ONU: Livres & Iguais – Nações Unidas: Um bilhão se mobilizam


Livres & Iguais – Nações Unidas: Um bilhão se mobilizam

Há um ano, as Nações Unidas lançaram uma campanha global sem precedentes de conscientização pelos direitos da população LGBT – lésbicas, gays, bissexuais e trans: Livres & Iguais. O que aconteceu desde então? Assista este vídeo para descobrir.

Acesse o site da campanha: http://www.unfe.org/pt

Saiba mais sobre as ações e a campanha no Brasil: http://www.onu.org.br/livreseiguais

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Sobre Luiz Albuquerque

O Núcleo de Estudos sobre Cooperação e Conflitos Internacionais (NECCINT) da Universidade Federal de Ouro Preto em parceria com as Faculdades Milton Campos, sob a coordenação do professor Luiz Albuquerque, criou o Observatório de Relações Internacionais para servir como banco de dados e plataforma de pesquisas sobre relações internacionais e direito internacional . O site alimenta nosso trabalho de análise de conjunturas, instrumentaliza nossas pesquisas acadêmicas e disponibiliza material para capacitação profissional. Mas, além de nos servir como ferramenta de trabalho, este site também contribui para a democratização da informação e a promoção do debate acadêmico via internet.

61 respostas em “ONU: Livres & Iguais – Nações Unidas: Um bilhão se mobilizam

  1. A ONU busca a conscientização da população mundial com relação a igualdade dos gays, lésbicas, transexuais e bissexuais (LGBTs), que são uma classe que sofre preconceito e discriminação. Assim como também outros valores e direitos humanos como a paz e a cultura.
    Com relação ao órgão da ONU responsável por essa campanha de conscientização, coube ao Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, mais precisamente, no escritório de direitos humanos da ONU na cidade do Cabo, tratar sobre esse tema.
    O apoio de celebridades na divulgação dessa campanha é um elemento de grande importância,
    uma vez que, atinge um público alvo muito maior e em todo o mundo.
    Outro ponto importante dessa campanha de liberdade e igualdade é que ela ocorre não só em um país central representante da campanha, mas em diversos países do mundo, o que gera uma descentralização, ou seja, uma dispersão e uma divulgação maior; facilitando o objetivo de conscientização mundial da campanha.
    Dessa forma, com essa intenção global (nacional e internacional) da Organização das Nações Unidas, a campanha foi muito bem implementada e surtiu efeito em grande parte do mundo. Assim, o respeito, a aceitação e a igualdade que são direitos universais, foram muito bem aplicados nessa campanha da ONU.

    • A forma com que o vídeo demonstra a ONU intervindo em um assunto que infelizmente é tão mal compreendido para algumas pessoas é apreciável. Casos de homofobia não são raros de se ver, várias vezes há agressões físicas contra as vítimas que as recebem pelo simples fato de sua escolha sexual. A ONU então planeja e lança campanhas mundiais como essa retratada: “Livres e Iguais”. A repercussão internacional é certa, astistas de todo o mundo aderiram a causa numa tentativa de esclarecer pensamentos arcaicos e uma discriminação infundada. Gays, lésbicas e transexuais devem receber o mesmo respeito, aceitação que qualquer outro indivíduo. A ONU tem um papel imprescindível quando se diz em proteção dos direitos humanos, ela visa a igualdade entre os povos e mais importante: uma evolução do pensamento que faz com que as pessoas encarem a situação de uma forma natural; instantanea.

      • Neste vídeo percebemos claramente a intenção da ONU em colocar as pessoas que possuem uma tratamento diferenciado em função de sua sexualidade num gesto de solidariedade e de expansão dos pensamentos de grandes líderes mundais. “Livres & Iguais” é uma campanha inédita e global das Nações Unidas para promover a igualdade de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT). Projeto ACNUDH, implementado em parceria com a Fundação Purpose, “Livres & Iguais” tem por objetivo aumentar a conscientização sobre a violência e a discriminação homofóbica e transfóbica e promover um maior respeito pelos direitos das pessoas LGBT, em todos os lugares do mundo.

    • Lamentavelmente, ainda é reincidente na conjuntura social a vivência de situações em que ocorrem o preconceito relativo ao grupo LGBT(Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transsexuais), e em resposta a essas práticas reprováveis a campanha Livres & Iguais tem como objetivo maior promover o respeito aos Direitos Humanos, por meio do combate a esta discriminação. Cumpre ressaltar que, a participação de pessoas públicas, como auxiliou de maneira considerável na divulgação desta campanha, pois possibilitou o alcance de um público maior em aspectos quantitativos além de levar a parcelas diversificadas da sociedade a mensagem de respeito e igualdade. Assim, é possível considerar que a campanha, fruto da iniciativa do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, conseguiu alcançar os fins a que se propôs, levando em consideração a mensagem que foi transmitida e a repercussão alcançada. Por fim, pode-se considerar que é um grande avanço no sentido de lutar contra a infeliz estatística social daqueles que ainda insistem em julgar erroneamente o direito destas minorias.

    • Ao fazer coro à luta pelos direitos da população LGBT, a ONU avança em direção não apenas a uma conquista social, mas também a um êxito político. A legitimidade e a influência das Nações Unidas sobre o cenário global atribuem ao discurso da causa LGBT um poderoso eco, chancelado pelo apoio de autoridades e celebridades que se unem em prol dessa campanha pela liberdade. E este é um passo essencial para se alcançar a garantia plena aos direitos das minorias. Porém, não se pode cessar em dizer que ainda resistem muitas formas de opressão: casos de violência contra homossexuais; desigualdades no mercado de trabalho; ofensas homofóbicas ao torcedor do time rival; brincadeiras que menosprezam o estereótipo gay… Ainda convivemos com inúmeras formas de preconceito escamoteadas nas entrelinhas das práticas mais rotineiras. Por isso, é de necessária importância que pensemos no discurso que nós mesmos reproduzimos dia a dia, afinal o preconceito mais difícil de ser combatido é aquele que não salta aos olhos, porque já foi assimilado pelo imaginário social.

  2. Gabriela Pessoa Alves de Mello - Faculdade de Direito Milton Campos em disse:

    Mais uma vez se observa a presença inigualável da ONU na discussão de assuntos contemporâneos e polêmicos que merecem atenção de todo o mundo. Apesar do grande nível de descriminação sofrida por aqueles que optam por um modelo de sexualidade diferente do anteriormente dominante, se caminha cada dia mais para um mundo pautado na garantia de igualdade de tratamento também para essas minorias.
    Através do video foi possível constatar a seriedade acerca das discussões e os esforços para que esta chegue a todos em todo o mundo, principalmente nos locais em que o preconceito é mais arraigado. O nome dado ao programa, “Livres e Iguais”, ja demonstra que o que se busca são dois dos principais nortes dos Direitos humanos, que acabaram trazendo paz para ambientes anteriormente tomados pelo conflito.
    É necessário que se continue neste caminho e que se conscientize que o preconceito com gays, lésbicas e pessoas trans é uma questão de interesse mundial, não é concebível mais o pensamento de quatro décadas atrás, sendo tal área explorada ao se fazer uso da imagem de famosos respeitados que assumiram sua sexualidade nos últimos anos, e nem por isso deixaram de ser admirados.

  3. A ONU por ser uma organização que abrange 193 países, além disso, por possuir reconhecimento mundial deve buscar tratar de assuntos que envolvam seus Estados membros, como exemplo, o tema relacionado aos Direitos iguais entre gays, lésbicas, bissexuais e trans. O tema que abarca o homossexualismo não é recente, entretanto, gera muita polêmica, pois ainda há muitas pessoas conservadoras e/ou preconceituosas que não admitem que homossexuais sejam tratados com direitos e deveres iguais aos heterossexuais. Devido ao crescente número de lésbicas, gays, bissexuais e trans, é necessário reconhecer seus valores, como seres humanos, não os tratando de forma preconceituosa ou violenta, pois não são melhores, nem piores que ninguém. Essa campanha realizada pela ONU, tem o objetivo de conscientizar as pessoas sobre a violência e discriminação homofóbica e promover o respeito pelos direitos das pessoas LGBT, em todo o mundo.

  4. A missão da ONU é fomentar a paz e promover a tolerância, sobretudo quando se trata de minorias, e com a população LGBT não poderia ser diferente. Essa população ainda hoje se vê privada de direitos básicos e segue diariamente em busca de poder formar uma família, se casar, e até mesmo sair na rua sem medo de sofrer violência simplesmente por ser quem é. A ONU possui recursos para promover uma campanha de conscientização de grande alcance e, como o vídeo retratou, milhares de pessoas assistiram à campanha “Livres e Iguais”, e celebridades e líderes mundiais aderiram a ela. Até mesmo países conservadores, como a Índia, puderam sentir a repercussão da campanha com a produção de um vídeo de Bollywood sobre direitos LGBT. A caminhada pela igualdade de direitos ainda é longa, mas com o trabalho das Nações Unidas é possível pensar num futuro onde a tolerância prevaleça e os preconceitos sejam deixados para trás.

