Pesquisa mostra Brasil na mira de investidores


Estudo da KPMG aponta País como um dos alvos de investimentos na América Latina mais considerados pelas empresas norte-americanas para os próximos 12 meses

Redação Brasil Alemanha News

O Brasil é um dos principais focos, entre as nações emergentes, para investimentos das empresas norte-americanas nos próximos 12 meses. O País é o destino principal na América Latina para as companhias que pretendem investir pelo menos US$ 5 mi no mercado internacional e, quando analisadas todas as nações emergentes, o Brasil fica atrás apenas da China. Essa é uma das conclusões do estudo recém-lançado “Perspectivas para os mercados de alto crescimento” (High Growth Markets Outlook Survey, do original em inglês), produzido pela KPMG.

“A pesquisa apontou que o mercado brasileiro ainda está no topo da agenda dos empresários dos Estados Unidos, apesar de uma ligeira queda na intenção de investimentos das empresas norte-americanas no Brasil. Nessa edição do estudo, 22% dos respondentes afirmaram que pretendem investir no País, contra 27% no ano passado”, analisa o sócio da área de estratégia da KPMG no Brasil, Augusto Sales. “De qualquer maneira, precisamos destacar o potencial futuro do País. Muitos investidores estão apostando em investir no longo prazo, o que deve manter o mercado brasileiro aquecido e o País como foco nos próximos anos”.

Quando olhamos as aplicações já realizadas, o Brasil também se mantém no topo. Na última edição do levantamento, 35% dos participantes afirmaram terem feito investimentos no País contra 26% no ano anterior.  Em ambos os casos, ele foi a segunda nação dentre as emergentes a mais receber capital americano, ficando atrás, mais uma vez, da China.

A pesquisa também mostrou otimismo por parte dos executivos de negócios norte-americanos envolvidos no desenvolvimento de negócios e estratégia corporativa. Noventa por cento deles apontaram crescimento nas receitas de países de mercados de alto crescimento e emergentes (HGM) e esperam que elas continuem crescendo nos próximos meses. Este número representa um aumento de 13 pontos percentuais em relação à pesquisa realizada em 2013. O levantamento indicou ainda outro fator positivo: embora haja uma série de desafios associados à entrada em novos mercados, as empresas estão buscando se expandir globalmente.

“Grande parte do interesse dos americanos se dá pelo crescimento dos mercados emergentes e de alto crescimento que migraram para o topo da agenda corporativa. O que vimos é que as empresas estão investindo em países do bloco dos BRICs e buscando também alternativas como  Nigéria, Quênia, Bangladesh, Myanmar, Mongólia, Irã, Iraque, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos”, aponta Sales.

Mercado de alto crescimento: estratégia e desenvolvimento

Oitenta e quatro por cento dos executivos afirmam que os países de mercados de alto crescimento são importantes para a estratégia e desenvolvimento da sua empresa – um aumento significativo de 37 pontos percentuais em relação à pesquisa da KPMG do ano passado. Além disso, 29% dos respondentes esperam que uma participação maior das suas receitas globais (US$ 31-50 milhões) seja proveniente desses países – um aumento de 17 pontos percentuais em relação aos resultados da pesquisa do ano anterior.

Sobre a pesquisa
A pesquisa foi feita com cem executivos de negócios norte-americanos envolvidos no desenvolvimento de negócios e estratégia corporativa.  Com base na receita no exercício fiscal mais recente, 9% dos entrevistados trabalham em empresas com faturamento anual superior a US$ 10 bi; 48% com faturamento anual na faixa de US$ 1 bi a US$ 10 bi; e 43% com faturamento de US$ 100 mil a US$ 1 bi.

43 respostas em “Pesquisa mostra Brasil na mira de investidores

  1. O Brasil, apesar de estar passando por um séria crise econômica, ainda é alvo de investimentos estrangeiros devido ao seu grande potencial de crescimento e também pelo fato de possuir um enorme mercado consumidor.No ranking de investimentos estrangeiros o Brasil caiu para 5ª posição segundo matéria no G1, mas os investimentos existentes e os futuros investimentos ainda são extremamente pertinentes para o desenvolvimento do país.

    A pesquisa mostra que dentre os países emergentes (BRICS), o Brasil só fica atrás da China, quando se fala em alvos de investimento.Esse fluxo de capital é considerado pelos economistas como o melhor tipo de investimento, já que esse dinheiro vem do exterior para a construção de fábricas, infraestrutura, empréstimos internos feitos por multinacionais e fusões e aquisições de empresas.

    Devido a Copa do Mundo e a eminência das Olimpíadas, o setor de turismo e hoteleiro foram os que mais receberam investimentos. Os turistas deixaram em sua passada pelo território Brasileiro muito dinheiro, o que ajudou bastante nos investimentos necessários, realizados pelo Governo para a execução da Copa e das Olimpíadas.Estimativa é de que 54 hotéis sejam inaugurados neste ano, o que deve gerar 5,2 mil empregos. A região sudeste fica com metade dos investimentos

    Maria Mariana Neves Flores sala 402 noite

  2. Esta notícia é interessante, porque neste cenário atual, o que estamos ouvindo é que o país anda desacreditado internacionalmente para investimentos.
    Investimentos externos aquecem a economia e gera empregos, o que é bom para o país. O que me preocupa é a mão de obra que pode ser muito barata, devido a baixa escolaridade e especialização profissional que temos. Acredito que, investimento na educação deve ser individual, ficamos esperando muito dos outros, do governo.
    “Os investidores estão apostando em investir a longo prazo”, que também é uma notícia boa porque traz mais estabilidade em termos de economia, emprego e renda.
    Enfim, esta notícia em meio as turbulências e incerteza que estamos vivendo é uma luz no fim do túnel.

  3. Uma pesquisa produzida pela KPMG, demonstra o que parece ser improvável, visto a situação econômica, política e social que estamos vivendo. O Brasil é apontado como importante alvo de investimento norte-americano.
    O estudo aponta que, tais investidores buscam mercados emergentes com alto índice de crescimento e grande mercado consumidor, o que o Brasil possui, além de mão de obra barata. Por estes motivos, países componentes do BRIC são grandes atrativos para empresas, que cada vez mais procuram se expandir globalmente.
    A crise atual não parece ter modificado o resultado das pesquisas, no máximo alguns índices perderam poucos pontos quando comparados ao Brasil de 2 anos atrás. Em compensação outros dados se mostram mais promissores como os 35% dos investidores que afirmam ter feito aplicações no mercado brasileiro, contra 26% no ano anterior.
    Os investimentos são definidos como de longo prazo, justamente pela confiança e pela aposta dos norte-americanos na economia brasileira, que fica atrás, somente, da China, quando se trata de mercado emergente.

