção do Muro em Território Palestino Ocupado e o seu regime associado são integralmente ilegais, por ferirem normas e princípios do Direito Internacional.
    Embora a Corte tenha aconselhado o Estado de Israel sobre a ilegalidade da construção, percebe-se que o muro ainda está de pé, causando incontáveis danos a população palestina.

  29. Achei uma noticia atual e muito interessante sobre esse tema. O brasil assim como varios outros países haviam prometido milhões para ajudar na reconstruçao de Gaza. No entanto, seis meses após doadores internacionais prometerem bilhões depois da última guerra, o dinheiro não se materializou,as vidas permanecem destruídas e o sofrimento continua.
    A UNRWA, foi obrigada a suspender, há apenas três semanas, o que para várias famílias poderia ter sido um programa salva-vidas. Após a conferência do Cairo, realizada em outubro passado, onde os doadores prometeram 5,4 bilhões de dólares para reconstruir Gaza, criamos um projeto de 720 milhões de dólares. Com as promessas generosas feitas no Cairo estávamos certos de que os fundos chegariam. Foi o que pensamos. Este dinheiro seria utilizado como subsídio de renda para as pessoas cujas casas se tornaram inabitáveis. Com essa ajuda, as pessoas poderiam reparar e reconstruir suas casas. Mas os bilhões prometidos nunca se materializaram e o programa foi deixado com um déficit de quase 600 milhões de dólares.
    As necessidades são imensas e o sentimento de desespero é palpável e profundo. Estima-se que cerca de 100.000 residências foram danificadas ou completamente destruídas, afetando a centenas de milhares de pessoas. Muitos dos que ainda possuem casas habitáveis ​​sofrem com a falta de água e energia elétrica.A ONU estima que cerca de 540 crianças foram mortas no conflito, muitas em suas próprias casas. A UNRWA não conseguiu oferecer um refúgio seguro. Nossas escolas foram atingidas diretamente em sete ocasiões. As crianças morreram nas salas de aulas e nos pátios sob a bandeira azul da ONU. Praticamente todas as crianças de Gaza tiveram um membro da família ou um amigo, mortos, mutilados ou feridos durante o conflito, muitas vezes diante de seus olhos.
    As pessoas de Gaza precisam de mudanças urgentes: eles precisam que todas as partes envolvidas no conflito respeitem as obrigações determinadas pelo direito internacional; a interrupção, por parte de Israel, de todos os obstáculos para garantia dos direitos humanos; e o cancelamento imediato do bloqueio, que permitirá as importações e exportações, um passo essencial para a recuperação econômica.

  30. É louvável que o Brasil, um país subdesenvolvido, contribua para a paz no território palestino. Mesmo com todas as dificuldades enfrentadas pelo nosso país, é de se admirar a colaboração deste para tentar ajudar a Palestina. Como já sabemos, o relacionamento diplomático entre os dois países é cada vez melhor e, esta atitude só coloca em evidência tal relação. No entanto, a verdade precisa ser dita: apesar de estar ligada á ONU, acredita-se que a UNRWA na Faixa de Gaza está sendo controlada pelo grupo islâmico Hamas. Além disso, a mesma é acusada de manter cinco milhões de palestinos com status de refugiados em cinco locais (Cisjordânia, Gaza, Jordânia, Síria, Líbano) em vez de assenta-los. Dito isto, apesar das boas intenções brasileiras, o país teria (nesse contexto) um papel político de manutenção do conflito.

  31. Organização das Nações Unidas (ONU) é uma organização internacional criada pós-segunda Guerra Mundial com o intuito de evitar guerras e estimular o diálogo pra promover a paz mundial por meio de cooperações internacionais. Baseado nesse contexto de cooperação, e, sendo membro da ONU, o Brasil tem oferecido importantíssimo apoio a Palestina. Tal apoio foi constatado/confirmado pela visita do embaixador brasileiro a região.
    A faixa de Gaza é uma região com histórico de intensos e numerosos conflitos, e, tendo-se em vista essa realidade, necessita constantemente de artigos médicos (estes se esgotaram ao final de 2014, devido a um conflito). Dentre os apoios fornecidos pelos brasileiros está a disponibilização de 35 caixas de suprimentos médicos ao Centro de Rimal, além de apoios financeiros que colaboraram com os serviços sociais nas áreas educacional e alimentícia.
    Em momentos de conflito militar e politico, apoios diplomáticos são essenciais, no caso da faixa de Gaza, por exemplo, eles garantem a vida de muitas vitimas que já estavam sem expectativas. Dessa forma, o apoio brasileiro deve ser aplaudido e exaltado, pois acaba atuando diretamente em defesa ao direito fundamental da dignidade da pessoa humana.
    Joyce Rodrigues Girundi Guimarães