  5. Sendo a ONU uma organização internacional cujo um dos objetivo declarado é a defesa dos direitos humanos e a realização da paz mundial, não poderíamos esperar outro posicionamento senão o de cooperação com uma causa tão polêmica e atual como os direitos de pessoas LGBT.

    Não são raros os casos de violência e preconceito sobre essa comunidade, fruto de uma ignorância e falta de tolerância de uma grande parcela da população. Ir contra essa ignorância, passando informações e abrindo espaço para discussões sobre esse tema, através da ONU, traz a repercussão desejada para alcançar e conscientizar toda a população sobre como é necessário reconhecer e respeitar os direitos de gays, lésbicas e transsexuais.

    Mais uma vez a ONU deixa claro seu apoio e seu comprometimento com os direitos humanos, conscientizando e dando passos largos em direção a um mundo onde respeito será o pilar da convivência humana.

  6. “Livres e Iguais” é um projeto com uma proposta extremamente interessante, sobre a disseminação da igualdade das pessoas e ampliação da consciência e tolerância entre iguais.
    A presença da Organização das Nações Unidas no vídeo em questão, demonstra sobretudo sua preocupação em promover grandes eventos que possam influenciar e colaborar para a ampliação da aceitação da sexualidade das pessoas, sem visões preconceituosas e discriminadoras entre os habitantes dos países membros.
    Tal manifestação deliberadamente consolida os propósitos das Nações Unidas, que se baseiam na paz, no desenvolvimento de boas relações entre os países com o respeito às diferenças e na cooperação internacional na promoção da igualdade, como sendo um centro que busca a harmonia entre os povos.
    A atitude de um órgão desta magnitude apenas reafirma como lidar com as diferença vem sendo um dos problemas a ser enfrentados em todos os países, principalmente no mundo globalizado atual e assim como o vídeo afirma, todos somos livres para fazermos nossas próprias escolhas, posto que, somo iguais, independente de opções sexuais, raça, costumes.

  7. Verifica-se que a Organização das Nações Unidas (ONU) possui como um de seus escopos o trabalho simultâneo para ajudar as pessoas a viverem melhor, estimulando o respeito pelos direitos e liberdade dos outros. Hodiernamente, percebe-se que o mundo está cada vez mais aberto a aceitação do diferente, contudo, verifica-se ainda, certa resistência no que tange este “diferente”. Acredito que um dos grandes motivos de existir tal resistência por parte de muitos ainda é causado pela grande influência que a Igreja ainda possui (em alguns países mais, outros menos). Ante a realidade fática do mundo, nada mais louvável que a promoção pela própria ONU da campanha “Livres e iguais”. Tal campanha vai ganhando tanto espaço no âmbito internacional, que há pouco tempo, inclusive, lançou-se uma campanha publicitária denominada como “o amor não tem rótulos”, mostrando por trás de uma grande tela dois esqueletos se beijando, verifica-se depois, que tais esqueletos são diversos pares românticos, sendo gays, lésbicas, transexuais etc.
    Acredito que o preconceito, precipuamente, no que tange tal matéria não possui mais espaço. Vivemos no mundo cada vez mais evoluído. A não aceitação daquilo que não seja convencional é mais do que ultrapassado. O Brasil é um país laico, portanto, fundamentos jurídicos baseados em religião não prosperam, contudo, sabe-se que há muitos países que ainda possuem a religião como, inclusive, um fundamento jurídico, portanto, em tais países a aceitação por tal campanha pode ser mais complicada, mas com os sujeitos de direito internacional aderindo o que preconiza a referida campanha da ONU, acredito que, até estes países mais resistentes, são tendenciosos a se flexionar.

  8. A cada dia que se passa, o modelos de família baseado nos modelos patriarcais (homem-mulher-filhos) perde cada vez mais sua hegemonia e vem dividindo espaço com novas configurações familiares. Lésbicas, gays, bissexuais e transsexuais têm lutado por mais espaço na sociedade e já tiveram avanços, com importantes direitos reconhecidos em diversos países.
    No entanto, o caminho a ser percorrido é longo. Tais minorias ainda sofrem muito com o preconceito, são estigmatizadas e violentadas. A ignorância e intolerância ainda estão muito presentes na sociedade, e são fomentadas por alguns que, justificando-se pela liberdade de expressão, disseminam discursos de ódio.
    Nesse contexto, a iniciativa da ONU de criar uma campanha global com o objetivo de combater tal preconceito é louvável e deixa claro o comprometimento da Organização com os Direitos Humanos, pois parte destes envolve aceitar as diferenças e respeitar a escolha do próximo. Com ações em diversos países, como Índia, Brasil, México e Camboja, “Livres e Iguais” promove a tolerância, o respeito e a diversidade e ajuda na construção de um mundo melhor.

  9. É de se observar o importante papel da ONU em assuntos atuais e polêmicos , nas quais necessitam de uma intervenção. A liberdade de escolha sexual sofre considerável discriminação de âmbito internacional , pois abrange não só os países mais conservadores , mas também os países onde a diversidade e a flexibilidade são maiores. A intervenção da ONU , através da campanha global (livres e iguais) sem precedentes de conscientização pelos direitos da população LGBT – lésbicas, gays, bissexuais e trans, teve uma repercussão bastante surpreendente , pois atingiu um nível de conscientização muito grande entre a população mundial . A mensagem da campanha se baseou em lemas como, aceitação , respeito e combate a violência contra a população LGBT , e teve como objetivo uma maior mobilização das pessoas , em relação ao forte preconceito instaurado em escala global.
    É de se notar que o preconceito não mais possui espaço no mundo atual . Cada vez mais, estamos lidando com diversidade , flexibilidade de costumes e tradições , fluxo cada dia mais significante de emigrantes e principalmente maior consideração com a liberdade , que pra muitos países democráticos é um Direito fundamental inerente ao ser humano. No caso do Brasil , considerando o fato de ser um país laico , pode se dizer que a liberdade religiosa é algo constitucional , fazendo com que , portanto , o argumento religioso contra a liberdade sexual , não seja válido.

  10. A Organização das Nações Unidas (ONU) foi criada em 24 de outubro de 1945. A principal motivação para a sua criação era unir as grandes potências mundiais para garantir a paz e evitar novas guerras, ou seja, o objetivo da ONU é a segurança mundial. Porém, atrelado ao aspecto da segurança há as políticas sociais e humanistas que também são estratégias para a formação de um mundo livre da violência. O preconceito está presente na maioria dos episódios de criminalidade em todo o mundo. Fomentar a tolerância, o respeito e a diversidade é também garantir a paz. A campanha Livres & Iguais tem esse papel, já que incentiva o respeito e combate o preconceito a pessoas LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais). Com vídeos e material interativo divulgados em todo o mundo, a campanha atingiu mais de um milhão de pessoas, que se conscientizaram sobre o assunto

  11. A campanha “Livres & Iguais” da ONU busca promover a igualdade de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT), objetivando aumentar a conscientização sobre a violência e a discriminação homofóbica e promover um maior respeito pelos direitos das pessoas LGBT (direitos humanos), em todos os lugares do mundo.
    Através do vídeo é possível constatar a seriedade acerca das discussões e os esforços para que esta chegue a todos em todo o mundo, principalmente nos locais em que o preconceito é mais arraigado. O próprio nome dado à campanha já demonstra que o que se busca são dois dos principais nortes dos Direitos humanos, que acabaram trazendo paz para ambientes anteriormente tomados pelo conflito.
    A violência ocorre simplesmente por causa da sua raça, etnia, religião, sexo ou orientação sexual, sendo que os ataques também podem ser atribuídos à própria sociedade que condena a homossexualidade, definindo-a a termos como: fraco, doente ou moralmente errado. Esse tipo de violência dirigida às pessoas por causa de sua sexualidade pode ser de forma psicológica e física.
    Dados estatísticos mostram que 312 gays, travestis e lésbicas foram assassinados no Brasil no ano passado, o que representa uma morte a cada 28 horas, em média. Só em janeiro deste ano, 42 pessoas da população LGBT foram mortas no país.
    Assim, não há dúvidas da importância de tal campanha, sendo que mais uma vez a ONU vem desempenhando papel fundamental na defesa dos Direitos Humanos.