  4. Não é à toa que o The New York Times dedicou um editorial ao Brasil neste sábado, 21 de março de 2015. Conforme afirma o editor: “ a Sra. Rousseff desempenhou uma liderança aquém do esperado em assuntos internos e talvez mais frustrante ainda no cenário internacional. Enquanto as três outras grandes economias emergentes, China, Rússia e Índia, têm forte viés de política externa, sob o olhar da Sra. Rousseff a voz do Brasil no cenário internacional raramente passa de um sussurro” (Veja.com.br). O editorial se deve, talvez, à importância do mercado brasileiro para expansão de negócios americanos. Entre os emergentes, o Brasil é um dos principais focos para investimentos das empresas norte-americanas nos próximos 12 meses. Apesar de uma ligeira queda, o Brasil ainda está no topo da agenda dos empresários dos Estados Unidos na intenção de investimentos, segundo avaliação feita pela KPMG em início de janeiro de 2015. As empresas americanas estão investindo em países do bloco dos BRICs e buscando também alternativas como Nigéria, Quênia, Blangladesh, Myanmar, Mongólia, Irã, Iraque, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos. Assim, se o Brasil não quiser perder investimentos, precisa tomar providências. O New York Times mostra ser importante que Dilma tente recuperar a confiança dos brasileiros, solucionar a crise política do país, mas mirar o setor externo e recuperar a relação com os Estados Unidos, “ um primeiro movimento seria colocar as relações diplomáticas entre o Brasil e os Estados Unidos de volta nos eixos”. Segundo o jornal, o Brasil pode ter papel central na solução de questões importantes para a Casa Branca: Cuba e Venezuela. De acordo com o texto, na Venezuela, o Brasil pode ser capaz de mediar a cisão perigosa que ocorre entre o governo de Nicolás Maduro e a oposição e, em relação à Cuba, o Brasil pode ter um papel construtivo na evolução política pós- Fidel. Cita o jornal, que a Sra. Rousseff sempre demonstrou simpatia por líderes autoritários desses dois países, mas que agora ela precisa pensar nas pessoas e não nos líderes autoritários . Ela poderia fazer muito mais para ajudar a causa daqueles que defendem valores democráticos e os tipos de movimentos sociais que tornaram sua própria ascensão ao poder possível. Evidente que, com mais investimentos, mais riquezas aos países, mais empregos e melhoria de vida às populações se tornam possíveis.

  5. O fato de o Brasil encontrar-se sob a mira de investidores, considerando a atual situação de instabilidade política, tanto interna, quanto em relação a países diversos é algo que deve ser preservado para que tal pretensão não deixe de concretizar.
    São delicados os fatos que desestabilizam as relações entre países, e temos visto ultimamente que nossa Presidenta não tem muito tato quando o assunto são as relações diplomáticas. Contudo, após pesquisas, como pude constatar em pesquisas, após uma reunião de Dilma Rousseff com o vice-presidente dos EUA, a tensão existente entre os dois países se mostrou quase que inexistente e as conversas foram otimistas quanto à economia e investimentos no Brasil.
    Tendo em vista a crise econômica que os países da América Latina vêm sofrendo, fortemente a Venezuela, e de forma também crítica o Brasil, investimentos estrangeiros são bem vindos para que seja fortalecida nossa moeda, bem como nossa economia. O Brasil se apresenta perante o mundo como um local interessante para investimentos estrangeiros, que tem crescido progressivamente, principalmente no setor automobilístico. O que explica tal fenômeno é que as empresas planejaram há tempos a fixação de suas filiais e só agora estão executando os projetos; a questão da mobilidade social, haja vista que tem-se visto a emergência de novas classes consumidoras no país e que tal tendência tende a crescer; a alta lucratividade, pois o lucro dos produtos compensa, mesmo com a carga tributária elevada; dentre outros atrativos.

  6. Não causa espanto a notícia de que o Brasil é um dos principais focos, entre as nações emergentes, para investimentos das empresas norte-americanas. Explico. Em que pese haver, aparentemente, uma contradição entre os dados revelados pelo estudo realizada pelo KPMG e uma crise econômica que parece sempre assolar país – que, via de consequência, tenderia a dispersar os interesses estrangeiros – o mercado brasileiro possui sim outras características capazes de atrair os investimentos estrangeiros. Ora, o Brasil é uma democracia estável e que possui uma estrutura econômica consolidada, o que o torna, de certa forma, seguro para investimentos. É também dotado de um enorme mercado consumidor que, dada a diversidade de interesses dos agentes que o compõe, é capaz de consumir os mais variados produtos. Não fosse o bastante, os brasileiros são conhecidos, principalmente nos Estados Unidos da América, pelo seu consumo exagerado. Assim, não é de se estranhar que, justamente os empresários norte-americanos, estejam interessados em investir no país. Não fosse o bastante, o turismo brasileiro é extremamente atraente, estando em alta, principalmente, devido realização da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos que ainda serão realizados. Por certo que, investimentos sempre serão bem-vindos, principalmente se contribuírem para alavancar a economia nacional e auxiliarem no demorado e espinhoso processo de elevar o Brasil ao patamar de países desenvolvidos. Contudo, o que não se pode admitir é que esta prática afete negativamente a indústria nacional e, principalmente, os consumidores. Para tanto, o Estado brasileiro deve adotar uma postura ativa, de modo a fiscalizar estes investimentos, caso ocorram, coibindo praticas abusivas.

  7. O Brasil é responsável por grande parte da movimentação econômica da América latina. Como um país emergente, o Brasil, embora enfrentando dificuldades internas, é um excelente país para investimentos. Seja por possuir diversificada base industrial ou por ser um país “transparente” em suas relações internacionais. Alguns economistas afirmam que 2015 será um ano de reajustes para a economia brasileira. Isso porque, o cenário aponta para uma elevação da inflação, isto é, pela falta de confiança nos mecanismos que serão utilizados pelo Banco Central para controlar a economia. A falta de confiança na economia brasileira pode afastar possíveis investidores, assim sendo, será necessário aguardar as medidas que serão adotadas pelo Governo Federal a fim de controlar a economia brasileira e possibilitar não só investimentos norte americanos, mas do mundo inteiro.

  8. O estudo produzido pela KPMG vai de encontro com as notícias transmitidas pela mídia interna, demonstrando cenário distinto do que é vendido aos brasileiros, principalmente ao consumo de informação em massa. Não somente este estudo desconstrói o momento dito “apocalíptico”, sendo visto, por muitos, como o fim do crescimento econômico, a agência de classificação de risco Standard & Poor’s (S&P) também traz outra indicador positivo, a agência manteve a nota de crédito ao Brasil dentro do patamar de investimento, como sendo um bom pagador (Fonte: http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,sep-destaca-mudanca-na-politica-economica-e-mantem-nota-do-brasil,1656296). A junção das duas noticias reflete sensivelmente no mercado brasileiro, como forma de impulsionar e atrair as perspectivas de investimentos externos, e, assim, permitindo o crescimento econômico do país.

  9. A notícia em tela causou uma mescla de espanto e entusiamo na mídia brasileira, tendo em vista o momento de instabilidade econômica e política vivido no país nesse início do segundo mandato da Presidente Dilma Rouseff. Essa avaliação feita pelo grupo KPMG, que coloca o Brasil como um dos principais alvos de investimento da America Latina, pode ser considerada até mesmo positiva já que tal índice é muito prestigiado entre os investidores internacionais, sendo inclusive em algumas empresas, critério definidor para a aplicação de seus investimentos. Na reportagem há ainda a informação de que o mercado brasileiro está no topo da agenda dos empresários dos Estados Unidos. Houve inclusive um aumento dos investimentos no país, de 26% no último ano para 35% nesse ano.
    Esse resultado é também um indicativo muito importante de como internacionalmente o plano econômico proposto pelo governo teve um impacto positivo, passando confiabilidade e segurança aos investidores.