  32. A notícia retrata a visita do embaixador brasileiro na palestina o Sr. Paulo França, que na ocasião visita o centro de saúde de Rimal, administrado pelas Nações unidas, no qual recebe doações do governo brasileiro, que são revertidos em remédios, alimentos, e contribuição em dinheiro, que posteriormente serão aplicados na área da saúde. Reconheço a atitude nobre do Brasil em conceder ajuda, a um Estado que vive em uma realidade conturbada, neste contexto faço um link com a disciplina de Relações Internacionais, no qual durante o período estudamos em exaustão as Organizações das Nações Unidas, sua origem, membros, organização interna, cujo principal objetivo é garantir a paz no mundo através do bom relacionamento entre os países, e essa noticia ilustra justamente o conteúdo estudado em sala.
    Cabe destacar o fato que o embaixador do Brasil na Palestina, o Sr. Paulo França, conforme indicado no inicio da matéria, fez somente UMA visita anual, a Palestina, e em ocasião foi homenageado em nome do governo brasileiro pela ajuda prestada ao Estado, visto o cargo que o mesmo desempenha, esperava visitas mais frequentes. Visto que essa matéria foi retirada do portal da ONU do Brasil, considerei a visita um instrumento midiático.

    Gisele Fernandes Machado. Tópicos em Relações Internacional 2015/1

  33. Marianna Aniceto Concesso - Tópicos em Relações Internacionais 2015/1 em disse:

    O Brasil já há alguns anos possui uma relação amigável com os países árabes. E diante da atual situação da Palestina acaba sensibilizado. E a fim de fortalecer as relações o Brasil vem fazendo ponte com a Palestina em busca de um melhor relacionamento político. Entendo e respeito o posicionamento do nosso pais para com a Palestina, mas será que os nossos governantes não deveriam fazer pelos “seus” (por nós) e só depois para os demais? Até concordo em termos bons relacionamentos com outros países, mas acho que os nossos governantes poderiam olhar mais para os nossos problemas, ajudar sim, mas primeiramente quem vive aqui, vejo o meu, o nosso pais passando por problemas em tantas áreas, não só na economia, digo de uma forma geral. Acho que os governantes deveriam pensar em políticas onde nós cidadãos brasileiros fôssemos os principais beneficiados. Não sou contra doações ou ajuda a quem precisa, de forma alguma, mas gostaria muito que os nossos governantes fizessem muito mais por nós.

  34. É muito grandioso o trabalho do Brasil realizado na Palestina, sobre o aspecto da ajuda humanitária. De forma solidária, o Brasil que é um dos membros da ONU, tendo composto até mesmo o Conselho de Segurança, tem prestado admirável assistência em serviços de saúde, bem como mantendo serviços sociais, e assistência alimentar na faixa de Gaza, que, numa incessável guerra dizima muitos, sejam eles civis ou combatentes.
    Foi constituída uma Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA), a qual o Brasil faz parte. Tal agência é, notadamente, essencial para se reestabelecer o mínimo de condições de vida digna e adequadas aos que estão em meio ao conflito. É necessário que se estabeleça um elo de integração entre países mais desenvolvidos e o mais vulneráveis, de modo que haja uma tentativa de reequilibrar as condições socioeconômicas tão distintas.

