Movimiento de Países No Alineados condena agresiones de Estados Unidos contra Venezuela


(MPPRE).– El Movimiento de Países No Alineados (MNOAL), que agrupa a 120 naciones de todo el mundo, aprobó este lunes un comunicado conjunto en el cual rechaza las agresiones de las cuales ha sido víctima la República Bolivariana de Venezuela por parte del Gobierno de Estados Unidos, declarando al país como una “amenaza a la seguridad nacional”.

El Embajador de la República Bolivariana de Venezuela ante Naciones Unidas, Rafael Ramírez, informó que luego de una reunión conjunta, y uniéndose a la condena internacional de Gobiernos, organismos regionales e internacionales, como el ALBA y la UNASUR; personalidades del mundo académico e intelectual, movimientos sociales y políticos, entre otros, el MNOAL emitió un contundente comunicado en rechazo a tales medidas coercitivas unilaterales, que atentan contra los principios de soberanía y autodeterminación de los pueblos. El Embajador Ramírez informó que el MNOAL consideró como inaceptables tales medidas, que atentan contra la dignidad del pueblo de Venezuela y buscan abrir caminos para medidas de mayor calado.

A continuación el texto del comunicado:

Comunicado del Buró de Coordinación del Movimiento de Países No Alineados en rechazo a la reciente decisión del Gobierno de los Estados Unidos bajo la Orden Ejecutiva firmada por el Presidente Barack Obama, de ampliar las medidas coercitivas unilaterales contra la República Bolivariana de Venezuela.

El Buró de Coordinación del Movimiento de Países No Alineados rechaza de forma categórica la más reciente decisión del Gobierno de los Estados Unidos de ampliar sus medidas coercitivas unilaterales contra la República Bolivariana de Venezuela, adoptada el 9 de marzo de 2014, bajo la Orden Ejecutiva suscrita por el Presidente Barack Obama, mediante el cual declara “una emergencia nacional respecto de la amenaza inusual y extraordinaria, a la seguridad nacional y política exterior planteada por la situación en Venezuela”.

El Buró de Coordinación del Movimiento de Países No Alineados deplora estas medidas desproporcionadas y reitera su firme apoyo a la soberanía, integridad territorial e independencia política de la República Bolivariana de Venezuela, con arreglo a los Principios de Bandung. En tal sentido, el Buró de Coordinación del Movimiento de Países No Alineados reafirma la necesidad de respetar el derecho internacional, incluyendo los principios y propósitos de la Carta de las Naciones Unidas y la Declaración sobre los Principios de Derecho Internacional referentes a las relaciones de amistad y la cooperación entre los Estados Miembros de conformidad con la Carta de las Naciones Unidas. El Buró de Coordinación del Movimiento de Países No Alineados reafirma la importancia del diálogo para la promoción de la solución pacífica de las controversias y urge al Gobierno de los Estados Unidos a participar en un diálogo constructivo con la República Bolivariana de Venezuela.

El Buró de Coordinación del Movimiento de Países No Alineados expresa su solidaridad y apoyo al pueblo y Gobierno de Venezuela en rechazo a estas medidas ilegales e insta al Gobierno de los Estados Unidos a cesar estas medidas coercitivas ilegales que afectan el espíritu de diálogo y entendimiento político entre las naciones. Nueva York, 16 de marzo de 2015

Fonte: Ministerio del Poder Popular para Relaciones Exteriores – Venezuela

4 respostas em “Movimiento de Países No Alineados condena agresiones de Estados Unidos contra Venezuela

  1. Lucas de Freitas Pereira - Milton Campos - 20944 - Sala 401 - Manhã em disse:

    O Movimento dos Países Não-Alinhados é um associação livre de Estados, criada no contexto da Guerra Fria, em que os associados não manifestaram formalmente sua posição favorável aos dois poderoso blocos conflitantes encabeçados pelos Estados Unidos e a União Soviética.
    O Movimento atualmente que conta com aproximadamente 120 (cento e vinte) países.
    Apesar de sua neutralidade quando da Guerra Fria, considerando as declarações recentes realizadas pelos Estados Unidos trazendo em seu contexto o discurso de que a Venezuela apresentara uma ameaça para a segurança nacional dos Estados Unidos, o Movimento demonstrou apoio a Venezuela, a qual faz parte da associação, apresentando seu descontentamento com tal agressão realizada.
    Ainda que atualmente os Estados Unidos exerça significante influência no campo internacional, seja economicamente ou politicamente, imaginar que um movimento, ainda que sem forças bélicas ou inofensivo para os EUA, condena uma declaração realizada pelo país, demonstra um sinal de que essa hegemonia americana pode estar chegando ao fim. Embora os Estados Unidos faça parte do Conselho de Segurança da Onu como membro permanente e detenha um determinado poder sobre os outros Estados, pode ser que tal agressão custe caro ao país.

