UNASUR Y ONU MUJERES ratifican su compromiso para fortalecer la igualdad de género en Suramérica


En el marco del Día Internacional de la Eliminación de la Violencia Contra la Mujer, la Secretaría General de la Unión de Naciones Suramericanas y la Organización de las Naciones Unidas firmaron el “Plan de Acción UNASUR-ONU MUJERES” que ratifica el compromiso de trabajar conjuntamente en el fortalecimiento de la igualdad de género y Derechos Humanos de las mujeres de la región.

El Secretario General, Ernesto Samper, dio a conocer que a nivel mundial las mujeres suramericanas son las más discriminadas en el ámbito laboral, debido a la informalidad del trabajo que alcanzaría una tasa del 56%.

Asimismo, recalcó que dentro de su plan de acción se plantearon 3 ejes sobre género, medio ambiente e inclusión social.  “Buscamos la transversalización de los Consejos Sectoriales, así como tener un diagnóstico a cargo de ONU Mujeres para saber el estado de la situación de género en la región”, mencionó.

De esta manera, el Plan de Acción contempla el desarrollo de una Estrategia Regional de Igualdad de Género para la Unión de Naciones Suramericanas, así como líneas de trabajo dentro de los Consejos Sectoriales del Organismo.

Este es uno de los temas fundamentales dentro de las Agendas Política,  Social y Económica que impulsa el Secretario General de UNASUR, con el fin de lograr un desarrollo de políticas que favorezcan la redistribución y reducción de inequidad en la región.

La firma estuvo a cargo del Secretario General, Ex presidente Ernesto Samper, y la Representante de ONU-Mujeres en Ecuador, Moni Pizani. Además, contó con la presencia de la Presidenta de la Asamblea Nacional de Ecuador, Gabriela Rivadeneira, y de la líder política, Minou Tavárez Mirabal,  hija de Minerva Mirabal, dominicana asesinada el 25 de noviembre de 1960 por agentes del régimen de Rafael Leónidas Trujillo (1930-1961) junto a sus hermanas Patria y María Teresa.

Por su parte, Pizani mencionó  que en Suramérica el problema de la violencia contra la mujer es un mal recurrente, “en 5 países, entre el 43 y el 63% en mujeres de 15-49 años han sufrido violencia sexual, por ello la renovación de este plan de acción para trabajar con los países para erradicar la violencia”.

Mientras que la Presidenta de la Asamblea Nacional, Gabriela Rivadeneira, recordó el proceso histórico que pasaron las mujeres para reducir las brechas de equidad y enfatizó que desde el Poder Legislativo de Ecuador se está trabajando para combatir la violencia.

El objetivo del proyecto es impulsar la cooperación sur-sur en materia de igualdad y derecho de las mujeres y brindar asistencia técnica, sobre el tema, en el proceso de fortalecimiento de capacidades de los doce países de UNASUR: Argentina, Bolivia, Brasil, Chile, Colombia, Ecuador, Guyana, Paraguay, Perú, Suriname, Uruguay y Venezuela.

5 respostas em “UNASUR Y ONU MUJERES ratifican su compromiso para fortalecer la igualdad de género en Suramérica

  1. O histórico de desigualdade de gênero vem de muito tempo,onde as mulheres serviam para ficarem em casa,não podiam integrar o mercado de trabalho enfim,durante seculos elas viviam em extrema desigualdade com os homens e não eram valorizadas. Os tempos foram mudando e as mulheres começaram a reivindicar e buscar seu espaço,reconhecimento e valoração na sociedade. Como prova desta mudança basta lembrar as mulheres que morreram queimadas no histórico 08 de março, nos Estados Unidos,e tantos outros personagens, inclusive homens, como o próprio Martin Luther King que lutou também em defesa da mulher negra, que além do preconceito com o sexo sofria também a dor do racismo. Com isso as mulheres foram conquistando o seu espaço,ate mesmo no mercado de trabalho e ainda hoje há uma luta muito grande para a busca da efetiva igualdade pois por mais que não se admita,ainda ha preconceito com relação a alguma profissões,por exemplo,que são taxadas como de homens. Assim é muito importante que os países se unam em prol de uma evolução tao benéfica e necessária para a sociedade ,que é esta busca pela igualdade de gêneros.

  2. A desigualdade entre gêneros é assunto primordial para a América Latina, em especial no momento histórico em que nos encontramos, os direitos civis das mulheres estão postulados e positivados e dessa forma cria-se a ideia de que findou-se a desigualdade, essa concepção se melhor analisada em termos sociológicos é completamente falha.
    A noticia afirma um dos pontos antagônicos, a grande quantidade de mulheres em empregos informais na América Latina, no Brasil esse número aponta outra discriminação ao perceber que dentre essas mulheres a maioria é negra. A extensa quantidade de leis que se colocam em caráter protetivo da mulher, como a Maria da Penha e a de Feminicídio, apontam traços de uma sociedade patriarcal que ainda vê a mulher como propriedade, semovente, que assim como seu animal de estimação quando desobedece e manifesta vontade própria poderia ser castigada.
    Iniciativas como “UNASUR Y ONU MUJERES” são essenciais não somente por uma necessidade de fomentação da igualdade de gênero, mas para demonstrar que a sociedade não muda simplesmente com a promulgação de uma lei, a sociedade atual é fruto de sua história desigual, e esses traços, esse imaginário necessita ser corrigido mesmo após a lei, é necessário entender, que não são pautas da igualdade de gênero somente os direitos civis, apesar de como explicito na notícia pela Presidente da “Assemblea Nacional, Gabriela Ruadeneira” ter sido primordiais essas conquistas, mas as pautas hoje são outras e são veladas, e essas iniciativas permitem reafirmar que ainda temos pautas a se discutir no que tange a igualdade de gênero na América do Sul.

