De Brasilia a Pekín


GPPM: Analises da Conjuntura econômica e política internacional

por Esteban Actis[1]

Con el transcurso del primer mes de 2015 parece consolidarse y acelerarse un fenómeno en la política sudamericana que comenzó a principios de la segunda década del siglo XXI. Para muchos de los países de la región el centro de referencia del accionar externo ha dejado de estar en Brasilia para trasladarse a Pekín. En otras palabras, el espacio dejado por una retracción del liderazgo brasileño empezó a ser ocupado por una mayor influencia de China, actor que parece decidido a jugar un rol cada vez más importante en la política global.

[1]Profesor de la UNR y becario doctoral del Conicet

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Sobre Luiz Albuquerque

O Núcleo de Estudos sobre Cooperação e Conflitos Internacionais (NECCINT) da Universidade Federal de Ouro Preto em parceria com as Faculdades Milton Campos, sob a coordenação do professor Luiz Albuquerque, criou o Observatório de Relações Internacionais para servir como banco de dados e plataforma de pesquisas sobre relações internacionais e direito internacional . O site alimenta nosso trabalho de análise de conjunturas, instrumentaliza nossas pesquisas acadêmicas e disponibiliza material para capacitação profissional. Mas, além de nos servir como ferramenta de trabalho, este site também contribui para a democratização da informação e a promoção do debate acadêmico via internet.

Uma resposta em “De Brasilia a Pekín

  1. A China, na condição de potência global, vem defendendo seus interesses estratégicos e investindo enormemente na expansão de sua influência internacional. Mesmo com a desaceleração do crescimento chinês nos últimos anos, o país faz grandes investimentos e estreita relações diplomáticas e econômicas com inúmeros países, em todos os continentes. Geralmente esses países são emergentes, e tem grande potencial como exportadores de mercadorias do setor primário, o que é essencial para funcionamento do parque industrial chinês. O Brasil por outro lado, demonstra certa desorientação com relação a sua situação econômica, e anda perdendo espaço para a influencia chinesa na região em que tem mais interesse estratégico. Ao permanecer como mero exportador de commodities o país perde oportunidades que poderiam ser vantajosas tanto para o Brasil, quanto para o desenvolvimento integrado da América do Sul, mas infelizmente os rumos da atual política econômica não indicam mudanças consideráveis para o futuro próximo, provavelmente acentuando o atual processo de desindustrialização.

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