  12. A ONU é uma organização internacional cujo um dos objetivos declarado é a defesa dos direitos humanos e a realização da paz mundial. Com o aumento do número de lésbicas, gays, bissexuais e trans, é necessário e importante reconhecer seus valores, como seres humanos, não os tratando de forma preconceituosa ou violenta. Esse assunto gera ,muita polêmica nos dias atuais e a ONU tratou de forma especial com a criação da campanha global (Livres e Iguais), cabendo ao Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas tratar do assunto. A iniciativa da ONU, promovendo a tolerância, a diversidade e o combate ao preconceito é louvável pois precisamos respeitar as escolhas do próximo e aceitar as diferenças afim de termos um mundo melhor para vivermos

  13. No presente século, vemos mais do que nunca a luta por direitos, a luta por reconhecimento, daqueles que são diferentes aos olhos da sociedade, por serem apenas quem são de verdade. Não seria diferente o posicionamento da ONU sobre o assunto, umas vez que seus principais objetivos são a garantia dos direitos humanos e o de manter a paz internacional. “Livres & Iguais” é uma campanha inédita e global das Nações Unidas para promover a igualdade de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT). Projeto ACNUDH, implementado em parceria com a Fundação Purpose, “Livres & Iguais” tem por objetivo aumentar a conscientização sobre a violência e a discriminação homofóbica e transfóbica e promover um maior respeito pelos direitos das pessoas LGBT, em todos os lugares do mundo. Vemos um forte posicionamento da ONU, desempenhando um papel importante na sociedade internacional, uma vez que este é um assunto pertinente em todos os países, onde vemos bastante resistência e preconceito sobre o assunto.

  14. A forma com que o vídeo demonstra a ONU intervindo em um assunto que infelizmente é tão mal compreendido para algumas pessoas é apreciável. Casos de homofobia não são raros de se ver, várias vezes há agressões físicas contra as vítimas que as recebem pelo simples fato de sua escolha sexual. A ONU então planeja e lança campanhas mundiais como essa retratada: “Livres e Iguais”. A repercussão internacional é certa, astistas de todo o mundo aderiram a causa numa tentativa de esclarecer pensamentos arcaicos e uma discriminação infundada. Gays, lésbicas e transexuais devem receber o mesmo respeito, aceitação que qualquer outro indivíduo. A ONU tem um papel imprescindível quando se diz em proteção dos direitos humanos, ela visa a igualdade entre os povos e mais importante: uma evolução do pensamento que faz com que as pessoas encarem a situação de uma forma natural; instantanea.

  15. A ONU tem um importante papel de discutir em suas reuniões assuntos que geram divergências e tentar alcançar uma solução viável. Sendo assim, o Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, em julho de 2013 lançou a campanha global “Livres e Iguais”, com o objetivo de combater o preconceito, a violência e buscar os direitos da população LGBT – lésbicas, gays, bissexuais e trans. Esse tema apesar de muito polemico, não apresentava precedentes, e sua conscientização é de grande importância.
    A repercussão da campanha foi surpreendente, repassando mensagens de respeito e aceitação sobre o grupo em questão, sendo transmitida pela internet, televisão e ate mesmo estações de trem. No ano passado mais de um bilhão de pessoas no mundo tomaram conhecimento da campanha. Um fator que ajuda na divulgação do tema é a ocorrência da campanha em paises do mundo todo, o que facilita para a maior conscientização.
    Celebridades e politicos de diversos países apoiaram a iniciativa. O programa Livres e Iguais, que alcançou tamanho apoio, encorajou gays, lésbicas, bissexuais e trans a compartilharem suas historias.
    Mesmo vivendo em um mundo onde algumas pessoas não aceitam assuntos polêmicos como esse, é de extrema relevância continuar propagando campanhas de aceitação desses grupos, para que no futuro o preconceito não exista e a tolerância com a diversidade seja valorizada.

  16. No dia 26 julho 2013 na cidade do Cabo, Africa do Sul escritório de direitos humanos das nações unidas lançou uma campanha mundial para combater preconceito discriminação e violência contra gays, lésbicas, bissexuais, transsexuais de todo o mundo. Denominada “Livre e iguais”, a campanha busca preservar direitos universais como o respeito, aceitação e igualdade.
    Pode-se afirmar que grupos que “destoam” de um padrão imposto pela sociedade durante anos sofrem violência, preconceito e discriminação, e um dos objetivos da ONU é assegurar o mínimo de dignidade a qualquer indivíduo.
    Verifica-se influência dessa propaganda da ONU na luta por reconhecimento, luta por uma identidade de gênero através resoluções n° 11 e 12 do Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Promoções dos Direitos de Lésbicas, Gays, Travestis e Transexuais – CNCD/LGBT. A resolução n° 11 garante parâmetros para inclusão de identidade de gênero, orientação sexual e nome social a serem inseridos nos boletins de ocorrência emitidos pelas autoridades policiais do Brasil inteiro. Já a resolução n°12 (publicada no Diário Oficial da União dia 12 de março de 2015), de modo mais efetivo no reconhecimento desse grupo, prevê “o reconhecimento e a adoção do nome social àqueles e àquelas cuja identificação civil não reflita adequadamente sua identidade de gênero” pelas instituições e redes de ensino. É assegurado também o direito ao tratamento oral exclusivamente pelo nome social, cuja inserção deve ser observada nos procedimentos de seleção, matrícula, avaliação. Garante-se o uso de banheiro, vestiários e outros espaços diferenciados por gênero de acordo com a identidade de gênero de cada indivíduo. O reconhecimento da identidade de gênero foi estendido aos estudantes adolescentes, sem obrigatoriedade de autorização do responsável.
    Apesar de não ter força de lei, a busca por inclusão de um grupo social historicamente marginalizado é sempre benéfica, ainda mais quando inviabiliza o direito à educação inerente a qualquer indivíduo. Essa resolução é totalmente pertinente, devendo ser aprimorada para se alcançar força normativa, para que garanta o fim da violência em qualquer espaço, iniciando pela educação, com base na igualdade de condições para o acesso e permanência na escola.

  17. Atitudes homofóbicas ainda estão, infelizmente, profundamente arraigadas em todos os cantos do planeta expondo lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT) de todas as idades a flagrantes violações de direitos humanos. A campanha tem como objetivo aumentar a conscientização sobre a violência e discriminação homofóbica, e incentivar um maior respeito pelos direitos das pessoas LGBT. Numericamente falando, hoje, mais de 76 países ainda criminalizam relações homossexuais consensuais, enquanto em muitos outros a discriminação contra pessoas LGBT é generalizada – inclusive no local de trabalho, bem como nos setores da educação e saúde. A violência e a manifestação de ódio contra pessoas LGBT, incluindo agressão física, violência sexual e assassinato seletivo, foram registadas em todas as regiões do mundo. De acordo com o grupo, o Brasil é o campeão mundial de crimes homotransfóbicos: 40% dos assassinatos de pessoas LGBT ocorreram no país. Pernambuco (34 mortes) e São Paulo (29 mortes) foram os estados onde esses crimes mais ocorreram. A cartilha proposta centra-se em cinco obrigações básicas, onde a ação dos governos é necessária: proteger as pessoas contra a violência homofóbica, prevenir a tortura, descriminalizar a homossexualidade, proibir a discriminação e defender as liberdades de associação, expressão e reunião pacífica para todas as pessoas LGBT.

  18. A Organização das Nações Unidas, ONU, é uma organização internacional, que tem como objetivo facilitar a compreensão e cooperação do Direito Internacional, buscando a paz mundial.
    A campanha ‘Livres e Iguais’, é inédita e global, e visa promover a igualdade de gêneros,entre gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transsexuais, aumento a conscientização sobre a violência e a discriminação sofridas por pessoas que se enquadram neste gênero, promovendo um maior respeito ao movimento LGBT ao redor do globo.
    No Brasil, de acordo com os dados do 2º Relatório Sobre Violência Homofóbica de 2012, publicado pela Secretaria dos Direitos Humanos, somente no ano do relatório foram quase 10.000 denúncias de violações de direitos humanos relacionadas à população LGBT registradas pelo governo federal. Infelizmente, estas são apenas as denúncias registradas, existindo um número muito maior do que o publicado, visto que muitas situações não são relatadas por medo da exposição.
    Infelizmente, grande parte da sociedade não aceita um comportamento que deveria ser normal, visto que a liberdade de ir e vir garante a todos uma livre conotação sexual. Somente o fato de existir a necessidade de uma campanha para diminuir a violência a aqueles considerados ‘diferentes’, já mostra o egoísmo e o preconceito enraizado na cultura mundial. O que se resta a fazer é torcer para que a campanha alcance resultados positivos expressivos.

  19. Dentre os motivos da criação da ONU está a integração dos mais diversos povos distribuídos pelo mundo. Desse motivo decorre a grande atuação dessa organização na proteção das minorias, sejam étnicas, religiosas ou de orientação sexual. A proteção das minorias sexuais é particularmente complicada, devido à distribuição dessas minorias em todas as sociedades, e devido à grande variação com relação a forma com que são tratadas ao redor do mundo. Há regiões, como a Europa Ocidental por exemplo, em que ocorreram grandes avanços nesse sentido, pois esses grupos são altamente integrados à sociedade e tratados em sua maioria com respeito e tolerância. Entretanto, há locais, como o Oriente Médio por exemplo, em que praticamente não houve avanços, pois há intensa discriminação e criminalização dessas minorias. Campanhas como a “Livres e Iguais” demonstram o compromisso da ONU em combater essa intolerância, e são extremamente importantes para manter os avanços onde eles ocorreram, e para conscientizar as regiões que não toleram esses grupos de que todos são iguais e devem ser respeitados.

