Economia da zona do euro cresce acima do esperado no terceiro trimestre


Países que adotam moeda única registram expansão de 0,2%. Duas principais economias europeias, Alemanha e França, afastam-se de uma recessão, e Grécia segue em trajetória de crescimento.

A economia dos países da zona do euro registrou no terceiro trimestre deste ano um crescimento mais forte do que o esperado, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (14/11) pelo Departamento de Estatísticas da União Europeia (Eurostat). Especialistas, porém, ressaltam que o bloco continua enfraquecido e precisando de mais estímulos.

De acordo com estimativas preliminares, a economia dos 18 países que adotam a moeda comum cresceu 0,2% entre julho e setembro passado, em comparação com o trimestre anterior, quando o aumento foi de apenas 0,1%. A expectativa inicial era de que esse índice iria se repetir.

Já na comparação com o mesmo período do ano anterior, a economia da zona do euro cresceu 0,8% no terceiro trimestre. Entre abril e junho, o crescimento havia sido de 0,7% em relação aos mesmos três meses de 2013.

Em toda a UE, o PIB cresceu 0,3% no terceiro trimestre com relação aos três meses anteriores, quando a expansão havia sido de 0,2%. Na comparação anual, a expansão da economia do bloco europeu entre julho e setembro foi de 1,3%.

A boa notícia também inclui as principais economias europeias, Alemanha e França, que davam indícios de enfraquecimento. Os novos índices superaram projeções de mercado e mostram que os países estariam se afastando de uma recessão.

O PIB alemão cresceu 0,1% no terceiro trimestre em comparação ao período anterior, quando tinha recuado 0,1%. Alguns especialistas acreditavam que o país, a maior economia do euro, poderia registrar índice negativo pelo segundo trimestre seguido, mas o aumento no consumo das famílias e um leve impulso no comércio exterior estimularam a economia.

Em comparação com o mesmo período de 2013, porém, o PIB da Alemanha subiu apenas 1,2%, índice abaixo dos 1,4% alcançados no segundo trimestre.
Também a França, cuja economia tinha estagnado no primeiro trimestre e caído 0,1% no segundo, registrou um aumento do PIB neste terceiro trimestre, de 0,3%. Com relação ao ano anterior, a subida foi de 0,4%.

Países em crise

A Grécia parece estar deixando para trás uma recessão que já dura seis anos, registrando o terceiro trimestre consecutivo de crescimento no PIB. Neste terceiro trimestre de 2014, a economia grega expandiu 0,7% com relação ao trimestre anterior – ou 1,4%, quando comparado com o mesmo período de 2013.

Já a Itália continuou em recessão no terceiro trimestre, com uma queda de 0,1% na economia em relação aos três meses anteriores, e de 0,4% na comparação com 2013.

A economia espanhola, por sua vez, avançou 0,5%, ligeiramente abaixo dos 0,6% do segundo trimestre. Comparada com o mesmo trimestre do ano passado, a Espanha cresceu 1,6% – neste caso, acima dos 1,3% registrados no segundo trimestre.

Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE) de Portugal, entre julho e setembro, a economia do país cresceu 0,2% na variação em cadeia, e 1% com relação ao ano passado.

“A economia da zona do euro ainda está crescendo, embora com ritmo lento, apesar de todos os alertas de hecatombe do FMI e de outros”, afirmou o chefe de pesquisa de mercados financeiros e macroeconomia da ABN AMRO, Nick Kounis, à agência de notícias Reuters.

“Década perdida”

Nesta segunda-feira, representantes do mercado financeiro participaram de uma mesa-redonda em Frankfurt para avaliar a economia na UE. Para Ulrich Kater, economista-chefe do banco DekaBank, anfitrião do encontro, o bloco europeu encontra-se em meio a uma “década perdida”. Em média, o crescimento anual europeu entre 2008 e 2014 foi de apenas 0,1%.

“Os problemas que contribuíram para a crise do euro – como, por exemplo, o alto endividamento dos países – ainda não foram solucionados”, alertou Kater.

MSB/lusa/rtr/dw

 Fonte: http://www.dw.de/economia-da-zona-do-euro-cresce-acima-do-esperado-no-terceiro-trimestre/a-18063726
Matheus Luiz Puppe Magalhaes

53 respostas em “Economia da zona do euro cresce acima do esperado no terceiro trimestre

  1. Esta notícia trata sobre a economia da zona do euro, mostrando que houve um crescimento mais forte que o esperado no terceiro trimestre deste ano, com a França superando projeções de mercado, a Alemanha afastando-se de uma recessão e a Grécia, que vem enfrentando uma forte crise econômica, com desemprego elevado, apresentando índices consecutivos de expansão. Apenas dois países viram suas economias “encolherem” no terceiro trimestre, de acordo com a Eurostat: Itália (-0,1%) e Chipre (-0,4%).
    Diante da indisciplina fiscal e o descontrole das contas públicas nos países da zona do euro, em particular na Grécia, o bloco vem enfrentando uma crise financeira sem precedentes. Após a revelação de que os gregos maquiavam seu nível de endividamento, títulos soberanos de diversos países da zona do euro foram rebaixados pelas agências de risco, e a moeda comum caiu ao nível mais baixo em quatro anos. Superando essa crise econômica pela qual vêm passando, a economia desses países vem crescendo, embora em ritmo lento. Esse crescimento pode ser explicado, em parte, pelo forte aumento nos gastos dos consumidores, principalmente aqueles oriundos das famílias, e o pequeno impulso no comércio exterior, que mostrou efeito positivo sobre o PIB (Produto Interno Bruto) desses países.
    Apesar desses índices de crescimento positivo observados, uma recuperação lenta em vez de recessão no terceiro trimestre já parecia ser esperada pelos países da zona. Assim, não há possibilidade de que as autoridades possam estar satisfeitas com este cenário.

    • Os índices de crescimento elencados nessa notícia fortalecem a expectativa de superação à crise do euro. Apesar de sua baixa expressividade, tais índices ao menos indicam o início da recuperação.
      Conforme citado, as consequências de tal crise são tais que especialistas preveem uma “década perdida” ao bloco europeu. Momento esse capaz de inclusive alterar a imagem que o mundo tem da economia europeia, deixando de imaginá-la como o exemplo a ser buscado por países em desenvolvimento. Visto que inclusive países até então conhecidos por uma economia estável e sólida demonstraram grande queda ao apresentam grandes déficits públicos.
      Nesse sentido, há que se indagar as prováveis razões de tal contexto caótico que se visualiza na na Europa. Acredito que um dos principais fatores está relacionado com a grande oferta de dispendiosos serviços públicos, afinal como a fama da Europa era exatamente a de excelentes transportes, escolas e hospitais, por exemplo, a de haver no lado oposto um excessivo gasto do erário público.
      Assim, considero positivo e estimulante a percepção do crescimento e início da recuperação da crise, ainda mais quando se observa a grande influência que tal regressão promoveu em todo os países do mundo.