  10. A notícia em comento pode, em uma análise rápida e superficial, causar grande espanto e contradição. Como o Brasil, diante de tamanha crise econômica enfrentada pode ser alvo de investimentos estrangeiros? Por que seria vantajoso investir em um país onde a inflação é absurda e o desemprego é considerável? Seria, a princípio, muito arriscado investir em um país que, em decorrência da crise, tem a tendência a diminuição do consumo de bens e serviços. Acontece, entretanto, que o Brasil possui aspectos atraentes aos investimentos externos: é um país capitalista, populoso e que representa um grande e diversificado mercado consumidor. Ademais, o Brasil é composto por uma população plural, laica e de povos de diferentes culturas. Isso significa que os produtos lançados no mercado serão mais facilmente aceitos do que em países extremamente conservadores e religiosos, que impõem uma série de princípios ideológicos que devem ser respeitados. Nesse aspecto, o Brasil é mais flexível para aceitar essas interferências estrangeiras. Outra qualidade do Brasil é a grande quantidade de recursos naturais, como minerais e produtos agrícolas, que são essenciais para os investimentos.É notável que também é interessante para o governo brasileiro que os países invistam em seu território, já que atraem capital, geram empregos e trazem tecnologias, sendo até mesmo uma das medidas que amenizam a crise econômica.

  11. O Brasil apesar de está vivendo uma intensa crise política no País não deixou de ser alvo de investimentos estrangeiros em razão do seu potencial mercado em constante expansão. É importante frisar que os países emergentes, ou seja, aqueles ainda em desenvolvimento possui um mercado que está sempre em busca de novos investimentos para melhorar ainda mais as oportunidades para seus cidadãos. Assim, essa avaliação feita pelo grupo KPMG é bastante positiva para o País, visto que os países investidores utilizam de tal avaliação para que se pontuem com mais exatidão o grau de risco de investimento no País, prevenindo-os de eventuais problemas em seus investimentos no futuro. O Brasil é um país que possui um atratividade muito grande para investidores, em razão dos seus vastos recursos naturais, que possibilitariam um menor custo na produção das mercadorias. Apesar da crescente nos investimentos estrangeiros no Brasil, o governo não pode descuidar na fiscalização desses investimentos, coibindo duramente aqueles atos que tenham intenção de afetar as produção da indústria brasileira e desestimular o consumo por nacionais.

  12. O Brasil, país de possível grande crescimento no mercado internacional, mas ainda emergente, sofre hoje uma crise econômica devido à alta da inflação e isso acarreta impactos significantes que comprometem o financeiro das pessoas e o painel produtivo do país. Há hoje, no Brasil, um baixo crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) e as contas estão desajustadas e a Petrobrás como outras empresas do país operam em baixa e sofrem grave crise.
    A questão é que pela realização da Copa do Mundo da FIFA de 2014, das Olimpíadas de 2016 e exploração do pré-sal, o país ainda atrai investidores estrangeiros, apesar dos problemas que hoje enfrenta. O que se vê no cenário mundial, é que os países estão buscando economias dinâmicas e de grande possibilidade de crescimento, como a do Brasil, para realizar investimentos e atrair novas perspectivas.
    No entanto não podemos ser levianos em acreditar que o Brasil se encontra visivelmente bem no plano internacional. Temos muitos desafios em termos de desenvolvimento e não são eles apenas de cunho econômico, mas também social. Percebe-se então, que quanto mais implementarmos medidas para regular a crise interna, haverá reflexo direto no investimento e, por óbvio, no desenvolvimento do país.

  13. A Crise Econômica enfrentada pelo Brasil não obsta o fato de que o país continua sendo um dos mais procurados por investidores internacionais. O país possui localização estratégica, sendo que seu PIB representa 35% do PIB da América Latina e o mercado consumidor abrange mais de 900 milhões de consumidores em potencial (considerando-se Brasil, América Latina e América do Norte), e o país tem fronteiras com praticamente todos os países da América do Sul, excetuando-se o Chile e Equador. Além disso, o país é, atualmente, a sexta maior economia do mundo, sua economia, apesar da crise, ainda apresenta forte crescimento sustentável e as exportações, desde 2003, cresceram consideravelmente.
    Não obstante, o pais possui o maior e mais diversificado sistema de tecnologia e inovações da América Latina e, além disso, o custo-benefício de investir no Brasil é alto, segundo companhias estrangeiras que já se encontram instaladas. A mão de obra é relativamente barata e os recursos naturais, em sua maioria, são em quantidade tal que o custo para obtê-los é baixo em comparação com o lucro obtido dos investimentos. Enquanto o país permanecer à frente de seus concorrentes na América Latina, e enquanto for foco do interesse de investidores internacionais, as chances de sair da crise em que se encontra – ou ao menos de evitar que se agrave – são grandes, uma vez que tais investimentos não são beneficiais apenas aos investidores: geram emprego, aumentam a circulação de bens e mercadorias dentro e fora do país, e, consequentemente, incentivam o crescimento econômico do Brasil.

  14. Épocas de crise, à priori e a curto prazo, são hostilizadas, pois refletem na perda do poder de compra da população, no desemprego, na falta de crescimento, falta de consumo e investimentos na produção. No entanto, para aqueles que tinham e mantiveram o capital protegido, livre da sistêmica crise que assolou a economia mundial nos últimos anos, este é o momento de ir às compras. Diante de fundadas e infundadas desconfianças com relação às medidas que o governo atual brasileiro iria adotar com relação à economia em tempos difíceis e uma consequente e desmedida especulação com os papeis das companhias vendidos no pais, o Brasil, de fato, dando futuros sinais de estabilidade politico-econômicas, volta a ser mira para investidores em busca de rendimentos altos, em curto prazo, pois os papeis tendem a recuperar as perdas suportadas nos últimos anos. Terreno fértil para se fazer grandes lucros no mercado financeiro, até a próxima crise.

  15. De qualquer forma, notícia esperançosa poder contar com o Brasil dentre os países de atração para o investimento estrangeiro. Com bons olhos, o investidor aposta no pais como um potencial econômico para os próximos anos. Diferente do que se apostava nos últimos anos, o Brasil volta a ser a menina dos olhos dos grande investidores e ocupar local de destaque na economia mundial. Às vezes como metrópole, às vezes como colônia, mas com posição, em ambos os casos, de destaque. Aspecto importante que assola a economia nacional é a falta de investimentos em infra estrutura. Cediço conhecimento, que por motivos diversos, dentre lobistas e corruptos, poderia desentravar de vez o desenvolvimento deste Estado. Os passos esboçam serem dados, e a esperança se reflete também nos olhos dos apostadores. Se, por um lado vemos o mercado interno assim pessimista, poderiamos nos inspirar no investidor estrangeiro e também depositarmos alguma confiança no futuro da economia nacional.