  35. Assim como as abordagens tradicionais das relações internacionais pregam, o sistema internacional enquadra-se em um filtro humanista e, dessa forma, não tem sua compreensão separada de valores subjetivos humanos morais e éticos. Nessa situação especificamente, frente a um conflito que desfavorece a vida dos refugiados em Gaza e dos cidadãos palestinos, o Brasil age concretizando de uma forma ou de outra essa visão das relações internacionais. A ajuda tanto alimentar quanto médica promovida pelo Brasil fornece também a análise feita pela sociedade internacional, ao pregar a antecedência dos indivíduos quanto ao Estado e a correlação entre o direito e o poder, que deve vir para promover uma anarquia internacional social. Vale lembrar, que feita essa observação, os indivíduos a serem beneficiados seriam os indivíduos de qualquer Estado, não aqueles incluídos apenas na soberania nacional, dessa forma, o Brasil como participante dessas organizações internacionais de cooperação pacífica entre os Estados, tem uma obrigação mútua de promover o bem estar tanto de seus cidadãos quanto dos cidadãos do mundo, como recebendo refugiados e praticando ações como essas.

  36. O Brasil ao ajudar a Palestina mais uma vez reafirma seu dever constitucional de seguir o principio da auto-determinação dos povos. Ao se colocar nesta posição deixa claro seu papel enquanto uma potencia de extrema influencia no contexto global. Ao se notar que grande parte do países se omite na ajuda humanitária a Palestina por questões de interesse politico ou econômico (em relação a Israel e seus históricos apoiadores). Além disso o posicionamento politico se torna fundamental a medida que no contexto geopolítico da região em que a palestina está localizada as questões de poder não são equilibradas colocando Israel, Irã, Egito entre outros em papel de potencias locais que exercem controle dos demais mais nações em torno de seus próprios interesses.

  37. O Brasil se vale de seus princípios constitucionais agindo de forma solidária, para que a cooperação e paz entre os povos saia da utopia e se torne real e cotidiana. Este ato gerou uma “revolta” nos Israelenses que chamaram o país de “anão diplomático” segundo o G1 “O porta-voz do ministério das Relações Exteriores de Israel, Yigal Palmor, disse que a decisão brasileira “não reflete o nível de relação entre os países e ignora o direito de Israel defender-se”. De acordo com a publicação “The Jerusalem Post”, Palmor afirmou que a medida “era uma demonstração lamentável de como o Brasil, um gigante econômico e cultural, continua a ser um anão diplomático”. Ideia essa que discordo, pois há de se convir que a atitude do país é nobre e deve ser seguida por todos os países capazes de ajudar. Vale ressaltar que o gesto é uma forma de demonstrar a equidade buscada no mundo, a solidariedade e comoção com o momento ruim do próximo, uma colaboração do Brasil para enobrecer os Direitos Humanos que devem ser prezados em todo o mundo. Direito a saúde, a alimentação, a moradia digna e até mesmo a liberdade religiosa (direitos defendidos pela nossa CF de 88 e que devem ser espalhados no cenário internacional). As relações internacionais na qual o Brasil se mostra como exemplo devem ser elogiadas e seguidas , é o que esperamos de todos os países do mundo.

  38. O apoio médico e financeiro que o Brasil vem prestando aos refugiados da Palestina é algo que tem que ser louvado e incentivado. Afinal, o trabalho feito pela UNRWA, mostra-nos em meio a guerras e conflitos que o maior valor que um ser humano pode ter não decorre da imposição e demonstração de “superioridade” através da força – e sim do reconhecimento do outro, por livre e espontânea vontade. Ou seja, notar que o outro também é um ser digno de respeito e condições mínimas para se desenvolver.
    Nesse mesmo sentido, o Brasil desempenha um papel importantíssimo ao mostrar ao mundo que esse “reconhecimento do outro” também deve ser feito no plano internacional, principalmente por lidar-se com soberanias. Afinal, o Brasil, que é tido como um país subdesenvolvido, com um pequeno esforço, conseguiu melhorar a situação caótica e desumana que algumas pessoas passam na Faixa de Gaza. Portanto, a visita do embaixador Paulo França ao Centro de Saúde de Rimal, além de simbólica, foi um verdadeiro “tapa de luva” nos demais países, mostrando a toda comunidade internacional, que ainda que pouco possa ser feito, muitas das vezes, esse pouco pode fazer uma enorme diferença para muitos.
    Dessa forma, o que se espera é que conforme o passar do tempo as relações humanas, no plano internacional, evoluam e que mais exemplos como o do Brasil surjam. No que concerne a esse país nos resta apenas parabenizá-lo pela inciativa e mais uma vez reiterar a sua importância como um país neutro no plano internacional.

