Brasil apresenta ações para reduzir emissão de gases do efeito estufa em cúpula da ONU


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  1. A Cúpula do Clima realizada em Nova Iorque no dia 23 de Setembro deste ano foi mais uma tentativa da Organização das Nações Unidas (ONU) para reduzir a emissão de gás carbônico e acabar com o desmatamento em todo o mundo. A ideia do encontro foi alinhar os discursos entre os países e preparar o terreno para a Conferência de Paris que será realizada entre os dias 30 de Novembro e 11 de Dezembro de 2015 na França. Nas palavras do secretário geral da ONU Ban Ki-moon, os objetivos da cúpula do clima foram: ”mobilizar a vontade política para um acordo universal significativo nas negociações sobre o clima em Paris em 2015 e catalisar ações ambiciosas em todos os países.”

    Segundo a ONU a Cúpula deste ano teve a participação de 125 países e foi o maior encontro já organizado para discutir as mudanças climáticas; o resultado foi a assinatura de um documento no qual 150 países e organizações, entre os quais 28 Estados-Membros, 35 empresas, 16 grupos indígenas e 45 grupos da sociedade civil, firmaram o compromisso de reduzir o desmatamento pela metade até 2020 e zerá-lo totalmente até 2030 e reduzir a emissão de gases que contribuem para o efeito estufa. O Brasil não assinou o documento que ficou conhecido como Declaração de Nova Iorque, sob a justificativa de que não foi convidado para o processo de preparação dos documentos. De qualquer forma, o passo mais importante para luta global contra as mudanças climáticas será realizada no próximo ano na França, o objetivo segundo o comitê organizador da Conferência de Paris, é alcançar pela primeira vez em 20 anos de negociações da ONU um acordo vinculativo e universal sobre o clima, com a assinatura de todas as nações do mundo.

  2. A Cúpula do Clima que aconteceu em Nova York foi um evento convocado pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki Moon para gerar uma atmosfera política favorável ao novo acordo climático global que deverá ser discutido até a Conferência do Clima de Paris.

    A expectativa é que os compromissos do futuro acordo incluam metas de redução de gases de efeito estufa proporcionais à responsabilidade histórica dos países e sua capacidade de cumpri-las, tendo como referência o limite dos 2°C de aumento na temperatura. O novo acordo deve entrar em vigor após 2020.

    A presidenta Dilma Rousseff e a ministra do meio ambiente, Izabella Teixeira, participaram do evento. Na entrevista, Izabella Teixeira destacou o compromisso voluntário do Brasil em reduzir o desmatamento e implantar políticas de baixo carbono e sustentabilidade. De acordo com a ministra, as ações adotadas pelo país são reconhecidas pela ONU e podem servir de exemplo para outros países.

    É inquestionável a necessidade de reduzir a emissão de gases, e para isso há diversas medidas como reduzir o desmatamento, investir em fontes limpas de energias, em transportes elétricos, nas construções autossustentáveis, diminuir o uso de automóveis movidos à gasolina, substituir as usinas de carvão por usinas elétricas ou eólicas, dentre outras medidas. Dessa forma, a participação do Brasil e de vários outros países devem ser mais intensas, pois são de suma importância para promover situações concretas para frear o aquecimento global.

  3. O Brasil tem tido avanços nas questões ambientais, porém é preciso mais esforços, mais cobranças e mais fiscalização dos envolvidos. Para o secretário executivo do Observatório do Clima, Carlos Rittl “houve algum avanço” no sentindo de organizar práticas e políticas sustentáveis. Contudo, o Brasil ainda não atingiu o resultado máximo satisfatório. “Os eventos programados para os próximos anos não estão comprometidos ou subordinados à redução da emissão de gases poluentes. As emissões, pelo contrário, tendem a aumentar. O Brasil não está ajustando a sua economia para quando for obrigado a reduzir essas emissões. Existe um plano de desenvolvimento, houve algum avanço, mas ainda precisamos aprimorar”, avaliou Rittl.

    Portanto, em se tratando de questões ambientais, é preciso reavaliar os recursos, mensurar as políticas públicas realmente eficazes, e investir em tecnologia aliada ao meio ambiente, a fim de evitar problemas de cunho gravíssimo com impactos imensuráveis na saúde e na economia do país, como a escassez na oferta de água, alimentos e baixa na qualidade de vida. As medidas não dependem somente do governo federal, mas da cooperação de estaduais e municipais, além da participação de entidades privadas.

  4. Para aqueles que esperavam iniciativas ousadas de combate à mudança climática na Cúpula do Clima, só restou o consolo de que países como Coreia do Sul e México prometeram investir no Fundo Verde para o Clima, que ajuda países afetados pelo aumento no nível dos mares e alterações climáticas extremas.
    Diante das iniciativas respeitáveis do Brasil no combate ao desmatamento, resta saber quando é que Estados Unidos, Austrália e Grã-Bretanha irão contribuir com o fundo, que conta com um total – prometido – de 2 bilhões de dólares, sendo que os países em desenvolvimento estimaram uma capitalização inicial de 15 bilhões de dólares.
    Quanto à agricultura de baixo carbono, falta aos agricultores a assistência técnica necessária para se certificarem de que o projeto está sendo bem implantado, e evitar, por exemplo, que as pastagens voltem a se degradar num curto período de tempo. Aliás, o produtor rural sequer pode reivindicar crédito de carbono, porque não há como ter certeza de que as reduções de emissão previstas foram de fato atingidas.

  5. A Cúpula do Clima, encontro ocorrido no mês de setembro, na sede da ONU em Nova York, reuniu mais de 120 Chefes de Estado para que estes anunciassem quais medidas estão sendo tomadas em suas nações e apresentassem suas ideias e objetivos para conter os impactos nas mudanças climáticas.

    O Brasil demonstrou ter contribuído significativamente para os avanços, figurando, inclusive, como um dos países que mais contribui para a diminuição global de emissões. Tal feito revela ser possível conciliar desenvolvimento econômico e ações sustentáveis para a proteção do meio ambiente, fato que deveria ser replicado em países como China e Índia, que ainda resistem em reduzir suas emissões porque não desejam desacelerar seu crescimento.

    Após a Cúpula, as atenções se voltam para Paris, que sediará a 21ª Conferência do Clima em dezembro de 2015, momento em que as esperanças de alcançar um consenso global voltarão à tona. E espera-se que não termine novamente em frustração, como ocorrido em 2009 durante a Cúpula de Copenhague. Caso seja possível a realização de um acordo, este deverá substituir o Protocolo de Kyoto e limitará o aquecimento global a um aumento de 2º C na temperatura média mundial.

  6. A tese de que o Aquecimento Global é algo inexistente vem ganhando força nos últimos anos. Meteorologistas, biólogos e outros profissionais de todo o mundo vêm defendendo a teoria de que as recentes mudanças climáticas são naturais do nosso sistema terrestre, não sendo nada além de um efeito que se inicia e termina a cada determinado período de tempo, independente das ações dos homens. Embora eu concorde com essa relevante tese, continuo apoiando as politicas de meio ambiente. Afinal, mesmo que o tão temido Aquecimento Global seja um engano ou até mesmo uma farsa, possuímos o problema já confirmado do efeito estufa e nenhuma questão econômica deve superar os ganhos da redução desse fenômeno. Considero louvável a atitude brasileira de buscar soluções para reduzir o impacto humano no planeta. Essas ações, propostas em um encontro tão importante quando a Cúpula do Clima, ainda podem vir a servir de exemplo para outros Estados.

  7. A partir da declaracão da Ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira, o Brasil encontra numa posicão de aparência externa favorável, pois tem sido pioneiro em projetos que visam a protecão do meio ambiente. Dentre tais acões favoráveis desenvolvidas pelo país, sua política de contribuicão com outros países tem sido observada e aplaudida.
    Dentre tais avancos, conforme declarou a Presidente Dilma Roussef em seu pronunciamento na Cúpula, afirmou que, entre 2010 e 2013, o Brasil deixou de lançar anualmente 650 milhões de toneladas de CO2 e, nos últimos 10 anos, reduzindo o desmatamento em 79% (Amazônia e também Cerrado).
    No entanto, apesar do pronunciamento da Ministra ser favorável ao país, há que se observar de que o caminho da integração da lavoura-pecuária-floresta é necessária para otimizar o uso da terra, ainda há uma grande lacuna para isso se efetivar. Disposições quanto à diminuição de exigências no tocante a Áreas de Proteção Permanente (APPs) e reservas legais, no atual Código Florestal também abrem precedentes considerados comprometedores, segundo especialistas. Isso signica que há muitos setores nos quais ainda deverá haver maior investimento brasileiro.
    Na agenda da Cúpula do Clima, discutiu-se ainda, quanto ao setor de transportes, que responde por um quarto das emissões de GEEs, no planeta, também foram tecidos compromissos, com ênfase à mobilidade urbana elétrica. O transporte sobre trilhos foi destacado com a participação da União Internacional dos Caminhos de Ferro, formada por 240 integrantes distribuídos na Europa, China, nos Estados Unidos, na Índia e na Rússia. O grupo lançou o chamado Desafio do Transporte Ferroviário Sustentável de Baixo Carbono. A ideia é que haja o incentivo à utilização de trens no transporte de cargas e de passageiros.
    Portanto, há que se fazer uma análise crítica das informacões acima prestadas, visto que ainda há setores em que o Brasil encontra-se em déficit.

  8. A Cúpula do Clima realizada neste ano contou com a presença de 125 países e o Brasil estava entre eles. É certo que a meta estabelecida pela Organização das Nações Unidas, uma das mais imponentes organizações internacionais, ao que desrespeito à redução de emissão de gases responsáveis pelo estufa, não foi atingida. Porém, o Brasil tem tido um desempenho extremamente elogiado ao que se refere ao cumprimento do acordado em relação à proteção do meio ambiente.
    Segundo as palavras da Ministra do Meio Ambiente, o Brasil, voluntariamente, após a Cúpula em Copenhague em 2009, se comprometeu em reduzir as emissões associadas ao desmatamento. Já obtivemos a significativa redução em 79% do estabelecido. A falta de efetiva fiscalização é o que acredito ser a responsável pelo retardamento da queda das emissões definidas até 2020. O Brasil, por ser um país tido como emergente, é referência no conjunto internacional ao qual está inserido e além do desenvolvimento interno de políticas que visam promover a fiscalização da erradicação do desmatamento ilegal, por exemplo, deve auxiliar a promoção de políticas semelhantes e adaptá-las para os demais Estados.

  9. Foi realizada no dia 23 de Setembro desse ano pela ONU a Cúpula do Clima na qual o Brasil se comprometeu a apresentar até o fim do ano o Plano Nacional de Adaptação às mudanças climáticas, esse plano visa à realização de um conjunto de medidas de adaptação à mudança do clima nas áreas de energia, agricultura, água, transporte e indústria, entre outras. Mesmo sabendo que o Brasil ainda é um grande emissor de gases principalmente pelo fato da elevação do uso das termoelétricas, a elaboração desse plano é um passo importante, pois os desastres naturais relacionados às mudanças do clima têm afetado as atividades econômicas em todo mundo e as populações pobres que em tese são as mais vulneráveis, principalmente nos grandes centros urbanos.
    Portamos podemos perceber que embora ainda tenhamos muito problemas para adaptarmos as mudanças climáticas estamos no caminho para fazermos politicas que irão auxiliar ainda mais na redução da emissão dos gases.