  16. O Brasil, apesar de estar vivenciando uma grande crise econômica (que via de regra dispersa o investimento estrangeiro), ele não deixou de ser um dos principais focos quando a questão é investimento, principalmente das empresas norte-americana. O Brasil, além de ser uma democracia estável e com sua base econômica consolidada, passou por momentos de grandes destaques nesses últimos anos, como a Copa do Mundo, que ocorreu no ano passado (2014). As previsões para a Copa foram de um crescimento de 0,4% no PIB brasileiro até 2019, segundo estudos realizados por especialistas e apresentados na última quarta-feira (24) pelo secretário-executivo do Ministério do Esporte e membro do Comitê Organizador Local (COL), Luis Fernandes.Esse, dentre outros diversos fatores, que vão desde a essência história, até os recursos minerais do nosso país, fazem com ele se torne, apesar da crise externa (e interna) um alvo dos grandes investidores internacionais.

  17. As oportunidades de negócios no Brasil, geradas, dentre outros motivos, pela realização da Copa do Mundo da FIFA de 2014 e das futuras Olimpíadas de 2016, estão na mira dos investidores estrangeiros. Uma amostra desse crescente interesse internacional é o aumento de anúncios de investimentos por capitais estrangeiros país.
    Um dos fundamentos desse crescente fluxo atualmente verificado é o processo de estabilidade econômica, o qual repercutiu em um aumento do grau de confiança dos investidores, refletindo diretamente nas decisões de investimentos.
    Ocorre que, em que pese nossa atual conjuntura, a economia brasileira não deve se acomodar sob o argumento de já estar atraindo capital suficiente. Posto que inúmeros são os desafios em termos de desenvolvimento econômico a serem enfrentados, sendo fundamentais o acompanhamento e o investimento do governo federal para que os números continuem crescentes e para que ocorra um real fortalecimento da economia do nosso país.

  18. Quanto maior o risco, maior o lucro. Essa premissa econômica pode ser observada claramente neste artigo. Aplicar capital em um país que está com a economia fragilizada e que teve sua nota econômica rebaixada por uma das três grandes agências de classificação de risco (Standard & Poor’s) traz grandes riscos para os investidores, e necessita, dessa forma, de algum beneficio para compensar essa insegurança. O beneficio, como mostra o artigo, é a possibilidade de grandes lucros por parte desses investidores, tornando o Brasil, que fica atrás somente da China, como um dos alvos para investimentos das empresas norte-americanas nos próximos 12 meses. Apesar de ajudar na movimentação da economia, fortalecendo o mercado nacional, são investimentos que precisam do acompanhamento de reformas tributarias e administrativas para ganharem a característica de permanentes e não apenas transitórios. Essas empresas americanas que estão buscando se expandir globalmente, procurando novos mercados para seus produtos, precisam encontrar no Brasil os estímulos necessários para continuarem aplicando capital nas terras tupiniquins, e dessa forma, trazer um desenvolvimento concreto para nossa economia.

  19. É previsível que o Brasil continue sendo um país visado para investimento de empresas estrangeiras, apesar da crise econômica interna, tendo em vista que, após a Copa do Mundo, muitos investimentos foram feitos, e a infraestrutura melhorou, como um todo, mas principalmente na próspera e promissora região do nordeste do país, que sempre fora deixada como segundo plano, mas sempre foi cobiçada por empresas estrangeiras, muito a ser levado em conta, pelo baixíssimo custo, tanto em mão de obra, quanto nos preços de imóveis e terrenos. Agora é extremamente viável que se utilize a região, com novos aeroportos, hotéis, estradas e energia, sendo uma nova região a ser explorada internacionalmente, principalmente pela quantidade de recursos naturais, deixando de ser “apenas” uma região para o turismo.
    A região possui 3 grandes pólos de desenvolvimento, que são Pecém (CE), Camaçari (BA) e Suape (PE), aonde há uma grande movimentação industrial e portuária, sendo uma região bastante exportadora, e que agora, atrai olhares de países e empresas, que considerando o elevado preço do dólar, faz aumentar ainda mais esse interesse no mercado nacional.

  20. O Brasil é um país que está em crescimento, ou seja, é um país emergente. Isso é bom, pois atrai a atenção de grandes empresas, fazendo que haja uma especial atenção em relação ao investimento.
    É interessante ressaltar, que havendo o investimento de uma multinacional, há criação de novos empregos, aumentando assim a economia do país. O desafio da entrada de uma empresa à novos mercados, não inibe a expansão das grandes multinacionais e empresas.
    As empresas não estão investindo somente nos países envolvidos no bloco dos BRICs, mas também em países como Nigéria, Quênia, Bangladesh, Myanmar, Mongólia, Irã, Iraque, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos. Esses países ão importantes estratégias de desenvolvimento de uma empresa, que faturam bilhões de dólares ao investirem em outros mercados que estão crescendo.

  21. Os altos investimentos estrangeiros na economia são um bom sinal quanto a “saúde” econômica de um país e atrair o capital estrangeiro deveria ser visto como uma das principais medidas a ser adotadas pela equipe econômica de um governo. Recentemente, a agência de classificação de riscos de investimento Standard & Poor’s manteve a nota de crédito do Brasil em “BBB-“, o que é um bom sinal diante da crise econômica que temos enfrentado. Porém, vale ressaltar que a boa saúde econômica de um país e sua capacidade para atrair capital estrangeiro está totalmente ligado a sua política institucional. Fato é que crises institucionais como eventuais desacordos entre os poderes estatais como Legislativo e Executivo; alta tributação e taxa de juros; desestímulos a economia e ao mercado; e fatores de mercado externos que influenciam em preços de produtos básicos de uma economia, são fatores que podem afastar os investimentos estrangeiros de um país. Recentemente, as crises enfrentadas pelo atual governo federal têm levado o mercado exterior a olhar desconfiado para o Brasil, mudando seu alvo de investimento para outros países mais institucionalmente sólidos como China e Índia. Nesse momento de crise enfrentada pelo país e pelo clamor popular por um impeachment do atual chefe do executivo me parece uma escolha equivocada, que teria efeitos nefastos na economia brasileira, contribuindo apenas para agravar mais ainda a atual crise. De qualquer modo, o Brasil continua sendo uma terra atraente para investimentos de fora, devido ao nosso crescente desenvolvimento e uma economia de crescimento acelerado, porém, para manter essa situação deve-se atentar primeiro a uma boa política local e estável.

  22. Gabriela Pessoa Alves de Mello - Faculdade de Direito Milton Campos em disse:

    Tal pesquisa expedida pela renomada KPMG demonstra um quadro que muitos duvidavam ser possível tendo em vista a recessão que vem assolando os países nos últimos tempos. É notável que mesmo em tempos de crise a capacidade de crescimento do Brasil, pelo menos para o mercado externo, continua sendo válida, relevante e positiva, o que justifica a posição do Brasil como principal país emergente da América do Sul.
    Estranhamente, tal notícia demonstra um cenário diverso do apresentado para os próprios brasileiros pela mídia nacional, o que leva a questionar a veracidade de alguns pontos de ambas. Com o tamanho da dívida externa brasileira, e o tamanho da desvalorização da maior estatal do país, que vem sofrendo retiradas nos últimos anos, é difícil acreditar, pelo menos com base nos dados empíricos que o país esteja tão visado pelo mercado internacional.
    Por outro lado, vale lembrar do renome dado ao país por estar incluído no bloco do BRICS, que acaba por aumentar sua credibilidade com investidores, que, seguindo dados fornecidos pela própria pesquisa, optam por buscar países em desenvolvimento para aplicar capital, devido a promessa de crescimento que cerca todos estes.
    A pesquisa é um incentivo a mais para o Brasil, e serve para aumentar a fé acerca do crescimento econômico do país, o que pode acabar gerando uma onda de otimismo, impulsionando a atividade lucrativa do país.