  3. Os mecanismos internacionais de proteção aos direitos humanos são relevantes instrumentos de busca pelo desenvolvimento de ações para prevenir, enfrentar e pôr fim à violência contra a mulher, além de estarem aptos a criar obrigações para os Estados e toda a sociedade visando tal objetivo. Conforme apresentado nas pesquisas, a violência sexual contra as mulheres é generalizada em toda a América do Sul, e é sabido que o fator histórico ainda reflete nesses dados, posto que as mulheres foram excluídas dos direitos humanos por serem discriminadas historicamente. A todo instante buscam a conscientização sobre a violência contra as mulheres dentro da América, problema este intimamente relacionado a vários desfechos de saúde sexual e reprodutiva, incluindo a gravidez indesejada, abortos inseguros, infecções sexualmente transmissíveis, mortalidade materna e até mesmo resultados na saúde das crianças cujas mãe sofreram e ainda sofrem violência. Diante da crescente consolidação do positivismo concernente aos direitos humanos, pode-se afirmar que o direito internacional de proteção aos direitos humanos invocam, sobretudo, a consciência ética contemporânea compartilhada pelos Estados, na medida em que celebram o consenso internacional acerca de temas centrais à dignidade humana, reconhecendo que a violência de gênero não deve ser vista como fenômeno natural entre mulheres e homens. Contudo, faz-se necessária maior intervenção do Estado, da sociedade e do Direito Internacional, a fim de promover o progresso social e melhores condições de vida dentro de uma liberdade ampla, reconhecendo o valor de cada ser humano per si, a igualdade de direito dos homens e das mulheres e o estímulo ao respeito aos direitos humanos.

  4. Embora a violência de gênero seja um problema crônico e de difícil solução, principalmente na América Latinas e nas demais nações subdesenvolvidas ao redor do globo, há que se notar que a participação da ONU neste tipo de problema social é de suma importância. Embora seja claro que a Organização não é capaz – por si só ou por acordos que firme com outras instituições – de dissolver conflitos ou reinventar realidades sociais, as experiências mundiais em que sua intervenção esteve presente trazem esperança para aqueles que querem crer em sua capacidade de promover o diálogo e a orientação de políticas públicas entre as nações. Observe-se, por exemplo, que o Brasil conseguiu atingir a meta de diminuição da taxa de mortalidade infantil assumida no compromisso “Objetivos de Desenvolvimento do Milênio”, promovido pela ONU. A redução foi da monta de dois terços no número de mortes de crianças até cinco anos.
    Este é apenas um dos exemplos de que a participação da Organização das Nações Unidas nos problemas internos de cada país tem força para obter resultados prósperos, ainda que não seja capaz de erradicar problemas crônicos.

  5. A desigualdade de gênero é um problema com raízes históricas na cultura sul-americana. Não é difícil notar a inferiorização da mulher desde os tempos mais remotos até os dias de hoje. Apesar de o sexo feminino ter alcançado várias conquistas e direitos ao longo do tempo, atualmente este problema ainda existe, embora muitas vezes disfarçado. Em diversas situações, sob a ótica ilusionista de proteger a mulher existe um preconceito incutido na sociedade de que ela é frágil e inferior. Embora difícil, essa cultura precisa ser mitigada aos poucos.
    Os altos índices de desigualdade de gênero na região sul-americana geram diversas consequências ruins para a sociedade como um todo. As mulheres sofrem preconceito, principalmente na questão trabalhista, o que acaba as colocando em situações de subemprego, além de submetidas à violência. Sob essa ótica, a Organização das Nações Unidas (ONU), formada para promover paz, desenvolvimento e segurança mundial, aliada à União de Nações Sul-Americanas (UNASUL) que é uma organização intergovernamental composta por 12 países da América do Sul cujos objetivos são fortalecer as relações comerciais, culturais, políticas e sociais entre eles, se fazem importantes neste contexto para promover mudanças.
    Fato é que, como a inferioridade da mulher se trata de um pensamento muito antigo e já enraizado na cabeça de diversas gerações, não é um problema que pode ser mitigado de uma hora para a outra, e sim algo que demanda tempo e que acima de tudo deve ser mudado na cabeça das novas gerações que serão o reflexo do futuro. Mas, isso não impede a luta constante não só das classes femininas como de outros membros que as apoiem no sentido de promover mudanças. A união de outros países é muito importante para mostrar que outras culturas não apoiam isso, e para servir como um reflexo no qual devemos nos espelhar.

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