  10. A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, em entrevista concedida a jornalista durante a Cúpula de Mudanças Climáticas realizada nos Estados Unidos, promovida pela ONU, faz um balanço otimista das ações realizadas pelo Brasil visando o controle da poluição ambiental global. Assim, ela enfatiza a redução do desmatamento da Amazônia, dizendo que o Brasil já atingiu 79% da meta para o ano de 2020, que foi proposta em acordo internacional. Por outro lado, embora a Ministra cite alguns pontos de avanço em outras situações, é sabido que o país não cumpre outras metas constantes dos acordos internacionais, tais como a redução da emissão de gás carbônico no ambiente agrário e a ampliação da base energética sustentável. Isto porque a produção de energia é feita, basicamente, por hidroelétricas consideradas sustentáveis, mas as outras bases de produção de energia são pouco representativas no país, como a energia eólica e a solar. A visão otimista da Ministra ainda que sustentada em dados corretos não mostra a situação real das ações pelo Brasil para a redução da emissão de gases que provocam o efeito estufa.

  11. É de fundamental importância a participação do Brasil, perante a ONU, nas questões relativas ao meio-ambiente, levando em consideração o tamanho e a representatividade do país no que diz respeito à seu espaço geográfico e seus recursos naturais.A postura do Brasil deve ser sempre proativa em relação à preservação do meio-ambiente, para que outros países emergentes, com grande relevância ambiental, tomem o modelo brasileiro como exemplo a ser seguido, em prol dessa causa com efeitos globais.
    A iniciativa do Governo Brasileiro é muito inteligente, ao mesmo tempo em que, suas ações para reduzir a emissão de gases do efeito estufa, também possui um viés político-social, ao gerar novos empregos e cessar o desmatamento ilegal no país, medida esta, que possibilita uma maior arrecadação na utilização dos próprios recursos naturais.Desta maneira, o Brasil aproveita seu investimento para o desenvolvimento e aprimoramento de seus chamados ‘setores estrátegicos’. Para produção sustentável de energia.

  12. A ministra do meio ambiente Izabella Teixeira relatou brevemente sobre a importancia do Brasil na cúpula do clima da ONU. O país se comprometeu adotar diversas medidas para a diminuição dos desastres ambientais desde a cúpula de Copenhagen, mas o desmatamento e a emissão de gases continuam sendo bastante prejudicias.
    Por ser um país tropical com essas dimensões, o Brasil pode causar mudanças climáticas no mundo. A ministra diz que irá acabar com o desmatamento ilegal e que ele não é mais presente, mas o que de fato ocorre é que cada vez mais se sabe sobre casos de desmatamento na Amazônia.
    Apesar disso, o Brasil busca alternativas como o investimento em agricultura de baixo carbono e fontes renováveis como hidrelétricas e energia eólica. Deve-se atentar para os problemas ambientais que as hidrelétricas podem causar, como a inundação de uma grande área.
    Por fim, resta acrescentar que devido a esta importância do país, a então presidente Dilma irá discursar apresentando ações para reduzir a emissã de gases di efeito estufa na cupoula da ONU.

  13. Um relatório elaborado pela Agência Internacional de Energia (AIE) sobre medidas para evitar o aquecimento da temperatura global sugere quatro políticas para reduzir as emissões de dióxido de carbono (CO2) e evitar o aumento de 2º Celsius previstos para o planeta até 2020. Segundo a AIE, as emissões atuais de gases que causam o efeito estufa (GEE) podem fazer a temperatura média global subir entre 3,6ºC e 5,3º C nas próximas décadas. O setor energético, por exemplo, é responsável por dois terços das emissões mundiais dos GEE.. O relatório deverá servir também como advertência sobre a possibilidade de manter a temperatura média, usando tecnologias e medidas que não causam danos ao crescimento econômico. As quatro políticas sugeridas são baseadas em tecnologias já existentes e foram adotadas com sucesso em vários países, a saber: Investimentos em medidas de eficiência energética em prédios, indústrias e transportes; Limitar a construção e o uso de usinas de carvão, que são menos eficientes e contribuem com a poluição do ar; Diminuição dos subsídios para o consumo de combustíveis fósseis; e ações para reduzir pela metade as emissões do gás metano na atmosfera, o que poderia diminuir em 18% os gases que causam o efeito estufa.

  14. É de fundamental importância saber que o Brasil tem cooperado e vem cooperando cada vez mais com a redução de emissão de gases no mundo. Encontros como esse da ONU, é essencial para se discutir o que já foi feito e o que deve ser feito. Países devem compartilhar medidas e soluções viáveis com os demais, para que o trabalho seja feito em conjunto para se obter um melhor resultado.
    O Brasil tem se empenhado em resolver problemas que afetam o meio ambiente. No país, já foi reduzido 79% dos desmatamentos e pretende acabar com eles, é um dos que mais contribuem para a redução das emissões e vem desenvolvendo técnicas, como a agricultura do baixo carbono que tem trazido bons resultados. Há também um trabalho esforçado em energias renováveis, como hidrelétricas e eólicas.
    A contribuição brasileira ainda é pequena em relação aos outros países, mas o governo tem buscado cada vez mais desenvolvimentos para uma maior contribuição futura e que possa influenciar outros países. Nesse momento, o que mais vale é a consciência de que é preciso mudar para que possamos viver em um mundo mais puro e limpo.

  15. A ONU por meio de seu secretário geral realizou em 2014 junto a mais de 120 chefes de Estado, a Cúpula do Clima com o intuito de trazer a tona o debate sobre o aquecimento global.
    A ONU, é a instituição legítima para realizar tal cúpula, visto que na própria carta das Nações Unidas, o art. 1 º estabelece que um dos propósitos das Nações Unidas é o de conseguir uma cooperação internacional para resolver os problemas internacionais de caráter econômico, social, cultural ou humanitário.
    Diante do exposto, entende-se que é um compromisso da ONU, realizar tais encontros para melhorar o contexto ambiental em que vivemos.
    No presente caso, a ministra de Meio ambiente, Izabella Teixeira, afirmou que a ONU reconhece a grande participação e compromisso do Brasil para com o tema climático. Neste sentido, nosso país tem investido em um aumento do desenvolvimento setorial mas, diminuindo também a emissão de gases poluentes.
    Para tanto, o país tem investido em alguns setores estratégicos com uma grande preocupação com o futuro. Esta experiência pode, inclusive, ser intercambiada com outros países, como no caso da Bacia do Congo.

  16. A ministra de Meio ambiente, Izabella Teixeira, relatou que o reconhecimento da ONU pela importante participação do Brasil em reuniões da cúpula de meio ambiente. Apesar do país apresentar ainda muitos problemas em relação a emissão de gases, ele está no caminho correto para fazer políticas que sejam benéficas para o meio ambiente.
    Segundo a ministra, o Brasil está reduzindo o desmatamento e investindo em métodos sustentáveis, e seu desempenho vem sendo elogiado pela ONU, que diz que o país vem cooperando positivamente para as mudanças climáticas no mundo. Assim, ja foi reduzido 79% da meta de desmatamento prevista para 2020, e elabora estratégias para acabar com o desmatamento ilegal. Está investindo também na agricultura de baixo carbono e em fontes de energias renováveis, como a eólica e hidrelétrica.
    A próxima Conferencia dessa cúpula ocorrerá em Paris, em dezembro desse ano. Esses encontros são muito relevantes para que os países compartilhem soluções viáveis para melhorar o quadro ambiental mundial, e para discutir o que deve ser feito para alcançar as melhorias.

  17. A preocupação com o meio ambiente é de todos, e a cada dia mais se torna preocupante a frente das pesquisas que mostram como são prejudiciais,é essencial para todos nós e precisamos preservar o meio ambiente da melhor forma possível,e sendo necessária a colaboração de todos . O Brasil, apresenta perante a cúpula da ONU propostas para que possa diminuir a emissão de gases, que inclui a diminuição do desmatamento legal, com a expansão de projetos setoriais que estão reduzindo a curva de crescimentos dessas gases, mostrando forte interesse em reduzir a emissão de gases, dita pela ministra Izabela Teixeira diz que o Brasil toma iniciativa perante essas ações, pois depois da cúpula de copenhagne o pais foi voluntariamente realizar tais atitudes, como por exemplo reduziu 79% o desmatamento. Além disso a ONU em seus relatórios, diz que o Brasil é um dos países que mais contribui para essa redução. Praticando a inclusão nacional e erradicação de pobreza, e trabalhando com setores setoriais, com redução de emissões nas industrias brasileiros , a tecnologia esta sendo usada para controlar e amenizar ,para o monitoramento, além de investir em energias renováveis e pretendendo o desenvolvimento da energia eólica. Além de preservar as matas e reservas, tomando iniciativa de acabar com o desmatamento legal . Mostra que a ministra este se empenhando e perante a sociedade internacional o Brasil está realizando o possível para redução desses gases, que prejudicam tanto o meio ambiente tanto a população como um todo .
    LAURA ANTONINI SILVA – SALA 401 – Manhã FDMC

    • O Brasil ao participar da cúpula de mudanças climáticas que aconteceu nos Estados Unidos, apresentou ações sustentáveis debatendo sobre o assunto. É um país que assumiu o compromisso de reduzir a emissão dos gases associados aos desmatamentos, e é um dos países que mais contribuem globalmente com a redução das emissões de gases prejudiciais ao ecossistema. Existe uma expectativa muito grande em relação aos futuros acordos e muitos planos bem elaborados para que o Brasil se destaque neste setor!

      O Brasil caminha para acabar com o desmatamento ilegal em seu território investindo consideravelmente, e isso é uma conquista muito grande no cenário mundial. Como podemos ver na reportagem acima, nosso País almeja a manutenção da matriz renovável e na agricultura de baixo carbono, e essa estrutura tem sido repassada a outros países, uma vez que a tecnologia alcançada pelo Brasil tem sido referência.

      A presidenta Dilma Rousseff e a ministra do meio ambiente, Izabella Teixeira, participaram do referido evento e assumiram este compromisso voluntário de políticas que visam a sustentabilidade. E essa conscientização acompanha mundo em todos os aspectos, uma vez que a necessidade de cuidar do meio ambiente e prover com as medidas necessárias para desacelerar sua degradação, é dever de todos os cidadãos.

