Azevêdo highlights trade role in realizing Africa’s “sheer potential” – OMC


Director— General Roberto Azevêdo, in opening the WTO Public Forum’s second plenary session “Why Trade Matters to Africa” on 2 October, said that trade has an important role in realizing Africa’s “sheer potential”. He said that fully implementing the Trade Facilitation Agreement “will help to integrate Africa—and cut the costs of trade significantly”. This is what he said:

01.10.2014: Director-General Roberto Azevêdo, on 1 October, welcomed hundreds of participants — NGOs, academics, the private sector, the media, governments, international organizations, and members of the public

Good morning everyone.

Welcome to our 2nd plenary session at the 2014 WTO Public Forum.

As you know, our topic today is “Why Trade Matters to Africa”.

Yesterday we were discussing trade in much broader terms, and yet Africa was a constant theme — in comments from the floor, and from the stage.

UN Secretary-General Ban Ki-moon said that we must integrate Africa into the global economy through open, non-discriminatory and equitable trade.

And in closing the meeting William Ruto, the Deputy President of Kenya, gave a rallying call.

He said: that Africa has the youngest population of any continent; that Africa offers the greatest return on investment; and that it is the fastest growing continent, with 7 of the 10 fastest growing economies in the world.

And so the message that I think many of us took away from the debate, was a sense of Africa’s sheer potential.

And of course trade has an important role in realizing that potential.

This is one reason why African countries are beginning to make their voices heard more and more loudly here at the WTO.

It is why our Africa members were so active in striking the deal to secure the Bali package at our ministerial conference last year.

And it is why African nations are tearing down barriers so that they can trade more with each other.

In East Africa, for example, they have more than halved the transit time for goods between Mombasa and Kigali. And cut processing costs at the Kenya-Uganda border by $300 per container.

These are the kind of steps which allow businesses to grow and thrive — and in the end these are the kind of steps that will change people’s lives.

So perhaps we shouldn’t be surprised when studies show that, across the globe it is the African people who have the most positive view of trade.

So there is a lot to play for — and a lot to be optimistic about.

But of course there are real challenges too.

Despite the impressive growth, there is still a huge inequality gap. Per capita income in countries in Sub-Saharan Africa is just 6 per cent of the average in developed economies.

And of course when talk we about “Africa”, we are talking about more than 50 countries, each with its own strengths and its own challenges.

A significant proportion of Africa’s growth over the last decade has been supported by high commodity prices.

But of course these gains accrue mainly to the large commodity exporters — and particularly the oil exporting countries. So there are many that are not reached by that growth.

And then there are challenges such as inadequate infrastructure, or limited access to trade finance, or issues of security.

So there’s no doubt that there remains a lot of work to do. And I think there are a number of ways in which the WTO can help.

  • Firstly, the very existence of an international trading system creates a stable, predictable and transparent business environment which supports growth and development in Africa.
  • Secondly, the WTO’s Aid for Trade initiative can play an important role. Over $40 billion dollars was mobilised in Aid for Trade financing in 2012 – with Africa as the largest beneficiary.
  • Thirdly, we can make a big difference by fully implementing the Trade Facilitation Agreement and providing the capacity building assistance that goes with it. This will help to integrate Africa — and cut the costs of trade significantly.
  • Finally, we can help through our negotiations — by making progress on the Doha agenda.

So, I think there is a lot to talk about — and with the help of our guests on the panel, and all of you, that is precisely what we are going to do now.

Again, we have a fantastic panel, chaired by our friend Julie Guichuru. Welcome back Julie.

To her right, it is my pleasure to welcome Minister Axel Addy, Minister of Commerce and Industry from Liberia.

Liberia is currently in the process of joining the WTO. Minister Addy is the Chief Negotiator in that process. So he brings a very interesting perspective. And we are delighted to have him here today.

We are also joined by:

  • Issam Chleuh — Founder and CEO of Africa Impact Group, which is all about investing in positive and philanthropic projects — though I’m sure he can explain it much better than I can — so I’ll leave it to him!
  • Razia Khan, Head of African Macro Research at Standard Chartered Bank.
  • Frank Matsaert, CEO of Trademark East Africa — which is all about supporting trade in that region.
  • And Paul Brenton, Lead Economist and Trade Practice Leader in Africa, from the World Bank.

So we have a very wide range of interesting perspectives here — almost as formidable as the topic itself.

Thank you all for taking the time to be with us today.

I look forward to our discussion.

And with that, Julie, I will hand over to you.

Fonte: http://www.wto.org/english/news_e/news_e.htm

Matheus Luiz Puppe Magalhaes

7 respostas em “Azevêdo highlights trade role in realizing Africa’s “sheer potential” – OMC

  1. Embora apresentado que sete entre os dez países com mais rápido crescimento econômico sejam africanos, não podem ser ignoradas as condições desse crescimento, melhor dizendo, o espectro de desigualdade que recai sobre as possíveis vantagens comerciais – será que o acesso ao mercado de finanças é amplo? Será que o crescimento computado como sendo de todo um continente não é pontual de países que exportam petróleo?
    O Diretor-Geral menciona estratégias da Organização Mundial do Comércio para incentivar o TFA, entre elas a própria existência de um sistema internacional de comércio, que “cria um ambiente de negócios estável, previsível e transparente”, mas vale lembrar que a Índia acusou o acordo feito em Bali de considerar subsídios destinados à alimentação calculados com base em valores da década de 1980, e apenas o aceitou sob a condição de que países em desenvolvimento teriam até 2017 para colocar sua situação em ordem no que se refere a seguridade alimentar.

