Alianza del Pacífico y MERCOSUR representan más de 80% del comercio exterior regional


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(24 de noviembre, 2014) La Alianza del Pacífico (AP) y el Mercado Común del Sur (MERCOSUR) representan combinados más de 80% del comercio exterior regional, así como de su población, y más de 90% de su producto interno bruto (PIB) y de sus flujos de inversión extranjera directa, según un nuevo informe de la Comisión Económica para América Latina y el Caribe (CEPAL).

El documento La Alianza del Pacífico y el MERCOSUR. Hacia la convergencia en la diversidad fue presentado hoy a los Gobiernos del continente como contribución al seminario Diálogo sobre la Integración Regional: la Alianza del Pacífico y el MERCOSUR, que se desarrolló en Santiago de Chile bajo la organización del Ministerio de Relaciones Exteriores de este país.

El informe destaca que ambas agrupaciones cuentan entre sus miembros a las siete mayores economías de América Latina y el Caribe, según tamaño de su PIB (en 2013, en orden decreciente): Brasil, México, Argentina, Colombia, Venezuela, Chile y Perú. La Alianza del Pacífico (AP) está compuesta por Chile, Colombia, México y Perú, mientras que el MERCOSUR lo conforman Argentina, Brasil, Paraguay, Uruguay y Venezuela.

En 2013, el comercio total entre ambos grupos de países alcanzó los 47.400 millones de dólares, con exportaciones de la AP al MERCOSUR de 23.700 millones de dólares, monto muy similar al de los envíos del MERCOSUR a la Alianza, agrega el documento.

Dados los actuales niveles de intercambio, la CEPAL señala que la convergencia entre la AP y el MERCOSUR no solo traería beneficios para sus países miembros, sino que constituiría una oportunidad histórica para avanzar hacia una verdadera integración regional.

“Un proceso de integración de características regionales parece, pues, más adecuado a los signos de los tiempos y a las exigencias del cambio estructural en pro de la igualdad en América Latina. La gradual convergencia entre la Alianza del Pacífico y el MERCOSUR podría constituir un catalizador decisivo de ese proceso”, señala Alicia Bárcena, Secretaria Ejecutiva de la CEPAL, en el prólogo del estudio.

América Latina y el Caribe muestra una situación de estancamiento en materia exportadora desde fines de los años noventa, ya que su participación en las exportaciones mundiales ha fluctuado entre 5% y el actual 6%, pese a los altos precios registrados por varios de los productos básicos exportados por la región durante la mayor parte de la década pasada. Además, muestra una baja inserción en la economía del conocimiento ya que destinó en promedio 0,84% del PIB regional entre 2005 y 2012 a investigación y desarrollo (I+D), aunque el gasto en esta área en casi todos los países de la región (excepto Argentina y Brasil) fue inferior a 0,5% del PIB.

Según el organismo de las Naciones Unidas, una integración final de todas las subregiones de América Latina y el Caribe debiera ser el norte que guíe los esfuerzos de las distintas agrupaciones y foros en los próximos años. Además, una acción regional concertada permitiría fortalecer la voz de la región en los principales encuentros de debate mundiales y en sus relaciones con otros actores relevantes del sistema internacional.

Para ello la CEPAL propone a los países una agenda de trabajo que fomente la integración regional centrada en los siguientes puntos: facilitación del comercio, tanto intrarregional como con el resto del mundo; movilidad de personas; ciencia, tecnología y prospectiva; sostenibilidad; transporte; energía; política industrial; y aproximación conjunta a Asia Pacífico, entre otros.

Además propone que tanto los esquemas de integración como las organizaciones empresariales –y en especial las empresas translatinas- mejoren el diálogo mutuo para promover cadenas de valor regionales o subregionales competitivas.

Fonte: CEPAL

13 respostas em “Alianza del Pacífico y MERCOSUR representan más de 80% del comercio exterior regional

  1. O Brasil parece ignorar deveras o crescimento que poderia ter com a maior expansão do Mercosul. O status de união aduaneira atual do bloco deve-se ao desinteresse em seu desenvolvimento pleno, o que não é efetivamente mostrado desde o Tratado de Assunção. Certo, o Brasil aumentou o seu peso geopolítico no mundo com o seu desenvolvimento e expansão econômica. Após a constituição do BRICS, o Brasil provou ainda mais o seu relevo internacional. Não podemos ignorar a onda de crescimento e ficarmos parados. É necessário investir também regionalmente. Há grande potencial financeiro e de desenvolvimento nos países fronteiriços e do restante do Cone Sul. A livre circulação de pessoas e mercadorias no Mercosul abriria horizontes imensos para a maior expansão do Brasil e a este país daria importância maior na região, que o tem como exemplo de país de crescimento pujante e de relações externas exemplares com o resto do mundo.