  2. Essa notícia não deixa de ser, de certa forma, tranquilizadora. Não só para a Europa, como para o mundo inteiro. A Zona do Euro, que há pouco tempo parecia a beira do colapso, com a situação caótica da economia grega, a derrocada italiana e até mesmo o enfraquecimento das fortes economias de Alemanha e França, retomou um crescimento razoável, crescimento este que trará mais estabilidade e serenidade para a economia mundial.
    Não só do ponto de vista econômico, esse sucesso momentâneo na superação da crise econômica da Zona do Euro é importante também para estabilizar o cenário político-social que, repetindo períodos históricos que trazem péssimas lembranças a humanidade, viu recentemente uma ascensão preocupante de partidos de extrema-direita, principalmente na Grécia durante o ápice da crise, onde o partido Aurora Dourada conquistou nada menos do que 21 cadeiras no parlamento, com a promessa de “uma Grécia só para os gregos”. Especialistas relacionaram essa popularidade repentina e inesperada dos partidos de extrema-direita ligados ao nazismo a crise econômica.
    Enfim, o crescimento foi retomado, mas o ritmo ainda é lento. A notícia representa uma melhora significativa, mas que ainda é frágil e pode desmoronar caso as autoridades europeias considerem encerrada a crise e permaneçam inertes nos próximos meses.

  3. No mundo atual, onde as economias estão de certa forma interligadas, uma crise em um país ou bloco econômico como a União Européia afeta direta ou indiretamente outros países. Portanto essa notícia de crescimento da economia na zona do euro é tranquilizadora para todos nós. A crise poderia, de acordo com alguns economistas, causar recessão econômica mundial “contaminando” países fora do bloco, que mantém relações comerciais com a União Europeia, inclusive o Brasil. Quando a crise se espalhou pelos quatro cantos do mundo, ela derrubou índices das bolsas de valores e criando um clima de pessimismo na esfera econômica mundial. Toda a situação na qual ficaram os países da União Européia, de fuga de capitais de investidores, baixo crescimento, aumento do desemprego e descontentamento popular deixou muitas pessoas incrédulas, em parte devido à visão eurocêntrica que ainda temos por causa da importância histórica da Europa.
    Vale observar também que a posição em que se encontram Alemanha e França em relação
    aos países mais afetados como a Grécia nos remete à reflexões sobre a política do equilíbrio de poder, que pretende evitar que uma nação se torne muito mais poderosa que as outras.

  4. A notícia comenta o crescimento econômico dos países da zona do euro que superou o esperado para os meses de julho a setembro. Países em crise como a Grécia, que enfrenta uma recessão há razoável período de tempo, mostraram que gradativamente vêm conseguindo superar essa situação. A Grécia pelo terceiro trimestre consecutivo apresenta crescimento do PIB, e países representantes das maiores economias europeias, como Alemanha (maior PIB da UE) e França, também apresentaram avanços em suas situações econômicas e um distanciamento de uma possível recessão. Porém, o crescimento europeu ainda é muito lento e a economia do continente permanece enfraquecida e necessitada de estímulos para que o quadro econômico seja impulsionado, representando algo positivo não apenas para a UE, mas para o mundo como um todo, já que no contexto mundial atual é quase impossível realizar a análise econômica de grupos ou países isolados, ignorando a situação de outros grupos. Em um mundo globalizado, a notícia acima pode animar tanto os países afetados diretamente pela situação complicada da economia europeia, mas também os países com relações comerciais com esses membros da zona do euro.

  5. Após o ápice da crise mundial,que atingiu principalmente os EUA e os PIGS (Portugal,Italia,Grécia e Espanha),o mercado mundial esta voltando ao estado de normalidade.
    Na Europa,tanto o FMI quanto a União Europeia tomaram atitudes de recuperação economica desses países que mais sofreram.A Alemanha principalmente segurou a economia dos mesmos injetando capital.Hoje o Euro,moeda única da UE,retorna a sua constante valorização.E os demais países,após as medidas tomadas,recuperam-se aos poucos seus bons índices de crescimento e índices sociais.

  6. Esta noticia, com muito bom vir, soa tranquilizadora não só aos países europeus, mas também ao resto do mundo todo. O cenário de crise absoluta, quase colapso que viamos há algum tempo, com a situação deplorável da economia grega, a queda vertiginosa italiana e até mesmo o abalo das fortes e consideradas consistentes economias de Alemanha e França, retomou um crescimento razoável, crescimento este que trará mais estabilidade e tranquilidade para a economia mundial.
    Este cenário de retomada do crescimento serve não só para aliviar os ânimos do ponto de vista econômico com este sucesso repentino.É importante também vislumbrar que efeitos este respiro da economia da zona do euro leva aos âmbitos políticos e sociais. Repetindo períodos históricos que trazem péssimas lembranças a humanidade, viu recentemente uma ascensão preocupante de partidos de extrema-direita, principalmente na Grécia durante o ápice da crise, onde o partido Aurora Dourada conquistou nada menos do que 21 cadeiras no parlamento, com a promessa de “uma Grécia só para os gregos”. Especialistas relacionaram essa popularidade repentina e inesperada dos partidos de extrema-direita ligados ao nazismo a crise econômica.
    Finalmente, apesar do ritmo ainda lento, o crescimento foi retomado. Esta noticia representa uma melhora substancial, mas não se deve apoiar nela todas as esperanaçs de melhoras totais do quadro em que se encontra a Europa, da a sua fragilidade.

  7. A partir dessa notícia supra, é nítido que não só a Europa, mas também o mundo inteiro se sente, de certa forma, aliviado com a ascensão desse bloco econômico. Essa notória tranquilidade mundial, com as coisas voltando ao normal, sem sombra de dúvidas, são resquícios do eurocentrismo presente na época das grandes navegações até os dias atuais.
    Apesar das diversas críticas dirigidas à União Européia, um ponto louvável desse bloco é a união. O fato da Grécia ter entrado em uma crise, seria caso de uma possível exclusão desse país, porém, a União Européia se manteve unida para, juntos, tirarem ela do buraco. Isso nos mostra, claramente, a mudança do pensamento cultural de países desenvolvidos para países ainda em desenvolvimento, com mentalidade por vezes arcaica, isso se resume em uma palavra: consciência. Um povo que tem consciência do que é preciso fazer para estar onde está, pode tirar tudo deles, que eles voltaram sempre para o mesmo lugar, um exemplo claro disso é a Alemanha que, não poderia ser diferente, compõe a União Européia.

  8. A notícia apresentada tranquiliza toda a comunidade internacional, não somente os países europeus bem como o restante do mundo. A economia dos países integrantes da União Europeia estava poucos metros de um buraco negro, principalmente em razão do caos ocorrido na econômica grega e italiana, bem como países com forte economia tiveram resultados enfraquecidos, podem estar retornando a normalidade.

    Tudo veio ocorrer em razão da máscara colocada nos números de endividamento grego, rebaixando assim países da zona do euro e consequentemente uma queda considerável da moeda comum.

    Além de buscar encontrar a normalidade no quesito economia, também é importante lidar com as crises políticas que vieram a ocorrer em razão da crise estabelecida no continente europeu.

    Enfim, o crescimento foi retomado, mas o ritmo ainda é lento e frágil, e se deu em razão de gasto dos consumidores, principalmente de famílias e da comunidade internacional.

  9. A Europa da sinais de recuperação e o Brasil é beneficiado como um efeito colateral. Alemanha e França, grandes potências da União Europeia, tiveram crescimento acima do esperado pelos analistas. A Grécia, que vive em recessão desde a crise de 2008, parece estar de volta ao crescimento também. Neste momento, o Brasil tem a oportunidade de alavancar sua recuperação através do aumento das exportações para os países europeus.
    Atualmente, a União Europeia é responsável por mais de 20% das exportações brasileiras (de acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior), o equivalente a mais de US$ 50 bilhões. Portanto, ver sinais de crescimento da União Europeia (que já acumula 1,3% de crescimento trimestral comparado ao ano anterior) significa ver possibilidade de crescimento do PIB brasileiro.
    Como um dos principais fatores que contribuíram para o crescimento europeu foi o consumo das famílias (de acordo com http://www.dw.de), o Brasil poderá se beneficiar nas exportações de Café e Soja, por exemplo.