  23. Em relação à reportagem, o mercado brasileiro se mantém no topo, apenas atrás da China dentre os países emergentes do destino principal de investimentos. Quanto à pesquisa feita, mostrou o otimismo por parte dos executivos de negócios norte-americanos envolvidos no desenvolvimento de negócio e estratégia corporativa. A atenção se volta para o crescimento dos mercados emergentes como aponta Sales: “Grande parte do interesse dos americanos se dá pelo crescimento dos mercados emergentes e de alto crescimento que migraram para o topo da agenda corporativa. O que vimos é que as empresas estão investindo em países do bloco dos BRICs e buscando também alternativas como Nigéria, Quênia, Bangladesh, Myanmar, Mongólia, Irã, Iraque, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos”. Apesar da notícia ser interessante e criar um cenário otimista no Brasil, o atual cenário não se mostra de forma similar. Com o PETROLÃO, a inflação em alta, alta do dólar, o que se tem é um cenário de que o Brasil não anda bom para investimentos internacionais. Manter o mercado brasileiro atrativo para investimentos de cunho internacional é fundamental pois, os investimentos externos aquecem a economia interna e permite a geração de mais empregos; com mais pessoas empregadas, mais pessoas “saem” as compras, “aquecendo” o nosso mercado, consequentemente a nossa economia. Os apontamentos feitos pelos investidores no momento em que o Brasil estava “atrativo” para investimentos externos, que era dos investimentos a longo prazo é muito interessante, pois traz uma certa estabilidade à nossa economia, renda, emprego, etc. O temo abordado neste notícia, talvez seria uma solução para o que vivemos atualmente.

  24. É cediço na comunidade brasileira atual o entendimento de que vive-se numa contexto econômico de retração. A inflação está se descontrolando, o alta do dólar encarece os produtos, a insatisfação política desestabiliza o panorama de vendas… Ora, diante de tais fatos notórios, como se satisfazer com pesquisas indicando o Brasil como país de grande potencial de investimento estrangeiro?
    Ainda que se ateste a pluralidade de mercado e a cultura consumista dos brasileiros, o país não está vivendo sua melhor fase, então, reitera-se, o que justifica investir no Brasil?
    A questão envolve uma análise internacional que demonstra que a instabilidade não é exclusiva da América do Sul. Basta tomar por exemplo a França e sua dificuldade interna, ou mesmo os países árabes e a crise do petróleo. Além do mais, o Brasil é favorecido por questões climáticas estáveis, temos baixo índice de desemprego (ainda que este quadro venha a se alterar no futuro), não sofremos grandes influências de desastres naturais, nem somos alvos de terroristas.
    Destarte, pode-se concluir que há esperança na economia brasileira se gerida com especial atenção aos fatores de maior impacto atualmente, quais sejam: desmoralização da política interna, insatisfação popular e crise hídrica. Afinal, vive-se em um Estado de grande extensão territoral, dotado de dádivas climáticas e ambientais, populoso e com cultura propícia ao investimento econômico, o que se carece é de bons gestores da coisa pública e de credibilidade em suas ações.
    Pode-se dizer que se for possível controlar os efeitos perniciosos da crise moral em que vive-se hoje, o Brasil há de crescer mais e se fortalecer ante aos fatores adversos.

  25. Em tempos de crise econômica, a notícia em comento traz uma perspectiva positiva para o país, haja vista que ainda é um local interessante para investimentos estrangeiros, os quais têm crescido progressivamente em diversos setores da economia. O Brasil tem um grande potencial de crescimento e um enorme mercado consumidor. No ranking de investimentos estrangeiros o Brasil está na quinta posição, e mesmo assim os investimentos existentes e os futuros investimentos são extremamente pertinentes para o desenvolvimento do país.
    Outros fatores também explicam esse fenômeno, tais como a Copa do Mundo realizada em 2014, e as Olimpíadas que serão realizadas em 2016 influenciam diretamente no setor de turismo e hotelaria.
    Embora o país não esteja economicamente bem visto no cenário internacional, entende-se que os investidores estão apostando em investir a longo prazo, e isso favorece muito o país, na medida em que estimula a economia, gera empregos e renda. Portanto, a notícia em questão traz um pouco de esperança para o governo e a população brasileira.
    Vale ressaltar que o Brasil, como um país emergente, possui um mercado que está sempre em busca de novos investimentos para melhorar ainda mais as oportunidades para a população. Dessa forma, não há dúvidas de que essa avaliação é extremamente positiva, visto que os países investidores utilizam exatamente desta avaliação para que se pontuem com exatidão o grau de risco de investimento a ser feito no país, prevenindo-se de eventuais problemas.
    Portanto, o Brasil ainda é um país atrativo em termos de investimentos, devido ao nosso crescente desenvolvimento e uma economia de crescimento acelerado, porém, não se pode deixar de levar em consideração que para manter essa situação deve-se atentar primeiro a uma boa política, sem deixar de estimular também a própria indústria nacional.