  2. O que se percebe mais uma vez, é a imposição do sistema norte – americano aos países contrários à ele. Além de adotar medidas para promover desvantagens à Venezuela, os EUA se utilizam de sua influência para distorcer o que de fato ocorre na Venezuela. Existe um documentário que mostra justamente esse outro lado das relações internacionais chamado “A revolução não será televisionada”. O documentário mostra os acontecimentos durante o governo de Chávez de forma cronológica e aborda o poder manipulante da mídia, desmentindo as montagens e edições feitas nas filmagens da TV comercial. São apresentadas as declarações de jornalistas contra Chávez, que se provaram mentirosas. Claramente, fica demonstrada a relação da imprensa local com a elite econômica do país e da força de influência de países como os EUA. Esses acontecimentos podem ser explicados através da perspectiva realista , segundo a qual o poder é tido como um instrumento por meio do qual os Estados garantem sua sobrevivência no meio internacional, este último considerado, de acordo com os realistas, como anárquico, isto é, na ausência completa de ordem. Além disso, os realistas acreditam que o âmbito internacional é perigoso, e os Estados devem pensar em estratégias de segurança para impedir que sua soberania (autoridade legítima de cada Estado sobre seu território e sua população) seja ameaçada, e para assegurar sua sobrevivência.

  3. No plano do Direito Internacional, percebe-se que as relações entre os Estados Unidos da América com o Estado Plurinacional da Bolívia estão desgastadas. Desgaste que se deve, principalmente, à divergência ideológica entranhada no universo político-econômico desses dois países. Por um lado, os EUA são precipuamente um país que inaugurou e abraçou a causa capitalista. Por outro, a Bolívia, historicamente, é um país atrelado à causa socialista. Vale lembrar que o próprio sujeito que liderou sua independência era um líder que inspirou diversos movimentos sociais: Simon Bolívar.
    Portanto, soa como inaceitável, sob a ótica boliviana, que os Estados Unidos façam comentários negativos quanto à forma de ser da Bolívia. Não obstante, os EUA ainda tomam medidas prejudiciais à Bolívia, como boicote às relações comerciais entre esses dois países.
    Como membro do Movimento dos Países Não-Alinhados, a Bolívia tem total direito de se manifestar contrária às atitudes do governo norte-americano. O contexto da Guerra Fria, em que países se alinhavam ou aos EUA ou à União Soviética, já foi ultrapassado. No atual momento em que vivemos, a opção econômica que um país adota não diz respeito a terceiros!
    No entanto, é importante que o governo boliviano invoque a Carta das Nações Unidas não só para reivindicar Direitos, mas para observar o cumprimento de Deveres perante a sociedade.
    É preocupante o contexto boliviano no cenário político. O ideal democrático foi bastante abalado nesses últimos, de governo chavista, que muito se assemelha à um modelo ditatorial.
    Nesse sentido, tanto os EUA quanto qualquer outro país signatário da Carta das Nações Unidas tem o direito de cobrar da Bolívia um enfrentamento a tantas afrontas aos Direitos Humanos de seus cidadãos.
    As notícias sobre práticas de violência, por parte do governo, durante manifestações, bem como notícias de prisões políticas de candidatos da oposição, são assustadoras. E, vale dizer, o argumento de que tais notícias são manipuladas pelos EUA é muito fraco.

  4. Bruna Antunes Machado – Milton Campos – 21077 – Sala 402 – Manhã – 14/03/2016

    Criado no contexto da Guerra Fria, o Movimento dos Países Não Alinhados é um movimento que conta com cerca de 120 países de todo o mundo, e que tem o objetivo de criar um caminho independente no campo das relações internacionais, permitindo aos membros que não se envolvam no confronto entre grandes potências.
    Nesse movimento, os associados não manifestaram sua posição favorável aos dois lados conflitantes, Estados Unidos e União Soviética. O objetivo era apenas manter uma posição neutra e não associada a nenhum desses dois grandes blocos.
    Apesar das declarações realizadas pelos Estados Unidos, de que a Venezuela apresenta uma ameaça para a sua segurança nacional, esse movimento acabou demonstrando apoio à Venezuela, que se mostrou bastante descontente com a realização dessa declaração.
    Mesmo que os Estados Unidos seja parte do Conselho de Segurança da Onu, e possua um certo poder sobre os outros Estados, tal agressão pode custar caro ao país e toda essa hegemonia americana pode estar chegando ao fim.

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