  10. Mesmo diante da crise econômica que vem assolando a Europa nos últimos tempos, a economia da zona euro cresceu no terceiro trimestre do ano passado. Isso mostra que além de afastar a possibilidade de uma recessão para países como Alemanha e França, a Grécia segue em trajetória de crescimento. A Grécia tem vivenciado uma crise, há mais de seis anos que parece ter afetado toda a economia europeia, mas parece que agora está deixando uma recessão para trás. Fica claro para nós, leitores, que a zona de euro não estagnou, continua sim crescendo e se desenvolvendo, embora em um ritmo muito desacelerado. Esse crescimento visto não elimina as chances de um hecatombe, como já previsto pelo FMI, mas de fato é uma boa notícia que servirá para acalmar um pouco os ânimos mundiais, em contra partida da tensão oriunda da crise que a Europa tem atravessado. Ainda parece haver recessão na Itália, que continuou tendo queda em sua economia, mas o cenário como um todo parece ser favorável, trazendo ainda mais esperança para a conjuntura internacional.

    • A presença extremamente forte dos estados europeus da zona do euro a partir do século vinte na economia gerou certas circunstâncias econômicas que, atualmente, os tornam vulneráveis à concorrência de produção com outros países do mundo. Várias políticas sociais, direitos previdenciários e trabalhistas foram criados. Com isso, o custo com a produção e com mão de obra nesses países da União Europeia tornou-se inconveniente quando comparado com outros, principalmente os em desenvolvimento. Consequentemente, a década passada apresentou desemprego e baixa produção, evidenciadas principalmente em países economicamente instáveis como Itália, Grécia, Espanha e Portugal.
      Feliz e, de certa forma, inesperadamente, os países a zona do euro apresentaram uma sobrevida no 3º semestre de 2014. Países economicamente mais fortes, porém em período de estagnação, como França e Alemanha, apresentam crescimento econômico e de PIB tão baixos, que podem ser considerados uma “não recessão”. Entretanto, a Grécia deixa para trás 6 anos de recessão e dá sinais de vida em meio a uma grave crise.
      A década passada, para a UE em geral, já é considerada perdida pelo mercado financeiro. Resta saber como os Estados da zona do euro continuarão agindo frente a um grande endividamento e a necessidade de reduzir custos em se tratando de uma população que está acostumada ao excesso de medidas sociais no intervencionismo estatal.

  11. A notícia veiculada informa que os países europeus da denominada Zona do Euro apresentaram um índice de crescimento superior ao esperado durante o terceiro semestre do ano de 2014, um indício de que os Estados da região se afastam da recessão econômica. É importante ressaltar que o crescimento ocorreu tanto nas potências econômicas do bloco ( Alemanha e França) como nos países mais duramente afetados pela crise econômica mundial de 2008 ( Grécia, Espanha e Portugal) ,a nada honrosa exceção ficou por conta da economia italiana, que apresentou queda de 0,1% em relação ao trimestre anterior.
    A despeito das boas novas, especialistas ponderam que a economia do bloco econômico permanece enfraquecida e necessitando de novos estímulos. Segundo o economista-chefe do banco DekaBank, Ulrich Kater, os fatores que contribuíram para a crise na região, verbe gratia, o alto endividamento dos países ainda não foram solucionados.

  12. Pesquisas mostram resultados animadores quanto à situação econômica dos países da zona do Euro.
    As notícias são positivas e parecem amenizar a tensão causada pela crise europeia que já dura 6 anos.
    Os estudos são relacionados aos últimos meses do ano passado e demonstra um sensível crescimento econômico em toda a Europa, de forma geral. Países como a Alemanha e a França aparecem longe da zona de preocupação, havendo uma melhora em seu comércio exterior e um aumento no consumo interno.
    Já países em pior situação como a Grécia, a Espanha e Portugal, mesmo muito debilitados economicamente, também demonstraram melhora no último trimestre de 2014.
    Mesmo com todas essas atualizações tranquilizadoras, a Europa ainda se encontra em uma situação alarmante, gerando temor não só no Velho Continente, mas em todos os países que com ele comercializa. Uma recessão global poderia ser ocasionada, se a crise da zona do Euro não for resolvida.

  13. O artigo em questão trata sobre a economia da zona do euro, mostrando que houve um crescimento mais forte que o esperado no terceiro trimestre deste ano, com a França superando projeções de mercado, a Alemanha afastando-se de uma recessão e a Grécia, que vem enfrentando uma forte crise econômica, com desemprego elevado, apresentando índices consecutivos de expansão. Apenas dois países viram suas economias “encolherem” no terceiro trimestre, de acordo com a Eurostat: Itália (-0,1%) e Chipre (-0,4%).
    A crise já tomou dimensões irreversíveis do ponto de vista econômico, sendo tratada pelos especialistas como um período economicamente perdido para os países europeus. Porém, após muitos anos de recessão, a economia europeia finalmente voltou a crescer, mesmo que em pequenas dimensões.
    De certo modo, tal noticia tranquiliza sobre as perspectivas futuras sobre a situação econômica nao apenas do continente europeu, mas também brasileira, devido ao fato da economia nacional depender substancialmente das exportações da Europa.
    Apesar desses índices de crescimento positivo observados, uma recuperação lenta em vez de recessão no terceiro trimestre já parecia ser esperada pelos países da zona. Assim, não há possibilidade de que as autoridades possam estar satisfeitas com este cenário.

  14. Esta notícia indica que a França está superando projeções de mercado e a está Alemanha se afastando de recessão. Tudo indica que alguns países da União Europeia estão finalmente retomando as rédeas de suas economias após um período de grande dificuldade. Contudo, a recuperação está ocorrendo de forma lenta, para a insatisfação das autoridades. A maior economia da Europa, a Alemanha, evitou por pouco uma nova recessão, em razão do forte aumento nos gastos dos consumidores e pequeno impulso de comércio exterior. O principal incentivo positivo à economia da mencionada potência veio do consumo das famílias. A expectativa era que a atividade em 2015 melhorasse ainda mais, e os líderes empresariais já começaram a aumentar os investimentos. A área do euro é apoiada por uma forte queda na moeda, na queda do preço do petróleo e a queda dos juros provocada pelo programa de afrouxamento monetário do Banco Central Europeu. De tal forma, a expectativa de lento progresso já é um passo positivo frente à crise, e o melhor desempenho pelos países traz um alívio não só para os países envolvidos, mas os outros, que também são afetados pela brusca queda na economia mundial

  15. A notícia de crescimento econômico da zona do Euro, uma união monetária que adota oficialmente o euro como moeda comum, entre os meses de julho a setembro do último ano é extremamente tranquilizadora, tendo em vista o fato desta ter a segunda maior economia do mundo de acordo com a CIA. Uma crise sem fim deste bloco geraria uma grande recessão mundial, o que faz com que o mundo respire aliviado com o desenvolvimento em ascensão e o contínuo crescimento econômico mesmo que não muito expressivos.

    É preciso agora, mesmo com a trajetória de crescimento, que se invista em novos estímulos para esta economia para que não se perca os resultados já alcançados, e que não se deixe concretizar a previsão feita por alguns dos representantes do mercado financeiro que denominaram este momento como a “década perdida”.

    De fato, os problemas que levaram a Europa como um todo à crise ainda não estão extintos, mas os números mostram que, apesar de tantos problemas políticos, a economia da zona do euro mesmo que lentamente esta sim se recuperando.