  2. Sem sombra de dúvidas o MERCOSUL é uma importantíssima organização na conjectura econômica de seus países membros e na América Latina, no entanto, vem perdendo força e relevância recentemente. Muitos países (membros) voltaram a adotar medidas protecionistas quanto às importações advindas até mesmo de seus parceiros comerciais (vide o caso da argentina e brasil). E é claro, o protecionismo além de errado entre parceiros de um bloco econômico é também contraproducente. Gera mais custos e perda de produtividade, algo inaceitável em um mundo cada vez mais globalizado e produtivo. Como consequência, temos não só o enfraquecimento da economia da bloco mas também a invasão de mercadorias chinesas produzidas a um custo muito mais baixo e mais competitivo.
    Além da já demonstrada incapacidade (ou falta de vontade política) o MERCOSUL acaba tendo outras implicações nefastas no cenário econômico interno, pois amarra o Brasil à Argentina, ao Paraguai, ao Uruguai e à Venezuela, dificultando a assinatura de novos acordos bilaterais de livre comércio entre nosso país e outras nações estrategicamente importantes como os EUA, a China, a Austrália, o Japão, etc.
    Enfim, fica claro que não podemos culpar o MERCOSUL por toda a inércia do itamaraty, no entanto também não se pode isentá-lo de tal imputação.

  3. Uma espécie de zona do Euro na América Latina e Caribe? Por que não? Em novembro de 2014 surge a proposta da Cepal – Comissão Econômica para América Latina e o Caribe – de que se fomente a integração regional composta pela Aliança do Pacífico e o Mercosul. Entre os membros das duas entidades estão as sete maiores economias da América Latina e Caribe, assim classificadas pelo PIB obtido. Em 2013, verificou-se a seguinte ordem de decrescente das maiores economias: em primeiríssimo lugar está o Brasil, seguido pelo México. Isso mesmo, Brasil aparece como a maior economia! É o líder da região. É interessante observar que o Brasil, primeiro lugar, integra o Mercosul; é seguido pelo México da Aliança do Pacífico. Depois vem a Argentina, do Mercosul; seguida pela Colômbia da Aliança do Pacífico; em seguida vem a Venezuela, do Mercosul; Chile e depois Peru ambos da Aliança do Pacífico. O comércio total entre ambos os grupos de países alcançou 47.400 milhões de dólares, e representam mais de 80% do comércio exterior regional. De acordo com os níveis atuais de intercambio, a Cepal assinala que a convergência entre a Aliança do Pacífico e o Mercosul significa uma oportunidade histórica e que traria muitos benefícios para os países membros. Assim, a Cepal propõe que se fomente a integração regional com foco em: propiciar mobilidade de pessoas; facilitar o comércio, tanto o intraregional como com o restante do mundo; ciência e tecnologia; sustentabilidade; transporte; energia; política industrial; e outros. Também, propõe integração no que se refere às organizações empresariais no sentido de promover cadeias de valor regionais competitivas. Isso significaria maior desenvolvimento à região, melhoria de vida de seus habitantes, mas ainda ficaria faltando a criação de moeda única. Aí, sim, a zona de proteção Americo-Latina no que se refere à economia, estaria criada. Porém, isso é algo distante. Há que se considerar os aspectos políticos de cada país. Nesse sentido,verifica-se que alguns países caminham para implantar ou possuem regimes políticos de esquerda radical e, com isso, afastam os benefícios que viriam com uma espécie de zona do euro Latino americana.

  4. A aliança feita entre del pacífico e o mercosul tem sido boa para todos os países participantes.
    Em 2013 houve um ganho de 47.400 milhões de dólares entre eles com exportações.
    Na China a aliança representa 80% do comércio exterior e 90% do produto interno bruto. Para o mercosul gerou 23.700 milhões de dólares.