      Uiara Freitas – Sala 401 – Manhã FDMC

  18. É muito importante o investimento do Brasil na diminuição dos gases de efeito estufa, não só para melhorar a qualidade de vida dos cidadãos como também para as gerações futuras. As políticas adotadas para isso acontecer é o investimento nas fontes de energias renováveis como a éolica, a solar a biomassa, esta por sua vez ainda emite alguns poluentes atmosfericos diferente das outras duas, porém a quantidade produzida é muito menor e menos impactante em relação as outras, outro ponto positivo em relação as fontes renováveis é que pode ser encontrada mais facilmente diferentemente do petróleo, por exemplo, que é, em sua maior parte, concentrado na região do Oriente Médio. E ainda um requisito a favor das energias alternativas é que a maior parte delas pode gerar energia de forma descentralizada diminuindo os custos de implantação, possibilitando o acesso a energia por comunidades em regiões isoladas e aumentando a eficiência e rapidez de implantação do sistema uma vez que podem ser dispensadas as quilométricas linhas de transmissão (que por si só já produzem um enorme impacto ambiental).Os desmatamentos devem ser combatidos com mais rigor, uma vez que, as mudanças climáticas tem e muito relação com essa prática, e ainda fazer uso do reflorestamento para que as arvores contribuam na absorção do gás carbônico.
    De acordo com a Ministra do Meio Ambiente Izabella Teixera os dados conquistados com essas medidas e entre outras são bastante positivos, e conforme a sua declaração já foram reduzidos 79% dos desmatamentos no Brasil, que já é um começo muito significativo que motivo ainda mais a busca de outras formulas para melhorar cada vez mais o resultado, podendo chegar o Brasil a servir de exemplos aos outros países, para isso a população brasileira deve apoiar essas medidas e cobrar cada vez mais a fiscalização delas já que todos só tem a ganhar com isso.

  19. O Brasil apresentou, perante a cúpula de mudanças climáticas da ONU nos Estados Unidos, ações para a redução de emissão de gases do efeito estufa. No evento, discursaram a Presidente Dilma Rousseff e a Ministra do Meio Ambiente Isabella Teixeira.
    A Ministra informou que o Brasil é um dos países que mais contribui para a redução dos gases estufa e vem cumprindo sua meta. Dentre suas ações, destaca-se a redução do desmatamento ilegal em 79%. Além do mais, o país está investindo em planos setoriais com tecnologia, manutenção e ampliação da matriz energética e elétrica, energias renováveis, ampliação da agricultura de baixo carbono e redução da emissão de poluentes da indústria brasileira.
    De acordo com a ministra Izabella Teixeira, apesar de o Brasil ainda não ser uma grande referência no assunto, suas experiências podem ser utilizadas por outros países. É importante ressaltar a parceria brasileira cm os países da Bacia Amazônica, cuja operação também será concluída com os países da Bacia do Congo na África.
    Pelo visto, embora não seja um grande nome no cenário internacional no que se refere à redução de emissão de poluentes, o Brasil demonstra-se preocupado e engajado com a questão. A redução do desmatamento ilegal em 79% realmente chama atenção, entretanto é necessário aprimorar as pesquisas e fornecimento das energias alternativas de uma forma sustentável.

  20. A Cúpula do Clima que ocorreu em Nova Iorque foi convocada pelo Secretário Geral da ONU, visando a redução da emissão de gases do efeito estufa. Uma das principais funções do Secretariado da Organização das Nações Unidas ( Secretario Geral é o chefe) é preparar relatórios sobre meio ambiente ou direitos humanos. Nesse caso foi convocada uma cúpula visando a proteção do meio ambiente.
    Foram convocadas diversas lideranças do setor privado e da sociedade civil, uma dessas lideranças é a ministra do meio ambiente do Brasil.
    Segundo a ministra, o Brasil não é um grande emissor de gases poluentes, comparado com as grandes potências como Estados Unidos e China. Porém, com relação desmatamento o Brasil tem um grande representação mundial, principalmente o desmatamento na Amazônia.
    Dessa maneira, o objetivo do Brasil para contribuir com o meio ambiente seria a redução desse desmatamento e também a utilização de energias renováveis. Uma medida adotada pelo país é o monitoramento (juntamente com os países da bacia amazônica) do desmatamento. A energia hidrelétria e a eólica também visam a preservação ambiental.
    Portanto, essa cúpula da ONU visa a conservação do meio ambiente. O Brasil, conforme a fala da ministra, possui boas políticas ambientais, se outros países adotarem medidas semelhantes, teremos um desenvolvimento sustentável.

  21. Em 23 de setembro de 2014, foi realizada a Cúpula do Clima, na cidade de Nova Iorque. O secretário geral da ONU, na tentativa de criar um terreno propício à futura Conferência do Clima em Paris (COP21), a ser realizada no fim do presente ano e que visa a negociação de um acordo global sobre as mudanças climáticas de modo a substituir o vigente Protoclo de Kyoto, a partir de 2020. A Cúpula do Clima tem seu foco na redução do efeito estufa por meio da produção de energia limpa e fim do desmatamento e possui manifesto objetivo de alinhar as discussões para a COP21. Os países participantes firmaram um compromisso de reduzir o desmatamento e a emissão de gases que contribuem para o efeito estufa, duas das principais causas para o “mal do século”, o aquecimento global. Mais importante que a assinatura de um acordo são as efetivas ações que cada país adota para atingir tal fim. O Brasil, apesar de não signatário, alcançou redução de aproximadamente 80% do desmatamento para 2020 e segue investindo na produção de energias renováveis. É notável no Brasil a presença das usinas hidroelétricas como fontes principais de geração de energia, com destaque para o fato de que são dotadas do selo de energia limpa, já que não intensificam o efeito estufa. No entanto, é preciso destacar a falha brasileira na exploração de energias como a heólica, a solar e até a nuclear. Falta investimento e incentivo às pesquisas e à produção propriamente dita, de modo que essas potenciais fontes energéticas são negligenciadas pelo governo.

  22. Realizada em nova Iorque, no dia 23 de Setembro de 2014, a Cúpula do Clima foi mais uma forma da ONU exteriorizar seu comprometimento com questões ambientais, nesse caso com o objetivo de reduzir a emissão de gás carbônico e acabar com o desmatamento em todo o mundo.
    A importância da participação do Brasil tem relação com o seu comprometimento com a redução dos gases, firmada logo após a cúpula de Copenhague. Além disso, há investimentos em soluções associadas à redução da emissão, mudando o cenário tendencial de emissão de gases por conta do desenvolvimento econômico do país. Então o Brasil reduz a emissão e se compromete com o fim do desmatamento, investindo em soluções setoriais.
    Em termos globais, é reconhecido pelo próprio governo que suas contribuições são proporcionalmente pequenas, a não ser no desmatamento, onde há acordos e compartilhamento de métodos de monitoramento com países da bacia amazônica para por fim à essa prática ainda tão presente.
    Portanto, percebe-se que cada vez mais, não só o Brasil, dão passos largos rumo a uma conscientização ambiental e que também há cada vez mais contribuição e colaboração em níveis globais.

  23. Realizada em nova Iorque, no dia 23 de Setembro de 2014, a Cúpula do Clima foi mais uma forma da ONU exteriorizar seu comprometimento com questões ambientais, nesse caso com o objetivo de reduzir a emissão de gás carbônico e acabar com o desmatamento em todo o mundo.
    A importância da participação do Brasil tem relação com o seu comprometimento com a redução dos gases, firmada logo após a cúpula de Copenhague. Além disso, há investimentos em soluções associadas à redução da emissão, mudando o cenário tendencial de emissão de gases por conta do desenvolvimento econômico do país. Então o Brasil reduz a emissão e se compromete com o fim do desmatamento, investindo em soluções setoriais.
    Em termos globais, é reconhecido pelo próprio governo que suas contribuições são proporcionalmente pequenas, a não ser no desmatamento, onde há acordos e compartilhamento de métodos de monitoramento com países da bacia amazônica para por fim à essa prática ainda tão presente.
    Portanto, percebe-se que cada vez mais, não só o Brasil, dão passos largos rumo a uma conscientização ambiental e que também há cada vez mais contribuição e colaboração em níveis globais.

  24. A Cúpula do Clima, convocada pela Organização das Nações Unidas (ONU), tem o objetivo de estimular a adoção de medidas que visam uma adaptação às mudanças climáticas por parte dos Estados Nacionais. A reunião da cúpula sediada em Nova York no dia 23/03/2014 nos chamou a atenção para as medidas de redução das emissões de gases do efeito estufa do nosso país. A presidente Dilma, citou medidas tomadas pelo governo brasileiro nos últimos anos, não somente para a redução de emissões dos gases mas também questões relacionadas ao desmatamento na Amazônia. A presidente afirmou, que nos últimos dez anos o desmatamento no Brasil foi reduzido em 79%. A presidenta citou a Política Nacional de Prevenção e Monitoramento de Desastres Naturais como uma resposta do Brasil aos problemas ambientais.
    Os países- membros vão se reunir em Paris na COP-21 para chegarem em um acordo sobre as medidas a serem adotas a respeito das políticas ambientais a serem adotas. Se chegarem a um consenso , ele deverá substituir o Protocoo de Kyoto e limitar o aquecimento global a um aumento de dois graus Celsius na temperatura média mundial.
    É importante lembrar, que os países não cumpriram as metas de Kyoto por completo.
    O Protocolo de Kyoto é um tratado internacional com compromisso para a redução da emissão de gases negociados em 1997, no Japão. Em 2011, o protocolo foi prorrogado até 2017.

  25. O Brasil participou no dia 23 de setembro de 2014, da Cúpula do Clima, em Nova Iorque, que foi o encontro convocado pelo Secretário-Geral da Organização das Nações Unidas(ONU), Ban Kimoon para debater ações de combate ao aquecimento global e à emissão de gases. Representando o Brasil, estavam presentes a presidenta Dilma Rousseff e a Ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. Foi destacado o compromisso voluntário do Brasil em reduzir o desmatamento e implantação das políticas de baixo carbono e sustentabilidade. Relacionado ao assunto do meio ambiente, temos o Protocolo de Kyoto, que é um tratado internacional com compromisso para a redução da emissão de gases negociados em 1997, no Japão. Em 2011, o protocolo foi prorrogado até 2017. O formato do futuro acordo global vem sendo discutido, ao longo dos anos, pela Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima e deverá ser submetido à comunidade internacional. O Brasil ocupa papel de destaque na cúpula, por conta das políticas e ações de mitigação e adaptação às mudanças do clima adotadas em território nacional. Segundo a ministra Izabella Teixeira, o país já atingiu 79% da meta voluntária de redução de emissões de gases de efeito estufa até 2020.A ONU reconhece que temos as maiores contribuições no enfrentamento às mudanças do clima no mundo.

  26. A Cúpula do Clima, convocada pelo Secretário Geral das Nações Unidas, Sr. Ban Ki-moon, para debater ações de combate ao aquecimento global e à emissão de gases teve a participação do Brasil. Nesse ambiente, os esforços do Brasil para a redução de emissões de gases de efeito estufa precisam ser destacados. Temos a apresentar um conjunto de ações que estruturam a Politica Nacional sobre Mudança do Clima e suas ações derivadas: plano nacional de mudança de clima, planos setoriais de mitigação e redução do desmatamento. Em relação a essa ultima ação, o Brasil já conseguiu diminuir as emissões relacionadas ao desmatamento em 79% da meta prevista para o ano de 2020.
    É preocupante sabermos que os estudos recentemente divulgados pelo IPCC e outras instituições científicas, revelam que o risco de ultrapassar o limite de dois graus centígrados de acréscimo na temperatura do planeta ocorrerá ainda neste século, com grave consequência para as populações, especialmente as mais pobres.
    A contribuição brasileira por mais que seja pequena em relação aos outros países, tem buscado cada vez mais desenvolvimentos para uma maior contribuição futura e que possa influenciar outros países a se desenvolverem no mesmo sentido. Nesse momento, o que mais vale é a consciência de que é preciso mudar para preservar o meio ambiente que ainda nos resta.