  2. O Diretor Geral Roberto Azêvedo, ao discutir sobre o tema: Africa: Questoes Comerciais, apresentou de forma excelente a posição da Africa não só no BRICS, mas também, e principalmente, a inportancia da integração da Africa ao comércio internacional.
    Ao abordar sobre a Africa a OMC, abre espaço para a ideia de integração no comércio internacional, de todos os países, independente da posição econômica deste.
    Através da criação de sistemas de comércio, financiamentos, acordos de facilitação, assistência e capacitação visando a integração a OMC tem viabilizado essa realidade.

  3. Raquel de Freitas Lopes (17698) - Direito Internacional Econômico/FDMC em disse:

    A África pode ser sim um mercado revelador. Questões comerciais na África podem ser um alavanque para a economia interna deles e para a ampliar o alcance de muitos mercados, emergentes ou já expandidos, ao redor do mundo. Um crescimento que nenhum país dispense, eu acredito, pós crise de 2008.
    Como pontos positivos vemos, através do texto, que a África tem a população mais jovem de todo o continente e que a África oferece o maior retorno sobre o investimento. O que tem feito tais países serem levados em maior consideração dentro das discussões da própria OMC.
    Isso não significa que ignoremos os desafios existentes no continente, que são relevantes desafios inclusive, estruturais e governamentais. Ainda há uma lacuna enorme de desigualdade que também intensifica todos esses desafios, na medida que a infeliz partilha da África realizada no período colonial pelos europeus, ainda recheia o continente de guerras e problemas culturais.
    A OMC então pode ser um parceiro de grande valia na estruturação potencial africana, vez que a própria existência de um sistema de comércio internacional cria um ambiente de negócios estável, previsível e transparente, que apoia o crescimento e desenvolvimento na África. Além de que a presença da OMC pode construir um ambiente favorável ao financiamento do comércio em território africano, que pode vir a se tornar um instrumento de geração de riqueza e minimização da desigualdade, mais eficaz e concreto do que os realizados até agora. Não podemos estigmatizar os perfis historicamente introjetados das nações africanas em nossas mentes, em detrimento de explorar um potencial de desenvolvimento enriquecedor para todo o mundo.

  4. Sempre foi sabido do potencial econômico da África. Esta que possui enormes quantidades de terras, petróleo e minérios, inclusive minério de alto valor de comercialização. Aliás, não foi atoa que os grandes colonizadores mundiais se mantiveram por lá até pouco tempo atrás. Razão pela qual, atualmente a África tem passado por diversas mudanças políticas e estruturais, após longos anos como “quintal” de muitas potencias. O otimismo é sim válido, mas é preciso cautela, tantas riquezas podem ao mesmo tempo construir e destruir um único país, que dirá um continente inteiro com 50 países. Por isso, é preciso garantir certas estruturas, não adiantariam investimentos para criação de indústria de base, ou de exploração mais refinada de determinados minerais sem que existam pessoas capacitadas para isso. A África enfrenta ainda desafios com relação a questões básicas como guerras, fome, doenças e falta de instrução. Desta forma, o otimismo da OMC e dos países que apoiam a África neste crescimento econômico devem estar mais atentos às questões sociais basilares dos países africanos, que a longo prazo irão impedir que os investimentos feitos alcancem o retorno esperado. Razão pela qual a terceira maneira apontada por Roberto Azevêdo para que a OMC possa efetivamente ajudar o continente africano é das apontadas a mais importante e aquela que precisa de mais estudos, atenção e investimentos: “we can make a big difference by fully implementing the Trade Facilitation Agreement and providing the capacity building assistance that goes with it. This will help to integrate Africa — and cut the costs of trade significantly.” Assim, será possível ver uma grande diferença a qual se espera como retorno pelos países investidores e pela OMC a longo prazo.

  5. Após muito tempo de preconceito com a África, muitos perceberam que o continente tem condições de crescimento, e querem o integrar na economia global. A África possui muitos pontos positivos, ela possui a população mais jovem de todo o continente , que oferece o maior retorno sobre os investimentos, e que é o continente que mais cresce com 7 das 10 economias que mais crescem no mundo. Mas é necessário perceber que desafios de enorme proporção irão aparecer, a África é um continente de grande extensão territorial, possuindo 50 países, e cada um possuindo respectivamente seus próprios desafios internos, existe também a falta de segurança, infraestrutura. Mas nada é impossível, como disse o diretor-geral Roberto Azevêdo, o continente tem enorme potencial, que aos poucos vai sendo desenvolvido, para se tornarem uma nação mais participativa no cenário internacional.

  6. A Organização Mundial do Comercio surgiu de uma necessidade de se supervisionar e liberalizar o comércio Internacional. A Organização surgiu oficialmente no dia 1 de Janeiro de 1995, com o Acordo de Marrakesh, em substituição ao Acordo Geral de Tarifas e Comercio (GATT sigla em inglês). Suas principais funções são a de gerenciar acordos que compõem o sistema multilateral de comercio, de servir de fórum para comércio internacional e supervisionar a adoção de acordos e implementação de acordos pelos membros da organização.
    A reportagem mostra a OMC cumprindo com uma de suas funções realizando o Fórum de Comercio Internacional, onde o seu Diretor Geral, Sr. Ricardo Azevedo, debate sobre a importância de se incluir a África de maneira mais extensiva no Comercio Internacional. Por questões históricas de exploração por paises estrangeiros, a maioria dos paises Africanos não conseguiu se desenvolver de maneira expressiva e apresentam conseqüentemente as piores taxas de desenvolvimento humano do mundo.
    A OMC acredita que a maior participação das nações africanas no Comercio Internacional trará oportunidades aos seus cidadãos, aumentando a riqueza do pais e melhorando a qualidade de vida.
    Felipe Hermanny 19497 Terceiro Horario de Terça Feira

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