  5. Eduardo Machado

    O MERCOSUL é um processo de integração econômica entre Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, iniciado com a assinatura do Tratado de Assunção, que tem como objetivo a conformação de um mercado comum com:

    livre circulação de bens, serviços, trabalhadores e capital, por meio, entre outros, da redução das barreiras tarifárias e não-tarifárias e de medidas de efeito equivalente
    política comercial uniforme comum em relação a terceiros países/blocos, com a adoção de uma tarifa externa comum
    coordenação das políticas macroeconômicas e harmonização das políticas alfandegária, tributária, fiscal, cambial, monetária, de investimentos, de comércio exterior, de serviços, de transportes, de comunicações, agrícola, industrial, trabalhista, entre outras
    harmonização dos códigos legislativos dos países-membros nas áreas definidas como pertinentes ao processo de integração.

    A aliança apesar de demorada, e longe de se comparar a uma União Europeia, tem sido boas para os países integrantes.

  6. A Aliança do Pacífico, que visa a liberalização comercial, é formada por Chile, México, Colômbia e Peru, sendo que o MERCOSUL, mais protecionista que a AP, é formado por Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai, Venezuela e Bolívia. Os dois grupos buscam em conjunto encontrar um ponto comum entre ambos, bem como objetivos similares. Após a crise da década de 90 e, também, considerado a situação econômica instável em que se encontram os países da América Latina, é necessária uma maior cooperação entre eles para que os reflexos não sejam tão severos. Alguns pontos que ambos os grupos entenderam ser possível um maior entendimento foram: mobilidade entre pessoas, cooperação em saúde e infraestrutura, exportação de manufaturas e turismo, produção de energia, desenvolvimento da ciência e internacionalização de pequenas e médias empresas para melhorar o setor financeiro dos países associados. Salienta-se que há algum tempo fala-se da existência de rivalidades entre os dois blocos, e que ambos possuem iniciativas antagônicas. Contudo, tem-se visto que vem sendo feito esforços no que tange à liberalização comercial, sendo que, inclusive, o MERCOSUL tem reduzido visivelmente as tarifas para os países da região. Deste modo, tanto a AP, quanto o MERCOSUL devem cooperar um com o outro para que haja uma maior integração regional com o consequente fortalecimento das economias e redução das desigualdades na América Latina.

  7. O MERCOSUL é um grupo voltado ao comercio interno e externo de produtos de toda sorte advindo dos países participantes de tal bloco. O bloco é formado por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, juntamente com a Alianza del Pacífico tem se tornado um forte mercado no cenário internacional. Esta aliança ainda pode gerar vários frutos para todos, podendo se desenvolver para um dia, talvez, atingir o nível de integração do países da União Européia, onde chegaram ao ponto de possuir uma moeda única a todos os membros.

  8. O MERCOSUL é um grupo voltado ao comercio interno e externo de produtos de toda sorte advindo dos países participantes de tal bloco. O bloco é formado por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, juntamente com a Alianza del Pacífico tem se tornado um forte mercado no cenário internacional. Esta aliança ainda pode gerar vários frutos para todos, podendo se desenvolver para um dia, talvez, atingir o nível de integração do países da União Européia, onde chegaram ao ponto de possuir uma moeda única a todos os membros.
    A integração entre estes blocos além de garantir melhores preços e condições de negociar aos países, possibilita, também que os seus membros tenham uma voz maior no cenário político internacional, além de proporcionar melhores condições de crescimento conjunto a todos.

  9. Como nos é cediço, o MERCOSUL é um bloco econômico formado por Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Venezuela.

    Criado em 1991, o MERCOSUL busca garantir a livre circulação de bens, serviços e fatores produtivos entre os seus países membros,eliminando barreiras alfandegárias da circulação de mercadorias, dentre outras medidas.

    Logicamente, a situação econômica de um dos membros afeta os demais países que pertencem ao referido bloco. Cabe destacar aqui então, a situação econômica do Brasil, que vem preocupando os demais países supracitados.

    É crescente no Mercosul a preocupação pela crise política e econômica que o Brasil atravessa: a brusca queda do real e uma grande incerteza sobre a demanda brasileira.O escândalo de corrupção na Petrobras e uma crise, que do campo político passou ao terreno econômico, fazem com que Argentina, Paraguai, Uruguai e Venezuela aguardem uma grande recessão para esse ano.