  20. Livres & Iguais é uma campanha inédita e global das Nações Unidas para promover a igualdade de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT). Projeto implementado em parceria com a Fundação Purpose, “Livres & Iguais” tem por objetivo aumentar a conscientização sobre a violência e a discriminação homofóbica e transfóbica e promover um maior respeito pelos direitos das pessoas LGBT, em todos os lugares do mundo. A liberdade e o respeito são pilares de uma sociedade, no mundo contemporâneo, presenciamos uma serie de atrocidades cometidas por ditos “cidadãos”, atuando em nome de uma maioria preconceituosa, onde a ideia é dizimar os que não são iguais. Um completo absurdo, do qual as autoridades faziam vista grossa para evitar ter que discutir o assunto, todos ainda envolvidos no tabu do relacionamento homem-mulher. No entanto, de alguns anos pra cá já é possível notar a diferença no tratamento da questão. A minoria, que eram os diferentes, foram tomando espaço, através de movimentos sociais nos quais os únicos pedidos eram o reconhecimento das diferenças e clamor por respeito. Diante de todas as lutas, hoje existem diversos órgãos e entidades públicas que levam o tema a debate e lutam junto com os LGBT’s para o mínimo de respeito e inclusão social, como é o caso da ONU com o Livres e Iguais.

  21. O vídeo a respeito da campanha “Livres e Iguais”, lançada em 26/07/2013 na Cidade do Cabo na Africa do Sul, retrata uma mensagem de respeito e aceitação, que foi vista ou que teve repercussão para mais de 1 bilhão de pessoas por todo o mundo. Nas Nações Unidas, os líderes promoveram e defenderam o direito das lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros. Campanhas como esta, exibida acima fazem com que, cada vez mais, o entendimento de situações conflitosas em relação ao ordenamento jurídico em países mais conservadores seja cada vez mais favoráveis à essas pessoas. A compreensão e a aceitação demoraram, mas chegaram e estão chegando cada vez mais e cada vez mais longe. O apoio de celebridades ajuda as pessoas mais fechadas à este tipo de relacionamento, verem que o anacronismo de seus pensamentos e posicionamentos é infundamentado e que todos somos iguais perante a lei e somos livres para escolhermos o que quisermos para nós mesmos como diz o artigo 5° de nossa Constituição da República. O fato é que pessoas mais ignorantes (não no sentido pejorativo da palavra), simplesmente não aceitam o novo tipo de união por motivos pessoais, religiosos ou culturais. São iniciativas como a da ONU, que fazem com que o mundo aceite e veja o quão bom é a diversidade. Parabéns!

  22. A ONU (Organização das Nações Unidas) é uma organização internacional criada com diversos objetivos e, um deles, é o respeito aos Direitos Humanos.
    A iniciativa da organização, com a campanha Livres & Iguais, visa combater a discriminação, o preconceito e a violência com Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transsexuais. Cada ser humano ter liberdade de escolha sexual, além da liberdade de expressão e de seu próprio corpo, direitos fundamentais, enraizado em nossa Constituição. Indo mais além, tais direitos, são mundiais, são direitos de qualquer um em qualquer lugar do mundo.
    O grupo LGBT, é uma minoria na sociedade e, por esse fator e pela ignorância de algumas sociedades (não só pessoas) vem sofrendo muito com ameaças, violências, discriminações e preconceitos. Apesar da campanha internacional ser uma bela demonstração de tentativa de proteção aos Direitos Humanos, só o fato de sua existência, remete à dificuldade que esse povo passa em seu dia-a-dia.
    Por ser uma campanha mundial, realizada pela ONU, os resultados desta proteção e “aceitação” do povo LGBT, vem aparecendo, seja na participação de líderes mundiais em conferências sobre o assunto, seja na quantidade de visualizações dos vídeos feitos pela campanha (mais de um bilhão).
    Esperamos que com tal iniciativa, a ignorância de pessoas e até sociedades com as minorias, venha a se encerrar, podendo assim a ONU conquistar, mais uma vez, um de seus objetivos, assegurar o respeiro aos Direitos Humanos, assim como assegurar a paz mundial.

  23. A ONU faz um trabalho social muito interessante e conscientizador. Esse não é o primeiro que ela faz, mas talvez poucos, ou nenhum teve um alcance tão extenso como o demonstrado no vídeo. A ONU, como um dos mais importantes sujeitos de Direito Internacional tem como objetivos declarados sempre tentar promover o progresso social e defender os direitos humanos. E ela vem fazendo bem esse papel. O que falta agora é uma colaboração mais incisiva dos Estados e pessoas.
    A ONU foi fundada em 1945, pós Segunda Guerra Mundial, com o objetivo principal de evitar guerras entre os Estados e servir como plataforma de diálogo para os mesmos. A aludida entidade possui 193 países-membros, incluindo todos os Estados soberanos e é financiada por contribuições voluntárias dos mesmos.
    O tema abordado no vídeo é uma polêmica “recente”, pois só agora as pessoas estão se conscientizando e aceitando mais essa ideia. O apoio da ONU é muito importante, pois mais pessoas devem abraçar a causa (visto o nome que a entidade tem) o que é muito importante para a comunidade LGBT e todas as minorias que forem ou não defendidas pela organização.

  24. Maravilhoso o trabalho da Organizacão das Nacões Unidas. O mundo hoje, com tanta diversidade precisa de conscientizacões assim, com grande alcace como mostrado nesse video. A ONU visa proteger o indivíduo das atrocidades cometidas contra ele, ela foi fundada em 1945 após a segunda Guerra Mundial e se respalda sempre na protecão dos Direitos e Garantias Fundamentais do Homem e do Cidadão. O preconceio contra gays, lésbicas, travestis é enorme apesar dessa discussão estar muito em alta nos dias de hoje e eles ganhando um grande espaco na sociedade, como por exemplo casamentos, direito a heranca, adocão de filhos, reconhecimento de união estável. O trabalho da ONU é exemplar e sim, todos somos merecedores de sermos amparados pelos Direitos Humanos Fundamentais como previsto em nossa legislacão, é o mínimo que o Estado pode nos garantir, concedendo uma igualdade para todos os sexos e opcões.

  25. A questão da escolha sexual está sendo cada vez mais trazida para o centro de discussoes, visto que há uma grande discriminação e preconceito conflitando com o direito a liberdade sexual, a liberdade de expressão que todo individuo tem. A comunidade LGBT – lesbicas, gays, bissexuais e transsexuais, por ser um grupo de minorias, é tratado com ignorância e violência.

    A Organizaçao das Nações Unidas não poderia fazer diferente e apoiar essa causa com a campanha Livres & Iguais, lutando cada vez mais pelo respeito, aceitaçao e igualdade.A questão da escolha sexual está sendo cada vez mais trazida para o centro de discussoes, visto que há uma grande discriminação e preconceito conflitando com o direito a liberdade sexual, a liberdade de expressão que todo individuo tem. A comunidade LGBT – lesbicas, gays, bissexuais e transsexuais, por ser um grupo de minorias, é tratado com ignorância e violência.

    A Organizaçao das Nações Unidas não poderia fazer diferente e apoiar essa causa com a campanha Livres & Iguais, lutando cada vez mais pelo respeito, aceitação e igualdade, até mesmo por defender os direitos humanos.

  26. A ONU (Organizações das Nações Unidas) tem por objetivo, não só evitar guerras, mas proteger os Direitos Humanos. Quando esta foi criada, o mundo estava acabando de sair de um cenário estarrecedor da Segunda Guerra Mundial, onde houveram muitas mortes, conflitos e um enorme desrespeito à humanidade, ainda mais no que se diz respeito às atrocidades de Adolf Hittler com os judeus e negros. Porém, apesar de tudo isso, o objetivo principal foi realmente evitar mais guerras, até porque a sociedade internacional tinha vivido um período de três a quatro décadas seguidas de um tensão enorme.
    Contudo, com o passar dos anos esse cenário de Direitos Humanos volta à tona com uma grande força, pois os que não eram reconhecidos, os que eram menos favorecidos e os que sempre foram desrespeitados cansaram de tamanha crueldade. Mas também não foram só eles que aderiram à essa proposta, mas como a sociedade em sua maioria.
    Atualmente, a ONU faz um trabalho social exemplar em proteção e defesa de todas as pessoas, principalmente aquelas que se sentem mais desrespeitadas ou desamparadas. E entre elas, existe o grupo LGBT, que ainda sofre de enorme preconceito na sociedade.
    Por fim, é necessário que essa proteção possa alcançar ainda mais grupos e pessoas. Para isso, é preciso que os países integrantes da ONU (193 Estados-membros) possam dar mais assistência a essa causa.

