TRIPS down memory lane — for a very current purpose


WTO: 2015 NEWS ITEMS

26 February 2015

INTELLECTUAL PROPERTY: SYMPOSIUM ON THE TRIPS AGREEMENT

The 1986–94 Uruguay Round negotiations left a rich history of what is still the last trade round to be concluded successfully. On 26 February 2015, delegates and observers to the Council on Trade Related Aspects of Intellectual Property Rights (TRIPS) heard from some of the actual negotiators about how the round brought intellectual property into the multilateral trading system, and from other experts about what has happened since and what could be its future.

In this “WTO Capacity Building Symposium on the TRIPS Agreement for TRIPS Council Members and Observers”, a number of Uruguay Round intellectual property negotiators and some Secretariat staff from that time are headed back to Centre William Rappard to help current delegates, including those from capitals, understand how and why the TRIPS Agreement turned out the way it did.

The event also reviewed the impact of the Agreement since it took effect 20 years ago. This is in response to suggestions from delegates that they need to learn more about the history. The event was a unique opportunity for the professional development of TRIPS Council delegates from Geneva missions as well as capitals, and for Secretariat officials of observer intergovernmental organizations interested in intellectual property.

This event also served as an opportunity to consult with Members on their overall capacity building needs and needs for practical information in relation to the TRIPS Agreement, and on preparations for a public event on “TRIPS at 20 years” proposed to be held during this year’s WTO Public Forum.

The TRIPS Symposium took place in the Council Room on 26 February 2015, 9am to 6pm. The programme is here with the power point presentations made.

Fonte: https://www.wto.org/english/news_e/news15_e/trip_ss_26feb15_e.htm

Matheus Luiz Puppe Magalhães

Uma resposta em “TRIPS down memory lane — for a very current purpose

  1. A Organização Mundial de Comércio surgiu com a reestruturação do mundo após a segunda guerra mundial. A segunda grande guerra, ou a segunda etapa de uma só guerra como entendem alguns historiadores como Hobsbawm, foi um divisor de águas no século XX, sepultando diversas instituições e a ordem internacional que havia começado a ser estabelecida com as Revoluções dos séculos XVII e XVIII. Apesar disso, a OMC representou apenas um pequeno avanço na época da sua criação. Originalmente, a ideia era a criação da OIC, ou seja, a Organização Internacional de Comércio com um arcabouço legal e de infra estrutura gigantes para a década de 1950. Ocorre que por inúmeras divergências, a Organização Internacional de Comércio não surgiu. A OMC foi se desenvolvendo a largos, porém vagarosos passos ao longo de diversas décadas. O tema comércio internacional é extremamente sensível. As divergências entre os países são enormes e dependendo do momento econômico, ocorrem diversas controvérsias quando o assunto é valorizar a indústria nacional ou o comércio internacional. O TRIPS foi um dos acordos mais importantes da OMC e trata da uniformização e utilização de regras referentes à propriedade intelectual. No atual mundo globalizado e conectado pela rede mundial de computadores, ofensas aos direitos autorais e à propriedade intelectual são constantes. Dessa forma, esse encontro para refletir sobre o TRIPS 20 anos após a sua vigência é de grande importância para o respeito e fomento à propriedade intelectual em todo o globo.

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