    Situação oposta vive o Paraguai, que passada a crise política do Impeachment de Fernando Lugo, agora encontra-se em situação próspera e pode ajudar a reequilibrar o bloco econômico, compensando a crise em que se encontra o país tupiniquim.

  10. A Aliança do Pacifico é um novo bloco econômico, criado em 2012, engloba os países Chile, Colômbia, México e peru, e tem por objetivo a integração econômica desses países por meio de redução de impostos de exportação nas fronteiras.
    O Mercosul é um bloco econômico criado entre Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, objetivando o livre comércio através de uma união aduaneira e também a livre circulação de pessoas.
    A economia mundial atual gira em torno de negociações e boas relações entre os países. Pensando nisso, e com o intuito de unir forças, os dois blocos buscam um projeto de integração para fortalecer a economia dos países em face da economia mundial.
    É notável que o projeto de integração tem tudo para ser bem-sucedido, uma vez que os países componentes da AP e do Mercosul representam mais de 80% do comércio da região, além de 90% do seu PIB, e fluxos de investimento estrangeiros. Há que se lembrar também da força política que os países do Mercosul, especialmente Brasil e Argentina, possuem no mundo, o que torna o contato e a aproximação dos demais países mais acessível.
    O foco da associação entre a Aliança do Pacifico e o Mercosul não é formar um só bloco, mas sim aproveitar os pontos positivos de cada um deles para melhorá-los, quais sejam, facilitar o comércio intra-regional e mundial, promover a livre circulação de pessoas entre os países, buscar o desenvolvimento tecnológico e científico, desenvolver e melhorar o transporte e a energia, além de levar para o mundo e organismos internacionais um conjunto de países mais forte e capaz de competir no mercado global. Nesta parceria necessária, o foco é convergir o máximo possível os países de ambos os blocos.

  11. O Mercosul foi o resultado da aproximação da Argentina e do Brasil, que após anos de uma relação conturbada , vislumbrou uma integração de forma prolongada entre as duas maiores economias da América do Sul. Contudo, o referido projeto se tornou mais audacioso ao incluir outros países e antever o nível de integração de um mercado comum.
    É notável que o Brasil não considera o crescimento que poderia adquirir com a expansão do Mercosul, não sendo em o MERCOSUL em efetividade uma verdadeira união aduaneira, pois se encontra entre a definição de uma área de livre comércio e uma união aduaneira imperfeita por manter a características diversas das exceções à TEC-prevista no Tratado de Assunção em 1991, que reduzem a efetividade da união aduaneira, e sendo perceptível o pouco aproveitamento do Brasil naquilo que se refere ao potencial financeiro das relações com os países fronteiriços do Cone Sul, apoiado pela livre circulação de pessoas e mercadorias propiciada pelo Mercosul.

  12. A aproximação entre a Aliança do Pacífico e o Mercosul tem tudo para dar certo, uma vez que os países componentes da AP e do Mercosul representam mais de 80% do comércio da região, além de 90% do seu PIB, e fluxos de investimento estrangeiros.
    As frações do comércio total realizadas entre os próprios sócios e entre os dois blocos dão vazão a um trabalho conjunto de negociação que poderia melhorar aspectos da política comercial, tais como acordos sobre as regras de origem que favoreçam a integração e as cadeias produtivas.
    Além disso, um espaço de cooperação entre os dois acordos motivaria a consolidação e o aumento de fluxos recíprocos de investimento, a integração física, a inovação tecnológica, os fluxos de pessoas e o intercâmbio cultural.

  13. Embora o MERCOSUL também vise a cultura, educação, deslocamentos populacionais, etc. percebemos que os efeitos econômicos são aqueles que se destacam pela união dos países.
    Compõem o bloco econômico: Argentina, Paraguai, Uruguai e Brasil e embora inicialmente houvessem duvidas sobre os resultados dessa integração, a noticia comprova o êxito do bloco, ocupando o terceiro lugar e estando atrás somente do NAFTA e da UE no cenário mundial.
    Cabe ressaltar, que o Brasil é o país que mais contribui para a influência do bloco dentre os países integrantes, sendo responsável por mais da metade do PIB gerado. Desse modo, pode estabelecer tarifas, entre outros tendo em vista o retorno de seus investimentos.

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