  26. Nesta análise procurei destacar os fatores que levaram o Brasil à ascensão no mercado internacional, tal como noticiado pela KGMG. Com a devida vênia, aproveito este espaço para apontar algumas reflexões de vários pesquisadores deste assunto para que o Brasil continue crescendo social, político e economicamente.
    Desde a adoção do liberalismo como principal teoria econômica pelos governos latino-americanos a partir da década de 1980 houve reflexos importantes no planejamento urbano e na estrutura que as cidades tomaram. ´´O novo modelo veio atender uma perspectiva estratégica que encara as cidades como sendo submetidas às mesmas transformações das empresas. São os mesmos desafios. Para alguns teóricos, as cidades tomam consciência de que a economia se produz numa competição entre vários territórios. E vivem, portanto, a mesma realidade das empresas´´, aponta Carlos Veiner, professor do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional (Ippur) da UFRJ, em um artigo. Logo, neste contexto segundo ele, o objetivo é ´´organizar o espaço urbano e dar à cidade um lugar melhor no sistema competitivo. A cidade passa a ser pensada como mercadoria, como empresa e como pátria´´.
    O Brasil, como muito bem ilustrado nesta reportagem, se tornou o principal foco de investimento da América Latina segundo a KGMG, dentro desta lógica, as cidades brasileiras devem ser apresentadas para os grandes investidores internacionais de acordo com seus principais atrativos, pois elas competem com outras cidades no mundo. Por exemplo, São Paulo concorre com Tóquio que concorre com Barcelona, que por sua vez está preocupada em não perder o investimento de um grande fundo de pensão ou um megaevento esportivo para Nova York.
    Nosso país se destaca no cenário mundial como um dos principais centros da América latina de infraestrutura em escala global para os grandes investidores internacionais. Mas precisa ser feito muito mais se quisermos permanecer nesta situação de destaque. Devemos ser uma ´´região que se procura articular à economia global , dinamizando a economia e as sociedades locais, um dos requisitos indispensáveis é a constituição de um centro urbano de gestão de serviços avançados, organizados, invariavelmente em torno de aeroportos internacionais, sistemas de telecomunicações por satélite; hotéis de luxo, com segurança adequada; serviços de assistência secretarial em inglês; empresas financeiras e de consultoria com conhecimento da região; escritórios de governos locais e regionais capazes de consultoria com conhecimento da região; escritórios de governos locais e regionais capazes de proporcionar informação e infraestrutura de apoio ao investidor internacional´´. Este trecho é dos consultores internacionais Manuel Castells e Jordi Borja.
    Em segundo lugar, para continuarmos avançando, as nossas cidades devem apresentar seus atributos a tais investidores. E neste projeto, é preciso auxílio do Estado para abrir caminho à iniciativa privada, permitindo a sua livre atuação e criando ainda mais as condições necessárias para que esse capital seja investido e dê o retorno esperado. Neste contexto, o papel o papel do Estado, no que tange a urbanização das cidades, é criar condições que permitam a realização do lucro dos investidores.
    ´´Quem pode desapropriar, desmembrar terreno, remover? É o estado, ele é quem tem o poder sobre o espaço´´, questiona a professora Isabel Alvares do departamento de geografia da Universidade de São Paulo (USP). ´´Os projetos urbanos, sejam eles de grandes eventos ou de requalificação urbana, abrem fronteiras de valorização na cidade e a possibilidade de produção de mais-valia. Atualmente o setor imobiliário é um setor para qual este capital fictício se desloca através da associação do mercado financeiro com o mercado imobiliário para produzir novos produtos em novos espaços da cidade. Há vários projetos de requalificação de protos, de áreas industriais que tem como objetivo potencializar a valorização, seja da propriedade fundiária, seja a valorização no sentido mais geral de circulação do valor“, explica.
    A influência deste processo é enorme e abrange toda cidade remodelando regiões inteiras, alterando profundamente o perfil de regiões inteiras da cidade. ´´A estratégias que tem sido utilizada é a de transformar esse processo de desvalorização na potência para um novo processo de valorização. Para isso, é preciso mais operar naquele lugar, aqueles equipamentos não servem mais. Dar um novo uso não significa necessariamente abandonar todo o anterior, como aconteceu, por exemplo com Puerto Madero ( região de Buenos Aires na Argentina), mas poder gerar novos usos de maneira que o valor de troca também possa se realizar´´, completa Isabel. É áí que entra, no Brasil a função catalisadora desse dos grandes eventos, por exemplo.
    Por fim, nos últimos anos , o Brasil sediou grandes eventos mundiais como os jogos Pan- Americanos, Copa do Mundo e futuramente as Olimpíadas. As disputas esportivas têm sido utilizadas para transformar cidades brasileiras, com destaque para o Rio de Janeiro, em grandes canteiros de obras. Esses eventos permitem que transformações que seriam feitas em décadas, sejam feitas numa escala de tempo significativamente mais reduzida tendo em vista a pressão que a cidade sede recebe para entregar tudo no prazo.
    ´´Esta é uma estratégia que as cidades têm utilizado para promover transformações urbanísticas, com uma dupla serventia: de um lado, a mobilização que o megaevento promove em nível nacional e internacional acelera a possibilidade de investimentos e transformações, ao mesmo tempo em que , na competição entre cidades pela atração de investimentos internacionais, o megaevento traz visibilidade. E, finalmente, como se trata de megaeventos esportivos há uma comoção em torno disso, um apego emocional, que justifica um verdadeiro estado de exceção, uma situação em que as regras normais de como uma coisa deve ser feita não precisam ser cumpridas.“, afirmou a professora e relatora da ONU para moradia digna, Raquel Rolnik em entrevista para o site da Caros Amigos.
    Logo, o neoliberalismo, a articulação à economia global, a melhor infraestrutura produzida em parte para os megaeventos, são alguns dos principais fatores que levaram o Brasil a ter uma maior visibilidade no cenário internacional, sendo alvo de inúmeros investimentos e de um mercado de alto crescimento.

  27. A grande população brasileira aliada a alta fração de cidadãos ativos, faz com que o país, mesmo passando por uma profunda crise politica e econômica, continue sendo foco de investimento externo. Sendo uma nação vasta, com grande capacidade de gerar produtos e serviços, por possuir em seu território grande disponibilidade de matérias primas, ja se concretiza como sendo uma potencia de investimento e lucros. Aliado ao beneficio de se encontrar geográfica e politicamente em uma zona estável, sem conflitos permanentes ou desastres naturais de grandes proporções, gera segurança a cerca da viabilidade do retorno do investimento. Sendo assim, apesar de todos os problemas atuais do Brasil, ainda temos o beneficio de atrair capital estrangeiro, contribuindo para a estabilização da economia.

  28. A pesquisa apontou que o mercado brasileiro ainda está no topo da agenda dos empresários dos Estados Unidos, apesar de uma ligeira queda na intenção de investimentos das empresas norte-americanas no Brasil. A pesquisa também mostrou otimismo por parte dos executivos de negócios norte-americanos envolvidos no desenvolvimento de negócios e estratégia corporativa. A grande maioria apontou crescimento nas receitas de países de mercados de alto crescimento e emergentes e esperam que elas continuem crescendo nos próximos meses. A pesquisa foi feita com cem executivos de negócios norte-americanos envolvidos no desenvolvimento de negócios e estratégia corporativa. Acredito que os investidores estão cada vez mais em busca de investimentos em mercados mais promissores, com oportunidades para a próxima década, como é o caso do Brasil e dos demais componentes do BRIC, o grupo de países emergentes formado por, além do Brasil, Rússia, Índia e China. Acredito que o Brasil se destacou no contexto mundial e desta forma não é que temos uma atividade melhor aqui apenas pela crise nos outros países. A perspectiva de crescimento no Brasil, a estabilidade e o nível de consumo interno atual e potencial são diferenciais.

