G20 deve priorizar setor de serviços financeiros


Relatório da KPMG aponta recomendações para crescimento econômico e aumento nos postos de trabalho

Redação Brasil Alemanha News

Um novo relatório da KPMG demanda que o G20, grupo formado pelos ministros de finanças e chefes dos bancos centrais das 19 maiores economias do mundo mais a União Europeia, foque no papel que o setor de serviços financeiros pode desempenhar na criação de postos de trabalho e no estímulo ao crescimento econômico.  A publicação destaca que as estratégias de crescimento já acordadas pelo G20, como o aumento do investimento em infraestrutura, podem ser aceleradas pelo setor financeiro.

O relatório aponta que as regulamentações financeiras estão passando por reformas de forma inconsistente por todas as diversas instâncias, e isso resulta em maiores custos regulatórios, incerteza e disponibilidade limitada de produtos financeiros para contribuir com o crescimento econômico. Também existe a preocupação que o ambiente econômico tenha reduzido o número de participantes o que diminui a competitividade e manutenção do mercado.

“O grupo das maiores economias mundiais precisa garantir um equilíbrio entre como lidar com a crise de ontem e como desenvolver o crescimento e os postos de trabalho do amanhã. Precisamos de um novo relacionamento entre o setor de serviços financeiros e os agentes reguladores que proporcione uma maior estabilidade ao mesmo tempo que estimule o crescimento da economia”, afirma o sócio da KPMG e líder para os serviços financeiros, Ricardo Anhesini.

O relatório propõe quatro ações necessárias: reduzir os desincentivos regulatórios para estimular os bancos a emprestarem para os pequenos negócios, para infraestrutura e para o financiamento do comércio; estimular as seguradoras e outros investidores de longo prazo a emprestarem recursos para as áreas de infraestrutura e de pequenos negócios; estimular os gestores de ativos a investir mais em infraestrutura; desenvolver mercados de capital novos e dinâmicos.

Fonte: http://www.brasilalemanhanews.com.br/Noticia.aspx?id=5308

10 respostas em “G20 deve priorizar setor de serviços financeiros

  1. O grupo dos 20, ou popularmente conhecido por G20, é um grupo formado por membros de 19 países e a União Europeia, criado em 1992 e que busca a cooperação no que tange à economia dos países envolvidos. O G20 tem como meta a facilitação dos negócios entre seus membros, debates sobre um desenvolvimento econômico sustentável, dentre outras. Os países membros do G20 são: África do Sul, Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, China, Coreia do Sul, EUA, França, Índia, Indonésia, Itália, Japão, México, Reino Unido, Rússia, Turquia e a, já referida, União Europeia. Como se depreende da notícia acima, a KPMG, que é uma das maiores empresas de prestação de serviços relacionados ao setor financeiro no mundo, incluindo, por exemplo a Tax e a Audit como suas integrantes, emitiu um relatório de grande relevância em que afirma que as estratégias de crescimento acordadas pelo G20 poderão ser aceleradas pelo setor financeiro. Tal informação vai de encontro ao que grande parte da população vem presenciando sobre a real situação econômica do país, contudo é animadora. Afirma a KPMG (deixando de lado seus supostos envolvimentos com elisão fiscal), que devem ser tomadas quatro ações para que o crescimento se concretize, como: realização de empréstimos pelos bancos para pequenos negócios; empréstimo pelas seguradoras à pequenas empresas; investimento maior em infraestrutura e o desenvolvimento de novos mercados mais dinâmicos de capital. Deste modo, o G20 obterá sucesso no que fora planejado.

  2. A reportagem destaca ações que o G20, grupo de 19 países com grande influência econômica juntamente com a União Européia, visa realizar para evitar novas crises financeiras no futuro. Segundo a matéria, são quatro os principais objetivos: reduzir os desincentivos regulatórios para estimular os bancos a emprestarem para os pequenos negócios, para infraestrutura e para o financiamento do comércio; estimular as seguradoras e outros investidores de longo prazo a emprestarem recursos para as áreas de infraestrutura e de pequenos negócios; estimular os gestores de ativos a investir mais em infraestrutura; desenvolver mercados de capital novos e dinâmicos. Percebe-se, desta forma, que é necessário abrangir o crédito para pequenos empresários, uma vez que eles também possuem força econômica e potencial de crescimento, o que antigamente era pouco explorado por diversos países. Outro foco importante é o da infraestrutura. No Brasil, por exemplo, o custo de produção de diversos produtos acaba subindo assustadoramente em face das dificuldades de logística e transporte existentes. Uma produção de laranjas, que no Brasil é bem mais barata do que nos EUA, acaba ficando mais cara por causa dos gastos feitos com o transporte da fruta até o consumidor final. É difícil visualizar soluções homogêneas, eis que o grupo do G20 possui países economicamente muito superiores a outros. Porém, parece-me válida qualquer intenção de se resguardar de futuras cries econômicas como a de 2008, que produz seus efeitos até hoje.