  27. The United Nations is an international organization founded in 1945, it was created following the Second World War to prevent another such conflict and their most important objectives are the peacekeeping and the security. One of the UN’s primary purposes is promoting the respect for human rights and for fundamental freedoms for all without distinction about race, sex, language, or religion.
    That campaign fits excitedly in that purpose, cause it looks as a global fight against the discrimination with the homosexuals around all the world. It focus on the fact that the gays and lesbians have the same rights as any other heterosexual person. It is a really important subject to talk about, cause it make part of our reality, since it turns in something usual all over the world.
    The fact is ,if should we avoid and fight against the discrimination among different sex,religions,race and etc ,why should we fight against the discrimination with the anyone choice too?
    Everyone have the freedom to stay with the person it want to , without suffer any disrespect or aggression because of it. Everybody around the world needs to learn to leave with the difference, with all kind of difference, because no one is totally equal to other, every one has something different inside or outside, we are humans and that’s part of our essence. The only things we have completely in common are our human rights and that’s exactly what should we require and look for.
    TATIANA MACEDO
    MILTON CAMPOS
    MANHA 20389

  28. A Organização das Nações Unidas (ONU), é uma organização internacional cujo objetivo declarado é facilitar a cooperação em matéria de direito internacional, segurança internacional, desenvolvimento econômico, progresso social, direitos humanos e a realização da paz mundial. Existem atualmente 193 países-membros, incluindo quase todos os Estados soberanos do mundo. Visando a defesa dos direitos humanos a ONU, lançou um campanha de apoio a comunidade LGBT, campanha esta que é muito importante para a conscientização e eliminação do preconceito que esse grupo sofre.
    Através da campanha o tema foi abordado em todo o mundo, áreas onde o tema era tabu hoje se vê uma abertura para dialogo, o apoio de artistas também é fundamental para a campanha pois da visibilidade e mídia para a causa.
    Devido a ignorância e falta de tolerância com as diferenças, a comunidade LGBT sofre muito preconceito em todo o mundo, não raro vermos casos de ódios extremos que resultam em mortes. A ONU está indo contra esse ódio provocado pela ignorância, através de sua campanha, ela visa conscientizar a população, passando informações e abrindo o tema para debate, com o objetivo de provar como é importante a comunidade LGBT ser tratada de forma igualitária e respeitosa.
    Percebemos claramente o comprometimento da ONU com os direitos humanos e a busca por um mundo mais humano e sem preconceitos.

    HELBER CARVALHO RIBEIRO
    MILTON CAMPOS
    MANHA – 19374

  29. É incrível ver como a ONU tem força e apoio em seu trabalho de conscientização sobre a importância da igualdade e respeito com relação aos gays, lésbicas, transexuais e bissexuais (LGBTs), indivíduos que sofrem preconceito, discriminações e até agressões. Percebe-se que a preocupação da ONU é com o caráter humanitário, com o direito de cada individuo de ser respeitado em sua concepção, individualidade, não se prendendo em questões de cunho religioso. A adesão de pessoas famosas que possuem influencia no cenário internacional ajudam a dar credibilidade a campanha e são de suma importância para chamar a atenção sobre esse assunto que é tão importante, polemico e que deve ser defendido.
    A Constituição da República de 1988 traz como direito e garantia fundamental a ideia de que todos são iguais perante a lei, ou seja todos os indivíduos devem ser respeitados. O ordenamento jurídico brasileiro vem se tornando flexível em relação a concepção de família tradicional prevista no (art. 226, §3º e , § 4º). Quanto ao reconhecimento da união homosexual como entidade familiar, nova tendência vem surgindo e se acentuando nos últimos anos, principalmente nos Tribunais de Justiça do Sul do Brasil, onde a jurisprudência vem considerando tal relacionamento, como uma entidade familiar. Isso demonstra como a defesa dos direitos desses grupo estão ganhando força e que a tendência tanto no cenário nacional quanto no internacional tendo em vista ao número de países que são membros da ONU é de aceitação e reconhecimento digno em relação ao grupo LGBTs.

  30. A ONU é atualmente quase que global , afinal apenas alguns países não fazem parte desta , como a Suíça , por exemplo . A sua importância é indiscutível no contexto mundial.
    A finalidade da ONU – Organização das Nações Unidas neste mundo globalizado, onde todas as informações do que ocorre no planeta são disseminadas rapidamente, tem o papel de convencer os governantes dos países a buscar pacificamente, independentemente de diferenças religiosas ou interesses econômicos, soluções a todos os conflitos sem a necessidade de guerras.
    Num mundo atual, com tantas denúncias de violação dos direitos humanos em casos de agressões contra a população LGBT, era apenas uma questão de tempo até que essa organização tomasse medidas para alterar a realidade atual.
    A campanha é interessante em diversos níveis, contendo diversos programas que visam combater o preconceito e homofobia no mundo. Tem como objetivo promover a igualdade de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT).

  31. A Organização das Nações Unidas, a qual foi formada com o objetivo de trabalhar pela paz e desenvolvimento mundiais, demonstra sua contemporaneidade com questões como o preconceito e discriminação com lésbicas, gays, bissexuais e trans.
    Não apenas, busca por meios de comunicações globais, atingir um vasto número de pessoas conscientizando sobre a igualdade e aceitação, promovendo os direitos humanos das lésbicas, gays, bissexuais e trans, fazendo um papel importante no progresso social e na proposta de melhoria das condições de vida dentro de uma liberdade mais ampla.

  32. A ONU sempre nos emocionando com suas campanhas lindas e solidárias com aqueles que não são consagrados padrões. Esta Organização veio com o fim de facilitar toda a interação de Estados Soberanos que pretendem estabelecer relações internacionais com outros paises. A ONU demonstra sua força através de campanhas, interações internacionais, sejam estas de cunho de pacificação ou de interatividade, ela sempre está presente para regular e organizar as nações, sempre visando a proteção do interesse de todos e sua igualdade.
    Tudo que é diferente não atrai a maioria, os transexuais, gays e lesbicas são diferentes para a socidade, e infelizmente sofrem preconceito no mundo todo, porem, atualmente essa ideia vem mudando, com essas campanhas de conscientização e em prol dessa igualdade sexual, como realizada pela ONU, as pessoas vem abrindo mais seus posicionamentos conservadoristas para receber estas pessoas que tem sua livre opção de escolha.
    No Brasil desde a Constituição de 88, a liberdade é amplamente defendida e permite a todo cidadão o direito de escolha, porém a sociedade não estava apta a permitir discrepancias, e atualmente o quadro vem mudando para melhor, em prol da igualdade.

  33. O retorno à paz após os conflitos da Segunda Guerra Mundial deu início a diversas tentativas de assegurar a manutenção da paz e a solução pacífica de conflitos por meio do diálogo entre as nações. O principal instrumento internacional com este objetivo foi a Carta das Nações Unidas (ONU, 1945).
    A construção do regime internacional de combate ao racismo e promoção da igualdade racial iniciou-se com o debate geral dos direitos humanos, mas pautou-se em questões específicas direcionadas a esse grupo vulnerável. Como consequência, houve a construção de instrumentos jurídicos dirigidos à questão em diversos países.
    Um dos primeiros instrumentos do direito internacional relacionado com o combate direto à discriminação racial, de forma específica, foi aprovado no âmbito da Organização Internacional do Trabalho (OIT), agência especializada da ONU que foi constituída em 1919, antes mesmo da formação do Sistema das Nações Unidas.
    O instrumento seguinte a colaborar com o debate acerca do regime internacional de combate ao racismo e à discriminação foi a Convenção relativa à Luta contra a Discriminação no Campo do Ensino, aprovada em 1960, no âmbito da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura – United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization (Unesco).
    Com efeito, a temática da discriminação esteve presente desde cedo nesta organização.

  34. A Organização das Nações Unidas busca, essencialmente, a defesa dos direitos humanos. Em sua campanha para tratar com igualdade Lésbicas, Gays, Homossexuais e Transsexuais esta entidade deseja apenas mostrar que, independente de orientações sexuais, todos são iguais e merecem o mesmo respeito. A luta contra a discriminação e em prol da igualidade ganha força quando Organismos como a ONU, que tem influência global, apoiam as minorias.
    A ONU, não preza, necessariamente, pela defesa de um grupo específico, mas sim dos seres humanos, de todos os cidadãos que fazem parte das Nações Unidas e precisam, de alguma forma, serem protegidos.
    A sociedade só ganha ao aceitar e incentivar a propagação de campanhas como esta, pois assegurar o direito de cada um, assegura o direito de todos. Embora muitas pessoas não concordem ou não gostem de determinados grupos, etnias, religiões, é preciso aceitar e respeitar para que a política de boa convivência seja mantida.
    Em suma, é possível constatar através do vídeo que, a ONU vem cumprindo seu papel e difundindo seus ideias por todo o mundo e, para que isso possa continuar, é essencial que esta Organização Internacional ganhe cada vez mais força, tenha cada vez mais membros e possa, em algum momento, conseguir atingir todos os países da Terra para incentivar a busca incessante pela garantia dos direitos fundamentais.

  35. Creio que a Organização das Nações Unidas, na qualidade de defensora dos direitos humanos, cumpriu primorosamente com o seu devido papel ao publicar o vídeo em questão que sustenta a luta pelos direitos iguais da população LGBT.
    É muito importante a manifestação da ONU a respeito desse assunto, é certo que este é um tema extremamente discutido atualmente e a discriminação é uma postura abominável nos dias de hoje, tendo em vista toda a evolução social pela qual o mundo já passou. A participação da ONU nessa questão da homossexualidade e transexualidade é de grande ajuda para o movimento para que a “intolerância” seja um dia eliminada e a igualdade prevaleça de fato.