  16. Na notícia é possível ver que de fato, após muito tempo de recessão, desde 2007 para países como a Grécia, que finalmente tem começado a apontar resultados favoráveis. Assim como o resto dos países da zona do Euro. Contudo, como falado na notícia, é preciso cautela, os resultados apresentados estão longe de serem absolutamente favorável, não pode se deixar levar pelas boas notícias, a principal economia da Europa teve que ponderar as boas notícias tendo em vista que há muito caminho pela frente para chegar perto do ideal.
    De fato, se formos pensar a Zona do Euro estabeleceu critérios que seus membros têm de respeitar o Pacto de Estabilidade e Crescimento e manter o seu défice público abaixo de 3% do produto interno bruto (PIB). Se não o fizerem ficarão sujeitos ao pagamento de multas. O pacto de estabilidade e crescimento também proíbe uma dívida pública superior a 60% do PIB. E como falado na reportagem o que destaco “Em toda a UE, o PIB cresceu 0,3% no terceiro trimestre com relação aos três meses anteriores, quando a expansão havia sido de 0,2%. Na comparação anual, a expansão da economia do bloco europeu entre julho e setembro foi de 1,3%.”, realmente há muito que se fazer para voltar ao padrão de crescimento e de contenção da dívida pública estabelecido pelo Pacto de Estabilidade e Crescimento firmado entre seus membros.
    Em 2015, o Crescimento se manteve, retirando oficialmente países como a Itália da recessão oficialmente. Veremos como será os próximos apontamentos feitos durante este ano, que já começou bem.

  17. A reportagem traz à tona os índices de crescimento de diversos países europeus. Percebe-se que o pior da crise parece ter passado, uma vez que até a Grécia conseguiu crescer economicamente pela terceira vez consecutiva. Entretanto, o crescimento de quase todos os países da zona do euro continua muito abaixo, nunca acima de 1,5 % por ano. Digo quase porque infelizmente ainda há países que continuam na recessão, como o caso da Itália. Os esforços para que a economia volte aos trilhos são enormes, uma vez que o próprio futuro da União Européia como um bloco econômico está em jogo. Na França, inclusive, o atentado ao jornal Charlie Hebdo fez crescer a popularidade de políticos de extrema direita que, dentre outras coisas, defendem a diminuição da influência americana e européia no país, o que poderia colocar um ponto final na UE da maneira como conhecemos atualmente, uma vez que a força francesa no continente é imensurável. De qualquer forma, por vez, parece que um futuro um pouco mais próspero se aproxima do velho continente.

  18. O presente artigo aborda o crescimento econômico dos países da zona do euro que foi além do previsto para os meses de julho a setembro de 2014. Observa-se que países em crise que enfrentam uma recessão há razoável período de tempo, podem gradativamente conseguir superar tal situação. A Grécia pelo terceiro trimestre consecutivo apresentou crescimento do PIB, outros países representantes das maiores economias europeias, como Alemanha e França, também demonstraram ascensão em suas condições econômicas e um afastamento de uma possível recessão.
    Entretanto o crescimento europeu ainda é lento e a economia do continente permanece debilitada e necessitada de estímulos para que o quadro econômico seja impulsionado, resultando em algo positivo não só para a União Européia como também para o mundo, tendo em vista que no contexto mundial atual não é possível realizar a análise econômica de países isolados, desprezando a situação de outros grupos. Sendo assim, a notícia em questão pode estimular tanto os países diretamente afetados pela situação delicada da economia europeia, como também os países que mantém relações econômicas com esses membros da zona do euro.

  19. Diferentemente de 2014, em 2015 as expectativas de crescimento da zona do euro em 2015 são baixas de acordo com as previsões

    O bloco europeu deve amargar alta de 0,8%, no momento, em que países em crise se recuperam e grandes economias preocupam. EUA devem se beneficiar de petróleo mais barato. Perspectivas para América Latina não são positivas.
    A principal preocupação da economia mundial será, novamente, a zona do euro, que deverá crescer pouco em 2015, segundo estimativas. “Para o próximo ano, nós esperamos um crescimento de 0,8% na economia da região”, afirma Stefan Bielmeier, economista responsável pelo DZ Bank.

    O Banco Central Europeu (BCE) conteve a crise do Euro. A economia dos países em crise se recupera, porém, agora são as grandes economias europeias que apresentam instabilidades.

  20. É evidente que a zona do Euro ainda não superou a crise da dívida que assola a Europa há mais de uma década. Contudo, deve-se considerar importantes progressos, haja vista a volta do crescimento e a queda nos níveis de desemprego. Além disso, os países com economia de destaque como França e Alemanha, se mostram longe de uma recessão e a Grécia, cuja economia está enfraquecida há 6 anos, cresceu neste último trimestre. Dessa forma, o crescimento destes países enseja a projeção de uma melhoria na economia a longo prazo, mas mediante solidariedade europeia e ações decisivas dos estados membros.

  21. Os países europeus notaram durante a última década um queda expressiva nos seus índices de crescimento em razão do descontrole com as finanças públicas, onde viu-se que gastou muito mais recursos dos que recebeu.
    A Grécia que foi o País onde mais se ouviu falar de crise, e que ainda foi o País que até hoje não se viu uma melhora como nos outros, com risco eminente de calote da dívida pública, foi sempre um País que teve fama de gastar mais do que recebe, em razão de ter uma população excessivamente velha, que consequentemente paga poucos impostos, assim sua arrecadação é bastante limitada e por ser a Grécia um país com poucas indústrias e viver basicamente do Turismo que a cerca. Ainda assim, houve uma melhora em seus índices, que apesar do pouco crescimento houve uma melhora significativa, como aponta a notícias que diz que o seus período de recessão de seis anos pode está chegando ao fim.
    Apesar dos números otimistas apontados na notícias, é necessário que a Zona do Euro invista em políticas que contribuem a cada dia mais para o crescimento dessas economias, revertendo a ideia de que este seria mais uma década perdida como a anterior.
    Os população dos países integrante da União Européia está acostumando com aquele Estado do Bem Estar Social onde ha uma cultura de que o estado é sempre provedor dos recursos mínimos em sua integralidade, assim demanda gastos cada vez mais elevados de recursos públicos, afundando a economia dos Países que veem cada mais com menos recursos.

  22. A Grécia conseguiu um pequeno fôlego no último ano, acumulando um crescimento razoável do PIB, entretanto volta ao seu problema antigo: estrutural. Sem entregar à União Européia as reformas sociais prometidas, o estado Helênico encontra-se em vias de dar mais um calote nas prestações dos recursos empenhados para a sua recuperação.

    Há um imenso temor sobre a solvência da Grécia diante dos próximos vencimentos, principalmente com a recusa na data de hoje, por parte do Fundo Europeu de Estabilização Financeira, em devolver a quantia de 1,2 bilhão, que teria sido paga a maior por parte do país resgatado em momento anterior. Ainda que o valor fosse concedido, analistas dizem que seria apenas um mero suspiro, diante dos próximos vencimentos acima de 14 bilhões.

    Trata-se de uma social-democracia com a pirâmide social invertida: maior número de idosos e menor de trabalhadores. Ora, o Estado tem um passivo imenso na manutenção das pensões e dos serviços públicos a esta parcela da sociedade, que já contribuiu com seu trabalho e hoje goza dos frutos dele. Mas, com uma parcela pequena de mão-de-obra para gerar receitas para manutenir o sistema, a estrutura fica comprometida.

    Se a Grécia não providencias as mudanças políticas e econômicas requeridas por seus garantidores, poderemos visualizar um retorno tão breve à crise no velho continente.