  39. O Brasil como país integrante da Organização das Nações Unidas, realizou em gaza um dos objetivos primordiais da criação da ONU; a dignidade humana, a caridade e ajuda para que cada dia mais as condições desumanas em que vivem muitas pessoas desapareça. Com isso, o Brasil em parceria a UNRWA, ajuda milhares de civis que sofrem com a fome e carência de atendimento médico na região de constantes conflitos em Gaza. O embaixador brasileiro foi até a Palestina acompanhar os resultados dessa ação humanitária. Este é um grande exemplo de solidariedade na comunidade internacional que deve ser imitado por muitos países; é uma prova como o sistema capitalista que vivemos hoje em dia não está apenas visando lucros a todo momento e, como o Direito Internacional Público, a ONU, desempenham papel importante para canalizar a riqueza de países como o Brasil para causas necessárias e que garantem outro tipo de lucro que não é o monetário; esse lucro é o prestígio, consciência social e sem dúvidas a garantia de uma relação auspiciosa entre países. Muitos cidadãos da Palestina não irão saber de onde receberam ajuda, mas a responsabilidade por ter ajudado tantos é motivo de orgulho para o Brasil que sabe muito bem como é enfrentar situações de necessidade, em que a miséria e falta de recursos causa a morte de milhares de pessoas.

  40. O objetivo principal da Organização das Nações Unidas é de garantir a paz no mundo através do bom relacionamento entre países. Apesar de em alguns casos, esse objetivo não ter sido alcançado, é de extrema importância essa tentativa de diminuir as desigualdades sociais ao redor do mundo, surgidas em um contexto pós guerra.
    Desta maneira, ao visitar o hospital na Palestina, o embaixador Brasileiro está contribuindo ao acesso à saúde, entregando caixas de remédios que irão ajudar muitos dos necessitados na Palestina. Portanto, é de extrema importância a cooperação e ajuda do Brasil aos refugiados Palestinos, pois como já dito, esse é um dos maiores objetivos da ONU, de dar assistência em qualquer lugar do mundo, onde a sobrevivência esteja sendo difícil.

  41. A ONU criada em 1945 logo após a Segunda Guerra Mundial, possui vários objetivos dentre os quais se encontra a defesa dos direitos fundamentais do ser humano. O que vem ocorrendo na faixa de Gaza é o resultado de disputas políticas, que vem gerando vários conflitos, e, como consequência várias pessoas vem morrendo todos os dias, sejam civis ou combatentes.
    O Brasil tem se mostrado uma nação solidária, doando suprimentos médicos e alimentos, prestando assistência médica e fornecendo apoio financeiro. Tudo isso, contribui para que as pessoas mais vulneráveis, que vivem na região de Gaza, tenham uma chance de sobreviver em um ambiente totalmente instável e perigoso. Esta participação do país, em prestar apoio social, é uma atitude louvável, sendo um exemplo de solidariedade internacional a ser seguido pelos demais Estados.
    Entretanto, apesar do apoio proporcionado pela ONU e seus membros, é lamentável ver essa situação de conflitos na qual ideais fundamentalistas e disputas políticas causam essa situação desastrosa em que se encontra a faixa de Gaza.

  42. É confortante saber que existe uma instituição que dá assistência a tantos refugiados da Palestina. É notório que a situação dos Palestinos é bastante delicada desde a Declaração de Balfour, datada do pós guerra, em 1917, onde os ingleses cederam aos judeus o território que era a pátria dos palestinos. Desde então, esta crise que por muitos é entendida como religiosa, é na verdade uma luta por território. História à parte, o Brasil tem se mostrado solidário a esta causa, ajudando à UNRWA, órgão da ONU, a ajudar os Palestinos.

    O Brasil tem muitos descendentes que vieram desta região, como Líbano e Síria, que vieram fugindo da guerra, a maioria com passaporte turco. A matriz árabe é importante para a formação do povo brasileiro e teve grande influência nos hábitos e costumes de nosso povo. Lembrando deste fator antropológico, acho que o Brasil deveria ajudar mais aos Palestinos, pois 35 caixas de suprimentos médicos e algumas toneladas de arroz não valem nada para um povo que tem uma população de quase 5 milhões de palestinos na região e que são bombardeados frequentemente, destruindo famílias inteiras, deixando órfãos e viúvos a todo momento.