    Roberta Vasconcelos Cheib – Faculdade de Direito Milton Campos – 401/manhã – Cod. 20275

  27. Foi realizada em setembro do ano passado, em Nova Iorque, a Cúpula do Clima, convocada por Ban Ki-Moon, o Secretário Geral da ONU. O encontro foi convocado para engajar os países a se comprometerem com o tema, dada a necessidade de um consenso quanto ao acordo político sobre o clima, e funcionou como uma prévia para a 21ª Conferência do Clima (COP-21), programada para dezembro de 2015 em Paris. Dentre as metas apresentadas na cúpula, é possível destacar a redução da emissão de gás carbônico e a extinção do desmatamento. Tais medidas são ambiciosas, mas extremamente necessárias para tentar frear o aquecimento global que tanto compromete nosso planeta. Representaram o Brasil no evento a presidente Dilma Rousseff e a ministra do meio ambiente, Izabella Teixeira. De acordo com Izabella, o Brasil vem adotando medidas que visam reduzir o desmatamento bem como apostando em formas de promover o desenvolvimento sustentável, fatos que chamaram a atenção da ONU de maneira positiva, rendendo elogios ao país.

  28. O secretário geral da ONU, Ban Ki-moon convocou em setembro de 2014, a Cúpula sobre mudança do Clima. O Brasil participou dessa cúpula e teve seus índices na redução do desmatamento ressaltados em relatório, e ainda diz mais, pretende diminuir em 79% o desmatamento ate 2020. O Braisl é um dos paises que mais contribui, foi ressaltado pela ONU.
    Como apresentado pela Ministra do Meio Ambiente Isabella Teixeira, o país possui grandes metas para os planos setoriais, se pretende mudar o cenário tendencial , diminuir a emissao e aumentar o número de empregos. Os planos setorias se referem as tecnologias e as matrizes de energia. Se pretente tambem diminuir o desmatamento ilegal e ampliar a agricultura de baixo carbono.
    Pode se perceber que o Brasil possui planos, e já está tendo reconhecimento frente a grandes potências sobre suas politicas voltadas para o meio ambiente.
    Deve se reconhecer a contribuiçao que o Brasil tenta trazer em relação ao futuro , incentivar e ajudar nas politicas de meio ambiente.
    Podemos ressaltar a cooperação Sul Sul, cooperação com a Rep. Do Congo, onde o Brasil tenta transmitir suas evoluçoes e ofecer ajuda voltada para as politicas de meio ambiente. Seria interessante se ouvesse dentro das demais cooperaçoes uma atençao voltada e efetiva para se fazer a aplicar medidas para se enfrentar a mudança do clima no mundo. Se cada paí com suas politicas, as compartilhassem e ajudassem a serem aplicadas nao só em sues próprios países mas tambem nos demais, a consequencia na melhoria do clima, as mudanças no meio ambiente seriam maiores e mais eficazes.
    A irradicação da pobreza tambem foi um ponto levantado, esse, ponto que merece atençao especial, uma vez que as politicas sao feitas porem nao são aplicadas corretamente.
    O Brasil tem potencial, tem pessoas interessadas em fazer dele um país melhor, porem ainda se necessita de respeito e incentivo para fazer valer as contribuiçoes e politicas criadas para desenvolver o mesmo, frente ao meio ambiente e a todo o resto.
    RAFAELA BARREIRO TURMA : 402 MILTON CAMPOS
    Codigo : 19650 – Noite

  29. Este “compromisso voluntário” do Brasil em apontar medidas para a redução dos gases do efeito estufa é muito promissor no que diz respeito às alternativas mencionadas. Hoje, o país já conta com certas fontes de energias renováveis (a eólica de maior força), bem como medidas para redução do desmatamento como grandes alternativas no que toca a implantação de medidas de baixo carbono e sustentabilidade. As ações devem tornar-se práticas habituais com o decorrer do tempo e já existem muitas conquistas nesse caminho, contudo, ainda há grandes desafios a serem vencidos para que torne-se, no mínimo amena, a questão do aquecimento global provocado pela produção massiva de gases do efeito estufa. Trata-se de desafio que deve ser enfrentado com urgência, pois o Brasil já sofre os efeitos das mudanças climáticas, de Norte a Sul do país. Segundo dados da Secretaria Nacional de Defesa Civil, o número de desastres naturais (entre secas, enchentes, vendavais, geadas etc.) aumentou de 8.671 ocorrências na década de 1990 para 23.238 eventos na década de 2000. Entre os anos de 2008 e 2012, houve 13.244 ocorrências de enxurradas, deixando 777 mil desabrigados, e 8.942 enchentes, com 1,4 milhões de desabrigados em 1.543 municípios brasileiros. E em 2014, 21% dos municípios brasileiros encontram-se em situação de emergência ou calamidade, em função de secas. São 1.183 municípios, dos quais 1.063 encontram-se na região Nordeste, que há anos vem sendo atingida por uma seca histórica. Ou seja, as mudanças climáticas tornaram-se um fato, o próximo passo é adaptar-se a elas.

  30. A Cúpula sobre Mudança do Clima foi convocada pelo secretário geral da ONU, Ban Ki-Moon em Setembro de 2014, onde foi pedido aos setores particulares e públicos dos países signatários do tratado internacional, que apresentassem medidas que reduzissem a emissão de gases. O Brasil, no que consta a este assunto, desde a Cúpula de Copenhagen assumiu o compromisso de reduzir as emissões de gases associadas ao desmatamento sendo apontado pela ONU como um dos que mais contribuiu para a redução dessas emissões onde no quesito da redução de emissões de gases provenientes do desmatamento legal, já reduziu em 79% a meta apresentada ao conselho da ONU. Outras medidas adotadas pelo Brasil foram a agricultura com reduzido índice de emissão de carbono, o projeto de extinção do desmatamento legal, a geração de empregos que saibam gerir a quantidade de gases emitidos à atmosfera e que também gerem a inclusão social (característica dos governos Dilma/Lula) como dito pela Ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.

  31. Francisco Tavares - sala 401 - Turno: Manhã - Faculdade de Direito Milton Campos. em disse:

    A Cúpula do Clima foi denominação de um encontro realizado em Nova York, para discutir ações nacionais a fim de reduzir os impactos das mudanças climáticas. O efeito estufa, potencializado pela atividade humana, é uma preocupação em nível internacional, pois, verificam-se no século XXI consequências advindas do comportamento nocivo do homem ao meio ambiente. Os objetivos da reunião são definir metas e negociações aos países participantes, a fim de contribuir com ações que amenizem a redução de emissão de gases causadores do efeito estufa. A Ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, fala sobre as conquistas do Brasil no que diz respeito, por exemplo, à contribuição para a redução da emissão de gases causadores do efeito estufa, como, por exemplo; o reconhecimento feito pela ONU de que o Brasil é um dos países que mais contribuíram para redução de emissões; a redução de desmatamento de reservas legais; ampliação da utilização de geradores de energia renováveis; dentre outros destaques. A Ministra diz que, em termos globais, o Brasil mostrou contribuições relativamente pequenas em comparação a outros países, exceto no que diz respeito à preservação de áreas ambientais legais, em que o Brasil se torna referência internacional. A Ministra se mostra positiva e diz que o País ainda tem muito ao que mostrar. É importante que o Brasil continue alcançando as metas para que se tenha um desenvolvimento sustentável, ou seja, o desenvolvimento deve ocorrer com o menor número de impactos ambientais possíveis, para que, assim, as próximas gerações usufruam de um meio ambiente de qualidade e preservado.

  32. Apresentar um compromisso formal de redução dos gases do efeito estufa é um passo muito importante para o Brasil. As emissões brasileiras caíram 41,1% entre 2005 e 2012, de acordo com dados divulgados pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação . No entanto, as emissões para a geração de energia aumentaram de 16% para 37%.
    Os maiores produtores de 2012 são os setores energéticos, de agricultura e pecuária, com 37% das emissões cada. Em 2005, a agricultura e pecuária respondiam por 20% das emissões.O Brasil atualmente já enfrenta uma série de imensos desafios em muitas áreas vitais que exigem enormes recursos e esforços, como na saúde, na energia, na habitação popular, no combate à pobreza e à fome, na segurança pública, no desmatamento, na poluição, no manejo de desastres naturais, e apesar da pujança de sua economia, que está entre as dez maiores do mundo, e mesmo com todos os investimentos realizados, que são vultosos, há carências críticas e crônicas em muitos setores, com grande parte de sua população vivendo em condições indignas. Talvez, com o compromisso apresentado na Organização das Nações Unidas, o Brasil possa avançar ainda mais no combate ao aquecimento global e contribuir para a reversão desse fenômeno que ameaço o equilibro da vida no planeta.

  33. De acordo com a a declaração da Ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira, o Brasil está com uma imagem externa favorável, graças a avanços nas questões ambientais. Porém é preciso mais esforços, e mais fiscalização dos envolvidos para uma maior proteção do meio ambiente. Dentre as ações favoráveis desenvolvidas pelo país, sua política de incentivo em relação as outras nações tem sido observada e aplaudida.
    A transição para uma economia ambientalista exige políticas públicas e regulações específicas. Determina também ao setor industrial que busque uma nova cultura, voltada para ações inovadoras de sustentabilidade através de pesquisas e testes sobre melhorias nesse quesito. Para que haja essa mudança cultural, será necessário um bom domínio empresarial sobre a legislação que rege o tema no Brasil. Este domínio, uma vez entendido nos departamentos jurídicos das empresas, ajudará na conscientização de todo o restante da organização impondo o mesmo ao público em geral.
    O Brasil, está no caminho certo para que tudo isso ocorra, mas é necessário que este pensamento esteja cada vez mais presente na concepção dos novos e atuais empresários e principalmente na do povo que diariamente pode fazer a diferença, que individualmente talvez não seja visível, mas que em conjunto representa algo fora da realidade.