  29. O Brasil encontra-se como um país em elevado potencial para crescimento econômico.Isso é comprovado pelo fato de muitos países estrangeiros,conscientes da capacidade extraordinária na qual o Brasil se encontra,terem o desejo de investirem no mesmo. Porém, o governo brasileiro tem estado em crise e isso tem prejudicado consideravelmente a economia brasileira, ou seja, enquanto o país poderia estar crescendo tanto internamente quanto externamente no âmbito econômico, proporcionando então elevadas condições de potência mundial, o mesmo não tem usufruído dessa oportunidade, isso significa que por mais que o Brasil seja um país com grande potencial para a economia internacional, ele não tem sido governado internamente de forma a proporcionar esses benefícios.
    Com isso,cabe dizer,portanto, que esse Estado tem passado por grandes crises econômicas, as quais estão tendo repercussões mundiais,e tudo por falta de controle interno do país, proporcionando uma queda brusca em sua economia interna e prejudicando alguns países os quais investiam na mesma. Então, conclui-se que mesmo o Brasil sendo um grande país em potencial, devido as atuais circunstâncias,o investimento internacional no mesmo, não vai acontecer em grande escala, pois a confiança externa está caindo cada dia mais, proporcionando uma crise econômica no país.
    Para solucionar esse grande problema, o Brasil precisa proporcionar um governo confiável o qual cuidará das finanças do país, fazendo com que a confiabilidade interna e externa volte a ser frequente, para que os outros países voltem a investir no mesmo, proporcionando um aumento considerável na economia interna,desenvolvendo o país e consequentemente proporcionando uma economia internacional em constante crescimento contribuindo, por fim, em uma economia internacional cada dia mais estável, dando retornos favoráveis.

  30. O estudo realizado pela KPMG, envolvendo as perspectivas de investimento de executivos norte-americanos, traz um olhar otimista para o mercado brasileiro. O país, devido ao rápido crescimento econômico vivenciado nos anos 2000, juntamente com uma grande população e com diversos setores de mercado ainda em desenvolvimento, continua sendo um dos principais alvos de investimento externo dentre as nações emergentes.
    A pesquisa demonstra que o mercado internacional é favorável para o crescimento brasileiro. Tudo que o país precisa fazer é aproveitar o interesse de investimento estrangeiro, criar condições favoráveis para que este investimento chegue ao país sem maiores embaraços. Porém, as condições políticas instáveis que o país apresenta atualmente podem representar uma ameaça ao otimismo hora constatado. É preciso ter cuidado com os rumos da economia, especialmente quando considerado o cenário global de desaceleração de crescimento. O Brasil, que apresentou resultados ruins em seu PIB , considerando-se as outras nações emergentes, deve planejar atenciosamente os rumos da economia para o futuro próximo, para assim manter a confiança demonstrada pelos investidores estrangeiros.

  31. Mesmo com toda essa crise apresentada recentemente pelo Brasil, ele não deixou de ser um país visado quando o assunto é investimento internacional. Nosso país conta com uma grande população, sendo essa grande consumista. Além disso, os aspectos geográficos, climáticos e de grande oferta de matéria-prima enchem os olhos dos investidores.
    A maior parte dos entrevistados apresentou otimismo em relação ao Brasil, vendo-o como um país em crescimento, mesmo com toda a crise enfrentada.
    Os investidores tomam como referência um olhar futuro, vendo a possibilidade de crescerem juntamente com o país e seu mercado.
    Dessa forma, podemos notar que, mesmo que a princípio as informações trazidas causem espanto tendo em vista todo o contexto da crise enfrentada, ainda sim o Brasil continua sendo um país emergente, em crescimento, foco de investimentos internacionais, ficando atrás apenas da China.

  32. Não há como negar que o Brasil, mesmo na situação de instabilidade política e econômica em que se encontra, ainda apresenta atrativos para investidores estrangeiros. Trata-se de um país continental, onde é possível empreender em vários setores da economia, o que encanta muitos investidores. Ainda existem setores pouco explorados no Brasil, o que incentiva investidores de todo o mundo em direcionarem seu capital ao mercado brasileiro, obtendo grandes lucros. Esse é, provavelmente, o motivo pelo qual o Brasil ainda não se encontra numa crise econômica mais aguda, mesmo com o cenário atual. Os empreendedores brasileiros devem ficar animados com a notícia, pois ainda têm a oportunidade de conseguir capital estrangeiro para o seu negócio, assim como os trabalhadores brasileiros, que podem vislumbrar um aumento nas oportunidades de emprego. No entanto, deve-se ter cautela, pois num clima de insegurança política e econômica, basta alguns acontecimentos para mudar a dinâmica do jogo.

  33. Apesar de os investidores brasileiro estarem duvidosos em relação a economia do pais, devido as crises econômicas, os investidores estrangeiros apostam no sucesso de futuros negócios em nossa terra.
    Tal fato decorre devido a obtermos uma das mais baixas taxas de investimentos do mundo, e uma enorme capacidade consumidora.Ou seja, os investidores estrangeiros, enxergam no Brasil, uma capacidade de compra, maior que a oferta, o que torna tais investimentos bastante favoráveis.
    Dessa forma, podemos concluir que apesar da crise, o Brasil se encontra na mira de investimentos de investidores estrangeiros.

  34. Não há como negar que a promessa de investimentos vindos do exterior é muito bem vinda considerando que o atual cenário econômico do país aparenta conspirar contra qualquer possibilidade disso.
    Contudo, não há como deixar de levar em consideração que ainda assim houve uma diminuição na intenção de aplicações estrangeiras pelas empresas norte-americanas no Brasil, como relatado na notícia. De fato, países como o nosso, que são marcados pela corrupção, apresentam instituições frágeis e são propensos a possuírem um mercado oscilante, onde uma aparente boa oportunidades de investimento pode levar empresários e administradores à falência em um piscar de olhos, desfavorecendo os negócios dos brasileiros perante o mercado internacional.
    Em virtude disso, é de suma importância que além de uma preocupação com injeção de capital estrangeiro no Brasil, haja uma preocupação ainda maior em reforçar as empresas nacionais, favorecer a qualificação da mão de obra nacional e com a aplicação de medidas políticas que enalteçam não só nossa economia, mas também nossa imagem, perante a comunidade internacional e também perante a própria população nacional, visto que isto também interfere de maneira direta nos resultados de nossa economia.

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  35. Vejo com muito bons olhos essa matéria. Não me surpreende os grandes investidores demonstrarem interesse no Brasil. Temos uma economia em franca evolução (vemos medias pifas de crescimento de países desenvolvidos), estabilidade agora adquirida com o real, grande capacidade de negócios em diversas áreas, um lugar de gente hospitaleira. Mas apostaria todas as minhas moedas como investidor certamente no ramo do turismo. O nosso país possui um grande potencial ainda não explorado, com uma vasta lista de atividades culturais, naturais e históricas a serem descobertas pelo mundo. O Brasil é muito mais do que Carnaval, futebol e Floresta amazônica, que são sem duvidas cartões de visita, mas ainda seria muito superficial e ingrato deixar de conhecer tantos outros atrativos que não deixam nem um pouco a desejar para outros lugares paradisíacos do mundo .

