Trabajadores petroleros marchan en Caracas contra el imperialismo


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Los venezolanos se mantienen movilizados en la capital venezolana para rechazar el decreto ejecutivo de Obama que los declara como una amenaza parea la seguridad nacional de EE.UU. Trabajadores del sector petrolero y eléctrico de Venezuela se movilizan en rechazo a las nuevas agresiones injerencistas del Gobierno de Estados Unidos contra su país, por lo que protagonizan una marcha por varias avenidas de la ciudad de Caracas (capital).

Los petroleros partieron desde la Zona Rental de Plaza Venezuela (este) y transitan por la avenida Urdaneta, mientras que los servidores del sector eléctrico tienen como punto de concentración San Bernardino. Ambas movilizaciones llegarán al Palacio de Miraflores (sede de Gobierno).

“¡Venezuela se respeta! Aquí está la clase trabajadora, rodilla en tierra y decidida a entregar hasta nuestra propia vida por la defensa del país”, manifestó el trabajador de la estatal Petróleos de Venezuela (Pdvsa) Occidente, Yimber Morales, “Venezuela nunca más se arrodillará ni tampoco volverá a ser el patio trasero del imperialismo yanqui”, puntualizó.

Por su parte, una trabajadora de la Federación Eléctrica, Zaida Gutiérrez, recalcó que ellos están unidos para defender la patria, “le decimos al presidente, Nicolás Maduro, que cuente con los trabajadores del sector eléctrico, que siempre hemos estado en pie de lucha y vamos a seguir luchando por la patria y la revolución”, expresó. Desde que el Gobierno estadounidense declaró “emergencia nacional” por el “riesgo extraordinario” que supone la situación de Venezuela en ese país para la seguridad de EE.UU. el pueblo venezolano se ha mantenido movilizado para alzar su voz en defensa de la soberanía y la paz del país.

En contexto

El gobierno de Estados Unidos, basándose en su condición de potencia, se ha caracterizado por entrometerse en los asuntos de los países del mundo, en el caso de Venezuela ha mantenido una política hostil desde que el presidente Hugo Chávez llegó al poder para establecer la revolución socialista que actualmente es liderada por Maduro.

Fonte: TelesurTV

4 respostas em “Trabajadores petroleros marchan en Caracas contra el imperialismo

  1. As tensas relações mantidas entre Venezuela e EUA se encontram em um momento de grande tensão. No contexto desses atuais movimentos, que reuniram milhares de chavistas em Caracas, o estopim impulsionador de tais revoltas foram as supostas atuações ilícitas de funcionários da embaixada americana, as quais gelarão ativos e proibirão a emissão de vistos a funcionários do governo venezuelano vinculados aos episódios de violência que o país caribenho viveu nas manifestações do começo do ano de 2015.
    O Imperialismo norte-americano é uma expressão utilizada para descrever um histórico de ações da política externa dos que demonstram uma intenção de controlar eventos em todo o mundo, cujo objetivo principal é favorecer seus próprios interesses econômicos, políticos e estratégicos.
    Os modelos de dominação norte americanas são claras, como por exemplo a sua relação com o México, seu vizinho e parceiro comercial, o qual possui uma economia fragilizada, pois as relações comerciais estabelecidas entre tais países são extremamente desiguais, uma vez que o Estados Unidos, além de ser seu principal fornecedor, é considerado o maior mercado de seus produtos, havendo, assim, uma situação de grande dependência econômica, apesar das restrições impostas pelo governo aos investimentos estrangeiros em setores estratégicos e do permanente esforço para manter o país livre de influências estrangeiras.

  2. A forma imperialista, que o governo americano age, atinge demasiadamente a autonomia do país, da Venezuela em tela, do seu poder de autogovernar-se. Trata-se de prática obsoleta, como forma de pressionar economicamente e socialmente a outra nação a se subjugar diante da hegemonia norte-americana. Além disso, o discurso é antigo e o inimigo público também, o comunismo, apontando a nação como uma ameaça externa a ser combatida e denominando-a e taxando-a de ameaça, além de fazer o uso de sanções como forma de neutralizar as ações do país. As manifestações por meio de marcha são legítimas e devem ser realizadas, a fim de que a Venezuela solidifique a sua autonomia em face dos EUA.

  3. Os EUA decretaram que a Venezuela é uma ameaça à segurança americana, o que revoltou grande parte da população deste país. Há séculos os EUA atuam de forma imperial sobre diversos países, principalmente da América Latina, com a finalidade de ter um maior controle nas relações políticas e econômicas dos países. Contudo, o atual presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, vem sendo alvo de críticas mundiais sobre a segurança e gestão econômica do país e tem provocado inúmeros conflitos diplomáticos. Maduro propõe a proibição de entrada na Venezuela de políticos americanos importantes e anuncia que será reduzida a quantidade de funcionários da embaixada nos EUA em Caracas. Há rumores de que o governo venezuelano está envolvido com organizações terroristas internacionais e cartéis do narcotráfico, porém os EUA não comprovou tais situações, impondo sanções infundadas à Venezuela. Há quem diga que tais sanções não tem como alvo o país, mas sim membros específicos do governo, além de que objetiva demonstrar perante o mundo a imponência dos EUA. Conclui-se que esta não é a melhor forma de lidar com tais conflitos diplomáticos, considerando, principalmente, que a Venezuela passa por uma forte crise econômica, mesmo com a enorme produção de petróleo. Os EUA deveriam tentar se entender com a Venezuela de forma mais colaboradora, haja vista os problemas que o país enfrenta, e pacífica, ao contrário da imposição que vem estabelecendo.

  4. A forma imperialista, que o governo americano age, atinge demasiadamente a autonomia do país, da Venezuela em tela, do seu poder de autogovernar-se. Trata-se de prática obsoleta, como forma de pressionar economicamente e socialmente a outra nação a se subjugar diante da hegemonia norte-americana. Além disso, o discurso é antigo e o inimigo público também, o comunismo, apontando a nação como uma ameaça externa a ser combatida e denominando-a e taxando-a de ameaça, além de fazer o uso de sanções como forma de neutralizar as ações do país. As manifestações por meio de marcha são legítimas e devem ser realizadas, a fim de que a Venezuela solidifique a sua autonomia em face dos EUA. Ademais, a força dos EUA é indefinivelmente maior que da Venezuela, impor sanções é em demasia cruel, repetido-se a mesma história de Cuba. A resistência da Venezuela deve permanecer e que a mídia mostre claramente a pressão exercida pelos EUA, pois a continuação das sanções impostas levará, ainda mais, ao agravamento da crise econômica do país. Fica mais uma vez clara que incapacidade dos EUA estabelecer relações diplomáticas.

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