  36. “O amor não faz mal ao próximo. De sorte que o cumprimento da lei é o amor.” (Romanos 13:10)

    É impressionante que em pleno século XXI, nós mulheres, tenhamos que nos resignar a essa figura frágil e subjugada, com vestimentas apropriadas, com horário para ir e voltar, com um vocabulário limitado e a cabeça sempre baixa, para que nossa postura não seja capaz de despertar o grande figurão masculinizado pela sociedade – esse ser humano onipotente – cujas atitudes são justificadas pela nossa saia curta ou calça apertada.
    Toleramos a atitude do opressor, rechaçamos a vítima. E honestamente, só há uma coisa mais desprezível que um homem machista: uma mulher que queira preencher estes requisitos.
    Na mesma proporção, atitudes machistas refletem em comentários homofóbicos por grande parcela da sociedade.
    Falando no contexto da nossa sociedade brasileira, por exemplo, que se mostra altamente conservadora, machista e completamente homofóbica, pesquisas mostram que 49% da população reprova a união homoafetiva, mesmo que ela já tenha sido reconhecida pelo STF, além de grandes ataques verbais e físicos que sofrem todos os dias lésbicas, gays, bissexuais e trans.
    Nesse diapasão, a atitude das Nações Unidas ao lançar a campanha global trazida por essa matéria, de conscientização pelos direitos da população LGBT, é de extrema importância e merece aplausos, por estar cumprindo com seu papel de uma organização internacional que zela pela proteção aos direitos humanos.
    Que essa campanha ainda atinja milhões de pessoas em todo o mundo, e que atitudes homofóbicas e transfóbicas que ainda estão arraigadas em todos os cantos do planeta deixem de se manifestar, alcançando um mundo sem diferenças, onde todos são livres e iguais, sem distinção de qualquer natureza, e claro, sem flagrantes violações de direitos humanos.

  37. A proteção à liberdade e igualdade é uma demanda social de todo e qualquer ser humano.
    Atualmente o movimento LGBT reivindica esse direito e pede a tutela pelo ordenamento jurídico, o apoio da ONU para a proteção desse direito é favorável a reafirmação desses direitos a todo e qualquer ser humano.
    Acredito que a iniciatova da ONU deveria alcançar não só um grupo mas todo e qualquer ser humano, de forma que o exercicio da liberdade e da igualdade seja pleno

  38. É possível observar através do vídeo que a ONU vêm tomando iniciativas e realizando ações que visam mobilizar e alertar todos os povos acerca da importância do reconhecimento dos direitos da comunidade LGBT por todo o globo terrestre.
    Em tempos passados, outros grupos minoritários já foram marginalizados e tratados como uma espécie de sub-humanos, e a luta pela igualdade de direitos se fez necessária, não muito diferente da realidade com a qual nos deparamos hoje.
    É de extrema importância que organizações de caráter e influência mundial abracem a causa da luta igualitária por direitos, assim com a ONU, fazendo com que o movimento ganhe cada vez mais força, e que dessa maneira seja possível um dia viver em uma sociedade em que as pessoas não sejam julgadas por fatores como sua orientação sexual, e sim pela suas atitudes e seu caráter enquanto seres humanos vivendo em sociedade.

  39. O programa acima mostrado, “Livres e Iguais” surge como uma um projeto sobre a disseminação da igualdade das pessoas e ampliação da consciência e tolerância entre iguais.
    A Organização das Nações Unidas (ONU) possui como uma de suas missões principais ajudar as pessoas a viverem melhor, estimulando o respeito pelos direitos e liberdade dos outros.
    Nesse sentido, o órgão deve atuar para fomentar a paz e promover a tolerância, sobretudo quando se trata de minorias, e com a população LGBT não poderia ser diferente.
    Essa população ainda hoje se vê privada de direitos básicos e segue diariamente em busca da luta pelos seus direitos.
    Portanto, a presença da Organização das Nações Unidas no já mencionado vídeo, demonstra sua preocupação em promover grandes eventos que possam influenciar e colaborar para a ampliação da aceitação da sexualidade das pessoas, sem visões preconceituosas e discriminadoras entre os habitantes dos países membros, reafirmando como esse problema deve ser tratado mundialmente por todos.

  40. ”Livres & Iguais” é uma campanha inédita e global das Nações Unidas para promover a igualdade de lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e travestis (LGBT). Projeto do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, o programa pretende aumentar a conscientização sobre a violência e a discriminação homofóbica e transfóbica e promover maior respeito pelos direitos das pessoas LGBT, em todos os lugares do mundo.
    Lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e intersexuais já atingiram novas fronteiras e celebraram conquistas notáveis. Apesar desta transformação, os atos de discriminação e violência contra a comunidade LGBT persisitem. Infelizmente atitudes homofóbicas ainda estão profundamente arraigadas em todos os cantos do planeta expondo pessoas de todas as idades a flagrantes violações de direitos humanos.
    Daí a importância da iniciativa das agências e programas das Nações Unidas em busca de conscientizar o público sobre a violência e a discriminação homo-lesbo-transfóbica e, dessa maneira, promover a efetividade dos direitos de gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais por todo o mundo.

  41. A campanha “Livres & Iguais” é uma campanha inédita e global das Nações Unidas para promover a igualdade de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT). A iniciativa serve como uma ferramenta para ajudar os Estados a compreender melhor as suas obrigações e os passos que devem seguir para cumprir os direitos humanos de pessoas LGBT, bem como para os ativistas da sociedade civil que querem que seus governos sejam responsabilizados por violações de direitos humanos internacionais.
    Vivemos em uma época em que a discussão sobre direitos humanos é de extrema importância. Infelizmente, o que se vê em muitos países é o desrespeito em relação às questões de gênero como também a intolerância/fanatismo religioso. A campanha promovida vem justamente com o objetivo de fomentar o debate acerca da igualdade de direitos, e em relação ao respeito ao próximo. Mostra também a grande importância das Nações Unidas na defesa dos direitos humanos já que é um órgão que administra e monitora o cumprimento dos compromissos internacionais pactuados e exige que se cumpram as suas normas. Promove a paz, a justiça mundial e a fé na dignidade da pessoa humana. Princípios que são de extrema importância em uma sociedade preconceituosa, como a que vivemos.

  42. Combater o preconceito, a violência e a discriminação contra lésbicas, gays, bissexuais e transexuais de todo o mundo. Este é o objetivo da campanha “Livres e iguais”, desenvolvida pela Organização das Nações Unidas sem qualquer precedente. Representa um incentivo ao respeito e à aceitação do outro tal como ele é, já que, diante de um cenário de exposição das pessoas LGBT à vergonha, de discriminação e de violência, fez-se necessário o posicionamento de uma organização tão importante, que possui o caráter orientador, e, muitas vezes, vinculante com relação à várias políticas sociais ao redor do mundo. As trágicas consequências do preconceito vão muito além dos homicídios, chegando, por exemplo, ao surgimento de traumas ao longo da vida e à automutilação dos que sofrem por serem quem são. Nas Nações Unidas, os líderes mundiais promoveram e defenderam os direitos humanos, assim como várias celebridades passaram a dar um status favorável à causa LGBT. Os incentivos à educação pública com relação à comunidade LGBT e à reforma de políticas sociais que reforcem o apoio aos direitos humanos da mesma representam, sem dúvida, um grande passo para a conscientização em larga escala.

  43. Marianna Aniceto Concesso - Tópicos em Relações Internacionais 2015/1 em disse:

    Acompanhei a campanha Livres & Iguais na época do seu lançamento, e achei genial. Trata-se de uma campanha inédita e global das Nações Unidas para promover a igualdade de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT). Implementada em parceria com a Fundação Purpose e o Projeto ACNUDH, “Livres & Iguais” tem por objetivo aumentar a conscientização sobre a violência e a discriminação homofóbica e transfóbica e promover um maior respeito pelos direitos das pessoas LGBT, em todos os lugares do mundo. Aqui no Brasil, contamos com a nossa Constituição Federal que em seu art. 5º garante a igualdade, sem distinção de qualquer natureza, dentre outro direitos, mas sabemos que na prática infelizmente não é isto que acontece. Vivemos em um mundo onde somos diferentes uns dos outros, e onde cada um merece ser respeitado em sua individualidade. No último dia 26 foi aprovado o casamento gay pela Suprema Corte dos Estados Unidos, a aprovação provocou uma comoção mundial. Nas redes sócias os perfis das pessoas que se identificavam, ou apoiam o movimento era colorido com as cores do arco-íris. Ouvi muitas críticas em relação a esta manifestação, mas a verdade é que devemos buscar pelos nossos direitos, pois se ficarmos de braços cruzados nada será modificado. A iniciativa da campanha como disse no começo é genial, mas a realidade é que ainda estamos longe de uma sociedade que prese e respeite a diversidade e trate a todos como iguais.