    Os Palestinos hoje não têm pátria, não têm o mínimo para a sua sobrevivência, não conseguem sequer gerar riqueza através do trabalho, onde o conceito de dignidade humana não passa perto deste povo tão sofrido. Somente espero que, se possível, exista no coração destes Palestinos esperança para um futuro melhor. E não só o Brasil, mas diversas nações continuem ajudando-os.

  43. Essa situação mostra que mesmo o Brasil estando em uma situação nada fácil, está se mostrando solidário com aqueles que estão em uma situação crítica como é o caso dos refugiados da Palestina que passam por sérios problemas como falta de medicamentos, e alimentos para poderem sobreviver.
    Assim com a ajuda que o Brasil deu doando medicamentos importantes para os refugiados mostrou solidariedade, humanidade, que hoje está cada vez mais difícil de se ver. E que este gesto seja praticado várias vezes e também sirva de exemplo para todos, pois mesmo não tendo muito um pouco de ajuda a aqueles que não tem nada ou perderam o pouco que possuíam, já é uma esperança para que possam tentar recomeçar.

  44. Cooperação, na ótica do direito internacional, pode ser conceituada como um conjunto de ações no plano internacional, orientadas ao intercâmbio de experiências e de recursos entre países para a consecução de metas comuns. Desígnios esses que se pautam, principalmente, nos princípios da solidariedade, da igualdade, da eficácia, do interesse mútuo e, principalmente, no auxílio para mitigar as péssimas condições humanitárias as quais os nacionais de muitos Estados são subordinados. Lembrando que o objetivo das operações humanitárias não deve ser apenas de salvar vidas em circunstâncias emergenciais, mas também encontrar soluções e integrar os esforços humanitários em programas de desenvolvimento.
    A crise humanitária na faixa de Gaza tem sido objeto de preocupação das diversas organizações de direitos humanos por um período considerável de tempo. A missão humanitária a Gaza nos mostra a preocupação brasileira na contribuição a fim de atenuar a crítica situação dessas pessoas, além de promover um gesto simbólico de apoio a esses palestinos que tem, infelizmente, de conviver com uma conjuntura instável todos os dias. A delegação brasileira, sob a liderança do diplomata Paulo França, solicitou suporte material e diplomático do governo brasileiro, o que lhe foi concedido. Tal apoio é mister para o êxito dessa missão humanitária, além de corroborar a posição brasileira de sempre estar ativa no cenário internacional quando o assunto é promover a cooperação para com demais países que necessitam de apoio para dirimir os conflitos que acometem aos nacionais de respectivo Estado.
    A atuação brasileira na Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados Palestinos (UNRWA), ou seja, na questão dos refugiados, trata de temas emergenciais e também estruturantes. Para com a pauta de temas emergenciais, já foi possível a arrecadação de volumosa quantidade de alimentos, programas educacionais para as crianças, o recolhimento de medicamentos, vacinas e até mesmo o recrutamento de profissionais da saúde para compor os centros de saúde. Além dessa contribuição, há a chamada cooperação estruturante, a qual o Brasil perfaz através da cooperação financeira, que, juntamente com a Câmara de Comércio Árabe brasileira, reuniu fundos consideráveis para integrar às reservas dessa instituição.

  45. Um passo do Brasil para ajudar refugiados palestinos, elevando o prestígio diplomático internacional do país, está sendo criticado por ONGs regionais que acreditam que Brasília pode estar, indiretamente, ajudando a perpetuar o drama de milhões de refugiados e a financiar o grupo islâmico Hamas, que controla a Faixa de Gaza. Para a ONG israelense Centro para Pesquisas de Política do Oriente Próximo, as doações para Gaza acabam nas mãos do Hamas ou são vendidas no mercado negro. Parece bastante delicado a situação da ONG que está sendo apoiada pelo Brasil. O Canadá já parou de ajudá-la pois alegam que acaba sendo uma ajuda ao grupo Hamas. Sem dúvida a ajuda humanitária deve ser um dos objetivos da República Federativa do Brasil, mas sem dúvidas, temos que enxergar que a situação dos brasileiros não são muito boas. Eles convivem em guerra, mas o Brasil é o país que mais possui homicídios no mundo. Será que não precisamos de mais investimentos internos em edução, segurança pública e em infraestrutura ? Ajudar é sempre bom, mas o problemas internos, acredito, merecem prioridade.