  34. Convocada pela Organização das Nações Unidas (ONU), a Cúpula do Clima visa estimular a adoção de compromissos ambiciosos de mitigação e adaptação às mudanças climáticas por parte dos Estados Nacionais, além de conformar-se em um espaço de compartilhamento das ações em curso nas diversas áreas que influem de forma crítica para o aumento médio da temperatura do planeta.
    De acordo com o último relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU (IPCC), para que a temperatura do planeta não ultrapasse o limite de 2 ºC em relação à era pré-industrial, valor considerado crítico pelos climatologistas, seria necessário reduzir as emissões globais de carbono entre 40% e 70% até 2050.
    Ao final da Cúpula do Clima, mais de 50 dos 100 países participantes se comprometeram com metas de redução de emissões, além de medidas de combate ao aquecimento global e aportes financeiros para projetos relacionados ao clima e às florestas.
    Pela primeira vez, a China, maior poluidor do mundo, divulgou uma meta de redução de suas emissões em 45% em relação aos níveis de 2005. O Reino Unido anunciou uma das maiores metas: de cortar em 80% as suas emissões até 2050, além de ter destinado cerca de 6 bilhões de dólares para financiamento climático. A Dinamarca veio logo atrás, com a promessa de, até 2020, reduzir emissões em 40% em relação aos níveis de 1990 e, até 2050, se tornar independente de petróleo.
    O Brasil, representado pela presidente Dilma Rousseff, não anunciou metas de redução de emissões. O país também não assinou a Declaração de Nova Iorque, lançada durante a Cúpula com o compromisso de promover ações para reduzir o desmatamento global pela metade até 2020 e por completo em 2030. Não ficou claro se o documento – que ainda está aberto a adesões de países, empresas e ONGs – foi apresentado oficialmente ao Brasil.
    Por outro lado, em um breve discurso, a presidente se comprometeu a apresentar até o fim do ano o Plano Nacional de Adaptação às Mudanças Climáticas, um conjunto de medidas que vêm sendo formuladas por um grupo de trabalho do governo federal com o intuito de tornar o país adaptável ao aquecimento global e seus efeitos sobre a energia, a agricultura, a água, a indústria, as cidades e outros setores.

  35. A Cúpula do Clima, convocada pela Organização das Nações Unidas (ONU) mas precisamente pelo Secretário Geral das Nações Unidas, Sr. Ban Ki-moon, apresenta potencial de tornar-se um importante evento de política internacional e visa estimular a adoção de compromissos ambiciosos de mitigação e adaptação às mudanças climáticas por parte dos Estados Nacionais, além de conformar-se em um espaço de compartilhamento das ações em curso nas diversas áreas que influem de forma crítica para o aumento médio da temperatura do planeta.
    De acordo com a fala da Ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira, uma das representantes do país na Cúpula do Clima, o Brasil está com uma imagem favorável internacionalmente, devido a medidas adotadas em relação ao meio ambiente, a titulo de exemplo, a política de incentivo em relação as outras nações tem sido muito elogiada.
    No entanto, não podemos minimizar o fato de que o Brasil tem emissões significativas, tornando necessário adotarmos novos compromissos no período posterior a 2020, como forma de assumirmos nossa parcela de contribuição para a adequada estabilização da temperatura na Terra.

    Helber Carvalho Ribeiro
    Milton Campos
    Manhã – 19374

  36. A Cúpula do Clima, convocada pela Organização das Nações Unidas, em questão ocorreu em Nova York e terminou com o compromisso assumido por 150 países e organizações, entre os quais 28 Estados-Membros, 35 empresas, 16 grupos indígenas e 45 grupos da sociedade civil, de reduzir o desmatamento pela metade, até 2020, e zerá-lo totalmente até 2030.
    Além do objetivo de acabar com o desmatamento, o documento estabeleceu outras metas, como a redução das emissões de gás carbônico de 400 milhões a 450 milhões de toneladas por ano, nos próximos seis anos, ou 2 bilhões de toneladas no total, também até 2020.
    Participaram chefes de Estado, de Governo e representantes de 125 países.
    Segundo a ONU, a reunião foi o maior encontro já organizado para discutir as mudanças climáticas.
    O Brasil, contudo, não assinou a Declaração de Nova York durante a reunião. O governo brasileiro não havia sido convidado a participar do processo de preparação do documento, por isso não pôde se comprometer com as metas estabelecidas. O Itamaraty explicou na época que a carta não era um documento oficial da Organização das Nações Unidas (ONU) e que, portanto, só deveria ser seguido pelos signatários.

  37. A Cúpula do Clima ocorreu em 2014 e foi um evento que reuniu 120 Chefes de Estado. A ONU tentou mais uma vez intervir nas questões complicadas sobre o meio ambiente, entre elas: emissão de gás carbônico e desmatamento. Ban ki-moon, secretário geral da ONU, deixou claro que o principal objetivo desse evento foi já introduzir o assunto e deixar os Chefes de Estado cientes do que ocorrerá na Conferência de Paris.
    A próxima Conferência, que ocorre ainda este ano, visa a reduçao até pela metade da emissão dos gases maléficos para o efeito estufa, e cada país terá que responder de acordo com o seu histórico. A Cúpula teve como resultado um documento assinado por 150 países e organizações, ou seja, esses se comprometeram com a redução e, além disso, com o combate ao desmatamento, questões essas que devem ser mais bem definidas na Conferência de Paris.
    O Brasil não assinou o documento, fundamentando sua decisão com o argumento que não participou da preparação do mesmo, porém a ministra, Izabella Teixeira, deixou claro a importância da participação voluntária do Brasil na redução da emissão, e esse já é um exemplo a ser seguido, mesmo ainda precisando melhorar, uma vez que foi um dos países que menos emitiu gases prejudiciais. O problema maior se encontra nas grandes potências mundiais, que são as que mais emitem e deixam a redução apenas no papel, ou seja, esses documentos não tem eficácia alguma para elas, como é o caso dos Estados Unidos.
    Já ocorreram avanços nas questões ambientais, mas não são suficientes ainda, então é preciso que a ONU intervenha cada vez mais em defesa do meio ambiente e esperar que a Conferência de Paris traga resultados realmente expressivos.

  38. Guilherme Mattos, aluno da Faculdade de Direito Milton Campos, Noite – Sala 401.

    A redução de gases de efeito estufa por parte do Brasil demonstra a falta de informação e de senso político por parte do Ministério do Meio-Ambiente, colocando toda a produção energética do país em xeque. A teria do aquecimento global não tem embasamento científico e o clima vem se resfriando como já era previsto pela análise das variações climáticas do Planeta Terra. Enquanto isso, países com o Estados Unidos não demonstram interesse em diminuir as emissões de gases poluentes, inclusive aumentando a exploração do petróleo de xisto que emite metano. Dessa forma, o Brasil perde em sua política energética que vem se monstrando altamente falha, com a grande concentração da produção de energia nas hidrelétricas, dependentes dos níveis de chuva. A produção de energia renovável é importante para a diversificação das matrizes energéticas, no entanto, ao contrário do que o Ministério do Meio-Ambiente afirma, as matrizes energéticas do Brasil são pouco diversificadas e um dos grandes potenciais de energia, que são os óleos de palmáceas, não recebem os devidos investimentos para exploração. O Brasil mais uma vez demonstra em sua política externa se sujeitar ao IPCC, orgão político da ONU, pouco confiável em questões de clima.

  39. Lendo em um site sobre meio ambiente explica que a expectativa é que os compromissos do futuro acordo incluam metas de redução de gases de efeito estufa proporcionais à responsabilidade histórica dos países e sua capacidade de cumpri-las, tendo como referência o limite dos 2°C de aumento na temperatura. O novo acordo deve entrar em vigor após 2020.
    “Trata-se de um processo de grande relevância para garantir que direitos básicos como alimento, água e energia sejam assegurados a toda a população”, afirmou a CEO do WWF-Brasil, Maria Cecilia Wey de Brito.
    Dilma Rousseff discursou em Nova York durante a Cúpula do Clima, um evento convocado pela ONU, destacando que entre as medidas adotadas pelo Brasil para diminuir as emissões de gases de efeito estufa está o combate ao desmatamento, “não só na Amazônia, mas também no Cerrado”. A presidente anunciou que o corte raso no Brasil caiu 79% na última década e ressaltou que entre 2010 e 2013, o país deixou de lançar a cada ano em média 650 milhões de toneladas de dióxido de carbono.
    O WWF-Brasil reconhece os avanços no controle do desmatamento, mas diferente do que disse a presidente, o Brasil ainda não possui um sistema de monitoramento do desmatamento no Cerrado tão robusto quanto na Amazônia. Outros biomas como a Caatinga e o Pantanal também esperam por sistemas de controle do desmatamento e da degradação.
    Outras fontes – De acordo com a CEO da organização, o desmatamento não é mais o principal vilão das emissões de gases de efeito estufa no Brasil. Na última década, os setores de energia e agropecuária aumentaram significativamente sua participação nas emissões nacionais. Em 2012, os dois setores foram responsáveis por cerca de 60% das emissões brasileiras.
    Além disso, o governo brasileiro vem aumentando a participação de termelétricas em sua matriz nacional o fomento ao uso do transporte individual e reduzindo os investimentos em alternativas renováveis nos últimos três anos. O consumo de combustíveis fósseis demonstra que o Brasil ainda precisa resolver internamente esses gargalos com vistas a manter sua histórica liderança nas negociações internacionais sobre o clima.
    Para o WWF-Brasil, o País precisa urgentemente reafirmar seu protagonismo nas negociações internacionais sobre o clima. Internamente, deve retomar os principais compromissos e iniciativas capazes de conduzir a nação ao desenvolvimento de baixo carbono. Entre eles, a redução do desmatamento na perspectiva do desmatamento líquido zero, os incentivos para aumentar a participação de energias renováveis alternativas na matriz energética nacional, as propostas para o transporte com baixas emissões e o aumento de investimentos em agricultura de baixo carbono.
    O País também precisa acelerar seu Plano Nacional de Adaptação às Mudanças Climáticas com objetivos e metas claras de implementação e que envolva a União, estados e municípios em ações de adaptação aos efeitos do aquecimento global.

    Fonte pesquisada: http://www.wwf.org.br/informacoes/noticias_meio_ambiente_e_natureza/?41442

  40. O Brasil é um dos países que mais contribuem para o combate às agressões ambientais. O encontro da Cúpula do Clima das Nações Unidas, em Nova York, que reuniu representantes de 125 países, teve como objetivo discutir os parâmetros do novo compromisso global do clima, previsto para ser discutido este ano. A presidenta Dilma Rousseff e a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, representaram o Brasil nesta reunião e destacaram a militância brasileira no combate ao desmatamento e redução das emissões de gases poluentes, bem como a valorização e investimento nos estudos para o desenvolvimento de fontes energéticas limpas, sustentáveis e renováveis. Na ocasião, a presidente Dilma Rousseff defendeu o desenvolvimento sustentável como a principal arma para combater os avanços e prejuízos causados pelo aquecimento global e afirmou ainda que é possível desenvolver a economia de forma sustentável. O Brasil ocupou papel de destaque na cúpula, devido as políticas e ações de mitigação às mudanças do clima adotadas em território nacional. Segundo a ministra Izabella Teixeira, o país já atingiu 79% da meta voluntária de redução de emissões de gases de efeito estufa até 2020.

  41. Exponho minhas críticas à Cúpula do Clima, realizada em Setembro de 2014 pors convocação do Secretário-Geral da ONU, Sr. Ban Ki-Moon, no que se refere a efetivação dos compromissos que ali são firmados. Não me ilude esse discurso de que metas serão atingidas progressivamente, com fixação de marcos temporais para reduções na emissão e produção de fontes poluentes e danosas ao meio ambiente. Precisamos ir além, o efeito estufa é uma realidade presente já há muito tempo, mas tardamos a tratar com mais cuidado essa consequência natural da industrialização desenfreada, do consumismo desinformado, da globalização irresponsável.