  3. O G20 é um grupo constituído por ministros da economia e presidentes de bancos centrais dos 19 países de economias mais desenvolvidas do mundo, mais a União Europeia. Criado em 1999, na esteira de várias crises econômicas da década de 1990, o G20 é uma espécie de fórum de cooperação e consulta sobre assuntos financeiros internacionais. É importante frisar que a notícia traz uma discussão acerca da elevação dos incentivos por parte do setor financeiro nos países integrantes do G20, à melhoria na infra estrutura dos mesmos, criando assim menos barreiras para que seja concedido créditos as empresas que possuem um grande interesse em investir nesse setor. Mostra-se, pois, que o desincentivo nesse ramo e uma forma de desaceleramento no crescimento dessas grandes potências econômicas. Portanto, é necessário uma intervenção em âmbito mundial para que mude-se as leis dos setores financeiros nos países do G20. Esse equilíbrio entre as normas regulatórias do setor financeiro e expontânea criação dos recursos em infra estrutura que geraria com este ato, contribuiria para uma melhora na competitividade entre as economias de mercado, e consequentemente geraria um aumento significativo nos índices dos países.

  4. A KPMG é uma rede global de firmas independentes que prestam serviços profissionais de Audit, Tax e Advisory. Encontram-se presentes em 155 países, com mais de 155.000 profissionais atuando em firmas-membro em todo o mundo.
    No Brasil, a organização, que atua como firma de Auditoria Independente ou Auditoria Externa e com forte influência na área contábil e de Demonstrações Financeiras, conta com 4.000 profissionais distribuídos em 13 Estados e Distrito Federal, 22 cidades e escritórios situados inúmeras e importantes cidades brasileiras, tais como São Paulo, onde encontra-se situada a sua sede, Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis, dentre outras.
    Tal organização, em um relatório realizado em Novembro de 2014, demanda que o G20, grupo que reúne as maiores economias do mundo e a União Europeia, foque no papel que o setor de serviços financeiros pode desempenhar na criação de postos de trabalho e no estímulo ao crescimento econômico.
    Tal relatório, além de apontar as consequências decorrentes das reformas das regulações financeiras, aponta ações necessárias para evitar crises financeiras futuras.

  5. A economia mundial ainda não se recuperou totalmente da crise financeira de 2008, que começou nos Estados Unidos com a falência de algumas de suas instituições financeiras, e se alastrou pelo mundo, trazendo a instabilidade economica para quase todos os países do globo. Com a preocupação de estimular o crescimento econômico e, dessa forma, dar uma maior estabilidade à economia, o KPMG, em um novo relatório, demanda do G20, que segundo o próprio artigo é “um grupo formado pelos ministros de finanças e chefes dos bancos centrais das 19 maiores economias do mundo mais a União Europeia”, um maior foque nos serviços financeiros, já que possuem uma grande capacidade de criar postos de trabalho e, dessa forma, podem movimentar a economia estagnada. Segundo o mesmo artigo, esse foque nos serviços financeiros pode acelerar as estrategias que o G20 já está colocando em pratica para aumentar o crescimento dos países. O relatório do KPMG também propõe quatro ações necessárias para desenvolver a economia, todas estão expostas no artigo, e possuem um ponto em comum: o incentivo ao crédito. Depois da crise de 2008, os países diminuíram o credito, pela necessidade de conter gastos e trazer a economia para a realidade vivida. Com essas ações, que segundo a KPMG são necessárias, volta-se a politica dos empréstimos e financiamentos. São ações que realmente podem ajudar no desenvolvimento da infraestrutura, fortalecimento das empresas e ,consequentemente, solidificar a economia desses países, entretanto é preciso ter cautela e não adotar uma politica de credito livre para não voltarmos ao cenário econômico que ocasionou a crise de 2008.