  23. A zona do euro continua com boas expectativas de crescimento, tendo em vista a redução do preço do petróleo, a redução no valor do euro e o programa de estímulo implementado pelo Banco Central Europeu, que investiu fortemente na compra da dívida pública. Em virtude de o euro estar mais fraco os índices de exportação cresceram, o que possibilitou um pequeno crescimento da indústria da região. As áreas que tiveram maior índice de crescimento são: atividade comercial, setor de serviços. Entretanto, os europeus ainda se preocupam com a crise financeira no mundo e com os índices de inflação fraca, o que pode paralisar a economia européia. Ocorre que ainda não são elevados os índices de produção de emprego e que a crise da dívida pública não foi totalmente superada.

  24. Com a crise econômica de 2008 as principais potencias econômicas foram gravemente afetadas, porém os países da zona do Euro vem, gradativamente, recuperando sua estabilidade e sua força de outrora. Apesar do crescimento parecer tímido a se comparado às nações em desenvolvimento, o simples fato de países prontos e antiquíssimos como os europeus manterem uma taxa de crescimento constante é algo a ser aplaudido pois, em uma economia firmada em que grande parte da população leva uma padrão de vida bem acima da média mundial e onde a taxa de natalidade vem reduzindo e a média de idade da população aumentando o simples fato da economia estar crescendo é motivo de orgulho.
    O bloco da UE só não se recuperou totalmente do baque de 2008 pois, devido a uma política assistencialista a seus membros os países de maior renda prestaram auxílio a nações que estiveram a beira da falência, tal qual a Grécia. Contudo, ainda que o crescimento de 0,1% seja pequeno ele ainda se vê acima do crescimento do Brasil no ultimo semestre, no qual sofreu uma leve recessão da economia, Brasil que era considerado o País do Futuro.

  25. Os números divulgados pelo Eurostat tranquilizam o cenário mundial, que se vê atualmente refém da desproporcional alta do dólar mundialmente.

    A demonstração de recuperação de um importante bloco econômico como é a zona do euro, em um cenário frágil economicamente, em especial, aquele referente ao Brasil, é um suspiro de alívio para as demais nações.

    Cumpre salientar que, em que pese o otimismo que tais índices possam apontar, é fundamental que a Zona do Euro invista em políticas públicas, e infelizmente isso requer maior austeridade, e menos gastos públicos, para que a máquina estatal possa funcionar devidamente.

    O maior exemplo disso talvez seja a Itália, que como defende o primeiro-ministro italiano, não fossem as duras medidas de austeridade impostas durante o seu primeiro ano de legislatura, a zona do euro estaria colapsada.

  26. Trata-se de uma noticia animadora, com repercussões que não se limitam ao território europeu, e sim com efeitos mais amplos, influenciam toda a economia mundial. A impressão é que finalmente a Europa começa a se recuperar da crise econômica de 2008, que teve repercussões devastadoras no velho continente.

    A notícia de que Alemanha e França estão se afastando de uma recessão é especialmente relevante, pois tratam-se de duas das principais economias europeias, e sinaliza um futuro melhor para os demais países do continente.

    Ao ler a notícia é inevitável traçar um paralelo com o Brasil. Em um momento delicado do país, é recorrente o argumento utilizado pelo governo nacional de que o cenário mundial negativo é o principal responsável pelos desequilíbrios econômicos verificados cotidianamente pela população. No entanto, parece evidente que existem outros fatores que estão contribuindo para essa situação, já que os piores efeitos da crise parecem ter ficado no passado na maioria dos demais países.

  27. Parece que a crise na Europa está passando. É o que indica o Departamento de Estatísticas da União Europeia (Eurostat). Segundo esse órgão, até mesmo em países como a Grécia, que passou por uma recessão incrível, o PIB está aumentando. Isso é excelente para a economia mundial, já que, são vários os países que adotam o Euro. Devido a esse fato, por ser uma economia quase que integrada, quando um país entra em recessão, outros vão atrás. Foi o que aconteceu com a Grécia, com a Itália e com a Espanha, três países de extrema relevância internacional, principalmente os dois últimos, que afundaram devido a fatores externos e afundaram outros países também, ou pelo menos desestabilizaram a economia de países próximos, como a Alemanha e a França.
    Os últimos 10 anos foram tratados como uma “década perdida” pelos especialistas, já que o crescimento dos países dessa zona foi extremamente baixo, chegando a apenas, aproximadamente, 0,1%. Esses dados trazem consequências não só para a zona do euro, provavelmente a zona econômica mais forte do mundo. E exatamente por esse motivo, houve uma grande preocupação dos países que foram menos atingidos pela crise para ajudar seus vizinhos a sair dessa situação, pois acabaria afetando a todos eles.
    Já se passou algum tempo dessa notícia, e a Europa está ainda em fase de reconstrução, com a adoção de novas políticas internas, externas e econômicas.

  28. Em 2011, no plano econômico mundial, começou a crise econômica na União Europeia. Em função da globalização econômica, a ela se espalhou pelos quatro cantos do mundo, derrubando os índices das bolsas de valores. As causas para a crise são o endividamento público elevado e falta de coordenação política para “gerenciar” as dívidas.
    A crise na União Europeia causou um grande endividamento, principalmente de países como a Grécia, Espanha e a Itália. A reportagem demonstra uma recuperação dos países mais afetados pela crise, indicando um crescimento, mesmo que baixo, do PIB. Até os países que começaram a enfraquecer, como a França e a Alemanha, se afastaram da recessão.
    Os países que adotaram o euro como moeda, apresentaram um aumento na economia, que foi de 0,1%, em relação ao trimestre anterior, mas, mesmo sendo pouco, representa a recuperação dos países.
    O alto endividamento ainda está sendo controlado, mas essa é uma boa notícia que mostra que a União Européia, aos poucos, está se reerguendo da crise e que as ações para enfrentar a crise, estão, a longo prazo, demonstrando resultado.

  29. A notícia de que a economia da zona do euro cresce acima do esperado no terceiro trimestre é ótima! Não só para os países da União Europeia, mas para toda uma conjuntura internacional, considerando que é a segunda maior economia do mundo.

    No inicio de 2010, surgiu uma desconfiança mundial em relação a diversos países da zona do euro como a Grécia, Espanha, Irlanda, Portugal e Itália, uma vez que estes estavam endividados. Diante da crise instalada desde então, inúmeras medidas foram adotas: concordaram em adotar um plano conjunto contra a crise, que colocaria até 2,5 trilhões de dólares a disposição de suas instituições financeiras e fazer ajustes fiscais.

    Felizmente, houve sucesso nas políticas adotadas, inclusive, mais rápido do que o estimado. A crise da Grécia, que parecia interminável e irreversível, já aponta uma melhora, registrando o terceiro trimestre consecutivo de crescimento no PIB. Vale notar que tais sinais positivos só tem a acrescentar, considerando que vivemos em um mundo globalizado em que a economia de todos os países estão de certa forma interligadas. Houve, apesar de tímido, efeitos indiretos da crise da zona do euro no Brasil.

    É notório, contudo, que tal crescimento ainda é lento e que a crise ainda não foi resolvida. Mas esse resultado positivo trazido pela notícia vai, sem duvida aumentar a credibilidade da economia da zona do euro frente ao cenário internacional.