    Não penso em explicar o que seria a Cúpula do Clima, ou os objetivos e esforços da ONU para discutir o assunto, mas venho para chamar a atenção de que são justamente as grandes potências -parte delas inclusive são membros do Conselho de Segurança – que mais poluem e degeneram o meio ambiente. Com grandes produções, grandes indústrias de tecnologia, de fármacos e de alimentos no geral, esses Estados procuram não se comprometer o suficiente com esses acordos, pois isso afetaria sobremaneira suas Economias. Como então conciliar Economia com Sustentabilidade Ambiental? Em um reconhecimento mais franco do problema, esse deveria ser o cerne da discussão. Pois todos ali também estão preocupados no impacto que medidas ecológicas podem causar economicamente.

    O Brasil é um bom exemplo para o mundo nesse quesito, como bem explanado pela Ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, pois temos contribuído com alternativas renováveis e ecologicamente sustentáveis por meio de setores estratégicos de geração de emissão – com a manutenção de matriz energética renovável e com a agricultura de baixo carbono. Ainda assim temos que melhorar muito ainda, para equilibrar com sustentabilidade diversas atividades que ainda precisam de aprimoramentos em termos ecológicos, como a pecuária e a mineração, por exemplo.

  42. Durante a Cúpula do Clima, conferência realizada em Setembro de 2014, que aconteceu na sede da ONU em Nova York, o Brasil foi um dos principais destaques. O avanço, evidenciado principalmente pela ministra do meio ambiente Izabella Teixeira, foi considerável nos últimos anos, passando a ser um exemplo a ser seguido pelos países que desejam contribuir para um futuro mais limpo.
    As políticas brasileiras de combate à poluição, ao desmatamento ilegal e até ao tráfico de animais e plantas têm se mostradas eficientes, uma vez que a meta de redução de desmatamento para 2020 já alcançou 79% e o Brasil deixou de lançar cerca de 650 milhões de toneladas de CO2 na atmosfera entre 2010 e 2013. Os números são favoráveis, ainda mais levando em conta que os principais países poluidores do planeta não apresentaram nenhum avanço significativo desde a conferência ECO-92, realizada Rio de Janeiro.
    Porém é preciso mais esforços, mais cobranças e mais fiscalização dos envolvidos. Para o secretário executivo do Observatório do Clima, Carlos Rittl “houve algum avanço” no sentindo de organizar práticas e políticas sustentáveis. Contudo, o Brasil ainda não atingiu o resultado máximo satisfatório. “Os eventos programados para os próximos anos não estão comprometidos ou subordinados à redução da emissão de gases poluentes. As emissões, pelo contrário, tendem a aumentar. O Brasil não está ajustando a sua economia para quando for obrigado a reduzir essas emissões. Existe um plano de desenvolvimento, houve algum avanço, mas ainda precisamos aprimorar”, avaliou Rittl.
    Entretanto não foi à toa que o Brasil se destacou, devido aos resultados promissores, o Brasil já iniciou um programa de redução do desmatamento com os países da bacia do amazonas contando com as experiências e resultados obtidos com os programas nacionais de combate ao desmatamento. Além do mais, o Brasil chegará nas próxima conferências sobre clima em alta, principalmente na Conferência de Paris, que ocorrerá entre os dias 30 de Novembro e 11 de Dezembro de 2015, com direito a um “tempo extra” nos discursos.
    O comprometimento Brasileiro é, portanto, notório no que diz respeito ao meio ambiente e o clima. Para um país rico em recursos naturais como o Brasil, tais medidas condizem com um futuro promissor e sustentável; uma conquista que, com certeza, trará benefícios incalculáveis em um cenário futuro no mínimo preocupante, como tem mostrado a ciência.

  43. Durante a Cúpula do Clima, conferência realizada em Setembro de 2014, que aconteceu na sede da ONU em Nova York, o Brasil foi um dos principais destaques. O avanço, evidenciado principalmente pela ministra do meio ambiente Izabella Teixeira, foi considerável nos últimos anos, passando a ser um exemplo a ser seguido pelos países que desejam contribuir para um futuro mais limpo.
    As políticas brasileiras de combate à poluição, ao desmatamento ilegal e até ao tráfico de animais e plantas têm se mostradas eficientes, uma vez que a meta de redução de desmatamento para 2020 já alcançou 79% e o Brasil deixou de lançar cerca de 650 milhões de toneladas de CO2 na atmosfera entre 2010 e 2013. Os números são favoráveis, ainda mais levando em conta que os principais países poluidores do planeta não apresentaram nenhum avanço significativo desde a conferência ECO-92, realizada Rio de Janeiro.
    Porém é preciso mais esforços, mais cobranças e mais fiscalização dos envolvidos. Para o secretário executivo do Observatório do Clima, Carlos Rittl “houve algum avanço” no sentindo de organizar práticas e políticas sustentáveis. Contudo, o Brasil ainda não atingiu o resultado máximo satisfatório. “Os eventos programados para os próximos anos não estão comprometidos ou subordinados à redução da emissão de gases poluentes. As emissões, pelo contrário, tendem a aumentar. O Brasil não está ajustando a sua economia para quando for obrigado a reduzir essas emissões. Existe um plano de desenvolvimento, houve algum avanço, mas ainda precisamos aprimorar”, avaliou Rittl.
    Entretanto não foi à toa que o Brasil se destacou, devido aos resultados promissores, o Brasil já iniciou um programa de redução do desmatamento com os países da bacia do amazonas contando com as experiências e resultados obtidos com os programas nacionais de combate ao desmatamento. Além do mais, o Brasil chegará nas próxima conferências sobre clima em alta, principalmente na Conferência de Paris, que ocorrerá entre os dias 30 de Novembro e 11 de Dezembro de 2015, com direito a um “tempo extra” nos discursos.
    O comprometimento Brasileiro é, portanto, notório no que diz respeito ao meio ambiente e o clima. Para um país rico em recursos naturais como o Brasil, tais medidas condizem com um futuro promissor e sustentável; uma conquista que, com certeza, trará benefícios incalculáveis em um cenário futuro no mínimo preocupante, como tem mostrado a ciência.

  44. No dia 23/09/2014 foi realizada na cidade de Nova Iorque a Cúpula do Clima. Trata-se de mais uma ação da ONU com vistas a reduzir a emissão de gás carbônico e por termo ao desmatamento em escala mundial. Este encontro foi um ensaio para a Conferência de Paris a ser realizada entre os dias 30 de Novembro e 11 de Dezembro de 2015 na França. Segundo a ONU a Cúpula deste ano teve a participação de 125 países e foi o maior encontro já organizado para discutir as mudanças climáticas; o resultado foi a assinatura de um documento no qual 150 países e organizações, entre os quais 28 Estados-Membros, 35 empresas, 16 grupos indígenas e 45 grupos da sociedade civil, firmaram o compromisso de reduzir o desmatamento pela metade até 2020 e zerá-lo totalmente até 2030 e reduzir a emissão de gases que contribuem para o efeito estufa. O Brasil não assinou o documento que ficou conhecido como Declaração de Nova Iorque, sob a justificativa de que não foi convidado para o processo de preparação dos documentos. De qualquer forma, o passo mais importante para luta global contra as mudanças climáticas será realizada no próximo ano na França, o objetivo segundo o comitê organizador da Conferência de Paris, é alcançar pela primeira vez em 20 anos de negociações da ONU um acordo vinculativo e universal sobre o clima, com a assinatura de todas as nações do mundo.

  45. Esse é um assunto bem recorrente nos últimos anos, pois há um enfoque muito grande quando se fala em emissões de gases. E o Brasil apresenta estar no caminho certo para a redução da emissão de gases do efeito estufa com a criação de novos programas com o intuito de regularizar tanto a emissão dos gases quanto o desmatamento e erradicar o desmatamento ilegal. Essa cúpula da ONU é muito importante para o cenário da geopolítica mundial no que diz respeito à emissão de gases pois da credibilidade a causa de regular a a emissão dos gases do efeito estufa e possibilita a flexibilidade dos maiores emissores para assinar acordos internacionais com o intuito de diminuir a emissão de gases estufa, como por exemplo, o Protocolo de Kyoto. O Brasil com tais projetos apresentados pela ministra Izabella Teixeira, pode ser considerado com um protagonista na luta contra a emissão dos gases estufas pois é um dos países mais industrializados do mundo e tem em seu território a maior floresta tropical do Planeta, a qual é alvo da desmatamento ilegal que pode ser considerado um dos grandes problemas ambientais que ocorrem no país.

  46. É evidente para todos que o aquecimento global está alterando de forma intensa o clima em diversas partes do mundo. A ocorrência de eventos climáticos extremos é cada vez mais comum, tais como grandes inundações, secas, tufões, chuvas concentradas, elevação no nível do mar e derretimento de geleiras.
    Nesse sentido, foi necessário pensar em formas de reduzir a emissão de gases, com a criação de medidas tais como a reduçao do desmatamento, o investimento em fontes limpas de energias, em transportes elétricos, a construção de prédios autossustentáveis, a diminuição do uso de automóveis movidos à gasolina, a substituiçao das usinas de carvão por usinas elétricas ou eólicas…
    Assim, A Cúpula do Clima foi uma tentativa do secretário geral da ONU para reunir esforços a fim de reduzir o aquecimento global. O Brasil participou da Cúpula e assumiu voluntariamente o compromisso de reduzir as emissões associadas ao desmatamento, sendo um dos países mais responsáveis pela redução de emissões, assim, vem investindo na mudança do cenário tendencial de poluição. Dessa forma, o Brasil caminha na sentido de produzir planos setoriais a fim de praticar desenvolvimento com inclusão social e erradicação da pobreza, em função da redução do desmatamento legal, ampliando a matriz energética do pais. Segunda a Ministra do Meio Ambiente, Izabela Teixeira, mesmo já tendo diminuído em 79% o desmatamento, o Brasil ainda tem muito o que apresentar no que diz respeiro a mudança do clima no mundo, sendo um pais com um enorme potencial dealteraçao dessa curva de emissões.
    A Presidenta, durante a Cúpula, defendeu que os países em desenvolvimento e desenvolvidos possuem responsabilidades diferentes em relação a mudança do clima, levando em conta o PIB per capital e o estoque de CO2 já emitido. Ressaltou que as iniciativas são urgentes, mas que as obrigações financeiras devem ser de acordo com a riqueza do pais, e que a redução das emissões dever ser compatível com a redução da pobreza.
    Essas novas medidas sao fundamentais para alterar o quadro climatico mundial, inclusive devido ao fato de o Protocolo de Kyoto, que foi um tratado internacional com compromissos para a redução da emissão de gases negociado por 175 paises, nao ter obtido o resultado desejado. Dai, foi esperado que os países chegassem a um acordo para substituir Kyoto na conferência de Copenhagen, em 2009. Porém, os países não chegaram a um consenso para reduzir as emissões com medo das consequências econômicas e um novo tratado foi adiado novamente. Então, é necessário que se persista na ideia da união dos paises a fim de limitar o aquecimento global.