  46. Primeiramente, é lamentável algumas consequencias negativas que ocorrem devido as inúmeras disputas políticas ao redor de todo o mundo. Milhares e milhares de pessoas morrem, nao só hoje, mas tanto nos conflitos atuais, como nos passados também. Visando tal situacao, a ONU, que na minha opiniao é um orgao de extrema importancia, tem o papel principal de preservar os direitos fundamentais do homem, buscando respeito perante todo o mundo, para que a paz e o diálogo internacional, possam ocorrer.
    Além disso, com os conflitos internacionais, muitas mortes acontecem todos os dias e as parcerias internacionais ajudam e muito ambo dos lados. Por isso, como retratado acima, o Brasil, como membro da ONU, esta honrando os principais objetivos desta, uma vez que tem parceria com a UNRWA e vem prestando socorros, doacoes e atencao devida a essas areas de conflitos, as quais sao carentes de auxílio internacional.
    A Faixa de Gaza consiste em uma área de terror, na qual matam-se todos ( civis e militares ), e nessa altura, a ajuda/apoio internacional se tornam extremamente essenciais. Diante disso, o Brasil esta de parabéns, uma vez que vem ajudando e muito, de várias formas. Deve-se servir de exemplo para todo o mundo esse ato de bondade, para que acoes como estas sejam capazes de acontecer cada vez mais em torno do nosso mundo!

  47. Sendo membro da ONU, o Brasil, como os outros países membros, tem o dever, entre outros, de trabalhar em prol dos direitos humanos e executar ações humanitárias.
    Assim sendo, diante um cenário de guerra na Faixa de Gaza, onde muitas vítimas civis se encontravam em situação de vulnerabilidade, necessitando de cuidados médicos e de alimentos, o Brasil cumprindo seu papel no cenário global enviou para a região de Gaza suprimentos médicos e alimentos, contribuindo para a assistências às vítimas do conflito.
    Após estas assistências, o Embaixador do Brasil na Palestina visitou o hospital que recebera as doações, podendo então observar na prática a aplicação dos recursos médicos e dos alimentos enviados àquela instituição pelo Brasil e constatar o quão benéfico e válido é o envio dos recursos.
    Na ocasião, diante a valorosa ajuda, o Brasil foi homenageado e teve sua atuação reconhecida pelo representante da Agência da ONU naquela região, ficando claro a importância do país continuar a colaborar com aquelas pessoas em situação de vulnerabilidade e a importância de outros países terem o mesmo compromisso humano com nações que estejam em situações de necessidade.
    Neste sentido, a visita e a divulgação dos resultados, demonstrando a importância do ato, tentam incentivar para que outras nações também possam colaborar, diminuindo o sofrimento das vítimas do combate.

  48. As doações feitas pelo governo brasileiro para os hospitais de Gaza demonstram o compromisso humano do país perante àqueles que passam por situações precárias de escassez e sofrimento. Tal atitude serve também como um incentivo as demais nações, para que se convalesçam com a situação de necessidade de Gaza, com o sofrimento de sua população.
    A Faixa de Gaza é uma região que impera a violência e o terror para civis e militares, sendo alvo de desastrosas catástrofes; e, logo, de fundamentais condutas que visem a colaboração. Em um mundo que pauta-se pela paz nas relações internacionais e que busca reger-se (e neste caso subtende-se pelos Estados) pelas normas e costumes de direito internacional, à assistência as vítimas do conflito na região deveria ser inerente de todos àqueles que estejam verdadeiramente aptos a ajudar. Seja por meio de suprimentos médicos, alimentícios, entre outros.
    A ajuda brasileira eleva o prestígio do país no plano internacional, além de como já dito, concretizar o findo humanitário e solidário das relações internacionais. Todavia, tal ajuda acabou repercutindo em uma verdadeira indignação pela população do país. Enquanto doa-se dinheiro, suprimentos médicos e afins para Gaza; falta tais investimentos em diversos hospitais espalhados por todo território nacional. Tal ato de bondade deve sim ser privilegiado para repercutir por todos os países; outrora, os problemas internos também devem ser visados e efetivamente empenhados a se solucionarem – afinal, são eles, teoricamente, prioridades ao país.