  30. Sônia Carolina R. V. Perdigão - Faculdade de Direito Milton Campos em disse:

    A crise econômica, que assolou países do continente europeu aparentemente demonstra dar uma trégua. Dentre os países que mais sofreram com a crise, pode-se dizer que a Grécia está entre eles, contudo, as evidências de que está se recuperando são boas notícias e que irão influenciar diversos países do bloco. A União Européia é um bloco econômico que possui a mesma moeda, na qual, o euro. O Reino Unido, apesar de não fazer parte do bloco, é bastante importante para a economia da região. Devido á utilização da mesma moeda e dentre as políticas adotadas, quando um país entre em recessão, aqueles que compartilham do mesmo bloco, ficam expostos aos mesmos problemas. Um dos grande problemas que gerou a crise foi o endividamento de alguns países e que ainda não está totalmente superado. Infelizmente, a situação econômica da União Européia não influencia apenas os países que são seus membros, gerando consequências mundiais. A recessão acabou gerando enormes níveis de desemprego, e, felizmente, segundo a chanceler alemã, o nível caiu, o que indica melhora no progresso econômico.

  31. É de fácil percepção que as economias no mundo atual estão interligadas. . A União Europeia atualmente é responsável por cerca de vinte por cento das exportações brasileiras, logo o PIB brasileiro é altamente influenciado por essa integração. Uma crise econômica em uma potência tão grande como a União Europeia é preocupante, já que atinge direta ou indiretamente milhares de outros países. E foi justamente o que ocorreu desde 2008. Porém, atualmente, há um controle maior dessa crise que levou ao desemprego, baixo crescimento, fuga de investidores e descontentamento popular há uma maior tranquilidade em nível mundial. Mas é claro que esse crescimento ainda é muito lento, o que se vê a necessidade de estímulos para uma melhora no quadro econômico, como o já implementado pacote anticrise. Logo é necessário uma preocupação maior com essa balança comercial, ainda mais com a desvalorização do dólar em 2014, que preocupou a Europa em relação a sua moeda local, o euro.

  32. A crise de dimensão global instalada a partir de 2008 nos países capitalistas avançados terminou por rebaixar a capacidade de crescimento do conjunto das economias no mundo. Tendo reflexos não só no continente, mas em várias outras partes do mundo, inclusive no Brasil , em um cenário internacional onde as relações econômicas e financeiras estão cada vez mais interligadas.E, com isso, as consequências sociais não deixaram de se manifestar, como o aprofundamento das desigualdades entre pobres e ricos, pobreza, desemprego e redução da qualidade de vida, inclusive da classe média. Porem, as maiores economias do mundo mostraram ao longo deste ano os frutos de seus planos econômicos iniciados desde a crise de 2008. O crescimento econômico da zona do euro foi mais esperado no terceiro semestre, mostram dados preliminares publicados. Porem, rastros da crise ainda se fazem presentes.

  33. A União Européia, como bloco econômico, político e social, desempenha grande importância para a economia mundial. A crise européia recente deu sinais preocupantes a níveis globais nos últimos anos. Desde 2008, com a crise nos setores bancários e financeiros, a crise européia vem se desenvolvendo no cenário mundial.
    Esse cenário, até então, apenas piorava: seja pela dívida soberana em 2010, seja pela busca de intervenções positivas em alguns países em 2012, ou até mesmo, seja por ter sido a região com o pior crescimento em 2013.
    Diante desse cenário caótico, foi discutida até mesmo a dissolução da zona do euro, porém tal medida foi descartada levando em consideração a extrema instabilidade que essa ação traria.
    Diversas medidas foram discutidas para sanar a crise. Uma delas, considerada muito agressiva, foi a política de austeridade. Tal política se tornou cada vez mais comum diante da crise. Ela foi aplicada uma vez que surgiu a necessidade marcante de cortar gastos, imprimindo medidas muito rigorosas e restritivas.
    Entretanto, como nos mostra a notícia comentada, a economia dos países da zona do euro registrou um crescimento no terceiro trimestre de 2014. Tal crescimento promoveu, recentemente, a elevação da confiança na economia da zona do euro, confirmando a espera por melhores resultados.

  34. A União Européia é uma união econômia e política de diversos países localizados na Europa. Desde 2008 essa crise se instalou preferencialmente devido a problemas fiscais. A Grécia por exemplo, gastou muito mais do que recebia da populacão e assim a zona do euro foi se endividando. Investidores passaram a desconfiar da Europa e vários países entraram em situacão de risco como Portugal, Irlanda, Grécia, Itália e Espanha. 2011 tambem foi um ano marcado por uma grande crise na União Européia. O endividamento público foi bastante elevado, assim, houve menos investidores e o desemprego aumentou consideravelmente, houve uma diminuicão dos ratings e outros países for a do bloco tambem foram afetados como por exemplo o Brasil. Para tentar enfrentar a crise eles visam uma maior participacão do FMI, ajuda financeira aos países com maior dificuldade econômica, implementacão de um pacote anticrise.

  35. Nos últimos anos a Europa ficou marcada com uma crise econômica, que foi decorrente, principalmente do endividamento público elevado de países como Espanha, Grécia, Portugal, Itália e Irlanda. Para conter a crise, tanto a União Europeia como o FMI adotaram medidas de recuperação que foi desde ajuda financeira aos países mais atingidos até a definição de um pacto fiscal para garantir um equilíbrio das contas públicas dos países integrantes da UE.
    Essa noticia demonstra que o bloco apresentou uma leve recuperação, saindo do estado de recessão. Aparentemente, as medidas adotadas para se conter a crise foram bem sucedidas. A Grécia, que chegou a ter a sua saída da União Europeia especulada, já apresenta o terceiro semestre consecutivo de crescimento no PIB, demonstrando que a crise parece estar sendo superada.
    Crises que poderiam ser apenas regionais hoje são globalizadas, sendo essa notícia um dado importante para aqueles que apresentam relações com países da União Europeia e para todo o comércio exterior, devido a força do euro no mercado.

  36. A união europeia, como bloco econômico e todas as suas características especiais, possui grande importância à economia mundial. Nos últimos anos, especialistas vem considerando como a década perdida, em razão da forte crise financeira enfrentada por seus países membros. O problema é que, quando um país do bloco entra em crise, a economia dos outros também são desestabilizadas.
    Entretanto, no final terceiro trimestre de 2014, foi possível visualizar uma melhora, como já indicado pelo próprio departamento de estatísticas da união europeia (eurostat). Segundo os seus dados, até mesma a Grécia, após um período de recessão, tem o seu PIB aumentado.
    As autoridades ainda não estão satisfeitas com o cenário atual, visto que essa recuperação lenta já era esperada, porém, é um forte indicativo a superação da crise do euro. Esta noticia, gera efeitos positivos a vários países, principalmente aqueles que dependem substancialmente de exportações aos países do bloco.
    Apesar desse índice positivo, ainda é necessário tomar medidas com o fim de fortalecer a economia.

  37. Quando a União Européia foi formada, os Estados Membros ansiavam por um Estado-Comum. Com a necessidade de uma maior cooperação econômica entre os membros para assegurar o crescimento do mercado interno, se viu a necessidade da criação de uma moeda forte e estável. Assim, o Euro foi adotado, aumentando a eficiência do mercado único.
    O ano de 2011 foi marcado pela crise econômica na União Européia. Em função da unificação de todas as economias, com a globalização, seus efeitos rapidamente se espalharam pelo globo, afetando os quatro cantos do mundo.
    O elevando endividamento público, assim como a falta de coordenação política para resolver este ponto foi um dos principais motivos para a crise, que resultou em descontentamento popular, queda do PIB e afetação a países que possuíam tratados de comércio com a União Européia.
    Notícias de que a economia da zona do euro, além de estar crescendo, surpreendeu com sua alta, são sinais de que a crise já começa a ser superada, fornecendo um certo alívio a todos os afetados.