  47. A ministra do meio ambiente Izabella Teixeira relatou brevemente sobre a importância do Brasil na cúpula do clima da ONU. O país se comprometeu adotar diversas medidas para a diminuição dos desastres ambientais desde a cúpula de Copenhagen, mas o desmatamento e a emissão de gases continuam sendo bastante prejudicais. A partir da declaração da Ministra, o Brasil se encontra numa posição de aparência externa favorável, pois tem sido pioneiro em projetos que visam a proteção do meio ambiente. Dentre tais ações favoráveis desenvolvidas pelo país, sua política de contribuição com outros países tem sido observada e aplaudida. Apesar disso, o Brasil busca alternativas como o investimento em agricultura de baixo carbono e fontes renováveis como hidrelétricas e energia eólica. Deve-se atentar para os problemas ambientais que as hidrelétricas podem causar, como a inundação de uma grande área. A Cúpula do Clima, encontro ocorrido no mês de setembro de 2014, na sede da ONU em Nova York, reuniu mais de 120 Chefes de Estado para que estes anunciassem quais medidas estão sendo tomadas em suas nações e apresentassem suas ideias e objetivos para conter os impactos nas mudanças climáticas. Foi um evento convocado pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki Moon para gerar uma atmosfera política favorável ao novo acordo climático global que deverá ser discutido até a Conferência do Clima de Paris

  48. De acordo com o documentário, o Brasil assumiu o compromisso de diminuir a emissão de gases poluentes, e mesmo que colabore para tal, ainda está longe de alcançar uma meta que seria considerada adequada, visto o grau de necessidade em que o mundo chegou. É fato que o país já conseguiu uma diminuição considerável, porém ainda é um dos maiores emissores de gases, seja pela constantes mudanças do uso do solo e desmatamento. De acordo com a ministra, uma das forma de diminuição seria investir em maior eficiência energética, o que seria de grande importância, já que poderá beneficiar a todos, inclusive melhorar a produtividade agregada da industria, ao mesmo tempo que diminui a emissão desses gases. Investir em energia renovável, já que o Brasil é um pais privilegiado para tal, visto o clima que possui, é uma forma inteligente de se alcançar os niveis desejados. Entre os assuntos em destaque na Convenção foi o acordo feito entre a presidente Dilma Roussef e o presidente Barack Obama, em que o Brasil se comprometeu a recuperar 120 mil km² de florestas até 2030 e também nesse período de 15 anos zerar o desmatamento ilegal. Ambos os países também anunciaram a criação de um grupo de trabalho sobre mudanças do clima, com o objetivo de “ampliar a cooperação bilateral em questões relacionadas ao uso da terra, energia limpa e adaptação, bem como diálogos políticos sobre a questão climática em nível nacional e internacional. Essa ideia de ajuda mútua deve continuar em questão, pois dessa forma, os paises poderão melhorar seus indices e evitar que haja mais mudanças bruscas no clima mundial.

  49. A ONU (Organização das Nações Unidas) realizou, em setembro do ano passado, em Nova York, a Cúpula do Clima, evento que contou com a participação de mais de 120 países. O objetivo da Cúpula é compartilhar experiências aplicadas em cada país para reduzir o aquecimento global e compartilhar também os métodos adotados por cada um para impedir que a temperatura mundial suba mais do que dois graus centígrados. A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, representou o Brasil no evento e destacou a liderança brasileira no combate ao desmatamento e às emissões de gases de efeito estufa. A solução para combater os prejuízos causados pelo aquecimento global deve incluir ações de ordem ambiental, econômica e social.
    É necessário maior investimento em eficiência energética, na agricultura de baixo carbono, além de mudanças profundas nos padrões tradicionais de mobilidade urbana, na perspectiva de uma vida mais sustentável. As fontes de energia renováveis, como as hidrelétricas e a energia eólica, também representam um bom caminho, e o Brasil se destaca nessa área, devido à capacidade de transformar energia limpa através de fontes alternativas. Segundo a ministra, a ONU reconhece que temos as maiores contribuições no enfrentamento às mudanças do clima no mundo. E essas ações são extremamente necessárias, pois são várias as consequências do aquecimento global e algumas delas já podem ser sentidas em diferentes partes do planeta.

  50. O Brasil é um país que possui uma das maiores florestas do mundo. A floresta amazônica é um exemplo disso. Sendo uma das mais ricas em questão de fauna e flora. Entretanto, como já é sabido, dado a extensão dela, é muito complicado que haja uma fiscalização efetiva que coíba 100% as tentativas de exploração ilegal da diversidade dela. Sendo assim, o Brasil possui uma dupla responsabilidade com a Cúpula da ONU, e a humanidade. O nosso país deve, além de reduzir os gases estufa lançados à atmosfera, reduzir ao máximo o desmatamento das nossas florestas, bem como reflorestar o que já foi extraído ilegalmente, para amenizar a poluição que já foi produzida.
    Dessa forma, com os dados que nos foram informados no vídeo, é possível ficar esperançosos com as medidas as quais o Brasil vem adotando. Afinal, ocupamos uma posição de destaque para um país emergente. Diferentemente da China que cada vez mais sacrifica suas riquezas naturais em prol de um crescimento econômico e industrial desenfreado. Todavia, como nem tudo são flores, é preciso ter consciência de que o Brasil ainda pode fazer muito mais. Ainda podemos reduzir e muito nossas emissões, investindo em energias sustentáveis, bem como a eólica que é tão subutilizada no país. Sem falar que ainda que tenha diminuído o índice de desmatamento no Brasil, dada à extensão territorial das nossas florestas, as áreas desmatadas ainda são enormes. Por isso, o Brasil tem que continuar investindo em tecnologias de fiscalização e em parcerias com os demais Estados fronteiriços, para que possa haver uma redução cada vez maior de delitos ambientais.

  51. O brasil apresentar ações para reduzir o efeito estufa e gases, foi um ato de extrema relevância , e que por acontecer em uma Cúpula organizada pela ONU ( organização das nações unidas ) e que ocorreu em Nova York passa a ter mais relevância ainda, visando o fato de que a (cúpula do clima) como foi chamada , teria alcance mundial, envolvendo não só o Brasil e as atitudes e compromissos assumidos pelo país, mas também servindo de exemplo para que outros países tomassem atitudes semelhantes .
    A ministra do meio ambiente do Brasil demonstrou empenho e interesse em combater o efeito estufa e os gases poluentes ,além de adotar também politicas para combater o desmatamento, que em um país como o brasil, que por possuir grande flora, é um dos maiores alvos de desmatamento e extração ilegal de arvores .
    A ideia de implantar politicas de baixo carbono é verdadeiramente interessante e inovadora as politicas de baixo carbono visam diminuir a emissão do gás que é altamente poluente e que por sua emissão descontrolada pode causar problemas à qualidade de vida dos brasileiros no futuro , e não apenas dos brasileiros mas todos os habitantes mundiais.
    Pesquisas e estimativas mostram dados preocupantes sobre o efeito que a emissão de gases em exagero poderá ter no futuro , a presidenta Dilma Rousseff que também esteve presente na cúpula do clima em Nova York , manifestou sua preocupação com meio ambiente do país e ressaltou a importância de que medidas sejam tomadas o quanto antes para que problemas maiores sejam evitados posteriormente.
    Todas as medidas e ações adotadas pelo Brasil , são segundo a ministra do meio ambiente Izabella Teixeira , aclamadas pela ONU .
    na minha percepção atitudes como essa que visam a proteção e preservação do meio ambiente são extremamente relevantes para um desenvolvimento saudável de um país !

  52. A cúpula do clima, convocada pelo secretário geral da ONU, Ban Ki Moon, em Nova Iorque, reuniu diversos chefes de Estados, para que se possa tomar medidas públicas e privadas para a redução da poluição, a fim de reduzir as mudanças climáticas que vem acontecendo ao longo desses anos. A presidente Dilma Rousseff não ficou de fora, já que o Brasil possui uma gigantesca riqueza natural, que também vem sendo afetada por tais mudanças. E nós já assinamos, após a cúpula de Copenhague um tratado para a redução do desmatamento e de emissões de gases poluentes e já o fizemos 79%, segundo a ministra do meio ambiente Izabella Teixeira. Com isso, o Brasil é um dos maiores responsáveis para a redução da emissão de gases. Essa contribuição faz com que nosso país ganhe confiança perante os outros, nas negociações. Os investimentos para a redução de poluentes e desmatamento ilegal não gera apenas benefícios ecológicos, mas também econômicos, uma vez que aumenta também a produção de empregos e diversas outras vantagens econômicas. Essa política ainda é pequena, se comparada coma de outros países, mas já serve de exemplo para outros, já que, como constatado pela ONU, o Brasil já reduziu 79% do desmatamento ilegal.

  53. O vídeo trata das medidas que o Brasil tomou nos últimos anos desde a Cúpula de Copenhague para reduzir os danos causados ao meio ambiente, em especial à redução da emissão associada ao desmatamento. A convocação do Secretário Geral do ONU, Ban Ki-moon, para a Cúpula do Crime convidou lideranças políticas do setor privado e da sociedade civil para que eles apresentassem ações que pudessem contribuir para a redução da emissão de gases. O Brasil assumiu voluntariamente a causa desde 2009, além de se destacar por ser um dos países que mais contribuem com a redução da emissão associada ao desmatamento. Além dessa diminuição, a Ministra do Meio Ambiente, Isabella Teixeira, ressalta também o investimento brasileiro em agricultura de baixo carbono. Os números que atestam desenvolvimento, inclusão social, erradicação da pobreza tendem, normalmente, a serem proporcionais à emissão decorrente do desmatamento ilegal. Contudo, o Brasil, nos últimos anos, vem conseguindo modificar esse cenário com políticas de desenvolvimento sustentável, planos sociais que visam a transformação de matriz energética em renovável e com a redução de emissão de gases na indústria brasileira. O problema da mobilidade urbana também é debatido e medidas para a melhoria já estão sendo implantadas.
    Ressalta-se, ainda, a influência do país para com os estrangeiros: o Brasil é referência no combate ao desmatamento ilegal, na inclusão social, na erradicação da pobreza, em energias renováveis como as Hidrelétricas e Eólicas e a respeito das técnicas de aprimoramento de agricultura de baixo carvão. A parceria com países da Bacia Amazônica refletem o resultado positivo do programa.
    Ainda há muito o que melhorar: o Brasil tem condição de atingir, em pouco tempo, as porcentagens de melhora propostas pela Cúpula, como ocorreu com relação ao desmatamento – 80% já foi atingido. Um país rico em recursos naturais e com abundância de fauna e flora deve se conscientizar mais ainda a respeito da real importância do meio ambiente em nossa vida. Setores de estrategismo de geração de emissão deve ser reforçado com a manutenção da matriz renovável e com a agricultura de baixo carbono.
    O enfrentamento da mudança do clima no mundo é algo que afeta todas as esferas: política, econômica e social, sendo assim, deve ser tratada de maneira primordial. A aplicação de capital em indústrias e agricultura, sem se preocupar com a redução de emissão de gases à atmosfera, é um investimento de alto custo a longo prazo. Desenvolver a economia, obviamente, traz benefícios, entretanto o processo deve ocorrer de forma sustentável para que continue evoluindo por muitas gerações sem prejuízos ao meio ambiente.