  6. O Grupo dos 20, ou G20, fórum informal composto por 19 países mais a União Europeia( como já esclarecido no artigo) promove sempre debates entre países industrializados e emergentes sobre assuntos relacionados a estabilidade econômica mundial, além de promover diálogos sobre politicas nacionais e cooperar com as diversas instituições com que se relaciona.
    É relevante tratar com maior atenção a questão do papel que o setor de serviços financeiros tem no estimulo ao crescimento econômico.
    Medidas e estrategias que estimulem o desenvolvimento econômico, como o aumento em investimentos em infraestrutura promovem maiores oportunidades de avanço, como postos de trabalho e a própria manutenção do mercado.
    É imprescindível um relacionamento entre o setor de serviços financeiros e os agentes reguladores para então proporcionar maior estabilidade e crescimento com medidas mais eficazes.
    O grupo informal G20 consentiu com as ações que devem ser tomadas para que esse incentivo ocorra. Como estimular os gestores de ativos a investir mais em infraestrutura e o desenvolvimento de mercados de capital novos.

  7. De forma que o mundo ainda não conseguiu se recuperar da econômica de 2008, causada em sua grande parte pelo fator do crédito, até hoje são necessárias medidas que façam com que a economia internacional possa renascer, de modo em que um contingente de Estados possam reerguer a sua situação financeira, sobretudo em alguns países da Europa que mais sofreram, como Portugal, Espanha e Itália.
    Entre essas medidas, existem a criação de fóruns internacionais que discutam sobre o que é melhor para a atual situação econômica e qual a solução mais viável para se combater esse problema.
    Diante desse fato, surge no cenário mundial o G20, composto por 19 países mais a União Européia, que propõe analisar a conjuntura financeira mundial, e por meio disso, criar metas para a aceleração da economia.
    Nessa notícia, mostra o relatório do KPMG mostra que o estímulo aos serviços financeiros são essenciais para a dinamização da economia, e como são os países que participam do G20 os mais capazes de criar, principalmente postos de trabalho, é necessário que essa mudança de panorama possa partir desse grupo.
    Além disso, de forma que a crise econômica de 2008 afetou muito a área especulativa do mercado, como a emissão de crédito, o relatório do KPMG, ao propor suas ações, eles condensam as idéias no fato de que é necessário, também, que se aumente ou incentive o crédito. Só por meio dele, a economia pode voltar a acelerar. Ou seja, todas essas ações relacionam-se com o financiamento e empréstimos.

  8. Fóruns Internacionais têm um papel de extrema importância no desenvolvimento da economia global. Por meio deles, os chefes de estado podem debater ideias e propor atuações conjuntas visando o crescimento econômico, a queda no desemprego, o aumento do comércio internacional, a melhoria da qualidade de vida nos países negociadores, dentre outros benefícios, que só são possíveis pela abertura econômica dos países a negociações em âmbito internacional. O avanço do comércio internacional possibilita a criação e fortalecimento de mais organizações e fóruns internacionais, o que aproxima as economias de países com diferenças marcantes, mas que podem, atuando em conjunto, possibilitar um crescimento mútuo, beneficiando todas as partes. Somando forças, os países do G20 certamente conseguirão implementar as medidas discutidas e aconselhadas pelos especialistas, fazendo com que os objetivos perseguidos sejam alcançados dentro de um prazo razoável.

  9. O G20 é um grupo constituído por ministros da economia e presidentes de bancos centrais dos 19 países de economias mais desenvolvidas do mundo, mais a União Europeia. foi criado em 1999, após várias crises econômicas da década de 1990; é uma espécie de fórum de cooperação e consulta sobre assuntos financeiros internacionais.
    Com o surgimento do G20, os integrantes do fórum passaram a se reunir duas vezes ao ano, sendo que um encontro compreende os ministros das finanças e presidentes do Banco Central de cada membro e o outro é dedicado aos chefes de estado.
    O Brasil foi presidente do G-20 em 2008. Em 2013, a presidência do Grupo foi entregue à Rússia, que por sua vez, passou a coordenação do G-20 à Austrália em 2014.
    A próxima Reunião de Cúpula do G20 (10ª edição), ocorrerá entre os dias de 15 e 16 de novembro de 2015, na Turquia.

  10. Em relatório apresentado pela KPMG, revela-se a preocupação em alocar recursos para a infraestrutura , para propiciar ao comércio uma saída em tempos de crise. Este relatório contem incentivos para que se aumentem os créditos para fomentar as atividades empresariais em pequenos negócios, financiando suas atividades, principalmente as que versem em infraestrutura e comércio, através de incentivos a desburocratização. Ressaltando que, é preciso alocar recursos para as pequenas empresas, de forma a encorajar seus administradores e gestores a adotar políticas de infraestrutura, de forma a fortalecer o mercado, aumentando-se a competitividade, produtividade e eficiência, tornando o mercado mais eficiente e dinâmico. Estas estratégias de crescimento, visam buscar uma saída para a crise, de forma que não haja uma estagnação no mercado, que as alianças comercias se fortaleçam com o objetivo de crescimento da economia, baseados no investimento à infraestrutura.

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