  44. O preconceito que mesmo não sendo estampado, disfarça-se nos mais diversos ambientes, deve ser debatido, e analisado com aprofundamento complexo sobre seus motivos, como ele ocorre, e a maneira de liquidá-lo. Agentes que sofrem o preconceito são revitimizados a todo momento, até pelo sentimento de culpa que eles mesmos carregam. A diversidade de gêneros deve ser discutida não somente em plano nacional, como também em todo plano global, de maneira cooperativa e dinâmica. Não se deve estancar o preconceito e vê-lo como pontual, mas como algo reincidente a ser elidido.
    A Campanha “Livres e Iguais” é um ponto marcante para reeducar a todos, mobilizando-os contra o preconceito, a violência e as desigualdades. Os líderes mundiais devem apoiar corroborando com a iniciativa, muito bem fundamentada, embasando os Direitos Humanos contra a homofobia. Deve-se sempre partir do nacional para o global, ampliando-se o aspecto dos direitos, num parâmetro de igualdade e liberdade.

  45. A campanha da Organização das Nações Unidas, visualizada no vídeo, vem para atuar na luta pelos direitos de todos os indivíduos, independentemente na opção sexual, cor, raça ou idioma. A garantia desses direitos se propaga pelo mundo inteiro, inclusive ações estão sendo realizadas em vários países incluindo o Brasil que visam a defesa de um direito igual e de pessoas livres. Basta da violência praticada contra pessoas que são consideradas diferentes daquilo que eu, você ou aquele amigo é. As diferenças incluem a questão da liberdade, todos somos diferentes em diversos aspectos, sejam externos ou internos.
    A nível internacional, cada vez mais são noticiadas mortes, abusos, preconceito contra lésbicas, gays, transexuais. Nenhuma dessas pessoas quer atingir ou diminuir o direito do próximo, apenas desejam obter os mesmo direitos como ser humano que é. A questão abrange mais a fundo, o uso da violência agrava ainda mais a noção do preconceito, pois está ferindo vidas injustamente.
    Pode-se interpretar essa situação na visão de Norman Angell, em “A Grande Ilusão”. Nela, o autor defende que o uso da força física já foi eficaz na solução de divergências; todavia, no mundo atual, a força não mais garante a resolução de conflitos.
    Portanto, o que Angell prega é que a utilização da força só traz malefícios para a sociedade em que habita, interfere na ideologia da comunidade e agrava as questões políticas e econômicas. A força física não é vantajosa. Assim, esse ponto se traduz na campanha da ONU no âmbito de que não podemos permitir que as agressões por preconceito perpetuem e que seja introduzida a visão de um mundo igualitário em direitos.

  46. A ONU, com esta nova companha “Livres e Iguais”, busca promover a igualdade de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT). A iniciativa se deu pelo fato de haver, infelizmente, ainda, no seculo XXI, atitudes homofóbicas e trans fóbicas de caráter bastante preconceituoso. Busca a proteção dos direitos humanos internacionais, evitando sua violação, fazendo com o que o Estado compreenda mais suas obrigações, e cumpram seu dever em relação a isso.
    Existe, em todo mundo, pessoas que sofrem esse tipo de discriminação tanto em casa com familiares como também no trabalho, nas ruas, e até em lojas em que frequentam.
    A cantora brasileira, Daniela Mercury, tem sido, durante muitos anos, uma forte defensora dessa igualdade, dessa busca dos direitos humanos por meio de seu trabalho como Embaixadora da Boa Vontade do UNICEF, também atuando junto ao UNAIDS e à UNESCO. A campanha, com esse intuito de conscientização, busca mobilizar todas as pessoas de todos os países, a respeitar uns aos outros, mostrando que somos todos livres e iguais, e que a escolha de nossa opção sexual não interferem em nosso caráter, nas nossas qualidades, que independentemente disso todos nós somos seres humanos e queremos ser respeitados independentemente de nossa crença, politica, sexualidade. Não se deve parar de trabalhar em prol dos direitos humanos para todos, portanto essa crise mundial de violência deve acabar.
    Como já dizia Madre Teresa: ““Se você vive julgando as pessoas, não tem tempo para amá-las.”

  47. A ONU tomou uma atitude exemplar e muito importante, pois por meio dela foi transmitido uma mensagem de conscientização para a população de direitos humanos. O objetivo desta mensagem é combater com o preconceito e a falta de respeitos que as lésbicas, gays, bissexuais e trans sofrem diariamente. A liberdade e a igualdade são fundamentais e não devem ser violadas, mas infelizmente muitas pessoas não aceitam isso e acabam tomando atitudes muito graves. Todo mundo tem o direito de escolher o seu próprio caminho e a sua opção sexual e está escolha tem que ser respeitas por todos. Com esta iniciativa da ONU, atingiu um público muito grande e isto é muito importante, pois pode ter tocado o coração de várias pessoas e ter feito com que elas mudassem de opinião e de perspectiva, a qual tinha antes. A participação de alguns famosos também foi bastante importante, pois com a divulgação deles, conseguiram atingir muitas pessoas. A campanha global realizada pelas Nações Unidas tem um objetivo de mudar a realidade de hoje, que é bastante triste, pois mesmo depois de tanto tempo, muitas pessoas agridem os gays, bissexuais, trans e lésbicas, comprometendo a integridade física deles e causando sofrimento. Portanto, para promover a paz e preservar todos os princípios que devem ser fundamentais em todas as sociedades, como exemplo, o princípio da dignidade da pessoa humana, todos devem respeitar ao próximo e não agir com violência, o que muitos infelizmente estão fazendo.

  48. A campanha inédita e global, “Livres e Iguais”, Projeto do Escritório das Nações Unidas para os Direitos Humanos, tem muita importância e merece tal destaque, por abranger o âmbito internacional na defesa das pessoas LGBT que, ainda hoje, sofrem com o preconceito, a segregação e a violência. Os direitos humanos internacional têm como objetivo estabelecer obrigações entre os Estados para garantir que todas as pessoas, sem distinção, possam desfrutar de seus direitos humanos, sendo assim, aplica-se também às pessoas LGBT. A perseguição aos homossexuais (num sentido amplo, o que inclui também os transgêneros e bissexuais) é secular, já tendo sido, até mesmo, criminalizada pela Igreja e pelo Estado, principalmente a partir do século XV, quando algumas figuras se rebelaram na busca por igualdade, sendo que muitas acabaram mortas. É a luta por esta igualdade que permanece até os dias de hoje, e que ainda, mesmo depois de muitas conquistas, não a conseguiram por completo.
    A campanha foca no debate e na discussão sobre os diversos casos de violência contra homossexuais, e na discriminação transfóbica. E para isso, o site da campanha disponibiliza um material com diversos conceitos, e esclarece dúvidas que podem ser comuns, justificando, por exemplo, os motivos de não se criminalizar a homossexualidade, de a privação dos direitos humanos das pessoas LGBT não poder ser baseada devido ao posicionamento religioso, entre outras tantas questões que efetivamente contribuem para a conscientização e informação das pessoas, na busca por uma completa igualdade social.

  49. Estamos em pleno século XXI e ainda presenciamos forte preconceito, sentimento antigo, mas ainda arraigado em nossa sociedade, dita moderna. A convivência com as diferenças ainda é um desafio nas relações interpessoais, e o lançamento mundial da campanha “Livres e Iguais” criada pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos em parceria com a fundação Purpose, com o intuito de promover a igualdade de direitos de lésbicas, bissexuais, transexuais e travestis, com foco na necessidade de reformas legais e na educação pública para o combate à homofobia, retrata a dimensão deste problema.
    Embora sejamos todos iguais perante a lei, entender e conscientizar de que todos temos os mesmos direitos mostra se uma tarefa árdua para muitos. Daí a constatação da violência e discriminação contra o outro que, ao exercer sua liberdade de escolha, opta por algo diferente.
    A Organização das Nações Unidas proporcionou um grande reforço à causa LGBT, ao usar sua influência global para chamar a atenção sobre a violência e discriminação homofóbica e transfóbica, e ainda ao incentivar o maior respeito aos direitos da comunidade LGBT em qualquer lugar do planeta.