  54. O Secretariado Geral da ONU, realizou a Cúpula do Clima, que contou com a presença de diversos chefes de Estado e teve o objetivo de acabar com o desmatamento, de reduzir as emissões de gás carbônico, entre outros.
    O Brasil foi representado pela ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, que destacou no vídeo. Sabendo da grande biodiversidade do nosso país, uma das maiores do mundo, é muito bom ver uma notícia dessas e ver como o Brasil vem se destacando no combate ao desmatamento e a emissão de gases poluentes. De fato, que como afirmado pela Ministra, muito já se melhorou com as estratégias tomadas pelo Brasil, mas ainda há muito o que melhorar, para preservar cada vez mais essa meio ambiente rico, como é o do nosso país.
    Para que isso aconteça, o Brasil precisa continuar participando dessas Cúpulas e Conferências sobre o Meio Ambiente e principalmente adotar mais medidas para que o país continue nesse caminho que tem sido,inclusive, referência para outros países.

  55. Há muito tem a Organização das Nações Unidas vem tentando levantar a pauta da importância da conservação do meio ambiente,muito antes mesmo do Protocolo de Kyoto.
    Porém infelizmente o que vem ocorrendo,ao redor do mundo em geral (não são apenas países específicos) é o oposto : Crescimento desenfreado do consumo, aumento enorme na quantidade de indústrias e recursos naturais cada vez mas escassos. Tais fatos podem ser presenciados facilmente no Brasil, onde vê-se cada vez mais o regresso na Área total de florestas (Em especial a Floresta Amazônica) que vem gerando cada vez mais medo para o futuro, não somente do Brasil mas de toda humanidade. De fato a redução de gases estufa é importante para o Brasil, mas vale ressaltar que não podemos nos esquecer do desmatamento desenfreado, especialmente para a pecuária no Norte do país.
    Por fim ,pode-se concluir que,de fato , a redução da emissão de gases estufa pelo Brasil é uma ótima proposta a ser discutida na Cúpula da ONU,mas também devemos nos lembrar que cada dia mais estamos destruindo o tão falado “Pulmão do Mundo” – Nossa exuberante floresta amazônica.

  56. A Cúpula do Clima ocorreu na sede das Nações Unidas, em Nova York, participaram chefes de Estado, de Governo e representantes de 125 países. Não foi assinado um grande acordo mundial durante a Cúpula do Clima, mas aconteceu debates e discursões sobre o problema da mudança climática, onde diversos países se comprometeram a estabelecer objetivos e procurar alcança lós, o que no cenário internacional pode se torna uma motivação para que mais e mais queiram alcançar suas metas.
    O Brasil já tinha anteriormente assinado após a cúpula de Copenhague um tratado para a redução do desmatamento e de emissões de gases poluentes e já o fizemos 79%, segundo a ministra do meio ambiente Izabella Teixeira como mostra no vídeo, o que coloca o Brasil como um exemplo para ser seguido e estimular outros países a também promover ações em prol do meio ambiente.

  57. Convocada pela Organização das Nações Unidas (ONU), a Cúpula do Clima visa estimular a adoção de compromissos ambiciosos de mitigação e adaptação às mudanças climáticas por parte dos Estados Nacionais, além de conformar-se em um espaço de compartilhamento das ações em curso nas diversas áreas que influem de forma crítica para o aumento médio da temperatura do planeta.
    A Cúpula do Clima, convocada pela Organização das Nações Unidas (ONU) mas precisamente pelo Secretário Geral das Nações Unidas, Sr. Ban Ki-moon, apresenta potencial de tornar-se um importante evento de política internacional e visa estimular a adoção de compromissos ambiciosos de mitigação e adaptação às mudanças climáticas por parte dos Estados Nacionais, além de conformar-se em um espaço de compartilhamento das ações em curso nas diversas áreas que influem de forma crítica para o aumento médio da temperatura do planeta.
    De acordo com a fala da Ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira, uma das representantes do país na Cúpula do Clima, o Brasil está com uma imagem favorável internacionalmente, devido a medidas adotadas em relação ao meio ambiente, a titulo de exemplo, a política de incentivo em relação as outras nações tem sido muito elogiada.
    No entanto, não podemos minimizar o fato de que o Brasil tem emissões significativas, tornando necessário adotarmos novos compromissos no período posterior a 2020, como forma de assumirmos nossa parcela de contribuição para a adequada estabilização da temperatura na Terra.

  58. No dia 23 de Setembro de 2014, um importante evento foi realizado pela ONU, qual seja, a Cúpula do Clima. O Brasil, como país que é detentor de importante espaço geográfico no cenário mundial e como membro da ONU, não poderia se esquivar da responsabilidade do tema tratado na reunião. O país empenhou ”sua palavra” declarando apresentar até o fim do ano o Plano Nacional de Adaptação às mudanças climáticas. Este plano consiste na realização de vários métodos que tem como fito a adequação à alternância do clima em diversos setores como o de agricultura,transporte e indústria, energia, e outras. Infelizmente sabemos que o Brasil é um país que ainda é um grande emissor de dióxido de carbono por por deter grande número de veículos automotores, falta de incentivo ao uso de biocombustíveis e empresas que emissoras gases poluentes. Porém, a elaboração e o cumprimento do plano que será proposto pelo país, pode trazer melhoras significativas nesse quesito, evitando a degradação e contaminação da saúde pública e gerando portanto, o alcance de um bem comum a todos.

  59. A questão socioambiental que o mundo vive hoje é sem dúvidas um ponto alarmante que a cada dia deve-se se analisar e discutir pelos países no mundo. O efeito estufa, é um grande problema que vivemos nos tempos de hoje. Independente daqueles que ainda acreditam que esse efeito ser algo natural, já está mais que comprovado que no minimo a ação humana contribui e muito na aceleração e no aumento da temperatura da terra.

    O Brasil, é um dos países que mais emite gases e que contribui para os problemas do efeito estufa no mundo. Apresentar ações no intuito de diminuir a contribuição para o efeito estufa é de suma importância. Os países que vem se conscientizando que se não frearem as ações poluentes, devem fazer como o Brasil fez, apresentar medidas no intuito de diminuir a emissão dos gases poluentes.

    Portanto, ações como essa, reuniões celebradas pela ONU, devem ser cada vez mais frequentes, eis que esse problema do efeito estufa é cada dia mais iminente, e assombra cada vez mais as nações.

    Bernardo Penido 19300

  60. No dia 23 de setembro de 2014, o Brasil participou da Cúpula do Clima, importante evento de politica internacional realizado pelas Organizações das Nações unidas que tem como objetivo fazer com que os países adotem o compromisso de reduzirem a emissão de gases do efeito estufa e se adéquem às mudanças climáticas. A representante brasileira, a ministra do meio ambiente, Izabella Teixeira destacou o compromisso que o Brasil possui com a redução do desmatamento, da emissão de gases causadores do efeito estufa e com a implementação de medidas sustentáveis. Ainda sabemos que o país possui vários obstáculos, como o uso de termelétricas, carros individuais, ao invés de transporte público e o uso de combustíveis fosseis em geral. Entretanto, o Brasil está se destacando entre os demais países na busca por medidas que reduzem a emissão de carbono, e para isso busca o desenvolvimento sustentável juntamente com a inclusão social, acabar com o desmatamento ilegal, principalmente com a manutenção da matriz renovável e com investimentos na agricultura de baixo carbono. A Cúpula do Clima é fundamental para tentar se fazer um acordo para amenizar os efeitos gerados por muito tempo de poluição.

    • A Cúpula do Clima realizada em Nova Iorque no dia 23 de Setembro deste ano foi mais uma tentativa da Organização das Nações Unidas (ONU) para reduzir a emissão de gás carbônico e acabar com o desmatamento em todo o mundo. A ideia do encontro foi alinhar os discursos entre os países e preparar o terreno para a Conferência de Paris que será realizada entre os dias 30 de Novembro e 11 de Dezembro de 2015 na França. Nas palavras do secretário geral da ONU Ban Ki-moon, os objetivos da cúpula do clima foram: ”mobilizar a vontade política para um acordo universal significativo nas negociações sobre o clima em Paris em 2015 e catalisar ações ambiciosas em todos os países.
      A redução das emissões e as ações de adaptação devem ser reconhecidas como fonte de riqueza, de modo a atrair investimentos e lastrear novas ações de desenvolvimento sustentável .
      Os custos para enfrentar a mudança do clima são elevados, mas os benefícios mais que compensam. Precisamos reverter a lógica de que o combate às mudanças climáticas é danoso à economia. A redução das emissões e as ações de adaptação devem ser reconhecidas como fonte de riqueza, de modo a atrair investimentos e lastrear novas ações de desenvolvimento sustentável.

  61. A Cúpula do Clima foi basicamente uma discussão prévia dos debates que aconteceram em Paris há pouco. O objetivo era elaborar diretrizes para a Conferência do Clima que aconteceu em Paris. A emissão de gases do efeito estufa é um grave problema que atinge o meio ambiente atualmente. Para que as diversas espécies que compõem o planeta possam se adaptar, a diplomacia internacional entende que o aquecimento global não pode superar 2º C. Assim sendo, os países devem adotar medidas que evitem a emissão de gases poluentes através do combate ao desmatamento, produção de energia que não comprometa tanto o sistema, desestimular o uso de veículos automotores individuais, etc.
    Tendo em vista a riqueza ambiental que o Brasil possui, é um dos países que mais pode contribuir para a diminuição desse problema ambiental, através, por exemplo, do combate ao desmatamento ilegal. Conforme trazido pela Ministra Izabella Teixeira, o Brasil comprometeu-se voluntariamente a adotar medidas que podem reduzir ou evitar a emissão de gases altamente poluentes na atmosfera global. Consoante ao que foi mencionado, o Brasil possui uma imensa diversidade de flora e fauna, e com toda a certeza seria um dos países mais prejudicados com o aquecimento global além do previsto. Por isso, ao contribuir voluntariamente para a desaceleração do aquecimento do planeta – que é uma consequência inevitável – além de se autoajudar, as medidas adotadas servem de incentivo aos outros países.

  62. Convocada pela Organização das Nações Unidas (ONU) mas precisamente pelo Secretário Geral das Nações Unidas, Sr. Ban Ki-moon, a cúpula do clima, apresenta potencial de tornar-se um importante evento de política internacional e visa estimular a adoção de compromissos ambiciosos de mitigação e adaptação às mudanças climáticas por parte dos Estados Nacionais, além de conformar-se em um espaço de compartilhamento das ações em curso nas diversas áreas que influem de forma crítica para o aumento médio da temperatura do planeta.
    De acordo com a fala da Ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira, uma das representantes do país na Cúpula do Clima, o Brasil está com uma imagem favorável internacionalmente, devido a medidas adotadas em relação ao meio ambiente, a titulo de exemplo, a política de incentivo em relação as outras nações tem sido muito elogiada.
    No entanto, não podemos minimizar o fato de que o Brasil tem emissões significativas, tornando necessário adotarmos novos compromissos no período posterior a 2020, como forma de assumirmos nossa parcela de contribuição para a adequada estabilização da temperatura na Terra.

    Helber Carvalho Ribeiro
    Milton Campos
    Manhã – 19374

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