  36. Esta notícia vai diametralmente contra todas as expectativas dos pessimistas e os que não confiam na gestão do país. Muito embora realmente estejamos passando por uma grave crise econômica, que nos fez inclusive adotar medidas de contenção de custos com a máquina pubilca, -tal como os países europeus e seus pacotes de austeridade – o Brasil é notadamente um ps de grande potencial econômico e com uma capacidade surpreendente de se recuperar de crises e demais adversidades.
    Grande parte disso se deve ao fato de o país não se resumir em um ou dois produtos carro chefe como é o fato da maior parte dos países. Enquanto os países geralmente tem um ou dois produtos principais na economia, sendo pouquíssimos com três, o Brasil tem em torno de uma dezena de produtos de exportação com representatividade global.
    Um modelo é otomicose pautado em uma economia diversificada e em uma economia que consegue atender aos tratados internacionais sem fragilizar a própria economia também é um fator importantíssimo nesta equação.
    Enquanto a iniciativa privada nacional não tem coragem para investir, os investidores internacionais tem mais visão de mercado e reconhecem o grande potencial ainda não explorado no país como a BMW que recentemente montou uma planta de produção no país. Somado a estes fatores devemos admitir os incentivos fiscais oferecidos pelo governo e a baixa carga tributária a empresários se comparado com o restante do mundo e a facilidade de remessa de lucros para o exterior.
    O Brasil é um país com um grande potencial, que deveria ser mais explorado pelos agentes internos públicos e privados, enquanto isto não se torna realidade, nos contentamos com o capital estrangeiro.

  37. Noticia de extrema relevância, visto do comentário do presidente americano Barack Obama afirmando que o país vê o Brasil como potência mundial. Nosso país possui “complexo de vira-lata”,devido a nossa própria mentalidade. Na realidade, a história é outra. O Brasil é extremamente ricos em diversos aspectos. Além de ser uma das maiores economias. Possui influencia internacional forte. Apesar de que deveria ser mais valorizado e explorado pelo capital interno, privado ou não, incentivos internacionais já são de bom grado. O crescimento do país é algo visível, basta comparar as décadas. Sem esquecer do aumento do poder econômico e diplomático.

  38. O Brasil que, amplamente divulgado nas mídias de todo o mundo, demonstra estar passando uma série crise econômica, bem como política e até mesmos social, ainda tem densos investimentos em tecnologia e modernidade, sejam eles internos ou externos. Bem como, tal nos traz a notícia, há aplicação de investimentos externos em setores da economia brasileira.
    Tal ação deve alavancar e aquecer a ordem financeira, mesmo que a longo prazo, num bom decurso de tempo. Tais investimentos trazem mais riquezas ao país, com a abertura de novos postos de trabalho. O preocupante é a desvalorização da mão de obra nacional, bem como a substituição da mesma por mão de obra estrangeira. Um alerta aos trabalhadores, todo investimento possui uma vertente positiva como negativa, cabe a população, e ao Estado atentarem sobre esses relevantes aspectos.

  39. Se por um lado aumenta o investimento internacional no Brasil, em nível semelhante cresce o investimento do Brasil no mercado exterior.
    Os analistas e investidores do mercado financeiro, consultados semanalmente pelo Banco Central, continuam apostando que o Brasil se manterá no ano de 2015 como mercado atraente para investidores internacionais. A estimativa do setor para a entrada de investimentos estrangeiros diretos (IED) no País em 2015 continua estável em US$ 60 bilhões, enquanto outros indicadores mostram recuo. Para 2016, a estimativa dos analistas para o aporte também permaneceu em US$ 60 bilhões, do mesmo modo é positiva a estimativa dos investimentos do Brasil em terras internacionais, segundo especialistas.
    Os dados são do Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central. O IED é um tipo de investimento considerado de alta qualidade, porque é feito no setor produtivo brasileiro – e não em bolsas ou outras aplicações financeiras. Essa expectativa indica uma confiança dos investidores nas oportunidades de ganhos oferecidas pelo setor produtivo nacional.
    A expectativa do mercado para a taxa de juros básica da economia brasileira, a Selic, atualmente em 12,25% ao ano, se manteve em 12,75% ao ano no fim de 2015. Para 2016, a previsão do mercado também seguiu estável, em 11,5% ao ano. A taxa básica de juros é um dos instrumentos utilizado pelo Banco Central contra a inflação.
    Os analistas consultados também mantiveram a projeção estável para a taxa de câmbio em 2015, em R$ 2,90 por dólar. Para 2016, a previsão alcançou de R$ 2,93 para R$ 3,00 por dólar.

  40. O Brasil está vivendo um momento de estagnação da sua economia. Dessa maneira, é imprescindível que os estrangeiros concentram seus investimentos em nosso país. Apesar que no ano de 2014, houve uma queda da entrada de investimento estrangeiro, segundo relatório da ONU, o Brasil subiu da sétima para sexta posição no ranking dos destinos mais atrativos para investimentos. A entrada de investimentos vem para a construção de fábricas, infraestrutura, fusões e aquisições de empresas, etc. Consequentemente, esses investimentos refletem na vida dos brasileiros, como exemplo, gerando mais empregos com a construção de fábricas. O mercado de trabalho brasileiro, já sentiu o impacto da crise. Dados oficiais mostram que a taxa de desemprego no Brasil registrou o pior resultado da história com índice de 8,1 %. É mecessário que o Estado incentive os investimentos estrangeiros para gerarem mais riquezas para o nosso paîs, tomando o cuidado para não desvalorizar a mão de obra nacional.

  41. O Brasil possuía um mercado alternativo aos países se não fosse a crise econômica, mostrava atividade natural e consistente para o futuro, se não fosse nosso governo inútil e desprovido de inteligência. Antigamente a incerteza na Europa ajudava o mercado interno brasileiro, porém, com esse governo petista, é muito mais confiável confiar em países tradicionais e com governos estáveis do que uma grande potencia com corrupção exarcerbada.
    Tem sido registrado nos últimos anos uma queda significativa dos investimentos estrangeiros nos países da América Latina. O ex-presidente petista, ao visitar países como a China e os EUA, em busca de reverter este quadro que já era gravoso em sua época, através de viagens consideradas como estratégica de política externa do governo, uma vez que o Brasil tem dividido com o México a liderança na redução de captação de recursos externos.
    A queda no fluxo de investimentos estrangeiros diretos junto aos países latinos, caiu consecutivamente nos últimos três anos. Para se ter uma idéia, no Brasil, caiu 90% entre os anos 2002 e 2003, atingindo o menor nível desde 1995. Ou seja, tais investimentos que em 2001 somavam US$ 22,4 bilhões, em 2002, caíram para US$ 16,5 bilhões e, em 2003, chegaram a US$ 10,1 bilhões. O México, neste mesmo ano, ganhou investimentos de US$ 10,7, ou seja, quase empata com nosso país. Atualmente em 2015, os números são ainda mais assustadores, não se investe no país, e com a alteração de um dolar a 1,60 para 4,20 em um prazo tão curto, assusta qualquer país a investir aqui, criando ainda mais uma resistência devido á volatilidade do mercado.

  42. Em meio a uma crise econômica e política, esta notícia é de suma importância para demonstrar que apesar de o país estar passando por um momento de turbulências internas, ainda é alvo de grandes investimentos em razão do seu potencial econômico expansivo de mercado (esse é também um dos motivos pelo qual o Brasil integra o agrupamento BRICS). Com mão-de-obra e recursos naturais em abundância, além de um enorme mercado consumidor, é de se esperar a vinda de cada vez mais investimentos externos, o que para nós é algo positivo, na medida em que gera empregos, a movimentação de capitais, e, consequentemente, o aquecimento da economia. Diante desse cenário, em busca de estabilidade é interessante que os brasileiros invistam em qualificação para que haja valorização da mão-de-obra e investimentos permanentes e sólidos na economia do país.

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