  49. O vídeo sintetiza brevemente o conflito na região da Palestina, o qual é um dos maiores, mais conturbados e antigos conflitos já vividos no mundo. Com origem no século 20, atualmente gira em torno de palestinos e irsaelenses, também por conta da imigração judaica para a região.

    Concentrado basicamente na região da Cisjordânia e da Faixa de Gaza, discute-se e luta-se por água, território e autoridade. Ocorrem inúmeras mortes, inclusive de crianças, que muitas vezes são inocentes ou querem apenas paz para viver com a família. Os Estados Unidos contribuem, de forma significativa, uma vez que fornecem materiais de sua indústria bélica para o Estado de Israel, que, assim, fica protegido e consegue atacar mais os palestinos.

    É certamente um conflito complicado que infelizmente não aparenta estar caminhando para uma solução, haja vista que cada lado acredita fielmente estar certo e nem tenta ser minimamente compreensivo com o outro.

  50. A guerra na Palestina presente há anos, é um cenário de eminente e persistente conflito de interesses por território, poder. Desde o século 20 a guerra se instalou e, analisando a falta de interesse em um dos Estados cederam, a situação só tende a piorar. Homens, mulheres, crianças, são cada vez mais vitimizados. O Estado Brasileiro se mostrou solidário ao efetuar doações e, consequentemente, prestando assistência aos hospitais de Gaza com o intuito de auferir o maior número pessoas acidentadas pelo triste momento vivenciado pela região. O Brasil como membro da ONU sempre se mostrou pronto para ajudar países que enfrentam a miséria e a guerra, seja com alimentos, vestuários, remédios e a fins. Este é um reconhecimento internacional que temos.

  51. O apoio do Brasil aos refugiados da Palestina na faixa de Gaza tem se mostrado de importância ímpar e foi reconhecido pela ONU. O risco é constante e eminente, em um território ameaçado constantemente de ataques e que abriga um grupo enorme de pessoas que já se encontram fragilizadas e carentes de ajuda. O país mostrou – se presente nessa luta por dar aos refugiados condições de sobreviverem mediante ao caos e os dados e índices desse apoio foram reconhecidos não só pelos refugiados ou pela ONU mas pela Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA) que inclusive homenageou o país.
    Em sua visita anual a faixa de Gaza o Embaixador do Brasil na Palestina, Paulo França verificou e mostrou a importância do apoio de países como o Brasil, seja com suprimentos, remédios ou dinheiro.
    É imprecindível que outros países se posicionem mediante essa situação ao observar como a ajuda de um único país pode fazer tanto.
    O mundo tem se voltado a esse conflito e essa atenção deve ser revertida em ajuda e medidas para solucionar os problemas dos refugiados que estão a mercê dos conflitos territoriais, políticos e religiosos.

  52. O conflito que ronda a faixa de Gaza, está cada vez mais violento. Esse território que é constantemente atacado sofre cada dia mais com mortes, feridos, e sofrimento. Não restam duvidas que a situação da faixa de Gaza é cada dia mais periclitante, e merece atenção do mundo inteiro.

    O Brasil, como membro da ONU, e país que historicamente que prega sempre a Paz, não fez mais que sua obrigação em prestar apoio aos habitantes que vivem no epicentro do conflito.
    Nesse diapasão, certo é que todos os países membros da ONU, deveriam fazer como o Brasil e prestar apoio a aqueles que sofrem todos os dias nas regiões conflituosas.

    Portanto, é se se aplaudir e de se seguir os países que prestam apoio aos locais que sofrem com a violência gerada pelas guerras.

    Infelizmente, é lamentável que no século XXI ainda vivemos conflitos como os da faixa de Gaza. Assistir as cenas de terror que repercutem no mundo todo, com certeza faz com que países como o Brasil se solidarizem com os atingidos, e preste ajuda. Os demais países deveriam se juntar para além de prestar ajuda humanitária, confabular também para uma possível solução do conflito.