  50. Hoje, há grande discussão sobre a igualdade dos LGBTs em relação aos demais. Afinal, a violência e a discriminação sofrida por esse público ainda está latente na sociedade contemporânea, inclusive em nossas ações cotidianas.E, mesmo havendo várias frentes lutando à favor dessas minorias, ainda sim é necessário difundir a aceitação das diferenças.
    Inicialmente, para de fato haver diminuição dessas ações preconceituosas, devemos efetuar mudanças próprias, a fim de não repassar aos demais um julgamento errôneo e discriminatório. Dessa forma, com pequenas mudanças, poderemos não refletir essas definições que perpetuam a desigualdade atual, em relação ao tema.
    Vê-se constantemente em jornais, por exemplo, notícias sobre agressões verbais e até físicas, motivadas estritamente pela intolerância à diversidade sexual. Obviamente, isso não pode ser aceito com normalidade, não se pode agir de forma desrespeitosa e violenta com o outro – principalmente se for por motivos fúteis, como a homofobia, a transfobia, entre outros. Além disso, há também a discriminação social, vindo, inclusive, de pequenos gestos, como os olhares condenadores e a difusão de ações, palavras, expressões fundadas em preconceitos.
    Logo, A ONU acertou de forma plena ao difundir uma campanha contra o preconceito em relação ao público LGBT – Lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros. E essa campanha, denominada “Livres e Iguais”, acabou por ter uma grande adesão da população mundial, incluindo celebridades, ao ponto de alcançar a incrível marca de um bilhão de pessoas mobilizando-se sobre o assunto. Essa visão trazida por pessoas e órgão influentes é de grande valia na diminuição do problema, pois eles conseguem atrelaçar o que defendem a diversos países, culturas e situações sócio-econômicas.
    Assim, a campanha possui maior visibilidade e, consequentemente, uma maior reflexão sobre o preconceito identificado ainda hoje na sociedade. Deve-se, somente, aumentar o número de campanhas como esta, para que abarquem ainda mais pessoas e tragam reflexão mundial sobre esse julgamentos desnecessários, que não deveriam constar em uma sociedade com tantas diferenças.

  51. Louvável a campanha da ONU. Rechaçar o preconceito sobre qualquer conteúdo deve ser tratado como uma meta no cenário internacional, afinal, o desenvolvimento dos países em certos aspectos influencia na cultura dos povos, e é isso que deve ser mudado: a cultura do preconceito, pois há um direito fundamental, inerente à dignidade humana, o da isonomia, com caráter erga-omnes, tal direito restringe todos os comportamentos capazes de gerar preconceito e discrininação, portanto, há do dever de toda a coletividade de respeitar a auto-determinação, característica exclusiva dos seres humanos. Por isso, campanhas, políticas públicas devem ser realizadas, principalmente através da mídia, que tem uma grande influência na sociedade civil. E o mais importante, faz-se necessário o diálogo, o entendimento, o ”falar e ser ouvido”, pois não há fundamento viver em um mundo, onde pessoas são linchadas, excluídas, pela essência de ser o que são.

  52. Simplesmente lamentável ver o ainda que hoje em pleno seculo XXI pessoas morrem por sua liberdade sexual que ainda não é aceita pela sociedade. Sempre que vejo algo assim uma pergunta me vem a cabeça: “Porque discriminar por algo que é inerente a pessoa e diz respeito somente a ela”! – Importante contribuição da ONU nessa causa, somos livres iguais todos ao mesmo tempo, podemos sim exercer nosso direito de gostar do que mais nos atrai, isso não nos torna melhores nem piores que ninguém. A bandeira que precisa ser defendida é RESPEITO palavra principal e universal para boa conivência em sociedade. É preciso que se respeite decisões e escolhas alheia é precise que sejamos mais tolerantes, por que na verdade somos todos feitos do mesmo material, somos iguais em todos os aspectos. Não cabe a nos seres humanos julgar alguém por suas escolhas, mesmo que você não entenda ou não aceite mas ao menos exerça seu direito de respeitar. Não é necessário que se levante nenhuma bandeira a favor da causa, mas também levantar a bandeira da guerra não nos cabe. Que essa campanha alcance mais que 1 bilhão de pessoas e conscientize a todos que o preconceito não nos leva a nada.

  53. A ONU (Organização das Nações Unidas), teve um excelente propósito ao lançar a campanha global, Livres e Iguais, pois sabe-se que ela visa a tutela dos direitos humanos e, no momento atual ainda existe muito preconceito em relação às lésbicas, aos gays, aos bissexuais e às pessoas trans.
    Diante do exposto, é necessário que campanhas desse modelo sejam desenvolvidas, tendo em vista que muitas pessoas são diariamente vítimas de situações vexatórias e humilhantes devido a sua opção sexual.
    Os direitos humanos, são direitos universais e ninguém pode sofrer discriminação, todos têm direito à vida e à liberdade de expressão e portanto as pessoas devem ser respeitadas independente da sua escolha sexual.
    É relevante ressaltar que esta campanha foi de grande sucesso e mobilizou um bilhão de pessoas e ela tem o objetivo de promover a igualdade entre as pessoas como também a aceitação, o respeito e o combate ao preconceito, a discriminação e a violência.
    Indubitavelmente, é necessário modificar o cenário atual, pois, apesar de ter campanhas como essa desenvolvida pela ONU, é significativo o número de pessoas que são discriminadas e isso requer uma atenção de toda a sociedade, pois cada um tem o direito de ser o que quiser. A opção sexual é um direito personalíssimo de cada um e por isso, independente da opção, todos devem ser respeitados.

  54. Esta concluído, que a ONU e os direitos humanos se interligam completamente e isso nao resta dúvidas. Há muito tempo, a ONU vem dando certo e atingindo cada vez mais os seus objetivos. Buscando conscientizar um número maior de pessoas, sejam elas de qualquer parte do mundo, sobre o assunto de que todos sao iguais e de que merecem ser respeitados, independentemente da sua opcao sexual.
    Logo, diante dessa situacao, criou-se uma campanha para tentar conscientizar todos ao redor do mundo. Atualmente, ao mesmo temp que crescem as leis para aumentar o direito de escolha, sejam de gays, ou lésbicas ou ate mesmo transexuais, o preconceito também continua causando “revoltas” e discussoes. Diante disso, a ONU planeja a campanha : “Livres e Iguais”, que já se tornou fenomeno conhecido mundialmente, com a idéia principal de que gays, lésbicas e transexuais devem ser respeitados e aceitos na sociedade.
    Deve se conscientizar também sobre a violencia e a discriminacao homofóbica, uma vez que o mundo evolui e todos sao livres para fazerem suas escolhas. Artistas de diversos países, aderiram a campanha e muitas pessoas vem concordand e falando a respeito da campanha, oque é um avanco na luta contra esse tipo de preconceito social e lamentável em pleno século 21.

  55. Os direitos humanos são direitos fundamentais do homem, dentre eles estão à garantia da dignidade humana que é um dos princípios mais abrangentes das características do homem. O vídeo aborda um tema defendido pela ONU que é a proteção e união para se acabar com o preconceito, violência e discriminação diante da opção sexual ou de gênero de cada indivíduo. Foi feita uma ação mundial com o intuito de informar todos sobre as possíveis opções sexuais e de gêneros de cada um, mostrando que apesar dessas diferenças, todos são iguais e merecem respeito a sua dignidade. Houve o apoio de diversos países que fizeram campanhas nesse sentido, por meio de propagandas televisivas, palestras e distribuição de panfletos informativos e de conscientização, dentre outros meios de divulgação. Esse tipo de conscientização diminui o preconceito entre as pessoas, criando indivíduos menos ignorantes, incentivando as relações de respeito entre todos. É uma ação que não é exclusiva de um país, desconsideram-se as fronteiras e cria-se uma consciência global de integração e pertencimento a um todo comum, de que todos somos seres humanos e pertencemos a uma mesma sociedade globalizada. Campanhas como estas, promovidas pela ONU, incentivam a defesa dos direitos universais, respeito, aceitação e igualdade, fatores fundamentais para a garantia da paz mundial.

  56. A intervenção da ONU, através desta campanha global é de extrema importância na conscientização e respeito aos direitos da população LGBT – lésbicas, gays, bissexuais e trans. Podemos dizer que que o preconceito não mais possui espaço no mundo onde a pluralidade e a diversidade é latente.
    Acredito que o único modo de conscientização seja mesmo através de campanhas na esfera internacional, pois ainda existem países soberanos que mantém práticas institucionalizadas de discriminação e preconceito contra a população LGBT.
    No Brasil, porém, vemos um forte lobby da comunidade LGBT não para serem “livre e iguais”, e sim, mais livres e mais iguais, infelizmente.

  57. Garantir direitos essenciais a todo e qualquer pessoa deveria ser função prioritária de todo e qualquer organismo internacional que tenha por objetivo o bem estar das populações e a paz no mundo. E louvável que a ONU abrace a defesa dos direitos das populações LGBT. Com tantos e prementes problemas no mundo, garantir direitos básicos relacionados a opção sexual deveria ser questão já resolvida. No entanto, não o é! A intolerância produz danos e sofrimento a milhões de pessoas de forma mais ou menos veladas, mais ou menos institucionalizada dependendo da região do planeta. A população LGBT tem mostrado força na defesa de seus direitos, mas o mais interessante dessa campanha é a enfase na igualdade. Como principio básico, a defesa da igualdade pode ser aplicado a todo e qualquer tipo de discriminação, ultrapassando a questão da sexualidade para centrar no cerne da questão essencialmente humana que é a aceitação e a convivência harmônica com o outro. Embora essencialmente gregário, o ser humano não conseguiu, ao longo de sua historia, compreender e resolver o problema da diversidade. Será preciso que campanhas como essas estejam sempre atuando para lembra-nos que, essencialmente, somos iguais.

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