  38. Em decorrência da globalizaçao em que vivemos, a crise sofrida pela União Européia em 2011 espalhou-se por todo o mundo. As principais causas de tal crise foram o endividamento elevado e a falta de organização política para dirimir os probelmas trazidos por esse endividamento. Com isso, aumentou-se o desemprego, houve queda nos investimentos, entre outras consequências.
    Entretanto, o Departamento de Estatísticas da União Europeia (Eurostat) apresentou dados demonstrando que a economia de países da zona do euro registraram crescimento acima do esperado. A economia da zona do euro cresceu acima do que foi constatado no mesmo período de 2013.
    A Grécia, em crise há quase 6 anos, começou a sair da crise, expandindo sua economia. O mesmo ocorreu com Espanha e Portugal. Já a Itália apresentou queda na economia.
    Para combater a crise, foram adotadas diversas medidas, como maior participação do FMI em ações de enfrentamento da crise, elaboração de um pacto fiscal (criando sistema de punição à países que desrespeitassem o pacto), entre outras medidas coordenadas (o que faltou anteriormente).
    Tal crescimento pode ser comemorado não só pelos países europeus, mas também pelos demais, como o Brasil, que se vê como importador da Europa.
    Percebe-se que a zona do euro se recuperou economicamente, embora tal recuperação tenha se dado de maneira mais lenta que a dos Estados Unidos.

  39. A situação europeia é de grande preocupação, há uma grande perda de confiança do investidores no velho continente. A crise europeia está longe de ser superada e um dos motivos é a diferença abissal entre os países que realmente se viram mais afetados pela crise, os chamados PIGS – Portugal, Irlanda, Itália, Grécia e Espanha – e os demais países que demonstraram números menos aterrorizantes. Primeiro, os países europeus tem a extensão territorial bastante reduzida o que afeta diretamente a capacidade produtiva. Destarte, a população economicamente ativa também apresenta índices muitos baixos. Isso é somente a ponta do iceberg. Enquanto os países mais fortes economicamente vivem um período de esperança de crescimento, conforme notícia veiculada pelo jornal Valor Econômico, países como a Grécia, veem a confiança no país diminuir. O grande problema europeu é a própria união econômica e política que determina padrões serem seguidos entres seus membros, mas que ao tempo de sua criação e até o presente momento não levaram em conta as particularidades de cada país. Assim, não fosse a Alemanha segurando o bloco, o euro perderia sua força frente a tamanha crise, e, sair do buraco seria uma tarefa ainda mais difícil.

  40. De acordo com dados publicados em novembro do ano passado, pelo Departamento de Estatísticas da União Européia, no ultimo trimestre de 2014 a economia dos países da Zona do Euro cresceu mais do que era esperado. Porém esses dados ainda não são motivos de comemoração, o crescimento de 0,2% revela que o bloco nunca se recuperou totalmente da crise de 2008, tendo ainda muitos países em crise como Portugal, Itália, Irlanda, Grécia (esta porém dando sinais de recuperação) e Espanha. Sobra então para Alemanha e França as duas maiores forças da União Européia tentar alavancar o bloco econômico.
    Ainda é muito pouco para o bloco que foi criado para fazer frente com as grandes potências internacionais como Estados Unidos e China, mas não deixa de ser animador para todo o cenário econômico mundial, ver mais esse sinal de recuperação da maior crise que enfrentamos desde 1929.

  41. Apesar de tratar-se de uma boa notícia, não há como negar, especialistas afirmam que o bloco continua enfraquecido e precisando de mais estímulos. A expectativa inicial era de que o índice relativo ao mesmo período do ano anterior iria se repetir, porém foi ainda melhor do que o esperado. Alemanha e França davam indícios de enfraquecimento, indícios que foram afastados pelo aumento dos índices. A economia foi estimulada pelo aumento do consumo nas famílias e um leve impulso no comércio exterior. A reportagem apresenta de forma detalhada a melhora ou piora dos países da União Européia: a Grécia estava passando por uma recessão que já estava durando seis anos, porém parece ter deixado para trás esse período de recessão com o crescimento do PIB; Itália continuou em recessão; Espanha teve seu índice ligeiramente aumentado; e Portugal teve aumento na economia. Conclui-se que a União Européia encontra-se em meio a uma “década perdida”, tendo em vista que os problemas que contribuíram para a crise do euro ainda não foram solucionados.

  42. Não é novidade que os países da Zona do Euro atravessam crise econômica. Contudo, há de salientar o crescimento econômico recente apresentado pelos países membros, bem como a diminuição da taxa de desemprego.
    No entanto, nenhuma solução sustentável a longo prazo foi colocada em prática, o que significa que a situação permanece estável, mas não se sabe até quando.
    No entanto, o crescimento superior ao esperado no último semestre de 2014, somado ao desempenho no primeiro bimestre de 2015, são indícios de que a recessão econômica está mais controlada, ressaltando que não apenas as potências econômicas europeias apresentaram crescimento, mas também os países onde a crise foi mais profunda, o que nos leva a crer em uma real perspectiva de recuperação.
    O principal motivo para o impulso da economia foi o aumento do consumo nas famílias e um aumento no comércio exterior.
    Como frisou Ulrich Kater, esta pode ser considerada um “década perdida” aos países da Zona do Euro, devido ao baixo desempenho econômico.

  43. Atualmente, as economias dos países interligam-se de certo modo, e uma crise em um país ou bloco econômico como a União Europeia atinge direta ou indiretamente outras nações. Sendo assim, essa notícia de crescimento da economia na zona do euro acalma todos nós. A crise poderia, de acordo com alguns economistas, causar recessão econômica mundial afetando países fora do bloco, que mantém relações comerciais com a União Europeia, inclusive o Brasil. No entanto, o crescimento europeu ainda não é muito expressivo e a economia do continente permanece enfraquecida e necessitada de estímulos para que o quadro econômico seja impulsionado, vislumbrando algo positivo não apenas para a UE, mas para todo o globo, já que no contexto mundial atual é quase impossível realizar a análise econômica de grupos ou países isolados, ignorando a situação de outros grupos. Em um mundo globalizado, a notícia anima não somente os países afetados diretamente pela situação caótica da economia europeia, mas também os países com relações comerciais com esses membros da zona do euro.

  44. A recuperação européia felizmente é iminente, apesar de ainda tímidos os números, mas o fato de a Grécia, uma das maiores preocupações e termômetros do bloco, ter tido crescimento e ter, portanto, findado sua onda de consecutivos números recessivos por si já é um alívio ao bloco. Isso não garante nada, por óbvio, diferentemente de uma Alemanha e França que agora encontram-se fora do risco recessivo, todavia indicadores como esses são apenas sinais de melhora, que se não forem mantidos os esforços de estímulo, podem vir facilmente a ruir. Infelizmente, os efeitos até então trazidos pela Crise do Euro, dão conta de uma “década perdida” para os países europeus, isso é fato, assim como o temor do mesmo fato é começado a ser trazido a tona nesse momento de recessão brasileira. Todavia, o crescimento, ainda fraco, de meros 0,2% na Zona do Euro vem para acalmar e aliviar os mercados globais, posto que, depois dos EUA, o bloco europeu junto com o Japão são das três economias mais fortes do mundo e termômetro dos investidores mundo a fora. Com a economia globalizada que temos hoje, um pequeno país do centro africano pode desestabilizar grandes economias e levantar desconfianças nos investidores de todo o globo, quiçá um União Européia. A notícia é muito bem vinda e esperamos que os próximos números sejam ainda mais animadores que esses.