    Bernardo Penido 19300

  53. A parceria entre UNRWA e o Governo brasileiro é mais que válida, diante do visível problema que perdura na região de gaza e vem se arrastando por anos. O Brasil, mesmo sendo um país com dificuldades financeiras, nunca se eximiu de suas responsabilidades humanitárias de âmbito internacional, sempre tentando manter um bom relacionamento com os demais países. Não se trata, entretanto, como alguns dizem, de vangloriar os problemas externos e fechar os olhos para os internos. Se trata apenas de promover um gesto simbólico de apoio a esses palestinos que tem, infelizmente, de conviver com uma conjuntura instável todos os dias. Por fim, resta uma consideração. Se a singela ajuda de um país emergente já contribui tanto para a melhoria de vida destes refugiados, que dirá a ajuda das grandes potências mundiais? Em momentos como este a cooperação internacional configura-se de suma importância.

  54. Apesar de anos de conflito não se vê sinal de paz entre palestinos e israelenses, membro do partido conservador Likud, o atual primeiro ministro Benjamin Netanyagu já declarou que não pretende desocupar os assentamentos israelenses. Ajuda humanitária de países como o Brasil é fundamental para que a população da faixa de Gaza continue a sobreviver, porém, a intervenção externa não é sempre positiva, apoio de países como os Estados Unidos garantem que a palestina fique subjugada a Israel. A comunidade internacional se matem dividida neste assunto, mas a palatina conseguiu a significativa vitória de ser elevada a entidade observadora, que apesar de não ter poder de atuação legítima a sua existência e da força a causa dos Palestinos.

  55. A Organização das Nações Unidas (ONU), foi criada em 1945, num contexto de pós segunda guerra mundial. Tem como objetivos precípuos a manutenção da paz e segurança entre países, bem como no interior, evitando conflitos internos, e na eventualidade de acontecerem, visa reduzir seu impacto sobre a população. Possui um viés eminentemente assistencial, que busca garantir os direitos humanos e auxiliar aqueles que por algum motivo precisam da intervenção desse organismo para manter condições humanas dignas. Nesse interim, a ONU presta assistência de natureza médica ou alimentar, por exemplo, sempre visando amenizar as desigualdades sociais, e para que consiga ser eficiente conta com parceiros e a colaboração de países membros que aderem as causas humanitárias.
    Gaza é um local de não raros conflitos, envolvido em disputas políticas e religiosas, em que a intervenção da ONU se faz necessária. A reportagem destaca a colaboração do Brasil para hospital em Gaza. administrado pela UNRWA (Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina). O país doou 35 caixas de medicamentos, 11.500 toneladas de arroz, além de nove milhoes de dólares desde de 2011. A contribuição brasileira mereceu destaque e sobrelevo, já que tida como de fundamental importância para que os palestinos tenham a chance de sobreviver em um ambiente considerado tão hostil.
    A par da triste situação de Gaza, há de se valorizar a postura do Brasil, já que a colaboração internacional para entidades vinculadas a ONU garantem a efetivação de objetivos nobres, garantindo o direito à vida e a dignidade da pessoa humana, sustentáculos do ordenamento jurídico brasileiro.

  56. A ONU tem como objetivo principal garantir a paz no mundo através do bom relacionamento entre os países. E, embora não tenha atingido seus objetivos em alguns casos, apresenta fundamental importância na tentativa de amenizar as desigualdades sociais no mundo, criada em um contexto pós-guerra. Sendo assim, o embaixador brasileiro, ao visitar o hospital na Palestina, está contribuindo com o acesso a saúde, a entrega de caixas de remédios, ajudará muitos indivíduos que se encontram em estados de extrema necessidade, já que a Palestina possui dificuldades extremas em vários campos, como o da saúde, segurança, alimentação. Contando com a ajuda da Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina no Próximo Oriente, também conhecida pela sigla UNRWA, é uma agência de desenvolvimento e de assistência humanitária que proporciona cuidados de saúde, serviços sociais. O Brasil mesmo considerado um país subdesenvolvido busca participar, e estar envolvido em atividades que ajudam países com dificuldades a superar tais desafios.

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