  45. O atual do contexto do cenário internacional é o da globalização, de modo que a troca de informações e as relações entre os países são cada vez mais amplas. Desta forma, é certo afirmar que a crise econômica que atingiu os países da União Europeia em 2011 tem repercussões para além do limite do continente europeu. Afinal, são muitos os países que mantém relações comerciais com os países diretamente afetados pela crise, sendo aqueles, portanto, ainda que indiretamente, também prejudicados. Daí a enorme apreensão que se instaurou em diversas partes do globo com relação à possível recessão de alguns dos países da União Europeia, como Grécia e Itália, que vem enfrentando situações de extrema dificuldade em suas economias.
    Contudo, a notícia demonstra que os países da Zona do Euro estão, ainda que a passos lentos, se afastando cada vez mais da tão temida recessão. É certo que estes tomaram medidas drásticas para enfrentar a crise, muitas que, inclusive, desagradaram suas populações, mas, agora, conseguem vislumbrar uma possibilidade de solução para a crise em questão. Para isto, entretanto, é fundamental o enfrentamento das causas que deram origem à situação, dentre elas o endividamento público elevado. Só quando forem realmente superadas estas questões, já antigas, será possível a consequente superação das atuais dificuldade econômicas e também sociais resultantes da crise econômica.

  46. É fato notório a atual situação econômica europeia, que atinge principalmente a Grécia. Economia esta que ficou enfraquecida devido a tal crise, uma vez que fazem parte de um grupo econômico, e como tal uns prestam auxílio aos outros quando são enfrentadas situações financeiras difíceis para que o país se reestabeleça sozinho, economicamente falando. Isso porque, este grupo consiste em 18 países que utilizam a mesma moeda. E apesar do crescimento apresentado no texto, analisando em face ao mesmo período do ano de 2013, observo que apesar do aparente crescimento, a economia ainda está em uma situação delicada, vez que no ano de 2013, houve um crescimento maior. Mas é sim uma boa nova, pois os grandes da União Europeia, demonstraram indícios de enfraquecimento, o que consiste em uma melhora na realidade econômica em voga. Portanto, analisamos em tal reportagem um cenário nítido de crise econômica, com desempregos e índices consecutivos de expansão dos países envolvidos. Crise esta que se viu agravada devido a atitude da Grécia de maquiar o seu nível de endividamento, e quando isso se tornou de conhecimento dos investidores houve um recuo por parte destes.
    Apesar do crescimento supracitado não há a possibilidade de demonstração de ânimo na real situação econômica destes 18 países, vez que o crescimento encontra-se reduzido. Importante destacar que a crise perdura há anos em tal região, principalmente na Grécia, por um tempo de 7 anos (atualmente).

  47. Uma crise em um país ou bloco econômico como a União Europeia atinge direta ou indiretamente outras nações, pois as economias dos países interligam-se, de certo modo.
    Dito isso, essa notícia é tranquilizadora tanto para a Europa, como para o resto dos países.
    Mesmo diante da crise econômica que vem assolando a Europa nos últimos tempos, a economia da zona do euro cresceu no terceiro trimestre do ano passado. Isso mostra que foi afastada a possibilidade de uma recessão para países do bloco e também os que mantém relações comerciais com a União Europeia.
    No entanto, o crescimento europeu ainda não é muito expressivo e a economia do continente permanece enfraquecida e necessitada de estímulos para que o quadro econômico seja impulsionado, vislumbrando algo positivo não apenas para a UE, mas para todo o globo, já que no contexto mundial atual é quase impossível realizar a análise econômica de grupos ou países isolados, ignorando a situação de outros grupos.

  48. A notícia em suma aponta um aspecto positivo para os 28 países que fazem parte da União Europeia, uma vez que a economia da zona do euro cresceu mais que o estimado inicialmente: a média para o terceiro trimestre ficou no patamar mais alto em mais de quatro anos. O lento progresso tem consequência no número cada vez maior de pedidos e trabalhos pendentes, segundo a Markit Economics. O número de pedidos novos cresceu no ritmo mais acelerado e um indicador da quantidade de matérias-primas compradas pelos fabricantes chegou ao valor mais alto nos últimos meses, o que sinaliza um crescimento da produção para os próximos meses. O bloco saiu da recessão no segundo trimestre de 2013, mas ainda enfrenta um crescimento lento, desemprego elevado, baixa inflação e preocupações financeiras com a Grécia, que finalmente tem começado a apontar resultados favoráveis.

    Apesar de que a economia europeia esteja vivendo uma época de maior tranquilidade, demonstrando um passo a frente em meio da crise, é necessário que esta zona invista em políticas que contribuem a cada dia mais para o crescimento dessas economias.

  49. Atualmente, as economias dos países interligam-se de certo modo, e uma crise em um país ou bloco econômico como a União Europeia atinge direta ou indiretamente outras nações. Sendo assim, essa notícia de crescimento da economia na zona do euro acalma todos nós. A crise poderia, de acordo com alguns economistas, causar recessão econômica mundial afetando países fora do bloco, que mantém relações comerciais com a União Europeia, inclusive o Brasil. No entanto, o crescimento europeu ainda não é muito expressivo e a economia do continente permanece enfraquecida e necessitada de estímulos para que o quadro econômico seja impulsionado, vislumbrando algo positivo não apenas para a UE, mas para todo o globo, já que no contexto mundial atual é quase impossível realizar a análise econômica de grupos ou países isolados, ignorando a situação de outros grupos. Em um mundo globalizado, a notícia anima não somente os países afetados diretamente pela situação caótica da economia europeia, mas também os países com relações comerciais com esses membros da zona do euro.

  50. A notícia dada em 2014 foi tranquilizadora para o mundo inteiro, já que União Europeia é o bloco econômico mais forte e influente do mundo e, além disso, a notícia foi reveladora já que em 2011 a Europa passava por um cenário de crise econômica principalmente pela questão da Grécia. Mesmo diante da crise econômica que vem assolando a Europa nos últimos tempos, a economia da zona do euro cresceu no terceiro trimestre do ano passado. Isso mostra que foi afastada a possibilidade de uma recessão para países do bloco e também os que mantém relações comerciais com a União Europeia.
    O elevando endividamento público, assim como a falta de coordenação política para resolver este ponto foi um dos principais motivos para a crise, que resultou em descontentamento popular, queda do PIB e afetação a países que possuíam tratados de comércio com a União Européia.
    Notícias de que a economia da zona do euro, além de estar crescendo, surpreendeu com sua alta, são sinais de que a crise já começa a ser superada, fornecendo um certo alívio a todos os afetados..

  51. A notícia acima traz uma certa tranquilidade e demonstra esperança para a recuperação da crise na união europeia, sendo uma notícia positiva não apenas para os países da união europeia como para todos os outros que mantêm relação com a União Europeia, já que essa crise comprometeu vários países até a Alemanha e a França que possuem uma economia consistente dentro do bloco, por isso mesmo para o economista Ulrich Kater a expressão “década perdida” devido a essa recessão na economia, mas que já está se recuperado mesmo que lentamente e que segundo a agência de estatísticas da União Europeia, a Eurostat, o Produto Interno Bruto (PIB) dos 18 países que compartilham o euro cresceu 0,2 por cento na comparação trimestral no período de julho a setembro, após expansão de 0,1 por cento nos três meses anteriores que era a expectativa desse trimestre também. Devido a indisciplina fiscal e o descontrole das contas públicas tendo como país principal a Grécia, a crise comprometeu os países do bloco, sendo que o euro é importante também para a política social. Logo mesmo com esse crescimento inesperado ainda é lenta a recuperação e frágil, mas já traz esperança para o cenário internacional.

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